Política

Pacheco diz ser “perfeitamente possível” voto impresso auditável nas próximas eleições

Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo/Arquivo

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) afirmou nesta segunda-feira, em live do site “Jota”, que não se opõe a uma mudança no sistema eleitoral que permita a implementação do voto impresso auditável nas próximas eleições.

Ele afirmou que aqueles que veem possível vulnerabilidade no atual sistema eletrônico precisam ter sua opinião respeitada e que, se for o caso, o voto impresso pode ser adotado, “até para dissiparmos qualquer tipo de dúvida em relação à higidez do processo eleitoral brasileiro”.

“Não enxergo e não acredito em vulnerabilidade do sistema eleitoral. Mas a sustentação sobre eventual vulnerabilidade precisa ser respeitada e precisa ser ouvida. O fato de eu não acreditar não significa que não exista. Obviamente temos que aferir isso, que apurar isso e permitir o debate”, opinou o presidente do Congresso.

“Eu tenho permitido plenamente esse debate sobre o voto impresso auditável. É uma discussão que faremos com o TSE, com o presidente da Câmara. Se houver viabilidade técnica e operacional para uma implantação dessa natureza, que dê maior confiabilidade ao sistema de escolha de candidatos, é perfeitamente possível nós admitirmos”.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Quando vejo cada comentabsurdo dos jumentos/ignorantes petralhas tenho a certeza que o Brasil não terá jeito nem tão cedo.

  2. Retrógrado ou interesseiro! Voto em papel é mais fácil de fraudar do que o digital, né? Presidente Lula vem aí!!!!!

  3. Incrível como existe desinformação sobre o que é o voto impresso auditável. O eleitor não vai ter acesso ao voto impresso. Ele aparecerá atrás de um vidro / tela transparente para que o eleitor confirme se o seu voto corresponde aos candidatos que ele digitou na urna eletrônica. Após isso esse voto vai automaticamente para uma urna lacrada para futura recontagem caso existam dúvidas sobre os resultados. A urna eletrônica e a urna física para recepção dos votos estão acopladas num mesmo equipamento que inclusive já foi desenvolvido e testado pelo TSE no passado, não sendo nenhuma novidade. Repito, o eleitor não terá nenhum acesso ao voto impresso que não seja apenas a visualização do mesmo.

    1. Vai cuidar dos passeios com os turistas, pois disso tu não entende nada, abestado. Voto auditável sim. Bandidos não podem voltar ao poder fazendo fraudes.

  4. Vai facilitar ainda mais o comércio e a manipulação dos votos . Os milicianos, os traficantes e os coronés agradecem mais esse terrível retrocesso.

  5. Tá certo, nunca ocorreram fraude no voto impresso, ninguém nesse país nunca nem ouviu falar de fraudes em eleições. Rsrsrs

  6. Indubitavelmente as Urnas possuem vulnerabilidade física e técnica às fraudes, como ampla e conhecidamente divulgado.
    Não há outra solução além da impressão do voto, quer os Boca de Veludo queiram ou não queiram.
    Que mal há em se imprimir o voto?
    Por que essa perseguição peremPTória à impressão?
    Cheira à corrupção e ativismo Ideológico. Nada mais.

    1. Theodorico fazia isso, se vc é do Japi, seus pais e familiares gostavam.

    1. Vamos lá entender a questão do voto impresso, o que acontece será o seguinte o candidato vai lhe oferecer dinheiro para comprar o seu voto e vai pedir o cupom fiscal para garantir que você votou nele, apenas isso.

    2. Vc deseja muito que ele bote pra torar em vc não é? Teu pseudônimo te entrega…

    3. será que você sabe que isso significa aumento de gastos do contribuinte? com instalação de impressoras em cada UE, aquisição de papeis, contrato com profissionais para as quebras que irão ocorrer. não é necessário imprimir! basta instalar um softwere para visualização em telas.
      que esses bilhões sejam gastos na saúde ou no combate à corrupção.

