FOTO: Cobra jiboia de aproximadamente 1,5 metro é capturada dentro de vila na Grande Natal

Foto: Bombeiros/Divulgação

Uma cobra jiboia com aproximadamente 1,5 metro de comprimento foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte na tarde dessa segunda-feira (27), em uma vila, no bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.

Segundo os bombeiros, a cobra foi encontrada presa pelos moradores, sem sinais de ferimentos. Após o resgate, a serpente foi encaminhada para o Aquário Natal, localizado na Redinha, na Zona Norte, onde vai passar por avaliação para retorno ou não à natureza.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio Barbosa Santos disse:

    Agora é esperar a "Taxa de Cobras" já que o Bombeiro cobra pra fazer aquilo que o faz existir.

Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

A confiança dos empresários da indústria cresceu 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador chegou a 100,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, segundo dados divulgados hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O aumento da confiança foi puxado pelo crescimento das expectativas dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 2,4 pontos e atingiu 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 75,5%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bil disse:

    Chupa Lula!!!
    Kkkkkk

Indicador Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra crescimento de 1% nos investimentos em julho

O indicador mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registrou alta de 1% em julho em relação a junho deste ano, na série com ajuste sazonal, informou nesta quinta-feira (5) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No trimestre móvel terminado em julho, o indicador teve alta de 3,1% na comparação com o trimestre anterior. Na comparação com o julho do ano passado, o indicador cresceu 0,4%. No acumulado em 12 meses, os investimentos desaceleraram, passando de 4,3% para 3,1%.

Composto por três segmentos: máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos, o FBCF apura investimentos em aumento da capacidade produtiva da economia e na reposição da depreciação de seu estoque de capital fixo.

De acordo com o Ipea, em julho, o investimento em máquinas e equipamentos cresceu 1,2% em julho. O segmento da construção civil teve variação positiva de 1,1% em julho. O componente denominado “outros ativos fixos” teve expansão de 1%.

“Na comparação com julho de 2018, o desempenho foi heterogêneo: enquanto máquinas e equipamentos tiveram queda de 2,9% (sendo que o componente nacional de máquinas e equipamentos cresceu 14,9% e a importação caiu 24,7% – neste caso, por conta da importação de plataformas de petróleo em julho do ano passado), a construção civil cresceu 2,4% e os outros ativos fixos avançaram 3,8%”, informou o Ipea.

No acumulado em 12 meses, a construção civil teve variação negativa: queda de 1,2%. O componente nacional de máquinas e equipamentos teve alta de 3,5%, enquanto as importações cresceram 13,6%. Os outros ativos avançaram 5,2%.

Agência Brasil

 

Dívida Pública Federal tem queda de 1%, diz Tesouro Nacional

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve redução de 1%, em termos nominais, em abril, na comparação com março deste ano, informou hoje (28), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) do Ministério da Economia.

O estoque da dívida passou de R$ 3,917 trilhões em março para R$ 3,878 trilhões no mês passado. A redução ocorreu devido ao resgate líquido (mais resgates de títulos por investidores do que emissões), no valor de R$ 70,15 bilhões, compensado em parte pela apropriação positiva de juros (quando os juros da dívida são incorporados ao total mês a mês) de R$ 31,18 bilhões.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública no mercado interno, teve o estoque reduzido em 1,09% em abril, passando de R$ 3,764 trilhões para R$ 3,723 trilhões.

Mercado externo

O estoque da Dívida Pública Federal Externa (DPFe), captada do mercado internacional, apresentou aumento de 1,03%, encerrando abril em R$ 155,29 bilhões (US$ 39,36 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.

Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. A redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

Neste ano, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá ficar entre R$ 4,1 trilhões e R$ 4,3 trilhões, segundo o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública em 2019.

Os fundos de investimento seguem como principais detentores da Dívida Pública Federal, com 26,12% de participação no estoque. Os fundos de Previdência (25,56%) e as instituições financeiras (21,65%) aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Agência Brasil

Pesquisa da CNT mostra que 62,1% das rodovias pavimentadas brasileiras apresentaram problemas

2014-739255800-2014-738425253-2014073170853.jpg_20140731.jpg_20140804Foto: Cléber Júnior / O Globo

Cerca de 62,1% das rodovias pavimentadas brasileiras apresentaram problemas na pavimentação, sinalização e geometria da via. E quase a metade das rodovias (49,9%) apresentam pavimento irregular, ruim ou péssimo, segundo pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Transporte (CNT), divulgada nesta quinta-feira. Segundo a CNT, essa realidade aumenta o consumo de combustível dos veículos, tendo reflexo direto nos custos e nas emissões de poluentes. O estudo aponta que, em 2013, 8.551 pessoas morreram em cerca de 186 mil acidentes nas estradas brasileiras.

A pesquisa foi realizada pela CNT entre 19 de maio e 17 de junho deste ano em 98.475 quilômetros. O país conta com 1.691.522 Km de rodovias, no entanto somente 12% da malha rodoviária é pavimentada.

Segundo a pesquisa, neste ano aumentou o número de pontos críticos nas estradas, de 250, em 2013, para 289. Entre os pontos críticos apontados pela CNT estão quedas de barreiras, pontes caídas, erosões na pista e buracos de grande porte. A pesquisa aponta que 44,7% do número de estradas estão desgastadas. O levantamento avaliou 98.475 quilômetros de estradas federais e estaduais mais relevantes entre maio e junho.

– É cada vez maior o número de mortes e de acidentes. Essa situação também compromete a logística, devido ao elevado custo do transporte, tornando o país menos competitivo – disse o presidente da CNT, Clésio Andrade.

A CNT informou que existe um “vício de origem” nas rodovias brasileiras, por isso a maior parte delas ou 87,1% são de pista simples de mão dupla, porque foram construídas na décadas de 70. No entanto, alertou, temos um problema de saturação das rodovias.

Para a CNT, o volume de investimentos nas estradas brasileiras é insuficiente diante da necessidade de R$ 293,88 bilhões para melhorar a qualidade das rodovias. Eles aponta, ainda, que o investimento público previso em R$ 11,93 bilhões para este ano, foi executado em apenas 54,8% de seu total até agosto, ou seja, R$ 6,54 bilhões.

A CNT pede mais concessões de rodovias, como as que ocorreram no ano passado. Segundo a Confederação, 74,1% das rodovias concedidas foram classificadas como ótimas ou boas, enquanto que apenas 29,3% daquelas sob gestão pública estão nessa situação.

O Globo