Saúde

Empresas incentivam colaboradores a se vacinar contra a Covid-19

Algumas, como a Cabo Telecom já contam com 100% da equipe vacinada com a 1º dose e reforçam a importância da imunização completa. Foto: Divulgação

A campanha de vacinação contra a Covid-19 avança em todo país. No Rio Grande do Norte mais de 72% das pessoas cadastradas no programa RN Mais Vacina já tomaram a 1º dose. Entre as empresas potiguares na corrida pela imunização, a Cabo Telecom chega ao total de 100% dos colaboradores vacinados com a primeira dose e mais de 54% com a segunda. Resultado de muita conversa, incentivo e conscientização de seu diretor-presidente, Cláudio Alvarez, junto ao quadro 698 colaboradores.

Para ele, esse marco sinaliza a abertura de novos caminhos. “Queremos imunizar, agora com a segunda dose, 100% dos nossos colaboradores, pensando, principalmente, na segurança deles. Por causa das notícias falsas sobre a vacina, nas quais muitos acreditavam, tivemos que nos empenhar em dialogar e convencer a todos a aderir à vacinação. Eles entenderam que só assim poderíamos focar no futuro com mais segurança e novos projetos”, explica.

A vacinação contra a Covid-19 é um dos principais critérios para o retorno seguro às atividades do dia a dia. É o que diz o médico do trabalho Henrique Santos: “em primeiro lugar, nossa maior preocupação é com a saúde individual do funcionário. Em segundo, estando ele imunizado, também ajudamos o coletivo com a diminuição de casos graves da doença. Outro fator importante é a proteção familiar, esse indivíduo pode sair e voltar para sua casa com mais tranquilidade do que no início da pandemia”, afirma.

Algumas estratégias também foram aplicadas na empresa como forma de incentivo, como a distribuição de botons, indicando quem está vacinado; a organização de caronas amigas para os locais de vacinação, com carros disponibilizados pela Cabo Telecom; e a realização de testes rápidos no retorno presencial, que contou com o apoio da Unimed Natal.

“Desde o início da pandemia, nos preocupamos em oferecer um ambiente seguro aos nossos funcionários e clientes. Por isso, aderimos ao home office, quando necessário, e sempre disponibilizamos álcool 70% e equipamentos de segurança, tanto para nossas equipes que atendem em domicílio, quanto para os locais de atendimento físico. Ao retornarmos ao trabalho presencial, nossa maior preocupação sempre foi vacinar 100% da empresa, agora conseguimos com a primeira dose”, comemora Cláudio Alvarez.

Segurança dos clientes

Além de proteger os colaboradores, essas ações garantem também mais segurança aos clientes que precisam ir às lojas físicas ou receber suporte técnico em suas residências, já que durante a pandemia o uso de serviços de internet cresceu no Brasil, como aponta uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br).

Segundo os dados apresentados pela pesquisa TIC Domicílios 2020 (Edição COVID-19), divulgados neste mês, 81% da população do país com 10 anos ou mais utiliza a internet durante a pandemia. Ou seja, os serviços online tornaram-se essenciais. Por isso, ter a garantia de que uma empresa segue os protocolos de segurança, incluindo a vacinação dos funcionários, tornou-se um diferencial de mercado em tempos de pandemia.

Na linha da vacinação de todos os colaboradores

A Rui Cadete Consultores é outra empresa que já alcança 98% de vacinação entre seus colaboradores. Com base em um controle interno, eles monitoram quem já se vacinou e reforçam a importância de estar em dia também com a segunda dose, que em breve estará disponível a todos. De acordo com Ana Cláudia Medeiros, gestora do Gestão e Gente, o controle da vacinação não enfrentou obstáculos, já que os próprios funcionários estavam ansiosos pela imunização.

“Em breve seremos 100%, estão faltando apenas alguns dos nossos menores aprendizes que acabaram de entrar no grupo atual de vacinação, conforme cronograma do Estado”, comemora a gestora. A vacinação dos colaboradores da Cabo Telecom, por estar inserida na categoria das indústrias, contou com o apoio do Sistema Fiern, que pleiteou doses das vacinas para a classe dos industriários potiguares e garantiu a imunização de milhares de trabalhadores no Estado. Já na Rui Cadete, os funcionários foram vacinados conforme cronograma de público do Governo.

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Saúde

Dexametasona e mais 3: Brasil pode ter até quatro medicamentos novos para tratamento de Covid-19 até setembro

Foto: YVES HERMAN / Reuters

Até o início de setembro o país pode ter pelo menos quatro novos medicamentos contra Covid-19 disponíveis. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve analisar até o próximo mês as drogas Sotrovimabe, Citrato de tofacitinibe (cujo nome comercial é Xeljanz), Baricitinibe e a Dexametasona. Atualmente, o Brasil tem outros quatro medicamentos aprovados para tratamento de covid-19. O mais recente foi o Regkirona (regdanvimabe), aprovado pela Anvisa na semana passada.

No caso do Sotrovimabe e do Citrato de tofacitinibe, os pedidos foram por uma autorização emergencial de uso, uma vez que os estudos ainda estão em andamento. Essa autorização é temporária. Já o Baricitinibe e a Dexametasona terão o pedido de pós-registro analisado pela agência que, caso seja aprovado, incluirá na bula desses medicamentos de forma permanente a indicação para Covid-19. Os quatro medicamentos são para uso em ambiente hospitalar.

Ambos os procedimentos têm prazo de análise de 30 dias para que a Anvisa observe a relação benefício versus risco do medicamento. Esse período pode ser interrompido quando a agência solicita informações complementares à farmacêutica responsável.

— Há uma expectativa de que nesse semestre tenhamos mais resultados dos estudos de medicamentos que aprovamos, e aí poderemos pensar num cenário no qual teremos mais opções de tratamento — afirmou ao GLOBO o gerente geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.

