Esporte

Ministério Público estuda possíveis ilegalidades no julgamento da Lusa

Heverton-Portuguesa-Foto-Divulgacao_LANIMA20131213_0043_24O promotor de Justiça da área do consumidor Roberto Senise irá estudar possíveis ilegalidades no julgamento da última segunda-feira, que condenou a Portuguesa a perder quatro pontos no Campeonato Brasileiro pela irregularidade do meia Héverton, na última rodada da competição. Com a decisão, o clube do Canindé foi rebaixado para a Série B. O Fluminense, por sua vez, se beneficiou com a história e ficará na elite.

Senise irá estudar todos os pontos que saíram na imprensa para tomar a decisão se irá ou não abrir um inquérito civil. Um dos pontos analisados será se houve ou não a utilização de um artigo sem validade pelo STJD. Outro ponto que deve ser estudado pelo promotor é o uso do “BID da Suspensão”, que colocaria a CBF como coautora do erro.

– Não vou entrar com uma ação ainda. Estou estudando se houve alguma ilegalidade ou ofensa ao Estatuto do Torcedor. Se houve, vou entrar com um inquérito civil ou uma ação pública para investigar. Primeiro, estou reunindo tudo aquilo que foi publicado pela imprensa, detectando o que seria irregular, e, com base nisso estou pegando todos os elementos jurídicos – disse Senise, ao LANCE!Net.

A defesa da Portuguesa tentará mostrar aos auditores do Pleno que houve uma ilegalidade no julgamento, uma vez que o artigo 35 do Estatuto do Torcedor, que é uma lei federal, portanto soberano diante de qualquer decisão na Justiça Desportiva, não foi respeitado. O artigo diz que “as decisões proferidas pelos órgãos da Justiça Desportiva devem ser, em qualquer hipótese, motivadas a ter a mesma publicidade que as decisões dos tribunais federais. Em outro parágrafo, diz que as decisões devem ser disponibilizadas no site que organiza o evento. No caso, a CBF.

Mas o site oficial da CBF publicou a suspensão por dois jogos de Héverton apenas no dia seguinte ao jogo, às 18h45. A Lusa, porém, foi punida pelo STJD com base no artigo 133 do CBJD, que diz que “proclamando o resultado do julgamento, a decisão produzirá efeito imediatamente, independentemente de publicação”.

Senise retornará ao trabalho apenas no dia 7 de janeiro e afirmou que terá uma posição sobre os seus estudos até dia 8. O julgamento do Pleno acontecerá no dia 27 de dezembro.

Lancenet

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Judiciário

MP esclarece sobre operação realizada em Currais Novos

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, através de atuação conjunta do Grupo de Atuação Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Gaerco), do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (Caop Saúde) e as duas Promotorias de Justiça da Comarca de Currais Novos, com apoio das polícias Militar e Civil, realizou na data de ontem (19/12/2013) operação de busca e apreensão de documentos, CPUs e pendrives nas dependências do Hospital Regional Mariano Coelho, em Currais Novos, além de duas residências particulares na cidade.

A ação foi autorizada por medida judicial expedida pelo Juízo Criminal da Comarca de Currais Novos e integra investigação que apura irregularidades na aplicação de verbas públicas pelo ente privado denominado Hospital Padre João Maria e Maternidade Ananilia Regina.

A operação de busca desenrolou-se por todo o dia, sendo encerrada no fórum local na presença do Juiz de Direito e representante da parte investigada, acompanhado de advogado.

No mesmo dia de ontem, também atendendo requerimento do Ministério Público Estadual, o Juízo Cível da Comarca de Currais Novos expediu mandado proibindo o Hospital Padre João Maria e a Maternidade Ananilia Regina de retirar qualquer bem das dependências do Hospital Regional Mariano Coelho, sob pena de multa no valor de R$ 50 mil e até mesmo prisão dos envolvidos.

MPRN

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Judiciário

STF dá poder ao MP de questionar candidatura a qualquer momento

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (18), por um placar de 7 a 4, que o MPE (Ministério Público Eleitoral) tem legitimidade para questionar o registro de uma candidatura a qualquer momento. A medida tem validade já para as eleições de 2014.

O relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, defendeu que a Constituição garante ao MPE o “dever de defender a democracia” e “atuar como fiscal da lei”.

O caso chegou ao Supremo após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) ter rejeitado, conforme regra até então em vigor, um recurso do MPE por entender que ele só poderia questionar um registro concedido se já tivesse se manifestado na hora em que o pedido foi apresentado.

No entendimento dos ministros do Supremo, porém, o Ministério Público pode recorrer mesmo quando não tiver questionado eventuais irregularidades no prazo inicial.

A decisão diz respeito ao caso do enfermeiro Sebastião Ramos, que pretendia disputar vaga de vereador pelo PSB em Nova Friburgo (RJ) nas eleições de 2012, mas teve o registro negado.

UOL

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Cultura

MP pede na Justiça reformas para teatro Dix-Huit Rosado, em Mossoró

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 18ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, ajuizou ação civil pública contra o Município, para que o poder público providencie reformas de acessibilidade para o Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

Na ação, o promotor de Justiça Hermínio Souza Perez Júnior pede que o Município seja obrigado a realizar, de imediato, reformas necessárias no teatro para garantir: pleno acesso, circulação e utilização pelas pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida – seguindo as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), regulamentada pela Lei nº 10.098/04.

O representante ministerial também pede à Justiça para determinar que o Teatro Dix-Huit Rosado reserve vagas de estacionamento (ao menos o mínimo que for legalmente previsto) e efetue a sinalização vertical e horizontal (garantindo ainda o rebaixamento das guias).

O MPRN constatou que o teatro não possui rampas laterais que dão acesso ao palco e não apresenta pias e espelhos na altura adequada para cadeirantes. A estrutura pública também limita o acesso das pessoas com deficiência, tendo em vista que as cadeiras destinadas para esta demanda específica se localizam longe do palco. Além disso, estão em uma quantidade inferior ao que é determinado pela legislação.

