Brasileiro já está em 3º lugar no ranking dos turistas que mais gastam nos EUA

Os gastos dos brasileiros nos EUA explodiram. Cada brasileiro que vai aos Estados Unidos gasta, em média, US$ 5.918 –crescimento de 251% desde 2003, só perdendo para o aumento de despesas dos turistas chineses, informa reportagem de Patrícia Campos Mello e Julio Wiziack para a Folha.

O brasileiro já está em 3º lugar no ranking dos turistas que mais gastam nos EUA, atrás apenas dos japoneses e britânicos (não incluindo os vizinhos mexicanos e canadenses, que viajam grande parte das vezes por via terrestre e para fins não turísticos).

No período, o brasileiro passou de 7º turista que mais gasta nos EUA para 3º, ultrapassando alemães, franceses, sul-coreanos e australianos.

É o que mostra um levantamento do Departamento de Comércio dos EUA a que a Folha teve acesso. Projeções do governo americano indicam que, além do aumento dos gastos, o número de turistas vai mais que dobrar nos próximos cinco anos, passando de estimados 1,4 milhão em 2011 para 3 milhões em 2016.

Os brasileiros sempre viajaram para fazer compras, mas, nesse período, boa parte passou a ir aos EUA só para comprar. Esse movimento é reflexo da supervalorização do real e do aumento interno de preços.

Até a FIFA fica constrangida com os Gastos na construção de estádios para a Copa no Brasil

Almir Leite, Bruno Lousada, Sílvio Barsetti e Wagner Vilaron – O Estado de S.Paulo

Até a Fifa fica sem graça quando o assunto é o uso de dinheiro público na construção de estádios para a Copa de 2014. Ontem, em conversa com jornalistas brasileiros em um luxuoso hotel do Rio, o secretário-geral da entidade, Jérome Valcke, ficou visivelmente embaraçado ao falar do tema. Pensou bastante e, ao responder, evocou o “poder do futebol”” para tentar justificar a gastança.

“No Brasil, temos uma mistura de financiamento público e privado””, disse Valcke. “O dinheiro que será gasto nos estádios não se compara ao que será gasto nas estradas, aeroportos.””

O tema causa desconforto porque em 2007 o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, disse que não haveria dinheiro público na construção de arenas. Quase quatro anos depois, o que se observa é que até mesmo estádios particulares contam com essa ajuda.

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Publicidade representa quase 40% do que a Prefeitura do Natal gastou com investimentos

Um gasto desproporcional foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta quinta-feira (28).

A Secretaria Municipal de Planejamento divulgou o balancete do primeiro semestre das contas da Prefeitura do Natal e olhem o que constatamos:

De janeiro a junho, a PMN investiu R$ 17.061.562,30. A cifra está incluída no item despesas de capital, subitem investimentos. Algumas explicações antes de seguir.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ariston Vieira disse:

    Não procede sua informação. Os gastos com Publicidade não entram na rubrica invetimemtos, mas em outras despesas correntes

    • bruno disse:

      Grande Ariston, se vc verificar melhor vai ver que está como "despesas de capital"

Brasileiros já deixaram no Exterior U$$ 10 bi esse ano

Folha.com

O gasto dos brasileiros com viagens internacionais atingiu valor recorde de US$ 10,2 bilhões no primeiro semestre, segundo dados do Banco Central. Isso representa um aumento de 44% em relação ao mesmo período de 2010.

Essa elevação se deu apesar do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos gastos com cartão no exterior, que subiu de 2,38% para 6,38% no final de abril. O objetivo do governo era reduzir o endividamento dos brasileiros.

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A "transparência" na Assembleia Legislativa

Desde que voltou a funcionar, o Portal da Transparência da Assembleia Legislativa tem mostrado um pouco, o mínimo, na verdade, sobre como nossos parlamentares têm aplicado os recursos públicos na atividade parlamentar.

A iniciativa da transparência é louvável, mas o mínimo oferecido no Portal da Transparência tem servido para levantar muito mais dúvidas do que para informar verdadeiramente os meios e porquês da aplicação dos recursos em questão.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Yves Melo disse:

    Vamos levar essas indagações aos deputados da AL! #farra com o dinheiro público! até quando ?!

