Saúde

Entenda diferença entre doenças como Covid-19, gripe e rinite

Foto: Fábio Vieira – 21.ago.2020 / Estadão Conteúdo

A chegada do frio é motivo de alerta em relação às doenças respiratórias. O espalhamento dos vírus causadores das infecções é favorecido pela queda de temperatura durante o outono e o inverno. Além disso, a mudança no comportamento das pessoas, que passam a ficar mais tempo confinadas em espaços fechados, facilita a transmissão de doenças como a Covid-19, a gripe comum e os resfriados.

O tempo seco prejudica as vias aéreas, dificulta a respiração, causa desconforto e aumenta o número de casos dessas infecções. As doenças respiratórias podem apresentar um conjunto de sintomas muito parecido. Alguns sinais podem ajudar a diferenciar as doenças.

No caso da gripe, os sintomas são mais intensos, duradouros, e a febre é alta, diferentemente dos resfriados, que são mais curtos e com sintomas mais brandos. A rinite provoca espirros em salva, ou seja, são muitos e em sequência, além de acontecer geralmente em crises que podem se repetir após 4 a 6 horas. Já a Covid-19 apresenta quadros bastante variáveis de uma pessoa para outra, quando presentes, a perda do olfato e paladar podem ser duradouras.

Entenda as principais diferenças entre a Covid-19, a gripe comum, o resfriado e a rinite.

Os diferentes sintomas da Covid-19

Causada pelo vírus SARS-CoV-2, a Covid-19 pode provocar uma grande variedade de manifestações clínicas. O Ministério da Saúde classifica os casos em cinco níveis, de acordo com a severidade: assintomáticos, leves, moderados, graves e críticos.

Os casos leves apresentam sintomas como tosse, dor de garganta ou coriza, que podem vir acompanhados ou não de perda do olfato e do paladar, diarreia, dor abdominal, febre, calafrios, dor muscular, fadiga e dor de cabeça.

Já os casos moderados podem incluir, além dos sintomas leves, tosse e febre persistentes e sinais de piora progressiva de outros sintomas relacionados à doença, como cansaço intenso, falta de apetite e diarreia. Nesse estágio, os pacientes podem apresentar pneumonia sem sinais de gravidade.

O desenvolvimento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é considerado pelo Ministério da Saúde um caso grave da Covid-19. A SRAG é uma complicação da Síndrome Gripal (SG), que apresenta sintomas como falta de ar ou desconforto respiratório, pressão persistente no tórax e saturação de oxigênio menor que 95% – a queda acentuada da saturação pode indicar redução da oferta de oxigênio no organismo.

Fase mais grave da doença, os casos críticos apresentam sintomas como a sepse (resposta inflamatória que se espalha pelo organismo), desconforto respiratório agudo, insuficiência respiratória ou pneumonia graves. Os pacientes podem precisar de suporte respiratório e internação em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Gripe, resfriado e rinite alérgica

A gripe comum é causada por um tipo diferente de vírus, o influenza, que apresenta diversos subtipos, sendo um dos mais conhecidos o A (H1N1), responsável pela pandemia de 2009. Como as epidemias sazonais acontecem em várias regiões do mundo, a doença se espalha predominantemente no inverno.

Os principais sintomas são febre alta, tosse, garganta inflamada, dores de cabeça, no corpo e nas articulações, diminuição do olfato e do paladar, calafrios e fadiga. A duração dos sintomas é de cerca de 5 a 7 dias.

Diferentemente da gripe, os resfriados são causados principalmente pelo rinovírus, também tendo como causa os vírus parainfluenza e o vírus sincicial respiratório. Os sintomas são parecidos com os da gripe, porém mais brandos e com uma duração menor, em torno de 2 a 4 dias.

Os primeiros sinais podem ser coceira no nariz e irritação na garganta, seguidos de tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. Nesses casos, a febre é menos comum e pode acontecer em temperaturas baixas.

A rinite é a inflamação da mucosa nasal, podendo acontecer nas formas aguda, crônica, infecciosa e alérgica. Os casos agudos, em sua maioria, são causados por vírus.

Os casos crônicos e recorrentes geralmente são fruto da rinite alérgica, aquela relacionada à exposição a substâncias que provocam a reação alérgica no indivíduo – sendo as mais comuns os ácaros presentes na poeira, pólen, fungos, urina e saliva de animais como cães e gatos.

