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Decreto atualiza medidas de combate à Covid-19 em Parnamirim

FOTO: ASCOM – GCTI

A Prefeitura de Parnamirim publicou no Diário Oficial do Município dessa quinta-feira (24) mais uma atualização referente às medidas de combate à pandemia da Covid-19. O Decreto n° 6.531 prorrogou a validade das ações e determinações até o próximo dia 7 de julho. Mais uma vez o texto referente às casas de recepção, eventos e salões de festas foi modificado. Até a data limite, a lotação máxima permitida para o setor é de até 20% da capacidade, ou 150 pessoas, desde que atendidas as regras e protocolos já instituídos pelo poder público*.

* As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.324/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 21/08/2020.

Com a mudança, o protocolo atual de medidas instituídas pelo município fica da seguinte maneira:

RESTAURANTES, BARES, FOODTRUCKS E FOODPARKS

Podem funcionar até 22h, limitados à ocupação máxima de 50% de sua capacidade. Depois das 22h, poderão funcionar exclusivamente por delivery ou entrega no balcão, sendo vedado o consumo no local. Depois do horário estipulado, os estabelecimentos poderão funcionar por mais 60 minutos, para o encerramento das atividades presenciais, sendo vedada a recepção e atendimento de novos clientes.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

GALERIAS, CENTROS COMERCIAIS E SHOPPING CENTERS

Liberado o funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima. Os shopping centers e suas praças de alimentação, poderão funcionar das 9h às 22h, de segunda a sábado, também limitados a 50% da capacidade de lotação.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

SALÕES DE BELEZA E BARBEARIAS

Autorizado o funcionamento limitado a 50% da capacidade máxima.

ACADEMIAS, BOXES DE CROSSFIT E ESTÚDIOS DE PILATES

Poderão funcionar das 6h às 22h, limitados à ocupação de 50% da capacidade máxima, devendo os estabelecimentos afixarem placas indicativas da lotação dos locais.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.300/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 16/07/2020.

INSTITUIÇÕES DE ENSINO DAS REDES PÚBLICA E PRIVADA

As aulas presenciais na rede pública permanecem suspensas. Já as escolas da rede privada dos ensinos superior, médio, fundamental e infantil estão autorizadas a funcionar, podendo ministrar aulas de forma presencial. É dos pais e responsáveis o direito de escolha entre a modalidade de ensino, podendo ser remoto, presencial ou sistema híbrido.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.339/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 15/09/2020.

TEMPLOS RELIGIOSOS

Permitido o funcionamento com lotação máxima de 50% da capacidade. Nos domingos e feriados, durante a vigência do toque de recolher instituído pelo Governo do Estado, as atividades religiosas poderão ocorrer, com a presença dos fiéis, até as 20h. Após esse horário, só de forma virtual.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.294/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

BEBIDAS ALCOÓLICAS

Proibido o consumo nos espaços públicos, independente do horário.

TRANSPORTE PÚBLICO

O transporte de passageiros em pé poderá ser realizado, desde que não ultrapasse a lotação máxima de 50% do veículo.

ESPORTES COLETIVOS

Autorizada a prática de esportes coletivos amadores em arenas, clubes, academias e similares e a realização de eventos esportivos profissionais, de segunda a sábado, das 6h às 22h, desde que sem a presença de público, mantidos os protocolos sanitários instituídos pelo Poder Público.

SUSPENSÃO DE FUNCIONAMENTO

O funcionamento de parques públicos, centros de artesanato, museus, bibliotecas, teatros e cinemas permanece suspenso.

SERVIÇOS EM GERAL

Os serviços que não se enquadram nos parâmetros anteriores poderão retomar suas atividades de forma presencial, com horário reduzido, sendo de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima.

As medidas restritivas não se aplicam às seguintes atividades, as quais poderão funcionar normalmente:

I – serviços públicos essenciais;

II – serviços relacionados à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares, atividades de podologia, entre outros;

III – farmácias, drogarias e similares, bem como lojas de artigos médicos e ortopédicos;

IV – supermercados, mercados, padarias, feiras livres e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar, vedada a consumação no local no período do toque de recolher;

V – atividades de segurança privada;

VI – serviços funerários;

VII – petshops, hospitais e clínicas veterinárias;

VIII – serviços de imprensa e veiculação de informação jornalística;

IX – atividades de representação judicial e extrajudicial, bem como assessoria e consultoria jurídicas e contábeis e demais serviços de representação de classe;

X – correios, serviços de entregas e transportadoras;

XI – oficinas, serviços de locação e lojas de autopeças referentes a veículos automotores e máquinas;

XII – oficinas, serviços de locação e lojas de suprimentos agrícolas;

XIII – oficinas e serviços de manutenção de bens pessoais e domésticos, incluindo eletrônicos;

XIV – serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens eletrônicos e eletrodomésticos;

XV – lojas de material de construção, bem como serviços de locação de máquinas e equipamentos para construção;

XVI – postos de combustíveis e distribuição de gás;

XVII – hotéis, flats, pousadas e acomodações similares;

XVIII – atividades de agências de emprego e de trabalho temporário;

XIX – lavanderias;

XX – atividades financeiras e de seguros;

XXI – imobiliárias com serviços de vendas e/ou locação de imóveis;

XXII – atividades de construção civil;

XXIII – serviços de telecomunicações e de internet, tecnologia da informação e de processamento de dados;

XXIV – serviços de prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doenças dos animais;

XXV – atividades industriais;

XXVI – serviços de manutenção em prédios comerciais, residenciais ou industriais, incluindo elevadores, refrigeração e demais equipamentos;

XXVII – serviços de transporte de passageiros;

XXVIII – serviços de suporte portuário, aeroportuário e rodoviário;

XXIX – cadeia de abastecimento e logística; e

XXX – Serviços de Call Center.

Esses estabelecimentos deverão assegurar o cumprimento dos protocolos de biossegurança instituídos pelo poder público, como o uso obrigatório de máscara, bem como garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre trabalhadores, colaboradores e clientes.

A fiscalização acontece diariamente na cidade, com as equipes da Prefeitura de Parnamirim. O descumprimento das medidas configura crime de desobediência e contra a saúde pública, previstos nos artigos 330 e 268 do Código Penal, bem como pode acarretar multa e interdição dos estabelecimentos. As denúncias, que ajudam muito no trabalho das equipes, podem ser feitas através do 156.

Opinião dos leitores

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Diversos

EUA aprovam uso emergencial de remédio para artrite da Roche para casos graves de Covid-19

Foto: Michael Weber/Reuters

A agência reguladora de saúde dos Estados Unidos aprovou o Actemra, um remédio para artrite da Roche, para uso de emergência no tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19, dando um impulso adicional a um medicamento que já era permitido como uso compassivo em casos graves.

A Agência de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) disse na quinta-feira que emitiu uma autorização de uso de emergência para o Actemra para o tratamento de pacientes adultos e infantis hospitalizados com Covid-19.

Há meses o remédio é administrado em pacientes com casos graves da doença como uso compassivo, o que gera milhões de dólares de vendas à Roche.

O medicamento pode ser usado para tratar pacientes que estão recebendo corticosteroides sistêmicos e precisam de oxigênio suplementar, ventilação mecânica não-invasiva e invasiva ou oxigenação por membrana extracorpórea, disse a FDA, acrescentando que estudos mostraram que o Actemra ajuda a diminuir o risco de morte e a acelerar a recuperação.

A autorização de uso de emergência se baseia em resultados de quatro estudos aleatórios controlados que avaliaram o Actemra para o tratamento de Covid-19 em mais de 5.500 pacientes hospitalizados, disse a Roche.

