A noite deste sábado (8) foi de muita tensão em Patu, região Oeste. Bandidos anunciaram assalto ao supermercado da Rede Oeste e fizeram reféns o proprietário do estabelecimento, esposa e alguns funcionários.
Policiais da Força Tática de Caraúbas e Pau dos Ferros estiveram no local para auxiliar nas negociações. Três funcionários foram libertados e por fim a policia conseguiu fechar o cerco, os assaltantes decidiram se entregar . Os últimos reféns a serem libertados foram o proprietário e sua esposa.
A polícia não confirma quantos assaltantes participaram da ação, um tentou empreender fuga e foi preso, ainda não foi confirmar o total, se havia outro assaltante que conseguiu efetuar a fuga. A polícia encerrou a ação com dois presos, e realiza diligências na área.
Assim que foi encerrada a ação, populares tentaram linchar os assaltantes, policiais tiveram certo trabalho para acalmar os ânimos dos mais exaltados.
Uma senhora precisou ser atendida no posto médico, filho do proprietário que estava com alguns machucados, também precisou de cuidados médicos, mas nada de grave em ambos os casos.
Uma consulta pública lançada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.
De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol –forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.
Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.
A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade. Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.
Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001. “Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”
BOM-SENSO
Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.
“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.
O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.
A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.
“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”
Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.
“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”
A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.
Com a divulgação de estudo em que o Brasil aparece em segundo lugar em número de usuários de crack e cocaína do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, especialistas na área de saúde apontam para reflexão sobre as políticas antidrogas adotadas no país.
Especialista em dependência química e integrante da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), o psiquiatra Carlos Salgado ressalta a ênfase dada ao modelo ambulatorial por parte das políticas públicas, deixando, em segundo plano, o tratamento com internação. A demanda por mais vagas para internação acentuou-se com o consumo do crack, já que a droga deixa os usuários em situações de extrema gravidade, avalia o psiquiatra.
Salgado acredita que os cuidados ambulatoriais são úteis para parte dos usuários, porém a ênfase nesse tipo de tratamento é uma “política ingênua”. “Pensam que a dependência química é uma questão de escolha de vida e que não precisa de grandes investimentos. O que temos tido é uma visão que aplica uma ideologização da liberdade. O sujeito é livre pra usar drogas e quando precisar vai para o ambulatório,” disse o médico.
Em dezembro do ano passado, o governo federal lançou programa de combate ao crack, que prevê, entre outras ações, criação de enfermarias especializadas nos hospitais da rede pública e leitos exclusivos para internação de curta duração, crises de abstinência e casos de intoxicações graves de usuários de drogas. Estão previstos investimentos de R$ 4 bilhões até 2014. O psiquiatra destaca o início dos investimentos do governo na abertura de vagas para internação, porém argumenta que o orçamento voltado para a saúde é insuficiente para preencher todas as lacunas.
Perguntado sobre tratamentos adotados em outros países que poderiam ser implantados no Brasil, Salgado assegura que o país tem condições de criar modelos adequados para todos os níveis de dependência química e que não precisa seguir nenhum outro adotado no exterior. “Na rede privada, o Brasil oferece tratamentos, em todos os níveis de dependência, iguaizinhos ou até melhores dos que ocorrem nos países mais ricos do mundo. O Brasil sabe muito sobre dependência química, mas o Poder Público resolveu ouvir pessoas que pensam de forma ingênua.”
O levantamento do Instituto Nacional de Pesquisa de Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas (Inpad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aponta baixo índice, menos de 10%, de busca dos usuários de cocaína e crack por tratamento.“O acesso é muito difícil no Brasil e a qualidade do tratamento é muito precária. Então, é isso que a gente tem que mudar, nós temos que criar um sistema que realmente funcione”, disse o psiquiatra e organizador do estudo, Ronaldo Laranjeira, durante a divulgação dos dados.
O Brasil atingiu hoje (8) a marca de 20 medalhas de ouro nas Paralímpiadas de Londres, superando os 16 ouros registrados nos Jogos de Pequim em 2008.
