Ex-ministros da Saúde acusam Bolsonaro de minimizar pandemia e recorrem à ONU e à OMS

Foto: Carolina Antunes/PR

Uma carta assinada por sete ex-ministros da Saúde repudia o pronunciamento feito pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na terça-feira (24) e o acusa de minimizar e tratar de forma insensata uma pandemia com as proporções do novo coronavírus.

Segundo atualização da OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta quarta (25), já são mais de 415 mil casos ao redor do mundo e mais de 18 mil mortos.

Assinado por Humberto Costa (2003-2005), José Saraiva Felipe (2005-2006), José Agenor Álvares da Silva (2006-2007), José Gomes Temporão (2007-2010), Alexandre Padilha (2011-2014), Arthur Chioro (2014-2015) e Marcelo Castro (2015-2016), ministros de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT), o documento afirma que Bolsonaro, preocupado em atender interesses estritamente econômicos, propõe uma dicotomia entre o enfrentamento da crise na saúde e na economia.

“Os países que têm conseguido os melhores resultados são aqueles que fizeram o isolamento social, garantiram o atendimento à saúde da população e tomaram medidas para manter a renda e ativar a economia. Não há, portanto, dicotomia entre manter a atividade econômica e salvar vidas”, diz a carta dos ex-ministros.

O presidente tem criticado medidas tomadas por governadores para a restrição de movimentação de pessoas e defendido o isolamento apenas para aqueles do chamado grupo de risco, como idosos e portadores de comorbidades, o que chamou de “isolamento vertical”.

Segundo o ex-ministros, que irão recorrer à OMS e à Comissão de Direitos Humanos da ONU, a postura de Bolsonaro desmobiliza a população que vem seguindo as orientações de autoridades de saúde, incluindo o Ministério da Saúde, e governantes, de modo a ferir o pacto federativo e a autonomia de seus entes.

“Seu pronunciamento pode resultar em uma sobrecarga do sistema de saúde brasileiro de trágicas consequências, particularmente entre os grupos mais vulneráveis da sociedade. É necessário que os líderes republicanos se juntem em torno da defesa da vida”, afirmam.

Ministros de outros governos não foram procurados para assinar o documento após não haver disposição em iniciativa anterior, por ocasião da Conferência Nacional de Saúde.

Mônica Bergamo – Folha de SP

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Papa Jerry Moon disse:

    Ministros de Lula e Dilma? A opinião deles não conta. São cúmplices dos maiores ladroes do mundo. Começo a dar razão ao presidente, se parar tudo o resultado será pior do que o vírus.

  2. FCM disse:

    QUEM? "UM CERTO BOSTA" ?????? BRINCADEIRA

  3. Marcos Vinícios disse:

    O primeiro da lista é logo o sangue suga, aquele vampiro das ambulâncias.
    A matéria é parcialmente fake, haja vista não relatar sobre a conduta do Japão.

  4. Silvio. disse:

    Só quadrilheiro kkkkkkkk
    Tão tudo doido.
    Kkkkkkkk
    Meu presidente Bolsonaro, to com bc e não abro!

  5. LEO disse:

    ESSES MINISTROS SÃO OS MESMO DA GRIPE SUÍNA,GRIPE AVIARIA,H1N1? E MUITOS DO PETROLÃO?????……………KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  6. Dilma disse:

    Não seria melhor se entregarem para serem julgados num tribunal internacional sobre como deixaram a saúde no país? Será se seriam condenados por crimes contra humanidade?

  7. oswaldo disse:

    Pronto, se eu estava na dúvida de que o Sr Bolsonaro estava certo, agora não tô mais!!!

  8. EDILSON disse:

    AONDE ESTAVA TODOS ELES QUANDO SURGIU O H1N1 E A SUINA????

ONU diz que recessão global é praticamente certa

Foto: © Mark Garten/ONU

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterres, alertou que uma recessão global é “praticamente certa” em razão da pandemia do coronavírus.

Ele disse que a atual crise global de saúde é “diferente de qualquer outra num período de 75 anos na história das Nações Unidas”.

Guterres se referiu ao informe da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estima que “os trabalhadores em todo o mundo poderão perder até mesmo US$ 3,4 trilhões de receita até o fim deste ano”.

Ele conclamou a realização de uma “resposta global coordenada” para ajudar os países em desenvolvimento a conterem o alastramento do vírus”.

Guterres acolheu com agrado a decisão tomada pelos líderes do G20 de realizar uma cúpula de emergência por meio de vídeo, na próxima semana, para discutir a questão da pandemia.

Ele conclamou os líderes a coordenarem uma resposta em uma amplitude que deve combinar com a escala da crise.

Agência Brasil, com NHK – Japão

Chanceler russo defende entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU

Foto: KIRILL KUDRYAVTSEV/AFP

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, pediu hoje uma mudança nas relações internacionais e a inclusão de Brasil, Índia e algum país africano como membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

As declarações de Lavrov foram feitas durante a participação no Raisina Dialogue, um fórum político e econômico organizado pelo governo indiano em Nova Déli, onde o chanceler também se pronunciou contra as “sanções unilaterais” impostas por alguns países potências a outros e contra a construção da ordem mundial baseada na “força bruta”.

“Eu diria que a principal deficiência do Conselho de Segurança é a baixa representação dos países em desenvolvimento. Reiteramos a nossa posição de que Índia e Brasil merecem absolutamente estar no conselho juntamente com um candidato africano”, disse o ministro.

“Nossa posição é que o objetivo da reforma (do Conselho) é assegurar que os países em desenvolvimento sejam melhor tratados no órgão central das Nações Unidas”, acrescentou.

Lavrov especificou que as novas presenças no organismo internacional deveriam ser como membros permanentes, posição atualmente ocupada apenas por cinco países: Rússia, Estados Unidos, China, França e Reino Unido.

Além disso, mais dez países são membros temporários do Conselho, incluindo atualmente Bélgica, Alemanha, Indonésia e África do Sul, entre outros. Lavrov enquadrou a reforma do Conselho de Segurança da ONU entre as novas relações diplomáticas do século 21.

“O século 21 é o tempo em que devemos nos libertar de qualquer método de lidar com as relações internacionais de forma colonial ou neocolonial, e as sanções impostas unilateralmente não vão funcionar, ou seja, não é diplomacia”, disse Lavrov, referindo-se às sanções econômicas que alguns países, como os EUA, impuseram a outros, como Irã e Rússia.

“Acho que não devemos discutir sobre sanções e meios não diplomáticos quando pensamos sobre o futuro do mundo”, argumentou o chanceler.

O ministro russo acrescentou que “a ordem democrática mundial deve ser baseada não no equilíbrio da força bruta, mas construída como um concerto de interesses, modelos de desenvolvimento, culturas (e) tradições”.

Lavrov também sugeriu que os países do Golfo Pérsico “pensem em mecanismos de segurança coletiva” e que comecem a “construir confiança” participando conjuntamente em exercícios militares, diante do recente aumento da tensão no Oriente Médio.

Essa tensão ganhou grandes proporções após os EUA assassinarem o general iraniano Qassim Suleimani no Iraque e continuou com o ataque de mísseis do Irã contra bases com a presença de tropas americanas no território iraquiano.

Lavrov disse ontem, durante uma visita ao Sri Lanka antes de participar do fórum indiano, que a Rússia não pretende intervir no conflito, embora tenha descrito o assassinato de Suleimani como um ato fora das regras de comportamento internacional.

