Economia

Confiança da indústria chega em julho ao maior nível desde o começo do ano, aponta FGV

Foto: Ahsanization / Unsplash

A confiança da indústria brasileira registrou em julho leve avanço e chegou ao nível mais elevado desde o começo do ano depois do terceiro aumento seguido, apontou nesta quarta-feira (28) a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Os dados mostraram que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) ganhou 0,8 ponto e foi a 108,4 pontos em julho, chegando ao maior valor desde janeiro (111,3 pontos).

“A confiança da indústria avança pelo terceiro mês consecutivo influenciada por uma acomodação das avaliações sobre o momento em patamar alto mas com desaceleração do otimismo das empresas em relação aos próximos meses”, explicou em nota Claudia Perdigão, economista do FGV IBRE.

No mês de julho, o Índice de Situação Atual (ISA) subiu pela segunda vez, em 0,5 ponto, indo a 111,8 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção dos empresários sobre os próximos meses, teve alta de 0,9 ponto, a 104,9 pontos, no terceiro mês seguido de ganho mas desacelerando o ritmo de altas.

Mas Perdigão alertou para uma série de obstáculos que podem prejudicar o cenário à frente.

“As empresas ainda enfrentam um cenário de escassez de insumo, possibilidade de racionamento energético e alta incerteza econômica que tendem a limitar uma alta mais expressiva da confiança nos próximos meses”, disse ela.

CNN Brasil

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Política

VÍDEO: “Não tenho como saber o que acontece nos ministérios, vou na confiança em cima de ministros e nada fizemos de errado”, diz Bolsonaro sobre o caso Covaxin

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (28) que “não tem como saber o que acontece nos ministérios”, ao comentar com apoiadores o caso da compra da vacina Covaxin.

A compra pelo governo federal de doses da vacina indiana Covaxin se tornou o principal tema da CPI da Covid nos últimos dias.

Em depoimento à comissão, o servidor do Ministério da Saúde e ex-chefe do setor de importação da pasta Luis Ricardo Miranda disse que identificou suspeitas de irregularidades na compra.

Ele e o irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), disseram que alertaram o presidente Jair Bolsonaro, em reunião no dia 20 de março, sobre as suspeitas.

Nesta segunda, ao sair do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse a apoiadores que tem “confiança nos ministros” e não sabe de tudo o que acontece nas pastas.

“Eu recebo todo mundo. Ele que apresentou, eu nem sabia da questão, de como tava a Covaxin, porque são 22 ministérios. Só o ministério do Rogério Marinho [Desenvolvimento Regional], tem mais de 20 mil obras”, declarou.

“Então, eu não tenho como saber o que acontece nos ministérios, vou na confiança em cima de ministros e nada fizemos de errado”, completou Bolsonaro.

Líder do governo

À CPI, o deputado Luis Miranda contou ainda que, quando fez a denúncia de suspeitas sobre o contrato ao presidente, Bolsonaro reagiu dizendo: “Isso é coisa de fulano”, em referência a um parlamentar.

“Ele diz: ‘isso é coisa do fulano. [Palavrão], mais uma vez’. E dá um tapa na mesa”, relatou o parlamentar.

Miranda resistiu a apresentar o nome do parlamentar citado por Bolsonaro, mas, ao final de seu depoimento, afirmou que o era o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Senadores da CPI devem ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta segunda para apresentar uma notícia-crime contra o Bolsonaro.

Os parlamentares vão alegar que Bolsonaro cometeu prevaricação. Nesse caso, a prevaricação se configuraria, segundo os senadores, pela omissão de Bolsonaro ao não comunicar uma suspeita de irregularidade.

Suspeitas de irregularidades

Luis Ricardo Miranda, ex-chefe do setor de importação do Ministério da Saúde, disse que se recusou a assinar um documento (espécie de nota fiscal internacional) da compra da Covaxin, porque, segundo ele, havia suspeitas de irregularidades.

