Venda de imóveis no país despenca em 2011

Algumas das maiores construtoras do país venderam menos imóveis novos no primeiro semestre deste ano que no mesmo período de 2010, informa reportagem de Carolina Matos para a Folha.

É o que mostram os balanços das empresas divulgados nesta semana.

A Rossi foi a que teve o maior percentual de redução (26%), seguida por Gafisa (22,1%), Cyrela (10,6%) e MRV (0,6%). A Tecnisa não informou os dados referentes a número de unidades.

Ontem, as ações da Rossi, Gafisa e Cyrela lideraram as baixas do Ibovespa, o principal índice da Bolsa do país.

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Redes Sociais ajudam a vender

Renato Cruz – O Estado de S.Paulo

Muita gente fala sobre o protagonismo do Brasil em mídias sociais. Segundo a empresa de pesquisas de mercado comScore, 79,1% dos usuários brasileiros de internet visitaram o Orkut em junho, serviço em que o País é líder. Cinquenta e dois por cento usaram o Facebook e 27% o Twitter. Nos microblogs, o Brasil fica atrás somente da Holanda, em que 31,1% utilizaram o Twitter em junho.

Diante desse cenário, as empresas querem que sua presença nas redes sociais deixe de ser somente um canal de relacionamento com os clientes para transformá-la numa ferramenta de negócios. Ainda no início no Brasil, o chamado “social commerce” já é uma realidade em outros países, como os Estados Unidos.

No mercado americano, uma empresa chamada Payvment é a principal fornecedora de tecnologia para lojas no Facebook. Recentemente, ela lançou um shopping center virtual que reúne mais de 60 mil lojas, criadas por terceiros com o seu aplicativo.

“A expectativa é que, até 2015, o social commerce alcance um faturamento anual de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos, o equivalente a 15% do comércio eletrônico americano”, disse Gabriel Borges, fundador da LikeStore, que se inspirou em serviços internacionais como a Payvment para criar uma ferramenta de loja virtual no Facebook para brasileiros. “Nos EUA não é modinha, já pegou.”

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MRV vende condomínio que está atrasado como se as obras estivessem avançadas

A construtora MRV está distribuindo panfletos publicitários atraindo potenciais consumidores a comprarem as últimas unidades do condomínio Nimbus, em Nova Parnamirim.

Até aí tudo bem. Mas havemos de recordar posts anteriores aqui no Blog, que a mesma empresa se tornou pesadelo para muita gente em virtude, justamente, de atrasos nas obras do citado complexo residencial.

Desde outubro do ano passado que a MRV deveria ter entregue as primeiras unidades do Nimbus, e acabou frustrando os planos de muita gente. Até as alegrias de um casamentos foram minimizadas porque os noivos ficaram sem o teto prometido no primeiro prazo pela MRV.

A indignação chegou ao Twitter com direito a perfil, o @mrv_saiadessa, um canal de protestos que acolheu e amplificou as denúncias de quem se sentiu lesado pela construtora.

Pasmem, pois, que nesse panfleto recebido hoje num sinal pelo blog, a MRV ainda diz que as obras estão avançadas, confesso que não entendi a propaganda. Se as obras estão atrasadas quase um ano, como pode elas estarem avançadas?

Vejam o panfleto recebido hoje pelo blog dizendo que a promoção é válida até 31/07/2011:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcelo disse:

    Novamente a MRV está me cobrando parcelas de códigos IN 01, IN 02 e IN 03, que foram pagas no ano de 2010 para a Caixa Econômica Federal através de depósito em conta, referentes a juros de fase de obras do empreendimento, que por um erro do banco com as contas 001 e 012, acabaram cobrando também da MRV, como se eu não estivesse efetuado o pagamento, sendo assim, as parcelas foram pagas para a Caixa Econômica Federal duas vezes. No ano de 2011 a MRV me cobrou as parcelas citadas, e consegui resolver o problema enviando os comprovantes de depósitos para a central de relacionamentos e também comparecendo a Caixa Econômica Federal, a qual reconheceu o erro e disse que ressarciu para a construtora MRV o valor pago por ela, ficando assim, tudo resolvido. Agora este ano de 2014, essas parcelas apareceram novamente no meu extrato on line do site da MRV, e estão sendo cobradas novamente, por isso enviei para a central de relacionamentos da construtora os comprovantes , e solicitei "novamente" a baixa dessas parcelas.
    Gostaria de dizer a MRV, que se houve erro no banco Caixa Econômica Federal, a culpa não foi minha e não posso ser responsabilizado por isso, e como que em 2011 vocês deram baixa nas parcelas resolvendo o problema e agora cobram novamente? A partir do momento em que apresentei os comprovantes de depósitos provando que fiz a minha parte, se a MRV não foi ainda ressarcida pelo pagamento em duplicidade, a mesma tem que resolver com o banco e não comigo, pois não vou pagar por duas vezes essas parcelas.

  2. […] 27/07/2011, o blog já havia noticiado os problemas da MRV com seus clientes. Veja o post. Postado em: 10/02/2012 às 12:01 Deixe seu comentário Tweet stLight.options({ […]

  3. diego_euro disse:

    ENTREGUEI TODA DOCUMENTAÇAO E O CHEQUE CALCAO PARA O CORRETOR E UMA SEMANA ANTES DE ASSINAR O TERMO DE COMPROMISSO DE COMRPA E VENDA DESISTI DA COMPRA, FELIZMENTE, POIS ENCONTREI UM OUTRO APTO. DE UMA CONSTRUTORA NATALENSE QUE ESTÁ CUMPRINDO O PRAZO ATÉ O MOMENTO NAS OBRAS.

