Micarla pede flexibilidade e agilidade nos convênios e financiamentos para a Copa na reunião com Dilma

Reunida nesta terça-feira com chefes de governos estaduais e municipais que vão sediar a Copa do Mundo de 2014, a presidenta Dilma Rousseff virou alvo de cobranças pela flexibilização das regras para licitações de empreedimentos relacionados à competição. Prefeitos, que prepararam uma carta com reivindicações para a presidenta, querem também mudanças no sistema que controla convênios e financiamentos.

“Não é para passar por cima de nada. Só queremos um modelo que permita dar agilidade às obras que têm data marcada para serem concluídas”, disse a prefeita de Natal, Micarla de Sousa, do PV.

A flexibilização de critérios para licitações da Copa foi incluída pelo governo em medidas provisórias que aguardam apreciação no Congresso.O assunto chegou a entrar na pauta da Câmara, mas foi adiado em meio à tramitação do novo Código Florestal.

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O Superministro ficou mufino

Por Augusto Nunes:

Até a descoberta do milagre da multiplicação do patrimônio, Antonio Palocci era o único ministro que parecia livre do risco de levar um pito de Dilma Rousseff. A aparição do traficante de influência transformou o poderoso chefe da Casa Civil no único que levou um pito do vice Michel Temer, que prefere sussurrar até em discussão de botequim. Antes, o superministro da presidente abúlica chamava a chefe de “Dilma”. Agora, na imagem de Stanislaw Ponte Preta, Palocci deve andar chamando urubu de “meu louro”.

Prisioneiro da mentira inaugural, segue contando uma atrás da outra e jurando inocência. Na semana passada, sem ter virado réu oficialmente, contratou de novo os serviços do advogado José Roberto Batochio. Recorrer ao doutor Batochio já é uma admissão de culpa, informa a lista de fregueses. Mas o camburão fica mais distante, comprovou a sessão do Supremo Tribunal Federal que, em 27 de agosto de 2009, livrou Palocci de qualquer envolvimento no estupro do sigilo bancário de Francenildo Costa.

Para inocentar o culpado, Batochio acusou a vítima. Conseguiu livrar o cliente “por falta de provas”. Não conseguiu condenar o caseiro por falta de tempo. Mas contribuiu para que o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF e relator do caso, inventasse outra brasileirice: o crime encomendado sem mandante (veja na seção O País quer Saber os melhores-piores momentos do parecer). “Não há dúvida quanto ao recebimento por Antonio Palocci dos extratos, mas não foi ele quem acessou a conta, e sim, funcionários da Caixa, autorizados por suas competências funcionais a acessar os dados”, diz um trecho do papelório aprovado por 5 votos a 4.

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LULA atropelou Dilma

Coisa característica do Ex-Presidente, gostar de aparecer.

Por Lauro Jardim:

Dilma Rousseff sentiu o baque da reentrada em cena fulminante de Lula. Aos mais próximos tem dito que não pediu ajuda de Lula – ou seja, o ex- interveio na crise de moto próprio. Nessas conversas, Dilma reconhece que Lula exagerou, minando sua autoridade. Efetivamente, foi exatamente isso o que aconteceu. Mas mais relevante é notar que Dilma admite que isso lhe criou um problema que não tinha. Que tipo de fissura no seu relacionamento com Lula este episódio produzirá, não se sabe ainda.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. @borgesneto12 disse:

    Lula atropelou Dilma e sempre atropela o bom-senso, a ética, a moral e as leis quando é para defender os seus amigos mensaleiros Palocci, Dirceu, Delúbio e Genoíno.

