Nota Potiguar agora indica o menor preço dos produtos

 A ferramenta busca estabelecimentos com os preços mais baratos por cidade e indica a localização. O serviço começa por combustível, mas outros produtos serão inseridos. Foto: Reprodução

Imagine precisar abastecer o automóvel e ter, à palma da mão, a localização exata do posto onde o preço do litro da gasolina, álcool ou diesel está mais barato. Isso já é possível no Rio Grande do Norte. O aplicativo Nota Potiguar já disponibiliza o serviço Menor Preço, que faz uma busca por cidade e localidade e identifica o estabelecimento com o menor valor por produto. Inicialmente, serão classificados os preços de combustíveis, mas, até o fim do mês, entrarão no aplicativo os valores de medicamentos.

O serviço está disponível desde a sexta-feira (6), quando uma nova versão do aplicativo Nota Potiguar foi atualizada. Para ter acesso, basta entrar no app, ir ao menu principal e selecionar a opção serviços. O usuário terá de configurar o serviço pelo município e selecionar o tipo de combustível. A ferramenta faz o ranking dos preços mais baixos do litro do combustível escolhido e, ao clicar no estabelecimento selecionado, o aplicativo mostra um mapa com a localização e rota mais próxima para chegar até o posto.

O modelo do serviço foi baseado em um sistema já adotado na Paraíba, mas foi aperfeiçoado para a realidade da Nota Potiguar, que já premia e oferece vantagens a quem pede para inserir o CPF na nota fiscal. Toda a informação sobre os valores dos produtos é obtida por meio da nota fiscal solicitada pelos usuários do aplicativo no momento das compras.

“Esse serviço é mais uma orientação para os usuários. A Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN) não tem nenhuma responsabilidade ou controle sobre esses preços ou os descontos relâmpagos que possam ser oferecidos pelos estabelecimentos. O que a ferramenta faz é analisar o preço mais baixo entre os documentos fiscais que foram solicitados pelos consumidores. Por isso, é importante pedir a nota”, explica a coordenadora de Informática da SET, Jane Araújo. Segundo ela, a estimativa é que mais produtos entrem na relação do Menor Preço, sendo incluídos medicamentos nos próximos 30 dias.

SOBRE A NOTA POTIGUAR

A campanha Nota Potiguar é uma inciativa do Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN), e integra o Programa de Educação Fiscal do RN e visa conscientizar o cidadão sobre a importância do recolhimento de tributos para manutenção de serviços públicos essenciais. Ao todo, são distribuídos todos os meses R$ 118 mil para os consumidores e R$ 159 mil para as instituições filantrópicas cadastradas com sorteios baseados nos números da Loteria Federal. A campanha já conta com mais de 147,1 mil usuários, que instalaram o aplicativo da campanha, 121 instituições cadastradas e 43,1 mil estabelecimentos. Nesse período, já foram processados através do programa mais de 7 milhões de documentos fiscais emitidos.

A campanha está no quarto mês de vigência e já premiou doze potiguares com prêmios totais de R$ 236 mil somente para os cidadãos. Além de dinheiro, a Nota Potiguar dá vantagens, como descontos no IPVA, ingressos para jogos de futebol e muito mais para quem solicita a inclusão do CPF no momento das compras. As informações dos usuários da campanha, tais com número de documentos, não são repassados a nenhum outro órgão e servem apenas para associar as compra a um participante e evitar filas para troca de bilhetes dos sorteios mensais, sendo tudo processado automaticamente.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Adalberto disse:

    Ingresso para que jogo de futebol se no RN não tem??

  2. Pedro Melo disse:

    Eu quero é ganhar essa bixiga !
    Ou tem que conversar com alguém?

Caixa corta juros do cheque especial e lança pacote de produtos com taxas menores; até 40% para pessoas físicas e jurídicas

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira, 31, cortes nas taxas de juros de suas principais linhas de crédito a partir de quinta-feira, 1.º, tanto para empresas quanto para pessoas físicas. Além disso, a partir de 19 de agosto, o banco vai oferecer um novo pacote de produtos, chamado de Caixa Sim, com taxas mais atrativas aos clientes.

“Somos o banco mais solvente do mercado. Nenhum outro banco tem 2% de Índice de Basileia (indicador de quanto o banco pode emprestar sem comprometer seu capital)”, afirmou o presidente da instituição, Pedro Guimarães. “Isso nos permite tomar essa medida. As reduções de taxas são permanentes.”

