MRV vende condomínio que está atrasado como se as obras estivessem avançadas

A construtora MRV está distribuindo panfletos publicitários atraindo potenciais consumidores a comprarem as últimas unidades do condomínio Nimbus, em Nova Parnamirim.

Até aí tudo bem. Mas havemos de recordar posts anteriores aqui no Blog, que a mesma empresa se tornou pesadelo para muita gente em virtude, justamente, de atrasos nas obras do citado complexo residencial.

Desde outubro do ano passado que a MRV deveria ter entregue as primeiras unidades do Nimbus, e acabou frustrando os planos de muita gente. Até as alegrias de um casamentos foram minimizadas porque os noivos ficaram sem o teto prometido no primeiro prazo pela MRV.

A indignação chegou ao Twitter com direito a perfil, o @mrv_saiadessa, um canal de protestos que acolheu e amplificou as denúncias de quem se sentiu lesado pela construtora.

Pasmem, pois, que nesse panfleto recebido hoje num sinal pelo blog, a MRV ainda diz que as obras estão avançadas, confesso que não entendi a propaganda. Se as obras estão atrasadas quase um ano, como pode elas estarem avançadas?

Vejam o panfleto recebido hoje pelo blog dizendo que a promoção é válida até 31/07/2011:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Novamente a MRV está me cobrando parcelas de códigos IN 01, IN 02 e IN 03, que foram pagas no ano de 2010 para a Caixa Econômica Federal através de depósito em conta, referentes a juros de fase de obras do empreendimento, que por um erro do banco com as contas 001 e 012, acabaram cobrando também da MRV, como se eu não estivesse efetuado o pagamento, sendo assim, as parcelas foram pagas para a Caixa Econômica Federal duas vezes. No ano de 2011 a MRV me cobrou as parcelas citadas, e consegui resolver o problema enviando os comprovantes de depósitos para a central de relacionamentos e também comparecendo a Caixa Econômica Federal, a qual reconheceu o erro e disse que ressarciu para a construtora MRV o valor pago por ela, ficando assim, tudo resolvido. Agora este ano de 2014, essas parcelas apareceram novamente no meu extrato on line do site da MRV, e estão sendo cobradas novamente, por isso enviei para a central de relacionamentos da construtora os comprovantes , e solicitei "novamente" a baixa dessas parcelas.
    Gostaria de dizer a MRV, que se houve erro no banco Caixa Econômica Federal, a culpa não foi minha e não posso ser responsabilizado por isso, e como que em 2011 vocês deram baixa nas parcelas resolvendo o problema e agora cobram novamente? A partir do momento em que apresentei os comprovantes de depósitos provando que fiz a minha parte, se a MRV não foi ainda ressarcida pelo pagamento em duplicidade, a mesma tem que resolver com o banco e não comigo, pois não vou pagar por duas vezes essas parcelas.

  2. […] 27/07/2011, o blog já havia noticiado os problemas da MRV com seus clientes. Veja o post. Postado em: 10/02/2012 às 12:01 Deixe seu comentário Tweet stLight.options({ […]

  3. diego_euro disse:

    ENTREGUEI TODA DOCUMENTAÇAO E O CHEQUE CALCAO PARA O CORRETOR E UMA SEMANA ANTES DE ASSINAR O TERMO DE COMPROMISSO DE COMRPA E VENDA DESISTI DA COMPRA, FELIZMENTE, POIS ENCONTREI UM OUTRO APTO. DE UMA CONSTRUTORA NATALENSE QUE ESTÁ CUMPRINDO O PRAZO ATÉ O MOMENTO NAS OBRAS.

    QUEM COMPROU, POIS CONHEÇO VÁRIOS, JA SE ARREPENDERAM, PORTANTO, NAO ACONSELHO A NINGUEM ADQUIRIR UM IMOVEL DESTA CONSTRUTORA.

Brasil na briga pelo 3º lugar no mercado mundial de carros

Cleide Silva – O Estado de S.Paulo

Enquanto a China lidera com folga a lista das nações que mais vendem automóveis no mundo, e os Estados Unidos se consolidam na segunda posição, quatro países, entre os quais o Brasil, disputam o terceiro posto. No primeiro quadrimestre, a diferença em vendas entre o terceiro colocado (Japão) e o sexto (Brasil) é de apenas 216 mil carros. No meio dos dois estão Índia e Alemanha.