    4. Bolsonaro não quer voto impresso, ele quer apenas tumultuar e depois alegar que foi derrotado de forma fraudulenta igual o Trump… voto impresso 2022, para que ninguém mais fale m… ou que tenhamos fraudes…

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Política

Pacheco lê os indicados para compor a CPI da Covid-19; veja a lista

Foto: CNN Brasil

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), fez nesta quinta-feira (15) a leitura da lista com os nomes dos senadores indicados pelos partidos para compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, que vai investigar ações e omissões do governo federal na pandemia, bem como a administração de recursos da União enviados a estados e municípios.

Como ainda pode haver trocas nas indicações dos partidos, os nomes lidos hoje por Pacheco não são, necessariamente, os que irão compor a comissão.

Agora, se não houver trocas, caberá ao senador Otto Alencar (PSD-BA) decidir quando será realizada a primeira sessão da CPI, por ser o senador mais velho indicado para a comissão. Nessa reunião, serão escolhidos o presidente e o relator da CPI.

De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor da proposta que originou a CPI da Covid-19, a primeira sessão deverá ocorrer na próxima quinta-feira (22).

Os parlamentares integrantes da comissão são:

No bloco que reúne MDB, Progressistas e Republicanos, foram indicados os senadores Ciro Nogueira (PP-PI), Eduardo Braga (MDB-AM) e Renan Calheiros (MDB-AL). Os suplentes são Jader Barbalho (MDB-PA) e Luis Carlos Heinze (PP-RS).

O bloco dos partidos Podemos, PSDB e PSL indicou Eduardo Girão (Podemos-CE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) como titulares, além do suplente Marcos do Val (Podemos-ES).

O PSD indicou os titulares Omar Aziz (AM) e Otto Alencar (BA). O senador Angelo Coronel (BA) é o suplente.

O bloco dos partidos Democratas, PL e PSC indicou como titulares Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC). O suplente é Zequinha Marinho (PSC-PA).

O bloco formado por PT e Pros tem o senador Humberto Costa (PT-PE) como titular e Rogério Carvalho (PT-SE) é o titular.

O bloco de PDT, Cidadania, Rede e PSB terá o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) como titular. O suplente será o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

Próximos passos

Após a leitura dos nomes dos senadores que vão compor a CPI e publicação da lista no Diário Oficial, o senador mais velho da comissão, até aqui Otto Alencar (PSD-BA), deverá decidir a data da primeira sessão.

Na primeira sessão, serão escolhidos o relator da CPI da Covid-19 e também o presidente da comissão.

Na sequência, deverão ser ouvidos pela CPI os três ex-ministros da Saúde do governo Jair Bolsonaro. São eles Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello. A intenção é investigar eventuais problemas de gestão do governo federal e averiguar possíveis omissões. O Brasil já tem mais de 360 mil mortes por Covid-19.

A CPI da Covid-19 tem duração prevista de 90 dias, mas pode ser prorrogada pelo mesmo período. A previsão é que ela custe, inicialmente, R$ 90 mil. A comissão tem poder para convidar ou convocar autoridades, além de poder gerar quebra de sigilos fiscal e telefônico. A CPI também pode pedir indiciamentos ao Ministério Público.

CPI da Covid-19

Inicialmente, a proposta da CPI da Covid-19 feita pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) era para investigar somente o enfrentamento da pandemia por parte do governo federal. Embora a proposta tenha conseguido reunir número superior às 27 assinaturas necessárias para ser levada adiante, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se recusou a fazê-lo.

Diante da recusa, os senadores Jorge Kajuru (de Goiás, que antes estava no Cidadania e nesta quinta-feira comunicou sua filiação ao Podemos) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em decisão monocrática confirmada na quarta-feira (14) pelo plenário do Supremo, o ministro Luís Roberto Barroso determinou a instalação da CPI.

Senadores mais alinhados com o governo Bolsonaro se movimentaram, então, para ampliar o escopo da investigação, de forma que o governo federal não fosse o único foco da comissão. Assim, a administração por estados e municípios do dinheiro destinado pela União ao enfrentamento da pandemia também acabou incorporada à investigação.