Entre os pontos suspeitos apresentados pro Luis Ricardo estão:

preço acima do contratado

números de doses menor que o contratado

documento em nome da empresa Madison, com sede em Cingapura. A fabricante da Covaxin, que consta no contrato, é a Barath Biotech.

Com G1 e UOL

Opinião dos leitores

  1. Essa fala do presidente foi dita hoje pela manhã. Acabei de ver o vídeo e, para “variar”, o artigo acima tira as frases do contexto para favorecer essa narrativa mentirosa. O presidente falou para apoiadores, calmamente, sorrindo, repetindo o que já se sabe e o óbvio, que não ocorreu nada de errado nesse episódio. O resto é só versão.

  2. Ué! Mas tem entrevista dele falando que qualquer vacina passaria por ele, que era ele quem mandava e a última palavra era a dele, a história mudou foi? Tá com medo?

  3. Tem que processar todo mundo que está repercutindo essas mentiras. Não se pode atacar a honra das pessoas, muito menos do presidente, sem nada concreto, apenas com base em narrativas mentirosas.

    1. NARRATIVA. Palavra que está na moda na boca do gado. Quando aprendem uma palavra nova repetem à exaustão. Outra expressão que também gostam é “no tocante”. E quando falam uma merda muito grande dizem que foram mal interpretados, que tiraram a fala do contexto, pedem desculpas a quem se sentiu injuriado, etc. etc….e seguem a toada da ignorância mesmo assim. Enfim, o gado🐮

  4. Cadê D “H”?
    Não vai passar por aqui pra descarregar 17 toneladas de 💩 não?
    Tem que defender o minto das rachadas.

  5. Mais uma narrativa mentirosa que cai. Essa vacina ainda não foi comprada (não chegou ao Brasil nenhuma dose), nenhum centavo foi pago por ela, o preço cobrado foi o mesmo ofertado aos demais países, não houve qualquer tipo de pressão para acelerar as negociações (dito na CPI pelo próprio servidor irmão do deputado vigarista) e os erros formais detectados no tal “invoice” foram prontamente corrigidos pelo vendedor, em dois dias após detectados, sem qualquer dificuldade. Então, estamos diante de “corrupção virtual ou imaginária”, não é? Francamente!

    1. O processo de compra estava válido, com empenho de mais de um bilhão. Foi interrompido quando descoberto. Até o momento Bozo não desmentiu Miranda. E Barros vai ficando líder de seu governo, onde não há corrupção. Mas esperemos, parece que o caso da covaxin não é o único.

    1. Denúncias de fatos inexistentes feita por um vigarista internacional numa CPI comandada por corruptos notorios e divulgados pela grande mídia militante, saudosa de seus $$$$$$$$, e por gente como vc, cujo caráter está bem demonstrado no nível dos comentários que faz por aqui. Sem mais, “cumpanhero”.

  6. Mentiroso da casa de vidro.
    Solta a gravação, Luis Miranda.
    Cadeia no Bozo!
    Pega 🔥🔥 cabaré…

  7. 1o momento, não tolero corrupção e iremos avançar no combate; 2o momento quando o filho foi flagrado, mudou quem dirigia as investigações, desligou coaf do mMJ, não apoiou a prisão em 2a instância, e acionou outros mecanismo contrário ao combate a corrupção. 3o momento, após o lider do governo ser flagrado com dinheiro nas nádegas e o sales recebendo propina de madeireiros devastando floresta, não afasta os suspeitos e até os apóia. 4o momento, junta a sua base de apoio com pt e centrão e aprova na câmara projeto de lei que impossibilita de um corrupto ser preso, e pior não devolver o roubo. Resumo: isso é governo igual ao pt, construiu um muro de obstáculos enormes pra proteger criminosos corruptos, uma traição em quem confiou nele pra não fazer o que pt fez. Bandido

  8. Bozoluf kkkkk eu não sei de nada, isso não é comigo. Governo sem falcatrua, daqui a pouco não sabe de nada do ministério do meio ambiente.

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Economia

Confiança do consumidor atinge maior índice desde novembro de 2020

Foto: © Tânia Rêgo /Agência Brasil

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 4,7 pontos de maio para junho deste ano. Com a alta, o indicador atingiu 80,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior valor desde novembro de 2020 (81,7 pontos).