UOL, com EFE

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ricardo Carvalho disse:

    Agora os devotos, seguidores e admiradores do partido que virou quadrilha vão começar a se suicidar! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Bento disse:

    Calma Silvas chega de péssimos .
    O Brasil esta mudando.
    É assim mesmo o processo é lento, mas esta indo de forma firme.
    Toda mudança leva tempo, o Brasil acordou de um pesadelo de 16 anos.
    Ajude o Brasil a se tornar uma realidade

  3. Silva disse:

    Pra quê? se até a Venezuela tira onda com o Brasil. Ainda mais, quem danado vai lutar por um país que só trata com dignidade 10% da população, e os corruptos ladrões são tolerados e suportados, igualzinho a ninhos de ratos convivendo na sala da casa, e tomando a comida das mãos das crianças.

Venezuela perde direito a voto na ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que a Venezuela e outros seis países perderam seu direito a voto em 2020 por causa de dívidas relativas a suas contribuições para a entidade.

A lista também inclui Gâmbia, Lesoto e República Centro-Africana, na África; Tonga, na Oceania; e Iêmen e Líbano, no Oriente Médio. O porta-voz da ONU, Stéphane Dujarric, disse que outros três países – Comoros, São Tomé e Príncipe e Somália, todos na África – também estão em atraso, mas manterão o direito a voto até setembro.

O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, pediu para a ONU voltar atrás na decisão e disse que o atraso nas contribuições do país se deve às sanções impostas pelos Estados Unidos.

“O embargo financeiro dos EUA fechou os caminhos bancários à disposição do Estado venezuelano para honrar seus pagamentos, violando abertamente o direito internacional”, afirmou o chanceler no Twitter.

A ONU pode suspender o direito a voto de membros que deixem de pagar suas contribuições em pelo menos dois anos consecutivos, desde que a situação não dependa de causas de força maior reconhecidas pela própria entidade.

Época Negócios

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    E ainda tinha direito a isso!!!
    Voto a população ainda sabe o que é isto na Venezuela

Bolsonaro diz que ONU está ‘aparelhada’ e não teme perda de voto por falta de pagamento

Foto: Marcos Corrêa / Presidência

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira que não está preocupado com a possibilidade do Brasil perder o direito de voto em organismos multilaterais pelo não pagamento de dívidas. Referindo-se especificamente à Organização das Nações Unidas ( ONU ), Bolsonaro afirmou que a organização está “aparelhada” e “politizada”.

Um documento interno do Ministério da Economia pede R$ 1 bilhão para o pagamento ainda em 2019 de cotas atrasadas para a ONU e órgãos como o Banco Interamericano de Investimentos (BID-Invest) e a Agência Internacional de Desenvolvimento (AID).

— Um bilhão? Tudo isso? Não estou preocupado com isso. Estou preocupado com o Brasil. Muitas das decisões da ONU não interessam para a gente. A gente sabe que está politizado esse negócio. Está aparelhado — afirmou Bolsonaro, na saída do Palácio da Alvorada.

Sobre a possibilidade de perder o voto, respondeu:

— Paciência.

Até o fim de novembro, os compromissos que deviam ser quitados junto à ONU somavam US$ 415,875 milhões, sendo US$ 143,059 milhões referentes ao orçamento regular e o restante a compromissos com missões de paz e tribunais internacionais vinculados ao sistema das Nações Unidas. Sob as regras da ONU, se um país estiver em atraso em um valor igual ou superior às contribuições devidas nos dois anos anteriores, poderá perder seu voto na Assembleia Geral, a menos que mostre que sua incapacidade de pagar está além de seu controle.

‘Imprevisto’ na posse da Argentina

Bolsonaro negou que tenha recuado ao decidir enviar o vice-presidente Hamilton Mourão para a posse de Alberto Fernández na Argentina. De acordo com ele, “a política tem imprevisto a todo momento”.

— Vocês falam em recuo o tempo todo, como se o governo desse cabeçada por aí. O recuo…Às vezes você toma uma decisão antes de acontecer, né. Você vê técnico de futebol, muitas vezes…O cara está ali para entrar em campo, o cara se machuca. Ele recuou? Não é que errou, aconteceu um imprevisto. E na politica tem imprevisto a todo momento.

O presidente disse que não quer “brigar” com a Argentina e que torce para o governo de Fernández dar certo, mas ressaltou que ele terá dificuldades.

— Não queremos brigar com ninguém, queremos fazer comércio com o mundo todo. Não queremos brigar com a Argentina. Você pode ver. A Argentina também polarizou lá. Parecido aqui no Brasil. O partido do Macri fez uma bancada grande. Vão ter problemas para impor a sua política, no caso o Fernández. Estou torcendo para a Argentina dê certo. Se bem que os números dizem que vão ter mais dificuldade do que nós.

Troca de embaixador em Israel

Bolsonaro ainda adiantou que deve trocar o embaixador em Israel, porque o atual, Paulo Cesar de Vasconcellos, já está há mais de dois anos.

— Existe a intenção de trocar, o que é natural. O que está lá, acho que está há mais de dois anos. É natural trocar.

Segundo informou o jornal “Folha de São Paulo”, Bolsonaro escolheu Paulo Jorge de Nápolis, diretor de marketing de uma empresa de defesa israelense no Brasil, a IAI (Israel Aerospace Industries).

Ele foi adido militar na Embaixada do Brasil em Tel Aviv entre 2013 e 2015. Embora não seja da carreira diplomática, foi responsável, na empresa para a qual trabalha, pela interlocução entre autoridades brasileiras e israelenses na área de defesa.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luladrão Encantador de Asnos disse:

    ONU cabidão de emprego da esquerda. Mais uma boquinha que estão perdendo.
    Parabéns presidente, não mande dinheiro pra financiar quem critica seu governo, que vão pedir pra Maduro, Cuba, França e Evo, etc…..

  2. Caim Fidalgo disse:

    Ô véi duro!
    Um bilhão, penso que da pra saniar a cidade de Mossoró todinha.
    É isso aí MITO!!
    Tem que por quente nesses cumiloes de dinheiro público.

ONU cobra R$ 1,7 bi do Brasil e ameaça tirar direito a voto; Governo tem que quitar até início de janeiro pelo menos R$ 530 milhões de dívida que vem desde 2016

Trecho da carta da ONU que cobra a dívida do governo brasileiro. Exibe o valor bilionário, apela que o Brasil pague imediatamente e informa que 136 outros membros estão com suas contribuições em dia. Reprodução – (VEJA)

O Itamaraty pediu que o Ministério da Economia libere verba com urgência para quitar a dívida do país com a ONU. Motivo?

O Brasil está a um mês de perder o direito de voto na Assembleia Geral das Nações Unidas por ser mau pagador.

O país deve 415,8 milhões de dólares, acumulado entre 2016 a 2019. Com o dólar a R$ 4,19, chega a 1,7 bilhão de reais.

Para não perder espaço na ONU, um mico histórico, o Brasil deve, pelo menos, efetuar o pagamento mínimo da fatura, de 126 milhões de dólares, ou R$ 530,6 milhões, até início de janeiro de 2020. Pouco mais de um mês.

Na Fazenda, o assunto está com o secretário-executivo do ministério, Marcelo Guaranys.

Radar teve acesso à carta de cobrança da ONU, enviada para o embaixador Mauro Vieira, representante do Brasil nas Nações Unidas, em 21 de novembro.

A entidade cobra o pagamento imediato da dívida e lembra que 136 estados membros já contribuíram na íntegra em 2019, e estão quitados com os anos anteriores.