Os sintomas mais comuns são inchaço da mucosa com obstrução nasal, coriza, espirros seguidos e coceira no nariz, garganta e nos olhos.

Cuidado e tratamento

Em geral, os cuidados com as doenças respiratórias envolvem repouso e ingestão de líquidos. O tratamento disponível é direcionado ao alívio dos sintomas, incluindo medicamentos analgésicos e antitérmicos, que aliviam a dor e a febre.

Em relação à gripe especificamente, em alguns casos, pode ser indicada sob prescrição médica a utilização de medicamentos antivirais, como o oseltamivir.

Para a Covid-19, não existem medicamentos específicos comprovados cientificamente para a prevenção da doença. A vacinação é uma das melhores formas de proteção tanto para a Covid-19 como para a gripe.

Risco maior tem relação com o comportamento no frio

A microbiologista Natalia Pasternak explica que o comportamento das pessoas durante o frio é o fator decisivo para o aumento na transmissão das doenças respiratórias. “O frio é uma época em que as pessoas se aglomeram mais, ficam menos ao ar livre e mais tempo em locais fechados. Além de utilizar mais transporte público do que caminhadas ao ar livre, provocando aglomerações em ônibus e metrô, que favorecem a propagação de qualquer vírus respiratório”, comenta.

Segundo a pesquisadora, o ressecamento das mucosas nasais aumenta a sensibilidade e torna mais propícia a entrada de vírus respiratórios no organismo. No entanto, ela ressalta que, em relação ao novo coronavírus, não foram observadas diferenças significativas na transmissão quando comparados os períodos de frio e calor.

“No caso do coronavírus, assim como no da gripe, a aglomeração é o fator mais impactante para a transmissão. Vimos uma diferença pequena no aumento de casos no inverno em diferentes locais do mundo. Infelizmente, é um vírus que se espalha muito bem no verão também. Passamos pelo período de mais calor no Brasil e estamos no pico da doença, com o maior índice do número de casos, de hospitalizações e de mortes”, destaca Natalia.

A microbiologista enfatiza que os cuidados devem ser reforçados e que as medidas de proteção são comuns para a maior parte das doenças respiratórias. “É preciso manter o distanciamento físico e social, evitar aglomerações, principalmente em locais fechados e sem ventilação, como bares e restaurantes. Devemos aproveitar o fato de que o Brasil não tenha um inverno rigoroso, que impeça a circulação em espaços abertos, e continuar priorizando atividades ao ar livre, como caminhadas”, orienta.

Quando procurar o serviço de saúde?

O infectologista da Fiocruz Pernambuco e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Paulo Sergio Ramos de Araújo explica que a semelhança entre os sintomas das diferentes doenças respiratórias torna difícil o diagnóstico da Covid-19. O pesquisador recomenda que, diante do aparecimento de sintomas, as pessoas busquem atendimento médico para esclarecimento.

“Na presença de qualquer sintoma relacionado às vias aéreas, como coriza, tosse, dor de garganta, febre, de forma isolada ou associada, o indivíduo deve buscar atendimento médico ou serviço de atenção básica da saúde, para receber orientações sobre a necessidade de testagem para a Covid-19 e prosseguir com as medidas de isolamento, caso seja indicado”, afirma.

Segundo Araújo, a testagem é fundamental para a redução no número de novos casos. “Quanto mais diagnósticos fizermos e quanto mais isolarmos as pessoas infectadas, melhores as chances de controle da pandemia até que consigamos vacinar um percentual de pelo menos 80% da população”, analisa.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Essa CNN é uma PRAGA COMUNISTA! 24 horas sacaneando o Governo Bolsonaro! E dizer que NÃO existe tratamento precoce pra evitar o quadro da Covid piorar, aí é um CRIME!!!

  2. Pq não dizem que na nova cepa P1 os sintomas são diferentes? Espirros, dor de cabeça e garganta arranhando.

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Diversos

Distribuidora de combustíveis ALE faz a diferença na vida das famílias norte-rio-grandenses durante a pandemia

Em momentos difíceis, a distribuidora de combustíveis ALE não esquece das suas origens. E a prova disso é que, durante a pandemia causada pela COVID-19, a empresa seguiu com o compromisso de contribuir com o bem-estar das famílias e abastecer as pessoas com esperança.