A seleção brasileira de futebol de cinco venceu a França por 2 a 0 na final. Os gols foram marcados por Bill e pelo francês Martin Baron (gol contra). Na estreia dos jogos de Londres, as duas equipes se enfrentaram e fecharam o placar em 0 a 0.
A brasileira Shirlene Coelho conquistou o ouro no lançamento de dardo F37/38 . Além de registrar a melhor marca da prova, a atleta bateu o recorde mundial na categoria com 37,86m – a marca anterior, de 35,95m, também era de Shirlene.
Na categoria bocha BC2, Maciel Sousa Santos venceu o chinês Zhiqiang Yan por 8 a 0 e também conquistou a medalha de ouro. Na bocha BC4, Dirceu Jose Pinto venceu o chinês Yuansen Zheng e garantiu seu segundo ouro na competição.
Na natação, o brasileiro Daniel Dias ficou em primeiro lugar nos 100m estilo livre S5 com o tempo de 1m09s35. Esse é o sexto ouro do atleta na competição de Londres e a 15ª medalha dele na história das paralimpíadas.
Neste ano, a divulgação, antes da votação, dos doadores de campanha é uma novidade. A decisão de colocar na internet o nome dos doadores foi tomada pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, com base na Lei de Acesso à Informação.
De acordo com os dados divulgados pelo TSE, os seis candidatos a prefeito de Natal arrecadaram, nos primeiros dois meses de campanha exatos R$ 2.628.198,84. Em primeiro lugar está o deputado estadual Hermano Morais, (PMDB). Ele recebeu a doação do diretório estadual no valor de R$ 1.664.600, em segundo aparece o candidato Carlos Eduardo (PDT), que conseguiu arrecadar R$ 547.600,00.
Conheça os doadores das Campanhas Eleitorais
HERMANO MORAIS
Arrecadou R$ R$ 1.664.600,00
A doação foi integralmente do diretório estadual do PMDB
CARLOS EDUARDO
Arrecadou R$ 547.600,00
Doadores
Agnelo Alves R$ 30.000
Agnelo Alves Filho R$ 30.000
Cedro Empreendimentos E Administrações Ltda – Epp R$ 4.000
Celina Aparecida Nunes Alves R$ 10.000
Direção Estadual/Distrital R$ 157.000
Direção Estadual/Distrital R$ 97.000
Escala Engenharia Ltda R$ 30.000
Homero Grec Cruz Sá R$ 5.000
Jorge Luiz Da Cunha Dantas R$ 8.600
José Luiz Nunes Alves R$ 30.000
Júlia Ferreira Lopes R$ 11.000
Posto Cohabinal Ltda R$ 50.000
RAF Comunicação eMarketing Ltda R$ 40.000
Ricardo José Santana Siminea – Me R$ 15.000
Rogério Nurmberger Nunes R$ 30.000
ROGÉRIO MARINHO
Arrecadou R$ 219.120,00
Doadores
Brick Empreedimentos Imobiliarios Ltda R$ 1.500
Cristiane Simonetti Marinho R$ 5.000
Direção Nacional R$ 50.000
Emilson Medeiros Dos Santos R$ 5.000
Emilson Medeiros Dos Santos R$ 5.000
Heloisa Maria Dantas Tinoco R$ 5.000
José Lucio Ribeiro R$ 1.000
José Lucio Ribeiro R$ 2.000
José Lucio Ribeiro R$ 1.000
José Lucio Ribeiro R$ 2.000
Lucyleia Maria de Azevedo R$ 5.000
Luizete Medeiros dos Santos R$ 5.000
Mario Benedito Fernandes de Oliveira R$ 5.000
Mirza Medeiros dos Santos R$ 5.000
Paulo Coelho de Medeiros R$ 20.000
Paulo Coelho de Medeiros R$ 4.000
Paulo Coelho de Medeiros R$ 6.000
Roberto Dantas Da Silveira R$ 5.000
Rogerio Simonetti Marinho R$ 5.000
Rogerio Simonetti Marinho R$ 46.000
Rogerio Simonetti Marinho R$ 3.000
Rogerio Simonetti Marinho R$ 19.900
Rogerio Simonetti Marinho R$ 5.000
Silvio de Araujo Bezerra R$ 2.500
Unigrafica – Grafica E Editora Ltda R$ 220
Valeria Cristina Simonetti Marinho Da Silveira R$ 5.000
FERNANDO MINEIRO
Arrecadou R$ R$ 188.478,84
DOARES
Comitê Financeiro Municipal R$ 137.478
Carlos Alberto Freire Medeiros R$ 40.000
Direção Estadual/Distrital R$ 5.000
