Indústria mossoroense se destaca em mercado nacional

Fotos: Divulgação

Despontando entre as maiores fábricas de pré-moldados do Nordeste, a Mossoró Premoldados, não mediu esforços, não poupou investimentos e aliou produtos e tecnologia no seu portfólio, sempre de olho no futuro e no projeto de expansão da empresa. Hoje, a empresa chega ao Sul do país com produtos inovadores, duráveis, além de excelência em qualidade e tecnologia, com os novos postes de fibra de vidro.

Com atuação no mercado de pré-moldados há 20 anos, a Mossoró Premoldados é uma empresa genuinamente mossoroense, localizada no Distrito Agro Industrial da Barrinha, Zona Rural do Município de Mossoró, a comunidade se beneficia com os mais de 300 empregos diretos gerados atualmente pela fábrica, se tornando a empresa que mais gera empregos entre os dois distritos industriais do Município de Mossoró.

Com o aumento da demanda gerada pelos novos mercados, faz-se necessário constantes investimentos para novas unidades de produção. Para isso, o incentivo do poder público na cessão de área para a construção das novas fábricas é necessário e imprescindível. Serão mais 2 modernas unidades de produção.

A outra, é fábrica concreto protendido, produto que é usado em estruturas onde existem esforço de flexão como pontes e viadutos. Os investimentos nas duas novas unidades de produção serão de cerca de R$ 12 milhões e toda a mão-de-obra a ser contratada para as novas fábricas, será prioritariamente da comunidade onde a indústria será instalada. Todo esse investimento e ampliação irá gerar mais 120 novos empregos diretos e indiretos.

Apesar de atender a todas as regiões do Brasil, e vir recebendo inúmeros convites para se instalar em outros distritos industriais: Ceará, Pernambuco, Paraíba e Bahia, a empresa prioriza os investimentos na cidade de Mossoró, onde tem sua história plantada a mais de 20 anos!

A Mossoró Premoldados vem pleiteando junto ao poder público municipal, uma nova área para imediata continuidade do projeto de
expansão do seu parque industrial, o que garantiria a manutenção dos novos investimentos no munícipio e a geração de novos postos de trabalho para a região.

Fotos: Divulgação

 

Setembro registra o maior uso da capacidade de produção da indústria dos últimos 5 anos, diz CNI

As horas trabalhadas na produção na indústria, indicador do nível de atividade, subiram pelo quinto mês seguido em setembro. Ao mesmo tempo, o nível de uso do parque fabril atingiu o patamar de 79,4% – o maior desde abril de 2015.

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio dos indicadores industriais. A pesquisa é feita em parceria com 12 federações estaduais da indústria.

A CNI explica que o nível de uso do parque industrial mostra quanto os equipamentos e os trabalhadores das empresas estão ocupados na produção em relação ao máximo que pode ser produzido por um longo período sem dificuldades.

“A atividade industrial de setembro foi excepcionalmente forte. As horas trabalhadas na produção praticamente voltaram ao patamar pré-pandemia [de fevereiro deste ano]”, acrescentou a entidade.

De acordo com o gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca, a recuperação registrada em setembro foi mais forte do que o esperado.

Segundo Fonseca, a indústria conseguiu se recuperar, mas ainda enfrenta problemas como o alto custo de energia e um alto custo tributário pela “complexidade do sistema tributário nacional”.

“O grande desafio é voltar a agenda de competitividade, principalmente a da reforma tributária, para que o Brasil tenha realmente uma indústria competitiva e volte a crescer mais de 2% ao ano, para o bem de sua população”, declarou.

Faturamento e emprego

Segundo a CNI, o faturamento industrial cresceu 5,2% em setembro e ficou 6,1% acima do patamar registrado em fevereiro. Esse também é o maior resultado desde outubro de 2015.

“Apesar da grande variação na análise mensal, o faturamento ainda é negativo na comparação do acumulado de janeiro a setembro. E registra queda de 1,9% no acumulado do ano”, informou a CNI.

O emprego industrial registrou o segundo mês consecutivo de alta em setembro e avançou 0,5% no período.

Na comparação com setembro de 2019, acrescentou a CNI, o emprego recuou 1,7%, enquanto no acumulado dos nove primeiros meses deste ano caiu 2,6%.

G1

Confiança da indústria atinge maior nível em nove anos, diz FGV

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 4,5 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, o indicador, que mede a confiança do empresário da indústria brasileiro, atingiu 111,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos).