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No cheque especial para pessoas físicas a taxa máxima passou de 13,45% ao mês para 9,99% ao mês. Para pessoas jurídicas, o juro caiu de 14,95% ao mês também para 9,99% ao mês.

No pacote Caixa Sim, essas taxas serão ainda menores: tanto para famílias quanto para empresas, o juro do cheque especial será de 8,99% ao mês.

No crédito pessoal, haverá redução de até 21% nas taxas cobradas. Atualmente o piso cobrado é 4,99% ao mês e passará a ser de 2,29% ao mês, variando conforme o perfil do cliente.

Isenção de anuidade no cartão de crédito

O banco também anunciou a isenção da anuidade no cartão de crédito para pessoas físicas. “A isenção de anuidade é importante em um momento de grande competição no mercado bancário, inclusive com a liberação de recursos do FGTS”, disse Guimarães.

Para empresas, haverá redução de 11% nas taxas de capital de giro nas operações com aval de sócios (a partir de 1,69% ao mês) e de 13% nas de capital de giro com aval de sócios mais imóvel ou aplicação financeira (a partir de 0,99% ao mês ou 0,95% ao mês, respectivamente).

Na antecipação de recebíveis com cartão de crédito, a taxa será de 1,85%. Também não haverá anuidade no primeiro ano do cartão de crédito para pessoas jurídicas.

O corte horizontal nos juros do banco para pessoas físicas e jurídicas tem como foco, principalmente, linhas como crédito pessoal e capital de giro. O movimento teria partido de uma orientação interna do banco e visa a se antecipar à uma retomada mais aquecida na demanda por crédito no segundo semestre.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. M.D.R. disse:

    Verdadeiras geotagem, tanto BANCOS OFICIAIS como BANCOS PROVADOS. A concorrência sobre o setor financeiro, é verdadeiro faz de conta e o consumidor se endevidando.

Anvisa deve liberar venda de sombra e desodorante infantil

Uma consulta pública lançada  pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pretende liberar a entrada no mercado de desodorantes e sombras infantis.

De acordo com a proposta, desodorantes para axilas e pés podem ser ofertados para crianças a partir de oito anos, desde que não sejam antitranspirantes ou em aerossol –forma cuja toxicidade para crianças não está definida, segundo a agência.

Substâncias antissépticas estão liberadas, desde que sejam de “uso consagrado”. Já os componentes alcoólicos, normalmente presentes nos desodorantes, devem ter índices mínimos.

A sombra, diz a proposta, pode ser aplicada por adultos em crianças de três e quatro anos e pelas próprias crianças a partir dos cinco anos de idade. Produtos como blush, batom e brilho labial já têm regras específicas e são liberadas para o público infantil. O mesmo vale para xampus, sabonetes, esmaltes, protetores solares, entre outros.

Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, afirma que demandas da sociedade e do mercado levaram à revisão da norma anterior sobre cosméticos infantis, de 2001. “Brevemente você vai encontrar, em farmácias e supermercados, desodorantes para crianças. Hoje não existe, não havia um marco normativo que permitisse às indústrias lançarem um desodorante para uso infantil.”

BOM-SENSO

Sérgio Graff, médico da Unifesp especializado em toxicologia e que participou da elaboração dessa consulta, afirma que a proposta avança ao regular melhor o setor.

“A falta de alguns produtos destinados a crianças fazia com que as mães usassem produtos de adulto nos filhos”, diz. O problema, diz Graff, é que cosméticos para crianças precisam passar por testes de maior sensibilidade e não podem ter determinados componentes.

O médico argumenta que é justificável a entrada no mercado de desodorantes infantis, porque algumas crianças -principalmente meninas que menstruam mais cedo- podem precisar do produto por volta dos dez anos.

A coordenadora de dermatologia pediátrica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Silmara Cestari, diz que esses casos são raros e que o odor pode ser minimizado com sabonetes antissépticos.

“Por que a criança passa maquiagem? Porque vê o adulto passar. Com o desodorante é igual, a criança transpira mais, tem um cheirinho azedinho, a mãe acha que precisa passar desodorante.”

Alberto Keidi Kurebayashi, presidente da ABC (Associação Brasileira de Cosmetologia), diz que a norma pode proteger as crianças ao evitar propagandas equivocadas. Mas defende o bom-senso.