No primeiro trimestre, as vendas do Actemra aumentaram 22%, chegando a 779 milhões de francos suíços, depois de dispararem quase um terço e chegarem a 2,9 bilhões de francos suíços em 2020, devido sobretudo ao tratamento de pacientes com pneumonia grave associada à Covid-19.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Aqui dizem que a imprensa não divulga informações. Mentira, só entrar na CNN Brasil ou no Uol, está lá a matéria. Explica de forma até mais ampla, aqui BG trouxe um estudo, na verdade foram 02. Quem quiser tomar, tome até chumbo. O que não pode é estimular aglomeração, não querer usar máscara, não tomar medidas restritivas necessárias, a fim de evitar uma maior contaminação. Será que isso é difícil de entender? Uma vida perdida para esse vírus não volta mais, seu emprego se perder, momento muito difícil e cruel, mas pode ser restabelecido mais a frente. RN, Graças a Deus tem uma situação confortável, quanto a ocupação de leitos clínicos e redução de mortes. Está perto da normalidade e vamos fazer nossa parte. Bolsolóides, no meio da orelha de vocês tem algo inexplicável, mas pensem um pouco. Se vencermos o vírus com ajuda de todos, voltamos a economia de forma aquecida, emprego e renda! Pensem pelo amor de Deus! Eu odeio máscara, sozinho na sala no trabalho tiro logo, redução de 40% do meu salário, e muito felizes vendo a reação de ocupação dos hotéis, um dos setores mais afetados. Deus esteja conosco sempre!

  2. A diferença não é a aprovação, mas a patente. Esse remédio dos EUA é patenteado e a ivermectina não. Entenderam jumentinhos de esquerda. Vejam os preços de ambo$.

  3. A esquerda, os verdadeiros genocidas, continuam ignorando todos os estudos científicos existentes provando a eficácia do tratamento precoce no caso do covid, com uso da ivermectina, cloriquina, azitromicina e o zinco.
    A mesma esquerda que exige a compra da coronavac e da sputinik que não tem comprovação científica. Incoerência = esquerda
    A coronavac e a sputinik não é aceita em nenhum pais da Europa e nos EUA.
    Na CPI quando os médico foram mostrar os trabalhos científicos falando do tratamento precoce e todos os médicos que estão adotando e salvando vidas, Renan Calheiros, um dos representantes da esquerda, se levantou e saiu. Mostrando ser totalmente intolerante aqueles que provam que ele e a esquerda estão errados.

    1. Fora que aa grandes mídias nem falaram no assunto, so evidenciaram que os canalhas sairam da sala

  4. Se Bolsonaro falar que esse remédio serve para casos graves de covid os especialistas, globo, folha de São Paulo, UOL e à esquerda diz que não pode pois não tem comprovação científica.
    Agora nos EUA pode tudo.

    1. Não tem o menor risco do MINTOmaníaco falar nada desse remédio que teve eficácia comprovada! Ele só “prescreve” remédios que não tem eficácia alguma contra covid, como a cloroquina e só quer comprar vacina que sequer foi aprovada por nenhum país, como a Covaxin…. De preferência ele só indica remédio ou vacina se tiver algum “ganho” nisso…

    2. Quem aprovou o remedio foi a FDA não o Bilden! No Brasil, Anvisa e Mandetta sempre se pronuciaram de forma científica, já o seu Politico de Estimação, Gustavo Mafra, se pronucia a luz de sua propria bolsa de colostomia. Dito isso vá tomar seu comprimidos de cloroquina e passe bem!

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Saúde

Sesap implanta novo sistema para apurar Covid no RN que poderá apresentar número mais alto de casos “em virtude da inserção de dados retidos”

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informa em nota que passou a utilizar o Sistema Unificado de Vigilância Epidemiológica (Suvepi), ferramenta desenvolvida em uma parceria entre a Sesap e o Instituto Metrópole Digital (IMD) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para facilitar a gestão e validação de informações sobre a Covid-19.

Segundo o órgão, o novo sistema melhora o acompanhamento e a investigação dos casos, criação, edição, migração e unificação das notificações dos sistemas de informação ESUS-VE, SIVEP-GRIPE e GAL, otimizando a utilização pelos profissionais da vigilância nas regionais e municípios.

“O uso do novo sistema poderá resultar em número mais alto de casos, em virtude da inserção de dados retidos do sistema SIVEP-GRIPE”, encerra a nota.

Opinião dos leitores

  1. ÓÓÓÓ, grande coisa!!! Com mais de um ano de atraso. O Município de Natal já utiliza há mais de uma ano um sistema similar, porém com mais robustez, desenvolvido pelo LAIS, e que já é exportado para outros estados.

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Geral

É ISSO MESMO QUE VOCÊ ESTÁ LENDO – (Covid-19): China defende ‘prêmio Nobel’ para Instituto de Virologia de Wuhan

Foto: THOMAS PETER / REUTERS

Em meio às investigações sobre a origem do coronavírus, o governo chinês defende que o Instituto de Virologia de Wuhan, localizado na cidade que registrou os primeiros casos de Covid-19 no mundo, merece um prêmio Nobel. A declaração foi feita por Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China. Em entrevista coletiva na última quinta-feira ele criticou àqueles que presumem que o vírus foi produzido em laboratório e escapou.

— A sequência do genoma de Covid-19 foi identificada pela primeira vez por cientistas chineses, mas isso não significa que Wuhan seja a fonte do coronavírus, nem se pode inferir que o coronavírus foi feito por cientistas chineses. A equipe em Wuhan deveria receber o Prêmio Nobel de medicina por sua pesquisa sobre Covid, em vez de ser criticada — afirmou.

O jornal estatal Global Times noticiou no domingo que o laboratório foi nomeado para ganhar o Prêmio de Excelência em Ciência e Tecnologia da Academia Chinesa de Ciências devido ao seu trabalho na pandemia. A teoria do vazamento de laboratório já foi rejeitada por muitos especialistas, mas ganhou força após o presidente americano Joe Biden pedir que as agências de Inteligência dos EUA intensifiquem os esforços para descobrir a origem do novo coronavírus. Foi definido um prazo de 90 dias para apresentar uma conclusão definitiva sobre o tema.

‘Não tenho nada a temer’

A virologista Shi Zhengli, uma das dirigentes do Instituto de Wuhan, está no centro das narrativas conflitantes por conta de sua pesquisa do novo coronavírus. Na semana passada, em entrevista publicada pelo jornal New York Times, ela negou essas acusações e agora defende a reputação de seu laboratório e, de maneira mais ampla, de seu país. Por telefone, ela afirmou a princípio que preferia não falar diretamente com repórteres, citando as políticas de seu instituto. No entanto, ela mal conseguia conter sua frustração.

— Como posso fornecer evidências de algo que não tem evidências? — disse ela.

“Não sei como o mundo chegou a isso, despejando imundície constantemente sobre uma cientista inocente”, escreveu Shi depois em uma mensagem de texto.

Por e-mail, ela classificou as suspeitas como infundadas, incluindo as alegações de que vários de seus colegas podem ter adoecidos antes dos primeiros casos relatados. A especulação se reduz a uma questão central: o laboratório de Shi continha alguma fonte do novo coronavírus antes da erupção da pandemia? A resposta dela é um enfático não.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. É muita cara de pau. Imundície é o que vocês fizeram, canalhas. Deveriam ser julgados e condenados pelo Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade.

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Saúde

São Luís se torna a primeira capital a vacinar pessoas a partir de 18 anos sem comorbidades contra a Covid-19

Foto: Divulgação/Prefeitura de São Luís

São Luís se tornou a primeira capital do país a vacinar pessoas a partir de 18 anos sem comorbidades contra a Covid-19 nesta terça-feira (22). Os dados são de um levantamento do G1, feito com base em informações das 26 capitais e do Distrito Federal.

O público-alvo representa a idade mínima apta a receber as doses da vacinas contra o novo coronavírus no país, segundo orientações do Plano Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde.

A vacinação acontece das 8h às 18h, em nove pontos espalhados pela capital maranhense (veja a lista completa abaixo). Para se vacinar, é necessário apresentar um documento oficial com foto e o comprovante de residência.

Ao G1, a Prefeitura de São Luís informou que a taxa de vacinação da população adulta era de 80,01%, até a tarde de segunda-feira (21). A capital maranhense tem uma população a partir de 18 anos estimada em 732 mil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020.

Desde o início da campanha de imunização contra a Covid-19, São Luís já aplicou mais de 700 mil doses de vacinas, segundo o ‘Vacinômetro’, ferramenta divulgada diariamente pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

Até a segunda-feira, 585.683 pessoas haviam tomado a 1ª dose na capital. Já a 2ª dose, foi aplicada em 115.027 pessoas.

