Saúde

FOTOS: Mais 69 mil vacinas contra a Covid-19 chegaram ao RN no fim da tarde desta terça-feira

Fotos: Paulo Nascimento

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu no fim da tarde desta terça-feira (27) o segundo carregamento de vacinas contra a Covid-19 desta semana. Mais cedo foram recebidas doses da Coronavac/Butantan e da Astrazeneca/Covax Facility.

O lote desta tarde conta com 69 mil doses da Astrazeneca/Fiocruz. De acordo com a indicação do Ministério da Saúde, todo a carga é para a segunda dose, atendendo aos potiguares com comorbidades, membros das forças de segurança, aeroviários e portuários que já tomaram a primeira dose.

Na manhã desta quarta-feira (28) a Sesap aguarda mais um carrego, desta vez do imunizante da Pfizer, completando assim mais de 170 mil vacinas recebidas na semana.

Opinião dos leitores

  1. É assim!!
    Na medida que a vacinação avança no mundo, a demanda mundial vai diminuindo as vacinas chegam, agora fica a petezada e a CPI do circo siscando feito galinha choca com gôgo, querendo que apareça a todo custo, como que não tem pra entregar? Só se tirar das ventas deles, principalmente o ze tomaz e Renan pilantra.
    Rsrsrs…
    Os dois vão da com os burros n’agua, se é que não ja deram.

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Saúde

Natal suspende primeira dose da vacina contra Covid-19

A capital aguarda o envio do Ministério da Saúde para retomar a vacinação da primeira dose da vacina contra Covid-19. Nesta terça-feira (27), a SMS Natal estará vacinando apenas com a segunda dose.

No site vacina.natal.rn.gov.br constam todas as informações oficiais sobre os grupos em vacinação, locais de aplicação, filas nos drives, documentação e dúvidas frequentes.

A Prefeitura do Natal tem atuado de eficiente na vacinação entre sexta e domingo foram aplicadas 14.478 doses.

Segunda Dose

Oxford

Os drives SESI, Nélio Dias, Palácio dos Esportes Via Direta e as 35 UBS estarão com aplicação da D2 da Oxford para quem se vacinou até o dia 04 de maio.

Coronavac

Quem completou 28 dias da primeira dose deve se dirigir ao drive do Palácio dos Esportes ou Nélio Dias, que também dispõem de sala para pedestres.

Pfizer

Natal ainda não recebeu o lote destinado à segunda dose da Pfizer, assim que receber divulgará como será a vacinação.

Opinião dos leitores

  1. Vacina o presidente mandou e a Governadora trancou e deu preferência aos seus eleitores de Alcaçuz, Caicó e demais presídios do RN.

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Diversos

Recusa a tomar vacina contra Covid-19 e a retornar ao trabalho presencial pode levar à demissão por justa causa; entenda

Trabalhadores que se recusam a tomar a vacina contra a Covid-19 devem estar cientes de que podem ser demitidos por justa causa. A recusa ao retorno do trabalho presencial também pode ser motivo de demissão por justa causa.

Neste mês, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo confirmou a modalidade de demissão para uma auxiliar de limpeza de um hospital de São Caetano do Sul (SP) que se recusou a ser imunizada. Essa foi a primeira decisão em segunda instância sobre o tema na Justiça do Trabalho.

Segundo especialistas, a decisão foi acertada, principalmente, por se tratar de um ambiente de trabalho que oferece alto risco de contágio. Porém, em casos gerais, ainda não há consenso no Judiciário, já que não existe uma regulamentação específica sobre o assunto. Prevalece ainda o debate entre o direito de escolha do trabalhador e a segurança da coletividade, já que a recusa pode colocar os demais em risco.

Em fevereiro, o Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou orientação de que os trabalhadores que se recusarem a tomar a vacina contra a Covid-19 e não apresentarem razões médicas documentadas para isso poderiam ser demitidos por justa causa. O órgão sugere ainda que as empresas conscientizem os empregados sobre a importância da vacinação e abram diálogo sobre o assunto.

Os funcionários devem estar cientes do risco em recusar a vacina: a dispensa por justa causa exclui o direito ao aviso prévio, ao seguro-desemprego e à multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Responsabilidades além da vacinação

Cíntia Fernandes, advogada especialista em Direito do Trabalho e sócia do escritório Mauro Menezes & Advogados, explica que os colegas do trabalhador que se recusa a ser vacinado também contam com o direito constitucional de atuar em um ambiente seguro e saudável, cuja responsabilidade é da empresa.

“A responsabilidade não se limita à vacinação, mas abrange todas as medidas de segurança que já têm sido reiteradas como o uso de máscara, disponibilidade de álcool em gel e o distanciamento”, aponta.

A advogada ressalta que, apesar da decisão do TRT, não é devida a aplicação de justa causa ao empregado que se recusar a vacinar nessa situação.

“Primeiro, é necessário que a empresa implemente a política de vacinação, faça a campanha, mas aplicar uma justa causa ao empregado que se recuse no momento em que estamos, sem que haja uma legislação sobre o assunto, é uma medida extrema inclusive com a violação de garantias constitucionais”, aponta.

Ela lembra que não há lei específica em relação à exigência da vacinação, mas uma orientação do Supremo Tribunal Federal (STF) destacando ser necessária a vacinação da população.

Para Ruslan Stuchi, advogado trabalhista e sócio do escritório Stuchi Advogados, “a decisão do TRT foi correta, tendo em vista que, por se tratar de um hospital, a recusa da trabalhadora coloca em risco a sua saúde e a dos demais colegas de trabalho. Para os trabalhadores de setores essenciais, que têm contato com muitas pessoas, bem como muitos materiais que podem estar contaminados com o vírus, o trabalhador deve ser obrigado a tomar a vacina”.

Cintia destaca que não há unanimidade na Justiça do Trabalho a respeito do limite de poder de imposição do empregador.

“Há a discussão sobre vários direitos. O Direito Público, o bem comum e o direito individual muitas vezes conflitam. O bem comum se relaciona a proteger a coletividade e há entendimentos que se sobrepõem ao direito individual”, observa.

No caso julgado pelo TRT, a auxiliar criticou o hospital por não ter realizado reuniões para informar sobre a necessidade de se imunizar. Também apontou que a falta grave foi registrada sem que tivesse sido instaurado processo administrativo. A imposição da vacina, conforme argumento apresentado pela trabalhadora no processo, ainda teria ferido a sua honra e dignidade humana.

Na visão do professor da pós-graduação da PUC-SP e doutor em Direito do Trabalho, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, foi correta a decisão, já que, além do elevado risco de contágio, a empresa comprovou a realização de campanhas de vacinação e concedeu todas as oportunidades para que a auxiliar fosse vacinada. Por outro lado, a trabalhadora não apresentou justificativa para não ser vacinada, mesmo sabendo que poderia sofrer a consequência da dispensa.

Empresa deve fazer sua parte

Daiane Almeida, advogada especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, orienta que as empresas tenham cuidado na comunicação aos funcionários das possíveis sanções para quem não seguir as recomendações sanitárias e aderir à vacinação.