CNN Brasil

 

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Política

Pacheco descarta adiar instalação da CPI e quer reunião presencial para eleger presidente da comissão

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), descartou a possibilidade de adiar a instalação da CPI da Pandemia e afirmou que irá determinar sessão presencial para a eleição do presidente da comissão.

“Estou aguardando os nomes e indicações de partidos. Depois, anunciarei a data para instalação da CPI. Vou determinar que a eleição do presidente da comissão seja presencial e recomendar que funcionamento também seja presencial. Mas caberá ao presidente da CPI determinar, num acordo de procedimento com os demais membros, o que pode ser presencial, o que pode ser semipresencial”, afirmou Pacheco.

A declaração do presidente do Senado vem em um momento de expectativa pela decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a liminar do ministro Luís Roberto Barroso, que determinou a criação da CPI, já que os requisitos para isso tinham sido preenchidos.

Ministros do STF dão como certa a manutenção da liminar, mas estudam uma modulação que deixe clara a prerrogativa do presidente do Senado para definir como será o funcionamento: se presencial, virtual ou num modelo híbrido. Alguns integrantes do STF ainda avaliam que o Senado deve decidir o momento mais adequado para a instalação da CPI.

Com minoria dentro da comissão, o governo aposta nessa decisão do STF para ganhar tempo e adiar a instalação da CPI. Para isso, investe no discurso de que não há condições sanitárias para realização de sessões presenciais.

Líderes do governo lembram que as comissões não estão funcionando no Senado e que as sessões do plenário têm sido virtuais por determinação de Pacheco. Apesar disso, o presidente do Senado, mesmo tendo externado posição contrária à abertura de CPI neste momento da pandemia, mantém firme posição de seguir decisão do ministro Barroso e garantir a instalação da comissão já nas próximas duas semanas.

BLOG DO CAMAROTTI – G1

Opinião dos leitores

  1. Como é? Renan Calheiros cotado pra compor a CPI da Covid? Vai terminar igualzinho a Delcidio Amaral!😂😂😋

  2. Ei seus aluados, a Lourdes Siqueira disse apenas que se Renan Calheiros for o presidente da comissão, será uma péssima escolha, o que é uma verdade absoluta. Leia novamente analfabetos, se é que conseguem, que a mesma nem tocou no nome do presidente, vcs são uns seletivos idiotas, tentar justificar um erro com outro, coisa não salutar e correto, e não vamos falar em companhias de quem. Para melhor falar sobre esse assunto, escutem a ex petista Heloisa Helena, expulsa do PT, por ter denunciado essas relações espúrias só com gente boa: Sarney, Calheiros, Jader Barbalho, Collor de Melo, Temer, Henrique Eduardo Alves, Ciro (olha o coice), Valdemar da Costa Neto (o mesmo), Benedito Lira (o pai), apoio dos evangelicos, ou seja, tudo farinha do mesmo saco, isso sem falar da nata dos empresários da construção civil, construção pesada, ditadores do mundo, aí fica difícil.

  3. Se o presidente da CPI for mesmo o Renan Calheiros é uma vergonha para os senadores que se enquadram como corretos, ainda… Renan é o retrato do submundo da política brasileira.

    1. É verdade, Lourdes. Ainda bem que o nosso mito sagrado se cercou de homens honrados para aconselha-lo como o Roberto Jefferson, o Artur Lira, Valdemar Costa Neto, Ciro Nogueira, Bibo Nunes, Onix Lorenzoni, fora a área espiritualizada com Malafaia, Valdomiro, R.R. Soares, Edir Macedo, Magno Malta.
      Só gente honesta e cheia de amor cristão no coração.

    2. Não esqueça de Dr.Jairinho e da Flordeliz…
      Dois grandes defensores da família e dos bons costumes…fechados com Bolsonaro…

    3. Quem matou marielle? O Sr João tem notícias?
      Alguém fala mais alguma coisa?
      É só uma pergunta.

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Política

Pacheco deve unir CPIs e não prevê pautar impeachment de Moraes

FOTO: PEDRO FRANÇA/AGÊNCIA SENADO – 08.04.2021

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), não pretende pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e deverá unir pedidos de criação de CPI sobre a pandemia, segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”.