Desde o início da campanha de vacinação, São Luís já recebeu 725.021 doses de imunizantes contra a Covid-19. O número inclui as reservas de segunda doses que aguardam o dia da aplicação.

Além de São Luís, os municípios de Paço do Lumiar e São José de Ribamar, localizados na chamada ‘Grande Ilha’, na Região Metropolitana, iniciaram a vacinação de pessoas a partir de 18 anos na segunda-feira (21).

O que provocou a aceleração

O aumento da cobertura vacinal e a consequente aceleração da vacinação da população em São Luís foi possível após o envio de 300 mil doses extras de vacinas contra a Covid-19 pelo Ministério da Saúde, em 23 de maio, aos quatro municípios da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa).

Isso aconteceu após a confirmação seis casos da variante indiana do coronavírus (Delta) em tripulantes do navio ‘MV Shandong da Zhi’, atracado a 50 km da costa maranhense.

Das doses recebidas, 210 mil foram destinadas para São Luís. A orientação na época, de acordo com a Semus, era que todo o lote de vacinas fosse aplicado em 1ª dose. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão, a quantidade de doses foi distribuída de acordo com a população.

Outra razão para a aceleração é que a população de cada faixa etária é diferente em cada capital do país. Segundo o Censo 2010 do IBGE, a maior parte da população da capital maranhense está na faixa etária entre 20 a 24 anos, que já tinha o direito de receber a primeira dose de vacinas na semana passada.

O segundo grupo mais numeroso é o da faixa de 25 a 29 anos e, em terceiro, de 30 a 34 anos.

Com G1

Opinião dos leitores

  1. Muito estranho, segundo o mapa da vacinação com dados de hj o Maranhao só vacinou 8% da população. Deve ser alguma golpe de marketing político

  2. Por causa da suspeita da sepa indiana ter chegado a são Luiz o governo federal adiantou 350 mil doses de vacinas e por isso são Luiz é a capital mais adiantada na vacinação .

    1. Os canhotos compraram quantas vacinas?
      Isso prova que o governo federal está preocupado com as vidas, independente da ideologia politica do governador.
      Onde foi parar a verba federal enviada ao governador do Piauí? Essa conta vai chegar, será a hora de dizer, viva os destros, fora corruptos.

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Saúde

MUITO IMPORTANTE: Quatro erros que devem ser evitados se você já recebeu a vacina contra a covid-19

Foto: Getty Images (FG Trade)

Se você faz parte de mais de 20% da população mundial que já recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19, cuidado: deixamos aqui quatro erros que você deve evitar para continuar cuidando de si e de quem está ao seu redor.

1 – Pensar que está ‘totalmente imunizado’ após a segunda dose

Você provavelmente já ouviu um familiar ou amigo dizer “Já estou vacinado” após receber a segunda dose de vacinas que requerem duas doses, como as da Pfizer, AstraZeneca ou Moderna, ou após a dose única da vacina da Janssen. No entanto, lembre-se: você não é considerado “totalmente imunizado” pelo menos duas semanas após completar o esquema de vacinação.

Segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, “geralmente o corpo leva duas semanas após a vacinação para gerar proteção (imunidade) contra o vírus”. Portanto, se você já está se preparando para retomar determinadas atividades, lembre-se desses prazos.

2 – Achar que não pode mais se infectar

“Algumas pessoas que estão totalmente vacinadas contra a Covid-19 podem ficar doentes porque as vacinas não são 100% eficazes”, explica o CDC. A possibilidade é pequena, mas existe, e isso implica que, em alguns casos, você pode ser infectado.

De acordo com estudos conduzidos em condições reais [vacinação ampla da população], após duas doses, as vacinas da Pfizer e da Moderna são 90% eficazes na prevenção de infecções, mesmo as assintomáticas. A boa notícia é que, em caso de contrair o vírus, a vacina pode ajudar a evitar o adoecimento e desenvolvimento de casos graves, explica a instituição.

Uma observação: o CDC diz que as informações atuais sugerem que as vacinas usadas nos Estados Unidos (que têm autorização de emergência da Food and Drug Administration) “oferecem proteção contra a maioria das variantes”. No entanto, eles alertam que “algumas variantes podem fazer com que algumas pessoas adoeçam, mesmo com a vacinação completa”.

E as outras vacinas? AstraZeneca, Sputnik V e Coronavac, que estão sendo aplicados em muitos países da América Latina e da Europa, têm diferentes níveis de eficácia na prevenção de infecções. Assim como nos Estados Unidos, nenhuma é 100% eficaz, portanto, você também pode se infectar após a vacinação.

3 – Não se isolar se tiver sintomas

Agora você está “totalmente vacinado” (ou seja, o tempo apropriado já passou) e começa a sentir os sintomas de Covid-19. Há alguns meses, você teria suspendido qualquer atividade para se isolar, mas agora, como recebeu as duas doses, talvez esteja menos atento. Erro. O CDC diz que qualquer indivíduo vacinado com sintomas deve “ser isolado e avaliado clinicamente”. E isso especialmente se você foi exposto a uma pessoa com Covid-19 ou com suspeita da doença.

Pelo contrário, se você estava com alguém com a Covid-19, mas não apresenta sintomas, não precisa se isolar ou fazer um teste. Há uma exceção a isso: a agência explica que se você mora em um “ambiente coletivo”, por exemplo, “um centro de correção ou detenção ou em casa coletiva”, precisa fazer o teste, mesmo se não tiver sintomas.

4 – Deixar de lavar as mãos com frequência

Podemos ter vergonha de admitir, mas há uma negligência quando se trata de lavar as mãos. E não, não é uma percepção: um novo estudo feito em um hospital de Chicago, nos Estados Unidos, descobriu que o nível de lavagem das mãos caiu para os níveis anteriores à pandemia.

Somado a isso, está uma pesquisa de janeiro que mostrou que 57% dos entrevistados afirmaram lavar as mãos seis ou mais vezes ao dia, em comparação com 78% que disseram que lavavam as mãos com frequência quando a mesma pesquisa foi realizada nos primeiros dias da pandemia.

Ser totalmente vacinado não é motivo para parar de lavar as mãos com frequência quando estiver em ambientes fechados. O CDC explica que “em espaços públicos fechados, é improvável que possamos saber se outras pessoas foram vacinadas ou se correm maior risco de adoecer gravemente por causa da Covid-19”. Por isso, continue lavando as mãos com frequência, além de usar a máscara quando necessário e se cobrir na hora de tossir.

CNN Brasil

 

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Saúde

Covid-19: Revacinação ou reforço em 2022 ainda está em estudo, diz Queiroga; ministro prevê melhoria do cenário epidemiológico para setembro

Foto: Roque de Sá – 21.jun.2021/Agência Senado

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (21) que o governo ainda estuda a possibilidade da realização de um reforço vacinal contra a Covid-19 em 2022 e que negocia com farmacêuticas mais doses de imunizantes para esse cenário.

“Já traçamos um panorama para o ano de 2022. Neste sentido, além da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ter capacidade plena para produção da vacina com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) nacional, estamos em negociações com farmacêuticas, como a Pfizer e a Moderna, para usar esses agentes no ano de 2022, se for o caso – e é possível que seja – de fazermos um reforço”, disse Queiroga, ao participar de audiência na Comissão Temporária Covid-19 do Senado.

“Claro que ainda não temos todas as respostas, todas as evidências científicas a esse respeito, se será necessário fazer uma nova vacinação como hoje, com duas doses, ou se apenas precisaremos do reforço”, completou.

Queiroga disse que também ainda não está claro, no caso da realização apensa de um reforço, se teria que ser usado o mesmo agente imunizante que o aplicado neste ano ou se poderia ser feito com outro agente, no que ele disse se tratar de uma intercambialidade de vacinas.

O ministro disse que também é importante avançar com o desenvolvimento de vacinas nacionais contra o novo coronavírus e citou exemplos como a Butanvac, do Instituto Butantan, e Versamune, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. “Todas essas vacinas são alvo do nosso interesse.”