Dezesseis dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresariado em relação ao presente, subiu 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cresceu 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior patamar desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) aumentou 1,6 ponto percentual, de 78,2% para 79,8%, maior valor desde novembro de 2014 (70,3%).

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista que esse resultado será mantido nos próximos três meses. Chama a atenção, contudo, o retorno do Nuci a um nível próximo da média anterior à pandemia e o percentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os bens intermediários merecem destaque por alcançarem o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual”, afirma a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco.

Segundo a pesquisadora, no entanto, há uma demora na recuperação do indicador de tendência dos negócios, o que sinaliza uma certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior considerando o fim dos programas de auxílio emergencial.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josa disse:

    Ôôô governo bom!

  2. Manoel disse:

    Saiu de 11,2 em abril para 11,6
    Parece piada essa agência Brasil (agência governo, na verdade)
    A todo custo tenta passar um ar otimista com o país q só existe na terra plana deles.

    • Minion de Peixeira disse:

      Você foi 'alfabetizado' por um desses métodos paulofreireanos, né?

    • Minion de Peixeira disse:

      ERRO 1: não são 11,2 e 11,6, são 111,2 e 111,6………………..ERRO 2: A ordem temporal é de 111,6 para 111,2, e não o contrário………………ERRO 3: só que o abril que serve de comaparação não é o de 2020, mas sim de 2011.

    • Paulo disse:

      BG.
      Tem que ser um manel mesmo.

Confiança da indústria atinge maior nível desde janeiro de 2013

CNI/Miguel Ângelo/Direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos.

Dezoito dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança de agosto para setembro.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos.

“Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco.

Há no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses. “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Cadê os esquerdopatas de plantão?
    A meta deles agora é ir contra o renda cidadã, medida que irá ajudar a mais 6 milhões de desassistidos.

Dados de junho e julho mostram retomada em V na indústria e comércio, comemora Ministério da Economia

Foto: Marcela Ayres

A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia avaliou nesta quinta-feira que os dados de atividade de junho e julho mostram rápida recuperação da economia, com o desempenho de indústria e comércio confirmando a retomada em V.

Segundo a secretaria, os bons resultados vistos recentemente podem ser explicados pelas políticas do governo federal de proteção ao emprego formal e concessão do auxílio emergencial em meio à pandemia de coronavírus. Os dados “indicam forte recuperação da atividade no começo do terceiro trimestre”, complementou.

A leitura veio após o IBGE divulgar mais cedo que as vendas no varejo tiveram em julho alta de 5,2% na comparação com o mês anterior, bem acima da alta de 1,2% estimada pelo mercado, segundo pesquisa Reuters.

A SPE chamou a atenção para as vendas em V –rápida ascensão após queda abrupta– em materiais de construção, fármacos e eletrodomésticos. E destacou que o volume de vendas no comércio em julho ficou 5,3% acima do nível de fevereiro, com alta de 5,5% sobre igual mês do ano passado.

“O desempenho de diversos setores está acima do verificado em fevereiro deste ano, mês anterior à pandemia. Deve-se salientar também que os resultados dos últimos meses excedem os maiores valores históricos da série divulgada pelo IBGE”, afirmou.

Em relatório nesta quinta-feira o UBS também avaliou que os dados do varejo indicam retomada em V, creditada principalmente à elevação da demanda após a forte injeção de recursos do governo com o auxílio a informais e vulneráveis.

O banco projeta uma alta de 9% para o Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre, seguida por um desempenho menor nos últimos três meses do ano. Com isso, o PIB em 2020 sofreria retração de 4,5%, subindo 3% em 2021.

A expectativa do governo, por ora, é de recuo de 4,7% do PIB neste ano e avanço de 3,2% no próximo. Recentemente, contudo, o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, disse que as estimativas para a economia em 2020 seriam revisadas após avaliação de que o pior teria ficado para trás.

SERVIÇOS

Em sua nota, a SPE reconheceu que a performance do setor de serviços não tem sido comparável à da indústria e comércio.

“A recuperação desde o vale, em maio, foi de 5,0%, ou seja, para retomar o nível anterior à pandemia, a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) ainda terá que crescer 17,0%”, disse.

“Diversos segmentos como restaurantes, alojamento e transportes foram severamente abalados pelas medidas de distanciamento social. No entanto, indicadores de alta frequência mostram que o setor segue sua trajetória de recuperação e as expectativas indicam que haverá um bom desempenho no último trimestre deste ano”, acrescentou.