Junto a iniciativas essenciais, a ALE fez a diferença na vida dos norte-rio-grandenses, ampliando o acesso à saúde e à alimentação durante o período de crise. Em parceria com a SAS Brasil, a distribuidora de combustíveis trouxe a telemedicina para Natal, evitando a ida ao Hospital de pacientes que podem ser tratados em casa. Em 3 meses, o projeto realizou mais de 8 mil teleconsultas gratuitas por telefone e continua disponível para novas marcações.

Além disso, a ALE também se uniu à Ação Cidadania para distribuir cestas básicas para o Rio Grande do Norte. Ao todo, cerca de 100 toneladas de alimentos foram entregues, beneficiando milhares de famílias em diversas cidades, como Mossoró, Touros, Natal,
Santa Cruz, Caicó, Currais novos, Pau dos Ferros e muito mais.

Ações como essa podem transformar vidas e esse é mais um gesto de carinho da família ALE para as famílias do nosso estado.

Opinião dos leitores

  1. Deus ti abençoe Marcelo,fui funcionário do escritório da Ale durante 11 anos, grande ser humano, muito simples é uma pessoa excelente, da bom dia,boa noite a qualquer pessoa que seja,um mendigo,um jovem,um idoso ou qualquer outra pessoa,um ser humano espetacular ajuda qualquer uma pessoa, lembro que um dia num restaurante daqui de natal ao nós entrar uma mulher com dois filhos pequenos parou ele e disse moço uma ajuda ele não mediu esforços para ajudar está pessoa,muitos anos de vida meu grande amigo quem ajuda ao próximo deus olha, sucesso, fé e humildade andam juntos!

  2. Marcelo Alecrim é um Ser Humano INDESCRITÍVEL, NUNCA deixou de ajudar as pessoas do seu estado, um homem DO bem, com um coração GIGANTE, que DEUS te dê MUITA SAÚDE E FÉ .

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Diversos

Auditoria do Governo acha uma diferença de R$ 6,4 milhões em cobranças de empresa de alimentos no Sistema Prisional

A auditoria realizada para averiguar contratos de fornecimento de refeições às unidades prisionais do Rio Grande do Norte atestou uma diferença de R$ 6,4 milhões entre o valor do débito reclamado pela empresa contratada e a real dívida do Estado potiguar. O resultado desse trabalho foi apresentado pela Controladoria Geral do Estado (Control) na manhã desta quinta-feira (20).

Os contratos foram firmados entre a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) e a empresa PJ Refeições Coletivas Limitada – EPP. A auditoria foi promovida a partir de requerimento da Seap em fevereiro de 2019, quando da cobrança pela contratada de débitos relativo a fornecimentos realizados, mas não pagos, em anos anteriores pelo Governo do RN.

De acordo com o setor financeiro da Seap os pagamentos não eram realizados por consequência da falta de orçamento. Após a verificação, através de cotejamento dos pagamentos, a auditoria do Governo apurou débito de R$ 22.886.068,40, uma diferença de aproximadamente R$ 6,4 milhões ao valor de R$ 29.291.402,13 reclamado pela empresa contratada.

A empresa, na época da auditoria, era responsável pelo fornecimento de refeições para todos os presídios do estado do RN, que eram destinadas aos internos, policiais penais e policiais militares de plantão. Esses contratos tiveram início no ano de 2012 e, através de aditivos, vigoraram até 2018 (exceção ao contrato nº 13 que teve início em 2015 e vigorou até junho de 2019).

Auditoria também investigou qualidade dos alimentos

Durante o desenvolvimento da auditoria, a Ouvidoria do Estado também recebeu denúncia apontando baixa qualidade dos alimentos fornecidos, abrindo nova fiscalização a partir da demanda original. Em 2019 eram fornecidas em média 30 mil refeições diárias (café, almoço e jantar), para 10 mil usuários, ao custo unitário diário de R$ 16, totalizando R$ 4,8 milhões por mês ao Governo com alimentação do sistema prisional.

Relativo à apuração da denúncia na Ouvidoria, a auditoria realizou vistoria in loco em unidades do sistema prisional e constatou a ocorrência de baixa qualidade dos alimentos, problemas na oferta de proteínas no desjejum e no almoço, além de longo intervalo entre o jejum noturno e o desjejum, que poderia gerar até uma hipoglicemia nos internos.