O Teatro Municipal Dix-Huit Rosado também descumpre as regras de sinalização da vaga de estacionamento que é destinada a pessoas com deficiência. De acordo com a resolução nº 304 de 2008, publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a vaga preferencial deve ter um espaço adicional de 1,20 m e ser agregada a uma rampa que dê acesso à calçada. As adaptações devem ser feitas quando a vaga estiver afastada da travessia de pedestres.

Ao não cumprir a lei de acessibilidade, a Prefeitura de Mossoró fere os direitos de coletividade e o de ir e vir das pessoas com deficiência – ambos previstos pela Constituição Federal. Como o Teatro Municipal é um edifício público, é de obrigação legal que se adeque às normas de acessibilidade, caso contrário o local continuará apoiando a exclusão social, de acordo com o promotor de Justiça.

MPRN

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Judiciário

MP dá cinco dias para ortopedistas cumprirem nova escala do Walfredo Gurgel

O Ministério Público do Rio Grande do Norte expediu hoje Recomendação Ministerial dando um prazo de cinco dias para que os médicos ortopedistas do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel/PS Clóvis Sarinho, representados pelo chefe da equipe, médico Amaro Alves de Souza, cumpram integralmente a escala de trabalho publicada no Diário Oficial do RN, pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), sob pena  de responsabilização administrativa, civil e criminal de cada profissional envolvido.

Assinada pelo Promotor de Justiça Substituto, Carlos Henrique Rodrigues da Silva, a Recomendação considera uma flagrante ofensa, a elaboração e cumprimento de uma escala paralela à escala preparada pela Sesap em função do pedido de exoneração intempestivo de quatro médicos que compunham a equipe. Para o Ministério Público, “essa escala paralela, com três médicos por turno de plantão, implica a insuficiência de profissionais para completar a escala até o final do mês de dezembro, deixando vazios em vários dias de plantão”.

E tal conduta por parte dos médicos servidores públicos, segundo a Recomendação Ministerial, configura proibição constante do art. 130, IV, da Lei Complementar Estadual nº 122, de 30 de junho de 1994. “A responsabilização administrativa do servidor infrator não afasta as demais esferas de responsabilidade civil e criminal, decorrentes do prejuízo imputado à população pela incompletude das escalas de trabalho no HMWG/OS Clóvis Sarinho que implica na descontinuidade na oferta dos serviços de traumato-ortopedia”, diz o documento Ministerial.

A escala emergencial elaborada pela Sesap e, atualmente, descumprida pela equipe de ortopedistas, estabelece a alternância de dois e três ortopedistas por plantão. “Entendemos que a escala ideal é a de três plantonistas, mas essa foi a forma emergencial que encontramos para fechar a escala até o final de dezembro e a população não ficar desassistida a partir do dia 22, por falta de médicos”,  informa Camila Costa,  da Coordenadoria de Operações de Hospitais e Unidades de Referência (COHUR), da Sesap.

Ela aproveita a Recomendação do MP para reiterar o apelo aos médicos ortopedistas para que entendam as dificuldades do momento e cumpram a nova escala estabelecida pela Secretaria para evitar as medidas administrativas cabíveis à situação.

“Não há tempo para cumprir os trâmites burocráticos de se fazer um processo licitatório de contratação de cooperativa médica, nem tampouco para realização de concurso, já que não temos profissionais concursados para convocar. Apelamos então ao bom senso desses profissionais porque estamos no fim de ano, quando ocorre, naturalmente, o aumento no número de acidentes, devido às festividades de Natal e Reveillón e não podemos ficar sem ortopedistas no principal hospital pronto-socorro da capital”, reforça ela.

Opinião dos leitores

  1. Manda alexandre PEIDILHA resolver !
    Quem gosta de comer merda e acha bom são os seguidores dos petralhas !!!

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Diversos

Justiça condena Estado a repassar verba do Fundeb

A juíza de direito Francimar Dias Araújo da Silva, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal, julgou procedente Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, através da 78ª Promotoria de Justiça de Natal, condenando o Estado a repassar verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) referente ao exercício financeiro de 2011.

A ação alegava um déficit na verba aplicada, a partir da apresentação por parte do MP de uma planilha, evidenciando a não inclusão da verba vinculada no montante de R$ 1.383.858,42. Em contrapartida, o Estado alegou que a Procuradoria Geral do Estado oficiou à Secretaria de Estado da Educação e Cultura a suspensão de alguns repasses em nome do reequilíbrio das contas públicas face a crise financeira que atravessa.

De acordo com a sentença, não se sustentam esses argumentos devido à vinculação da verba que, após a entrada nos cofres públicos, não poderia ter outro destino, senão a aplicação no sistema educacional estadual.

O Fundeb foi criado para a ampliação do acesso à educação e a melhoria da qualidade dos níveis e das modalidades de ensino, implantando políticas educacionais com o objetivo de dar maior efetividade e viabilidade da evolução da educação de ensino público no país.

MPRN

Opinião dos leitores

  1. A CASA ESTÁ CAINDO Dnª Betânia!
    Seu discurso de ENROLAÇÃO está sendo desfeito como areia ao vento.
    Escolas caindo, IDEB em franca queda, falta de cumprimento de compromissos com a categoria dos Profissionais da Educação, CLIMA DE TERROR NA Secretaria de Educação do Estado, Ausência de dialogo, intransigência e Prepotência como clima e cultura organizacional na Gestão…
    Não tivemos mudança de Secretário na gestão até agora, mas de Coordenadores e Subcoordenadores lá dentro da organização da Secretaria… Só Deus sabe quantas cabeças já rolaram e quantas substituições já forma feitas. Não concordou com os desmandos e ordens indiscutíveis…
    Chega de propaganda enganosa Secretária. Aproveite a oportunidade e Peça pra sair, antes que tudo desmorone e todos vejam a FARSA que seus títulos todos representam na condução da Educação do RN, que não merece um tratamento tão NEOLIBERAL quanto ao que uma pessoa que se diz Freiriana, lhe concede.