A SPE também reforçou que, independentemente dos dados positivos, é necessário retomar a agenda de reformas e consolidação fiscal, “de modo que a recuperação pujante da economia seja firmada”.

Nesse sentido, a secretaria citou como importantes as medidas ainda em tramitação no Congresso para modernização da lei de falências, para o setor de gás e para estímulo ao transporte por cabotagem.

Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Parabéns Paulo Guedes e equipe pelo resultado, rumo a um país melhor para todos, para desespero dos esquerdopatas que torcem para o quanto pior melhor.

Confiança da indústria brasileira cresce 12,5 pontos na prévia de julho

Foto: © CNI/José Paulo Lacerda

O Índice de Confiança da Indústria brasileira cresceu 12,5 pontos na prévia de julho deste ano, na comparação com o resultado consolidado de junho. Com isso, o indicador atingiu 90,1 pontos na prévia, em uma escala de zero a 200.

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A prévia mostra que o indicador recuperou 74% das perdas observadas em março e abril devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresário da indústria brasileira no futuro, subiu 14,6 pontos e chegou a 90,8 pontos. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 10,2 pontos e atingiu 89,4 pontos.

O resultado preliminar mostrou crescimento de 5,8 pontos percentuais do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria no mês, para 72,4%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silvio. disse:

    Culpa do paulo Guedes.
    Kkkk
    Chupa petralhas.

    • Marcelo Dantas disse:

      Poxa !!!! Buaaaaaaa..,,,, Essa notícia nao é boa para mim. Quero que Bolsonaro saia para eu voltar a roubar o Brasil!!!!!

Indústria apoia criação de tributo sobre pagamentos eletrônicos, diz presidente da CNI

Foto:Ilustrativa

O setor industrial apoia a criação de um tributo sobre pagamentos eletrônicos, defendida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, desde que seja vinculado à desoneração da folha de pagamento. “Acho que tem apoio da indústria, sim, se em contrapartida o governo ir retirando a contribuição previdenciária da folha”, disse ao blog o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade.

Andrade, juntamente com outros líderes da indústria, tiveram uma reunião com Guedes na última sexta-feira (17) para tratar de temas como a reforma tributária. “A ideia do ministro é criar o novo tributo e ir, aos poucos, desonerando a folha. Talvez começando com até um salário mínimo e meio, o que daria uma desoneração em torno de R$ 30 bilhões”, afirmou o presidente da CNI.

Robson Andrade fez questão de ressalvar que a indústria pode apoiar a proposta do ministro, mas quer a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) em tramitação na Câmara dos Deputados sobre a reforma tributária.

“A proposta do ministro Paulo Guedes é importante, mas nós apoiamos principalmente a PEC do [economista] Bernard Appy, em tramitação na Câmara, porque é mais ampla e vai garantir uma melhora para o ambiente de negócios no país”, acrescentou.

A PEC da Câmara é defendida pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como a melhor reforma tributária para reduzir o custo tributário do setor privado, atrair investimentos ao país e garantir uma recuperação da economia.

Nesta terça-feira (21), Guedes vai entregar a Maia e ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), a primeira etapa de suas sugestões para a reforma tributária. Um projeto de lei complementar simplificando a legislação do PIS/Cofins e criando a Contribuição sobre Bens e Serviços. A criação do tributo sobre pagamentos eletrônicos seria encaminhada numa segunda etapa.

Blog do Valdo Cruz – G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    Vergonha querer sugar tudo do cidadão…ainda tem gel que apoia….!!!!!

  2. Alberto Cesar do Nascimento disse:

    E o "sonegômetro" nada!

  3. Anti-Político de Estimação disse:

    Essa conta vai sobrar para o cidadão comum.

  4. Manoel disse:

    Claro q eles apoiam, quem vai pagar é o consumidor.
    Quero ver apoiar imposto sobre os lucros e redimentos de investimentos deles.