A equipe que faz a análise desses medicamentos é composta por dez pessoas com formações diversas, como farmacêuticos, médicos, biólogos e estatísticos. O grupo é diferente daquele que analisa dados sobre as vacinas contra Covid-19. Ambos, no entanto, estão sob comando da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED) da Anvisa.

— A gente já aprovou mais de 100 estudos de medicamentos, já vimos vários sendo concluídos e que deram resultados que não mostram vantagem do medicamento, cerca de 20% do total. Mas quando o estudo não se mostra favorável, a empresa nem submete o pedido, apenas comunica— disse Mendes.

Entre os estudos que seguem em andamento estão a nitazoxanida e a proxalutamida. Os dois medicamentos foram reiteradamente defendidos pelo governo. Após a comprovação da ineficácia da cloroquina no tratamento de Covid-19, alas ideológicas do governo passaram a propagandear a proxalutamida. Em uma live com o presidente Jair Bolsonaro, em abril, o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Hélio Angotti Neto, classificou o medicamento como “promissor”.

Sotrovimabe

O Sotrovimabe é um anticorpo sintético que “imita” os anticorpos produzidos pelo corpo para combater o coronavírus e que impede o vírus de se replicar. O medicamento seria utilizado em casos moderados da doença.

Os estudos para avaliar a eficácia do medicamento foram realizados em vários países do mundo com 1062 participantes, dos quais 22 são brasileiros.

Citrato de tofacitinibe (Xeljanz)

O citrato de tofacitinibe é um anti-inflamatório, atualmente utilizado para tratamento de artrite reumatoide, artrite psoriática e colite ulcerosa. A proposta é que o medicamento seja utilizado para reduzir o tempo de internação de pacientes com quadro moderado com risco de progredir para caso grave.

— O processo da Covid-19 é um processo inflamatório assim como a artrite. A inflamação é uma resposta exagerada do corpo, que começa atacar as próprias celulas. Os anti-inflamatórios reduzem essa resposta imune — explicou Mendes.

Baricitinibe

Assim com o medicamento anterior, o Baricitinibe também é uma droga anti-inflamatória utilizada para tratamento de artrite. De acordo com dados de um estudo realizado com pacientes graves de Covid-19, o Baricitinibe reduziu em 38% a mortalidade entre os infectados.

A pesquisa foi conduzida em 12 centros clínicos de todo o país e testou o medicamento em 1.525 voluntários.

Dexametasona

A Dexametasona é um corticoide que já é amplamente utilizado no país. No contexto da Covid-19, o medicamento em sido adotado em alguns hospitais para ajudar a reduzir a inflamação causada no pulmão pelo coronavírus. A proposta é que seja utilizado em casos graves da doença.

De acordo com um estudo publicado em junho, o medicamento pode reduzir em um terço as mortes de pacientes que estão sob ventilação mecânica. No caso de pacientes que estão utilizando apenas oxigênio, a redução observada foi de 20%.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Pronto virei a casaca, vou seguir o que manda a maioria da população brasileira, é melhor e mais sensato, quem quiser que ache ruim e daí, sou burro mesmo muuuuuuuuu, talkei.

  2. O “gado raiz” toma medicações que ajudam. Ivernectina inclusive. Não temos preconceito, Sr. Manoel F.

  3. O gado raiz mesmo só toma cloroquina, ivermectina e ozônio no rainbow… O que vale para eles é o que o MINTO das rachadinhas prescreve… Muuuuu

    1. Manoel! Tire logo o Bolsonado que eu quero voltar a saquear o país por mais 30 anos e distribuir cartilhas de sexo para os seus netinhos de 5 anos!!!!

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Saúde

Rio: servidora aplica vacina de poliomielite no lugar da covid-19; Secretaria informou que 44 pessoas receberam imunização errada

A Secretaria Municipal de Saúde de São João da Barra, norte fluminense, informou que 44 pessoas receberam a vacina contra a poliomielite no lugar da vacina contra a covid-19 da CoronaVac na tarde de terça-feira (17) na Unidade de Saúde da Família da Nova São João da Barra, na sede do município. Uma servidora da unidade admitiu ter se confundido no momento de separar os frascos. Assim que percebeu o erro, ela suspendeu a aplicação da vacina e comunicou ao setor responsável.

Em nota, a Secretaria de Saúde do município lamentou o ocorrido e informou que será instaurado um processo administrativo para apurar o caso. A servidora, que é funcionária de carreira da prefeitura, foi afastada até que a apuração seja concluída. A nota informa ainda que o fato isolado não prejudica o andamento da vacinação no município, que segue avançada e está na faixa de idade a partir de 21 anos.

“No total são 37.648 vacinas aplicadas, sendo 25.485 na primeira dose e 12.163 na imunização concluída. Na população acima de 18 anos, a campanha de imunização corresponde a 90,5% com a primeira dose e 43,2% no esquema vacinal completo”, informou a secretaria.

As equipes responsáveis pela imunização entraram em contato com todas as pessoas que tomaram a vacina contra a poliomielite, com idades entre 21 e 44 anos. A secretaria fez o reagendamento para daqui a 15 dias, tanto para quem estava agendado para a primeira quanto para a segunda dose do imunizante.

A Secretaria de Saúde informou que a vacina contra a poliomielite não possui efeitos colaterais. Ela é aplicada em crianças e não há necessidade de aplicação em adultos, somente em casos de deslocamento para países com surto da doença. A vacina também não tem contraindicações para lactantes.

“A vacina aplicada de poliomielite inativada não causa nenhum malefício ao paciente adulto, inclusive é aplicada nos pacientes que vão viajar para áreas endêmicas”, disse o médico infectologista da rede municipal de Saúde de São João da Barra, Renato Sodré.

A Secretaria Municipal de Saúde do município vai solicitar ao governo do Estado a reposição de doses da vacina contra a paralisia infantil.

