Televisão

Piloto é baleado de raspão após helicóptero que cede imagens a Record ser alvejado durante tiroteio na Mangueira; ‘inaceitável’, dizem associações de imprensa

Foto: Reprodução

Um helicóptero da TV Record foi alvejado e o piloto atingido de raspão quando sobrevoava o Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (28).

O piloto Darlan Santana foi ferido na panturrilha direita. Ele ainda conseguiu fazer um pouso de emergência no anexo do Estádio Nilton Santos, o Engenhão.

Após pousar, médicos do Samu prestaram os primeiros socorros. Darlan foi levado em seguida para o Hospital Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte. Segundo a direção da unidade, seu estado de saúde é estável.

Uma foto tirada por um bombeiro mostra o vidro da frente do helicóptero quebrado.

O caso é investigado pela delegacia de São Cristóvão, que já solicitou uma perícia na aeronave para identificar qual foi o tipo de arma usada.

A Record informou que o helicóptero pertence a uma empresa que presta serviços à TV e que o piloto está bem.

Manhã de confrontos

Um intenso confronto ocorreu nesta manhã após policiais da UPP da Mangueira serem atacados por traficantes na Rua Visconde de Niterói, principal via que dá acesso à comunidade.

O tiroteio assustou moradores na região. Há relatos de pessoas que estavam com medo de sair de casa para trabalhar até em bairros que ficam no entorno da comunidade.

“Nunca ouvi tanto tiro assim desde que vim morar aqui”, disse uma moradora de Vila Isabel que mora no local há quatro anos.

‘Inaceitável’, dizem associações de imprensa

Em nota, associações ligadas ao jornalismo disseram, por meio de nota, ser “inaceitável” esse tipo de violência contra a imprensa. Confira abaixo a íntegra da nota:

“A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) consideram de extrema gravidade o atentado contra um helicóptero da Record TV, ocorrido nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro.

A aeronave foi atingida por um tiro enquanto sobrevoava o Morro da Mangueira, onde acontecia uma operação da Polícia Militar, após agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) serem atacados por criminosos. O piloto Darlan Silva de Santana foi ferido na perna. Ele fez um pouso de emergência nas proximidades do estádio Nilson Santos, o Engenhão, e foi levado ao hospital.

É inaceitável que a imprensa seja submetida a este nível de violência.

ABERT, ANER e ANJ seguirão empenhadas em coibir toda e qualquer represália ao trabalho jornalístico e pedem providências imediatas às autoridades locais para o esclarecimento do caso e rigorosa apuração dos fatos”.

G1

Opinião dos leitores

    1. Acho que você está um pouco atrasado. Witzel sofreu impeachment a algum tempo.
      Seria interessante se atualizar antes de falar em defunto político.

    2. Foi uma ironia (até pq o impedimento foi uma notícia amplamente divulgada), na próxima deixo um marcador de ironia.

  1. Uma das estratégias usadas em países socialistas e comunistas é desacreditar a polícia e as forças armadas, para que sejam substituídas pelas milícias do ditador e nas forças armadas ocorra a expulsão de todos que não se alinham e se submetem ao regime totalitário. Faz tempo que no Brasil, toda e qualquer bala perdida é imediatamente atribuída pela mídia aos policiais.
    Nunca a mídia mostrou cenas das pessoas mortas e torturadas nos morros pelos bandidos.
    Quantos jornalistas foram mortos nos morros e a mídia esqueceu deles?

  2. A nota, infelizmente, induz ao raciocínio que teria sido a polícia a efetuar o disparo. Deviam ter mandado aos meninos do molusco, para não fazer isso, o território é deles, as drogas são benéficas, a comunidade agradece, todos ficaríamos contentes.

  3. Já passou da hora do presidente mandar o exército ocupar os morros dominados pela narcomilícia do Rio.

    1. Se ele mandar, os amigos dele não vão gostar.
      Milícia com milícia se entendem.

  4. A imprensa não lamentou que apenas um policial tivesse morrido no confronto de uns dias atrás? Deveria tá lamentando a bala que o bandido gastou.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Com fome, observei o que os macacos comiam, diz piloto que passou 36 dias em selva perto da divisa do Pará com o Amapá

As equipes de resgate já tinham desistido de encontrar o piloto paraense Antônio Sena, 36, quando coletores de castanha se depararam com um jovem franzino e abatido na mata. Havia 36 dias que ele sobrevivera a um acidente de avião. Estava com 26 quilos a menos.