“Será que é preciso usar sombra na criança? Não pode ter exagero, a criança tem de ser bonita como ela é.”

A proposta fica disponível para sugestões no site da Anvisa por 60 dias.

Fonte: Folha de S. Paulo

Preços de produtos pela internet crescem 2,5% em agosto

Os preços cobrados pelas lojas virtuais no Brasil subiram 2,52% em agosto, depois de terem caído 1,39% em julho. Os dados são do índice e-Flation, calculado pela pelo Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA (Fundação Instituto de Administração).

Os preços que subiram foram os de produtos de informática (alta de 0,86%), eletrodomésticos (0,63%), perfumes e cosméticos (0,32%), eletroeletrônicos (0,24%), cine e foto, (0,21%), medicamentos (0,16%), livros (0,13%) e brinquedos (0,06%). As únicas categorias que registraram deflação foram telefonia e celulares (queda de 0,01%) e CDs e DVDs (-0,09%).

Entretanto, no acumulado do ano, há uma queda de 3,81% nos preços. Nos últimos 12 meses, a baixa foi de 4,82%.

Claudio Felisoni, presidente do conselho do Provar, diz que não há uma tendência clara de aumento de preços, mas sim uma instabilidade nos valores. “O e-Flation começou a variar mais nos últimos meses. Isso demonstra uma instabilidade maior por parte do consumidor, aliada à redução da capacidade de previsão por parte dos varejistas”, diz, em nota.

Com informações da Folha de S. Paulo

Produtos da China começam a chegar ao RN

O Rio Grande do Norte já tem redes de supermercado recebendo produtos diretamente da China. Os primeiros conteiners, vindos de navio, estão carregados de produtos diversos de bazar – utilidades para o lar. E já há prospecção para, em um segundo momento, avançarem para o setor alimentício, com a importação de congelados. Diante dessa realidade, os organizadores da Exponor-RN 2012 e 24ª Convenção Nordeste de Supermercados,Feira de Equipamentos, Produtos e Serviços, que acontecerá de 20 a 22 de agosto no Centro de Convenções de Natal, elegeram o tema “O Futuro do Varejo e a Influência da China”.

A ideia é deixar os empresários locais, mesmo os menores, preparados para esta realidade. Desta maneira, o evento convidou o economista Cláudio Meirelles, professor de Comércio Exterior na Universidade Paulista e um dos sócios da Baumann Consultancy Network, que possui matriz em São Paulo e escritórios em Pequim (China) e Padova (Itália), que palestrará sobre o tema central. Com a experiência de quem morou por um ano na China, ele mantém há cinco a empresa que foca o comércio internacional, engenharia, serviços técnicos e consultoria internacional, e também realiza missões internacionais para entidades e governo.

Negócios

O evento terá uma feira com a exposição de mais de 10 mil itens, incluindo produtos, sistemas e soluções para o atacado e varejo, que podem gerar e prospectar negócios, ampliando as expectativas já existentes para este setor, que deve gerar R$ 1 bilhão e 800 milhões neste ano no RN. Serão liberadas linhas de financiamento especiais.

Em um ano, produtos e insumos agropecuários disparam nos preços

Os produtos e insumos agropecuários utilizados nas propriedades rurais do Rio Grande do Norte sofreram aumentos no decorrer de um ano nas casas comerciais do estado e mostram o contraste entre essa realidade e o valor pago pelo Governo do RN aos produtores rurais, fornecedores do Programa do Leite.

Para efeitos comparativos, em julho de 2011 a saca de soja custava R$ 46,00 e agora passou para R$ 76,00; o quilo do milho passou de R$ 38,00 para R$ 45,00; a torta de algodão passou de R$ 29,00 para R$ 53,00. “Fora o aumento desses preços, também observamos um aumento de 10% nos medicamentos vendidos nas lojas agropecuárias”, ressaltou o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Norte (Faern), José Álvares Vieira.

Com os dados em mãos, o presidente da Faern comenta que o produtor potiguar é um vencedor por ainda continuar na atividade rural. “Observo que com o valor pago pelo governo aos produtores, (que fornecem para o Programa do Leite) esses homens somente podem ser classificados como vencedores. Porque aguentar todas essas intempéries e ainda querer produzir, é louvável. E é por conta dessa garra, que pedimos uma maior atenção governamental com o setor produtivo”, afirmou José Vieira.