Agência Brasil

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Saúde

Certificado vacinal contra a Covid-19 dará direito a benefícios, prevê projeto de Lei aprovado na Câmara Municipal de Natal

Foto: Elpídio Júnior

O cidadão que completar o esquema vacinal contra a Covid-19 em Natal receberá dos do Município um certificado que vai lhe conferir acesso a benefícios e vantagens junto ao Poder Público e em estabelecimentos comerciais de diversos segmentos econômicos. O projeto de lei de autoria do vereador Felipe Alves (PDT) que dispõe sobre a criação dessa espécie de passaporte sanitário foi aprovado nesta quarta-feira (18). O objetivo é estimular e incentivar a maior parte da população a buscar se imunizar completamente contra a doença.

O autor da proposta lembra que diversas cidades, pelo Brasil, incluindo capitais como Recife, estão adotando esse mecanismo para completar a cobertura vacinal da população, visto que em muitos locais as pessoas não estão indo tomar a segunda dose das vacinas. Felipe Alves lembrou também que muitos países estão registrando o crescimento de novos casos, internações e óbitos entre os não vacinados e os que estão com a vacinação incompleta.

“A única maneira de caminhar para a volta ao normal é com uma grande adesão da população a campanha de vacinação, portanto, ao adotar medidas dessa natureza o poder público contribui para motivar cada vez mais as pessoas a procurarem se imunizar, bem como ajuda a fomentar a nossa economia”, asseverou Felipe.

Opinião dos leitores

  1. Essa é a porta de entrada para mais agressão aos direitos e liberdades das pessoas. Vacinas EMERGENCIAIS, cheias de dúvidas e sem estudos conclusivos. Tem muita gente que assume a incapacidade de cuidar do seu próprio destino, que veio ao mundo para ser escravo, capacho dos poderosos de plantão. Essas pessoas falam muito em democracia, mas não sabem o que ela realmente significa. Ou agem de má fé.

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Saúde

Covid-19: Coronavac é eficaz contra casos graves da variante delta, diz estudo

Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo (2.mar.2021)

Um estudo preliminar publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China revelou que a Coronavac apresenta eficácia contra casos graves de Covid-19 causados pela variante Delta.

O artigo – publicado na forma de pré-print – ainda necessita de revisão de pares e usou como base um surto da variante Delta na região de Guangdong, no Sudeste da China, entre maio e junho.

Segundo os dados, todos os imunizantes foram capazes de criar proteção de até 77,7% para os casos de pneunomia e a vacinação completa foi 100% eficaz contra casos graves.

O surto acometeu mais de 10 mil pessoas e, entre os avaliados, 1,7 mil receberam as duas doses da vacina – que poderia ser a Coronavac ou outras três em uso no país.

Entre os mais de 10 mil infectados, apenas 102 contraíram pneunomia – 85 casos foram em pessoas não vacinadas. Entre os demais, 12 pessoas haviam recebido a primeira dose da vacina e outras cinco estavam completamente vacinadas.

Já entre os 19 pacientes que desenvolveram Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nenhum havia sido imunizado.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a “vacinação completa com vacinas inativadas é eficaz contra pneumonia, doenças graves e críticas causadas pela variante B.1.617.2”. E ressaltam que, mesmo diante dos resultados positivos, todos os esforços devem ser feitos para garantir a vacinação completa das populações-alvo.

Os pesquisadores apontam, no entanto, que as amostram colhidas para este artigo ainda são pequenas e que estudos adicionais precisam ser feitos para concluir a real efetividade das vacinas em uso no país.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Não crédito, principalmente por esse estudo preliminar publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, não é confiável nada que venha da desse país.

  2. Esta notícia é fake news, quem tomou coronaágua tem que rezar muito. Estão escondendo as mortes resultantes desta pseudovacina.

  3. Coronavac também era 100% eficaz contra mortes e o que se ver hoje é que 23% das pessoas que tomaram coronavac e pegaram covid, morreram.

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Saúde

Talibã ordena paralisação da vacinação contra covid-19 no Afeganistão

Foto: AFP via Getty Images/Getty Images

Após um final de semana de tensão generalizada pelo Afeganistão, o movimento fundamentalista islâmico nacionalista Talibã conseguiu retomar o controle da capital do país, Cabul.

Enquanto avança rapidamente seu controle pelo país, o Talibã já coloca em prática sua agenda fundamentalista, que vigorou no país entre o final dos anos 90 e o início dos anos 2000. De acordo com o portal local de notícias Shamshad News, a vacinação já foi interrompida na província de Paktia, no leste do país. Desde a tomada da província pelo grupo, as vacinas contra a covid-19 pararam de ser distribuídas pela região.

Walayat Khan Ahmadzai, diretor provincial de saúde pública da região, disse em entrevista ao Shamshad News que o Talibã ordenou os funcionários do hospital regional para pararem de distribuir o imunizante, o que resultou no fechamento imediato dos postos de vacinação da região, enquanto médicos e críticos buscam acatar as ordens impostas temendo represálias violentas do grupo.

De acordo com Ahmadzai, a enfermaria responsável pela aplicação das doses está fechada há três dias e os cidadãos são informados de que a vacinação foi proibida. O Talibã alertou a equipe de distribuição de vacinas para evitar distribuí-las, acrescentou Ahmadzai. Até o momento, não há informações concretas sobre como está a campanha de vacinação no resto do país.

Segundo dados do portal Our World in Data, o Afeganistão aplicou, até o momento, cerca de 770 mil doses da vacina contra a covid-19, o que representa cerca de 2% da população e apenas 0,5% da população do país completou a vacinação.

Talibã já foi a favor das vacinas

No final de janeiro de 2021, enquanto o grupo ainda estava longe de controlar as principais províncias e cidades do país, o Talibã se mostrava “a favor” da vacinação.

Zabihullah Mujahid, porta-voz do grupo extremista, disse à agência Reuters no fim daquele mês que o grupo iria apoiar e facilitar a campanha de vacinação conduzida por meio dos centros de saúde no país.