O piloto desapareceu em 28 de janeiro, quando o avião caiu em uma área de floresta de difícil acesso nas redondezas do rio Paru, perto da divisa do Pará com o Amapá.

Antônio foi resgatado no sábado (6), após caminhar por 32 dias, pondo fim a uma busca que envolveu Força Aérea Brasileira, Corpo de Bombeiros e voluntários de dois estados e dando início a uma nova vida, com novas prioridades.

​Eu sempre trabalhei com aviação comercial. Quando eu voltei do meu último trabalho, na África, estava decidido a ficar em Santarém, onde tenho um restaurante. Com a pandemia, o bar fechou e as contas seguiam chegando.

Sempre recebi convite para voar para o garimpo e, com o [preço do] ouro lá em cima e a gente precisando, aceitei. O salário de um comandante de uma companhia no Brasil chega a R$ 18 mil, o que dá uma diária de mais de R$ 810 para voar 22 dias, algo em torno de R$ 68 a hora. O voo de garimpo paga R$ 300 a hora.

Eram três dias de experiência e, no terceiro voo, aconteceu o acidente.

Entre a pane e o impacto foram dois minutos, uma eternidade na aviação. Meu conhecimento da região amazônica e treinamentos me trouxeram muita calma.

Consegui informar que eu estava caindo e, como estava voando baixo porque era um voo de garimpo [clandestino], eu precisava fazer um pouso forçado.

Quando caí com o avião num igarapé, ele ficou coberto de diesel. A primeira coisa que fiz foi pegar as três garrafas de água de 500 mL que estavam lá. Consegui pegar ainda quatro latas de refrigerante, um pacote de pão, sacos de sarrapilha [usados para ensacar o ouro no garimpo], uma corda e minha mochila, onde tinha canivete, faca de bolso, lanterna e isqueiro.

Peguei tudo e me afastei da aeronave. Aos poucos, ouvi ela queimando.

Sabia que teria uma semana de buscas, então, aguardei no local nos primeiros oito dias. Me concentrei em fazer fogueiras para que vissem a fumaça, e ficava perto da clareira aberta pelo acidente.

Fiquei preocupado em me manter ativo, achar água, comida e fazer abrigo. Fiz uma barraca com duas forquilhas de madeira, folhas de palmeira e usei sacos de sarrapilha para forrar, cobrir a barraca e aquecer meus pés à noite, quando a temperatura chegava a 16°C.

No curso de sobrevivência, aprendi que, se os recursos são escassos, a pessoa não pode beber água nas primeiras 24 horas nem comer nas primeiras 48. E que é preciso garantir as primeiras necessidades: água, abrigo e fogo.

Se eu tive medo? Várias vezes. À noite, mais, porque é um momento em que a floresta te envolve nos medos mais profundos.

Improvisei uma vara com uma faca amarrada e dormia com ela no peito, caso algum animal aparecesse. Sei que a água atrai bichos, então, evitava dormir perto de igarapés.

Pela manhã, ouvia as aeronaves de busca, mas elas passavam mais longe e com menos frequência a cada dia. No oitavo dia, decidi caminhar para buscar ajuda.

Como estava voando com aplicativo GPS no celular, que resistiu à queda, e tinha a carta aeronáutica, pensei em usar o aparelho como bússola. Mas, sem sinal, eu só tinha um ‘print screen’ do mapa.

Decidi caminhar para o leste, na direção de três pistas de pouso marcadas ou do rio Paru. Logo no primeiro dia de caminhada tive uma crise de hipoglicemia, desmaiei e acabei tendo que tomar a última lata de refrigerante.

Água eu tinha bastante; já a oferta de frutas era pouca.

Eu me alimentei muito de uma frutinha chamada breu, que conhecia só como fonte de fogo. Onde via, pegava e guardava, mas não sabia que era comestível até acabar o pão e, eu, com fome, comecei a observar os macacos. Tudo o que eles comiam eu comia também.

A base da minha alimentação foram as frutas. Mas também encontrei ovos de aves.