Comissão irá analisar preço do leite

Nesta quarta-feira (25), às 09:00h, na sede da Secretaria da Agricultura do RN, entidades representativas do setor rural e secretários da administração Rosalba Ciarlini irão debater os valores do Programa do Leite e outros temas que afetam a cadeira leiteira na primeira reunião da comissão formulada na segunda-feira (23), pela governadora e os líderes do setor agropecuário para sanar os problemas do setor.

De acordo com o presidente da Federação da Agricultura, a reunião será frutífera se observar a real situação dos produtores e os problemas decorrentes da queda do Programa do Leite e da seca de 2012. “Se não analisarmos com seriedade e objetividade essas questões, estaremos debatendo para ninguém e os problemas continuarão”, finalizou José Vieira.

[FOTO] Comerciantes de Currais Novos trazem mercadoria do exterior, não declaram e vão presos

Polícia Federal prendeu em flagrante na noite desta terça-feira, 19 de junho, no aeroporto internacional Augusto Severo, em Parnamirim/RN, dois comerciantes potiguares, ambos de 36 anos, acusados de crime de descaminho.

Por volta das 23h30, os policiais realizavam uma fiscalização de rotina no terminal de desembarque doméstico visando combater o comércio ilegal de mercadorias de origem estrangeira, quando tiveram a atenção despertada para dois homens que desembarcaram de um voo procedente de São Paulo, portando cinco grandes malas e demostrando muita pressa em querer sair do aeroporto.

Desconfiados, os policiais seguiram os suspeitos até o estacionamento. Quando eles tentavam acomodar a bagagem em um veículo, foram abordados e, ao serem questionados sobre o que havia no interior das malas, os dois se mostraram surpresos, mas não ofereceram resistência, afirmando que traziam aparelhos eletrônicos, sem nota fiscal, para serem revendidos em Currais Novos/RN, cidade onde residem.

De imediato, receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para autuação na sede da Polícia Federal.

Após contabilizada, na bagagem que a dupla trazia, estavam 332 celulares, 100 pen drives, 260 cartões de memória, aparelhos de DVDs, filmadoras, câmeras digitais, dentre outros eletrônicos.

Indiciados no Art. 334, § 1º, “d” e § 3º, do CPB, os  dois acusados, que já possuem antecedentes por outros tipos de crime, encontram-se custodiados, à disposição da justiça, na Superintendência da PF.

Tuiteiros confiam mais em indicações de amigos do que em publicidade nas redes socias

A “geração social”, composta por consumidores de 12 a 30 anos de idade, exige bem mais das marcas do que a publicidade tradicional se acostumou a oferecer. Altamente conectado, esse grupo rejeita produtos que interrompam seu momento de entretenimento. Por isso, a ordem é se aproximar do consumidor e associar uma marca a um serviço útil para um determinado nicho de clientes.

A medida do sucesso de uma campanha voltada para essa audiência é a quantidade de recomendações obtidas nas redes sociais. Um estudo apresentado pela empresa Go Viral no Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade, evento que tem o o Grupo Estado, que publica o Jornal da Tarde, como representante oficial no Brasil, mostra que a chamada “geração social” concentra hoje 50% do poder de compra dos Estados Unidos.

A tendência é que esse domínio aumente, já que os consumidores que agora chegam à adolescência têm o mesmo padrão de comportamento. “Esse público gasta mais tempo na internet do que em frente à TV. Na verdade, a televisão não entra sequer em suas dez principais atividades”, explica René Rechtman, presidente da Go Viral, que faz parte do grupo de internet AOL.

Essa “publicidade de serviço” não precisa necessariamente chegar ao consumidor diretamente – na maioria das vezes, chegará via Facebook ou Twitter. “Acabou a era de agradar ao indivíduo. O importante é falar com o grupo, com as pessoas em quem ele confia”, diz Rechtman. Hoje, no entanto, a maior parte do trabalho feito na internet ainda adapta o que era feito na TV e na mídia impressa. “Só 20% do gasto com mídia online tem algum tipo de conteúdo. O restante é estático, justamente o que o consumidor não quer.”

Para buscar interação com o consumidor, as marcas precisam criar campanhas a partir de temas. A Nike criou um bracelete que conta as calorias queimadas ao longo do dia – o objetivo da campanha era incentivar a prática de exercícios físicos, o que indiretamente ajuda em seu negócio. Já a Starbucks criou um aplicativo para smartphones a partir do qual seus clientes podem pedir um café antes de chegar à loja, recebem informações sobre as calorias e podem conversar com outras pessoas que gostam da mesma bebida.