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, subiu 2,9 pontos e chegou a 71,6 pontos. O componente que mede a percepção dos consumidores em relação à situação econômica geral foi o que mais contribuiu para a alta.

Já o Índice de Expectativas, que mede a percepção dos consumidores sobre o futuro, cresceu 5,9 pontos e atingiu 88,3 pontos, com destaque para a alta do componente que registra o ímpeto de compras para os próximos meses.

“A confiança dos consumidores segue trajetória de recuperação pelo terceiro mês consecutivo. Pela primeira vez desde julho do ano passado, a intenção de compras de bens duráveis avança de forma mais expressiva, o que parece relacionado a um maior otimismo em relação ao mercado de trabalho nos próximos meses, ainda que existam diferenças entre as faixas de renda”, disse a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. A confiança aumentou?
    Só vi aumentar o gás, a gasolina, a inflação, a energia, as dividas, etc, etc…

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Geral

Brasil e China construíram relação de confiança, diz ministra Tereza Cristina, que destaca parceria no agronegócio

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que Brasil e China compartilham, além de uma longa parceria no agronegócio, o desafio de dar qualidade de vida àqueles que vivem no campo, corroborando com os pilares de uma agricultura sustentável. A afirmação foi feita hoje (20) por videoconferência, durante o Seminário Brasil-China.

Tereza Cristina lembrou que o Brasil é responsável pela alimentação de mais de 1 bilhão de pessoas em 180 mercados, o que, segundo ela, significa que “a cada quatro pratos de comida servidos no mundo, um conta com ingredientes originários do Brasil”, e que a China é protagonista nessa inserção brasileira nas cadeias agroalimentares globais.

A ministra acrescentou que os dois países construíram “uma relação de confiança na entrega perene, com qualidade, inocuidade e sustentabilidade”, e que há condições de se ampliar e diversificar a oferta de produtos brasileiros para consumo da população chinesa.

“Nesse contexto, temos plena consciência de que os consumidores na China, assim como no Brasil, estão cada vez mais preocupados com questões sobre sustentabilidade”, acrescentou a ministra, ao lembrar que desde a década de 1970 a produção brasileira de grãos aumentou cerca de 400% enquanto a área cultivada cresceu apenas 40%.

Ela acrescentou que as mudanças climáticas afetam diretamente o agricultor, com “impactos nocivos à segurança alimentar e à preservação da biodiversidade”, e que, nesse contexto, é fundamental priorizar a redução das emissões globais de gases de efeito estufa, sobretudo de combustíveis fósseis.

“A sustentabilidade tem três pilares indissociáveis: o ambiental, o econômico e o social. Com nossos ganhos de produtividade conseguimos levar alimentos baratos ao mundo”, disse Tereza Cristina, ao destacar que o custo médio da produção brasileira “caiu pela metade em relação à década de 1970”.

“O Brasil, como a China, tem o desafio de melhorar a vida daqueles que vivem no campo, dando a eles condições semelhantes àquelas da população urbana. A China trabalhou arduamente para combater a pobreza extrema no campo ao longo dos últimos anos, alcançando grande sucesso”, completou a ministra.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Relação saudável entre paises tem que ser assim, vantajosa para ambos. Diferente de certos opositores, que agem como lacaios da China e querem lhe entregar o país, o governo Bolsonaro preserva a soberania nacional e os interesses do Brasil.

  2. Aí vem o “mito”, tratando com desdém e arrogância a China. Pelo amor de Deus!!! Haja paciência com esse mitorando.

  3. Sim, tem dólar sobrando e tá comprando as Cooperativa agrícola, a preço de Banana 🍌 e quando não compra ponhe laranja 🍊

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Política

Fabio Faria demonstra confiança em Carla Dickson e decide não se afastar para eleição da Câmara

Foto: Divulgação

O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD RN), não vai reassumir seu mandato de deputado para participar da eleição na Câmara.