Nos 36 dias, encontrei ovo três vezes, taperebá [cajá] duas vezes e cacau três vezes, mas o que me alimentou mesmo foi o breu. Acontecia muito de eu passar três dias sem comer. Assim, eu perdi 26 quilos.

Com o celular já sem bateria, meu relógio me ajudava a condicionar a rotina. Caminhava até umas 14h e a partir dali, precisava providenciar abrigo e fogo.

Até que umas 16h de sexta (5), eu vi uma lona cheia de castanhas e pensei: “Essa é uma área de castanheiros”. Fui seguindo até encontrar um rapaz, me apresentei e contei o que aconteceu. Ele perguntou: “E o que a gente faz?”. Respondi: “Primeiro, me dá duas castanhas dessas”.

Eles me levaram para um barracão, onde conheci a dona Maria Jorge. Ela disse que ligaria para minha família com um rádio amador e me preparou leite quente com bolacha.

Eu já estava muito fraco, com perda de visão e desmaios há três dias. Os exames que fiz depois apontaram um nível de desgaste muscular como se eu tivesse corrido uma maratona a cada dois dias.

Eles entraram em contato com meu irmão, em Santarém, e minha mãe, em Brasília, e disseram para ela: “Seu filho mandou avisar que ele está vivo”. No dia seguinte, fui resgatado.

Muita gente falou que eu venci a floresta, mas eu só passei por ela. E ela me sustentou, me deu água, alimento.

A floresta não está lá para te matar. Ela é o sustento dos castanheiros que me salvaram. Tem algumas lições para tirar dessa história. Uma delas é a de que, para o garimpo clandestino, eu não volto.

Tenho muita vontade de voltar a voar. Mas isso tudo faz a gente repensar. Importante é ter família, teto e comida. Se você tem um teto, agradeça. Se tem família, cuide dela. Se pode ajudar alguém, ajude.

É clichê, mas não tem como fugir: nasci de novo.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Que história de superação!
    Parabéns a ele por conseguir manter a cabeça no lugar, observar nossa floresta tão rica (se fosse numa de coníferas, tinha morrido de fome) e ter aprendido o que tem realmente valor na vida. No fim, somos só animais que se acham muito, e destroem demais o ambiente que precisam tanto.

  2. Bela história de superação. Mas para os Bolsonaro, o mais importante na vida é a reeleição, livrarem-se da justiça e viver numa mansão.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Haas confirma Pietro Fittipaldi no lugar de Grosjean em Sakhir, e Brasil volta a ter piloto na F1

(Foto: Haas F1 Team)

Depois de quase três anos, o Brasil vai voltar a ter um piloto no grid do Mundial de Fórmula 1. A Haas anunciou, na manhã desta segunda-feira (30), que Pietro Fittipaldi vai substituir Romain Grosjean, lesionado após o gravíssimo acidente sofrido na primeira volta do GP do Bahrein, na corrida que acontece neste fim de semana no anel externo do circuito de Sakhir. Brasileiro de 24 anos nascido em Miami, o neto de Emerson Fittipaldi é um dos reservas da Haas e vai debutar na Fórmula 1.

Pietro entende que, diante da situação que envolve o titular da Haas, não é o cenário ideal para fazer sua estreia na Fórmula 1. O brasileiro, contudo, se diz grato à cúpula da Haas pela chance de correr na principal categoria do esporte a motor.

“Antes de tudo, estou feliz que Romain [Grosjean] está salvo e bem. Estamos felizmente que os ferimentos foram consideravelmente pequenos após um grave acidente. Obviamente, não é a condição ideal para ter minha primeira oportunidade de competir na Fórmula 1, mas sou extremamente grato ao Gene Haas e ao Guenther Steiner pela confiança de me colocarem no carro neste fim de semana”, disse.

“Estive muito com o time neste ano, na pista e trabalhando no simulador, então estou familiarizado com as operações e procedimentos de um fim de semana de corrida. Vai ser muito empolgante fazer minha primeira corrida na Fórmula 1 e vou dar o máximo, começando pelo treino livre de sexta-feira no Bahrein”, complementou.