Fernando Wanderley Vargas da Silva R$ 5.000
Fernando Wanderley Vargas da Silva R$ 10.000
ROBÉRIO PAULINO
Gastou R$R$ 7.900,00
Doadores
Joao Paulino da Silva R$ 3.000
Julio Ramon Teles Da Ponte R$ 200
Marcelo Milan R$ 100
Maria Regina de Avila Moreira R$ 600
Robério Paulino Rodrigues R$ 4.000
Se a pesquisa da Escola de Medicina da Universidade de Washington se provar correta, a falta de sono poderá ser um indicador precoce da doença
Problemas com o sono podem ser um sinal precoce do Mal de Alzheimer. É o que sugere a Escola de Medicina da Universidade de Washington, com base em pesquisas com camundongos. A espécie dorme, geralmente, 40 minutos durante cada hora do dia. Um teste da instituição mostrou, porém, que a média cai para meia hora no momento em que a doença começa a se desenvolver.
Os pesquisadores acreditam que o processo se deva a uma maior produção de proteína beta-amilóide, que produz as placas da patologia e modifica os hábitos noturnos. Para confirmar a hipótese, os cientistas deram uma vacina contra a substância em um grupo de camundongos. Não foram desenvolvidas placas no cérebro e os padrões de sono permaneceram normais.
— Se as alterações do sono começam no início do curso da doença, as mudanças podem nos fornecer um sinal facilmente detectável do problema — afirma David Holtzman, autor do estudo. — Quando formos tratar os pacientes antes de um maior desenvolvimento da patologia, os problemas na hora de dormir poderão indicar rapidamente se o método usado é eficiente ou não.
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai realizar na próxima terça-feira (11) uma audiência de conciliação para discutir a adoção de livros de Monteiro Lobato pela rede pública de ensino. O caso chegou ao STF por meio de um mandado de segurança apresentado pelo Instituto de Advocacia Racial (Iara) e pelo técnico em gestão educacional Antônio Gomes da Costa Neto. Ambos afirmam que a obra de Monteiro Lobato tem “elementos racistas”.
Em 2010, o Conselho Nacional de Educação (CNE) determinou que a obra Caçadas de Pedrinho não fosse mais distribuída às escolas públicas por considerar que ela apresentava conteúdo racista. O conselho apresentava trechos da obra para justificar o veto à obra: “Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão.”
Em seguida, o Ministério da Educação (MEC) recomendou que o CNE reconsiderasse a determinação. O conselho decidiu então anular o veto e indicar que as próximas edições do livro viessem acompanhadas de uma nota técnica que instruísse o professor a contextualizar a obra ao momento histórico em que ela foi escrita.
Com o mandado de segurança, o Iara pretende anular a última decisão do CNE. Eles pedem ainda a “imediata formação e capacitação de educadores” para que a obra seja utilizada “de forma adequada na educação básica”. No mandado de segurança, eles afirmam que o livro Caçadas de Pedrinho é utilizado como “paradigma” e que essas regras devem nortear a aquisição, pela rede pública de ensino, de qualquer livro literário ou didático que contenham “qualquer forma de expressão de racismo cultural, institucional e individual”.
Há poucos instantes quatro presos fugiram pelo teto do Complexo Penal João Chaves, na Zona Norte de Natal. A informação foi dada por um Policial Militar que preferiu não ser identificado
De acordo com o PM, o seis detentos escalaram as paredes e arrombaram o teto, correram pela lateral do prédio e pularam o muro.Os nomes dos fugitivos não foram divulgados.