Os donos do poder

Esse é o Brasil velho de guerra:

Danile Pizza / Estadao

O caso Palocci, independentemente do desfecho que tenha, deveria ser examinado como mais um exemplo vexaminoso do poder à brasileira. Infelizmente, não foi nem será, já que tudo fica sempre limitado a uma rixa entre petistas e tucanos, sob a noção tácita do “todos temos rabo preso”. A declaração da presidente Dilma Rousseff, depois de vários dias de silêncio, de que Palocci estaria prestando esclarecimentos aos “órgãos de controle”, e pedindo que a questão não seja “politizada”, foi mais um antídoto contra o oba-oba em torno de seu perfil mais discreto que o de Lula (como se alguém pudesse ser menos discreto do que ele). Não é apenas aos órgãos de controle que ele deve prestar esclarecimentos; é à sociedade. E quem politizou a questão foi o próprio governo, ao fazer comparações com outros ex-ministros que prestam consultoria e ao mentir que esses órgãos estariam informados do salto de patrimônio.

O que dizer então da interferência de Lula? Certo, ao ver que o governo tinha feito besteira ao ameaçar o PMDB de perder ministérios em função da crise, a malemolência e popularidade do ex-presidente pareceram úteis. Mas onde estava Dilma até quinta-feira, quando enfim veio a público e tomou a defesa do ministro da Casa Civil? Os termos foram lamentáveis, mas de qualquer forma seu papel como presidente não é ficar quieta diante de acusações desse porte contra o ocupante de um cargo tão fundamental, que ela mesma ocupou antes de sair à sucessão de Lula e depois entregou à sua grande amiga Erenice Guerra, que o converteu em balcão de negócios familiares. Se toda vez que passar por uma crise Dilma tiver de recorrer a Lula, convenhamos, jamais terá autonomia suficiente para fazer as mudanças de rumo necessárias.

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Kit “Gay”: pouca prevenção e muita propaganda

Esse vídeo faz parte do famoso Kit-Antimofobia ou Kit Gay como queiram chamar, estão juntos nesse vídeo os três que seriam veiculados em salas de aulas entre crianças e adolescentes nas escolas da rede pública no Brasil. Na minha concepção, de prevenção o que existe ai é muito pouco, na verdade isso é propaganda da causa LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis e Transexuais). Uma vergonha, quem vai pagar o prejuízo da confecção desse material, já que a Presidente Dilma vetou essa apelação?

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Larissa disse:

    O material possuía o intuito de prevenir o que, exatamente? Se for ao homossexualismo, ao meu ver, não se trata de um problema social, nem muito menos de uma doença, e por isso mesmo não precisaria ser prevenido. Livre arbítrio, desde que não prejudique a vida do outro.

Dilma: A Presidenta "ultrapassada"

Editorial do Estadao:

Nos primeiros tempos do novo governo, a presidente Dilma Rousseff era aplaudida por duas características que representavam um bem-vindo contraste com o estilo de seu mentor Lula. Para os ouvidos fartos da verborragia do então presidente e para as vistas cansadas das suas incessantes aparições, a economia de palavras e a concentração da sucessora nos seus afazeres foram recebidas com um misto de alívio e otimismo. Assim também os relatos do exame minucioso que dedicava aos assuntos de sua alçada e do rigor com que cobrava da equipe a correção das lacunas ou imperfeições identificadas nos documentos que pousavam na sua mesa de trabalho – a antítese da aversão de Lula pelos textos levados à sua leitura que excedessem um par de páginas.

Mas a política é impiedosa. Bastaram os primeiros sintomas de incerteza nas decisões do Planalto (sobre o reconhecimento de que a inflação começara a voltar e a escolha dos instrumentos para contê-la, por exemplo) e as primeiras rusgas com a balofa base parlamentar governista (sobre cargos e verbas, como sempre) para que as avaliações da conduta presidencial passassem a produzir conclusões diferentes. As suas aparentes virtudes seriam, na realidade, limitações. Se ela fala pouco, é porque, além da inaptidão para se expressar em público, pouco tem a dizer. Se ela dedica tempo e energia a perscrutar com lupa os calhamaços da administração, é porque padece do vício do detalhismo e do gosto tecnocrático pela microgestão, em detrimento do diálogo com as suas forças no Congresso. Foi em meio a essa mudança de louvores para reparos que Dilma sofreu dois golpes.