“Após decidirmos que a melhor coisa para Romain [Grosjean] seria pular pelo menos uma corrida, a escolha pelo Pietro [Fittipaldi] foi bem fácil. Pietro vai pilotar o VF-20 e ele está familiarizado conosco ao redor nas últimas duas temporadas como piloto de testes e reserva. É a coisa certa a fazer e obviamente uma grande oportunidade para ele. Foi paciente e sempre se preparou para esse momento — e agora chegou”, falou Guenther Steiner, chefe da Haas.

“É por isso que o queremos no carro e estamos certos de que vai fazer um grande trabalho. É muito difícil ser chamado de última hora, como eu disse, mas acredito que seja a coisa certa para a Haas”, acrescentou o dirigente italiano.

Irmão de Enzo Fittipaldi, que neste ano disputou a Fórmula 3, Pietro será o 31º piloto brasileiro a fazer parte de uma prova do Mundial de Fórmula 1. A última vez que um competidor tupiniquim participou de um GP da principal categoria do automobilismo mundial foi Felipe Massa, que fez sua última prova e se despediu da F1 no GP de Abu Dhabi de 2017.

A última corrida disputada por Pietro Fittipaldi foi na etapa de Buriram da Fórmula 3 Asiática, em fevereiro de 2020. O piloto começou sua carreira correndo nas divisões de base da Nascar nos Estados Unidos e mudou seu foco para o automobilismo europeu em 2013, quando passou a correr na F4 Inglesa.

No ano seguinte, foi campeão da F-Renault inglesa e, em 2015, disputou a Fórmula 3 Europeia pela Fortec. Fittipaldi também correu e foi campeão do MRF Challenge, campeonato de base que é disputado no Oriente Médio e na China, antes de seguir com a Fortec para a antiga World Series by Renault, chamada também de Fórmula V8.

Na categoria, já em fase decadente, Fittipaldi conquistou o título da temporada 2017, garantindo a maior parte dos pontos da superlicença que hoje o permite a chance de estrear na Fórmula 1.

Fittipaldi chegou a fazer um dia de teste com a Jaguar na Fórmula E antes de ingressar no radar da Haas a partir de 2018, quando teve a chance de fazer seu primeiro teste com um carro de Fórmula 1. Naquele ano, Pietro se dividiu entre várias categorias, fazendo seis corridas pela Dale Coyne na Indy, uma etapa da Super Formula Japonesa.

Também em 2018, Fittipaldi sofreu um grave acidente durante os treinos para as 6 Horas de Spa-Francorchamps da supertemporada 2018/19 do Mundial de Endurance, quando pilotava o LMP1 da equipe Dragon Speed.

Na sequência da sua carreira, já como piloto reserva da Haas, Fittipaldi teve seis dias de testes pela equipe norte-americana em 2019, além de disputar toda a temporada do DTM pela equipe WRT, vinculada à Audi, tendo marcado 22 pontos e finalizado o campeonato em 15º lugar.

Agora, em 2020, Fittipaldi tem uma inesperada chance de finalmente realizar o sonho de disputar uma prova do Mundial de Fórmula 1.

Grande Prêmio

Opinião dos leitores

  1. Pense você pilotando um Fórmula 1. Isso nunca vai acontecer. Pra que assistir um corrida que você nunca vai poder participar a não ser como telespectador??? O Brasil não terá participante. Um brasileiro participará

    1. Pense você jogando na Copa do Mundo. Isso nunca vai acontecer. Pra que assistir uma partida que você nunca vai poder participar a não ser como telespectador??? O Brasil não terá participante. Alguns poucos brasileiros participarão.

      Pronto, fiz um paralelo pra você ver o quão estranho foi a sua afirmação.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Morte de Gabriel Diniz: FAB conclui que condições meteorológicas e erro do piloto levaram à queda de avião

Foto: Marcos Rodrigues/ASN/Divulgação

Condições meteorológicas adversas, atitude e indisciplina de voo do piloto levaram à queda da aeronave que transportava o cantor Gabriel Diniz, de 28 anos, em maio de 2019. É o que aponta um relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da FAB, divulgado nesta quinta-feira (29).

No acidente, morreram também os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias. Os profissionais, segundo o Cenipa, tomaram atitudes consideradas erradas durante a operação da aeronave Piper Cherokee PT-KLO. De acordo com o relatório, o piloto não avaliou adequadamente os parâmetros para a operação da aeronave com a decisão do prosseguimento do voo em condições meteorológicas desfavoráveis.