Nesta terça (13), o presidente do Senado vai ler o requerimento para instalação da CPI, determinada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF. O parlamentar planeja anexar ao requerimento do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) o requerimento protocolado pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), que inclui chefes dos Executivos estaduais e municipais na investigação. No entanto, apenas despesas federais enviadas aos demais entes deverão constar da CPI.

O presidente do Senado já se manifestou contrariamente à implantação da CPI, afirmando que os esforços do Congresso no momento devem ser voltados ao combate à pandemia.

Já a abertura de processos de impeachment contra ministros deverá permanecer na gaveta. Pacheco tem em suas mãos um pedido do senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), com assinatura de mais de 3 milhões de pessoas, segundo o senador, solicitando o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. A iniciativa contaria com o apoio do presidente Jair Bolsonaro, conforme áudio de conversa entre Kajuru e o presidente divulgado no último domingo.

Pacheco vem sendo aconselhado a arquivar os pedidos de impeachment de ministros do STF. Atualmente há dez pedidos com esse intuito na Casa, sendo que seis deles têm como alvo o ministro Alexandre de Moraes. Ele é o relator de inquéritos como o das fake news e o dos atos antidemocráticos. O pedido de impeachment feito por Kajuru, por exemplo, foi apresentado após a ordem de prisão do deputado federal Daniel Silveira, dada por Moraes.

Kajuru entrou com um mandado de segurança no STF pedindo que o Senado dê andamento ao impeachment de Moraes. A solicitação será analisada pelo ministro Nunes Marques.

R7

Opinião dos leitores

  1. Sei não, mas acho que vai feder pra governadora, mais, até também pra esmagadora maioria do consórcio do crime do nordeste, inclusive alguns governadores até receberam visitas de cortesia da PF. Pra esclarecer uns flagrantes gritantes de desonestidade na utilização do dinheiro enviado pelo governo federal pra combater o covid. Mas vamos ver. Fale a bg.

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Política

Em ofício conjunto, Pacheco e Lira dão 24h para Pazuello informar cronograma atualizado de vacinação contra Covid

Em ofício conjunto protocolado há pouco no Ministério da Saúde, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, cobram informações sobre o real cronograma de vacinação contra a Covid-19.

No documento, obtido por O Antagonista, eles alegam “urgência” diante da crescente taxa de óbitos no país e dão 24 horas para o general três estrelas Eduardo Pazuello responder aos seguintes questionamentos:

O Cronograma de vacinação apresentado pelo Sr. Antônio Élcio Franco Filho, na qualidade de representante do Ministério na sessão temática, está mantido na forma e nos prazos apresentados aos Senadores?

Na hipótese de haver ocorrido modificação no Cronograma apresentado aos Senadores, qual será o novo calendário de vacinação para o ano de 2021?

De igual modo, caso o Cronograma apresentado tenha sido alterado, requeremos que o Sr. Ministro decline quais foram as razões para as alterações ocorridas e quais os principais obstáculos enfrentados neste momento para que o Cronograma vigente seja cumprido?

O Ministério possui informações a respeito do Cronograma de produção nacional de vacinas pela Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ e pelo Instituto Butantan? Em caso afirmativo, quais seriam as datas para o envio de vacinas, pelas referidas instituições, ao Governo Federal?

A respeito da aquisição de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), há calendário para sua aquisição, por parte do Governo Federal, de outros países? Há risco de falta dos referidos insumos? Quais os maiores entraves que o Ministério tem visualizado para a sua aquisição e importação?