    QUEM COMPROU, POIS CONHEÇO VÁRIOS, JA SE ARREPENDERAM, PORTANTO, NAO ACONSELHO A NINGUEM ADQUIRIR UM IMOVEL DESTA CONSTRUTORA.

Brasil na briga pelo 3º lugar no mercado mundial de carros

Cleide Silva – O Estado de S.Paulo

Enquanto a China lidera com folga a lista das nações que mais vendem automóveis no mundo, e os Estados Unidos se consolidam na segunda posição, quatro países, entre os quais o Brasil, disputam o terceiro posto. No primeiro quadrimestre, a diferença em vendas entre o terceiro colocado (Japão) e o sexto (Brasil) é de apenas 216 mil carros. No meio dos dois estão Índia e Alemanha.

Depois de encerrar 2010 como quarto maior mercado mundial, com vendas de 3,5 milhões de veículos, o Brasil caiu para a sexta posição no resultado acumulado de janeiro a abril deste ano, com 1,114 milhão de veículos. O Japão, que ainda enfrenta as dificuldades do terremoto de março, está em terceiro lugar, com 1,33 milhão de unidades. A Índia aparece em quarto, com 1,179 milhão de unidades.

Na quinta posição está a Alemanha, com 1,133 milhão, apenas 19 mil carros à frente do Brasil. O país europeu, que em 2010 ficou na quinta colocação geral, cresce a um ritmo de quase 12% em relação aos primeiros quatro meses de 2010, enquanto o Brasil cresce 4,6%. A Índia está crescendo quase 19% e os EUA, 19,4%. A China, que conquistou o topo do ranking em 2009, tem resultados 6% superiores aos do ano passado.

O Japão é o único entre os seis maiores mercados a registrar queda de 28,2% neste ano. As principais montadoras do país asiático ainda enfrentam escassez de componentes para a produção depois que o terremoto e o tsunami destruíram várias fábricas de fornecedores.

Japão. Na opinião de Michael Hanley, líder global da área automotiva da Ernest & Young, o Japão sofrerá as consequências da tragédia natural ocorrida no início do ano, mas a partir de 2012 deve se recuperar. “Já a América do Norte e alguns países da Europa estão em recuperação, mas ainda não devem chegar aos níveis de antes da crise de 2008 e 2009”, diz o especialista.

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Americanas.com proibida de vender no RJ

Estadão

O site de comércio eletrônico Americanas.com ficará impedido de realizar novas vendas no Estado do Rio de Janeiro até a regularização das entregas dos pedidos já realizados pelos clientes. Segundo nota à imprensa do Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça (TJ) aceitou pedido do MP, que passará a valer a partir do dia em que a empresa de comércio eletrônico for intimada da decisão. “O Ministério Público obteve decisão no juízo de primeiro grau que acata parcialmente o requerimento, exigindo da Americanas fixação de prazo preciso para efetuar entrega de suas mercadorias, respeitando-o e disponibilizando tal prazo em sua página virtual”, afirmou o comunicado. De acordo com a nota, a decisão também prevê multa de R$ 500,00 por violação.

“Com a decisão da Justiça, além do cumprimento dessa exigência, a empresa deve abster-se de realizar vendas por meio do site até que todas as entregas prometidas sejam de fato realizadas”, completa a nota. (Equipe AE)

Ipad 2 começa a ser vendido sexta no Brasil. Vai custar entre R$ 2.000 e R$ 2.400,00

LINK do Estadão:

Os iPads 2 já estão nas lojas brasileiras e agora é só aguardar o aval da Apple para que as vendas da segunda versão do tablet comecem de vez no Brasil. O Link entrou em contato com algumas revendedoras da Apple que confirmaram: o iPad 2 deve começar a ser vendido neste final de semana em lojas brasileiras — provavelmente na sexta-feira, 27 — quase dois meses depois da homologação pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Oficialmente a Apple não comenta o lançamento do iPad 2 no Brasil. Mas um vendedor confirmou à reportagem que os aparelhos “já haviam chegado” e “estavam no estoque” à espera do aval da Apple para o início das vendas. A expectativa é que o anúncio seja feito com pompa, como é de costume, e lojas abrindo especialmente à meia-noite e filas com consumidores ansiosos para comprar o seu produto.

O iPad 2 tem um processador mais rápido, é mais fino, tem câmera frontal e outras novidades. A nova versão foi apresentada em 2 de março por Steve Jobs e está a venda nos Estados Unidos há dois meses e meio. Lá o aparelho custa entre US$ 500 e US$ 830, dependendo do modelo e capacidade — o iPad 2 tem os mesmos preços da primeira versão do tablet.

Não se sabe ainda se a Apple adotará a mesma política de preços no Brasil. Os vendedores procurados pela reportagem não souberam dizer quais serão os preços do iPad 2. Atualmente a primeira versão custa a partir de R$ 1.300 (16 GB e Wi-Fi) no Brasil. O valor, que antes era de R$ 1.650, foi reduzido após o lançamento da segunda versão nos EUA.

No site da loja da Apple no Brasil, porém, só é possível encontrar as versões 64 GB Wi-Fi (R$ 2.000), 32 GB Wi-Fi+ 3G (R$ 2.100) e 64 GB Wi-Fi + 3G (R$ 2.400).

O iPad 2 já é vendido no Brasil de forma extraoficial — os preços vão de R$ 1,8 mil a R$ 3,5 mil