  5. Escritor disse:

    É logico q apoia. Obvio. É condição para governo livrar a empresa de pagar 20 por cento de contribuição ao INSS. Ou seja quer dividir a despesa de pessoal dela(industria) para toda a sociedade. O q aumentara seus lucros. A desoneração da folha, tem o mantra, canto de sereia, q irá gerar empregos. Nao criará. Se uma indústria tem 100 empregados é pq so precisa de 100, em virtude da sua producao, em função da demanda. Ela so empregara mais, caso sua produção aumente, em virtude do aumento da procura, e isso somente ocorre quando existe aumento do consumo. Portanto, a desoneração da folha so aumentara lucros. O governo fez uma reforma previdencia, alegando estava quebrada, e agora quer desonerar a folha de pagamento, o q irá prejudicar exatamente as receitas da previdencia. O sonho de Paulo Guedes é esse. Quebrar a previdencia publica e entregar a aposentadoria dos brasileiros aos bancos de uma vez.

Confiança da indústria mantém recuperação, revela CNI

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) voltou a se recuperar em julho, após atingir seu menor patamar em abril, quando a crise da pandemia do novo coronavírus mostrou-se mais aguda, informou nesta sexta-feira (10) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O indicador teve a terceira alta seguida e chegou aos 47,6 pontos, 6,4 pontos acima do registrado em junho. Ainda assim, o indicador situa-se abaixo de 50 pontos, refletindo falta de confiança. O Icei varia de 0 a 100 e valores abaixo de 50 denotam falta de confiança.

Segundo a CNI, o Icei se recuperou principalmente devido às expectativas para os próximos seis meses. O Índice de Expectativas, componente do Icei, subiu 6,2 pontos e alcançou 54,1 pontos, ou seja acima dos 50 pontos, o que divide expectativas pessimistas e otimistas.

Situação da economia

Já a situação econômica atual, segundo a percepção dos empresários industriais, continua pior que a dos últimos seis meses, o que já era esperado. O Índice de Condições Atuais chegou a 34,5 pontos. A alta de 6,8 pontos ante a última pesquisa mostra uma percepção menos negativa com o cenário atual dos negócios.

“O início da reabertura das atividades econômicas na maioria das cidades brasileiras alimenta as expectativas de recuperação da economia, embora a atividade industrial continue desacelerada”, disse o gerente-executivo de Economia da CNI, Renato da Fonseca.

Agência Brasil

Produção de veículos contribuiu, e indústria cresce em 12 de 15 locais pesquisados em maio, aponta IBGE

Produção industrial mensal — Foto: Economia G1

A produção industrial registou alta, na passagem de abril para maio, em 12 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme dados divulgados nesta quarta-feira (8).

Os maiores avanços foram no Paraná (24,1%), em Pernambuco (20,5%) e no Amazonas (17,3%). Já as quedas foram registradas no Espírito Santo (-7,8%), Ceará (-0,8%) e Pará (-0,8%).

No resultado geral do país, a produção industrial cresceu 7% em maio na comparação com o mês anterior, mostrando recuperação após dois meses seguidos de queda e de um tombo recorde em abril, de 18,8%.

Veja o resultado em cada um dos locais:

Amazonas: 17,3%
Pará: -0,8%
Região Nordeste: 12,7%
Ceará: -0,8%
Pernambuco: 20,5%
Bahia: 7,6%
Minas Gerais: 6,3%
Espírito Santo: -7,8%
Rio de Janeiro: 5,2%
São Paulo: 10,6%
Paraná: 24,1%
Santa Catarina: 5,4%
Rio Grande do Sul: 13,3%
Mato Grosso: 4,4%
Goiás: 3,0%
Média Brasil: 7%

Produção de veículos influenciou

Segundo o IBGE, a alta de 10,6% registrada em São Paulo levantou a média nacional, que também foi influenciada pelas altas expressivas no Paraná (24,1%) e Rio Grande do Sul (13,3%). Nos dois primeiros estados, a produção automotiva serviu como alavanca.

O setor de veículos, muito forte em São Paulo e no Paraná, teve atuação importante neste aumento de maio”, aponta em nota Bernardo Almeida, analista da pesquisa. Segundo ele, os setores de alimentos e de derivados do petróleo também exerceram influências positivas no índice.

Comparação com maio de 2019

Se os resultados de maio mostram uma recuperação após as fortes perdas dos meses anteriores, apontam também que a produção industrial segue muito abaixo da registrada no ano passado. Na comparação com maio de 2019, a indústria teve queda de 21,9% – com todos os locais pesquisados, exceto Goiás, apresentando contração na produção.

“Em São Paulo, mesmo com a taxa positiva perante abril, maio apresentou o segundo pior patamar da indústria na série histórica, perdendo exatamente para o mês anterior, abril de 2020″, aponta o analista da pesquisa. O início da série histórica da pesquisa foi em janeiro de 2002.