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Diversos

MP realiza nova audiência sobre urbanização de Ponta Negra

O Ministério Público Estadual, por intermédio da 45ª Promotoria de Justiça Defesa do Meio Ambiente da Comarca de Natal, realiza hoje (11/12) à noite, a partir das 19h, no Centro Pastoral da Vila de Ponta Negra, mais uma audiência para tratar dos problemas da orla de Ponta Negra. O objetivo da audiência será conhecer o detalhamento do projeto de urbanização previsto para a área, uma vez que houve alteração do projeto inicial apresentado pela Prefeitura para os comerciantes locais, além de debater a situação dos pescadores.

A Prefeitura deverá informar como pretende ordenar o espaço, já que o projeto não contemplou locais para organização da atividade de locadores de equipamentos de praia. Outro problema considerado grave pela Promotoria do Meio Ambiente, e que será abordado, diz respeito à atividade dos pescadores do local.

Segundo os pescadores, se a Prefeitura instalar as pedras do enrocamento, como pretende, na área que utilizam para atracar os barcos, a pescaria no local, que é uma atividade tradicional, ficará inviabilizada.

A Prefeitura chegou a propor a realização de rampas de acesso para permitir o “estacionamento” dos barcos na parte de cima do enrocamento (próxima à calçada). Todavia, após vistoria realizada nesta quarta-feira pelo Ministério Público Estadual, inclusive com registro da chegada das embarcações provenientes do alto mar na área de praia, ficou claro que o peso das embarcações dificulta a guarda no local, caso o enrocamento seja executado naquela área como pretende o poder público.

Uma embarcação, como as que são utilizadas pelos pescadores locais, costuma ser retirada do mar com ajuda de seis a oito pessoas e a subida de uma rampa, até a calçada, poderá inviabilizar a atividade de pesca na Praia de Ponta Negra.

MPRN

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Esporte

MP rebate e diz que foi mal interpretado pela PM sobre segurança em jogo em SC

O Ministério Público em Santa Catarina informou nesta segunda-feira (9) que foi mal interpretado pela Polícia Militar em sua proposta de regular o policiamento na Arena Joinville, onde torcedores de Atlético-PR e Vasco brigaram no domingo (8).

Sem policiais dentro do estádio, as duas torcidas começaram a se enfrentar aos 17 minutos do primeiro tempo, interrompendo o jogo por mais de uma hora. Quatro torcedores ficaram gravemente feridos, dos quais só um permanece internado, e três foram presos.

O promotor Francisco de Paula Fernandes Neto informou, via assessoria, que a ação ainda é só uma proposta, que não foi apreciada pela Justiça e que, se tivesse sido aceita, só seria aplicada em 2014.

O objetivo, segundo o promotor, é evitar “desvio de finalidade da Polícia Militar”. Ele entende que, no estádio, a segurança deve ser feita pelos organizadores do evento, e à PM cabe apenas supervisionar.

O comandante da PM em SC, Nazareno Marcineiro, declarou que teve acesso à ação, que o texto considera “ilegal” o emprego de policiais para compor “a barreira que divide os torcedores” e que não colocou tropas dentro da Arena porque estaria “sujeito a responder criminal e civilmente” pelo ato.

Marcineiro acrescentou que havia 113 policiais no entorno do estádio e que “tão logo configurou-se a quebra da ordem pública, a Polícia Militar agiu de pronto, com o resgate aéreo de torcedores feridos”.

No domingo, logo após a confusão o comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar de Joinville, Adílson Moreira, disse que o esquema de segurança adotado no jogo, no qual seguranças privados tomavam conta das torcidas, estava de acordo com o padrão adotado na Arena Joinville.

De acordo com Moreira, o clube paranaense era o responsável por contratar seguranças.

Ainda segundo o oficial, esse esquema já havia sido aprovado pelo Ministério Público de Santa Catarina e implementado no jogo Atlético-PR e Náutico, no dia 24 de novembro, pela 36ª rodada do Brasileiro e a segurança.

O comandante diz que os torcedores foram ao estádio dispostos a brigar e que pouco poderia ser feito contra isso. “Estava tudo dentro da normalidade, mas isso já ocorreu em diferentes estádios. Se houvesse o policiamento, ocorreria da mesma forma”, afirmou.

ESTÁDIO ALUGADO

A Fundação de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville, que administra a Arena, informou que “só aluga” o estádio ao Atlético-PR e que a segurança particular é de responsabilidade do clube.

“Pelo nosso contrato, o clube deve cuidar da segurança e avisar a polícia”, disse o diretor da autarquia, Fernando Krelling.

Segundo ele, o clube sabia que não haveria policiamento dentro do estádio desde sexta-feira (6), quando se reuniu com a corporação no local.

“No jogo contra o Náutico, duas semanas atrás, também não teve policiamento”, acrescentou Krelling.

SEGURANÇA PARTICULAR

O Atlético-PR contratou a Mazari Vigilância, de Joinville, para cuidar da segurança do estádio.

Segundo o proprietário da empresa, Arilson Alves, o clube pediu 60 homens para fazer as revistas e o cordão de isolamento e comunicou que traria outros 30 de Curitiba para ajudar no trabalho.

“Nós fornecemos o número de seguranças que o cliente pede. Eu acho que 60 é muito pouco para um jogo assim, mas não sou eu que decido. Na hora da confusão, a gente estava com 15 ou 20 (na arquibancada). Não tinha como evitar [a briga] nunca”, disse ele.

O Atlético-PR divulgou nota dizendo que “lamenta os acontecimentos bárbaros” e informando que “a diretoria administrativa e o conselho deliberativo tomarão todas as providências para identificar os envolvidos e puni-los”. Mas não comentou o número de seguranças presentes durante a partida.

PRESOS

A Polícia Militar deteve três torcedores do Vasco e três do Atlético-PR após a briga.

Os vascaínos foram presos em flagrante, e nesta segunda-feira foram transferidos da central de polícia ao presídio de Joinville (170 km de Florianópolis).