Uma pesquisa da Nielsen, divulgada em abril no Brasil, mostra que o caminho da busca de proximidade nas redes sociais estar correto. Os meios mais confiáveis apontados por consumidores para basear uma compra foram: recomendações de pessoas conhecidas (90%) e opiniões de consumidores postadas online (70%). No entanto, entre os anúncios tradicionais, os de televisão foram citados por 64%, enquanto os banners veiculados em site de internet só foram citados por 33%.

As agências brasileiras já se concentram na tarefa de inovar em termos de veiculação – a campanha passa a ser hospedada em um ambiente criado pela própria marca, como um site corporativo ou uma página no Facebook -, mas o País está atrasado neste movimento. Um dos motivos, segundo publicitários, é a grande influência que a TV aberta ainda exerce no consumidor brasileiro.

“O anunciante quer saber os resultados. E a mídia tradicional tem essas métricas bem definidas de quanto um investimento em publicidade vai impactar no resultado”, explica Patrícia Marinho, vice-presidente de atendimento da Giovani+DraftFcb.

No entanto, quando o cliente concorda em fazer uma aposta ousada, é possível casar um conteúdo de interesse geral como uma marca. O sócio da agência digital iThink, Marcelo Tripoli, cita um trabalho que a empresa fez para o banco Santander. Ao identificar entre os gerentes de agências a carência de informação entre pequenos empreendedores, a instituição autorizou a produção de um reality show chamado Conexões de Ideias. Foram escolhidos três empresários, que receberam dicas para melhorar seus projetos.

Os vídeos, de 5 a 10 minutos de duração, foram postados no YouTube, no Facebook, no Twitter, num site criado pelo banco e também em associação com portais informativos de internet, como Terra e MSN. Com a estratégia, Tripoli diz ter atingido cerca de 150 mil pessoas. “Qualquer um pode contar sua história hoje nas redes sociais. O que nós fizemos neste caso foi uma curadoria de conteúdo. Adaptamos e produzimos para atingir um público maior.”

Efetividade
Para a executiva da Giovani+DraftFcb, os resultados na internet ainda palidecem em relação à mídia tradicional. Ela lembra que um filme de 30 segundos, veiculado na novela das nove da Rede Globo, vai atingir mais de 3 milhões de pessoas só em São Paulo.

A internet, no entanto, precisa ser usada para mostrar que uma companhia está interessada em associar seu nome a estratégias inovadoras. O mundo ideal, segundo Patricia Marinho, seria a empresa gastar pelo menos 30% de sua verba em apostas que não estão voltadas diretamente para a sobrevivência do dia a dia do negócio. “Uma parte deste dinheiro teria de ir para as iniciativas digitais e outra para ações realmente inovadoras, para modificar a imagem que o consumidor tem de uma marca ou produto.”

Fonte: Jornal da Tarde

MP apura comercialização de produtos vencidos em Mossoró

O Promotor de Justiça da Comarca de Mossoró Flávio Corte, em substituição na 2ª Promotoria de Justiça do consumidor, instaurou Inquérito Civil para investigar a possível comercialização de produtos com prazo de validade vencido pelo Bompreço Supermercados do Nordeste Ltda.

Flávio Corte tomou conhecimento da suposta irregularidade por meio de uma ação de danos morais promovida por uma mãe cujo filho, segundo ela, passou mal após consumir um produto vencido comercializado pelo Supermercado.

A Promotoria de Justiça oficiou a Diretoria de Vigilância Sanitária Municipal e requisitou a realização de fiscalização sanitária no Bom Preço Supermercados, para que a validade dos produtos expostos à venda e as condições de conservação daqueles acondicionados nos refrigeradores sejam analisadas.

Produto da Apple no Brasil é o mais caro do mundo

Os produtos da Apple no Brasil são os mais caros do mundo, mostra uma pesquisa da consultoria Idealo.

De acordo com os preços cobrados pelas Apple Stores de 37 países, a Idealo somou os valores dos itens mais populares da gigante de tecnologia (iPad 2, Macbook Air, iPod Touch, MacBook Pro e iMac). Depois, dividiu o resultado por cinco.

O preço médio no Brasil para um produto da Apple é de R$ 2.387,79. República Tcheca (R$ 2.202,63) e Tailândia (R$ 2.016,48) vêm na sequência. Os preços cobrados por produtos vendidos nos três países mais caros são 28% maiores do que a média dos outros locais.