“Se o seu governo pudesse se juntar a este grupo de Estados membros, seria um símbolo concreto de seu apoio à organização”, diz o documento.

E lembra de que a inadimplência pode tirar o direito de voto do Brasil na ONU, segundo o artigo 19 da Carta das Nações Unidas.

E pede que seja feito ao menos um pagamento mínimo, para o país participar das reuniões.

“Recomendo que seja considerado a aplicação desse pagamento mínimo ao orçamento ordinário”.

A carta é assinada por Chandramouli Ramanathan, secretário-geral assistente da ONU.

Com informações Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arthur disse:

    Olha aí o resultado da lambança do governo petista…. Cadê o dinheiro que tava ali pra pagar a ONU? os mortadelas comeram?? agora paguemmmm

  2. Cesar disse:

    Acho que não vale a pena pagar pra fazer parte da ONU – de graça ainda sairia caro – e daqui por diante deve ser assim. Esse é um orgão intolerante e ditador de regras, não respeita o contexto cultural de cada país,não respeita a soberania de Israel, tem mesmo é que ser detonado.

  3. Victorino disse:

    29/11/2019 às 12:58
    Dívida dos governos petistas, essa praga disseminou tudo que foi ruim nos 16 anos no poder, malditos…

  4. Ronaldo disse:

    pagar pra ONU para ela ESCULHAMBAR com o atual governo ??????
    pagar pra ONU para ela dar ouvidos e relevância para Pepa Pig ?
    e etc

Elevação do nível dos oceanos e áreas costeiras: secretário-geral da ONU alerta sobre riscos de tsunamis

Foto: Ilustrativa

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antônio Guterres, renovou alerta de que a elevação no nível dos oceanos em decorrência do aquecimento global aumenta os riscos de danos causados por tsunamis.

Ele fez a advertência em um comunicado divulgado no Dia Mundial da Conscientização sobre Tsunamis, que foi celebrado nessa terça-feira (5).

A ONU determinou a criação da data em 2015, sob a iniciativa do Japão. Ao invés de referir-se à situação como “mudança climática”, Guterres usou o termo “emergência climática” em sua declaração.

Segundo ele, estima-se que 680 milhões de pessoas estejam em risco por viverem em áreas costeiras de baixa elevação e que o número pode passar de 1 bilhão até 2050.

Guterres disse ainda que, nos 15 anos desde o tsunami ocorrido no Oceano Índico em 2004, um grande progresso foi feito para aprimorar os sistemas de alerta preventivo no Oceano Índico, no Caribe e outras regiões, o que possibilitou que diversas vidas fossem salvas.

No entanto, ele alerta que, com o aumento do nível do mar, os poderes destrutivos de tsunamis podem ser exacerbados, pedindo que mais esforços sejam focados em lidar com a emergência climática.

Agência Brasil, com NHK

 

Brasil é reeleito em Conselho de Direitos Humanos da ONU; Damares comemora

Foto: Reprodução UNTV

Com 153 votos, o Brasil foi reconduzido para mais um mandato no Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Pelo Twitter, Damares Alves comemorou os 16 votos a mais que na eleição de 2016.

“Agradeço a todas as 985 entidades que não somente se manifestaram, como também trabalharam conosco pela recondução. O trabalho de vocês foi fundamental. Especialmente para desfazermos todas as mentiras ditas sobre o governo.”

O Antagonista

Bolsonaro elogia Moro na ONU e diz que ministro é símbolo no país

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro elogiou o ministro Sergio Moro durante discurso na 74ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na manhã desta terça-feira (24).

Bolsonaro disse que políticos brasileiros foram “julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sergio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública”.

O presidente disse que presidentes anteriores “transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou”.

Moro disse no Twitter que o discurso de Bolsonaro foi “assertivo” e abordou “pontos essenciais”.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eu disse:

    #MORO2022

  2. Antonio Turci disse:

    Sérgio Moro, uma das esperanças deste país.

  3. Bolsominion disse:

    Só faltou o nosso mito explicar para a plateia da ONU que a terra é plana e elogiar o nosso mestre Olavo de Carvalho.

    • paulo disse:

      BG
      A inveja de um governo serio e decente ponhe em polvorosa os admiradores de ladrões e saqueadores da Nação, que foram enxotados dos seus gabinetes do crime pela maioria do Povo Brasileiro. Fora pt e seus seguidores, vão pra Cuba e Venezuela otários.

  4. Joaquim disse:

    Parabéns Presidente

Trump ataca Irã, China, Venezuela, ONGs, imigração e socialismo em discurso na ONU

Foto: Don Emmert/AFP

O presidente Donald Trump fez uma defesa do patriotismo e do direito de cada país lutar pelos próprios interesses ao fazer seu discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira (24). Ele também fez críticas ao Irã, à Chna e a ONGs que defendem migrantes

“O futuro não será dos globalistas. Será dos patriotas”, disse. “Se você quer liberdade, tenha orgulho de seu país. Se quer democracia, defenda sua soberania. Se quer paz, ame sua nação.”

Trump também criticou a imigração e disse que a vinda de estrangeiros ilegais “mina a prosperidade do país” e acusou as ONGs que ajudam migrantes ilegais: “Suas políticas são cruéis e más, e ajudam a minar os direitos humanos”.

Ele prometeu combater as redes de tráfico internacional, e se dirigiu às pessoas que querem imigrar de forma ilegal. “Não pague coiotes. Não se coloque em perigo. Se você chegar até aqui, será rapidamente enviado de volta para casa. Enquanto eu for presidente, vamos reforças nossas fronteiras.”

O presidente acusou outros países, especialmente a China, de se beneficiarem das regras do comércio global de modo a prejudicar a economia dos EUA e, especialmente, sua classe média. “A Organização Mundial do Comércio precisa de mudanças drásticas”, disse.

“Durante anos, estes abusos [no comércio internacional] foram tolerados, ignorados, ou mesmo estimulados”, denunciou Trump, questionando novamente a globalização.

Segundo ele, o “globalismo” levou os líderes mundiais a ignorarem seus próprios interesses nacionais. “Mas, no que diz respeito aos Estados Unidos, esses dias acabaram”, frisou.

Trump destacou os baixos números de desemprego e a queda da pobreza nos EUA durante seu governo, e que negros e hispânicos também se beneficiaram.

Ainda ao falar da China, citou a situação em Hong Kong, onde manifestantes protestam contra medidas do governo central, em Pequim. “A forma como a China lidará com essa situação dirá muito sobre seu papel no mundo no futuro.”

Houve ainda ataques ao Irã, chamado de país sanguinário e principal financiador do terrorismo. “Todas as nações têm o dever de agir. Nenhum governo responsável deveria subsidiar o desejo de sangue do Irã.”

A Venezuela também foi citada. O ditador Nicolás Maduro foi chamado de “marionete cubana, protegido por seguranças cubanos”.

O presidente atacou o socialismo e disse que esse modelo jamais terá espaço nos EUA. “A Venezuela nos lembra de que o socialismo e o comunismo não se tratam de justiça, não versam sobre igualdade, nem sobre a ajuda aos pobres (…) O socialismo e o comunismo tratam de uma única coisa: do poder da classe dirigente”, completou.

Apesar dos ataques a vários países, Trump disse que seu país, apesar de ter a maior força militar do mundo, prefere que seja melhor não utilizá-la, e que “busca parceiros, não adversários”.

Ao final do discurso, o presidente defendeu os direitos LGBT e disse que os EUA trabalham para que outros países descriminalizem a homossexualidade. Ele também defendeu a igualdade de pagamento entre homens e mulheres e a liberdade religiosa.