De acordo com o IBGE, além dos efeitos da pandemia e do isolamento social para conter a propagação do vírus, houve também efeito calendário nesse resultado, já que maio de 2020 teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano passado.

Já o resultado de Goiás, com avanço de 1,5%, foi impulsionado em grande parte pelo ramo de produtos alimentícios (açúcar VHP e cristal, óleo de soja refinado e em bruto, extrato, purês e polpas de tomate, leite condensado e tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja).

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pepe disse:

    Vai bombar,quem tem,deixou na poupança,como o Brasil é desigual,muitos não puderam gastar,não vai poder gastar na europa,USA,São Paulo,RJ,Gramado,Argentina,Chile,Vão trocar de carro.

Indústria do Brasil volta a crescer em junho com aumento de demanda e produção

Foto: Reuters

A indústria brasileira voltou a crescer em junho pela primeira vez desde fevereiro, com aumento na produção, nas novas encomendas e na confiança, em sinais de retomada após impactos da pandemia do novo coronavírus no país, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês).

O levantamento publicado pelo IHS Markit nesta quarta-feira mostrou que o PMI de indústria saltou a 51,6 em junho, de 38,3 em maio, com as empresas se recuperando de efeitos das medidas de isolamento.

Entretanto, os ganhos foram moderados por evidências de excesso de capacidade no setor, com empresas ainda buscando reduzir gastos, o que as levou a cortar as compras e diminuir o número de funcionários.

O IHS Markit informou que os entrevistados citaram a reabertura das empresas e o aumento da demanda como motivos para o retorno à expansão tanto da produção quanto das novas encomendas.

Contudo, os ganhos foram puxados pelo mercado doméstico, uma vez que as vendas de exportação continuaram a cair e os volumes totais de novos negócios permaneceram extremamente baixos em relação aos níveis pré-pandemia, segundo os consultados.

De fato, as empresas continuaram a operar em níveis bem abaixo da capacidade em junho e também seguiram cortando empregos e reduzindo a atividade de compras. A ideia era diminuir os custos nas plantas, buscando elevar a produtividade ou utilizar estoques quando possível.

“Temos que colocar esses números no contexto do colapso da produção em abril e maio. O crescimento modesto compensa apenas uma pequena parte das perdas recentes, e as empresas —diante de grande excesso de capacidade— continuam a cortar vagas e compras a um ritmo rápido”, destacou o diretor de economia do IHS Markit, Paul Smith.

As pressões de custos se intensificaram em junho diante de uma taxa de câmbio desfavorável, o que aumentou os preços de insumos denominados em dólar no ritmo mais acelerado em 21 meses. Em resposta, os preços cobrados foram elevados à mais alta taxa já registrada pela pesquisa desde setembro de 2018.

Ainda que o cenário permaneça desafiador, os entrevistados se mostraram animados com o retorno ao crescimento tanto na produção quanto nas encomendas, e a confiança sobre o futuro atingiu o nível mais alto desde fevereiro, com projeções positivas para demanda e vendas nos próximos 12 meses.

O Globo

Cientistas da UFRN buscam patentear produto que pode ser aplicado na indústria, visando reduzir custos de produção do biodiesel

Instalações do Laboratório de Tecnologias Energéticas (LABTEN), unidade onde o estudo está vinculado. Foto: Divulgação

A utilização em larga escala de combustíveis derivados do petróleo causa diversos problemas ao meio ambiente como, por exemplo, o aumento das taxas de dióxido de carbono na atmosfera. Em virtude disso, a indústria e governos ao redor do mundo têm procurado por novos combustíveis baseados em fontes renováveis e que não poluam o meio ambiente.

Dentre estas alternativas, está o biodiesel como uma alternativa viável ao óleo Diesel, já que é um produto renovável, não tóxico, biodegradável e pode ser usado em motores de ignição por compressão, ou seja, motores diesel. Contudo, durante a produção do biodiesel, uma das principais questões ainda em estudo é o uso de um catalisador adequado com a natureza do óleo utilizado.

Pensando nisso, cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) buscam patentear o desenvolvimento de um produto que pode ser aplicado na indústria, visando reduzir os custos de produção do biodiesel. Desenvolvida pelo grupo de pesquisa do Laboratório de Tecnologias Energéticas da Universidade, a tecnologia traduz-se em um catalisador, substância proveniente de sílica oriunda da cinza in natura da casca da banana e obtida com metodologia modificada através de misturas físico-químicas.