Vacinação completa em 2021

Queiroga também voltou a dizer que a projeção do Ministério da Saúde é completar a imunização de todos os brasileiros com mais de 18 anos até o final de 2021.

“Pelos 600 milhões de doses que já dispomos, é possível antever também que tenhamos a população acima de 18 anos imunizada até o final do ano de 2021, o que consideramos, dentro da condição de carência de vacinas no mundo, uma meta bastante razoável e que faz jus a força e a tradição do nosso Programa Nacional de Imunização.”

Antes, o ministro havia dito que pelo ritmo da campanha nas últimas semanas, esse mesmo público deve terminar de receber a primeira dose das vacinas contra Covid-19 em setembro.

“Em relação à nossa campanha de vacinação, estamos muito seguros que vai caminhar com celeridade, tanto que os estados já tratam uma certa ‘disputa’, no bom sentido, para verificar quem está vacinando mais.”

Ministro prevê melhoria do cenário para setembro

Queiroga afirmou aos senadores que o governo prevê para setembro uma melhora do cenário epidemiológico no Brasil, considerando as ações desenvolvidas pela pasta, pelas secretarias estaduais e municipais, e o progresso da campanha de vacinação.

“Para tanto, além da vacinação, do fortalecimento do sistema de saúde para atender os casos graves, temos que envidar com outras ações, como uma ampla política de testagem”, defendeu.

Ele também disse que em 2020 o país fez poucos testes e não adotou uma “política mais apropriada” de isolamento dos casos positivos bem como dos seus contactantes.

“O Ministério da Saúde já aprovou uma política para testagem, com dois pilares: os testes rápidos de antígenos na atenção primária, dedicados aos pacientes sintomáticos, e os pacientes assintomáticos – algo que talvez não tenhamos colocado em prática como uma política pública coordenada nacionalmente – devem ser testados em ambientes de grande circulação, como metrô, rodoviárias e aeroportos.”

Ele disse ainda que o objetivo é testar até 20 milhões de pessoas todos os meses, sendo 1,8 milhão na rede de atenção primária e os demais no setor público.

CNN Brasil

 

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Saúde

Podemos atingir um milhão de mortos por Covid-19 em 2022, diz Miguel Nicolelis

Foto: Reprodução/CNN Brasil

Após o Brasil ultrapassar a marca de 500 mil mortes por Covid-19, o neurocientista Miguel Nicolelis afirma que esse número deve aumentar ainda mais ao longo do ano de 2022. Segundo ele, o país pode atingir um milhão de mortes pela doença.

“Hoje em dia é muito difícil fazer uma previsão acurada, tão acurada quanto a que fizemos em março e que bateu em cima da previsão [dos 500 mil mortos em junho]. Nós multiplicamos por 10 o número de mortes em um ano. Nos últimos quatro meses, fomos de 250 para 500 mil vítimas da Covid, dobramos. É concebível, se nada for feito junto com a campanha de vacinação, que a gente possa atingir em algum momento em 2022 por volta de um milhão de óbitos no Brasil”, disse Nicolelis.

O neurocientista e outros pesquisadores brasileiros assinam um estudo publicado na revista científica Nature sobre como a Covid-19 se espalhou pelo país. De acordo com os dados estudados pelos profissionais, a cidade de São Paulo foi a que mais disseminou a doença.

Segundo ele, os fluxos em rodovias e aeroportos recebendo passageiros de diversos países se mantém os mesmos e isso, sem bloqueios sanitários, pode agravar a situação de disseminação da doença. “Continuamos a repetir os mesmos erros básicos de manejo da pandemia”, avaliou.

Sobre os números futuros, Nicolelis afirma que o Brasil pode passar os Estados Unidos em número de mortos pela Covid-19 nos próximos 60 dias. “Nos transformaremos no país com o maior número de óbitos no mundo.”

“Vamos completar 83% dos óbitos esperados anualmente, em todas as causas, em sete meses. O que é um absurdo completo. Fomos da média mensal de 100 mil óbitos por todas as causas para 185 mil em abril e março. As perspectivas, se apostarmos só na vacinação, que está capengando na segunda dose, podemos dobrar o número de óbitos nos próximos oito meses no Brasil”, avaliou o neurocientista.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Mais uma vez o profeta do caos aparece, “prevendo” mortes e ignorando a aceleração da vacinação em todas as regiões do País. Os tais “cientistas” fazem projeções matemáticas, propositadamente ignorando o aumento em progressão geométrica da vacinação, e a imunização natural daqueles que já contraíram o vírus. Esse é especialista na arte de torcer pelo vírus, porque lhe convém, já que os medíocres trabalhos e pesquisas desenvolvidas no Instituto do Cérebro não chegaram a lugar algum, mas consumiram muito dinheiro público. Adora profetizar mortes, porque ganha os holofotes da imprensa, fazendo o público esquecer momentaneamente a mediocridade da sua carreira científica.

    1. Melhor escutar os minions, formados na UNIGADO e que tiveram aula (via whatsapp) como Dr.Jail Bolsonaro…mundialmente famoso genocida…

  2. Ele está sendo realista. Se não acelerarmos a vacinação e não continuarmos com com os cuidados necessários, isso pode acontecer, infelizmente. Se o Presidente não tivesse se negado a comprar as vacinas no ano passado, rstaríamos em uma situação bem melhor. Isso é fato. Outra coisa, ninguém está comemorando essa tragédia de 500 mil mortos, pelo contrarios, avisos, soluções estão sendo colocadas, no entanto a arrogância e irresponsabilidade vil desse presidente é que comemora. Pelo menos é esse comportamento que ele vem tendo, desde o início da pandemia. As imagens e falas dele, está em todo o mundo. Não podemos ser hipócritas e fechar os olhos para isso. Independente de partido ou ideologia. Isso é real.

  3. Infelizmente, ele acertou na sua previsão.
    A boiada imunda prefere seguir os conselhos do “Jail Bostanaro” e a matança vai seguindo o seu curso “normal”.

    1. Vá se vacinar na Argentina ou Venezuela, países que o povo é tratado igualmente, todos na miséria. Por lá são as vacinas coronavac e sputinik, as defendidas pela esquerda que não tem comprovação científica. Vacina sem comprovação pode, medicação não! Nunca foi em respeito a vida, sempre pela irresponsabilidade política

    2. Tenho vacina de ozônio para os petistas , não precisa nem de anestesia pq não existe prega.

  4. Enquanto não fizerem uma devassa fiscal nesse crápula, pra saber onde foi parar os bilhões de reais enviados pelo governo luladrão, ao instituto que dirige, irá sempre atacar quem for contra o ladrão mor.

    1. O TCU já fez, mas faltou a devassa do Nando, o tribunal de consta de um homem só. Vai lá cidadão fiscal, faz teu nome!

    2. Tem que quebrar o sigilo financeiro dele, pra saber a origem de sua fortuna. Do salário da UFRN é que não é. Logo… E muito.

    3. Ele nem é servidor da UFRN, o instituto que ele dirige foi criado pela viúva do Safra, amigo se informe mais antes de atacar a reputação das pessoas. O ônus da prova cabe a você, que de nada sabe.

  5. O secretário estadual de saúde do RN afirmou ano passado que até maio de 2020 no RN teríamos 11 mil mortos. Agora vem mais esse profeta do apocalípse?
    Então o cientista da esquerda está dando o atestado que as vacinas não servem para nada. Até final de setembro 90% dos brasileiros estão vacinados, mas isso não significa nada, segundo o senhor Nicolelis.
    Quer dizer que os 120 milhões de vacinas distribuídas pelo governo federal e as vacinas adotadas em todo mundo são água? Sem serventia? Que tudo continua como se o povo não tivesse tomado vacina? O vírus dominando tudo, mesmo a China.
    O senhor Nicolelis deveria citar o o Presidente Biden como genocida, já que ele autorizou parar o uso das máscaras que tomou as duas doses.
    Na China então, que o povo vive livremente, sem máscara, aglomerando e por lá nem teve a segunda onda. Que tal ao invés de ficar criando hipóteses absurdas e catastróficas, o senhor falasse sobre a realidade? Então, comente sobre a China e os EUA?