O alerta deve ser feito por escrito ou verbal, na presença de testemunhas, o que pode ser utilizado como prova pelo empregador em uma eventual ação trabalhista.

“Em caso de recusa, a empresa deve adotar, em um primeiro momento, a imposição de advertências e suspensões e, se persistir a negativa do funcionário em se imunizar, pode resultar na dispensa por justa causa”, orienta.

Retorno ao trabalho presencial

Outro tema que dá margem ao surgimento de disputas judiciais entre trabalhadores e empresas é o fim do regime de home office com o avanço da vacinação.

Julia Demeter, especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, alerta que a recusa do trabalhador em abandonar o teletrabalho também justifica a dispensa por justa causa.

“É critério unilateral do empregador determinar que o funcionário deixe o home office. O empregado não pode se recusar sob a justificativa de não estar imunizado ou por receio de contaminação, uma vez que a recusa pode acarretar em abandono de emprego”, diz a especialista.

“Há exceções para aqueles que pertencem ao grupo de risco ou tenham comorbidades, devendo apresentar justificativa médica plausível e documentada. Já a empresa deve observar as disposições legais, respeitando o prazo mínimo de 48 horas entre a comunicação ao funcionário e o seu retorno”, explica Julia.

Apesar da discussão em torno da vacinação e do fim do home office, Lariane Del Vechio, advogada especialista em Direito do Trabalho do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, avalia que há uma tendência de que diminua o número de conflitos na Justiça sobre o assunto.

“Acredito que o impacto positivo da vacina, a diminuição da transmissão e das internações e a retomada da economia façam com que não tenhamos mais os mesmos problemas no próximo ano. Os benefícios vencem o negacionismo da importância de se vacinar”, opina.

G1

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Saúde

Natal inicia a partir desta quinta-feira cadastro para a xepa da vacina contra a Covid-19

A partir desta quinta-feira (22) pessoas a partir de 18 anos, residentes em Natal, que morem no entorno de uma das 35 UBS que vacinam contra a Covid-19 ou no entorno de um dos quatro drives, podem se cadastrar para a xepa da vacina.

Caso haja sobra de vacina, a UBS fará contato telefônico pedindo o comparecimento da pessoa em até 20 minutos para receber o imunizante. As salas de vacinação das 35 UBS funcionam até às 15h. Havendo sobra de imunizante, a UBS vacinará até 15h30. Os drives funcionam até às 16h e, se houver doses disponíveis, funcionarão até às 16h30. Caso a pessoa contactada não chegue, seu cadastro vai para o último lugar da ordem cronológica.

“Se hoje houver sobra, nossa equipe já inicia hoje a vacinação. Essa ação é muito importante, porém lembro às pessoas que em Natal há poucas sobras de vacina, pois tentamos otimizar o máximo o fluxo para que não haja perda. O imunizante da Oxford após aberto pode ser armazenado por até 48h, os imunizantes Coronavac e Pfizer têm durabilidade de até seis horas, então se houver sobras serão com esses dois últimos”, explica o secretário municipal de Saúde, George Antunes.

A SMS Natal, com intuito de dar transparência nessa ação, vai disponibilizar no prazo de até 72 horas no site https://vacina.natal.rn.gov.br/ , a data, número do cadastro e local onde a pessoa foi vacinada. Para maior agilidade na inserção dos dados é importante que a pessoa esteja cadastrada no RN Mais Vacinas.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao Prefeito Álvaro Dias, pelo empenho e pela competência e a todos da SMS.
    Vai ter xepa de sobra da Coronavac e da Sputnik V , ninguém quer.

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Saúde

Mundo está entrando em nova onda de covid-19, alerta OMS

Foto: AFP

O mundo está entrando em uma nova onda de infecções e mortes por covid-19, advertiu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele falou aos integrantes do Comitê Olímpico Internacional em Tóquio nesta quarta-feira (21).

“Dezenove meses após o início da pandemia e sete meses desde que as primeiras vacinas foram aprovadas, estamos agora nos estágios iniciais de outra onda de infecções e mortes”, alertou.

Ghebreyesus afirmou que a falha global em compartilhar vacinas, testes e tratamentos está alimentando uma “pandemia de duas vias”. Países com recursos adequados estão se abrindo, enquanto outros estão fechando em uma tentativa de retardar a transmissão do coronavírus. A desigualdade de vacinas em todo o mundo está mascarando uma “injustiça terrível”, disse.

“Isso não é apenas um ultraje moral, é também epidemiológica e economicamente autodestrutivo”, afirmou. Quanto mais a pandemia se arrastar, mais turbulência socioeconômica ela trará, conforme o diretor da entidade. “A pandemia é um teste e o mundo está falhando”, disse. A ameaça da covid-19 continuará até que todos os países tenham controle sobre a doença, de acordo com Ghebreyesus.

Os Jogos de Tóquio estão marcados para começar na sexta-feira (23), após terem sido adiados em 2020 devido ao coronavírus. Contudo, casos crescentes da doença na capital do Japão ofuscaram as Olimpíadas, que baniram todos os espectadores depois que o país declarou estado de emergência.

Valor Investe

 

Opinião dos leitores

  1. O mundo entrou na pandemia por causa da (OMS) – Organização Mundial da Saúde (OMS), dirigida pelo incompetente Sr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, pois se a OMS tivessem decretado o estado de pandemia em dezembro/2019 e fechado as portas e portos da China, nada teria acontecido, e se tivesse ocorrido algo, seria principalmente restrito ao país oriental.
    A OMS não sabe de nada.

  2. O governo do Bozo deu no que estamos vendo: 540 mil mortes por covid-19, boa parte delas evitável, graças à combinação de burrice, teorias da conspiração, negação da ciência, defesa de tratamentos sem eficácia nenhuma e suspeitas em série de corrupção na compra de vacinas…

  3. José tomaz, Bolsovirus, Japiense e Manoel F, estão preparando as bandeiras para quando o molusco vier ao estado, haja papel higiênico, goma e palito de coqueiro, vão fica 5 anos e meio fazendo isso e escrevendo besteira.

    1. Eu não tenho político corrupto de estimação, diferentemente de vc que apoia o MINTO das rachadinhas… Lulaladrão e MINTO são bostas do mesmo saco de estrume… Reduz a ração de capim cloroquinado para sair dessa bolha bovina… KKK

  4. Meu amiiiigo ninguém aguenta mais essas bexigas dessas noticias n !! Num ja tem vacina, alcquinho na mao, máscara de papel na cara e distanciamento, querem mais o q ?? Todo mês vai ter uma cepa nova. Melhor voltar logo ao normal e tocar a vida c essa doença circulando msm e pronto. Ja ta bom

  5. Já podem começar a bota a culpa no Bolsonaro.
    Tá liberado viu petezada.
    Fora GD genocida.
    CPI urgente, pra cima dela.