A decisão deixa clara a confiança do ministro em sua suplente, Carla Dickson, que está bem alinhada com o projeto do Governo e do deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado pelo presidente Bolsonaro.

Com a decisão, ao contrário de Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Cidadania) que foram exonerados para reassumirem seus mandatos na Câmara Federal, Fábio Faria segue no Ministério das Comunicações e deixa Carla Dickson votar a eleição da Câmara. Ela que é atualmente vice-líder do Governo e já confirmou voto no deputado Lira.

Opinião dos leitores

  1. Ele é secretário de comunicação já que não existe ministério da comunicação no governo federal.

    1. Fica na tua, vc não entende disso , êta povo besta para se meter onde não entende.

    2. Amigo, o mais certo é parar com essas manobras políticas que só atrasam o Brasil.

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Economia

Confiança da Indústria volta a subir em dezembro e atinge o maior patamar desde maio de 2010

Foto: Agência O Globo

A confiança da indústria voltou a subir em dezembro e atingiu o maior patamar desde maio de 2010. Segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançou 1,8 ponto neste mês, somando 114,9 pontos. Em maio de 2010, o índice marcou 116,1 pontos.

O ICI encerrou o quarto trimestre com média de 113,1 pontos, 14,7 pontos a mais do que a média do terceiro trimestre (98,4 pontos), acrescentou a FGV.

— O Índice de Confiança da Indústria de Transformação encerra o ano com um desempenho surpreendente e muito expressivo. Após atingir o fundo do poço em abril, a recuperação da confiança, impulsionada pelos Bens Intermediários, indica que o setor esteja em uma conjuntura favorável, com aceleração da demanda e estoques ainda em nível considerado baixo — afirmou Renata de Mello Franco, economista do Ibre/FGV.

De acordo com o levantamento, 12 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança na leitura de dezembro, e 17 se encontram em nível acima de fevereiro deste ano, antes da pandemia.

Neste mês, houve melhora das avaliações dos empresários em relação à situação corrente e das expectativas mais otimistas para os próximos três e seis meses. O Índice de Situação Atual (ISA) e Índice de Expectativas (IE) avançaram 1,7 ponto, para 119,9 pontos e 109,6 pontos, respectivamente.

Como o resultado de dezembro, o ISA atingiu o maior valor da série histórica e o IE alcançou o maior patamar desde 2011.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada cedeu 0,4 ponto percentual, para 79,3%. Apesar do resultado negativo pelo segundo mês, a média do NUCI do quarto trimestre (79,6%) ficou 4,3 p.p. acima da média do terceiro trimestre (75,3%).

De acordo com Renata, o resultado de dezembro, apesar de positivo, confirma no entanto a tendência de desaceleração das taxas de crescimento dos indicadores tanto de momento atual quanto das perspectivas futuras.

— Apesar das expectativas em geral indicarem otimismo, a incerteza elevada, a falta de matérias primas, a elevação de preços e a cautela dos consumidores têm deixado os empresários cautelosos em relação ao segundo trimestre — acrescentou a economista.

Indústria perde o fôlego

A indústria brasileira vem perdendo fôlego e começou a mostrar sinais de acomodação. Depois da queda acentuada no início da pandemia e recuperação entre maio e julho, em outubro, o setor avançou 1,1% na comparação com setembro, puxado pela indústria automotiva, segundo o IBGE.

Foi a sexta alta consecutiva que levou o índice da indústria a ficar acima do patamar de fevereiro. Em setembro, a indústria já havia conseguido zerar as perdas da pandemia. Por outro lado, no acumulado do ano, o indicador está em terreno negativo (-6,3%). Em 12 meses, a queda é de 5,6%.

Escassez de insumos

O crescimento da indústria foi freado pela escassez de matéria-prima e a alta dos preços dos indumos. Papelão, plástico, alumínio e vidro estão em falta nas linhas de produção, segurando a expansão de muitos segmentos no momento em que a demanda começa a ressurgir.