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Esse ministro tá mais perdido que cego em tiroteio. Igual a Bolsonaro: não administra um chiqueiro de porco, é jumento e nunca fez nada de proveitoso na vida pública. Com mais de 02 anos na presidência , em que área avançamos? Saúde ??Educação ?? Infraestrutura ?? Geração de empregos ? ? SÓ merda , esse presidente está fazendo
    e falando ! Fora bicho burro! Pede pra cagar e sai

    1. O esquerdista é um cara de pau por excelência.
      Já imaginou se Cipriano fosse o ministro da saúde?
      O PT deixou a saúde no Brasil um caos
      Pacientes em corredores.
      Na educação, o Brasil ficou nas últimas colocações no teste de Pisa…
      Segurança pública: 650 mil homicídios em 13 anos.
      Corrupção: mensalão e petrolao.
      O esquerdista é um zumbi que fica dia e noite divulgando mentiras e opiniões espalhafatosas para tentar iludir a população .

    2. Paulo e sua geringoça de ódio. Calma aê, rapaz. Deus é mais.

    3. Ninguém tem que imaginar nada! O nosso presidente eh o MINTOmaníaco e ele se mostrou um inepto nessa pandemia! O ministro da saúde eh um incompetente pra dizer o mínimo! O PT já era! O que mais torce pelo PT eh o próprio MINTOml, que se concorrer com lulaladrao, vai poder limpar a corrupção da família dele com a corrupção da família de Lula…

    4. Paulo, pra você um trechinho de um samba cantado por Beth Carvalho:
      Chora, pode chorar, chegou a hora, vais me pagar.

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Saúde

Pacheco se reúne com representantes da Pfizer e Johnson e mira com Pazuello disponibilização acelerada de vacinas contra a covid-19 para a população brasileira

FOTO: Reprodução/Twitter

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), se reuniu nesta segunda-feira (22) com representantes das empresas Pfizer e da Janssen, da Johnson & Johnson, sobre as vacinas contra covid-19.

O objetivo do encontro foi tentar viabilizar as vacinas contra a covid-19 produzidas pelas duas empresas para a população brasileira. As farmacêuticas ainda não fecharam contrato com o governo federal para a disponibilização dos imunizantes.

De acordo com Pacheco, o entrave é uma clausula em que as empresas não se responsabilizam por eventuais efeitos negativos das vacinas, risco que o governo federal não quer assumir. A condicionante, contudo, foi mantida pela Pfizer durante o encontro desta segunda.

Emenda

Diante da situação, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou uma emenda autorizando a União a assumir os riscos de responsabilidade civil na aquisição de vacinas – podendo, inclusive, ter garantias ou contratar seguro privado para a cobertura desses riscos.

“Essa cláusula foi aceita em 69 países. Na América Latina, somente três não aceitaram: Venezuela, Argentina e Brasil. É um empecilho burocrático, que se ele não existisse, nós já teríamos vacinas da Pfizer disponibilizada aos brasileiros desde dezembro”, disse Rodrigues.

Pazuello

Segundo o senador, o presidente do Senado conversará ainda hoje com o ministro general Eduardo Pazuello (Saúde) no sentido de encontrar saídas para a crise e ainda articulará sobre o tema com a Câmara dos Deputados.

“Paralelo a isso, será apresentado no Senado um projeto de lei com todos os pré-requisitos necessários para a utilização da vacina em território nacional”, acrescentou Rodrigues.

R7

Opinião dos leitores

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Política

Pacheco e Lira preveem reforma tributária aprovada no Congresso no prazo de 6 a 8 meses

Foto: Luiz Felipe Barbiéri/G1

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), informaram nesta quinta-feira (4) que preveem a aprovação da reforma tributária no Congresso em até oito meses.

Pacheco e Lira se reuniram no início da manhã com o presidente da comissão mista da reforma tributária, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), e com o relator da proposta, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).

“Temos uma previsão de que 6 a 8 meses nós possamos ter concluída a reforma tributária no congresso nacional, tanto no âmbito do Senado quanto no âmbito da Câmara dos Deputados”, afirmou Pacheco após o encontro.

Ele disse ainda que o relatório deve ser apresentado na comissão mista em fevereiro. Depois, o texto vai tramitar na Câmara e no Senado. Pacheco afirmou que não está definido por qual Casa começará a votação.