Trump não citou o Brasil em seu discurso. Ele falou logo após a participação do presidente Jair Bolsonaro. O líder brasileiro também fez críticas à ONGs e ao socialismo em sua participação.

Folha de São Paulo

 

AGRESSIVO OU FIRME? confira elogios e críticas do discurso de Bolsonaro na ONU

Foto: Reprodução

O ANTAGONISTA – ANÁLISE: Goste-se ou não, Bolsonaro fez um discurso de estadista

O discurso de Jair Bolsonaro foi forte: disse que o Brasil se encontrava ameaçado pelo socialismo, atacou a corrupção que assolava o país nos governos petistas, com elogio explícito a Sergio Moro, e a criminalidade que vicejou nos governos anteriores e que começa a diminuir no seu primeiro ano de mandato. Partiu para cima do regime venezuelano, do Foro de São Paulo, da ação cubana na América do Sul e do ambientalismo manipulado por uma visão colonialista.

O presidente afirmou que a Amazônia não está em chamas, ao contrário do que diz a mídia internacional “sensacionalista”, e criticou a tentativa de tolher a soberania brasileira na região, sem citar o francês Emmanuel Macron. Atacou o cacique Raoni, queridinho na Europa, dizendo que ele não é o único representante dos povos indígenas, e leu uma carta assinada por representantes de 52 tribos que pediam desenvolvimento econômico nas reservas e legitimavam a índia Ysani Kalapalo, que integra a comitiva brasileira como representante dos indígenas brasileiros. Bolsonaro também reforçou o compromisso do Brasil com o livre-comércio e o respeito a acordos internacionais, que disse pretender multiplicar. Ele defendeu a democracia de expressão e informação, apesar de ter atacado a mídia.

Na última parte, agradeceu a Deus por estar vivo depois de ser esfaqueado por um militante de esquerda, criticou a perseguição de caráter religioso e foi “terrivelmente evangélico”, ao atacar transversalmente a chamada ideologia de gênero.

Goste-se ou não (boa parte da imprensa não gostará), Bolsonaro finalmente fez um discurso de estadista — sem deixar de ser Bolsonaro, claro.

FOLHA DE SÃO PAULO – ANÁLISE: Bolsonaro joga para a plateia e dobra aposta contra críticos na ONU

Com um discurso autocentrado e coerente com sua fase de radicalização, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deixou a pé aqueles que apostavam na oportunidade de ver o brasileiro apresentar-se como um líder mais racional e conciliador na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Ao contrário, Bolsonaro novamente dobrou sua aposta contra os críticos. E o fez no melhor estilo que o consagrou nas urnas, trazendo a exótica amálgama moldada pelos discípulos do escritor Olavo de Carvalho em seu governo, o filho Eduardo Bolsonaro e o chanceler Ernesto Araújo à frente.

Como sugeriam as postagens no Twitter de Eduardo, que age como chanceler de fato enquanto espera sua indicação formal à embaixada brasileira em Washington, o presidente resolveu falar o que considera sua versão da verdade. Neste ponto, Bolsonaro pode ser acusado de várias coisas, menos de incoerência.

Repetiu todo o discurso da ameaça de um suposto socialismo globalista, ou globalismo socialista, algo assim. Trouxe na parte final de sua longa fala, cujos 32 minutos superaram até o vago discurso de estreia de Dilma Rousseff (PT) em 2011 naquela tribuna, elementos como o combate ao politicamente correto e à ideologia de gênero.

Apanharam Cuba, Venezuela e o Foro de São Paulo, e só faltaram as famosas mamadeiras atribuídas ao PT na campanha eleitoral. Itens caros ao olavismo, como a crítica ao “materialismo ideológico”, estiveram presentes. A única sugestão de inserção internacional colocada veio na forma da defesa de cristãos e outros religiosos perseguidos pelo mundo, de resto uma realidade com exposição limitada de seu escopo.

Também houve a admoestação da ONU em si, que não estaria cumprindo seu papel de fórum de iguais. Donald Trump não falaria melhor. Usualmente, discursos de presidentes brasileiros na abertura da Assembleia Geral são pontuados por defesas de políticas internas, mas num contexto maior.

Em sua fala, Bolsonaro foi de dentro para fora, falando de um suposto “novo Brasil” que representa e até da facada que levou na campanha, não sem os acenos diversos a seu núcleo de apoio evangélico, com referência à Bíblia e a Deus.

Seu discurso só se tornou internacional, tomando aí o centro de toda a fala, quando defendeu as posições brasileiras ante as críticas feitas por diversos países à sua política de manejo da Amazônia, foco dos maiores embates externos de sua gestão.

A temática ambiental só faz crescer nesses fóruns: em 2003, em seu discurso de estreia na ONU, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mal o citou, enquanto Dilma fez uma referência algo maior, para vermos então Michel Temer (MDB) em 2016 falar mais amplamente.

Bolosonaro operou um grande “outro lado” com o olhar acusatório, grande agressividade contra um não nomeado Emmanuel Macron e loas ao seu ídolo, Trump.

Pegou Raoni para Cristo, dizendo que o cacique é instrumento ingênuo de políticos gringos. Não é uma crítica totalmente vazia no conteúdo, bastando lembrar o apadrinhamento do indígena por gerações de idealistas como o músico Sting ou por ecologistas de ocasião, como o atual presidente francês.

Mas o próprio Bolsonaro tratou de trazer o seu próprio totem “nativo”, para ficar em suas palavras, a índia Ysani Kalapalo. Desde que Sacheen Littlefeather subiu à tribuna do Oscar para rejeitar a estatueta de melhor ator em nome de Marlon Brando pelo “Poderoso Chefão” em 1973, não se via uma terceirização dessas para uma audiência global.

A barragem contra a hipocrisia dos países desenvolvidos é em boa parte justificável, mas o tom dificilmente ganhará aliados à causa bolsonarista. A ideia de internacionalização da Amazônia é algo bastante arraigado em países europeus.

Bolsonaro prometeu conservar a floresta, mas ninguém irá acreditar, não menos pelos seus repetidos ataques à estrutura de monitoramento e combate à devastação amazônica. A paranoia acerca de interesses no precioso nióbio e outros bens, esteio da ideologia militar sobre o tema, não terá ressonância fora. De resto, a mídia, nacional e internacional, foi largamente acusada de repetir mentiras ambientais.

A claque bolsonarista vai vibrar, e o presidente mantém assim a trajetória de radicalização de discurso e isolamento que adotou após a aprovação da reforma da Previdência pela Câmara. A menção elogiosa a Sergio Moro é parte da dinâmica morde-e-assopra que estabeleceu com seu ministro estrela, e um recado para o Supremo Tribunal Federal, que analisará nesta quarta (25) entendimentos capazes de reverter sentenças da Operação Lava Jato.

O belicismo também obscureceu a parte econômica do discurso, ao falar sobre acordos comerciais e liberalização interna. Previsivelmente, defesa de democracia, direitos humanos e liberdade de imprensa foram reduzidos a uma citação, enquanto a ditadura de 1964 ganhou um elogio inédito em tal palanque.

Em resumo, Bolsonaro foi Bolsonaro. Isso pega bem junto aos seus 12% de fiéis ainda irredutíveis, segundo o Datafolha, e também para algumas fatias do eleitorado que o apoiou em 2018. Para investidores estrangeiros e governos preocupados com a sua imagem ao negociar com países liderados por figuras abrasivas, a reação tende a ser outra.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. duendevermelho disse:

    Onde tem uma urna para eu "incaicar" o 17 de novo?!