O blog tentou confirmar a informação com Coordenadoria de Administração Penitenciária (COAPE), mas os telefone estão desligados. O Blog conversou com vice-diretor do Complexo Penal Dr. João Chaves, Rodinelle Victor dos Santos, mas ele informou ao BG que não poderia nos dá nenhum tipo de informação.
A Polícia Militar está em diligência na região para tentar recapturar os fugitivos
O Rio de Janeiro vai receber amanhã (9), em Londres, a bandeira paralímpica, já que a cidade sediará os próximos Jogos Paralímpicos, em 2016. A bandeira será entregue à capital fluminense durante a cerimônia de encerramento dos Jogos de Londres.
Para marcar a passagem da bandeira, os brasileiros prepararam um show de dança e música, de oito minutos, que vai reunir artistas como Carlinhos Brown e a banda Paralamas do Sucesso. Está prevista ainda a participação dos bailarinos brasileiros Thiago Soares e Roberta Marquez, que integram o Royal Ballet de Londres e que vão dançar com bailarinas cegas da Associação de Ballet e Artes para Cegos.
Haverá ainda a participação de um grupo de dança sobre cadeira de rodas e dos atletas paralímpicos Daniel Dias que, somente em Londres, ganhou cinco medalhas de ouro na natação, e Ádria dos Santos.
Ontem (7), no mesmo dia em que o Brasil comemorou 190 anos de independência, foi iniciada a contagem regressiva para os Jogos do Rio, que ocorrerão entre os dias 7 e 18 de setembro de 2016. Um evento para marcar os quatro anos que faltam para o início das Paralimpíadas Rio 2016 foi realizado no espaço Casa Brasil, montado em Londres para promover o país durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos deste ano.
O evento reuniu o vice-presidente da República, Michel Temer, o governador fluminense, Sérgio Cabral, e o presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Philip Craven. “Os Jogos Paralímpicos deixarão no Rio, além do legado da mobilidade urbana, um impacto positivo na autoestima, de superação e na política para pessoas com deficiência”, disse o governador, segundo nota divulgada pelo Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016.
Os Jogos Paralímpicos do Rio serão realizados logo depois dos Jogos Olímpicos, que ocorrem entre 5 e 21 de agosto de 2016, e contarão com cerca de 4.200 atletas de mais de 150 países.
A competição na capital fluminense terá a inclusão de dois novos esportes, o paratriatlo e a paracanoagem, e totalizará 22 modalidades. A expectativa é que 5.500 jornalistas, 30 mil voluntários e 2 milhões de espectadores estejam presentes no evento.
A Campanha de Nacional de Vacinação contra Aftosa de 2012 alcançou resultados bastante positivos neste primeiro semestre, segundo avaliação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Dados parciais do Departamento de Saúde Animal (DSA), mostram que foram imunizados 165.300.924 animais, entre bovinos e bubalinos (búfalos), representando 97,85% do rebanho brasileiro de 22 estados e do Distrito Federal.
Este resultado supera o de igual período do ano passado (que foi de 97,4%) e deverá crescer nos próximos dias, quando serão agregados os números da campanha de vacinação no Pará e Minas Gerais, tradicionais regiões criadoras. A vacinação garante a boa qualidade da carne consumida internamente, atende às exigências do mercado internacional e busca tornar o Brasil livre da aftosa, o que eleva a competitividade dos produtores nacionais do setor.
A primeira etapa da campanha teve início no mês de março, prosseguindo nos meses de abril a junho, sendo que a maior parte dos estados vacinou seus rebanhos no mês de maio.
Atualmente, a zona livre da febre aftosa com vacinação é composta por 16 estados e do Distrito Federal. Santa Catarina é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como zona livre de febre aftosa sem vacinação desde maio de 2007 e, portanto, não participa da campanha.