“Cada vez mais busca-se a utilização de biocombustíveis em diversas áreas como, por exemplo, automobilística, agrícola e em indústrias. Especificamente, no que tange ao biodiesel, por ser um dos mais utilizados em âmbito nacional e mundial, se faz necessária a busca de metodologias que usem materiais e parâmetros reacionais que façam o custo do produto se torna mais viável economicamente, bem como que o processo de produção seja menos danoso ao meio ambiente”, explicou a professora Luciene da Silva Santos.

Sendo assim, continua a professora, o catalisador produzido atende a essas necessidades, pois usa reagentes de baixo custo para sua produção. “A sílica é proveniente de resíduo agrícola, o catalisador heterogêneo pode ser reutilizado, além de produzir menos resíduos no processo de purificação do biodiesel”, complementou Luciene, uma das autoras do pedido de patente. Além dela, José Alberto Batista da Silva, Keverson Gomes de Oliveira, Ramoni Renan Silva de Lima e Clenildo de Longe também atuaram na pesquisa que deu origem à invenção, estudo este vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Química (PPGQ).

O grupo identifica ainda que a aplicação do catalisador pode ser avaliada no desenvolvimento de outras reações básicas, visando a obtenção de outros bioprodutos, situação que abre ainda mais o leque de aplicação do dispositivo. No documento que embasa o pedido para patentear o produto, o grupo de cientistas listou alguns dos diferenciais.

Primeiro, a fonte precursora de baixo custo, por se tratar de sílica obtida de resíduo vegetal. Segundo, a utilização de reagentes usuais torna o produto viável economicamente com metodologia de fácil aplicação. Terceiro, o tempo de produção relativamente curto, comparado a metodologias inseridas em diversas patentes. Além disso, a formação do catalisador ocorre em uma única etapa, com baixo consumo de energia, comparado a processos tradicionais.

Por fim, o produto apresenta características satisfatórias na utilização como catalisador em reações de transesterificação para produção de biodiesel, podendo ser, em parte, reutilizado em novas reações. Pode ainda ser utilizado em reações que envolvam diferentes matrizes oleaginosas, inclusive quando da utilização de óleo residual de cozinha, obtendo, ainda assim, elevados rendimentos reacionais.

Denominado “Processo de produção de um catalisador proveniente da cinza in natura da casca da banana (musa paradisíaca l.)”, o pedido desta patente passa a integrar o portfólio de ofertas tecnológicas da UFRN, disponível para acesso em www.agir.ufrn.br. O diretor da Agência de Inovação (Agrir) da UFRN, Daniel de Lima Pontes, explicou que as orientações e explicações a respeito dos aspectos para patentear uma determinada invenção são dadas na própria Agir, unidade localizada no prédio da Reitoria.

Daniel de Lima Pontes é diretor da Agência de Inovação da UFRN. Foto: Divulgação

Contudo, durante o período de suspensão do atendimento presencial, as demandas devem ser enviadas através do e-mail [email protected] “Temos percebido nos últimos anos que os professores estão com maior cuidado em proteger suas invenções através do patenteamento. Aqui na Universidade eles contam com um cenário amplamente favorável, haja visto o suporte que a UFRN propicia neste processo”, afirmou o diretor.

Agir/UFRN

Confiança da indústria cresce 15,2 pontos na prévia de junho, diz FGV

Foto: © CHINA DAILY/Reuters/direitos reservados

O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve um aumento de 15,2 pontos na prévia de junho deste ano, em comparação com o dado consolidado de maio deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 76,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Caso a prévia se confirme no resultado consolidado de junho, essa será a maior alta mensal da história da pesquisa.

O avanço da confiança em junho é resultado da melhora da avaliação dos empresários em relação ao presente e, principalmente, da confiança para os próximos três e seis meses.

Segundo a FGV, o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, teve crescimento de 20,6 pontos, para 75,5 pontos, recuperando nos últimos dois meses mais da metade da queda observada em abril.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 9,2 pontos, para 77,8 pontos, o equivalente a um terço da perda de abril.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) teve crescimento de 5,9 pontos percentuais e chegou a 66,2%.

Agência Brasil

Coronavírus: Bolsonaro inclui construção civil e indústria em lista de atividades essenciais na pandemia

Foto: © Antônio Cruz/Agência Brasil

O presidente da República, Jair Bolsonaro, decretou que as atividades de construção civil e industriais também são essencias em meio à pandemia do novo coronavírus.