Segundo levantamento da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), em novembro, 75% das indústrias de transformação no país enfrentaram dificuldades para conseguir insumos. E 54% delas tiveram problemas para atender os clientes.

O Globo, com G1

 

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Economia

Confiança da indústria atinge maior nível em nove anos, diz FGV

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 4,5 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, o indicador, que mede a confiança do empresário da indústria brasileiro, atingiu 111,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos).

Dezesseis dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresariado em relação ao presente, subiu 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cresceu 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior patamar desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) aumentou 1,6 ponto percentual, de 78,2% para 79,8%, maior valor desde novembro de 2014 (70,3%).

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista que esse resultado será mantido nos próximos três meses. Chama a atenção, contudo, o retorno do Nuci a um nível próximo da média anterior à pandemia e o percentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os bens intermediários merecem destaque por alcançarem o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual”, afirma a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco.

Segundo a pesquisadora, no entanto, há uma demora na recuperação do indicador de tendência dos negócios, o que sinaliza uma certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior considerando o fim dos programas de auxílio emergencial.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Saiu de 11,2 em abril para 11,6
    Parece piada essa agência Brasil (agência governo, na verdade)
    A todo custo tenta passar um ar otimista com o país q só existe na terra plana deles.

    1. Você foi 'alfabetizado' por um desses métodos paulofreireanos, né?

    2. ERRO 1: não são 11,2 e 11,6, são 111,2 e 111,6………………..ERRO 2: A ordem temporal é de 111,6 para 111,2, e não o contrário………………ERRO 3: só que o abril que serve de comaparação não é o de 2020, mas sim de 2011.

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Economia

Confiança da indústria atinge maior nível desde janeiro de 2013

CNI/Miguel Ângelo/Direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos.

Dezoito dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança de agosto para setembro.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos.

“Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco.

Há no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses. “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Cadê os esquerdopatas de plantão?
    A meta deles agora é ir contra o renda cidadã, medida que irá ajudar a mais 6 milhões de desassistidos.

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Economia

Confiança da construção cresce 6,6 pontos em julho; terceira alta consecutiva do indicador

Foto: © Elza Fiúza/Agência Brasil

O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou em julho 6,6 pontos e alcançou 83,7 pontos, em uma escala de zero a 200. Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, depois da forte queda registrada em abril devido à pandemia de covid-19.

De acordo com a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, a confiança do empresário brasileiro da construção cresceu impulsionada pela retomada das obras e por expectativas mais otimistas em relação à demanda.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 8,5 pontos, para 91,7. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresário sobre o momento presente, aumentou 4,5 pontos, para 76.

Apesar do crescimento da confiança, o indicador ainda está abaixo do nível de março (90,8 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade subiu 1,9 ponto percentual e chegou a 69,9%.

Agência Brasil

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Economia

Confiança do Consumidor cresce 7,7 pontos em julho, diz FGV

Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 7,7 pontos na passagem de junho para julho deste ano. Com essa, que foi a terceira alta consecutiva, o indicador chegou a 78,8 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Ainda assim, o índice continua abaixo do patamar de fevereiro, ou seja, de antes da pandemia da covid-19.

A confiança do consumidor com a situação atual manteve-se praticamente estável de junho para julho, ao subir 0,4 ponto e passar para 71 pontos. Já a expectativa em relação aos próximos meses avançou 12,3 pontos e passou para 85,1 pontos.

“A confiança dos consumidores manteve em julho a tendência de recuperação, motivada principalmente pela melhora das expectativas em relação à economia. Mas, apesar de acreditar numa recuperação da economia no segundo semestre, o consumidor continua insatisfeito com a situação presente e ainda não enxerga a melhora de suas finanças pessoais no horizonte de seis meses. Sem prazo para terminar, a pandemia parece ter um efeito mais acentuado nos consumidores, que ainda se sentem ameaçados com desemprego e perda de renda nas empresas”, afirma a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

Agência Brasil

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Economia

Confiança da indústria brasileira cresce 12,5 pontos na prévia de julho

Foto: © CNI/José Paulo Lacerda

O Índice de Confiança da Indústria brasileira cresceu 12,5 pontos na prévia de julho deste ano, na comparação com o resultado consolidado de junho. Com isso, o indicador atingiu 90,1 pontos na prévia, em uma escala de zero a 200.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A prévia mostra que o indicador recuperou 74% das perdas observadas em março e abril devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresário da indústria brasileira no futuro, subiu 14,6 pontos e chegou a 90,8 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 10,2 pontos e atingiu 89,4 pontos.