Deputados Estaduais gastaram em Maio mais de R$ 550 mil em Gráficas, Combustíveis e Restaurantes

Os nossos Deputados Estaduais gastaram só em Maio de verba indenizatória(que eles pagam e são ressarcidos), quase R$ 600 mil Reais. Gráficas, Combustíveis, Restaurantes, Aluguéis de Carros, Consultorias(tem que ter né), e estacionamento.

O Deputado Fernando Mineiro pediu ressarcimento até de R$ 12,00 pago em Estacionaemento, segue reportagem da Tribuna do Norte:

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Só em consultorias e projetos para a Copa no RN, já foram gastos R$ 22 milhões

No projeto apresentado nesse vídeo, pouca coisa vai  ser aproveitado. Mas custou o olho da cara. Segue reportagem da Tribuna do Norte:

Os gastos com a Copa do Mundo 2014 no Brasil fluem como um rio que corre ao encontro do mar. Até a realização do mundial, serão gastos aproximadamente R$ 5,07 bilhões somente com a construção dos estádios/arenas multiuso. As  obras, porém, serão produtos finais de uma engenharia superdimensionada e, de acordo com especialistas, dispensáveis à maioria das cidades-sede. No Rio Grande do Norte, o dispêndio começou ainda em 2009 e já soma cerca de R$ 22,3 milhões três anos antes dos jogos. São consultorias, projetos executivos, publicidade.

Já as obras, se resumiram a derrubada de uma creche e ao cercamento do estádio Machadão e entorno. Somente o Governo do Estado, gastou cerca de R$ 13 milhões com a confecção de projetos básicos e maquetes virtuais em terceira dimensão que acabaram se tornando inúteis. Mesmo com o cancelamento dos contratos – orçados em R$ 27,47 milhões – com as empresas Populous Arquitetura Ltda e Stadia – Projetos, Engenharia e Consultoria Ltda, o Estado arcou com uma despesa de cerca de R$ 10 milhões. O custo foi confirmado pelo secretário extraordinário da Copa do Mundo 2014, Demétrio Torres.

Para o chefe da Controladoria Geral da União – Regional Rio Grande do Norte, Moacir Rodrigues de Oliveira, a fraqueza dos projetos básicos contribuem para os sucessivos gastos com consultoria. “O que a gente percebe são fragilidades nos projetos básicos que não tem contemplado a obra como deveria”, afirma. Além disso, segundo ele, a má  contratação dos planos gráficos e descritivos repercutem na convocação de empresas de consultoria e na renovação dos certames através de aditivos que infringem a Lei das Licitações ( nº 8.666/1993).

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Sigilo para robalheira

– O Estado de S.Paulo

Se fosse permitido brincar com coisa séria, poderia se dizer que o governo ganhou a final de um campeonato com um gol de mão, em impedimento, depois dos acréscimos. É a comparação que ocorre diante da aprovação, tarde da noite de anteontem, do texto básico da Medida Provisória (MP) 527, que institui regras especiais para a realização de obras e serviços relacionados com a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Ou, no jargão oficial, o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). O texto afinal vitorioso foi apoiado por 272 deputados; outros 76 votaram contra e 3 se abstiveram.

Desde o ano passado, o Planalto vinha tentando driblar os dispositivos da Lei 8.666, que regulamenta as licitações oficiais, a pretexto de assegurar a modernização, a toque de caixa, da negligenciada infraestrutura nacional, para o País não passar vergonha nos dois maiores eventos esportivos do globo. Na quinta tentativa de legislar sobre a matéria no bojo de outras propostas, o governo terminou por alojá-la na MP que trata da criação da Secretaria de Aviação Civil. A oposição insistiu, com bons motivos, para que o assunto fosse objeto de um projeto específico. Mas, determinado a mostrar força e serviço depois da paralisia provocada pelo escândalo Palocci, o Planalto deu as costas à alternativa.

Já para a base aliada não faltaram concessões. É o caso da inclusão de aeroportos em capitais a 350 quilômetros de uma sede da Copa no novo regime de obras. Originalmente, o tratamento especial se restringia às cidades-sede. Além disso, esses municípios poderão tomar empréstimos até 2013 sem levar em conta seu limite de endividamento. Mas isso ainda é detalhe perto das facilidades que compõem o RDC. A principal delas desobriga as empresas interessadas de apresentar o projeto básico da empreitada antes da licitação. A MP chama isso de “contratação integrada”. O nome mais adequado seria “contratação no escuro”.

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