  6. “Cientista” tendencioso só serve para espalhar o mal e o vírus. Os Comunistas devem está comemorando….

  7. Esse bobão sempre viveu as custas de viúvas ricas e das mamatas governamentais da esquerda. Vai trabalhar lulista frustrado.

  8. Não tirem a máscara, como quer o genocida… não aglomerem em manifestações….ele luta dia e noite pela nossa morte.
    Vá de retro, Satanás!

    1. Cientista respeitado no mundo todo…e tu, quem és?
      Só um gado burro que usa argola na venta…

    2. Apenas, me referi ao exoesqueleto cibernético.
      Os colegas do Instituto do cérebro da UFRN sim, fazem trabalho de excelência. E não são muito afeitos a ele não.

  9. “É concebível, se nada for feito junto com a campanha de vacinação, que a gente possa atingir em algum momento em 2022 por volta de um milhão de óbitos no Brasil”, disse Nicolelis.
    Bom, então devo concluir que a vacinação não ajuda muito e sua aplicação tem mais de efeito político que prático.

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Saúde

PRONTO: OMS diz que só vacina não para a Covid-19 no Brasil

A Organização Mundial da Saúde disse nesta sexta-feira(18) que só a vacina não é suficiente para frear a covid-19 no Brasil e pediu reforço nas medidas sociais. Veja vídeo na Band News abaixo:

Opinião dos leitores

  1. Doideira da porra. Parece novela mexicana, cheia de sofrimento, dificuldade, lamuria .. e não melhora nunca, só no capítulo final.

  2. A OMS perdeu toda a credibilidade conquistada ao longo de décadas em menos de 2 anos de COVID-19.
    Lamentável!

  3. Nenhuma vacina imuniza 100%, nem a de meningite, nem a de varicela, nenhuma. O que a OMS quis dizer é que enquanto Boa parte ou toda a população não estiver imunidade, as máscaras, a higienização das mãos e o distanciamento social são necessários.

    1. Por que isso não está valendo lá na Europa e nos Estados Unidos?
      O vírus é diferente?
      Estão liberando tudo por lá!

    2. Lá eles investiram em isolamento, lockdown, máscaras, higienização e principalmente em VACINAS (e não “tratamento precoce”).
      Aqui o genocida quer retirar até as máscaras…

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Geral

Butantan entrega ao Ministério da Saúde mais 2,2 milhões de doses da Coronavac

Foto: © Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

O Instituto Butantan fez nesta sexta-feira (18) a entrega de mais 2,2 milhões de doses da vacina contra o coronavírus CoronaVac. O imunizante vai ser distribuído pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para ser usado em todo o país.

Com o lote de hoje, o Butantan alcança a marca de 52,2 milhões de doses entregues desde janeiro. A previsão é que até o final de setembro o instituto tenha disponibilizado 100 milhões de doses da vacina ao PNI.

A entrega de hoje é referente ao processamento de 3 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) recebidos da China no último dia 25 de maio. A matéria-prima permitiu a produção de 5 milhões de doses.

O Butantan espera receber até o fim deste mês mais uma remessa com 6 mil litros de IFA para poder envazar mais 10 milhões de doses.

Segundo os últimos dados disponibilizados pelo governo estadual, já foram aplicadas em São Paulo 20,2 milhões de doses, sendo 5,8 milhões da segunda dose da imunização.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Pode não ser a melhor vacina,mas é aque está imprimindo o grande número de vacinados,apesar do boicote inicial,ou eu estou falando alguma inverdade.Pergunte a torcida do flamengo ou ate a do abc…íbis.

  2. Vacinas aos montes. E as narrativas mentirosas, daqueles que torcem pelo pior, vão ruindo.

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Diversos

Novo decreto atualiza medidas de combate à Covid-19 em Parnamirim

FOTO: ASCOM – GCTI

Parnamirim atualizou na última semana as medidas de combate à pandemia da Covid-19. O Decreto n° 6.519 prorrogou a validade do atual conjunto de ações e determinações até o próximo dia 23 de junho. A novidade ficou por conta das casas de recepção, eventos e salões de festas. Até a data indicada no decreto, a lotação máxima permitida para o setor será de até 50 pessoas, desde que atendidas as regras e protocolos* já instituídos pelo poder público.

* As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.324/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 21/08/2020.

Com a mudança, o protocolo atual de medidas instituídas pelo município fica da seguinte maneira:

RESTAURANTES, BARES, FOODTRUCKS E FOODPARKS

Podem funcionar até 22h, limitados à ocupação máxima de 50% de sua capacidade. Depois das 22h, poderão funcionar exclusivamente por delivery ou entrega no balcão, sendo vedado o consumo no local. Depois do horário estipulado, os estabelecimentos poderão funcionar por mais 60 minutos, para o encerramento das atividades presenciais, sendo vedada a recepção e atendimento de novos clientes.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

GALERIAS, CENTROS COMERCIAIS E SHOPPING CENTERS

Liberado o funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima. Os shopping centers e suas praças de alimentação, poderão funcionar das 9h às 22h, de segunda a sábado, também limitados a 50% da capacidade de lotação.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.295/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

SALÕES DE BELEZA E BARBEARIAS

Autorizado o funcionamento limitado a 50% da capacidade máxima.

ACADEMIAS, BOXES DE CROSSFIT E ESTÚDIOS DE PILATES

Poderão funcionar das 6h às 22h, limitados à ocupação de 50% da capacidade máxima, devendo os estabelecimentos afixarem placas indicativas da lotação dos locais.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.300/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 16/07/2020.

INSTITUIÇÕES DE ENSINO DAS REDES PÚBLICA E PRIVADA

As aulas presenciais na rede pública permanecem suspensas. Já as escolas da rede privada dos ensinos superior, médio, fundamental e infantil estão autorizadas a funcionar, podendo ministrar aulas de forma presencial. É dos pais e responsáveis o direito de escolha entre a modalidade de ensino, podendo ser remoto, presencial ou sistema híbrido.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.339/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 15/09/2020.

TEMPLOS RELIGIOSOS

Permitido o funcionamento com lotação máxima de 50% da capacidade. Nos domingos e feriados, durante a vigência do toque de recolher instituído pelo Governo do Estado, as atividades religiosas poderão ocorrer, com a presença dos fiéis, até as 20h. Após esse horário, só de forma virtual.

*As medidas sanitárias que regem esse grupo são as contidas no Decreto nº 6.294/2020, publicado no Diário Oficial do Município em 09/07/2020.

BEBIDAS ALCOÓLICAS

Proibido o consumo nos espaços públicos, independente do horário.

TRANSPORTE PÚBLICO

O transporte de passageiros em pé poderá ser realizado, desde que não ultrapasse a lotação máxima de 50% do veículo.

ESPORTES COLETIVOS

Autorizada a prática de esportes coletivos amadores em arenas, clubes, academias e similares e a realização de eventos esportivos profissionais, de segunda a sábado, das 6h às 22h, desde que sem a presença de público, mantidos os protocolos sanitários instituídos pelo Poder Público.

SUSPENSÃO DE FUNCIONAMENTO

O funcionamento de parques públicos, centros de artesanato, museus, bibliotecas, teatros e cinemas permanece suspenso.

SERVIÇOS EM GERAL

Os serviços que não se enquadram nos parâmetros anteriores poderão retomar suas atividades de forma presencial, com horário reduzido, sendo de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 22h, e aos sábados das 8h às 15h, limitado a 50% da capacidade máxima.