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Câmara aprova anistia a desmatador com emenda apresentada por Henrique Alves

Ontem, o governo Dilma sofreu sua primeira derrota no congresso, e de goleada. Para que isso acontecesse foi fundamental o trabalho do Deputado Henrique Alves que usou sua força e seu prestigio de líder do PMDB e colocou toda sua bancada na Câmara para votar contra o projeto da Presidenta Dilma e a favor do projeto do relator Aldo Rabelo. Dilma começou a ver ontem com quantos paus se faz um canoa. No congresso a luz amarela deve ter sido acesa. Ela vai ter que dar o céu e a terra ao PMDB para que o caso Palocci não passe da onde chegou. Podem anotar.

Mesmo o projeto aprovado sendo considerado ruim pelos ambiemtalistas, e inconteste a força e o poder de articulação que o Norte Riograndense Henrique Alves tem no congresso. O deputado deu um verdadeiro show ontem na Câmara costurando e apresentando a emenda que derrotou o Governo. Só para lembrar, esse projeto ainda vai para o senado e caso seja aprovado a Presidente ainda tem o poder de veto. Mas que o recado foi dado isso foi. Segue abaixo reportagem do Estadão:

A Câmara dos Deputados aprovou na noite ontem, por 410 votos a favor, 63 contrários e 1 abstenção, o texto do relator Aldo Rebelo (PC do B-SP) que reforma o Código Florestal. Depois, o governo Dilma Rousseff sofreu sua primeira derrota na Câmara. Por 273 votos a favor, 182 contra e 2 abstenções, os aliados aprovaram a inclusão no Código de concessão de anistia aos produtores que desmataram Áreas de Preservação Permanente (APPs) às margens dos rios e encostas até 2008.

Segundo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a emenda apresentada pelo PMDB e apoiada pela maioria dos partidos da base e de oposição foi considerada uma “vergonha” pela presidente Dilma Rousseff.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Henrique deu um show? ja vi que voce é do mesmo time

Era tudo que o PMDB queria!!!!!

Era tudo que os meninos do PMDB que não são fisiologistas queriam:

Do Blog do Josias:

Diminuído na composição do ministério e submetido ao conta-gotas do segundo escalão, o PMDB prepara a volta por cima.

O partido do vice-presidente Michel Temer tornou-se peça central da operação de blindagem de Antonio Palocci.

Nesta segunda (23), o primeiro compromisso oficial da presidente Dilma Rousseff é uma reunião com Temer.

Na pauta, a estratégia do governo para se contrapor à tentativa da oposição de constranger o chefe da Casa Civil e minar o governo.

PSDB, DEM, PPS começam a recolher nesta semana assinaturas para a abertura de uma CPI mista, com deputados e senadores.

Deseja-se investigar a prosperidade patrimonial de Palocci, levada às manchetes pelos repórteres Andreza Matais e José Ernesto Credencio.

Na eleição de 2006, Palocci informara à Justiça Eleitoral que seu patrimônio somava R$ 375 mil. Sem alarde, fundou uma consultoria chamada Projeto.

A empresa adquiriu em áreas nobres de São Paulo um par de imóveis. Pagou R$ 882 mil por um escritório e R$ 6,6 milhões por um apartamento de 502 m².

Em 2006, ano de sua fundação, a consutoria de Palocci faturara R$ 160. No ano eleitoral de 2010, amealhou R$ 20 milhões.

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A Volta da Inflação

Por Marcos Coimbra, Presidente do Vox Populi:

Já faz algum tempo, o principal assunto discutido no país é a “volta da inflação”. Há políticos e economistas que não conseguem dar duas palavras sem a mencionar. Para a maior parte da imprensa, parece que não há nada tão importante.

É um daqueles temas em que se percebe com clareza como é difícil a “neutralidade técnica” no debate público. Pois, se são muitos os que veem razões para se preocupar com o risco de que ela volte a assustar, também são ponderáveis os motivos dos que não acreditam que estejamos vivendo ameaça maior.

Quem mais fala nela é a oposição, seja no meio político ou na mídia. Inversamente, o governo tem procurado mostrar que, embora apresente tendência de alta, o cenário “objetivo” não justifica o temor de que ela se torne incontrolável.