Segundo o controlador geral do Estado, Pedro Lopes, a Control recomendou adoção de medidas administrativas pela Seap para melhorar a capacidade dos servidores no exercício da função de fiscalização dos contratos, além de sugestão de punição à contratada quando do descumprimento das cláusulas de fornecimento dos alimentos. Pedro ressaltou ainda que foi constatado também que todo o sistema prisional tinha apenas um fiscal de contrato e nenhuma nutricionista, contribuindo para o descumprimento de cláusulas relacionadas à qualidade do fornecimento.

O relatório completo de auditoria pode ser conferido na página da Control, através do link: http://adcon.rn.gov.br/ACERVO/control/DOC/DOC000000000225067.PDF

Opinião dos leitores

  1. De acordo com a SEAP, haverá nova licitação, acreditando que seja sem cartas marcadas, e que ganhe esta licitação, empresa com capacidade, e
    que tenha em seu quadro funcional,
    Pessoas capacitadas.

  2. Dre acordo com a SEAP, haverá nova licitação, acreditando que seja sem cartas marcadas, e que ganhe esta licitação, empresa com capacidade, e
    que tenha em seu quadro funcional,
    Pessoas capacitadas.

  3. Ta na hora de obrigar os presos a trabalhar para pagar por sua comida e "hospedagem" , como todos os homens dw bem, honestos e pais de família.

  4. Fraudes nas tornozeleiras, nas quentinhas e por aí vai. Se procurarem outros contratos como por exemplo o da reforma do presídio vão encontrar mais dinheiro roubado com conivência e participação da SEAP e do governo do estado. Tem que mandar os responsáveis pra trás das grades.

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Trânsito

Mais de 4 milhões de motoristas vão receber restituição da diferença do DPVAT; veja valores

Foto: Analice Paron

A Seguradora Líder, que administra os recursos do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), estima que mais de 4 milhões de veículos em todo Brasil devem receber o pagamento da restituição do valor pago a mais pelo seguro obrigatório.

O número representa o dobro do calculado na semana passada, após atualização com pagamentos feitos através dos Departamentos de Trânsito Estaduais (Detran) ou das Secretarias de Estado da Fazenda (Sefaz). O dado ainda pode aumentar, a depender dos prazos de compensação bancária de cada instituição financeira.

Até às 15 horas desta segunda-feira, mais de 510 mil restituições já haviam sido processadas, sendo mais de 11.900 mil apenas no Estado do Rio de Janeiro. A maioria das requisições foi feita por automóveis, com cerca de 284 mil pedidos; motocicletas, aproximadamente 161 mil veículos; e caminhões, que acumularam mais de 35 mil solicitações.

Como pedir a devolução?

Os motoristas de todo o país que chegaram a pagar o valor do maior do DPVAT em 2020 — por conta de uma liminar obtida na Justiça pela Seguradora Líder, que posteriormente foi derrubada — podem pedir a restituição da diferença preenchendo um requerimento no site www.restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br.

Basta clicar no link “Informações sobre restituição do seguro DPVAT 2020 – Clique aqui” e informar dados como CPF ou CNPJ do proprietário; número do Renavam do veículo; e-mail e o telefone de contato; além da data em que foi realizado o pagamento maior; o valor pago; e as informações bancárias do interessado.

De acordo com a seguradora — que a gestora dos recursos do DPVAT — a devolução será feita por depósito na conta-corrente ou na caderneta de poupança do proprietário do veículo. Para isso, será preciso

Ainda segundo a Líder, ao enviar a solicitação, o proprietário receberá um número de protocolo para acompanhar o processo no site. Depois disso, o dinheiro deverá cair na conta em dois dias úteis, dependendo da compensação bancária.

Valores a serem restituídos

Automóvel, táxi e carro de aluguel: quem pagou o DPVAT no valor de R$ 16,21 deverá receber R$ 10,98.

Ciclomotor: quem pagou o seguro obrigatório no valor de R$ 19,65 deverá receber R$ 13,98.

Caminhão: proprietários que efetuaram o pagamento de R$ 16,77 serão restituídos em R$ 10,99.

Ônibus e micro-ônibus (sem frete): motoristas que pagaram a guia no valor de R$ 25,08 vão receber R$ 16,97 de volta.

Ônibus e micro-ônibus (com frete): quem pagou R$ 37,90 poderá ter de volta R$ 27,33.

Moto: motociclistas que pagaram o DPVAT de R$ 84,58 poderão receber R$ 72,28.

Indenização paga

O seguro DPVAT, instituído por lei desde 1974, cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país. O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos.