As medidas restritivas não se aplicam às seguintes atividades, as quais poderão funcionar normalmente:

I – serviços públicos essenciais;

II – serviços relacionados à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares, atividades de podologia, entre outros;

III – farmácias, drogarias e similares, bem como lojas de artigos médicos e ortopédicos;

IV – supermercados, mercados, padarias, feiras livres e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar, vedada a consumação no local no período do toque de recolher;

V – atividades de segurança privada;

VI – serviços funerários;

VII – petshops, hospitais e clínicas veterinárias;

VIII – serviços de imprensa e veiculação de informação jornalística;

IX – atividades de representação judicial e extrajudicial, bem como assessoria e consultoria jurídicas e contábeis e demais serviços de representação de classe;

X – correios, serviços de entregas e transportadoras;

XI – oficinas, serviços de locação e lojas de autopeças referentes a veículos automotores e máquinas;

XII – oficinas, serviços de locação e lojas de suprimentos agrícolas;

XIII – oficinas e serviços de manutenção de bens pessoais e domésticos, incluindo eletrônicos;

XIV – serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens eletrônicos e eletrodomésticos;

XV – lojas de material de construção, bem como serviços de locação de máquinas e equipamentos para construção;

XVI – postos de combustíveis e distribuição de gás;

XVII – hotéis, flats, pousadas e acomodações similares;

XVIII – atividades de agências de emprego e de trabalho temporário;

XIX – lavanderias;

XX – atividades financeiras e de seguros;

XXI – imobiliárias com serviços de vendas e/ou locação de imóveis;

XXII – atividades de construção civil;

XXIII – serviços de telecomunicações e de internet, tecnologia da informação e de processamento de dados;

XXIV – serviços de prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doenças dos animais;

XXV – atividades industriais;

XXVI – serviços de manutenção em prédios comerciais, residenciais ou industriais, incluindo elevadores, refrigeração e demais equipamentos;

XXVII – serviços de transporte de passageiros;

XXVIII – serviços de suporte portuário, aeroportuário e rodoviário;

XXIX – cadeia de abastecimento e logística; e

XXX – Serviços de Call Center.

Esses estabelecimentos deverão assegurar o cumprimento dos protocolos de biossegurança instituídos pelo poder público, como o uso obrigatório de máscara, bem como garantir o distanciamento mínimo de 1,5m entre trabalhadores, colaboradores e clientes.

A fiscalização acontece diariamente na cidade, com as equipes da Prefeitura de Parnamirim. O descumprimento das medidas configura crime de desobediência e contra a saúde pública, previstos nos artigos 330 e 268 do Código Penal, bem como pode acarretar multa e interdição dos estabelecimentos. As denúncias, que ajudam muito no trabalho das equipes, podem ser feitas através do 156.

Opinião dos leitores

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Saúde

Natal atinge marca de 52% da população vacinável contra Covid-19

Foto: Joana Lima/Secom

A Prefeitura do Natal destaca nesta quarta-feira(16) comparativo com a pirâmide etária do IBGE,  citando a população vacinável da cidade, ou seja, pessoas, a partir de 18 anos( um total de 766.24). Segundo o Município, até esta data, 16 de julho, a capital já vacinou com a primeira dose da vacina 397.929 pessoas, o que representa 52% do público estimado.

“Tendo vacina a gente consegue avançar, montamos uma estrutura de vacinação que funciona de domingo a domingo, inclusive nos feriados. Durante a semana, somadas as salas de vacinação das Unidades Básicas de Saúde e os drives, todos com salas de pedestres, são mais de 40 pontos de vacinação contra Covid-19. Então pedimos que as pessoas contempladas em cada fase anunciada compareçam para receber o imunizante”, esclarece George Antunes, Secretário de Saúde de Natal.

O Secretário comenta ainda que o número de pessoas vacinadas já começam a refletir na ocupação de leitos, a situação da capital hoje é confortável, uma vez que temos leitos de UTI disponíveis e leitos clínicos também. “Reforço que as pessoas olhem seu cartão de vacina e vão receber a segunda dose do imunizante para completar seu esquema vacinal e quem por algum motivo ainda não tenha ido receber a vacina que vá imediatamente”, pede o secretário.

Educação

A Prefeitura amplia, nesta sexta-feira (18), o público de vacinação dos trabalhadores em educação, atendendo os profissionais que atuam no ensino fundamental I e II de escolas públicas e privadas do município e aguarda a chegada de novas doses para iniciar a vacinação dos profissionais do ensino superior.

Os locais de vacinação serão nos Ginásio do Expansivo, na Zona Norte; e o Ginásio do Instituto Sagrada Família, no Alecrim. Esses novos locais vão seguir o mesmo horário dos pontos de drives, funcionando diariamente das 08h às 16h, todos os dias da semana, inclusive aos domingos.

As instituições de ensino que já receberam equipes volantes da SMS imunizando com a primeira dose os trabalhadores da educação infantil (creche e pré-escola) que também contam com ensino fundamental I e II (1º ano ao 9ºano), podem encaminhar os profissionais aos pontos exclusivos com declaração da escola, cópia do contracheque ou carteira de trabalho, documento com foto e cartão de vacinação. Se algum trabalhador da educação infantil não tiver conseguido receber o imunizante, também pode buscar um dos pontos exclusivos.

Opinião dos leitores

  1. Se não fosse a desorganização do Governo do Estado, o Nosso prefeito Dr. Álvaro Dias e futuro Governador Já Estaríamos ai algo em torno de 60% .

    1. Obrigado Lula e CPI…por terem “obrigado” o genocida a comprar as vacinas…

    2. É José, uma pena que o “genocida” não comprou vacina para seu caso. Não tem cura.

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Judiciário

FOTOS: Operação do MPRN combate comércio clandestino de remédio usado em casos graves de Covid-19; casal suspeito e homem preso

Fotos: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quarta-feira (16) a operação Hipoxemia. O objetivo é combater o comércio clandestino de um medicamento por vezes prescrito por médicos em casos graves de Covid-19: o princípio ativo tocilizumabe. Um casal é suspeito de crime contra a saúde pública. Na casa deles, foram encontradas caixas do medicamento e ainda remédios com datas de validade vencidas. O homem preso em flagrante e todo esse material foi apreendido.

Esse casal atuaria em Mossoró. O homem é farmacêutico e a mulher trabalha em uma farmácia. Para o MPRN, as atividades profissionais dos dois seriam utilizadas no comércio ilegal do tocilizumabe porque para comercializar a medicação é necessário, primeiro, conhecimento técnico (temperatura, acondicionamento, prescrição etc) e, segundo, contatos com fornecedores (agentes públicos ou privados). A droga, cujo valor médio é de R$ 850, estaria sendo vendida por R$ 2.500 pelo casal.

As investigações sobre a atuação do casal foram iniciadas no início este mês. Conforme chegou ao conhecimento do MPRN, nos casos de Covid-19 severa, evoluindo para hipoxemia (queda do oxigênio sanguíneo) refratária e necessidade de aumento progressivo de oferta de oxigênio suplementar (por máscaras, cateteres etc). Nesses casos, alguns médicos têm utilizado a droga tocilizumabe para conter o avanço da doença, diminuir o risco de intubação orotraqueal e, em último caso, morte do paciente. No meio médico, esse medicamento é usado para tratar casos refratários de artrite reumatoide, por exemplo. Além de reduzir o risco de morte em pacientes hospitalizados com Covid-19 em estado grave, a droga pode também diminuir o tempo de internação e a necessidade de ventilação, segundo constatou um estudo preliminar da Universidade de Oxford.

As investigações do MPRN apontam que o casal conseguiria obter a medicação por meios que não foram devidamente esclarecimentos.

Os suspeitos, de acordo com o que já foi apurado, aguardavam o momento adequado para abordar as possíveis vítimas, aproveitando-se da alta demanda causada pela calamidade derivada da pandemia para conseguirem vender os medicamentos a preços elevados. Isso porque o uso da medicação costuma ser curto, de modo que não se pode esperar dias para que a droga seja disponibilizada, do contrário a lesão pulmonar a ser evitada pode já ter se estabelecido. Em virtude dessa particularidade, as famílias preferem comprar a medicação para tentar garantir a administração no momento adequado.

A alta demanda pela medicação desencadeou a escassez do medicamento, tanto na iniciativa privada quanto no Sistema Único de Saúde (SUS). Diante do atual cenário de pandemia, do forte apelo emocional da doença e do extenso acometimento populacional, as famílias dos pacientes não poupam esforços para adquirir a medicação.

O material apreendido será periciado pelo MPRN. Os remédios deverão ser enviados para a Unidade de Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) do Governo do Estado ou para a Secretaria de Saúde de Mossoró, onde serão cadastrados.