No início da tarde deste sábado (8), o policial militar Algarim Medeiros da Silva foi morto. Ele estava à paisana na rua Santa Luzia, na Vila Paraíso, e recebeu três disparos de um grupo ainda não identificado. Ele morreu antes de chegar ao hospital Santa Catarina. A Polícia Militar está em diligências para encontrar os criminosos. Algarim Medeiros da Silva estava na Polícia Militar desde 2000 e ele era praça do destacamento de São Gonçalo do Amarante.
De acordo com informações preliminares, Algarim Medeiros não estava de serviço e caminhava pelas ruas da Vila Paraíso. Bandidos em um carro não identificado efetuaram três disparos, atingindo o pescoço, o abdômen e a virilha. Algarim Medeiros chegou a ser socorrido, mas chegou sem vida ao hospital Santa Catarina.
Em menos de 24 horas é o segundo homicídio envolvendo um PM na Grande Natal.Na noite desta sexta-feira (7), o subtenente da reserva José Gomes Sobrinho, de 56 anos, foi morto por um homem ainda não identificado em Parnamirim, após uma briga de bar. Ninguém foi preso.
Agora você tem uma comprovação cientifica e de quebra, um excelente argumento para assistir suas séries favoritas várias vezes. De acordo com pesquisa, relaxar em “mundo de ficção” já conhecido ajuda a executar tarefas complicadas com mais eficiência.
Você precisa fazer uma tarefa complicada, mas está mentalmente exausto? Esqueça as bebidas energéticas e o café. Sente no sofá e sintonize naquela maratona de antigos episódios de Friends, Seinfeld, Chaves ou qualquer que seja o seu programa de TV favorito.
Vai funcionar. Pelo menos é o que afirma um estudo elaborado pela Universidade de Buffalo, nos EUA, que concluiu que pessoas que haviam assistido a alguma reprise de seus programas favoritos – ou visto novamente um filme – executavam de maneira mais eficiente tarefas maçantes ou complicadas.
Segundo o estudo, assistir ou interagir com algo familiar renova a energia mental, dando o impulso necessário para realizar essas tarefas – não deixa de ser uma boa notícia para os canais de TV a cabo que insistem em encher a programação com reprises.
Resultado: Pessoas que realizam tarefas complicadas têm mais propensão a assistir a reprises de programas de TV favoritos ou reler livros. Os resultados demonstram que isso ajuda a restaurar os níveis de energia mental exigidos para a execução de tarefas.
De acordo com o pesquisador Jaye Derrick, que elaborou o estudo, tarefas complicadas consomem todas as reservas mentais de autocontrole emocional e disciplina.
“Com o esgotamento dessas reservas, a pessoa fica com menos energia para executar outro trabalho. Com o tempo essas reservas são restauradas, mas há meios de acelerar o processo”, disse Derrick.
“A pessoa que assiste a uma reprise de um programa favorito não precisa fazer esforço para pensar, falar ou mesmo fazer algo. Mas ao mesmo tempo ela está ‘interagindo’ com os personagens. Isso renova a energia.”
Resumindo: a pessoa conhece tão bem um episódio da sua caixa com os DVDs da terceira temporada de Lost que já sabe de antemão o que os personagens vão dizer ou fazer – o que pode acabar com o suspense, mas também evita pensar e não necessariamente estraga a diversão.
O estudo foi publicado na revista Social Psychological and Personality Science. Nele, o autor descreve que realizou dois experimentos para elaborar sua teoria de “mais reprises, mais energia.”
No primeiro, foram selecionaram 205 participantes. Eles foram divididos em dois grupos. O primeiro teve que completar uma tarefa complicada, que exigia bastante esforço mental. O segundo grupo teve que executar um trabalho que exigia menos esforço.
Em seguida, os dois grupos foram novamente divididos. Alguns participantes de cada grupo original tiveram que escrever um texto listando itens que podiam ser encontrados em seus quartos. Os da outra metade tiveram que escrever sobre seus programas de TV favoritos.
Com as ‘redações’ à mão, o pesquisador observou que a metade dos participantes que havia realizado a tarefa complicada e teve que escrever sobre TV, em vez de itens no quarto, discorreu mais do que o grupo que realizou a tarefa mais fácil.