Na invejada ponta oposta -para os consumidores, é claro-, os mais baratos são Malásia (R$ 1.382,50), Canadá (R$ 1.384,70) e Hong Kong (R$ 1.391,02).

No trimestre final de 2011, a Apple lucrou US$ 13,06 bilhões. Vendeu 15,43 milhões de iPads, 5,2 milhões de Macs e 15,4 milhões de iPods. Contatada pela Folha, a Apple não comentou o resultado.

Na lista que mede o país em que é feito o melhor negócio, o Brasil também ficou em último. Para isso, o levantamento comparou o preço cobrado nas lojas on-line da Apple com a renda per capita dos países.

O desempenho do Brasil é culpa da carga tributária e dos custos de importação, afirma Letícia do Amaral, vice-presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).

Na entrada dos produtos importados no país, são cobrados ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS/Cofins, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e Imposto de Importação. Além disso, há todo o custo logístico para trazer os produtos até o Brasil.

A pedido da Folha, o IBPT calculou o preço dos cinco aparelhos do levantamento sem a carga tributária. O preço do iPod Touch seria de R$ 363,45; o do iPad 2, de R$ 991,74; o do MacBook Air, de R$ 2.270,24; o do MacBook Pro, de R$ 2.389,02; e o do iMac, de R$ 2.654,54.

Os tributos apenas não explicam os altos preços, diz Cláudio Terra, analista da consultoria TerraForum. “Pode ser um posicionamento de marketing. Você joga o preço lá em cima para ter o seu produto como premium.”

Fonte:  Folha.com

 

Gerente do Bompreço Prudente é preso por está vendendo produtos fora da validade e mal acondicionados

A má conservação de produtos refrigerados e a venda de itens fora da data de validade resultou em apreensão e prisão na unidade do Hiper Bompreço da avenida Prudente de Morais, em Natal. Uma ação conjunta do Procon Municipal, Procon Estadual, Vigilância Sanitária e Delegacia de Defesa do Consumidor verificou diversos produtos que precisavam ser refrigerados a uma temperatira de -12ºC estavam acondicionados a até 7ºC, além de alguns gêneros alimentícios estarem fora do prazo de validade ou não trazerem a informações sobre qual temperatura deveriam ser mantidos. Devido às irregularidades, um funcionário que se apresentou como gerente foi detido.

DivulgaçãoProdutos mal acondicionados no Hiper foram apreendidos na tarde desta sexta-feira (18)

De acordo com o coordenador do Procon Estadual, Araken Farias, os itens que estava fora de validade foram levados à delegacia para servirem como prova da infração. Entre os produtos estavam biscoitos, queijos, pão e cocada. Os produtos mal acondicionados, que iam desde carnes até comida semi-pronta, como pizzas e lasanhas, foram destruídas no próprio supermercado.

Esta é a segunda prisão de gerentes de supermercados apenas em novembro. Recentemente, o interventor que administra a rede É Show, na Zona Norte de Natal, foi detido por irregularidades com relação ao acondicionamento dos produtos. A intenção dos órgãos de defesa do consumidor é realizar inspeções surpresas regulares para coibir as infrações.

“Semanalmente ocorrerão as fiscalizações até conseguir que as empresas tenham consciência que têm que respeitar o código de defesa do consumidor e, principalmente, respeitar o consumidor”, disse Araken Farias, que também encorajou os consumidores a denunciarem as irregularidades. “É necessário que os consumidores fiquem atentos e denunciem ao Procon e à polícia se houver irregularidades”, sugeriu.

O funcionário do Hiper Bompreço foi encaminhado para a delegacia de defesa do consumidor, no Alecrim. A empresa
informou que “a qualidade de seus produtos é uma prioridade na operação de todas as suas lojas”. Através da assessoria de comunicação, foi informado que “a empresa possui padrões rigorosos de Segurança Alimentar e conta inclusive com um brigada de validade formada por uma equipe que faz a verificação periódica de todos os os setores das unidades”.

Sobre a a fiscalização ocorrida hoje no Hiper Bompreço da avenida Prudente de Morais, a empresa informa que já iniciou uma apuração interna para entender as causas do incidente.

Tribuna do Norte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. bosco disse:

    Claro que fiscalização e a exigência do cumprimento tem que existir, agora partir para prisão, acho sensacionalismo barato, ridicularização, em prol de  uma instituição que claramente vemos que não é séria.