“A comissão mista concluirá seu trabalho até o final de fevereiro, com a apresentação do parecer por parte do deputado Aguinaldo Ribeiro, ouvindo os demais membros, que poderão sugerir acréscimos, supressões, criticas ao parecer. E, na sequência, a reforma tributária iniciará por uma das casas legislativas”, completou Pacheco.

Lira ressaltou que Senado e Câmara não vão brigar pelo protagonismo na condução da reforma.

“Não vai haver briga por protagonismos entre Câmara e Senado […] Tem que andar constitucionalmente nas duas casas e pouco importará se começará em uma ou se findará em outra. Não há essa preocupação”, afirmou o presidente da Câmara.

Os presidentes da Câmara e do Senado disseram que não discutiram nesta quinta o conteúdo da reforma. Diferentes textos tramitam no Congresso. O enviado pelo governo prevê a unificação do PIS e da Cofins (incidente sobre a receita, folha de salários e importação), e a criação de um novo tributo sobre valor agregado, com o nome de Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS).

A comissão mista, criada no ano passado, discute um texto que prevê a unificação de mais tributos.

Auxílio para trabalhadores

Os presidentes do Senado e da Câmara foram eleitos para os cargos na segunda-feira (1º). Desde então, iniciaram articulações para votar temas considerados prioritários, como reformas na economia e mecanismos para acelerar a vacinação contra a Covid-19.

Os dois também querem aprovar um pagamento, nos moldes do auxílio emergencial, para garantir renda a trabalhadores afetados economicamente pela pandemia. O auxílio emergencial foi encerrado em dezembro de 2020, mas a percepção política no governo e no Congresso é que grande parte da população ainda precisa da ajuda.

Pacheco e Lira falaram sobre o tema ao fim da reunião da reforma tributária. Eles disseram que têm um compromisso de buscar um programa social para auxiliar os trabalhadores e que devem discutir o assunto em um encontro com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

‘Temos ambos, tanto eu quanto o deputado Arthur Lira, presidente da Câmara, absoluto compromisso de entregar à sociedade, especialmente a essa camada mais vulnerabilizada em decorrência da pandemia, algum programa social que possa socorrê-los. Esse compromisso existe, e ainda hoje pretendo pedir essa agenda com o ministro Paulo Guedes para discutir esse tema em específico”, concluiu Pacheco.

G1

Opinião dos leitores

  1. Falou mal de políticos o BG não publica.
    A reforma é para o Povo pagar mais impostos, e os políticos terão mais privilégios

    1. Esse não sabe o que está falando.
      A velha mania de falar mal do governo dia e noite.
      A ideia da reforma é reduzir a carga tributária.
      Ciro Gomes é que queria aumentar impostos, inclusive sobre herança passando de 4 para 29%.
      Muito bom esse Ciro Gomes.

    2. Paulo o aumento sobre herança proposto por Ciro atingiria as heranças acima de 2 milhões, portanto dos mais ricos. Faltou você esclarecer esse detalhe.

    3. Você recebe uma herança e o Estado vira seu sócio. Fantástico!

    4. BG
      O Cidadão Pai de família trabalha uma vida inteira para formar patrimônio ai depois o governo passa a ser herdeiro da maior parte do patrimônio. São impostos escorchantes de toda especie além de cartórios também passarem a serem herdeiros com taxas ABUSIVAS e serviços de péssima qualidade.Tem é que diminuir os valores astronômicos pagos a gestores públicos, políticos, judiciário, que não obedecem os tetos constitucionais e reduzir a carga tributaria para o Cidadão. Foi veiculado na imprensa dos altos salários pagos a diretores da Caern, são casos assim que precisam serem extirpados da maquina pública obesa e ineficiente.

  2. Se for reforma tributária, entendam “O povo vai pagar mais imposto” e os “Políticos terão mais privilegiados “.

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Política

‘Clima é o melhor possível’, diz Bolsonaro ao lado de Lira e Pacheco

Foto: Reprodução/CNN

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (3) que o clima para trabalhar com os novos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), é o melhor possível.