O país fechou um acordo de cerca de 110 milhões de dólares para conseguir as doses por meio do consórcio Covax, da Organização Mundial da Saúde (OMS). O Afeganistão também havia fechado um acordo de 500 mil doses da vacina da AstraZeneca produzida na Índia, disse à Reuters o dr. Ghulam Dastagir Nazari, chefe do Programa Expandido de Imunização do Ministério da Saúde do Afeganistão.

“A marca AstraZeneca que é fabricada na Índia chegará em breve ao Afeganistão”, disse Nazari.

Com a queda do governo central e, consequentemente, do seu grupo de ministros de estado, não é possível afirmar se as promessas anteriores sobre as vacinas ainda serão mantidas.

Entretanto, com a recente atualização de que a junta extremista está dificultando a campanha de vacinação no país, é difícil esperar que o Afeganistão tenha capacidade de acelerar sua campanha de imunização.

Desde o início da pandemia, o Afeganistão já contabilizou cerca de 150 mil casos de covid-19 e aproximadamente 7 mil mortes.

Talibã toma a capital, enquanto presidente e embaixadores fogem do país

Em movimento já esperado, o Talibã chegou neste domingo, 15, à capital do Afeganistão, Cabul, após dias conquistando cidades no entorno diante da retirada das tropas dos Estados Unidos.

Na tarde deste domingo, já noite no Afeganistão, os homens do Talibã adentraram o palácio presidencial, como mostram imagens da rede de TV Al Jazeera.

Horas antes, foi confirmado que o presidente Ashraf Ghani deixou o país após ficar claro que o Talibã havia tomado o controle da capital. Ghani diz ter fugido para evitar derramamento de sangue.

Um porta-voz do Talibã declarou mais cedo que o grupo buscava “uma rendição pacífica” do governo afegão e que que “todos os que serviram ao governo e aos militares serão perdoados”.

Mas uma das principais preocupações da comunidade internacional é que afegãos que interagiram com as forças dos EUA nos 20 anos de ocupação americana sejam punidos pelo Talibã. Países como o Canadá já passaram a oferecer programa de asilo aos afegãos.

Em comunicado, o Talibã afirmou também que não pretende tomar a cidade “à força”, com a ressalva de que essa não é uma declaração de cessar-fogo. “Não queremos que nenhum afegão civil e inocente seja ferido ou morto enquanto tomamos o controle.”

A expectativa era de que o governo do Afeganistão caísse rapidamente após o cerco a Cabul, com o exército oficial do país sem condições de deter o Talibã.

O Talibã controlou o Afeganistão entre 1996 e 2001, quando seguiu uma versão radical do islamismo nos costumes, vetando o consumo de álcool e a livre circulação de mulheres.

A rápida ofensiva militar do grupo, que em duas semanas tomou 26 das 34 capitais de províncias, acontece no vácuo da saída das tropas americanas.

Exame

 

Opinião dos leitores

  1. Quando a insanidade é evidenciada em opiniões de eleitores e adoradores de corruptos que sofrem com a abstinência de recursos públicos e a falta de bandido no poder. É só ver os comentários de Santos e Nando. Quem está aplaudindo a ação do Talibã é o mesmo partido que apoia o ex presidente no mundo, o tal PCO (partido da causa operária). Como já lembraram, vamos ver o que será feito dos homossexuais e toda turma do LGBT nas mãos do Talibã.
    O resto da esquerdalha não vai aplaudir o Talibã?

  2. Qualquer semelhança com alguns posicionamentos de alguns brasiloucos, não passa de mera coincidência.

    1. Não! Você está equivocado! Esse grupinho, quem apoia são os PTRALHAS que você tanto idolatra! Mas como você é um quadrúpede, você só repete o que te mandam repetir: a velha máxima de acusar seus inimigos daquilo que você faz… Avia e coloca logo a cangalha que o ladrão de 9 dedos já já chega e vai querer montar em você!

  3. “Eu lamento enormemente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo”.
    Dilma Rousseff, em discurso na ONU, pedindo diálogo com os terroristas do Estado Islâmico.

    1. Não Antônio, vc errou, quem veio primeiro foi o priziaca de nove dedos que domesticou os jumentos.

    2. Foi o adestrador de jumento ladrão vagabundo de nove dedos.

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Saúde

Sesap inicia testagem da Covid-19 em passageiros que desembarquem no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) inicia na tarde desta sexta-feira (13) uma ação de testagem da Covid-19 em passageiros que desembarquem no Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante.

Os testes serão feitos por amostragem, em viajantes que sejam voluntários para a realização do teste rápido de antígeno. A ação conta com o apoio da Inframérica – empresa que controla o terminal aéreo -, o município de São Gonçalo do Amarante e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O posto de testagem servirá como mais um braço da Sesap na vigilância da epidemia, além de ampliar a possibilidade de rastrear as cepas em circulação no RN. Os testes serão operados por uma equipe da Secretaria de Saúde de São Gonçalo do Amarante.

No dia 4 deste mês, a equipe técnica da Sesap visitou o terminal aéreo para vistoriar os locais e o fluxo de testagem. De acordo com dados da Inframérica, o aeroporto está recebendo, em média, 25 pousos por dia.

Caso o passageiro seja identificado como infectado pelo teste de antígeno, será isolado e encaminhado para um teste de RT-PCR, que é o padrão-ouro para a Covid-19. O transporte do infectado para o local de isolamento será feito pela Sesap.

Todos os passageiros de um voo que eventualmente tenha uma pessoa infectada serão notificados pela Sesap e o município em que o passageiro fique será responsável pelo acompanhamento e monitoramento

Além do controle e rastreamento dos contatos, a Sesap também irá trabalhar o sequenciamento dos coronavírus em passageiros infectados, a fim de rastrear as cepas circulantes. O sequenciamento genômico é outra ação importante para o controle da epidemia.

 

Opinião dos leitores

  1. 18 meses de pandemia…. Agora que vai começar. A atuação do governo Fátima na pandemia é uma tragédia! Mas genocida são os outros…

    1. Amigo, os serviços nos aeroportos nao sao de competencia dos estados e sim da Uniao.

    2. No Rio de Janeiro também começou agora a fazer isso. A atuação dos governos no Brasil são uma tragédia. Da esfera federal, estadual e municipal.