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Saúde

Ivermectina: continua o debate científico sobre efeitos para Covid-19; com alguns estudos apresentando sinais positivos, discussão ganha o mundo e está longe de ser encerrada

Foto: Almeida Aveledo/ZUMA

A Europa está “atrasada” na discussão sobre a ivermectina. Motivo das aspas: a politização a respeito da ivermectina demorou mais a chegar aos países europeus. Mas chegou, obviamente.

“Acho que ela virou uma nova hidroxicloroquina”, resumiu para o jornal Le Parisien o pesquisador espanhol Carlos Chaccour.

Evidentemente, já havia posições divergentes sobre os efeitos do vermífugo para atenuar os efeitos deletérios do novo coronavírus sobre o sistema respiratório. Parece que a discussão começou há muito tempo, mas ela é relativamente nova e foi desencadeada porque “certas propriedades da ivermectina permitem frear a replicação de numerosos vírus, inclusive o da febre amarela”.

A explicação é de Chaccour, um dos pesquisadores da Universidade de Navarra que publicaram na The Lancet em janeiro os resultados de uma pesquisa feita com pacientes sem sintomas severos de Covid-19. Suas conclusões foram que os tratados com o medicamento no prazo de 72 horas depois do aparecimento dos sintomas apresentaram “redução marcante” da perda de olfato e da tosse, além de “uma tendência a cargas virais mais baixas”.

Outro estudo, mais recente, do Instituto Pasteur, testou a ivermectina em hamsters de laboratório (resultados publicados na revista EMBO Molecular Medicine do último dia 12).

“Os resultados sugerem que a ivermectina pode ser considerada como um agente terapêutico contra a Covid-19”, diz o comunicado do histórico Instituto.

Não mostram, porém, efeito sobre a replicação viral do SARS-CoV-2.

“Os autores do estudo mostraram que a ingestão do medicamento em doses padrão permite reduzir em modelo animal os sintomas e a gravidade da infecção por SARS-CoV-2”.

“Os resultados do estudo revelam que a ivermectina atua sobre a modulação da resposta imunológica” e “permite assim diminuir a inflamação nas vias respiratórias”.

“De maneira surpreendente, observamos que o tratamento com ivermectina não limitou a replicação viral, os modelos tratados e não tratados apresentavam quantidades similares de carga viral na cavidade nasal e nos pulmões”, disse o pesquisador Guilherme Dias de Melo, formado pela Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp de Araçatuba.

“Nossos resultados revelam que a ivermectina tem um efeito imunomodulador e não antiviral”.

“A ivermectin pertence a uma nova categoria de agente anti-Covid em modelo animal. As pesquisas abrem caminho a eixos de desenvolvimento de melhores tratamentos contra a Covid-19 no homem”, disse outro dos autores, o epidemiologista Hervé Bourhy.

São notícias positivas para que procura entender a questão do ponto estritamente científico – tarefa para equilibristas, diante da forma como o medicamento também se tornou questão de fé, traduzida por declarações como “Acredito na ivermectina” ou “Quem acredita nisso é um negacionista fanático”.

Do lado negativo, foram levantadas restrições éticas a um estudo feito no Egito chefiado pelo médico Ahmed Elgazzar, diretor da revista de medicina da Universidade de Benha.

Segundo o estudo randomizado, pacientes tratados com o medicamento tiveram recuperação mais rápida e redução de mortalidade de até 90%.

O estudo foi retirado do Research Square depois que um mestrando de medicina na Inglaterra, Jack Lawrence, identificou parágrafos inteiros copiados de sites e outras fontes. O aparente plágio foi disfarçado com a mudança de palavras por sinônimos. O estudante também encontrou disparidade de números entre os pacientes usados para a pesquisa.

“O estudo de Elgazzar era um dos maiores e mais promissores mostrando que o medicamento pode ajudar pacientes de Covid”, anotou o Guardian, com mal disfarçada alegria – todo mundo sabe que, na loucura do mundo atual, ivermectina é “de direita” e tudo que a desmoralizar será considerado uma vitória da esquerda.

O estudo egípcio foi um dos quinze usados numa meta-análise, uma pesquisa sobre pesquisas, publicada no último número do American Journal of Therapeutics.

Entre suas conclusões: existe uma “evidência de certeza moderada” de que o uso da ivermectina possibilita “grande reduções no número de mortes por Covid-19” e pode reduzir os casos que têm evolução negativa.

Entre os estudos incluídos, um analisa como a ivermectina impede o vírus de se acoplar os receptores ACE-2, a porta de entrada da Covid no nosso organismo.

Na introdução, os autores destacam que o uso contra a Covid-19 de medicamentos já existentes, desde que obviamente se mostrem benéficos, é muito importante no caso de uma doença nova, por causa do tempo que leva para desenvolver remédios específicos.

É possível afirmar, categoricamente, que a eficiência da ivermectina foi provada em testes submetidos ao rigor científíco, mais além dos resultados observacionais? Ou que, ao contrário, não tem utilidade?

Muitos esperam a resposta do projeto PRINCIPLE de Oxford, que estuda medicamentos já existentes, tendo já descartado a eficiência da azitromicina.

A ivermectina foi acrescentada ao projeto em junho. O medicamento já é amplamente acessível em escala global, sendo usado para “muitas outras condições infecciosas, sendo portanto um remédio já conhecido com um bom perfil de segurança e resultados iniciais promissores em alguns estudos”, disse um dos chefes da pesquisa, Chris Butler.

O carimbo de Oxford, contra ou a favor, tem um peso obviamente importante, embora não definitivo.

Por enquanto, segundo o pesquisador espanhol Carlos Chaccour, “não existem elementos suficientes para dizer que é eficaz ou que não é”.

“Continuamos na terra de ninguém”.

Veja

 

Opinião dos leitores

  1. Continuo na ivermectina e estou escapando do vírus Chinês, enquanto conhecidos e familiares que foram na coronavac ou pegaram o Covid ou morreram.

  2. Recomendo a todos os bolsominions..tomem ivermectina e cloroquina e deixem a vacina pra quem gosta de estudar.

    1. Definitivamente, está difícil identificar os mais idiotas nesse caso, se ‘os marias vão com as outras’ em relação as opiniões absurdas que esses idiotas vomitam, os idiotas a quem me refiro são os que defendem esses dois crápulas, o Ladrão e o Maluco’. Esse povo não reconhece, nem tão puco respeita quem estudou décadas pra se tornar um cientista e está consumindo toda a sua vida par buscar curas para as mais diversas doenças mundo afora. Desprovidos de sabedoria, dentre a Classe Cientifica sempre teve e terá divergências sobre diagnósticos e seus respectivos remédios para cura. Entendam isso, pelo amor de Deus.

    2. Os Bolsominions também tem que tomar vacina, mas é a da AFTOSA! :))

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Saúde

FOTO: RN recebe mais 74 mil vacinas contra a Covid-19 na tarde desta terça-feira; Astrazeneca/Fiocruz para D1 e D2

Foto: Paulo Nascimento

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) recebeu, no fim da tarde desta terça-feira (20), mais doses de vacina contra a Covid-19. O carregamento conta com 74.750 unidades da Astrazeneca/Fiocruz, divididas entre D1 e D2.