Em breve declaração ao lado dos dois no Palácio do Planalto, o presidente afirmou ainda que o governo federal apresentou uma série de sugestões de pautas o Congresso Nacional.

“O clima é o melhor possível e imperará harmonia entre nós. Na sugestão, [estão] assuntos voltados obviamente para a pandemia, a saúde, a economia e as reformas de estado”, afirmou Bolsonaro.

[É um] momento importante nessa linha que gostamos de pregar de pacificação, de boa relação, de harmonia entre os poderes, resguardando sempre a independência”, afirmou Pacheco, sobre o encontro.

“É fundamental esse diálogo, sermos recebidos pelo presidente Jair Bolsonaro, recebemos de suas mãos sugestões de pauta que submetemos aos nossos colégios de líderes para apreciar a viabilidade de cada um desses projetos.”

Já Lira destacou que o encontro dos líderes do Legislativo e do Executivo mostram que o país entrou em um novo momento no aspecto político.

“Nossa vinda aqui configura um novo momento para o Brasil em 2021, com nossa preocupação 100% voltada para o combate à pandemia”, disse.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Vamos aguardar!
    Vai ter que desemboldar muito, pq o centrão é assim: se não desembolsa, dança!
    Veja Dilma…
    Logo chegará a vez do Messias…

  2. Se comprou e tá dando certo beleza. Compra de vacinas e auxílio emergencial é só um detalhe mínimo

  3. Ainda bem que deu certo. Nosso Mito e sua turma já não corre perigo de cair. VIVA AO CENTRÃO!!!

    1. O centrão é que veio pra nosso lado, se não muitos desses aí roda em 2022.
      O PR Bolsonaro, não vota mais na Câmara.
      Kkkkjkkkkk
      Era muito fácil de ficar com vcs.
      Bastava o presidente nhonho ter arrumado os votos suficientes pra o Piaba Rossi.
      Simples assim.
      Agora aguenta!!

  4. Ótimo, já organiza a votação da principal promessa de campanha, a prisão em 2a instância. Agora o Brasil vai

    1. Kkk vc vive no mundo da lua 99,9% do centrao tem condenacoes como eles vao prender eles mesmos.

    2. Você tá com problema de memória.
      A principal promessa foi acabar com a reeleição.
      Depois acabar com a imunidade parlamentar
      Em seguida isenção do Imposto de Renda pra quem recebe até R$ 5 mil/mês.
      Depois o fim do Cartão Corporativo.
      Sim, e continuar com a Lava-Jato.

    3. Sérgio, somente aos seus eleitores Bolsonaro deve satisfações sobre as promessas de campanha.

    4. MGil, votei nesse idiota e espero satisfações sobre sua atitude de estelionatário. Bozó deve sim explicações não só a mim, mas a todos que acreditaram em suas mentiras.

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Política

Pacheco e Lira assinam documento com medidas que consideram prioritárias para o país e defendem agilidade na vacinação e aprovação de reformas

Os novos presidentes do Senado e da Câmara, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e Arthur Lira (PP-AL), assinaram nesta quarta-feira (3) um documento em que listaram medidas que consideram prioritárias para o país. Eles reforçaram a intenção de dar agilidade à vacinação contra a Covid-19.

“Assegurar, de forma prioritária, que todos os recursos para aquisição de vacinas estejam disponíveis para o Poder Executivo e que não faltem meios para que toda a população possa ser vacinada no prazo mais rápido possível; e que a peça orçamentária a ser votada garanta que cada brasileiro terá a certeza de que o dinheiro do seu imposto estará disponível para sua vacina”, afirma o documento lido por Pacheco e Lira.

Após lerem o documento no Congresso, os presidentes da Câmara e do Senado se dirigiram à primeira reunião com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto. Os dois foram apoiados por Bolsonaro nas eleições do Congresso.