    3. Perdido Neto ou Pneto, você por acaso viu alguma testagem em massa por conta do governo federal para balizar a atuação contra o avanço da Covid19 por acaso?

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Saúde

Covid-19: Fumar pode diminuir resposta imune da vacina, sugere estudo

Foto: Pixabay

Fumantes correm o risco de ter uma resposta imunológica mais baixa que o restante da população após receber a vacina contra a Covid-19. É o que sugere um estudo feito por pesquisadores japoneses do Utsunomiya Hospital e da Jichi Medical University.

Em um estudo preliminar com 378 profissionais de saúde, com idades entre 32 e 54 anos, os pesquisadores analisaram os níveis de anticorpos protetores induzidos pela vacina da Pfizer, usando amostras de sangue obtidas cerca de três meses após a aplicação da segunda dose.

A primeira constatação do estudo foi que participantes mais velhos tinham menos anticorpos que os mais novos, algo já visto em trabalhos anteriores de outros grupos de estudo. Depois de levar em consideração a idade, os únicos fatores de risco para níveis mais baixos de anticorpos eram sexo masculino e tabagismo.

Os pesquisadores especulam que a diferença de sexo não esteja relacionada a fatores biológicos, e, sim, porque as taxas de tabagismo eram duas vezes mais altas nos homens do que nas mulheres: 61% das pessoas do sexo masculino que participaram do estudo fumavam, contra 31% do sexo feminino.

— O cigarro não é bom para nada e tem relação com pelo menos 45 doenças. Nós sabemos que existem receptores de nicotina espalhados pelo corpo inteiro, inclusive no baço, órgão importante relacionado ao linfócito T (célula com função imunológica). Acredito que a diminuição de anticorpos tenha a ver com a ação do cigarro nestes órgãos associados ao sistema imunológico — diz Jaqueline Scholz, cardiologista e diretora do programa de tratamento do tabagismo do Incor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP).

“Para esclarecer os efeitos do tabagismo, realizamos análises adicionais. No entanto, o Índice de Brinkman (que mede a exposição ao tabaco) e o número de cigarros por dia não influenciaram os níveis de anticorpos. Assim, fumar em si é um fator de risco para níveis baixos de anticorpos, ao invés da duração do fumo ou do número de cigarros por dia.”, escreveram os pesquisadores.

Os cientistas observaram, no entanto, que ex-fumantes apresentaram um resultado imunológico melhor do que fumantes ativos. Por isso, eles sugerem que parar de fumar reduzirá o risco de apresentar menos anticorpos após a vacinação.

— As pessoas precisam se antecipar às más notícias para pararem de fumar. Esta é mais uma evidência dos malefícios do cigarro — pontua Scholz.

O estudo ainda não foi revisado por pares. Os cientistas afirmam que são necessárias mais pesquisas para confirmar as conclusões do trabalho.

O Globo

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Televisão

Felipe Neto testa positivo para Covid-19

Foto: Leo Aversa / Agência O Globo

O influenciador digital Felipe Neto informou nesta quarta-feira que testou positivo para a Covid-19 e que está assintomático. Neto vive com a namorada, Bruna Gomes, que testou negativo para a doença e ficará isolada em outro local.

“Faço exames semanais para checagem e hoje veio o positivo. Minha única quebra de isolamento, desde dezembro, foi pra tomar a primeira dose da vacina. Infelizmente, o vírus chega por todos os lugares”, escreveu no Twitter.

No Instagram, Neto disse ainda que realizou um segundo teste para comprovar a infecção e deve receber o resultado dentro de 24 horas.

— A gente recebe a notícia e não tem jeito, a tristeza vem. Vou ter que me distanciar da Bruna… sei que sou brincalhão, tento divertir vocês até quando a notícia é ruim, mas é triste mesmo. A parte boa é que já tomei a primeira dose e meu médico disse que com certeza isso vai ter impacto positivo no meu sistema imunológico. Tudo indica que vou passar por essa doença sem problemas, mas a gente nunca sabe o que esperar. Vou manter vocês informados — contou.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Matéria irrelevante, isso é um energúmeno , seboso , mal-caráter, tudo que não presta esse seboso é!!!!

  2. OOOOOOOME… quem djabo quer saber dessa franga???? É cada matéria reieira que estão postando ultimamente viu… PQP!

    1. Pois é. Esses vermes reclamam quando o presidente aparece sem máscara e quando comparece a algumas manifestações. Imagina-se que eles cumpram essas medidas restritivas à risca. Porém, de repente aparecem contaminados. Ou são grandes hipócritas mentirosos ou essas medidas não servem para nada. Escolham.

    2. O Bozo foi o primeiro a se vacinar. Mas decretou sigilo em sua carteira de vacinação.

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Saúde

Mais de 30% dos municípios brasileiros não registram mortes por Covid-19 em julho, maior percentual em 5 meses; veja mapas

Foto: Guilherme Gomes/G1

Em julho deste ano, 31% dos municípios brasileiros não registraram mortes por Covid-19, o maior número dos últimos cinco meses. É o que mostra levantamento exclusivo do G1, usando dados tabulados pelo pesquisador Wesley Cota, da Universidade Federal de Viçosa.

Foram 1.750 cidades sem notificação de óbitos no último mês, um aumento de 35% em relação às 1.293 de junho. É o maior número desde fevereiro, quando 2.202 municípios registraram zero morte.

A maior parte dos municípios sem mortes tem menos de 10 mil habitantes. São 1.250 nessa faixa populacional (71% do total).

A cidade mais populosa sem mortes registradas em julho de 2021 é Coari (AM), com 85.910 habitantes, que no início do ano chegou a ver pacientes morrerem por falta de oxigênio.

As regiões Norte e Nordeste registraram o maior percentual de municípios sem mortes em julho.