Eles foram indiciados sob suspeita de tentativa de homicídio, associação para o crime e incitação da violência, segundo o delegado Dirceu Silveira.

Os atleticanos foram conduzidos à delegacia “para averiguações”, mas foram soltos durante a noite porque não houve flagrante.

O delegado Silveira informou que a polícia está com as imagens da briga, que “há vários outros envolvidos” além dos três vascaínos e que trabalha para identificar “todos os partícipes do evento”.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Bem ao estilo MP: recomenda, mas quando se cumpre e dá me*da vem com a cara mais limpa dizer que não era bem assim.

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Diversos

Protesto dos permissionários: MP pede plano de ação da PM e investigação da Polícia Civil sobre responsabilidade

Em razão dos transtornos causados à cidade na última quarta-feira, (04) com a realização do protesto dos permissionários de transporte alternativo de Natal, o Ministério Público Estadual expediu Recomendação para que sejam adotadas medidas regularizando “eventos em que ocorram a obstrução de vias públicas com veículos ou outros instrumentos, em manifestações de rua sem prévia comunicação às autoridades competentes e que causem dano à coletividade e ao regular fluxo de pessoas e veículos”.

Assinada pelo Procurador-Geral de Justiça Adjunto, Jovino Pereira, e mais quatro Promotores de Justiça, a Recomendação nº 006/2013 se destina ao Prefeito Municipal de Natal, ao Comandante Geral da Polícia Militar, ao Superintendente da Polícia Rodoviária Federal, ao Delegado Geral de Polícia Civil e à Secretária Municipal de Mobilidade Urbana.

Segundo a Recomendação, a paralisação que bloqueou os cruzamentos da avenida Bernardo Vieira com as avenidas Prudente de Morais, Romualdo Galvão e Senador Salgado Filho, além do trânsito na Ponte Newton Navarro, causou prejuízos a toda a coletividade natalense e da região metropolitana, “tolhendo o direito constitucional de ir e vir”, além de oferecer riscos ao funcionamento de áreas fundamentais para a população, como a saúde.

Com isso, o MP Recomenda, na área de investigação criminal e controle externo da atividade policial, que o Comandante Geral da Polícia Militar elabore um plano de atuação policial em manifestações em vias públicas; coíba a ocorrência de ilícitos penais com a rapidez que a situação exija, empregando progressivamente a força necessária; previna o cometimento de novas infrações penais; e promova a apreensão e retirada imediata de todos instrumentos utilizados para cometer a infração penal, inclusive veículos, e a condução de seus autores e de eventuais testemunhas (cidadãos ou policiais militares) à Delegacia de Polícia para a lavratura de flagrante ou Termo Circunstanciado de Ocorrência. As mesmas orientações foram estendidas ao Superintendente da Polícia Rodoviária Federal no RN, para os casos em que haja obstrução vias federais que cortam a área urbana.

Ainda na área de investigação criminal, o MP recomenda ao Delegado Geral da Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Norte que determine a instauração de inquérito policial para apurar a responsabilidade criminal dos autores do fato ocorrido na última quarta-feira (04/12/2013); e que efetue a restituição dos bens eventualmente apreendidos em razão do cometimento de crime ou contravenção penal.

Em relação à defesa da Cidadania, a Recomendação foi direcionada à autoridade municipal de trânsito que, em qualquer situação onde ocorra bloqueio das vias públicas, adote a medida administrativa de remoção dos veículos, conforme determina o art. 253 do Código de Trânsito Brasileiro, sem prejuízo das demais cabíveis, solicitando apoio policial quando necessário.

À titular da Secretaria de Mobilidade Urbana, no tocante ao meio ambiente, a orientação é para que durante a realização de quaisquer tipos de protestos na via pública que possam impedir o trânsito regular das pessoas, tome imediatamente as necessárias providências administrativas para restabelecer o fluxo de veículos pelo espaço público urbano, utilizando, se necessário, guinchos para a retirada de quaisquer entraves à livre circulação de carros e pedestres, bem como enviando ao local número suficiente de agentes de trânsito para controlar a situação e evitar o aumento da degradação ambiental.

Com referência à defesa do Patrimônio Público, os Promotores de Justiça Recomendaram ao Prefeito do Município de Natal, Carlos Eduardo Nunes Alves, a exclusão do edital do certame a exigência de que a parte contratada para prestação dos serviços públicos de transportes urbanos e coletivos de passageiros no tipo complementar integre, necessariamente, uma entidade associativa; bem como promova a exclusão, no edital, de quaisquer cláusulas impostas por grupos de pressão, inclusive os atuais permissionários, que restrinjam a competitividade do certame.

E à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal/RN (SEMOB), Elequicina Maria dos Santos, a recomendação é para que promova a identificação dos permissionários envolvidos na paralisação ocorrida no dia 04 de dezembro, para que sejam instaurados procedimentos administrativos individuais com vistas à identificação dos responsáveis e aplicação das sanções correlatas às infrações praticadas, com fundamento no artigo 6º da Lei Municipal nº 5.022/1998.

Todos os órgãos alvo da Recomendação nº 006/2013 têm o prazo de dez dias úteis para informar ao Ministério Público as providências adotadas.

MPRN

Opinião dos leitores

  1. Engraçado quando é estudantes a PM age com rigor e bomba de gás e spray de pimenta e borrachada , quando é sem-terra,alternativo e ônibus ai tudo pode, cidade sem lei e comando.

  2. É bom que o Ministério Público investigue mesmo essa bagunça no trânsito de Natal. Mas, não pode deixar de responsabilizar também a Prefeitura de Natal que tem sido completamente omissa a tudo isso. A obrigação de atuar no trânsito da capital é da SEMOB que vem demonstrando total desarticulação e falta de planejamento e ação. Isso não pode ficar impune.

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Esporte

Seleção brasileira: Ministério Público apresenta denúncia contra contratação de Parreira

 A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Minas Gerais apresentou denúncia contra servidores do Executivo estadual por causa da contratação, em abril de 2012, pelo governo mineiro, do ex-treinador Carlos Alberto Parreira, coordenador técnico da seleção brasileira.