Pacheco e Lira também anunciaram que vão pedir um prazo para a apresentação dos relatórios da reforma tributária e da proposta de emenda à Constituição Emergencial. Eles ainda ressaltaram que serão prioridades em suas gestões a aprovação da reforma administrativa e a PEC dos Fundos Públicos.

Dentro do governo, a expectativa é que os novos comandos de Câmara e Senado facilitem a tramitação e a aprovação de matérias de interesse do Executivo. As reformas são vistas pela equipe econômica como essenciais para garantir a retomada da economia.

No documento que leram nesta manhã, Pacheco e Lira reforçaram que pretendem encontrar maneiras de auxiliar financeiramente os setores pobres da população, que ainda sofrem com efeitos econômicos da pandemia. Ao mesmo tempo, ressaltaram o compromisso com a manutenção do teto de gastos.

“O Senado Federal e a Câmara dos Deputados manifestam que trabalharão de forma conjunta, harmônica e colaborativa em todos os temas que possam facilitar e ajudar os brasileiros na superação do drama da pandemia, incluindo, sobretudo, a análise das possibilidades fiscais para, respeitando o teto de gastos, avaliar alternativas de oferecer a segurança financeira através de auxílio emergencial”, afirmaram os presidentes do Senado e da Câmara.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Zezinho eu também estou vivo e vendo os petralhas se associarem aos demônios, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Collor de Melo, Sarney, Sérgio Cabral, Temer, MDB, PSDB, que vergonha, vc precisa ler e saber história.

  2. Alguém tem visto falar em Nove dedos, da Anta, Narizinho, Vampiro, nonho, Baleia, Lilindenberg, ze geraldo, Falcão ou qualquer outro pilantra do PT ou puxadinhos?

    1. E eu, de ver pt e rodrigo maia aliados, pior fragorosamente derrotatos. Hehehe

  3. Prisão em que? Dê é doidin? Aprovar pra se lascar. Kkkkkkkkkk, tchau lava qualquer coisa. Imagine a lava jato.

  4. É isso aí!!
    Vamos fazer o que tem que ser feito.
    Nada de botar a bunda em cima como fez o derrotado nhonhom botafogo.
    Uma pauta respaldada, por 57.000 milhões de votos de brasileiros tem que ser respeitada, nada de fazer gracinhas, estamos atentos, de olhos bem abertos.

  5. Cadê a prisão em 2a instância? Tendo o congresso como aliado, o presidente agora vai priorizar? Isso mostrará se ele honrará o compromisso de campanha.

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Finanças

Lira e Pacheco querem volta do auxílio emergencial ‘com respeito ao teto’

Foto: Reprodução/CNN (03.fev.2021)

Os novos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assinaram nesta quarta-feira (3) uma declaração conjunta em que prometem estudar formas de retomar o pagamento do auxílio emegencial para os brasileiros sem estourar o teto de gastos do governo.

“O Senado Federal e a Câmara dos Deputados manifestam que trabalharão de forma conjunta, harmônica e colaborativa em todos os temas que possam facilitar e ajudar os brasileiros na superação do drama da pandemia, incluindo, sobretudo, a análise das possibilidades fiscais para, respeitando o teto de gastos, avaliar alternativas de oferecer a segurança financeira através de auxílio emergencial”, diz o documento.

A declaração diz ainda que os dois se comprometem a discutir pautas de reativação da atividade econômica e estarão abertos para o diálogo com o Executivo, com a equipe econômica e com “todos aqueles que queiram contribuir para que o Brasil retome, o mais rapidamente possível, um padrão mínimo de sua produção e geração de riquezas”.

Ao apresentar o documento, Pacheco destacou ainda outras propostas que ele e Lira pretender avançar nas duas Casas legislativas, incluindo a PEC 186/2019, conhecida como PEC emergencial, que cria mecanismos de ajuste fiscal no Brasil, a PEC dos fundos públicos e a PEC do pacto federativo.

Ele destacou ainda a reforma tributária e prometeu que será definido um prazo para que as comissões tanto na Câmara quanto no Senado que analisam os projetos apresentem seus pareceres.

CNN Brasil

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