Do total arrecadado, 45% são destinados para para o Sistema Único de Saúde (SUS); 5% vão para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran); e 50% vão para o pagamento de sinistros e despesas administrativas.

O DPVAT oferece cobertura em caso de morte, com indenização máxima de R$ 13.500; invalidez permanente R$ 13.500; e despesas médicas R$ 2.700. Esse valor permanecerá inalterado.

A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

Extra – O Globo

Opinião dos leitores

  1. Viva o MITO
    2022 estamos juntos todos nós do Nordeste.
    No Nordeste nao tem espaço para corrupto cachaceiro e mentiroso
    Aliança pelo Brasil.

  2. Quem irá receber não são os motoristas e sim os proprietários de veículos automotores de via terrestre .

    1. Essa área os PTralhas são profissionais, ficaram 13 anos roubando de onde podiam , escreveu quem conhece de roubo ; PTRALHAS

    2. Luladrão não fez pq recebeu foi? Vivendo e aprendendo com esses petralhas

  3. Petistas, vcs são a resistência. Não queiram receber essa restituição desse governo ditador.

  4. Chora PETISTAS, fechada mais um pouco a torneirinha das coisas erradas nesse velho e combalido Brasil. Por sinal vcs que são petistas deveriam pagar, o resto da população agradeceria.

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Esporte

Apresentador do Sportv critica diferença de tratamento de jornais no Rio sobre vice de Vasco e Flamengo no Mundial: ‘ é ultrajante’

Rizek afirmou que é ‘ultrajante’ a diferença de tratamento entre as equipes (Foto: Reprodução) -Foto: Lance!

O apresentador do SporTV, André Rizek, tuitou na manhã desta segunda-feira sobre a matéria do ‘Redação SporTV’ que comparou as capas do jornal ‘Extra’, do Rio, com as manchetes do dia seguinte das derrotas de Vasco, em 1998, e de Flamengo, neste ano.

Em ambas ocasiões, as equipes cariocas jogaram de igual para igual com os times europeus, porém, em 98, a manchete tirava sarro da derrota vascaína e afirmava que os rubro-negros estavam comemorando. Em 2019, o jornal exaltou a partida do Fla diante do Liverpool.

Rizek afirmou que é ‘ultrajante’ a diferença de tratamento dado aos dois clubes em situações parecidas.

– Redação Sportv está mostrando como os jornais do Rio retrataram o vice do Vasco em 1998 (depois de grande atuação na derrota para o Real) e como retratam o vice do Fla, agora. É ultrajante a diferença no tratamento dispensado aos dois clubes, em situações muito parecidas – disse.

O jornalista recebeu uma chuva de apoio e criticas no Twitter e sobrou até para Márvio do Santos, editor-chefe do ‘Extra’, que foi gravado correndo com a camisa do Flamengo pela redação em comemoração ao segundo gol de Gabigol, que deu o título da Libertadores ao Flamengo.

Um internauta marcou Márvio na publicação questionando-o sobre o que ele achava da opinião de Rizek. O jornalista respondeu dizendo que a manchete do Vasco não se repetiria neste ano.

Terra, com Lance

Opinião dos leitores

  1. Vamos ser sinceros, o Flamengo adotou uma estratégia corajosa que não deu certo, não criou nenhuma situação real de gol enquanto o Liverpool abusou de errar gols, poderia ter feito 3 a 0 no tempo normal!!! O resto é glamorizar a derrota!

  2. Concordo com o Rizek, e o Márvio vem com uma desculpa quê hoje à materia com à derrota do Vasco, seria outra, sustente à palavra cabra frouxo, Márvio você e um flamenguista de merda!

  3. Verdade. A massa, podre, rubro-negra só olham para o umbigo deles e muitos jornalistas são tendenciosos ao se falar de Flamengo. O Vasco jogou melhor que o Flamengo na final que fez conte a o Real Madrid em 1998 e foi vice tanto quanto a equipe da Gávea. Já a imprensa valoriza o vice do Flamengo e não valorizou o do Vasco.

  4. Verdade. Certos apresentadores, locutores deveriam dosar o entusiasmo. Têm que entender que os respectivos papéis materializam-se quando das transmissões de jogose/ou programas especializados cultos espectadores, ouvintes, são de times distintos.