Com este lote, são 123.450 vacinas que chegaram ao Rio Grande do Norte em um dia. A previsão é de que outras 19.890 doses, estas da Pfizer, sejam recebidas pela manhã.

A Sesap fará a distribuição das vacinas nesta quarta-feira.

Opinião dos leitores

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Saúde

Cuba atinge o maior nível de contágio por Covid-19 das Américas

Foto: YAMIL LAGE / AFP

Cuba, que manteve as taxas de transmissão de coronavírus bem baixas no ano passado, tem agora a maior taxa de infecção per capita das Américas. Com 11,2 milhões de habitantes, o país registrou 4 mil casos confirmados por milhão de pessoas na semana passada, nove vezes a média mundial e mais do que qualquer outro país da região. O aumento acontece em um momento de tensão social, após os protestos sem precedentes contra o governo e a crise socioeconômica, há uma semana, que levaram milhares de pessoas às ruas em quase todas as províncias da ilha.

O surto, impulsionado pela chegada da nova variante Delta, mais contagiosa, levou à sobrecarga de hospitais na província de Matanzas, no oeste do país, epicentro da crise sanitária. Um dos estopins para as manifestações, cuja organização pelas redes sociais foi crucial, foi a hashtag #SOS Matanzas, com o qual cubanos denunciavam a escassez de insumos, medicamentos e até profissionais de saúde.

Nos últimos dias, a própria mídia estatal tem mostrado imagens incomuns de pacientes em leitos em corredores e médicos reclamando de falta de oxigênio, respiradores e medicamentos.

No início da pandemia, Cuba fechou as fronteiras, tornou as máscaras obrigatórias em espaços públicos, enviou contatos de infectados a centros de isolamento e mobilizou seu setor de biotecnologia para explorar tratamentos experimentais e vacinas. Mas a Covid-19 interrompeu o turismo e levou a uma queda de 11% do PIB em 2020. A crise econômica forçou a abertura das fronteiras no final do ano passado, principalmente para países com altas taxas de infecção, como os Estados Unidos, onde vive a maior diáspora cubana.

Na semana passada, o escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o aumento dos casos. Segundo o o Diretor de Emergências Sanitárias da Opas, Ciro Ugarte, todos os municípios já têm transmissão comunitária da variante.

O país registra agora uma média de 6.300 novos casos diários e 30 mortes, segundo o Our World Data. Ainda assim, os números totais são relativamente baixos se comparados a países da região: a ilha registrou até agora 275 mil casos e pouco mais de 1.800 mortes.

— O governo sempre argumentou que uma das principais conquistas da revolução é seu setor médico — disse Daniel Rodríguez, autor de um livro sobre política médica em Havana e professor assistente de história na Brown University. — Quando a pandemia começou a sair de controle há algumas semanas, parecia cada vez mais que o governo não podia mais proteger a vida dos cubanos, e o resultado foi um repúdio extraordinário à própria Revolução.

O país já vacinou cerca de 18% da população com pelo menos uma dose, como parte de um estudo com a Abdala e a Soberana 02, as duas candidatas vacunais mais avançadas das cinco desenvolvidas por Cuba. Ambos os imunizantes aguardam autorização para uso emergencial da entidade reguladora de medicamentos cubana depois que as autoridades sanitárias anunciaram que apresentaram eficácia de 92,2% (Abdala) e 62% (Soberana 02) na última fase dos testes clínicos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Mas o BOULOS Marginal, falou que CUBA desenvolveu sua vacina e era a melhor do mundo, ué, cadê? Tão utópico como socialismo deu certo? kkkk

  2. Mas o BOULOS Marginal, falou que CUBA desenvolveu sua vacina e era a melhor do mundo, ué, cadê? Tão utópico como socialismo deu certo? kkkk ESQUERDA DE MERDA, BANDO DE CORRUPTOS LIXOS..

  3. Cuba não produz quase nada. Não tem dinheiro para trocas internacionais. O embargo virou a grande desculpa para a incompetência de um regime que sempre sobreviveu de esmolas da URSS até que se viu sem essa ajuda. Tá cheio de cadeias internacionais de hotéis, negocia com diversos países mas destruiu toda a capacidade produtiva que herdou de antes da “revolução”. É um país de delatores e de uma casta de burocratas do partidão que levam uma vida de privilégios enquanto o povo sofre sem trabalho. Além de ser uma ditadura de 50 anos.

  4. Eita!!!!!!!!
    O bicho pegou na terra do povo escravizado.
    Então faz o seguinte petralhada…
    Vcs Já botar bota a culpa no Bolsonaro.
    ehehehehe…

  5. Cara tu é um doente ou tá ganhando muito do governo Fátima pra passar o dia inteiro falando net da nas redes sociais. Cuba tá acabada, trabalhei por 3 anos com um médico Cubano e quantas vezes o vi chorar com saudades de sua família, pois o governo q tu defende libera o medico pra vi trabalhar, mas não deixam a família do mesmo nem vi fazer visitas, pq será? Pq o governo cubano sabe q se a família sai não voltaria. Procura um tratamento.

  6. Interessante ! os países que adotaram sistemas governamentais de esquerda, simplesmente estão quebrados e com as piores taxas de infecção pelo covid.
    Mas tem gente que apoia e vai colocar a culpa desta situação na mãe de pantanha, mas nunca no sistema de governo adotada por estes países.

  7. Com os hospitais colapsados e vacinas garantidas apenas para os que estão no poder, os cubanos de desesperaram.
    Além da falta de vacinas e hospitais, também faltam remédios, há fome e os apagões diários de energia são sinais de uma ditadura em declínio.
    Viva Cuba kkkk

  8. Se não fosse esse embargo ridículo, que já dura 60 anos, dos EUA, Cuba seria um país rico.
    Mesmo assim é potência no esporte, educação, medicina, turismo…
    A boiada ignorante, que nunca foram nem no Juazeiro, adoram dar pitaco sobre Cuba.
    Aliás, mais de 100 mil pessoas foram às ruas esse fim de semana em defesa do governo, o único jornal que publicou essa notícia foi a Folha.

    1. Embargo dos EUA ? Já leu sobre isso esquedista? Em defesa do governo ??? Vc so pode ser louco ! O cara vir aqui elogiar Cuba e dizer q o povo lá adora ser escravizado, pobre e sem liberdade, sem comida, sem infraestrutura de nada, falta de tudo! Agora , depois só falta esse sem noção aqui vir defender a ditadura da Venezuela e dizer q la, é o embargo dos EUA tbm !! E q lá é o berço da democracia ocidental! Hahaha. Não vejo nenhum americano, ou brasileiro msm, fugindo p Cuba ou p Venezuela!!