    Mito

  2. Fale Mesmo disse:

    O discurso na ONU machucou o ego de muita gente, a gritaria foi imediata, o que era esperado.
    Se ficar calado a esquerda critica por omissão, se falar a esquerda critica pelo tom, se fizer ou não vai ser criticado pela turma do "quanto pior melhor". Então mete a boca no trombone Bolsonaro.
    Não tem 01 crítico querendo o bem do Brasil e sim salvar o próprio bolso.
    Fale, abra o verbo, continue usando a verdade como sua maior arma, a oposição vai gritar, não interessa o que você faça, eles vão criticar.
    Se hoje você elogiar Haddad, amanhã eles vão criticar Haddad.
    Então vá em frente, faça, aconteça e deixe que esperneiem, eles não tem nada a construir, só sabem se apropriar do Estado e gastar os recursos que o povo é confiscado em forma de impostos. Melhor ter o apoio de Tramp que de Maduro e da família Castro.

  3. Antonio Turci disse:

    O Presidente Bolsonaro falou bonito. Discurso realista e articulado. E para completar ainda reconheceu a grandeza do Dr. Sérgio Moro. Discurso de Estadista, sim senhor. Só não reconhece a qualidade do texto presidencial que os seguidores do PeTralhismo e respectiva caterva.

  4. JF natalense disse:

    Me representou na ONU
    Presidente firme e patriota

  5. joaozinho da escola disse:

    Se o PT odiou, significa que foi o melhor discurso de todos os tempos. Enquanto isso o PT faz discurso de estocar vento…

  6. Bento disse:

    Excelente, parabéns Presidente, o discurso firme que atinge todos os objetivos.
    Agora sim temos um Presidente que nos orgulha.

  7. Rodrigof disse:

    Teve um burro que ficou debochando que o povo aplaudiu em um discurso depois dele mentir que 100 milhões de crianças passavam fome no Brasil.

  8. Ivan disse:

    Prefiro um maluco q faz um discurso longe do "policamente correto", botando o dedo na ferida dos colonialistas internacionais e desagradando um monte de almofadinha, q um presidente diplomático, falando bonito p/platéia internacional, porém, qnd retorna pro Brasil, saqueia bilhões e joga o país num recessão que visa nos manter, permanetemente, em nossa condição de atraso e subdesenvolvimento…Discursos bonitos, e hospitais sucateados com paciente morrendo à míngua, nós já temos até demais…

    • Rivanaldo disse:

      O discurso foi burro! A maioria dos dirigentes que lá discursam falam para a plateia, o que os outros precisam ouvir. Foi agressivo como se tivesse bala na agulha (País só aguenta uma hora de guerra). Só faltou elogiar Ustra pra desgraça ser complete. Isso terá consequencias, principalmente economicas. Aguardem.

    • Rivelino disse:

      Olha a tradução do mimimi, uiuiui nas palavras de Rivanaldo. Ele prefere escutar mentiras e receber o bolsa esmola que saber da verdade. Ele prefere abraçar Maduro e mandar nossos recursos aos ditadores que receber o apoio do presidente americano.
      Rivanaldo apoia a Bolívia ter tomado a refinaria brasileira a 10 anos atrás e não que ver Bolsonaro defender a Amazônia. Tá ruim para você Rivanaldo? A Venezuela te espera de braços abertos.

Bolsonaro na ONU: ‘Repercussão ruim entre adversários é sinal que discurso foi muito bom’, diz Augusto Heleno

Foto: LUDOVIC MARIN/AFP

Um dos responsáveis pela elaboração do discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU , o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno , afirmou que a repercussão ruim entre os adversários é sinal que o discurso foi muito bom. Em entrevista exclusiva ao GLOBO, Heleno disse ainda que a ONU é que deve ficar constrangida por ter apoiado o programa Mais Médicos, alvo de Bolsonaro em seu pronunciamento.

Como o senhor avalia a imagem do Brasil após o discurso do presidente Bolsonaro na ONU?

O discurso atingiu todos os objetivos, correspondeu a todas as expectativas. Foi um discurso enérgico, educado, muito cordial e colocando alguns pontos que o Brasil tem sido atacado por seus adversários, que precisavam ser esclarecidos. Colocou as perspectivas do futuro do Brasil, mostrou que estamos dispostos a ser um país diferente do que fomos até agora. Acho que a repercussão vai ser muito boa. Também a repercussão com os nossos adversários, sendo ruim, é sinal que o discurso foi muito bom.

O presidente criticou a ONU sobre o apoio ao programa Mais Médicos, o que ele comparou ao trabalho escravo? Isso não causa um constrangimento do Brasil junto às Nações Unidas?

Nós, junto das Nações Unidas, não. Deveria causar constrangimento às Nações Unidas de apoiar uma iniciativa perversa, uma iniciativa em que médicos — ou médicos entre aspas — são escravizados num trabalho sem sentido, onde o país de onde eles são originários ganha muito, que é Cuba, e eles ganham muito pouco e ficam longe da família. A ONU é que não deveria se prestar a apoiar um trabalho deste tipo.

O presidente disse não apontaria o dedo a ninguém em seu discurso. Embora ele não tenha citado textualmente o presidente francês, Emmanuel Macron, e a chanceler alemã ,Angela Merkel, ele fez referências aos dois…

A carapuça está aí para quem quiser enfiar na cabeça. A carapuça está à disposição do freguês.

O Brasil não teme um desconforto internacional depois deste posicionamento?

Não. O Brasil está defendendo a soberania na Amazônia brasileira, está assumindo um compromisso que não é de agora, o presidente sempre teve esse discurso, de que vai explorar a Amazônia de forma sustentável para o proveito do povo brasileiro. Não temos por que abrirmos mão das nossas riquezas em prol de falácias, de mentiras em relação ao meio ambiente. Os números são todos a nosso favor. Essa história que a Amazônia está em chamas é ridícula.

O secretário-geral da ONU falou da perseguição aos defensores dos direitos humanos, ativistas do meio ambiental e a jornalistas. O discurso do presidente Bolsonaro não contrasta com a declaração dele?

Tem gente que já está cansada daquela frase que ele volta e meia diz que é bíblica, mas eu acho que isso daí tem sempre que ser lembrado. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Bigga, s disse:

    Falou à mais pura verdade, o quê desgostou aqueles do quanto pior, melhor. Para mim , foi firme e principalmente objetivo na defesa de nossa soberania. Quem reclamar é pôr quê está perdendo à boquinha. Avante MITO.

  2. Bento disse:

    Este sim é um verdadeiro estadista, disse tudo, tem o meu respeito.
    E sem tomar cachaça.
    Um dia histórico.

  3. Fernando disse:

    Voltei a apoia-lo. Um estadista, falou o que tinha de falar, inclusive que moro fez uma limpeza nos ratos do país.

Em discurso na ONU, Bolsonaro garante ‘compromisso solene’ com meio ambiente e acusa líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil

O presidente Jair Bolsonaro durante discurso na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA) — Foto: Carlo Allegri/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira (24) durante discurso de abertura na 74ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York (EUA), que tem “compromisso solene” com a preservação meio ambiente e acusou líderes estrangeiros de ataque à soberania do Brasil.

Tradicionalmente, desde 1949, cabe ao representante do Brasil abrir o debate geral da assembleia das Nações Unidas. Foi o primeiro pronunciamento de Bolsonaro como chefe de Estado no encontro.