  2. Claudia disse:

    Manda o delegado no Bompreço da Roberto Freire! É tudo igual!

  3. Paulo César disse:

    Já vi dezenas de itens vencidos no Nordestão.
    Mas o Nordestão é daqui, cadê que fiscalizam???
    Comprei charque podre lá. Apenas um exemplo.

  4. Paulatarsiana disse:

    Interessante essas apreensões. Tantas multas arrecadadas nos últimos meses. Tanta propaganda gratuita ou muito bem paga de órgãos públicos nos meios de comunicação. Tantos pais de família sendo execrados em nome de uma preocupação social que sabemos que não existe para conosco. O ano eleitoral se aproximando e as campanhas eleitorais ocorrendo debaixo dos nossos olhos. Observe melhor!

  5. Breno Cardoso disse:

    eita que vergonha, como uma instituição de nome como o Hiper Bom Preço permite-se chegar a essa situação??

MP, Decon e Procon apreendem 2 toneladas de produtos impróprios para consumo no Carrefour da Zona Norte

Quatro funcionários do supermercado Carrefour estão neste momento prestando depoimento ao delegado Sílvio Fernando, da Delegacia do Consumidor (Decon). Eles estão sendo questionados sobre a apreensão feita pelo Ministério Público, Decon e Procons Municipal e Estadual de 2 toneladas de produtos impróprios para o consumo no Carrefour da zona Norte. Para se ter ideia do problema, produtos perecíveis que deveriam estar a 12ºC negativos foram encontrados armazenados a 5.9ºC

A ação conjunta foi realizada na tarde desta sexta-feira (4). Entre os produtos apreendidos estão carnes bovinas, carnes suínas, frangos, cortes de frango, produtos prontos congelados e pizzas.

A Decon quer ouvir ainda os depoimentos do gerente e do coordenador do setor de carnes do estabelecimento. O delegado tem em mãos três dvds com gravações sobre as condições do local. O Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) fará a perícia no local. Os funcionários da empresa estão acompanhados de um advogado e não quiseram falar com a imprensa.

Mais detalhes em instantes

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tacy_rn disse:

    Isso sem falar no péssimo atendimento, de ficarmos horas esperando na fila…

  2. p!!! disse:

    ♫ homem primata capitalismo selvagem ôôô!!!

  3. Jucielma disse:

    eu sabia que isso ia acontecer!!! não falo nada sobre os produtos industrializados, mas as carnes de lá é horrível!!! qdo chega em casa com a carne parece que esta podre o cheiro é horrível!!!! nunca mais comprei carne do carrefour!!

  4. Anonimo disse:

    Colocam os preços dos combustiveis do posto deles lá em baixo e a qualidade dos produtos do supermercado é essa.  Não tem formula magica, eles perdem de um lado e querem ganhar de outro.

Órgão reprova produtos de conhecidas marcas por excesso de sal

Cuidado com o que você come. Uma análise da ProTeste, órgão de defesa do consumidor, encontrou excesso de sal em 69 de 154 produtos, como biscoitos, aperitivos e frios.

O teste dividiu os alimentos em 26 categorias. Em algumas delas, todos os itens apresentaram alto teor de sódio. Os campeões foram salame, linguiça, azeitona e presunto.

A azeitona do Carrefour, por exemplo, tinha 2,12% da substância em sua composição, valor muito acima do aceitável, segundo classificação da ProTeste. A linguiça da Seara tinha 1,59%, também acima do recomendado.

Os produtos foram divididos seguindo escala da Food Standard Agency, agência regulatória do Reino Unido que classifica o teor de sódio em baixo, moderado ou alto.

No Reino Unido, os rótulos de alimentos têm um “semáforo” que sinaliza se o produto tem grandes quantidades de gordura, açúcar ou sal. No Brasil, não existe nada parecido.

“Não temos uma regulamentação que estabelece limites de sódio. Existe um acordo entre a indústria e o Ministério da Saúde para diminuir os níveis da substância, mas não é uma norma”, explica Manuela Dias, nutricionista e técnica da ProTeste.

Na análise, foi considerado “muito bom” o alimento cuja quantidade da substância foi menor ou igual a 0,12%; “aceitável”, aquele com teor entre 0,13% e 0,60% e “ruim”, o produto que ultrapassou 0,61%.