    2. Se não fosse a ditadura comunista seria outro país. Onde o socialismo chegou o resultado é fome e miséria !!!

    3. A esquerda comunista e os mentirosos da imprensa culpam os outros. Assumam que o comunismo não vale nada escraviza o povo

    4. Ignorantes são aqueles que defendem um regime comunista. Fica claro o alto grau de ignorância em alguém que defende algo desta natureza. Porque os comunistas dizem que o problema do mundo é o sistema comunista, mas também dizem que o problema de Cuba é o embargo dos Estados Unidos. Somente idiotas e fanáticos é que defendem qualquer coisa que seja comunista.

    5. Não tem embargo nenhum e nem o povo foi a rua defender o governo. Para de ser mal caráter!
      Assim você ganha do ladrão do Google kkkk

    6. É ser imbecil da pior espécie uma pessoa que fala maravilhas de cuba, tao bom lá que quem possui a chance fugir nunca mais volta, pq se voltar vai preso. Vai pra lá então..

    7. Senhor José Tomaz no c.. se mude para o paraíso Cuba , mas leve uma colher para poder revirar o lixo para ter oque comer

    8. Vá plantar P…. pra se entreter, pois essa conversinha não cola mais jumento seguidor de ladrão.

    9. Deixe de ler a Folha e procure saber o porquê do “embargo”.

    10. E vc ainda não comprou as passagens pra ir pra lá Porque meu cumpadre e cumpanheiro????
      Vá pra lá se formar pra Dr.
      Tu num ta dizendo que é bom lá.
      Suma, pegue o bêco pra lá, ligeiro.

    11. Corrigindo: se não fosse o socialismo, Cuba seria um país rico. Seria um balneário americano. Cuba teve a URSS, depois os petrodolarws da Venezuela e muitas dívidas brasileiras. Serviu para enriquecer a cúpula do partido comunista, sobretudo a família Castro.

    12. Caligula, só pq vc é babão de Bolsonaro não te dar o direito de chamar pessoas inocentes de porcos, respeite cuba!para de postar besteira, me diga onde vc morou durante os 14 anos de governo do PT?pq do jeito que os bolsominions falam parece que todos foram embora do Brasil, só voltaram agora em 2019.

    13. Cuba está de portas abertas para recebê -lo, ser comunista/socialista em país capitalistas/democráticos é fácil, dúvida ir morar em países socialistas/comunistas, Correia do Norte, Cuba, Venezuela estão de portas abertas.

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Saúde

RN, mais 16 estados e o DF registram queda na taxa de letalidade por Covid-19

Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo 

Segundo levantamento feito pela CNN Brasil, 17 estados e o Distrito Federal registraram queda na taxa de letalidade pela Covid-19 em um mês. Os dados foram analisados comparando os índices registrados entre maio e junho.

Com base nos boletins epidemiológicos divulgados pelas Secretarias Estaduais de Saúde, a CNN Brasil analisou e calculou a taxa de letalidade registrada por cada unidade da federação durante os dois meses. A taxa de letalidade representa os casos que evoluíram para óbito dentre as pessoas que contraíram a Covid-19.

A unidade federativa com a maior queda na taxa de letalidade foi Rondônia. Em junho, o índice registrado foi de 2,12% – 1,39 ponto percentual a menos do que os 3,51% registrados no estado no mês anterior.

O estado de Alagoas registrou a taxa de letalidade de 2,66% em maio, que caiu para 2,05% em junho. Já o Amazonas registrou 1,99% em junho, enquanto em maio o índice foi de 2,31%.

No Distrito Federal, a taxa caiu de 3,34% para 2,38% em um mês, enquanto no Espírito Santo o número caiu de 3,02% para 2,02%. Em Goiás, o índice caiu de 3,52% para 3,26%, enquanto no Maranhão foi de 3,64% para 3,39% e no Mato Grosso, de 2,54% para 1,82%.

Já em Minas Gerais, a taxa de letalidade calculada em junho foi de 2,53%, 0,62 ponto percentual menor do que 2,53% registrada em maio. No Pará, o índice caiu de 3,14% para 2,63%, enquanto na Paraíba o dado caiu de 2,29% para 1,42%.

No Paraná, a taxa caiu de 2,73% em maio para 2,19% em junho, enquanto no Piauí foi de 2,33% para 1,91%.

Já no Rio Grande do Norte, o número decresceu de 1,38% para 0,88%.

Em Roraima, a taxa caiu de 1,76% para 1,10%, já em São Paulo foi de 4,12% para 3,58% em um mês, em Sergipe de 2,33% para 2,31% e no Tocantins, de 1,61% para 1,46%.

CNN Brasil

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Geral

Covid-19: Anvisa diz que não há estudos conclusivos sobre 3ª dose

Foto: © Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quinta-feira (15) que, até o momento, não há estudos conclusivos sobre a necessidade de uma terceira dose ou dose de reforço para as vacinas contra covid-19 autorizadas no Brasil. Já receberam aval definitivo ou emergencial para uso nos país as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, CoronaVac e Janssen.

Em nota, a Anvisa esclareceu que as pesquisas são desenvolvidas pelos laboratórios farmacêuticos e que já autorizou dois pedidos para pesquisa clínica que buscam investigar os efeitos de uma dose adicional do imunizante contra a doença.

“A Anvisa vem acompanhando as discussões, as publicações e os dados apresentados sobre o surgimento de novas variantes do vírus Sars-CoV-2 e seu impacto na efetividade das vacinas. Até agora, todas as vacinas autorizadas no Brasil garantem proteção contra doença grave e morte, conforme os dados publicados”, diz a nota.

Em andamento

O primeiro estudo em andamento, aprovado em 18 de junho, é da Pfizer/BioNTech que investiga os efeitos, a segurança e o benefício de uma dose de reforço da sua vacina já autorizada, a ComiRNAty. De acordo com a Anvisa, neste estudo, a dose de reforço da vacina da Pfizer será aplicada em pessoas que tomaram as duas doses completas da vacina há pelo menos seis meses.

O segundo caso é o do laboratório AstraZeneca, que desenvolveu uma segunda versão da vacina que está em uso no país, buscando a imunização contra a variante B.1.351 do Sars-CoV-2, identificada primeiro na África do Sul. Esse estudo foi autorizado ontem (14) pela Anvisa.

Segundo a agência, um dos braços do estudo prevê que uma dose da nova versão da vacina (AZD 2816) será aplicada em pessoas que foram vacinadas com duas doses da versão atual da AstraZeneca (AZD1222) ou duas doses de uma vacina de RNA mensageiro (RNAm) contra covid-19, como as da Pfizer e da Moderna. Nesse caso, o estudo prevê que essa dose adicional será aplicada em pessoas cujo exame e monitoramento não identificam a produção de anticorpos capazes de atuar contra o novo coronavírus.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Bg fala ai po quer natal fais dois dias q não vacina pó faxetaria só tem a 2 doze e no meu caso tenho 38 anos e já fui duas vezes ao posto e não tem vacina para toma já q o governo do RN tem muitas doses guardada e não libera para natal

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Saúde

Queiroga diz que Covaxin está suspensa e que Brasil já tem doses suficientes compradas de vacinas contra Covid-19

Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira, em audiência na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, que o Programa Nacional de Imunização (PNI) não contará com imunizantes sem o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como a Covaxin. A compra do imunizante indiano é alvo de investigação da CPI da Covid.