“É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a Amazônia, a nossa floresta, é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa e com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado, a nossa soberania”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro afirmou, ainda, que tem “compromisso solene” com a proteção da Amazônia. Disse que a Amazônia é maior do que toda a Europa ocidental e “permanece praticamente intocada”, o que seria prova, segundo o presidente, de que o Brasil é “um dos países que mais protegem o meio ambiente”.

“Em primeiro lugar, meu governo tem o compromisso solene com a preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável em benefício do Brasil”, declarou o presidente.

O discurso do presidente tem o contexto da crise provocada, em agosto, pela alta das queimadas na floresta amazônica.

Bolsonaro trocou farpas com o presidente da França, Emmanuel Macron, que deixou em aberto a discussão sobre um possível status internacional na Amazônia.

Com a fala desta terça, Bolsonaro é o oitavo presidente brasileiro a abrir os debates. O primeiro chefe de Estado do país a discursar no encontro foi João Figueiredo, em 1982. Desde então, apenas Itamar Franco não se pronunciou ao menos uma vez na assembleia geral.

Terra indígena

Bolsonaro afirmou no discurso que não ampliará o percentual do território brasileiro com terras indígenas e disse que a “visão de um líder” não representa o pensamento de todos os índios do país.

“Quero deixar claro: O Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de estado gostariam que acontecesse”, afirmou.

Bolsonaro afirmou que, “muitas vezes”, líderes indígenas como o cacique Raoni, são “usados como peça de manobra” por governos estrangeiros. Ele não citou quais seriam os governos, contudo, recentemente Raoni se encontrou com o presidente da França, Emmanuel Macron.

“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes, alguns desses líderes, como o cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia”, afirmou Bolsonaro.

Segundo Bolsonaro, pessoas dentro e fora do Brasil, com apoio de organizações não-governamentais, “teimam em tratar e em manter” os índios brasileiros “como verdadeiros homens das cavernas”.

“O Brasil agora tem um presidente que se preocupa com aqueles que lá estavam antes da chegada dos portugueses em 1500. O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terá rica”, afirmou.

Agenda da viagem

Antes do discurso, Bolsonaro se reuniu com o secretário-geral da ONU, António Guterres. À tarde, Bolsonaro está prevista uma visita ao ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. À noite, o presidente embarca de volta para Brasília.

Bolsonaro chegou a Nova York na tarde de segunda-feira (23), acompanhado de uma comitiva que reuniu, entre outros integrantes, ministros, a primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), um dos cinco filhos do presidente.

Eduardo, que preside na Câmara a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden), foi escolhido pelo pai para ser embaixador do Brasil em Washington. No entanto, a indicação ainda não foi enviada ao Senado, que terá de aprovar o nome do parlamentar.

O presidente viajou uma semana depois de receber alta hospitalar. No dia 8, ele passou por uma cirurgia para corrigir uma hérnia, o quarto procedimento desde que sofreu uma facada no abdômen em 2018.

Bolsonaro viajou com orientação de manter uma dieta leve e de evitar longos períodos sentado no avião.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Boris Bob disse:

    Quem estiver achando ruim e envergonhados com verdade, verdadeira, peguem o beco pra Venezuela , não vao fazer igual a o outro, que dizem que vendeu o mandado, foi morar nos Estados Unidos o certo era Venezuela ou Cuba.
    Se é por falta de uma despedida, ADEUS!!
    Suma, xispa kkkkkkk
    Tchau corruptos.

  2. victorino disse:

    Chora Petezada, o choro é livre. Vergonha é seu presidente preso por corrupção e lavagem de dinheiro se Ricardo e Curiosa. Aceitem por que estar só começando…

    • Riva disse:

      Bolsonaro conseguiu mostrar ao mundo todo como o governo brasileiro usa da mentira para avançar sua agenda.

      "Visitem a Amazônia". Os líderes do mundo já têm acesso às fotos de satélite, à Nasa. A Nasa tá mentindo?

      Bolsonaro é fake news.

  3. André Fortes disse:

    Discurso do presidente do Brasil na ONU termina sem aplauso, nem dos aliados. Foi um dos momentos mais vergonhosos que eu ja vi como brasileiro. Eu nao imaginava que ele iria falar as bobagens que fala lá no twitter para o mundo todo.

    • Antenado disse:

      Realmente. Falou muito pouco sobre a corrupção e os corruptos, inclusive os presos; sobre o assalto à PETROBRAS; sobre o maior caso de corrupção do mundo. Falou pouco. Lamentável.

    • Ricardo disse:

      Petista revoltado detectado.

    • Rivanaldo disse:

      Gente, o cara tava na ONU.

  4. Visão natal disse:

    Orgulho do meu presidente !!
    Me representou e tb a maioria do nosso país .
    Obg presidente patriota

  5. Visão mundo disse:

    Me representou, orgulho do nosso presidente !! Eleito pela maioria do nosso país então representando a maioria do Brasil.
    Orgulho do nosso presidente, patriota !!

  6. Fabio Cardoso disse:

    Foi muito bem! BG deveria postar a íntegra do discurso.
    #BrasilacimadetudoDeusacimadetodos!

  7. fabio soares lins disse:

    O retardado foi falar de PT e Cuba na assembleia geral da ONU. Não tem jeito para jumento que está na presidência!

  8. fabio soares lins disse:

    grande estadista o nosso presidente bolsonaro, mostrou as autoridades do mundo que não abre de mão da nossa soberania, parabéns, vale apenas ouvir e refletir

  9. Vitor Filho disse:

    Enquanto isso, em passado recente, um presidente da Bolívia se apropriou de uma refinaria da petrobrás e o governo brasileiro se calou, se acovardou, deixou pra lá, fez de conta que não aconteceu.
    Para fechar o circo, comprou uma refinaria nos EUA sucateada, sem condições de operar e a um custo que segundo as publicações, estava hiper faturada. Isso não faz muito tempo, basta ver nossa história do ano 2000 até hoje.
    Já negar o passado e e adivinhar o futuro, faz parte da turma que trabalha por dinheiro, pela divisão dos recursos público até que ele acabe e sejamos todos iguais na miséria, como vive o povo da Venezuela

  10. Iranilson disse:

    Não conseguiram por vergonha dos governos anteriores né.

  11. Vitor Filho disse:

    APENAS REPASSANDO:
    O discurso de Jair Bolsonaro foi forte: disse que o Brasil se encontrava ameaçado pelo socialismo, atacou a corrupção que assolava o país nos governos petistas, com elogio explícito a Sergio Moro, partiu para cima do regime venezuelano, do Foro de São Paulo, da ação cubana na América do Sul e do ambientalismo manipulado por uma visão colonialista.

    O presidente afirmou que a Amazônia não está em chamas, ao contrário do que diz a mídia internacional, e criticou a tentativa de tolher a soberania brasileira na região. Atacou o cacique Raoni, dizendo que ele não é o único representante dos povos indígenas, e leu uma carta assinada por representantes de mais de 50 tribos que pediam desenvolvimento nas reservas e legitimavam a índia Ysani Kalapalo, que integra a comitiva brasileira. Bolsonaro também reforçou o compromisso do Brasil com o livre-comércio e o respeito a acordos internacionais, que disse pretender multiplicar. Ele defendeu a democracia de expressão e informação.
    Na última parte, “terrivelmente evangélico”, criticou a perseguição de caráter religioso e atacou transversalmente a chamada ideologia de gênero.
    A verdade causa estragos que os corruptos repugnam, contestam, sofrem e tentam manipular a qualquer custo, pois pra eles, "quanto pior melhor"

  12. Vitor Filho disse:

    Enquanto isso, em passado recente, um presidente da Bolívia se apropriou de uma refinaria da petrobrás e o governo brasileiro se calou, se acovardou, deixou pra lá, fez de conta que não aconteceu.
    Para fechar o circo, comprou uma refinaria nos EUA sucateada, sem condições de operar e a um custo que segundo as publicações, estava hiper faturada.