Ao todo, 172 municípios do Norte não notificaram mortes no último mês, o equivalente a 38% do total. Já no Nordeste, foram 670 sem óbitos (37% do total).

Mortes em queda

Os dados mostram que 63% dos municípios registram queda na média diária de mortes por Covid-19 em julho quando comparado ao mês anterior. É o maior percentual desde o início da pandemia

Ao todo, 3.483 cidades brasileiras tiveram redução na média diária de óbitos no último mês em relação a junho.

Nos mapas abaixo é possível ver a evolução das mortes ao redor do Brasil desde o início da pandemia, com picos em julho de 2020 e em abril deste ano.

Mapas das mortes por Covid-19 nos municípios brasileiros de fevereiro de 2020 a julho de 2021 — Foto: G1

Efeito da vacinação

Para o epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), “as cidades pequenas têm menos gente e, como estamos analisando um número absoluto de mortes, então, as cidades pequenas têm maior probabilidade de ter menos mortes justamente porque elas são menores”.

“Sobre as razões para esse aumento no número de cidades sem mortes, é uma ótima notícia. É efeito direto da vacinação. Até porque a gente [Brasil] não adotou outras medidas de restrição de circulação do vírus.”

Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também avalia que a ausência de óbitos em cidades menores é uma consequência da vacinação.

“Na verdade, a gente sabe que o número de óbitos está associado ao número da casos, proporcionalmente. O número de casos vai depender do tamanho da população. A tendência é que as cidades menores tenham uma queda mais importante porque proporcionalmente tem menos população exposta”, explica.

Além disso, Croda diz ainda que as cidades menores do país conseguiram atingir uma cobertura de duas doses mais alta do que as metrópoles. Todas as vacinas em aplicação no país são eficazes contra hospitalização e a versão grave da Covid-19, o que contribui diretamente para a ausência de mortes devido à infecção em algumas regiões do país.

“As cidades menores têm mais cobertura. E se você comparar com as cidades maiores, elas [cidades menores] conseguiram avançar mais na imunização e mais rapidamente. Várias cidades já estão vacinando até acima de 18 anos”, explica.

Delta avança

O cenário é um pouco mais complexo em cidades maiores, com mais de 100 mil habitantes, e com taxas de segunda dose muito baixas. A variante delta, já em ascensão comprovada principalmente no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, só se desenvolve de forma leve após o ciclo vacinal completo das vacinas em aplicação no país.

“O Brasil tem uma baixa cobertura de segunda dose, perto dos 20%, então, pode sim a delta ser responsável por uma retomada do aumento de óbitos a depender da sua disseminação e dos cuidados nos diferentes estados”, diz Croda.

Na quarta-feira (4), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontou uma possível reversão na tendência de queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. A síndrome pode ser causada por vários vírus respiratórios, mas, durante a pandemia, quase todos os casos no país são causados por Covid-19.

De acordo com a Fiocruz, o estudo registrou sinal de queda na tendência de longo prazo — ou seja, em relação às últimas seis semanas — mas, quanto às últimas três semanas, os dados indicam sinal moderado de crescimento.

Como já apontado em outros balanços, o número de mortes continua a cair. Apenas Acre, Mato Grosso do Sul e Amazonas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, com destaque para o Acre, único estado que registrou sinal forte de crescimento.

Com G1

 

Opinião dos leitores

    1. A vacina que o presidente Bolsonaro comprou e distribui para todos os brasileiros poderem se vacinar, 154 milhões de doses já aplicadas.

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Saúde

Estudo preliminar indica que anti-inflamatório para artrite reumatoide pode reduzir em 38% mortalidade de doentes graves de Covid-19

Foto: PILAR OLIVARES/Reuters/18-6-2021

Um medicamento para artrite reumatoide mostrou ótimos resultados em teste para tratar pacientes graves de Covid-19, reduzindo em 38% a mortalidade entre os infectados.

— Isso significa que, aproximadamente, a cada 20 pacientes, uma vida foi salva recebendo o remédio, conta Adilson Cavalcanti, infectologista que coordenou o estudo no Hospital Anchieta, de São Bernardo do Campo (SP), ligado à Universidade Federal do ABC (UFABC). Com isso, a droga passou a ser avaliada para autorização de uso permanente no Brasil.

Com o nome de baricitinibe, o medicamento atua primordialmente no controle do processo inflamatório desencadeado pelo vírus. O resultado foi anunciado por médicos que conduziram a pesquisa em 12 diferentes centros clínicos do país.

O trabalho foi patrocinado pela multinacional Eli Lilly, fabricante do medicamento. O braço brasileiro do estudo integrou uma colaboração internacional, que testou a droga em 1.525 voluntários. O resultado, que deve ser publicado em breve num periódico acadêmico, já foi divulgado como estudo preliminar.

No estudo, os pesquisadores administraram o remédio a alguns pacientes junto do tratamento de suporte padrão, que incluiu uso de medicações, como corticoides, dexametasona e ventilação mecânica quando necessário. No outro grupo, os pacientes receberam o mesmo tratamento, mas com um placebo no lugar da droga em teste.

Os profissionais também analisaram separadamente a resposta ao medicamento nos pacientes voluntários que precisaram do suporte da ventilação mecânica. A redução da mortalidade nesse subgrupo foi de 46%, ainda que o medicamento não tenha conseguido impedir a doença nesse estágio.

“Apesar de a redução da progressão da doença não ter atingido significância estatística, o tratamento com o baricitinibe junto da terapia padrão (incluindo a dexametasona) reduziu a mortalidade significativamente”, escreveram os autores do estudo internacional, liderado pela Universidade Emory, de Atlanta (EUA).

Uso nos EUA

Na opinião do infectologista Mauro Schechter, professor titular da UFRJ, o resultado do estudo ainda representa um estágio inicial de evidência, mas já justifica um pedido de uso para pacientes graves. Segundo ele, controlar a tempestade inflamatória provocada pela Covid-19 é uma das medidas mais importantes.