Os seis promotores que assinam a ação civil pública alegam ter havido improbidade administrativa e violação ao princípio administrativo por causa da contratação de Parreira e da empresa Alfa Consultoria, sem licitação, sob a justificativa de “notória especialização”.

Parreira foi contratado por R$ 1,2 milhão para ser uma espécie de embaixador de Minas Gerais na Copa do Mundo de 2014. Sua missão era divulgar Minas de forma a atrair os olhares do mundo e das seleções para o Estado.

Além disso, ele deveria prestar consultoria aos oito municípios mineiros que se candidataram para ser centro de treinamento na Copa, e, assim, receber algumas seleções estrangeiras.

Contudo, Parreira ficou apenas sete meses na função. Ele deixou o cargo para assumir a coordenação técnica da seleção juntamente com a chegada na CBF do treinador Luiz Felipe Scolari, há um ano.

Em 29 de novembro de 2012, ele rescindiu o contrato de forma amigável com o governo, após receber R$ 279 mil.

A ação apresentada à Justiça questiona a rescisão amigável, que não pediu a devolução dos recursos pagos ao ex-treinador, já que ele deixou o contrato por cumprir.

Os promotores questionam até mesmo os relatórios apresentados por Parreira.

A Promotoria alega que a contratação foi desnecessária e ilegal, além de contrariar o interesse público. O oferecimento da denúncia é contra seis pessoas, entre elas Parreira, o ex-secretario da Copa (Secopa), Sérgio Barroso, e o atual, Tiago Lacerda.

O Ministério Público pediu também o bloqueio dos bens das seis pessoas citadas. A juíza Lilian Maciel Santos, da 2ª Vara da Fazenda Pública Estadual, mandou notificar os envolvidos, inclusive a Advocacia Geral do Estado.

OUTRO LADO

Em nota enviada à Folha, o governo de Minas informou que não foi notificado e que por isso “não tem conhecimento sobre o completo teor dos questionamentos”.

“Entretanto, assegura, desde já, que todos os trâmites da contratação e rescisão do contrato firmado pela Secretaria de Estado Extraordinária da Copa do Mundo com o ex-técnico da seleção brasileira de futebol, Carlos Alberto Parreira, obedeceram rigorosamente as normais legais”, conclui a nota.

Por meio da assessoria da CBF, o ex-treinador Carlos Alberto Parreira disse que não tem o que comentar porque a contratação foi feita pelo governo de Minas e levou em consideração o conhecimento e os contatos dele no meio futebolístico. Por isso, segundo Parreira, o governo mineiro é que deve comentar.

Folha

Opinião dos leitores

  1. Meu caro Paulo aristoteles Sócrates ruy Barbosa, suas noites de insônia ta fazendo vc ler e não interpretar bem as leituras. O comentário da campanha espetacular a qual me referia e referente ao seu amado clube. E fica tranquilo, que o seu grande conhecimento em todas as áreas, nao me assusta, viu ? Fica em paz. E se vc responde ou não, pra mim não tem a menor importância.

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Diversos

MP vai adquirir terrenos para construção de sedes no interior

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, através da Procuradoria-Geral de Justiça, está interessado na aquisição de terreno nas áreas urbanas dos municípios de Afonso Bezerra, Campo Grande,Goianinha e Pedro Avelino para construção das sedes próprias das Promotorias de Justiça nas referidas Comarcas. Os interessados na venda deverão formular proposta que será submetida à análise. A propriedade deve ter, obrigatoriamente, dimensões de, no mínimo, 20m x 30m.

A proposta, que deverá ser entregue em envelope lacrado, com a identificação do proprietário e do conteúdo do envelope, deve conter os dados pessoais dos proprietários ou representante, telefone, e-mail, localização, instalações existentes, descrição do terreno,  área disponível e o valor do imóvel. O prazo da oferta é até o próximo dia 29 (sexta-feira), no horário de 8 às 17h, no Setor de Protocolo da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ), localizada na rua Promotor Manoel Pessoa Neto, 97, Candelária.

A validade da proposta deverá ser de 60 dias, contados da data do recebimento pelo MP. Os terrenos oferecidos deverão também ficar disponíveis para realização de vistoria sempre que necessário durante a validade do contrato.

O interesse do Ministério Público Estadual não implica em obrigatoriedade de aquisição do terreno ou de aceite de qualquer proposta apresentada.

MPRN

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Diversos

Justiça determina suspensão de concurso público em Mossoró

A Justiça, através da Vara da Fazenda Pública de Mossoró, determinou a suspensão do concurso público 01/2013, conduzido pela Prefeitura Municipal. O magistrado Pedro Cordeiro Júnior deferiu parcialmente a tutela de urgência da ação civil pública movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e ordenou que a Prefeitura adeque os itens 3.1 e 3.2 do edital.

As modificações a serem feitas dizem respeito ao parâmetro de utilização de reserva de vagas para pessoas com deficiência. Além disso, o juiz de Direito determinou que sejam realizadas as adaptações de todas as fases do concurso de acordo com a deficiência dos candidatos portadores de necessidades especiais.

O edital não informa o número de vagas para pessoas com deficiência e também não garante a previsão de adaptação das provas e do curso de formação de estágio probatório, que deve atender às necessidades específicas de acordo com a deficiência do candidato.

Mossoró não possui lei sobre regrando a reserva de vagas para deficientes físicos em concursos públicos. Existe apenas uma disposição genérica no artigo 7º da Lei Complementar nº 29/08, que diz respeito ao estatuto do servidor público municipal.

Recomendação

O mesmo edital foi alvo de uma recomendação da 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró. O objetivo foi a inclusão das licenciaturas em Física e Química como requisitos alternativos para o acesso à vaga de professor de Ciências.

O edital em vigor disponibilizava nove vagas para professor da disciplina de Ciências, que será ministrada para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental do município. Segundo o item 2.2.6 do edital, somente pessoas graduadas e com Licenciatura em Ciências Biológicas poderiam se inscrever para concorrer às vagas. A recomendação foi atendida, uma vez que a Prefeitura fez a alteração requerida.