  13. Ricardo disse:

    Nem consegui assistir todo com vergonha.

    • Vitor Filho disse:

      Ficou acostumado com as mentiras que vendiam o Brasil como tudo e estava sendo levado ao nada? Tá ruim? Vá para Venezuela, lá tem igualdade social.

    • Cigano Lulu disse:

      E qual é a novidade, o Brasil sempre foi mesmo uma vergonha. Desde a descoberta de Pindorama até os dias de hoje, nunca passamos de mero exportador de commodities como grãos e minerais brutos. Não agregamos nada ao que a natureza generosa nos dá. E achamos isso a glória, alegamos de peito estufado que somos a sétima economia do mundo, o país do futturo… essas e outras bobagens absolutamente irrelevantes.

    • Eliana disse:

      A solução pra vcs é ir a Venezuela

  14. Curiosa disse:

    Só foi fazer vergonha ao povo brasileiro. Aqueles q acreditavam que um politico 28 anos sem fazer nada seria uma boa idéia para o país, é melhor JAIR se arrependendo, pq o negocio esta ficando sério.

    • DesacocheiocomoBrasil disse:

      Pois é…..ter deixado nas mãos da corja que estava assaltando o Brasil teria sido melhor, né!?

Oitavo presidente brasileiro a discursar na ONU, Bolsonaro viaja para Nova York

O presidente Jair Bolsonaro durante transmissão de cargo ao vice-presidente, Hamilton Mourão, na manhã desta segunda-feira (23), antes de viagem aos EUA — Foto: Alan Santos/Presidência da República

O presidente Jair Bolsonaro embarcou na manhã desta segunda-feira (23) para Nova York (EUA), onde participará da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O presidente deixou o Palácio da Alvorada às 6h30. O avião da comitiva presidencial decolou pouco depois da Base Aérea de Brasília.

Tradicionalmente, desde 1949, cabe ao Brasil abrir o debate geral, e Bolsonaro tem dito que defenderá a “soberania nacional” e a atuação do governo na Amazônia (veja no vídeo abaixo).

Em uma transmissão ao vivo em uma rede social, na semana passada, Bolsonaro disse estar “na cara” que ele será cobrado por outros chefes de Estado na questão ambiental. Diante disso, afirmou que fará um discurso “bastante objetivo” sobre a Amazônia (leia detalhes mais abaixo).

O presidente também disse que não vai “fulanizar” ou “apontar o dedo para nenhum chefe de Estado”. Ele afirmou ainda que, vendo discursos de outros presidentes brasileiros na ONU, concluiu que “se falava, falava e não se dizia nada”.

Pela agenda informada pela Presidência, Bolsonaro embarca para Nova York nesta segunda-feira e retorna ao Brasil na quarta (25). Inicialmente, o presidente iria também a Dallas, no estado do Texas, para se reunir com empresários do setor de tecnologia, mas a viagem foi cancelada.

Entre outras pessoas, integrarão a comitiva de Bolsonaro a primeira-dama, Michelle, os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o médico Ricardo Camarinha, que avaliou o quadro clínico de Bolsonaro nesta semana.

Durante a viagem de Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, assumirá o exercício da Presidência da República. A transmissão de cargo foi registrada na manhã desta segunda.

Meio ambiente

A estreia de Bolsonaro na ONU gerou expectativa em razão da crise diplomática e ambiental provocada pelas declarações do presidente em razão do aumento das queimadas na Amazônia.

Nos últimos meses, o presidente fez declarações críticas à Alemanha e à Noruega e chegou a trocar farpas públicas com o presidente francês, Emmanuel Macron, que deixou em aberto uma possível discussão sobre status internacional para a Amazônia.

Macron chegou a anunciar a intenção do G7, grupo que reúne as sete principais economias do mundo, de destinar ao Brasil US$ 20 milhões, mas Bolsonaro questionou a motivação do envio e afirmou que o montante era uma “esmola”.

Bolsonaro chegou a afirmar, sem apresentar provas, que organizações não-governamentais (ONGS) estariam envolvidas nas queimadas na Amazônia a fim de desgastar o governo, declaração contestada por ambientalistas.

Discursos de ex-presidentes

De acordo com o acervo da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, Bolsonaro será o oitavo presidente brasileiro a discursar na Assembleia Geral da ONU – o primeiro foi João Baptista Figueiredo, em 1982.

De acordo com levantamento do G1, a soberania nacional e preservação da Amazônia foram temas abordados por todos os antecessores de Bolsonaro na ONU.

Além de Bolsonaro e Figueiredo, também discursaram no debate geral da assembleia da ONU os ex-presidentes Michel Temer, Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Ao todo, de 1982 a 2018, foram 20 discursos de presidentes brasileiros.

Michel Temer (2016): Temer assumiu a Presidência em razão do impeachment de Dilma Rousseff. Como à época os apoiadores de Dilma chamavam o processo de “golpe”, alegando que não havia crime de responsabilidade, Temer usou o primeiro discurso na ONU, em 2016, para dizer que o processo de impeachment “transcorreu dentro do mais absoluto respeito à ordem constitucional”. Temer ainda disse que preocupava a “ausência de uma perspectiva de paz entre Israel e Palestina”, acrescentando que o Brasil apoia a convivência pacífica na região.

Dilma Rousseff (2011): Primeira mulher a fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em 2011, Dilma afirmou na ocasião que o fato representava a “inauguração” da “voz da democracia”. À época, a então presidente também exaltou o papel feminino na sociedade e o reflexo disso na representação política, acrescentando que o Brasil estava pronto para assumir um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. Dilma disse ainda que já havia chegado o momento de “termos a Palestina aqui representada a pleno título”.

Lula (2009): No último discurso na ONU como presidente do Brasil, Lula enfatizou que o momento, de crise financeira mundial, exigia dos países a adoção de “audaciosos” programas sociais e de desenvolvimento. Destacou, então, que o governo brasileiro havia aprofundado os programas sociais, “especialmente os de transferência de renda”, além de aumentado o salário mínimo acima da inflação. Lula também defendeu a atuação da ONU na garantia da “coexistência de um Estado Palestino com o Estado de Israel”.

Fernando Henrique (2001): O discurso na ONU ocorreu dois meses após o atentado de 11 de setembro. Fernando Henrique prestou solidariedade aos americanos e disse que o país vivenciou a “ação mais contrária ao diálogo”, “um golpe vil e traiçoeiro” contra “todos os povos amantes da paz e da liberdade”. Ele colocou o Brasil à disposição para abrigar refugiados afegãos e pregou ações contra tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro. Fernando Henrique ainda disse apoiar a “constituição de um Estado Palestino democrático”.

Fernando Collor (1990): Collor estreou na ONU em 1990 e afirmou que era uma “tarefa urgente” para a América Latina solucionar o problema da dívida externa, pois a recuperação econômica dos países era um “imperativo incontornável”. O presidente disse que tinha o “compromisso” de “derrotar a inflação” e de “garantir o funcionamento” da democracia. Ele ainda criticou o protecionismo, classificado como “deplorável”, praticado por países mais riscos em um “cenário de subnutrição que atinge boa parte da humanidade”.