— O que me deixa intrigado é que não está totalmente claro ainda o mecanismo biológico do medicamento — diz Schechter.

O GLOBO apurou que a Anvisa deve dar uma resposta em poucos dias para o pedido. Cientistas estão otimistas porque o medicamento já tem autorização provisória da FDA (autoridade regulatória dos EUA) — o aval foi em 28 de julho.

Segundo a médica Raquel Stucchi, professora de infectologia na Universidade Estadual de Campinas, ainda não está claro o impacto que o baricitinibe pode ter na prática clínica em UTIs de Covid-19, onde já há algumas outras drogas em teste.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. E lá se vai o Dr. Albert Dickson em busca de publicidade. Já vejo o nobre cheirando “os ovos” da farmacêutica…

  2. A omissão proposital da mídia no Brasil é criminosa.
    Não tem 01 notícia sobre quantas pessoas que tomaram a coronavac, coronadória, coronaesquerda morreram de covid. Tudo que se fala é a necessidade da terceira dose e que, talvez, seja de outra vacina e não a chinesa.

    1. Ou o Uruguai, que usou e praticamente zerou os casos. Titia, quando não se conhece o assunto é melhor se calar, senão o efeito da postagem é justamente o inverso. A mentira é a prática que melhor caracteriza o bolsonarismo.

  3. Vou pedir ao presidente Bolsonaro que não defenda esse medicamento. Senão os esquerdopatas vão fazer campanha “negacionista” contra e a CPI dos corruptos vai acabar investigando quem é a seu favor. Kkkkkkkkk

    1. Pede que ele atende, gado seboso. Tudo que é absurdo você é eles acham bom. E porque o kkkkkkk? Rindo de desespero? Tá parecendo uma hiena.

  4. Que bom!!! Que venha!!! Precisamos de coisas boas, não dessas briguinhas esdrúxulas

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Saúde

Sesap distribui mais de 62 mil vacinas contra a Covid-19

FOTO: SESAP/ASSECOM

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) distribuiu, no início da tarde desta quinta-feira (05) mais um lote de vacinas contra a Covid-19. A operação de logística, que conta com a participação da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesed), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, levará doses de imunizantes aos municípios potiguares dentro de 24h após o descarregamento dos lotes em solo potiguar.

A carga conta com 46.932 vacinas para a primeira dose dos potiguares, dentro da faixa etária de cada município, sendo 9.480 da Coronavac/Butantan e 37.452 da Pfizer. Outras 15.770 doses da Coronavac também serão encaminhadas para completar o esquema de imunização de quem tomou a primeira dose em julho, totalizando assim 62.702 vacinas distribuídas nesta quinta-feira.

Com mais esses lotes, o RN caminha para cumprir o calendário de vacinação anunciado pela gestão estadual, com a aplicação até setembro da primeira dose em todos os potiguares acima de 18 anos.

Opinião dos leitores

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Saúde

Covid-19: estudo feito no Chile aponta eficácia de 89,68% da Coronavac para internações em UTI

(Foto: Reprodução/Facebook Instituto Butantan)

Um estudo conduzido pelo governo chileno mostrou que a Coronavac – aplicada amplamente no país – tem eficácia de 58,49% para casos sintomáticos de covid-19, de 86,02% na prevenção de hospitalizações, 89,68% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e de 86,38% na prevenção de morte por covid-19.

“A vacina Coronavac continua apresentando importantes sinais de eficácia contra a SARS-CoV-2 para casos de internação, internação em UTI e óbito. No entanto, sua eficácia na prevenção da doença diminui de 67% para 58,49%. Portanto, a discussão sobre uma dose de reforço é oportuna”, defende Dr. Rafael Araos, um dos líderes da pesquisa.

Além da coronavac, são consideradas no relatório publicado nesta terça-feira (3) as vacinas Pfizer e Astrazeneca – as três são aplicadas no Brasil. Os dados são atualizados mensalmente, mas essa é a primeira vez que os imunizantes da Pfizer e da Astrazeneca são incluídos na análise.

De acordo com o estudo, “todas as vacinas contra SARS-CoV-2 usadas no Chile mantêm altos níveis de eficácia para evitar hospitalização, admissão na UTI e morte.”

O Chile já administrou mais de 24,8 milhões de doses, em pessoas com mais de 16 anos, de fevereiro a julho de 2021. Desse total, 13.163.094 receberam a primeira dose e 12.167.623 são pessoas que completaram a vacinação, o que representa 87% e 80% respectivamente da população-alvo a ser vacinada.

Eficácia da Pfizer e da Astrazeneca

Com relação à vacina da Pfizer, o estudo demonstrou uma eficácia de 87,69% na prevenção de covid-19 sintomático, de 97,15% na prevenção de hospitalizações, 98,29% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e 100% eficaz para prevenir a morte.

“A vacina também mostra diminuição da proteção contra covid-19, mas permanece estável nas demais variáveis, com bons números referentes a evitar internação, internação em UTI e óbito”, avalia Dr. Araos.

Já a Astrazeneca, ainda segundo o estudo chileno, se mostrou 68,68% eficaz na prevenção de covid-19 sintomático,100% eficaz para prevenir hospitalização, 100% em admissão na UTI e 100% eficaz para prevenir a morte. Mesmo com os índices de 100%, o médico chileno responsável pela pesquisa ressalta que tempo de seguimento desse imunizante no país é menor, por isso esses resultados devem ser confirmados no futuro.

Globo, via Crescer

Opinião dos leitores

  1. Caligula, pra você e pro gado bolsonarista só funciona o seguinte: Covaxin no braço e Ozonio na cloaca!

  2. Calígula: Imperador Romano. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante, cruel e depravada. Por exemplo, manter relações incestuosas com as suas irmãs e até mesmo obrigá-las a prostituir-se, ESTE É APOIADOR DO BOZO!!! 🤡🤡🤡🤡🤡

  3. Este estudo demonstra a necessidade de uma terceira dose, também mostra que as pessoas vacinadas pela coronavac podem vir a óbito, pois anteriormente se passou a informação que não haveria óbitos de pessoas vacinadas pela coronavac.
    A população precisa de um posicionamento do laboratório, algo tem que ser feito, não se pode deixar ao acaso.