Opinião dos leitores

  1. Enquanto isso os proprietários de postos de combustíveis estão livres para cobrar quanto quiserem pelos combustíveis, sem serem incomodados pelo MP, PROCON ou pelos governos Estaduais e demais Parlamentares.

    1. Tô dizendo!!!
      Que no tocante a postos de combustíveis esse cara é analfabeto.
      Ora!
      Quem mais aumenta sobre a regência da pauta PMPF e o governo do estado, como eles vão fiscalizar isso?
      Vão fiscalizar o aumento deles mesmo???
      Santa ignorância.

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Saúde

Clínicas privadas esperam ter uma vacina contra a covid-19 em julho

Foto: Vishal Bhatnagar/NurPhoto/Getty Images

Ainda não há uma data exata para que uma vacina contra a covid-19 chegue ao mercado privado no Brasil. Mas nas contas do presidente da Associação Brasileira de Clínicas de Vacina (ABCVAC), Geraldo Barbosa, o imunizante deve chegar no mês de julho. O cálculo é feito principalmente em razão de duas liberações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) feitas na semana passada.

A primeira delas foi o aval para a importação de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin, do laboratório Bharat Biotech, compradas pelo Ministério da Saúde. O laboratório é o mesmo – e único até o momento – que negocia com o mercado privado a venda de 5 milhões de doses. A segunda foi a emissão do certificado de boas práticas do laboratório na Índia.

Apesar da primeira liberação não ser exatamente para o mercado privado, Barbosa diz que isso ajuda porque vai colocar no braço das pessoas um imunizante que logo depois será disponibilizado em clínicas de vacinas.

Antes de estar disponível, Geraldo Barbosa destaca que é necessário fazer alguns ajustes na lei que libera a compra de imunizantes pela iniciativa privada, desde que 50% sejam doados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Na avaliação do presidente da entidade que representa o setor, o problema é que a regra não diferencia uma empresa de uma clínica de vacina.

Há um outro projeto de lei em tramitação no Congresso que poderia resolver a questão. O texto, que foi aprovado pela Câmara em março e está atualmente parado no Senado, não equaciona a questão, mas Geraldo Barbosa conversa com parlamentares para faz alterações da redação.

“Se você fizer uma avaliação de quem poderia vender para o mercado privado, para as empresas, esse serviço seria oferecido pelas clínicas, e elas precisariam doar parte das vacinas. A lei diz que só as clínicas têm liberação específica para prestar serviço de vacinação. Então é um entendimento que precisa ser claro, mas na lei não ficou”, afirma.

Quando a discussão chegou ao Congresso, no começo do ano, a intenção do mercado privado era de participar da imunização contra a covid-19. Agora, a ideia é ser complementar, como já faz historicamente, aplicando 3% de todas as vacinas disponíveis no país anualmente.

Geraldo Barbosa conversou, com exclusividade com EXAME, e fala dos desafios para trazer um imunizante privado ao Brasil.

Como a liberação de importação da Covaxin e o certificado de boas práticas da fábrica na Índia emitidos pela Anvisa, avançam as negociações para ter uma vacina contra a covid-19 na rede privada?

As duas liberações são muito importantes. A de boas práticas faz parte do que estamos brigando, que é poder não só trabalhar com essa vacina mas também com outras que estão disponíveis vindas dessa fábrica. Essa liberação foi uma conquista importante e vale por dois anos, então estamos em um processo de ter várias vacinas. Agora, em um cenário mais real, vamos poder entrar com o pedido de uso de registro emergencial e o registro definitivo. Estamos esperando o Hospital Albert Einstein soltar os estudos da fase de estudo clínico para ter um processo de validação dessa vacina, que já é extremamente eficaz e segura.

Como estão os testes em seres humanos aqui no Brasil?

Até o final do mês devem sair os primeiros resultados. No primeiro dia em que o Einstein divulgou e liberou para fazer o cadastramento de voluntários, foi surpreendente o número de pessoas que demonstraram interesse. Está passando por um processo de validação, de escolher os 4.500 participantes. Este teste é uma continuidade do que foi feito com 26.000 pessoas na Índia. Todos os estudos que foram feitos na Índia estão sendo apresentados para a Anvisa no processo de submissão continuada.

O laboratório ainda não pediu o uso emergencial, eles deram alguma previsão de quando pretendem fazer isso?

Eles vão pedir o uso emergencial para poder aplicar as 20 milhões de doses do governo e já devem submeter nos próximos dias. A Bharat está entregando a documentação, tudo no padrão que a Anvisa exige. É um processo lento, mas é normal e que precisamos valorizar.

Quando vamos ter uma vacina no mercado privado?

O que está mais travando é o processo de registro na Anvisa. Esses documentos foram apresentados em março e a Anvisa não aceitou porque não estava no padrão. O que não foi aprovado em março foi aprovado agora dia 8 de junho. São os mesmos documentos. Perdemos um tempo muito grande por um rigor burocrático. É a mesma fábrica, é a mesma vacina. Até entendo, mas era o momento talvez que a Anvisa deveria flexibilizar. Se a vacina fosse liberada com condicionantes, como foi, por exemplo, já poderíamos ter usado. Eu acho que preferimos correr o risco com a doença do que o risco com a vacina, sendo que já tinha milhões de doses aplicadas na Índia. O nosso horizonte depende muito da Anvisa e da mudança da legislação, ou pelo menos a flexibilização, mas queremos em julho ter essa vacina no Brasil.

Tem a previsão do preço?

Ainda não porque o custo de seguro e o custo de logística não têm como calcular efetivamente. Qualquer coisa que eu fale agora é mera especulação. Mas o que mais vai impactar na vacina é o seguro porque ela é de um valor agregado muito alto.

A quantidade de doses permanece em 5 milhões de doses?

A negociação continua com cinco milhões de doses. A Bharat quer entrar no mercado privado brasileiro, então é uma definição estratégica da indústria. Agora, o que estamos dependendo é tirar uma barreira que o Legislativo colocou, com a lei 14.125. Estamos brigando em Brasília para que eles se conscientizem que o mercado privado regular não faz parte do mercado que eles consideram o privado. O mercado de indústria é diferente das clínicas privadas no Brasil, que já prestam o trabalho há muito tempo e é regulamentado pela Anvisa especificamente para isso.

Sobre a vacinação de crianças, esse público deve ser atendido apenas no final do ano ou em 2022? As clínicas privadas poderiam atender esse público?

Como só a Pfizer tem um estudo para aplicação em crianças a partir de 12 anos no Brasil e ela não abriu nenhuma negociação com o mercado privado, é difícil de fazermos essa projeção. Não há nada ainda que possamos criar uma expectativa para a imunização de pessoas entre 12 e 17 anos.

O projeto de lei que passou rápido pela Câmara e agora está parado no Senado. Você chegou a conversar com parlamentares sobre o projeto?

Tivemos uma reunião no começo da semana retrasada em Brasília justamente tratando sobre isso porque queremos que a Anvisa e o Ministério da Saúde se posicionem de forma concreta. Eles entendem o que é o mercado regulamentado de clínicas de vacinas. Se você fizer uma avaliação de quem poderia vender para o mercado privado, para as empresas, esse serviço seria oferecido pelas clínicas, e elas precisariam doar parte das vacinas. A lei diz que só as clínicas têm liberação específica para prestar serviço de vacinação. Então é um entendimento que precisa ser claro, mas na lei não ficou.

Como está a preparação das clínicas?

As clínicas estão prontas. Uma adaptação que talvez seja necessária é para usar o super freezer para trabalhar com a vacina da Pfizer, mas ainda não tem um horizonte mínimo para dizer que vamos vai ter essa vacina. Com essa guerra política, perdemos o foco do que realmente é importante. Vou te dar um exemplo, temos um mercado de 10% da vacina contra influenza. Se não fosse isso, 10% da população estaria sem tomar vacina.

Há risco de alguém tomar uma vacina no Sistema Único de Saúde e no mercado privado?

Nós temos acesso ao sistema do Programa Nacional de Imunizações para inserir os dados de quem se vacinar. Também temos acesso ao SI-PNI para saber qual vacina a pessoa já tomou, por exemplo. Mas para ter essa informação eu dependo que o local de aplicação já tenha registrado no sistema, e isso demora alguns dias para atualizar.