MPRN

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Judiciário

MP quer UPA da Cidade da Esperança funcionando dentro de 30 dias

O Ministério Público Estadual, por intermédio da 48ª e 62ª Promotorias de Justiça da Comarca de Natal, encaminhou Recomendação ao Secretário municipal de Saúde, Cipriano Maia, para que o Município implante e garanta, efetivamente, o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade da Esperança, no prazo máximo de trinta dias, e para que seja restabelecido o atendimento em pediatria da UPA do Pajuçara, na zona norte, também no prazo de um mês.

Os Promotores de Justiça Marcelo Coutinho Meireles e Elaine Cardoso de Matos Novais Teixeira advertem que a não observância da Recomendação poderá ensejar medidas judiciais cabíveis, e aguardam que o Município apresente dentro de 60 dias um cronograma de implantação de duas outras UPAs para o atendimento de urgência e emergência na cidade, que teve parte dos recursos já assegurados pelo Ministério da Saúde desde março de 2010.

Em vistorias realizadas recentemente nas UPAs de Pajuçara e de Cidade de Esperança os representantes do MP Estadual constataram que a UPA da zona oeste está praticamente pronta para entrar em funcionamento, restando pendente algumas adequações a serem feitas nas calçadas quanto à acessibilidade, além do mobiliário e equipamentos, já estando em funcionamento na unidade o serviço de vigilância 24 horas e equipe de limpeza, gerando custos sem que a UPA esteja funcionando. Quanto à UPA do Pajuçara, foi verificada a interdição da sala de Raiox e o não atendimento em pediatria há mais de um ano, não havendo outro serviço de referência infantil na rede municipal na zona norte da cidade.

Nesse sentido, os Promotores de Justiça do MPRN recomendam o restabelecimento do serviço de Raiox na UPA do Pajuçara no prazo de 15 dias.

Outro problema identificado pelos representantes do MP foi o de abandono de plantão ou saídas dos profissionais das unidades, com demora injustificada, o que motivou a recomendação para a adoção de medidas de fiscalização e apuração dessas condutas dos profissionais de saúde do município, ou de cooperados, que estiverem descumprindo, total ou parcialmente, com suas obrigações legais e contratuais.

MPRN

Opinião dos leitores

  1. Alguma novidade em relação a esse tema? Em contato com a prefeitura de Parnamirim em 04/02 disseram que não ha previsão para inauguração da UPA! Inclusive o RH do município afirmou que desconhece essa recomendação…. E que não há lista para convocação… E ai?

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Judiciário

Procuradores criticam Rinaldo Reis, repudiam presença da Polícia e se solidarizam com servidores do MP

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 A nota do colegiado, subscrita por todos os seus membros, critica a atitude do PGJ quando da convocação de aparato policial para acompanhar a manifestação dos servidores. “A conduta policialesca, nesses casos, foge à razoabilidade, uma vez que não se tem notícia de qualquer ato anterior por parte dos servidores do Ministério Público, que diuturnamente servem à Instituição e à sociedade, que venha a justificar tal comportamento”, diz trecho do texto, cuja íntegra segue acima.

Ainda assinam o documento:

MARIA VÂNIA VILELA SILVA DE GARCIA MAIA
4ª Procuradora de Justiça

MARIA AUXILIADORA DE SOUZA ALCÂNTARA
5ª Procuradora de Justiça

BRANCA MEDEIROS MARIZ
7ª Procuradora de Justiça

MARIA SÔNIA GURGEL DA SILVA
8ª Procuradora de Justiça

MILDRED MEDEIROS DE LUCENA
9ª Procuradora de Justiça

GERALDA FRANCINY PEREIRA CALDAS
10ª Procuradora de Justiça

DARCI PINHEIRO
11ª Procuradora de Justiça

PEDRO DE SOUTO
12º Procurador de Justiça

PAULO ROBERTO DANTAS DE SOUZA LEÃO
13º Procurador de Justiça

HUMBERTO PIRES DA CUNHA
14º Procurador de Justiça

MARIA DE LOURDES MEDEIROS DE AZEVEDO
15ª Procuradora de Justiça

ARLY DE BRITO MAIA
16º Procurador de Justiça

HERBERT PEREIRA BEZERRA
17º Procurador de Justiça

CARLOS AUGUSTO CAIO DOS SANTOS FERNANDES
18º Procurador de Justiça

VALDIRA CÂMARA TORRES PINHEIRO COSTA
19ª Procuradora de Justiça

MYRIAN COELI GONDIN D’OLIVEIRA SOLINO
20ª Procuradora de Justiça

LUIZ LOPES DE OLIVEIRA FILHO
21º Procurador de Justiça

 

Opinião dos leitores

  1. Amigos, com certeza, existe marionete nessa história toda. É só procurar conhecer o cérebro por trás dessas desastradas decisões da atual gestão.

  2. Realmente os planos do Sr. Procurador-Geral de Justiça são louváveis… Primeiro chega a horda de comissionados/indicados, assim, o Promotor pode ficar mais à vontade para ir p casa na hora que quiser, faltar plantões, etc. Daí os comissionados começam a perceber que talvez ser escravo não tenha muito futuro não, mas aí vem a idéia brilhante dos colegas guardiões da Lei: “A sociedade precisa de assistentes ministeriais bem remunerados, que ganhem, inclusive, mais que os analistas (engenheiros, psicólogos, etc.)”. Finalmente, chegam mais auxílios aos pobres Promotores, que sofrem com uma remuneração tão defasada . O primeiro auxílio é o para MORADIA, pois os colegas Promotores têm de ganhar MUITO BEM para suportar o alto custo de vida do interior Potiguar, onde eles permanecem de domingo a domingo com toda a família. Mas aí surge essa conspiração dos Procuradores com o presidente do sindicato e…

  3. Sabe o que acho? Não conheço o atual PGJ pessoalmente, não vou fazer julgamentos precipitados. Acho que ele está sendo mal assessorado por sua equipe próxima. É muita pisada na bola. Criar atritos desnecessários com os servidores da casa e com o sindicato? Chamar a polícia sem motivo? Não estou falando nem dos atritos entre os membros. Isso é assunto entre vocês. Caro PGJ, chame alguns dos seus antecessores para sua equipe ou peça aconselhamento a eles antes de tomar certas atitudes. O senhor em poucos meses está estragando um clima de paz de vários anos. No fim todo mundo sai perdendo. Paz e amor.