  4. Fraca, fraquinha e fraquerma.
    Essa aguavac, vão ter que aplicar, terceira, quarta e quinta dose por diante.

    1. todo bolsonarista defende o que não presta: milicianos, corruptos, antivacinas, terra plana. Fujam dessas pessoas.

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Saúde

Brasil registra queda de 36,8% na média de mortes por Covid-19 em um mês

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Segundo dados acompanhados pela CNN, o número de mortes por Covid-19 caiu em julho em comparação a junho de 2021. Em relação à última semana de cada mês, a queda na média diárias de mortes em decorrência da doença decresceu 36,8%.

De acordo com os dados divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde, com base nos casos e mortes pelo coronavírus nos estados, foi possível calcular o total contabilizado e a média diária por semana no país. Na última semana de julho, do dia 25 ao 31, o Brasil registrou 6.992 mortes por Covid-19 – com a média de 989 mortes por dia.

Já na última semana de junho, do dia 24 ao 30, foram 10.957 mortes – com a média de 1.565. Ou seja, a média diária de mortes em decorrência do coronavírus caiu 36,8% da última semana de junho para julho.

A queda também pode ser observado na média calculada com base nos dados completos contabilizados em junho e em julho deste ano.

Durante o mês de julho, o Brasil contabilizou 38.304 mortes por Covid-19, com a média diária de 1.236. Já no mês de junho, o total registrado foi de 55.275 mortes em decorrência da doença no país. A média diária de mortes ao longo do mês foi de 1.843.

De junho para julho, quando comparado o mesmo período mensal, a queda na média diária de mortes por Covid-19 foi de 32,9%. Em relação aos números absolutos, a queda foi de 48,6%.

A queda de mortes pela doença também pode ser explicada pelo avanço da vacinação contra a doença, que já imunizou os grupos prioritários – com mais chances de morrer pela Covid-19 – e agora atinge maiores parcelas da população geral.

Segundo dados do vacinômetro da CNN, o país já aplicou 102.623.565 primeiras doses, o que representa cobertura de 48,46% da população geral e 64,13% da população adulta (maior de 18 anos). Já em relação à imunização completa, 42.766.250 brasileiros já receberam a aplicação da segunda dose ou de vacina de dose única, representando 20,19% da população geral e 26,72% dos adultos do país.

O vacinômetro da Agência CNN é elaborado com base nos dados de vacinação divulgados pelas secretarias estaduais de saúde e calcula a cobertura vacinal de acordo com os dados da população divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

CNN Brasil

 

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Diversos

Covid-19: MPF investiga aquisição de medicamentos vencidos para combate à pandemia no RN

De janeiro de 2020 até nove de junho deste ano, 30 entes públicos do Rio Grande do Norte podem ter adquirido mais de R$ 577 mil em medicamentos vencidos, utilizando recursos federais repassados pela União. Os indícios de irregularidades serão investigados de forma aprofundada pelo Ministério Público Federal (MPF), a partir de relatório da plataforma Fiscaliza/RN, elaborado por equipe multidisciplinar do MPF, Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) e Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN).

O procurador da República Fernando Rocha explica que “o objetivo do relatório é traçar hipóteses de irregularidade na aplicação de recursos públicos federais destinados ao enfrentamento da Covid-19”. Segundo ele, “as informações obtidas a partir das técnicas de inteligência digital são caminhos investigatórios para o MPF, que trazem indícios suficientes para autorizar investigações suplementares”.

O Fiscaliza/RN indicou 535 itens de compra com Notas Fiscais Eletrônicas (NF-es) emitidas no mesmo dia ou após a expiração do prazo de validade. As possíveis aquisições de medicamentos vencidos ocorreram em 26 municípios potiguares, na Secretaria de Saúde Pública do Estado do Rio Grande do Norte, no Hospital Dr. José Pedro Bezerra, no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel e no Hospital Colônia Dr. João Machado. O relatório analisou todos os registros de Notas Fiscais Eletrônicas Públicas no período, observando a chave de emissão, seus produtos, as quantidades, os valores unitários, os valores totais, o emissor e o destinatário.

Fiscaliza/RN – A plataforma é uma solução de tecnologia que permite a fiscalização do emprego de recursos públicos federais no combate à pandemia de covid-19, utilizando a Ciência de Dados e Inteligência de Dados, fruto de parceria entre a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o MPF e o TCE/RN. Uma das principais funções do Fiscaliza/RN é a extração automática de dados brutos de fontes relevantes – como as NF-es de produtos adquiridos pelos entes da administração pública – e a centralização de suas informações.

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Saúde

Parnamirim disponibiliza ônibus itinerante para vacinação contra Covid-19 e Influenza

FOTO: ASCOM

A Prefeitura de Parnamirim, em parceria com a Cruz Vermelha está disponibilizando um ônibus itinerante que irá realizar a vacinação contra a Covid-19 e a Influenza (HIN1) em diferentes pontos da cidade. A cada dia, durante 15 dias, o veículo estará em uma área diferente do município para melhor atender a população.

Além da vacinação, serão realizados testes rápidos de sífiles e hepatite. O ônibus itinerante é totalmente equipado com todo o suporte necessário para a realização dos serviços.

Confira a programação desta semana:

Quarta-feira (28/07) – Passagem de Areia (em frente ao Ginásio e próximo a UBS).

Horário: de 8h às 12h.

Quinta-feira (29/07) – Em frente ao CCPAR UnP, no bairro de Santos Reis.

Horário: de 8h às 12h.

Sexta-feira (30/07) – Em frente ao Rede Mais Select, próximo ao Colégio Salesiano, na Avenida Ayrton Sena.

Horário: de 8h às 12h.

 

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