Há conversas com outros laboratórios, além do Bharat?

Nenhum laboratório no mundo abriu negociação com o mercado privado. Então, a única empresa que manteve a negociação que está tratando com o objetivo real de ter a vacina no mercado privado é a Bharat. A maioria dos produtos que ela vende é para o mercado privado, tanto na Índia, quanto nos Estados Unidos e outros países. Ela quer continuar fazendo o que faz, que é atender o mercado privado, que corresponde a 30% das vendas do laboratório.

Com a vacinação pública lenta, houve aumento do interesse das pessoas por uma vacina privada?

Como está demorando a vacinação do país, as pessoas estão tentando achar uma solução mais imediata. Ninguém aguenta mais essa situação e não se sabe quando vamos vacinar uma pessoa com 20 anos. E esta pessoa está na produção, no dia a dia, indo e voltando do trabalho. Nós temos a capacidade de aplicar 4 milhões de doses mais fácil.

Com uma vacina aprovada, em quanto tempo chegaria a uma clínica?

O processo de transporte de vacinas é muito rápido porque ele usa basicamente transporte aéreo. Liberou a vacina na Índia, no segundo dia ela já tá no Brasil. Aí passa por um processo acelerado de liberação, e no máximo em 7 dias todos os pontos que forem ter vacinas vão ter.

Quantas clínicas têm interesse em ter uma vacina contra a covid-19?

Na associação saímos de 100 CNPJs para 600. Hoje o universo de clínicas, com CNPJ no Brasil, é de 3.800. E esse universo não para de crescer. Eu acredito que em 2022 vamos estar próximos a 4.500 empresas, com mais de 15 mil pontos de vacinação.

Como está a vacinação contra a influenza? Há baixa procura?

Nunca se falou tanto em vacina e nunca se aplicou tão pouco. A cobertura está muito bombardeada pela vacina de covid-19 e eu acho que o esquema vacinal vai ficar em um patamar histórico negativo, considerando as outras vacinas. Não alcançamos nem 50% do público-alvo de nenhuma vacina para este ano. Isso é muito preocupante porque estamos muito focados na covid-19. O isolamento diminuiu a incidência de muitas doenças, mas o nosso temor é que a hora que liberar a circulação das pessoas, as doenças que estavam controladas vão voltar.

Exame

 

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Saúde

Líderes europeus oficializam certificado digital Covid-19

Foto: © REUTERS/Denis Balibouse/Direitos Reservados

O regulamento que institui o novo certificado digital Covid-19 da União Europeia (UE) foi assinado nesta segunda-feira (14) em Bruxelas, na Bélgica. O primeiro-ministro português, António Costa, elogiou o “passo decisivo” para uma recuperação econômica em segurança. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, também estiveram presentes.

Na declaração conjunta, Costa destacou a importância do novo certificado para o restabelecimento das liberdades de movimentação, bem como para a recuperação econômica da região.

“O certificado digital é uma ferramenta inclusiva. Inclui pessoas que se recuperaram da covid-19, pessoas que testaram negativo e pessoas que foram vacinadas. Agora podemos viajar de forma segura. Segura para nós, para aqueles que nos recebem e para as nossas famílias, vizinhos e colegas, quando regressamos”, afirmou o primeiro-ministro. Ele lembrou, no entanto, que as regras sanitárias devem continuar a ser cumpridas.

A presidente da Comissão Europeia destacou o simbolismo da data, já que o Acordo de Schengen (convenção entre países europeus sobre uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas entre os países signatários) foi assinado há precisamente 36 anos, em 14 de junho de 1985.

Ursula von der Leyen salientou que este novo documento tem como propósito apoiar os países após o período mais difícil da pandemia, em que houve grandes restrições nas viagens. “Desenvolvemos este certificado em tempo recorde. Vai fazer com que viajar seja mais fácil e vai dar de volta aos europeus as liberdades que tanto estimam”, afirmou ela.

O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, disse que essa resposta constitui um “instrumento justo” que permite a todos os cidadãos, de forma “igualitária e não discriminatória, um regresso à vida normal”.

Certificado

O novo certificado digital entra em vigor a partir de 1º de julho, mas já começou a ser entregue em vários países da UE.

O instrumento não é obrigatório para quem pretende viajar, nem é considerado “um documento de viagem”, mas poderá facilitar os deslocamentos dos europeus. Ele servirá para atestar que o seu detentor cumpre um dos seguintes requisitos para viajar sem restrições: ou já foi vacinado, ou se recuperou de uma infecção ou testou negativo para covid-19. Pode ser pedido por qualquer pessoa em uma dessas três situações, evitando eventuais quarentenas.

O Certificado Digital Covid-19 estará disponível em duas versões, digital e papel, e será de acesso gratuito. Fica disponível numa língua nacional e em inglês e é válido em todos os países da União Europeia e do espaço Schengen.

Agência Brasil

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Saúde

Covid-19: Rússia sorteia carro para incentivar vacinação frente a aumento de casos

Foto: Tatyana Makeyeva/Reuters

O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, anunciou nesse domingo (13) a realização de um sorteio de um carro para incentivar os cidadãos a se vacinarem contra o coronavírus, diante do aumento preocupante de novas infecções.

O anúncio foi feito um dia após a decisão de Sobyanin de decretar uma semana de recesso na capital russa, entre os dias 12 e 20 de junho, a fim de conter a disseminação da epidemia. “De 14 de junho a 11 de julho, os cidadãos que receberem sua primeira injeção da vacina contra a Covid-19 poderão participar da loteria para ganhar um carro”, anunciou o prefeito em um comunicado oficial.

A cada semana, cinco carros no valor de aproximadamente 1 milhão de rublos cada, o equivalente a € 11.500, estarão em jogo, de acordo com a mesma fonte. “Mas é claro que o principal ganho para quem se vacinar não pode ser comparado a nenhum carro. É a sua própria saúde e equilíbrio espiritual”, acrescentou o prefeito de Moscou.

Na mesma linha, autoridades da região de Moscou anunciaram a realização de um sorteio de um apartamento de três cômodos para aqueles que aceitarem receber a primeira dose da vacina, de 15 a 25 de junho.

Regras mais rígidas

No sábado (11), Sobyanin já havia ordenado o fechamento de áreas de recreação infantil em centros comerciais e parques até o dia 20 de junho. O governo ainda pediu aos empregadores que priorizem o home office para seus funcionários e proibiu restaurantes de atenderem a clientela das 23h00 às 06h00.

A prefeitura de Moscou também anunciou a reabertura de hospitais de campanha para acomodar os pacientes.

A Rússia registrou 14.723 novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, sendo que 7.704 somente em Moscou, atualmente o maior foco da epidemia no país. Ao todo, o país conta oficialmente 5.208.687 casos de Covid-19 desde o início da epidemia, com 126.430 mortes.

Num dos países mais afetados pela doença, a campanha de vacinação, lançada em dezembro de 2019, avança lentamente, em um contexto de desconfiança generalizada da população quanto à eficácia e segurança das vacinas.

Até agora, 18 milhões de russos, ou cerca de 12% da população, receberam pelo menos uma dose do imunizante, de acordo com dados oficiais.

Dados globais

Em todo o mundo, a pandemia de Covid-19 já matou 3.797.342 pessoas desde dezembro do ano passado até este domingo, de acordo com um levantamento da AFP a partir de fontes oficiais.

Depois dos Estados Unidos (599.672 mortos), os países que registram o maior número de mortes são Brasil (486.272), Índia (370.384), México (230.095) e Peru (188.443), que tem o maior número de mortos em relação a sua população.

G1, com RFI e dados da AFP

Opinião dos leitores

    1. Para de falar asneiras, vergonha de Japi! Usa tua máscara e fica em casa que tá tudo certo!

    2. Por sua ignorância e defesa enfática dessa esquerda nojenta, ladrona, irresponsável e ordinária, tenho certeza que vc não sabe o que é ser JAPIENSE. Nós somos ordeiros, responsáveis e familia.

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