O resultado preliminar mostrou crescimento de 5,8 pontos percentuais do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria no mês, para 72,4%.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Poxa !!!! Buaaaaaaa..,,,, Essa notícia nao é boa para mim. Quero que Bolsonaro saia para eu voltar a roubar o Brasil!!!!!

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Economia

Confiança da indústria mantém recuperação, revela CNI

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) voltou a se recuperar em julho, após atingir seu menor patamar em abril, quando a crise da pandemia do novo coronavírus mostrou-se mais aguda, informou nesta sexta-feira (10) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O indicador teve a terceira alta seguida e chegou aos 47,6 pontos, 6,4 pontos acima do registrado em junho. Ainda assim, o indicador situa-se abaixo de 50 pontos, refletindo falta de confiança. O Icei varia de 0 a 100 e valores abaixo de 50 denotam falta de confiança.

Segundo a CNI, o Icei se recuperou principalmente devido às expectativas para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas, componente do Icei, subiu 6,2 pontos e alcançou 54,1 pontos, ou seja acima dos 50 pontos, o que divide expectativas pessimistas e otimistas.

Situação da economia

Já a situação econômica atual, segundo a percepção dos empresários industriais, continua pior que a dos últimos seis meses, o que já era esperado. O Índice de Condições Atuais chegou a 34,5 pontos. A alta de 6,8 pontos ante a última pesquisa mostra uma percepção menos negativa com o cenário atual dos negócios.

“O início da reabertura das atividades econômicas na maioria das cidades brasileiras alimenta as expectativas de recuperação da economia, embora a atividade industrial continue desacelerada”, disse o gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca.

Agência Brasil

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Economia

Confiança da indústria cresce 15,2 pontos na prévia de junho, diz FGV

Foto: © CHINA DAILY/Reuters/direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve um aumento de 15,2 pontos na prévia de junho deste ano, em comparação com o dado consolidado de maio deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 76,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Caso a prévia se confirme no resultado consolidado de junho, essa será a maior alta mensal da história da pesquisa.

O avanço da confiança em junho é resultado da melhora da avaliação dos empresários em relação ao presente e, principalmente, da confiança para os próximos três e seis meses.

Segundo a FGV, o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, teve crescimento de 20,6 pontos, para 75,5 pontos, recuperando nos últimos dois meses mais da metade da queda observada em abril.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 9,2 pontos, para 77,8 pontos, o equivalente a um terço da perda de abril.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) teve crescimento de 5,9 pontos percentuais e chegou a 66,2%.

Agência Brasil

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Economia

Antes do coronavírus, confiança do comércio teve maior nível desde 2012

Foto: (Rahel Patrasso/Reuters)

Pouco antes da eclosão da crise do coronavírus no Brasil, a confiança dos empresários do comércio atingiu o maior patamar em quase oito anos, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) subiu a 128,4 pontos em março, o resultado mais elevado desde dezembro de 2012. No entanto, se neutralizados os efeitos sazonais, houve um recuo de 0,2% ante fevereiro.

A expectativa é que o indicador deixe a zona de otimismo (acima dos 100 pontos) e desça para o patamar de pessimismo (abaixo dos 100 pontos) em consequência da pandemia.

“Possivelmente teremos quedas expressivas na confiança nos próximos meses, que levarão o índice para a zona de avaliação negativa, ou situação de pessimismo. O canal das expectativas (índice de expectativas dos comerciantes, medido pelo IEEC) já antecipou esse movimento ao apresentar queda em todos os itens – expectativas para o desempenho da economia, do comércio e da empresa nos seis meses à frente – na passagem mensal”, explicou a economista Izis Ferreira, responsável pela pesquisa da CNC.