    1. Moral mesmo é querer aprovar auxílio-moradia para Promotor, que trabalha de terça a quinta-feira e deixa os pepinos nas mãos dos servidores.

  4. Minha gente fiquem atentos porque moralizar custa caro O procurador Rinaldo que cortar privilégios de alguns apadrinhados dos procuradores por isso tanta defesa.

    1. Carlos Alberto por favor me explique o que você entende por moralizar. Lotar órgãos públicos de cargos comissionados? Instituir o auxílio moradia para os promotores que já são muito bem remunerados? Acorda, esse discurso de moralização não convence mais ninguém.

    2. É impressão minha ou tá rolando uma operação de contrainteligência forte nos comentários em blogs e sites de jornais nesse confito entre o PGJ, procuradores e servidores? É muita gente falando mal dos servidores e dos procuradores de justiça. Quem estará por trás? Hein?????

  5. Errata "motim"
    Esse PGJ vai manchar a história do MPRN.
    Administrações vem e vão esta ficará marcada muito negativamente! e é só o começo 4 meses, apenas!

  6. O tiro saiu pela culatra!
    Até que em fim uma resposta a TIRANIA e a DITADURA INSTITUCIONAL que esta sendo imposta aos Servidores do MPRN, ainda bem que existem verdadeiros representantes da Democracia e que respeitam a Constituição Federal.
    É desse jeito que o atual PGJ trata os servidores que há anos contribuem e lutam por uma sociedade potiguar melhor, foram tratados como bandidos, policiais armados com fuzil, metralhadora e pistola "em punho", esperando sedentos por um motin, de um movimento pacífico e ordeiro. Lamentável !
    Espero que o Colégio de Procuradores também se manifeste acerca da inúmeras irregularidades dentro do MPRN. (cargos comissionados, pessoal cedido, assedio moral. etc)

    1. No começo da manhã havia uma viatura do choque e duas motocicletas do BPTran, pois certamente esperavam uma grande mobilização capitaneada pelo líder supremo do sindicato. A rua esteira, de mão única, onde se localiza a sede do MPRN certamente não acomodaria a multidão e seria necessário o desvio no tráfego e contenção de eventuais black blocs que aparecessem para se infiltrar no movimento ordeiro e pacífico. Depois, como compareceram apenas uns gatos pingados, a viatura do choque foi embora ficando apenas quatro policiais para orientar o trânsito no local, já que o próprio carro de som utilizado pelo sindicato estava parado na contra-mão. Por volta do meio dia a galera da "manifestação" pegou o beco e foi aproveitar o resto do dia de folga. Agora, onde estava a tal "Tropa de Choque"? Uma viatura é uma tropa? E a "conduta policialesca"? Será que não obrigação da instituição prevenir qualquer tumulto que possa ocorrer? Se tem alguma coisa que mancha a imagem do MPRN não é o fato de buscar o apoio da polícia para prevenção de tumultos, mas, sim, o fato de ter entre seus Procuradores de Justiça gente cuja esposa foi "efetivada" por ato secreto na Assembleia Legislativa e que ainda está sendo alvo de ação de improbidade administrativa. Realmente, "o Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito às regras previamente estabelecidas"!

    2. Antônio deixa de balela! kkkkk. contenção de eventuais black blocs?

    3. Olá Antonio,
      Primeiro, quero lhe lembrar que o Ministério Púplico tem a função de defender e incentivar a democracia, devendo mesmo proteger as minorias sem a qual não há diálogo, nem pluralismo. mas tudo bem, não espero que você compreenda isso.
      Segundo, as pessoas às quias você não se refere, os servidores efetivos do ministério público, são praticamente uma raça em extinção: não tem concurso, não tem aumento, não são valorizados e são mesmo substituídos por cargos comissionados.
      São gente boa, esforçada, dedicada, a maioria trabalha, estuda, tem família, tem sonhos e vou ressaltar uma ideia nova para você: tem dignidade. Não essa bela dignidade humana tão bem decantada em discursos, dignidade valor, que merece respeito. Procure identificar um servidor efetivo _ por mais difícil que seja_ e colocar-se no lugar dele.
      Imagine, se o promotor para quem você trabalha dissesse que se você pedisse aumento, poderia sofrer represália, se fosse publicado parecer declarando ilegalidade de greve e a certeza da punição, apenas para ser recepcionado no trabalho com batalhão da pm… isso é um microestado policialesco, meu caro….é não ter liberdade de expressao, nem qq direito.
      Eu gostaria de ouvir suas críticas ao movimento sindical, mas primeiro, reconheça que os servidores são gente, tem cerebro e a opinião deles importa. Vamos discutir se as reivindicacoes são legítimas, se há assédio, se é errado querer progredir na carreira com dignidade, se é proibido ter voz!

  7. Esse movimento todinho vem sendo arquitetado pelos próprios Procuradores. ALDO é só uma marionete, pois consegue enganar os servidores muito bem ao fazê-los comprar uma briga que não é deles.
    Tudo isso porque os assessores (acreditem, o presidente do Sindicato dos SERVIDORES é um assessor e, portanto, tem cargo comissionado) não aguentam a ideia de passarem a receber o mesmo que um assistente (cargo comissionado das Promotorias de Justiça).
    Essa era uma das bandeiras defendidas pela esmagadora maioria dos Promotores de Justiça durante a campanha para Procurador Geral de Justiça.