— A vacina produzida pela Bharat Biotech, Covaxin, tem sido alvo de discussões. O Ministério da Saúde, através de sua Diretoria de Integridade, que é composta de integrantes da CGU (Controladoria-Geral da União) e da nossa assessoria jurídica, orientou a suspensão desse contrato por questão de conveniência e oportunidade. Portanto, o Ministério da Saúde não conta, dentro do PNI, com agentes imunizantes que não tenham obtido aval da Anvisa de maneira definitiva ou emergencial — disse Queiroga, citando também o caso da vacina russa Sputnik V.

De acordo com o ministro, o contrato com a Covaxin foi fechado antes de sua gestão. Ele ressaltou que exonerou Roberto Dias, diretor de Logística da pasta, acusado de pedir propina de US$ 1 por dose em troca da assinatura do contrato com a Covaxin.

Outra demissão foi a de Lauricio Monteiro Cruz, ex-diretor de Imunização e Doenças Transmissíveis da Secretaria de Vigilância. Ele havia dado autorização para o reverendo Amilton Gomes de Paula e a entidade presidida por ele para negociar 400 milhões de doses da vacina.

— Todos quantos tenham seus nomes envolvidos em situações que não fiquem claras serão afastados — garantiu o ministro, completando: — Nós queremos transparência na gestão pública.

Na audiência, o ministro destacou que o Brasil já comprou 600 milhões de vacinas contra a Covid-19. De acordo com Queiroga, 40 milhões de doses serão entregues em julho e outras 60 milhões em agosto:

— O que temos de número de doses já é o suficiente para imunizar a população brasileira até o fim do ano. O que temos feito é buscar a antecipação de doses — afirmou.

Orçamento

Queiroga disse que o orçamento do Ministério da Saúde ainda é “pouco” para enfrentar a pandemia. Ele defendeu que o governo atue em sintonia com o Congresso.

— Temos a expectativa de um orçamento talvez maior do que o Ministério da Saúde dispôs nos últimos anos e, creio, que (mesmo assim) ainda é pouco para o que nós temos que enfrentar. Temos que trabalhar em conjunto com os estados e municípios para fazer com que essas verbas sejam alocadas com apropriação — afirmou.

Ainda segundo o ministro, o orçamento é estimado em R$ 131 bilhões, acrescidos de R$ 38 bilhões em créditos extraordinários, em um total de R$ 169 bilhões destinados às ações de saúde. Ele também afirmou que o orçamento é “zero” para créditos “discricionários”, destacando a importância das emendas parlamentares.

A deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ) rebateu o ministro e disse que ainda existe uma demanda “represada” para atendimento.

— O senhor está com um orçamento insuficiente, seja no orçamento básico, seja no orçamento extraordinário. Estamos em uma pandemia, que terá manifestações tardias — afirmou.

Programa de testagem

Indagado sobre o programa de testagem anunciado em abril, o ministro afirmou que a aquisição dos testes “não é simples” e que a pasta está finalizando os detalhes. O programa prevê aplicar 1,8 milhão de testes por mês, mas ainda não tem data para começar.

— A meta é testar 20 milhões de brasileiros. Mas aquisição destes testes de antígenos, testes rápidos, não é tão simples assim, precisa de processos licitatórios — disse.

Antecipação da 2º dose

O ministro voltou a reforçar que as decisões sobre antecipações de segunda dose e imunização de adolescentes devem ser tomadas no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O assunto foi discutido ontem com os governadores e que deve ser analisado por técnicos.

O Ministério da Saúde estabelece um prazo de 12 semanas entre as doses da vacina da AstraZeneca, mas alguns estados já têm reduzido esse tempo para completar a imunização de um número maior de pessoas e aumentar a proteção contra a variante Delta.

No caso da Pfizer, Queiroga explicou que foi uma decisão técnica ampliar a segunda dose para um período de três meses, mas que há respaldo para que seja aplicada após 21 dias. Segundo ele, deve ser feita uma a avaliação sobre a disponibilidade do imunizante para que “não falte lá na frente”.

Uso de máscara

O ministro informou na audiência que ainda aguarda um parecer técnico sobre o uso de máscara no país. O presidente Jair Bolsonaro pediu ao titular da Saúde um parecer para desobrigar o uso da máscara por parte daqueles que já foram vacinados ou contraíram a Covid-19 e se recuperaram.

— O presidente está muito satisfeito com o ritmo da campanha de vacinação. Ele me cobra. O presidente não gosta de máscara, todo mundo sabe, anda sem máscara (..) Eu disse ao presidente ‘temos que fazer estudo’ — relatou Queiroga aos deputados, sem informar se existe alguma previsão sobre quando ficará pronto.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Jura ? Achava que iria continuar mesmo após todo esquema de corrupção denunciado. Tô besta que está suspenso!

    1. GOSTARIA QUE FOSSE APONTADO , QUANTO FOI DESVIADO, QUEM RECEBEU PROPINA , QUEM PAGOU, NA CONTA DE QUEM , QUAIS PROVAS , VIDEOS , E ETC.

    2. Será que apagaram do maior ladrão do Brasil? Um que tem 9 dedos e que foi presidente do Brasil no passado? Um que tem um filho que era apanhadora de bosta de elefante e hoje é milionário. E Já que você é da turminha da guvernadora, me diga onde estão os 5 MI pagos por respiradores a uma empresa que vende produtos de maconha e que nunca foram entregues…. Onde foi parar esses 5 MI e outros que sumiram repentinamente e ninguém viu?

    3. Continua comendo o que não deve, seu problema está na massa encefálica e no carater, que em 99% dos casos a solução é o isolamento social. A possibilidade de ir para Angola, Cuba ou Venezuela está se esvaindo. Continue desfilando veneno, quem que assim, sua doença melhore.

    4. Zé Tomaz sempre tomando.
      Kkkkkk
      Calma!!
      2026 é logo ali.
      Aí vc vota no bêbado de novo.
      E perde!!!
      Outra vez.
      Rsrs

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Saúde

Com RN entre selecionados, Anvisa autoriza testes clínicos de mais duas vacinas contra a Covid-19 no Brasil; nova versão da AstraZeneca uma delas

Foto: Stephane Mahe/Arquivo/Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quarta-feira (14), testes clínicos de mais duas vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

Uma delas é uma nova versão da vacina de Oxford/AstraZeneca, modificada para também fornecer imunidade contra a variante beta. A segunda vacina é inativada, desenvolvida pelo Instituto de Biologia Médica da Academia Chinesa de Ciências Médicas, em Pequim, na China.

Os novos ensaios serão feitos em 9 estados ao todo (veja detalhes mais abaixo), com 8.792 voluntários.

Com as duas aprovações, o país passa a ter 10 pesquisas clínicas de vacina aprovadas desde o início da pandemia (veja lista ao final desta reportagem).