A ampliação da lista de serviços e atividades considerados essenciais foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta quinta-feira (7) e já está em vigor. A última alteração da lista, que já inclui mais de 50 itens, foi feita em 29 de abril.

O decreto foi editado no mesmo dia em que Bolsonaro, acompanhado de um grupo de empresários e ministros, foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedir que medidas restritivas nos estados, motivadas pela crise do coronavírus, sejam amenizadas.

Ao serem classificados como essenciais, as atividades e serviços podem continuar em operação mesmo durante restrição ou quarentena em razão do vírus.

De acordo com o decreto desta quinta-feira, a indústria e a construção civil podem manter as atividades “obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”.

No decreto publicado em 29 de abril, Bolsonaro fixou que as definições pelo governo federal dos serviços e atividades essenciais “não afasta a competência ou a tomada de providências normativas e administrativas pelos Estados, pelo Distrito Federal ou pelos Municípios, no âmbito de suas competências e de seus respectivos territórios”.

O decreto considerou decisão do Supremo segundo a qual estados e municípios têm o poder de estabelecer políticas de saúde, inclusive questões de quarentena e a classificação dos serviços essenciais.

G1

Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

A confiança dos empresários da indústria cresceu 1,1 ponto na prévia de janeiro deste ano, na comparação com o resultado consolidado de dezembro do ano passado. Com isso, o indicador chegou a 100,5 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, segundo dados divulgados hoje (22) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O aumento da confiança foi puxado pelo crescimento das expectativas dos empresários em relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas cresceu 2,4 pontos e atingiu 101,6 pontos, o maior valor desde junho de 2018 (102,3 pontos).

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 0,3 ponto, para 99,3 pontos.

O resultado preliminar de janeiro indica aumento de 0,4 ponto percentual do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria, para 75,5%.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bil disse:

    Chupa Lula!!!
    Kkkkkk

Indústria de biscoitos assina protocolo com prefeitura para instalar fábrica em São Gonçalo

Foto: Divulgação

A indústria de biscoitos recheados Vitamassa assinou Protocolo de Intenções com a Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN para implantar uma unidade fabril na cidade. No documento, assinado no último 18 de dezembro, a empresa também requisitou incentivos fiscais e concessão de área no distrito empresarial da prefeitura, localizado no entorno do Aeroporto Internacional Governado Aluízio Alves.

O diretor da Vitamassa, Celso Duarte Junior, destacou que a escolha por São Gonçalo se deu pela proximidade do aeroporto, o que, segundo ele, facilita o acesso ao porto de Natal. O administrador elogiou a expansão de infraestrutura que o município está realizando. “Um plano de investimentos que inclui a nova estrada da produção, que será construída este ano pelo Governo do Estado, infovia, rede de água, esgoto, novas vias expressas e pontilhões”, disse.

De acordo com o prefeito Paulo Emídio, o Paulinho, esses investimentos são necessários para atrair empresas. “Todas essas obras são do Programa de Ações Estruturantes de São Gonçalo do Amarante, o Paes, que será viável através de um financiamento externo. Nossa gestão tem uma estratégia de desenvolvimento muito clara: trocar imposto por emprego. Isso significa estruturar o município, melhorar o ambiente de negócios e oferecer incentivos para atrair empresas e gerar emprego e renda. E a Vitamassa já é um resultado claro de todo esse planejamento”, observou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Vagner Araújo, aproveitou para enfatizar a intensa articulação que o governo municipal vem mantendo com o setor produtivo, apresentando vantagens comparativas de investir em São Gonçalo. “Temos mantido estreito diálogo com segmentos industriais, logísticos, comerciais e de serviços. Apresentamos São Gonçalo como a cidade do presente e do futuro. Geografia privilegiada, infraestrutura de transporte multimodal, áreas disponíveis, boa oferta de água, energia, infovia e a prefeitura com capacidade de investimento e seriedade pra dar segurança jurídica aos empreendimentos”, pontuou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bento disse:

    SGA depois do aeroporto esta bombando.
    Agradeçam ao ex-deputado Henrique, vejam SGA antes e depois do aeroporto e tirem suas conclusões.
    Reconhecam, facam uma estátua para o homem em frente ao aeroporto

    • Alisson disse:

      Realmente um aeroporto que demorou e custou três vezes mais que o previsto, acho que só tem tempo e dinheiro para fazer uma estátua de papelão.