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Consultoria de Palocci era vender influência

– O Estado de S.Paulo

O então deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci faturou muito mais do que os cerca de R$ 7,5 milhões gastos com os dois imóveis comprados em nome da Projeto, a empresa de consultoria que abriu em 2006 e transformou em administradora de bens no final de 2010, dias antes de assumir a Casa Civil da presidente Dilma Rousseff, de quem tinha sido coordenador de campanha. Nesse período, portanto, ele multiplicou o seu patrimônio declarado por muito mais do que 20 vezes.

 Palocci se recusa a falar em números, a identificar clientes e a descrever a natureza dos serviços que lhes prestou. Mas o texto produzido por sua assessoria para orientar os líderes da base parlamentar do governo na sua defesa – e que, por inadvertência, foi amplamente difundido – argumenta que, “no mercado de capitais e em outros setores, a passagem por Ministério da Fazenda, BNDES ou Banco Central proporciona uma experiência única que dá enorme valor a esses profissionais no mercado”, citando ex-autoridades da área que prosperaram na iniciativa privada.

Qual será o valor de mercado de quem tem a oferecer, além da “experiência única”, a credencial de ter permanecido como protagonista de primeira grandeza na esfera das decisões do governo? Palocci sabia não apenas como funciona o poder, mas que rumos o poder tencionava tomar em matérias de interesse direto do empresariado e do sistema financeiro. O escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro que testemunhou as visitas do então titular da Fazenda a uma mal-afamada casa de Brasília custou-lhe o posto, mas não o prestígio.

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Projetos Tartarugas

Greves no Estado, faltando merenda e lixo acumulado no Município, inflação em alta, mas o projeto importante no momento é soltar tartarugas no Projeto Tamar

Micarla
Rosalba
Dilma
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. giann oliveira disse:

    O Projeto TAMAR solta as Tartarugas há muitos anos, ninguém dava bola, foi preciso a Presidenta soltar as bichinhas, para entrar na moda, como diria Milton Leite, Meeeeeuuu Deuuuusss.

Nova Identidade Custará R$ 40,00

A partir de julho entra em pratica e começa a ser emitido o RIC (Registro de Identidade Civil), o mesmo irá substituir o nosso velho e bom RG (Registro Geral), popularmente conhecido com Identidade.

O RIC ou a nova identidade custará ao bolso do Brasileiro R$ 40.00(Quarenta Reais), ao invés de ser de papel, ele será confeccionado como cartão magnético e com dois chips de segurança que terão juntos capacidade de armazenamento de  dados de incríveis 144KB, ( o equivalente a uma musica gravada com qualidade baixa). Diferentemente da identidade, o novo documento precisará ser renovado de 10 em 10 anos.

Cada estado será responsável pela confecção das suas novas identidades, mas o preço será uniforme em toda região Brasileira. Os primeiros dois milhões de cartões serão distribuídos gratuitamente em todo o País.

* Segundo o governo, o custo do RIC é mais alto do que o do RG porque se trata de um cartão magnético com chip que terá certificação digital, o que permitirá usá-lo em operações na internet.

Do Blog: Mas precisa custar R$ 40,00?

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    É incrível como sempre sobra pro povo…

Dilma não perdoa

A Presidente não teve com esses três Profissionais a mesma simpatia que teve com Erenice Guerra e sua família.

De Breno Costa para Folha Online:

O erro na veiculação nas rádios de todo o Brasil do pronunciamento oficial da presidente Dilma Rousseff, na última sexta-feira, provocou a demissão de três funcionários da EBC (Empresa Brasil de Comunicação).

A empresa, responsável pela geração das cadeias obrigatórias de rádio e TV, veiculou um pronunciamento feito por Dilma em 10 de fevereiro, no qual a presidente falava sobre a volta às aulas. Nas TVs, foi transmitido o pronunciamento correto.

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OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. lucio disse:

    é a típica atitude daqueles que detém o poder, com aqueles q nao podem oferecer nenhuma vantagem!