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Jornalismo

Transparência revela grandes disparidades salariais e gera revolta na magistratura federal

A transparência das folhas de pagamento dos servidores públicos, que levou os Tribunais de Justiça dos estados a divulgarem os salários pagos, está provocando uma enorme revolta entre os magistrados federais de todo o país. Nos últimos dias é intensa a troca de mensagens eletrônicas na rede que estes juízes mantêm – fala-se em quase 10 mil mensagens em torno do assunto.

A questão que provocou a ira dos magistrados foi descobrir que, enquanto o governo Dilma Rousseff nega um reajuste ao Judiciário federal, as folhas de pagamento de todos os tribunais dos estados mostra disparidade nos salários de juízes e desembargadores.

A comparação demonstrou que um juiz federal, em média, recebe líquido cerca de R$ 15 mil e seus colegas nos estados ganham entre R$ 30 mil e R$ 40 mil, também limpos, ou seja, já com os descontos oficiais do Imposto de Renda e da Previdência Social.

Não há, nas listas publicadas, nenhum desconto para equiparar os pagamentos efetivados ao teto constitucional de R$ 26.700, que corresponde ao salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal. No Executivo, diversos servidores sofrem este desconto.

O chamado “pulo do gato” usado pelos tribunais para driblar a legislação e pagar acima do que a lei determina, está na rubrica “Vantagens Eventuais”. São ganhos não computados oficialmente para efeito do cumprimento do teto constitucional e sobre os quais sequer incide imposto de renda.

Nesta rubrica acontece de tudo. No Tribunal de Justiça do Rio, cuja lista divulgada não revela nomes, um desembargador recebeu a título de “vantagens eventuais” nada menos do que R$ 111, 3 mil. Outro teve direito a R$ 85,9 mil e um terceiro ganhou R$ 79,3 mil. A estas vantagens ainda se somaram uma “vantagem individual” de cerca de R$ 1,5 mil e uma indenização comum aos 140 desembargadores, de R$ 2,8 mil.

Nestes três casos os salários básicos dos desembargadores estão abaixo do teto constitucional: R$ 24,1 mil para dois deles e R$ 26,6 mil para o terceiro. No final, eles receberam R$ 119,7 mil, R$ 102,2 mil e R$ 95,3 mil no mês de junho.

Mas, entre os 146 desembargadores do TJ-RJ, sete tiveram ganhos líquidos entre R$ 70 mil e R$ 75 mil; para 19, os salários depositados variaram entre R$ 60 mil e R$ 69 mil; outros 19 perceberam valores na faixa dos R$ 50 mil, enquanto 25 ficaram na faixa dos R$ 40 mil. Apenas 29 dos 146 salários divulgados ficaram abaixo do teto constitucional de R$ 26,7 mil.

Com estes pagamentos, os salários líquidos distribuídos a 146 desembargadores do TJ-RJ consumiram R$ 6.252.552,15 apenas em junho. A média foi de R$ 42,8 mil por desembargador.

Já no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, 22 dos 23 desembargadores recebem salário base de R$ 24.117. A presidente, Maria Helena Cisne Cid, ganha um pouco mais: R$ 24.893. Ao salário, 21 deles acrescentam uma indenização de R$ 710 e dois ganham, nesta rubrica, R$ 1,832 cada um. Doze deles percebem ainda “vantagens pessoais” de R$ 2.652 cada um. A da presidente é de R$ 2.738.

No geral, o TRF pagou R$ 166.517,64 a título de “Vantagens Eventuais” a 13 magistrados, uma média de R$ 12.809 a cada um, menos da metade dos R$ 29.465,58 que o Tribunal de Justiça do Rio pagou, em média, aos seus 146 desembargadores e que totalizaram R$ 4.301.974,15 nesta rubrica.

Todos estes dados estão mobilizando os juízes federais que se sentem injustiçados salarialmente e consideram que o simples pedido de reajuste ao Executivo é o mesmo que “mendigar” junto ao segundo escalão e ouvir promessas que jamais serão cumpridas.

Fonte: Jornal do Brasil

Opinião dos leitores

  1. A bandalheira que está vindo a tona em vários setores do ¨poder judiciario brasileiro¨ já repercutiu de forma avassaladora em toda a sociedade pensante deste infeliz país.Dificilmente as pessoas acreditarão agora em decisões judiciais e urge uma faxina  etica neste apodrecido poder ,pois querem jogar na lata de lixo o estado democratico de direito.

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