Veja, abaixo, detalhes sobre as vacinas que serão testadas:

Vacina AZD2816

A vacina AZD2816, uma versão modificada da AstraZeneca, vai usar a mesma tecnologia da anterior (vetor viral). A nova vacina foi modificada para também fornecer imunidade contra a variante beta – contra a qual a primeira versão deu apenas proteção limitada.

Foto: Anderson Cattai/G1

A pesquisa será feita na Bahia, no Distrito Federal, no Paraná, no Rio Grande do Norte, no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Serão 800 voluntários. Poderão participar pessoas já vacinadas e também as que ainda não receberam uma vacina contra a Covid.

Como serão os testes?

Poderão participar adultos de 18 anos ou mais. O estudo será de fase 2 e 3 simultâneas e vai testar a segurança e a imunogenicidade da vacina – capacidade dela de induzir uma resposta do sistema de defesa do corpo.

A medida da resposta imune será feita comparando 3 situações de aplicação da vacina:

Quando ela é dada em dose única a pessoas que não têm anticorpos contra o coronavírus, mesmo depois de vacinadas. Os testes serão feitos em quem recebeu as duas doses da primeira vacina da AstraZeneca (que está sendo aplicada no Brasil) ou de uma vacina de RNA mensageiro (no Brasil, apenas a da Pfizer está sendo aplicada).

Quando ela é dada em 2 doses a pessoas que não têm anticorpos contra o coronavírus e que não foram vacinadas.

Quando ela é dada apenas como segunda dose para quem receber a primeira vacina da AstraZeneca na primeira dose. Nesse caso, as pessoas não podem ter anticorpos para o vírus, e também não poderão ter sido vacinadas antes dos testes.

Nos casos em que os voluntários deverão estar vacinados antes dos ensaios, a segunda dose deve ter sido recebida pelo menos 3 meses antes da primeira aplicação de vacina do estudo.

Os testes também serão feitos no Reino Unido, África do Sul e Polônia. Ao todo, incluindo os voluntários do Brasil, 2.475 pessoas participarão dos ensaios.

Vacina da Academia Chinesa de Ciências Médicas

A outra vacina autorizada para testes é inativada (como a CoronaVac), desenvolvida pela Academia Chinesa de Ciências Médicas.

Infográfico mostra como funcionam vacinas inativadas contra o coronavírus — Foto: Anderson Cattai/G1

A pesquisa será feita nos estados de Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, com 7.992 participantes ao todo. Todos precisam ter 18 anos ou mais.

Como serão os testes?

O teste será de fase 3, com grupo placebo (que recebe uma substância inativa para medir os efeitos) para avaliar a eficácia, segurança e a imunogenicidade da vacina. Serão duas doses, aplicadas com intervalo de 14 dias entre a primeira e segunda dose.

Os testes também serão feitos na Malásia, em Bangladesh, na China e no México. Ao todo, cerca de 34.020 pessoas participarão dos ensaios.

Vacinas testadas no Brasil

As vacinas aprovadas para estudos anteriormente foram:

2 de junho de 2020: Oxford/AstraZeneca (concluído/está sendo aplicada no Brasil)

3 de julho de 2020: CoronaVac (concluído/está sendo aplicada no Brasil)

21 de julho de 2020: vacina da Pfizer/BioNTech (concluído/está sendo aplicada no Brasil)

18 de agosto de 2020: a vacina da Janssen-Cilag/Johnson (concluído/está sendo aplicada no Brasil)

8 de abril de 2021: vacina da Medicago/GSK (fase 3)

16 de abril de 2021: vacina da Sichuan Clover Biopharmaceuticals, a SCB-2019 (fase 3)

13 de maio de 2021: Covaxin (fase 3)

6 de julho de 2021: Sanofi (fases 1/2)

As vacinas da Pfizer/BioNTech e da AstraZeneca/Oxford já obtiveram registro definitivo de uso junto à Anvisa. Já a CoronaVac e a vacina da Johnson/Janssen têm autorização para uso emergencial.

Atualmente, o Plano Nacional de Imunização (PNI) usa quatro vacinas na população brasileira: CoronaVac, Oxford, Pfizer e Johnson.

G1

Opinião dos leitores

  1. Só quer saber quem serão os cobaias da vacina Sputnik V, que o Consórcio Nordeste vai comprar?
    Deus me defenda kkk

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Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil é a menor desde novembro de 2020, segundo Imperial College

Foto: FABIANO ROCHA / Agência O Globo

A taxa de transmissão (Rt) da Covid-19 no Brasil caiu para 0,88, segundo levantamento do Imperial College de Londres, atualizado nesta terça-feira. O índice é o menor registrado no país desde 10 de novembro de 2020, quando estava em 0,68. No relatório divulgado na semana passada, o Rt brasileiro estava em 0,91.

O índice atual significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 88 pessoas. Quando fica abaixo de 1, a taxa de contágio indica tendência de estabilização.

Dentro da margem de erro calculada pela universidade britânica, o Rt brasileiro atual pode variar de 0,77 a 0,96.

A taxa de transmissão é uma das principais referências para se acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no país. No entanto, especialistas costumam ponderar que é preciso acompanhá-la por um período prolongado de tempo para avaliar cenários e tendências, levando em conta o atraso nas notificações e o período de incubação do coronavírus.

Por ser uma média nacional, o Rt também não indica que a doença esteja avançando ou retrocedendo da mesma forma nas diversas cidades, estados e regiões do Brasil. Além disso, a universidade britânica afirma que a precisão das projeções varia de acordo com a qualidade da vigilância e dos relatórios de cada país.

Projeção de queda nas mortes pela Covid-19

O Imperial College também projeta que o Brasil deve registrar 8.900 óbitos pela Covid-19 nesta semana, uma redução em relação à anterior, quando foram contabilizadas 9.736 mortes pela doença.

Dados do boletim do consórcio de veículos de imprensa apontam que a média de mortes pelo coronavírus está em queda no país. Na segunda-feira, a média móvel foi de 1.297 óbitos, uma redução de 19% em comparação com o cálculo de duas semanas atrás.

A média móvel de diagnósticos positivos foi de 44.705, uma redução de 31% em comparação ao índice de 14 dias atrás, o que também demonstra uma tendência de queda.

A “média móvel de 7 dias” leva em contra os números do dia e dos seis anteriores. Ela é comparada com a média de duas semanas atrás para indicar se há tendência de alta, estabilidade ou queda dos casos ou das mortes. É um recurso estatístico usado para conseguir enxergar a tendência dos dados abafando o ruído causado pelos finais de semana, quando as notificações são reduzidas por escassez de funcionários em plantão.

Transmissão da Covid-19 pelo mundo

As maiores taxas de transmissão da semana estimadas pelo Imperial College foram em Mianmar (Rt 2,21), no Vietnã (Rt 1,85) e na Indonésia (Rt 1,51).

Nos países da América do Sul, os índices estão abaixo de 1. Os mais altos foram registrados no Chile (Rt 0,97) e Venezuela (Rt 0,93).

Já as menores taxas de transmissão da Covid-19 foram identificadas na Espanha (Rt 0,49), Bélgica (Rt 0,58) e Romênia (Rt 0,59).