José Sarney (1985): Primeiro presidente após a ditadura militar, Sarney estreou na ONU com a defesa de uma negociação “política” para a dívida externa. “O Brasil não pagará a dívida externa nem com a recessão, nem com o desemprego, nem com a fome”, disse. Segundo ele, pagar a dívida com “altos custos sociais e econômicos” faria o país “abdicar da liberdade”. Sarney declarou que o Brasil saiu da ditadura pela “capacidade de conciliar” e reforçou a “total condenação” ao apartheid, política de segregação racial em vigor à época na África do Sul.

João Figueiredo (1982): Primeiro presidente a falar na Assembleia Geral, Figueiredo lançou um apelo à paz e criticou a política de correção das dívidas externas. “A política econômica das grandes potências está destruindo riquezas sem nada construir em seu lugar”, disse. Para ele, o Oriente Médio só encontraria a solução de conflitos com o reconhecimento do “direito do povo palestino a um Estado soberano”. Ainda frisou a soberania da Argentina nas ilhas Malvinas e defendeu o diálogo com o Reino Unido para solucionar a disputa territorial.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Ômi esse bolsonaro é o cão chupando manga, fala na onu, costurou os " acordo comercial Mercosul/união europeia", "brasil/EUA, reforma da previdência e tributária, abertura pra investimento de capital externo no pré sal, pensando em privatizar correios, bb, cef, Petrobrás, furnas… Pense, vamos passar a economia Francêsa. Hehehe

  2. Lúcifer disse:

    Será que essa múmia vai dizer lá que nós brasileiros só poderemos defecar dia sim, dia não?!?!
    Ipsis litteris, vade retro imbecil…

    • Edilberto disse:

      O camarada com esse nome , não tem credibilidade e nem moral pra falar do presidente do Brasil eleito por 57 milhões de eleitores …. Lula tá preso babaca!!!!

Em 2019, ‘golpe do noivo’ da ONU já rendeu 750 denúncias de brasileiras

Pixabay

De janeiro a agosto de 2019, o UNIC Rio de Janeiro (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil) recebeu aproximadamente 750 denúncias sobre criminosos que usam o nome da organização para obter informações bancárias e dinheiro de mulheres brasileiras.

Foram cerca de 100 relatos por telefone e outros 650 por e-mail, segundo confirmou o próprio escritório da UNIC ao R7.

Roberta Caldo, assessora de comunicação da UNIC no Rio, aponta que, geralmente, as brasileiras — das mais diversas idades e regiões do país — são contatadas pelos suspeitos por meio de serviços de bate-papo em redes sociais como Instagram e Facebook. Muitas vezes, acreditam estar em um relacionamento virtual.

“Quando começa a conversa, já detectamos. A pessoa costuma dizer que tem um namorado americano que trabalha em uma base da ONU na Síria ou no Afeganistão e ele pediu uma remessa de dinheiro ou autorização para tirar férias”, explica Roberta.

Dinheiro para férias

Em linhas gerais, o criminoso fala que precisa dos dados pessoais das vítimas para justificar uma solicitação de férias à entidade — e, então, poderá conhecer a “parceira” pessoalmente.

“Com cautela, informamos imediatamente a todas as mulheres que entram em contato conosco que a ONU nunca pede que terceiros solicitem férias, que esse procedimento não envolve recursos e que há pessoas mal intencionadas que usam o nome da organização para praticar golpes”, resume a assessora.

Roberta conta que as mensagens enviadas pelos criminosos às brasileiras, quando não são escritas em inglês, apresentam um português pouco compreensível — o que indica que os suspeitos sejam estrangeiros usando um tradutor online.

Sem perfil definido

A entidade não traça um perfil das mensagens enviadas às brasileiras, mas a assessora não acredita que se trate de um grupo organizado — e sim de casos isolados de estelionatários. “Não há um ‘modus operandi’. Eles estão em todas as redes e são relatos espalhados pelo Brasil”, completa.

Infelizmente, há quem se deixe levar pela malícia dos golpistas. Roberta aponta que já houve um episódio em que a vítima transferiu R$ 30 mil para um suspeito.

“Para que as pessoas se protejam, recomendamos que elas procurem uma delegacia de crimes virtuais para denunciar, ainda que seja difícil de punir e rastrear. Também temos um alerta contra fraudes constante no nosso site e nas nossas redes”.

Denúncias ao Itamaraty

Nos últimos anos, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil também divulgou seguidos comunicados informando que recebe “numerosas queixas de cidadãs brasileiras vítimas de roubos, fraudes e violência cometidos por cônjuges estrangeiros que conheceram pela internet e com os quais tiveram pouco ou nenhum convívio presencial antes do casamento”.

O órgão recomenda “às brasileiras e aos brasileiros especial cuidado com os relacionamentos virtuais mantidos com estrangeiros”.

Ao R7, a pasta esclareceu que ainda não dispõe de estudo com os números das denúncias recebidas nos diferentes postos do Itamaraty no exterior.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joaozinho da escola disse:

    é o golpe do noivo ou o golpe da tentativa de ser noiva de um estrangeiro com emprego?

Após exames, Bolsonaro confirma que vai à reunião da ONU

Foto: Marcos Corrêa/PR – 4.9.2019

O presidente Jair Bolsonaro confirmou na manhã desta sexta-feira (19) que irá à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, na semana que vem, a partir de terça-feira (24). Ele foi submetido a exames em Brasília, no Hospital DF Star, e foi constatado que ele tem saúde suficiente para fazer a viagem na semana que vem.

Em sinal de melhora, o presidente vai participar de um evento no Palácio do Planalto na tarde desta sexta para sanção da Medida Provisória da Liberdade Econômica. Nos últimos quatro dias, ele despachou do Palácio da Alvorada, uma das residências oficiais da Presidência.

Quarta cirurgia

Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no domingo (8) para retirada de hérnia incisional em uma das cicatrizes de operação anterior. Foi a quarta cirurgia do presidente desde a facada durante campanha em Juiz de Fora (MG), há pouco mais de um ano.

Ele deixou o hospital após alta na segunda-feira (16).

Questionado se o presidente tem outro problema de saúde que atrasa a recuperação, o médico Antonio Macedo afirmou que “em todas as cirurgias que fizemos, houve um retardo na recuperação, mas, quando ele retorna, vai rápido”.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. O MICO disse:

    Depois dos exames vem os vexames!

  2. natalsofrida disse:

    Chora petralhada. Bando de vagabundos sem vergonhas.

  3. fernando disse:

    Vau falar dos dois dias deve cagar e outras besteiras.Aguardem

  4. natalsofrida disse:

    Eu topo, mas primeiro vamos fazer uma aposta: Quanto foi roubado dos cofres públicos pelos petralhas? Digo que não tem ninguém que consiga contar e vc? Quanto acha que foi? Aposto cinco paus! Topas?

    • Ana leticia disse:

      No mínimo Hum trilhão, e continuam, o sorteio da Sena de ontem foi mais uma manobra dessa cambada.

  5. Tonho disse:

    Aposto que vai arrumar 10 brigas, 8 polêmicas e vão perguntar pelo Queiroz. Quem vai? Até 1 real eu topo

    • Maria disse:

      Eu só digo que ele vai quando eu vir. Se for, vai passar vergonha, são tantos protestos que ele nåo vai saber digerir e se tiver que improvisar o discurso em algum momento, meu Deus, sai de baixo. As delegações,qdo nåo gostam do dirigente, costumam deixar o ambiente. Meu Deus, se isso acontecer, tende piedade de nós.