Os resultados, segundo o estudo, indicaram que esses participantes foram se ‘refugiar’ mentalmente em seus programas de TV favoritos após realizarem a tarefa complicada.
Ao mesmo tempo, aqueles que discorreram mais longamente sobre seus programas favoritos demonstraram que restauraram mais rapidamente seus níveis de energia. Isso permitiu que eles executassem mais eficientemente a próxima tarefa: a montagem de um quebra-cabeça complicado.
No segundo estudo, 86 diferentes participantes tiveram que elaborar um diário. Nele, eles relataram tarefas diárias que exigiam esforço e sua disposição a cada dia.
Quando os diários foram analisados, Derrick observou que os participantes que haviam executado tarefas que exigiam esforço eram mais propensos a rever algum episódio de um seriado ou filme antigo, ou até mesmo reler um livro.
“Em outras palavras: houve um efeito restaurador provocado por um mundo familiar de ficção,” disse Derrick.
Mas tudo isso, segundo o estudo, não significa que as pessoas devem ficar ‘vegetando’ em frente ao televisor.
“O efeito restaurador que encontrei acontece especificamente quando a pessoa assiste novamente a um mesmo episódio ou programa favorito. Só ver o que está na televisão não restaura a energia. E, talvez surpreendentemente, assistir a um novo episódio de um programa de televisão pela a primeira vez que não fornece o mesmo benefício”, disse Derrick.
Segundo o pesquisador, reprises de seriados e filmes e releituras podem ser mais eficientes para restaurar energia que interação social – ou como se ficar em casa revendo velhos DVDs fosse mais relaxante do que sair no bar com os amigos.
“A interação social traz resultados positivos, mas o intercâmbio humano também pode produzir um sentimento de exclusão, rejeição e ostracismo, o que pode diminuir a força de vontade”, conclui o estado.
Um princípio de incêndio por volta das 9h40 deste sábado (8) em uma residência situada na rua Alto da Boa Vista, próximo a Avenida Pompéia, Zona Norte de Natal, resultou em queimaduras nas mãos de uma senhora, cuja identidade não foi revelada.
De acordo com a Central de Gerenciamento de Emergência e Defesa Civil do Corpo de Bombeiros (CEGED), a vítima foi rapidamente socorrida por uma ambulância dos bombeiros até o hospital Santa Catarina e passa bem.
Segundo relatório da Ceged, a origem do incêndio ainda é desconhecida. No imóvel foram constatados apenas danos materiais, sem gravidade. Outra pessoa que estava na residência no momento da ocorrência, não sofreu ferimentos.
A perda de floresta tropical pode afetar pessoas a milhares de quilômetros de distância, de acordo com um novo estudo. O desmatamento pode causar uma grave redução das chuvas nos trópicos, com graves consequências para as pessoas, não só nesta região, mas em áreas vizinhas, disseram pesquisadores da Universidade de Leeds, na Inglaterra, e do Centro de Ecologia e Hidrologia do Conselho de Pesquisa Ambiental Britânico.
O ar que passa sobre grandes áreas de floresta tropical produz pelo menos duas vezes mais chuva do que o que se move através de áreas com pouca vegetação. Em alguns casos, florestas contribuem para o aumento de precipitação a milhares de quilômetros de distância, de acordo com o estudo publicado na revista Nature.
Considerando as estimativas futuras de desmatamento, os autores afirmam que a destruição da floresta pode reduzir as chuvas na Amazônia em 21% até 2050 durante a estação seca.
“Nós descobrimos que as florestas na Amazônia e na República Democrática do Congo também mantêm a precipitação nas periferias destas bacias, ou seja, em regiões onde um grande número de pessoas depende dessas chuvas para sobreviver”, disse o autor do estudo, Dominick Spracklen, da Escola sobre a Terra e o Ambiente da Universidade de Leeds.
“Nosso estudo sugere que o desmatamento na Amazônia ou no Congo poderia ter conseqüências catastróficas para as pessoas que vivem a milhares de quilômetros de distância em países vizinhos.”