De acordo com a ProTeste, a quantidade encontrada nos alimentos analisados variou de 0,08% a 2,2%. Apenas dois produtos (1,3% das amostras) apresentaram baixas quantidades da substância: a manteiga Batavo e a mostarda Carrefour.

Foram considerados com níveis ruins de sódio o biscoito cream cracker da Triunfo (1,04%), o amendoim japonês da Dr. Oetker (1,07%) e da Yoki (0,74%) e os presuntos da Perdigão (1,17%) e do Carrefour (1,33%).

A quantidade máxima recomendada de ingestão de sal de cozinha é de cinco gramas por dia, segundo a Organização Mundial da Saúde. Para o sódio, a recomendação é de dois gramas. “As pessoas confundem muito. Tanto o sódio dos alimentos industrializados quanto o sal de cozinha são prejudiciais. O sódio é mais concentrado.”

É difícil calcular as quantidades ideais de ingestão só olhando os rótulos dos produtos. Nem sempre eles são claros, e o tamanho da porção ajuda a confundir, comenta a nutricionista.

“O jeito mais fácil é comparar produtos de marcas diferentes e escolher o que tem menos. E aqueles que têm porcentagens muito altas nos rótulos [60% da ingestão diária, por exemplo] devem ser evitados.”

As informações são da Folha.

Os 7 produtos mais falsificados pelos Chineses

Veja:

Os chineses viraram mestres na arte de copiar produtos eletrônicos. Sem se importar com patentes, as fábricas do país produzem milhares de dispositivos similares aos das marcas mais populares do mundo, procurando espaço em um mercado de produtos mais baratos. Os consumidores até se satisfazem com os produtos por um tempo – mas ele é breve. Em geral, os dispositivos apresentam falhas rapidamente. Confira a seguir exemplos de produtos populares copiados pelos chineses.

1. Apple Store

Aparentemente, as lojas falsas da Apple já existem na China há bastante tempo, mas ninguém havia percebido a fraude. Imitando a identidade visual dos estabelecimentos oficiais, autorizados pela Apple, esses pontos comerciais piratas passaram a vender produtos originais, mas sem garantia. iPads, iMacs e iPhones foram comercializados a milhares de consumidores, muito deles sem nota fiscal. A fraude foi divulgada por um blogueiro americano, que publicou a denúncia em seu site. Apesar da indignação dos fãs, as autoridades chinesas alegaram que não têm mecanismos legais para coibir esse roubo de identidade: duas lojas foram fechadas, mas por falta de autorização municipal para atuar.

2. HiPhone

Atualmente, o iPhone é o produto mais popular da Apple. De olho nesse sucesso, os chineses criaram o HiPhone, celular bem parecido com o aparelho da Apple e que tem até capacidade até para captar sinais de TV. Para muitos usuários, esse seria o aparelho perfeito. Contudo, os modelos piratas apresentam uma brevíssima vida: aos três meses, constumam apresentar problemas devido à baixa qualidade nos componentes e na própria construção do dispositivo.

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Redes Sociais ajudam a vender

Renato Cruz – O Estado de S.Paulo

Muita gente fala sobre o protagonismo do Brasil em mídias sociais. Segundo a empresa de pesquisas de mercado comScore, 79,1% dos usuários brasileiros de internet visitaram o Orkut em junho, serviço em que o País é líder. Cinquenta e dois por cento usaram o Facebook e 27% o Twitter. Nos microblogs, o Brasil fica atrás somente da Holanda, em que 31,1% utilizaram o Twitter em junho.

Diante desse cenário, as empresas querem que sua presença nas redes sociais deixe de ser somente um canal de relacionamento com os clientes para transformá-la numa ferramenta de negócios. Ainda no início no Brasil, o chamado “social commerce” já é uma realidade em outros países, como os Estados Unidos.

No mercado americano, uma empresa chamada Payvment é a principal fornecedora de tecnologia para lojas no Facebook. Recentemente, ela lançou um shopping center virtual que reúne mais de 60 mil lojas, criadas por terceiros com o seu aplicativo.

“A expectativa é que, até 2015, o social commerce alcance um faturamento anual de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos, o equivalente a 15% do comércio eletrônico americano”, disse Gabriel Borges, fundador da LikeStore, que se inspirou em serviços internacionais como a Payvment para criar uma ferramenta de loja virtual no Facebook para brasileiros. “Nos EUA não é modinha, já pegou.”

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