Depois de encerrar 2010 como quarto maior mercado mundial, com vendas de 3,5 milhões de veículos, o Brasil caiu para a sexta posição no resultado acumulado de janeiro a abril deste ano, com 1,114 milhão de veículos. O Japão, que ainda enfrenta as dificuldades do terremoto de março, está em terceiro lugar, com 1,33 milhão de unidades. A Índia aparece em quarto, com 1,179 milhão de unidades.

Na quinta posição está a Alemanha, com 1,133 milhão, apenas 19 mil carros à frente do Brasil. O país europeu, que em 2010 ficou na quinta colocação geral, cresce a um ritmo de quase 12% em relação aos primeiros quatro meses de 2010, enquanto o Brasil cresce 4,6%. A Índia está crescendo quase 19% e os EUA, 19,4%. A China, que conquistou o topo do ranking em 2009, tem resultados 6% superiores aos do ano passado.

O Japão é o único entre os seis maiores mercados a registrar queda de 28,2% neste ano. As principais montadoras do país asiático ainda enfrentam escassez de componentes para a produção depois que o terremoto e o tsunami destruíram várias fábricas de fornecedores.

Japão. Na opinião de Michael Hanley, líder global da área automotiva da Ernest & Young, o Japão sofrerá as consequências da tragédia natural ocorrida no início do ano, mas a partir de 2012 deve se recuperar. “Já a América do Norte e alguns países da Europa estão em recuperação, mas ainda não devem chegar aos níveis de antes da crise de 2008 e 2009”, diz o especialista.

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Americanas.com proibida de vender no RJ

Estadão

O site de comércio eletrônico Americanas.com ficará impedido de realizar novas vendas no Estado do Rio de Janeiro até a regularização das entregas dos pedidos já realizados pelos clientes. Segundo nota à imprensa do Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça (TJ) aceitou pedido do MP, que passará a valer a partir do dia em que a empresa de comércio eletrônico for intimada da decisão. “O Ministério Público obteve decisão no juízo de primeiro grau que acata parcialmente o requerimento, exigindo da Americanas fixação de prazo preciso para efetuar entrega de suas mercadorias, respeitando-o e disponibilizando tal prazo em sua página virtual”, afirmou o comunicado. De acordo com a nota, a decisão também prevê multa de R$ 500,00 por violação.

“Com a decisão da Justiça, além do cumprimento dessa exigência, a empresa deve abster-se de realizar vendas por meio do site até que todas as entregas prometidas sejam de fato realizadas”, completa a nota. (Equipe AE)

Ipad 2 começa a ser vendido sexta no Brasil. Vai custar entre R$ 2.000 e R$ 2.400,00

LINK do Estadão:

Os iPads 2 já estão nas lojas brasileiras e agora é só aguardar o aval da Apple para que as vendas da segunda versão do tablet comecem de vez no Brasil. O Link entrou em contato com algumas revendedoras da Apple que confirmaram: o iPad 2 deve começar a ser vendido neste final de semana em lojas brasileiras — provavelmente na sexta-feira, 27 — quase dois meses depois da homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Oficialmente a Apple não comenta o lançamento do iPad 2 no Brasil. Mas um vendedor confirmou à reportagem que os aparelhos “já haviam chegado” e “estavam no estoque” à espera do aval da Apple para o início das vendas. A expectativa é que o anúncio seja feito com pompa, como é de costume, e lojas abrindo especialmente à meia-noite e filas com consumidores ansiosos para comprar o seu produto.

O iPad 2 tem um processador mais rápido, é mais fino, tem câmera frontal e outras novidades. A nova versão foi apresentada em 2 de março por Steve Jobs e está a venda nos Estados Unidos há dois meses e meio. Lá o aparelho custa entre US$ 500 e US$ 830, dependendo do modelo e capacidade — o iPad 2 tem os mesmos preços da primeira versão do tablet.

Não se sabe ainda se a Apple adotará a mesma política de preços no Brasil. Os vendedores procurados pela reportagem não souberam dizer quais serão os preços do iPad 2. Atualmente a primeira versão custa a partir de R$ 1.300 (16 GB e Wi-Fi) no Brasil. O valor, que antes era de R$ 1.650, foi reduzido após o lançamento da segunda versão nos EUA.

No site da loja da Apple no Brasil, porém, só é possível encontrar as versões 64 GB Wi-Fi (R$ 2.000), 32 GB Wi-Fi+ 3G (R$ 2.100) e 64 GB Wi-Fi + 3G (R$ 2.400).

O iPad 2 já é vendido no Brasil de forma extraoficial — os preços vão de R$ 1,8 mil a R$ 3,5 mil