Antes de rotular um estudante como um aluno-problema, educadores devem investigar as razões do baixo desempenho, que, muita vezes, se torna empecilho para o avanço da turma e do seu próprio desenvolvimento social e intelectual. Alunos que apresentam problemas de rendimento e socialização devem ser acompanhados por orientadores educacionais e terem seu histórico escolar investigado para que haja um conhecimento mais aprofundado sobre seu perfil enquanto estudante.
Para a orientadora educacional da escola Pastor Dohms de Porto Alegre (RS), Vera Arlete Pereira, independentemente da idade do aluno, é necessário que haja um atendimento diferenciado. “Em caso de hiperatividade, é necessário que o aluno seja ocupado com mais atividades que o instiguem. No caso de um aluno com déficit de aprendizado, o professor deve se adequar às necessidades, não o excluindo da turma”, recomenda. Na visão de Vera, é essencial que esse estudante se sinta integrado. “Esse aluno não deve ser afastado. Uma opção é que ele seja escolhido como ajudante do professor, por exemplo. O aluno deve se sentir parte ao grupo”, destaca.
Em casos de grandes desvios de aprendizado ou conduta é necessária a intervenção dos pais. Segundo Vera, é importante que haja um diálogo aberto entre pais e escola. “A questão dos limites deve ser trabalhada. A sintonia entre escola e família ajuda o aluno a assimilar a conduta correta, tornando o processo mais natural”, diz.
Vera ressalta ainda que não existem casos perdidos. Mas que o apoio da família é essencial. Orientador educacional e ex-Coordenador de Programas para Juventude do Governo do Estado de São Paulo, Maurício Sampaio observa que tanto pais quanto educadores devem evitar rotular uma criança. Taxá-la como “problemática” pode acabar por influenciá-la e, assim, afetar sua autoestima e consequentemente levá-la a perder o interesse. Por fim, o aluno pode apresentar mais problemas de aprendizado e sociabilidade.
“A ‘criança-problema’ é o aluno com desvios comportamentais, dificuldades de foco e aprendizado, mas isso não significa que ela tenha uma anomalia. Pode ser apenas desinteresse pela matéria ou professor”, destaca. Contudo, acrescenta Sampaio, problemas sociais e familiares também devem ser levados em conta. “A falta de afeto influi nesse quadro. Atenção e carinho são essenciais. Uma criança com problemas de aprendizado pode se rebelar, apresentando problemas para chamar a atenção. Problemas de sociabilidade e de aprendizado muitas vezes andam juntos. Para isso, feedback de pais e educadores é importante no processo para minimizar os problemas”, afirma Sampaio.
Bem como Vera, Sampaio aponta o diálogo como passo inicial para uma ajuda ao aluno. “Traçar metas e objetivos junto a ela é importante para que a criança veja suas melhorias”, explica. Porém, se todos esses cuidados não surtirem efeitos, Sampaio destaca a necessidade de um acompanhamento profissional. “Caso nenhuma das medidas ajude a criança, é necessária a procura de profissionais capacitados, como psicólogos, que podem diagnosticar problemas psicológicos e, por meio de acompanhamento ou medicação, ajudarem na melhora dessa criança”, frisa.
Ácido retinóico provoca uma alteração nas células danificadas do órgão, o que as tornam menos fortes para resistir ao tratamento. Descoberta pode levar a novos medicamentos
A vitamina A, encontrada em peixes, leite, queijo e ovos, torna o câncer de próstata mais suscetível à quimioterapia. É o que diz estudo da Universidade de York. Os pesquisadores descobriram que o ácido retinóico, presente na substância, provoca uma alteração nas células danificadas do órgão, o que as tornam menos fortes para resistir ao tratamento.
Segundo Norman Maitland, que lidera a pesquisa, a vitamina não combate diretamente o câncer.
— Podemos dizer que ela ajuda muito a enfraquecer as células cancerosas, de modo que facilita o trabalho da quimioterapia — afirma.
Os pesquisadores esperam que a descoberta permita uma melhor compreensão de como a substância pode ser eficaz contra a doença e o possível desenvolvimento de novos medicamentos.
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