Segundo o levantamento da universidade britânica, o mundo registrou, até segunda-feira, dia 12, mais de 186 milhões de casos de Covid-19, e mais de 4 milhões de óbitos.

O Globo

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Política

Cristiano Carvalho, da Davati, pede ao STF para ficar em silêncio na CPI

O representante da Davati Medical Supply no Brasil, Cristiano Alberto Carvalho, entrou nesta sexta-feira (9) com habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo para ficar em silêncio na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia. O pedido está sob segredo de justiça.

Embora seu depoimento aos senadores ainda não tenha sido marcado, Cristiano entrou na mira do grupo majoritário da CPI da Pandemia depois que seu nome foi citado por Luiz Paulo Dominghetti, policial militar e revendedor da Davati, como a pessoa por trás das negociações entre a empresa e o Ministério da Saúde para a aquisição de doses da vacina AstraZeneca contra a Covid-19.

Aos senadores, Dominghetti também disse que Cristiano teria passado a ele áudios do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) que, segundo Dominghetti, seria a respeito de venda de vacinas. A versão do policial foi questionada por Luis Miranda e por Cristiano, que afirmaram tratar-se, na verdade, de um áudio antigo, que tratava da venda de luvas para comércios dos Estados Unidos.

À CNN, o presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que Cristiano Carvalho é o “mentor” das denúncias apresentadas por Dominghetti, que teria sido induzido ao erro pelo representante da Davati no Brasil.

“O grande mentor disso tudo, de ele [Dominghetti] dar entrevista, dele falar sobre o dólar [de propina por dose de vacina da AstraZeneca], se chama Cristiano, que é representante da Davati no Brasil. Esse cidadão tem que depor na CPI”, argumentou o senador, fazendo referência também à afirmação de Dominghetti de que Roberto Dias, servidor do Ministério da Saúde, teria pedido propina de um dólar por vacina para fechar contrato com a Davati.

Dias foi exonerado do cargo e depôs à CPI nesta semana. Ele negou que tenha pedido propina a Dominghetti.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Deve fazer parte da turma dos cagões. Ficam todos mudinhos na hora que são confrontados.

  2. Em que mundo esses idiotas da esquerdalha vivem? Essa CPI só fala para eles próprios. É uma autofagia. Enquanto eles dão tiros nos proprios pés, o povo brasileiro vai sendo vacinado, a pandemia vai acabando e o Brasil vai progredindo. Continuem com suas badernas, esquerdopatas. A popularidade do presidente agradece e vai crescendo. Não acreditem nessa pesquisas fajutas, vejam o povo nas ruas. Por isso têm tanto medo do voto auditável.

    1. Essa retórica de voto auditável é medo do resultado. Toda urna imprimi no final da votação a quantidade de votos, quantos votos cada partido recebe e os votos dos candidatos.
      Vão se informar gado burro comedor de capim com cloroquina.

    1. Sabe de nada ptralha canalha. Esse circo da CPI, discuti uma compra de vacina que não foi efetuada e nem pago um centavo por ela. Kkkkkkkk… É muita imbecilidade.

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Saúde

Mortes por covid-19 caem 9% e casos recuam 29%, informa ministério

Foto: Ministério da Saúde

As mortes em decorrência de complicações relacionadas à covid-19 registradas por autoridades de saúde sofreram redução de 9% na Semana Epidemiológica 26, que vai de 27 de junho a 3 de julho, em comparação com o período anterior. As informações estão no mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde.

Na Semana Epidemiológica 26, as secretarias de saúde confirmaram 10.852 pessoas que não resistiram à covid-19, enquanto o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde na semana anterior trouxe 11.935 óbitos.

O resultado representa uma reversão no movimento de retomada do crescimento da curva de óbitos, após uma estabilização em semanas anteriores. A média móvel de mortes na Semana Epidemiológica 26 ficou em 1.705.

Novos casos

Os novos casos de covid-19 confirmados por autoridades de saúde tiveram queda de 29% na semana do levantamento. Nesse período, foram registrados 355.131 diagnósticos confirmados, contra 503.144 na semana anterior. A média móvel de casos (total no período divido por sete dias) ficou em 50.733.

De acordo com os dados, o resultado da Semana Epidemiológica 26 representa um revés expressivo na trajetória de crescimento da curva de casos. A redução dos novos diagnósticos positivos de covid-19 foi iniciada em março, com um revés na Semana Epidemiológica 13.

Estados

Na semana de 27 de junho a 3 de julho, apenas um estado teve acréscimo de casos: Pernambuco (16%).Distrito Federal e Pará ficaram estáveis e 24 estados tiveram redução. As quedas mais efetivas se deram no Rio Grande do Norte (-78%) e Paraná (-49%).

Em relação aos óbitos, o número de estados com aumento desse índice foi de três, enquanto outros três ficaram estáveis e 21 unidades da federação (incluído o DF) tiveram menos mortes em relação ao balanço da semana anterior. Os maiores incrementos aconteceram em Paraná (92%) e Acre (43%). As reduções mais efetivas foram registradas no Rio Grande do Norte (-31%) e Ceará (-28%)

Mundo

O Brasil passou a ser o país com o maior número de novas mortes confirmadas por semana. Em seguida vêm Índia (6.254), Rússia (4.508), Colômbia (4.300) e Indonésia (3.298).

Quando considerados números absolutos, o Brasil segue na segunda posição (523.587), atrás dos Estados Unidos (605.493). Quando consideradas as mortes por 1 milhão de habitantes, o Brasil fica na sétima colocação.

O Brasil segue como país com mais novos casos nesta semana, seguido por Índia (312.250), Colômbia (197.890), Indonésia (162.889) e Reino Unido (162.261).

Na análise em números absolutos, o Brasil (18,7 milhões) fica na terceira posição de casos acumulados, atrás dos EUA (33,7 milhões) e Índia (30,5 milhões). Na comparação proporcional, por 1 milhão de habitantes, o Brasil ocupa a 14ª posição.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cadê os Zé Ruelas que falaram que os ser a copa da Morte? Bando de zumbis do Maduro.
    O Véio é Macho, o Véio é duro, fez a copa América e o Brasil ainda vai ser campeão. Hô Véio de sorte é Bolsonaro. O homem é um trevo de quatro folhas kkkk

  2. A culpa é do Galvão Bueno e Luiz Roberto.
    Bem que eles falaram que não deveria ter copa América no Brasil.
    Kkkkkkkkkk
    Chupa galvaozinho, chupa luis chilique.
    Ô véi macho da gota serena esse Bolsonaro.

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Geral

COVID: Brasil registra 1.509 óbitos e 57.737 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (09):

– O país registrou 1.509 óbitos nas últimas 24h, totalizando 531.688 mortes;

– Foram 57.737 novos casos de coronavírus registrados, no total 19.020.499.

– Com mais 56.423 curados registrados nas últimas 24h, o número total de recuperados do coronavírus é 17.479.277. Outros 1.009.534 pacientes estão em acompanhamento.

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