    1. Ricardo, a briga é dos servidores!
      O pauta de reivindicações é em prol dos servidores tão somente! "veja a pauta"
      Você deve ser algum assessor ou assistente que trabalha para os Tiranos! Boa sorte!
      Nenhum servidor que paralisou suas atividades na quarta-feira foi "marionete" muito pelo contrário, marionete foram os que não foram para a rua protestar, pelos seus direitos e por mais respeito, que foram a luta por melhorias e contra as inúmeras irregularidades que vem acabando com o MPRN.
      Ricardo, quem não luta já esta morto!

    2. Pelo visto o colega Ricardo não trabalha no órgão ou é promotor, pois, estas são reivindicações dos servidores do MP. Talvez, ele seja assistente, ou seja, caiu de paraquedas no MP (sem concurso) e terão um aumento de 85%. Vá mamar nas tetas de uma vaca.

    3. Decerto, Antônio e Ricardo são assistentes. Os famosos pára-quedistas que entraram sem concurso e vão receber aumento de 80%. Ficam entrando em blogs e comentando asneiras para tentar manchar a luta do sindicato. Inveja por não serem concursados e medo dos pleitos do sindicato serem implantados, como, por exemplo, a criação do cargo efetivo e concursado de analista na área direito. Podem espernear, mentir e diminuir os servidores, uma hora os pleitos serão atentidos, já que são justos e refletem preceitos constitucionais, vamos aguardar.

    4. Caro Ricardo, essa acusação é grave. Você está sugerindo que os Procuradores de Justiça, membros do mais alto colegiado do Ministério Público do RN, alguns deles também membros do Conselho Superior do MPRN e um deles Corregedor-Geral do MPRN, estão de conluio, conspirando contra o Procurador-Geral de Justiça e suas políticas? Que eu saiba, eles assinaram um documento público, colocaram suas assinaturas abaixo, manifestando a posição conjunta. Não foi uma carta anônima. Se eu sou um deles, sei não.

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Cidades

MP recomenda realização de concurso público em Almino Afonso

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) por intermédio da Promotoria de Justiça da Comarca de Almino Afonso recomendou ao Município a realização de concurso público para preenchimento de cargos efetivos.

O concurso público deve ser feito para as áreas de médico, dentista, enfermeiro, auxiliar de consultório médico, auxiliar de enfermagem, assistente social, psicólogo, professor, pedagogo, monitor, assistente pedagógico, dentre outros, antes contratados temporariamente.

Na Recomendação, o representante ministerial argumenta que a contratação de pessoal para o exercício de cargos temporários, é contrária ao inciso II do art. 37 da Constituição Federal que proíbe a contratação temporária em cargos ou emprego público sem a aprovação prévia em concurso público.

O Promotor de Justiça Diogo Augusto Vidal Padre sugere que todos os cargos ocupados por profissionais temporários no Município sejam contemplados no Edital do concurso público.

MPRN

Opinião dos leitores

    1. O MPRN se tornou um verdadeiro cabide de emprego, são tantos cargos em comissão (ocupados por apadrinhados), tantos servidores cedidos (PC,TJ,TCE,PM), tantos cargos de direção e chefia ocupados por amigos de autoridades do MPRN, é realmente "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" . Por que nenhum Promotor de Justiça cobra do Próprio órgão? por que não cortam na própria carne?

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Diversos

MP-RN abre seleção para assessor de comportamento organizacional

O Ministério Público do Rio Grande do Norte informa que se encontram abertas, a partir desta segunda-feira, dia 04/11, as inscrições para o processo seletivo do cargo de Assessor Técnico de Comportamento Organizacional, de provimento em comissão.

A vaga, conforme Aviso nº 016/2013, publicado no Diário Oficial do Estado de 01 de novembro de 2013, é para profissionais graduados em Administração e Psicologia (desejável Pós-Graduação na área de Gestão de Pessoas) e os interessados devem entregar seus currículos exclusivamente em meio físico, no setor de Protocolo da sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Candelária, no período de 04 a 12 de novembro de 2013, observando o perfil profissional desejável.

A seleção contará com a triagem e análise dos currículos; entrevista comportamental conduzida pela Gerência de Desenvolvimento Humano (GEDH); entrevista técnica com a Diretoria da área e  entrevista final com o Diretor-Geral e/ou Procurador-Geral de Justiça.

O processo seletivo é de natureza mista e pode contar com profissionais já integrantes do MPRN e, também, provenientes do mercado de trabalho. A adoção da seleção para cargos de provimento em comissão faz parte da política e prática institucional voltada à meritocracia e objetividade no provimento destes cargos, contribuindo para a profissionalização da gestão pública.

O profissional nomeado irá atuar , entre outras atividades, contribuindo para o aprimoramento das políticas, práticas e instrumentos de gestão de pessoas no âmbito da Instituição. A carga horária é de 40 horas semanais e a remuneração de R$ 4.242,85 mais benefícios como auxílios alimentação e saúde.

MPRN

Opinião dos leitores

  1. "A adoção da seleção para cargos de provimento em comissão faz parte da política e prática institucional voltada à meritocracia e objetividade no provimento destes cargos, contribuindo para a profissionalização da gestão pública."
    O que na prática não significa absolutamente nada, pois basta o vento soprar noutra direção, mudar o Promotor Chefe, ou mesmo apenas o seu humor, e então a "Máscara cai", e o servi-dor dança, sendo exonerado SUMARIAMENTE como qualquer outro, sem nenhuma dó ou mesmo piedade, nem nenhuma avaliação que dê respaldo ao ato. E para completar a tragicomédia; montada como cortina de fumaça para disfarçar os diversos casos de apadrinhamentos, nepotismos e outros desvios nas nomeações de cargos comissionados no MP; não chamam o segundo colocado e colocam quem eles querem mesmo e fica por isso mesmo, pois antes "CONVENCERAM" O CONCURSADO A "PEDIR A SUA EXONERAÇÃO" por livre e espontânea pressão…
    No fim, a frase que mais se adéqua ao caso é: "FAÇA O QUE DIGO, MAS NÃO FAÇA O QUE FAÇO".
    Vê se publica essa Bruno…

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