O período de coleta do Índice de Confiança do Empresário do Comércio de março se estendeu entre os dias 20 de fevereiro e 5 de março, ou seja, antes do agravamento da disseminação do coronavírus.

Estadão

 

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Economia

Confiança do empresário da construção é a maior em dez anos, diz CNI

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção, medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu 0,9 ponto na passagem de dezembro de 2019 para janeiro deste ano.

Com o resultado, o indicador atingiu 64 pontos, o maior nível desde dezembro de 2010 e 10,2 pontos acima da média histórica.

A pontuação varia de zero a 100 pontos e, quando o indicador se situa acima de 50 pontos, isso significa que os empresários estão confiantes. A confiança no momento atual cresceu 1,7 ponto e passou para 57,3 pontos. Já as expectativas cresceram 0,5 ponto e chegaram a 67,3 pontos.

De acordo com a CNI, a alta foi puxada principalmente pela percepção da melhora das condições atuais da economia do país.

Os empresários também estão com mais intenção de investir. O índice de intenção de investimentos subiu 2,2 pontos em relação a dezembro e alcançou 44,4 pontos em janeiro, o maior valor desde setembro de 2014.

Também melhoraram os indicadores de situação financeira da empresa, de satisfação com a margem de lucro e de facilidade de acesso ao crédito.

Segundo o levantamento da CNI, os principais problemas enfrentados pelo setor no quarto trimestre do ano passado foram a elevada carga tributária (apontada por 42,7% dos empresários), excesso de burocracia (28,7%) e demanda insuficiente (27,6%).

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Acho que existe certo exagero nos comentários. A construção civil diminuiu muito o ritmo nos últimos 05 anos, mas começa a lançar novos empreendimentos em 2019 e 2020.
    Em Natal existem condomínios sendo levantados e lançados no tirol e petrópolis por exemplo. Vários condomínios foram entregues e recentemente um condomínio enorme em cotovelo foi lançado, sendo vendido 85% dos terrenos.
    O preço do metro quadrado ainda é alto, mas a construção civil mostra sinais de recuperação, assim como as vendas no comércio e aumento na produção industrial, sem falar no recorde na produção de grãos. São fatos, independente de posição política.

  2. BG, tem que descontaminar o blog também.
    Demita esse petista que tem na sua equipe.
    Tem comentários sem nenhuma ofensa, ao ladrão Lula que não é publicado.

  3. Mas nas imobiliária diziam que não tinha crise. Não tinha uma ova, faz mais de 5 anos que ninguém vê prédio subindo em Natal.O povo liso e quebrado que mesmo com juro baixo ainda não tem coragem de entrar em cilada de 30 anos.

    1. Meu amigo, com a quantidade de empreendimento vazio, fora o fato da bolha imobiliária, doido é quem sobe prédio nos próximos anos, o m² está muito caro.

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Geral

Confiança do comércio atinge maior nível desde fevereiro de 2019, informa FGV

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Índice de Confiança do Comércio, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 1,3 ponto em janeiro deste ano e chegou a 98,1 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. É o maior nível desde fevereiro do ano passado, quando atingiu 99,8 pontos.

A confiança dos empresários do comércio subiu em 4 dos 6 segmentos pesquisados pela FGV. O Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação ao futuro, subiu 3,8 pontos e atingiu 104,4 pontos, maior nível desde março de 2019 (104,7).

Já o Índice de Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 1,1 ponto e passou para 91,9 pontos.

De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, a alta da confiança do empresário do comércio foi influenciada pela melhora das expectativas que voltaram a subir depois de um período de espera dos empresários no final do ano passado.

“Por outro lado, os indicadores de situação atual que vinham apresentando resultados mais positivos no final de 2019, recuaram em janeiro. Essa combinação de resultados mostra que o cenário de recuperação gradual persiste, ainda dependente de sinais mais fortes do mercado de trabalho e da confiança dos consumidores”, disse Tobler.

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