    • Jacques disse:

      Ah, deixa de ser hipocrita O aeroporto que prejudicou uma cidade inteira pelo deslocamento desnecessário até o “fim do mundo”. Sem dizer os turistas que são roubados entre idas e vindas. Esse aeroporto era de carga, mas quando descobriram que não haveria carga, logo inventaram essa baboseira que só enriqueceu o próprio Henrique Alves. Se fizerem uma estátua ela será cravada de fezes de pombos!!!!

  2. Rebeka disse:

    Aos gestores e aos representantes da indústria de biscoitos vitamassa atentem que tem gás natural canalizado farto nas mediações do aeroporto pelo peograma eatatal RN Gás + .

  3. Dennis Mitchell disse:

    A gestão de SGA está de parabéns. Além de obter o melhor resultado (vale salientar, o melhor município da Grande Natal no IEGM), onde foi referencia em obras, agora mostra como fomentar a economia.

    • Silver disse:

      É??
      Mas o senador Jean Poul Apagado Prates e Fernando Lucena e contra a fomentar empresas.
      Olhe o que o vereador meia boca ta dizendo logo aqui em cima.
      E o senador é contra a Havan.
      Dois malucos sem projetos.

Em recuperação, indústria tem o maior nível de emprego desde 2015

Foto: Kamil Krzaczynski/ Reuters – 24.06.2019

A indústria da transformação, setor que tradicionalmente emprega mais mão de obra formal e com salários acima da média do mercado, começou a reagir no segundo semestre do ano passado e somou um total de 10,7 milhões de empregados, o melhor resultado desde 2015 – quando havia 11,5 milhões. Os segmentos que mais contribuíram com a alta de 1,3% em relação aos números de 2018 foram os de alimentos, têxteis e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos. Juntos, abriram 189 mil vagas com carteira assinada até o terceiro trimestre.

Em razão de cortes ocorridos em outros segmentos, como o de produção de coque, derivados de petróleo e de biocombustíveis e de produtos de minerais não metálicos, o saldo do período foi de 136,5 mil postos a mais. “Para um setor que sofreu tanto na crise, o crescimento de 1,3% no número de vagas é positivo”, afirma Bruno Ottoni, pesquisador da consultoria IDados, que fez o cruzamento do saldo de empregos do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) no terceiro trimestre de 2019 com o de igual período do ano anterior.

Parte da melhora do emprego na indústria está relacionada ao retorno, ainda lento, dos investimentos, afirma Daniel Duque, pesquisador da área de Economia Aplicada da FGV/Ibre. Ele também ressalta a nova modalidade de contratação estabelecida na reforma trabalhista, a de trabalhadores intermitentes (prestação não contínua de serviços). “É uma contratação mais barata e mais flexível”, avalia.

No segmento de máquinas e equipamentos, a melhora veio com a alta dos investimentos, movimento que não ocorria há pelo menos cinco anos. “O Brasil foi sucateado entre 2013 e 2018 e em 2019 começou uma recuperação tímida”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), José Velloso. Segundo ele, o emprego também está reagindo e as fábricas devem contabilizar 10 mil novas vagas em 2019. Para este ano, serão mais 15 mil a 20 mil.

“Por tudo o que ocorreu em 2019, o resultado foi positivo”, afirma o presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. O aumento da mão de obra no segmento deve ficar em torno de 2% – em 2018 eram 271 mil empregados -, em linha com a alta prevista na produção. Para este ano ele espera novo crescimento de até 2,5% nos dois indicadores.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Veraciano disse:

    Oh mentira…..sai de retro satanás

  2. Gilvan disse:

    Propaganda enganosa do governo O Brasil não cresceu nada,as reformas tem sido um fiasco e o pib ontinuará um pibinho.

  3. Gilvan disse:

    Desde 2015!? Terraplanistas idiotas detectados…🙊👉💩👈

  4. Francisco disse:

    Daqui a pouco aparece a confederação da indústria de empacotadores de vento desmentindo esses dados. Como a esquerdalha trabalhava com números da economia forjados, eles estão querendo escamotear sobre os dados verdadeiros coletados. São uns patifes

    • Marcos disse:

      É facil falar que é forjado, aí outro presidente vem e diz que seus números são melhores, aí não, são forjados. O bom é ter senso crítico e não falar asneiras sem fundamento algum, dizer apenas para justificar o seu ego.

  5. Pirão disse:

    Chupa Lula.