A aeronave caiu no Povoado Porto do Mato, no município de Estância, em Sergipe, no dia 27 de maio de 2019.

Mapa mostra local da queda de avião — Foto: Arte G1/Roberta Jaworski

Veja fatores que contribuíram para o acidente, segundo o Cenipa:

Atitude

Condições meteorológicas adversas

Indisciplina de voo

Julgamento de pilotagem

Planejamento de voo

Processo decisório

O documento aponta que a aeronave, fabricada em 1974, não estava equipada com radar meteorológico e não era certificada para voar sob Regras de Voo por Instrumentos (IFR), sendo autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) operar sem Condições de Voo Visual (VMC).

O piloto Linaldo Xavier tinha 83h50m de experiência de voo e possuía licença de Piloto Privado – Avião (PPR), em curso realizado no Aeroclube de Alagoas, em 2017, e estava com a habilitação de Avião Monomotor Terrestre (MNTE) válida. Ele estava somente qualificado para realizar o voo em rota em condições estritamente visuais. O G1 tenta contato com a família do piloto.

A investigação entendeu que “não considerar os procedimentos previstos para se manter em condições de voo visuais concorreu para a exposição da aeronave a elevado risco de acidente” contribuiu para a queda da aeronave.

O acidente

Gabriel morreu aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe. Além dele, os pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias também faleceram no acidente.

Após investigações, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concluiu que avião realizava táxi aéreo de forma ilegal e autuou o Aeroclube de Alagoas, proprietário da aeronave.

Após mais de um ano e sucessivos pedidos de adiamento de prazo à Justiça, a Polícia Federal ainda não concluiu a investigação sobre o acidente aéreo pois, de acordo com o delegado da PF em Sergipe, Márcio Alberto Gomes Silva, responsável pelo inquérito, ainda eram aguardados laudos periciais elaborados pelo Cenipa e pelo Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal.

‘Ver a cama vazia é terrível’

Um ano após a morte do filho, o pai do artista, Cizinato Diniz, falou sobre a saudade que sente. Além das memórias que retornam com a data do acidente, Cizinato disse que as lembranças são mais fortes na casa onde vivem, em João Pessoa.

“O que mais me faz lembrar Gabriel hoje é passar no quarto dele e ver a cama vazia, isso pra gente é terrível”, relata o pai.

G1

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEOS: Imagens mostram piloto ejetado caindo no mar no litoral norte potiguar, e ainda resgate com helicóptero da FAB

Após ter sido ejetado de aeronave da FAB na tarde desta terça (03) e caído em alto mar no litoral norte potiguar, e resgatado na praia de Santa Rita, na Grande Natal, piloto foi socorrido por helicóptero da FAB. Até o momento, não há detalhes do que aconteceu.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

FOTOS: Piloto faz ‘pouso milagroso’ em plantação de milho depois de bater num bando de pássaros na Rússia; 23 pessoas feridas

Foto 1: BBC NEWS BRASIL/EPA; foto: 2 – BBC NEWS BRASIL/Reuters

Um avião de passageiros de uma companhia russa fez um voo de emergência em um milharal próximo a Moscou, depois de ter sido atingido por um bando de pássaros.

Vinte e três pessoas ficaram feridas no incidente, algumas delas em estado grave. O Ministério da Saúde disse que cinco crianças estavam entre as pessoas hospitalizadas após o acidente.

O Airbus 321 da Ural Airlines seguia para Simferopol, na Crimeia, com 233 passageiros e a tripulação a bordo, quando se chocou com um bando de gaivotas pouco após a decolagem, avariando os motores.

Os pássaros foram sugados pelas turbinas; e a tripulação se viu obrigada a fazer o pouso forçado.

O avião aterrissou com motores desligados e o trem de pouso recolhido numa plantação de milho, segundo disseram autoridades russas.

‘Milagre’

A imprensa estatal russa está chamando a aterrissagem de “milagre de Ramensk”, nome do local onde o avião pousou, a cerca de 50 quilômetros de Moscou.

A companhia aérea disse que o avião ficou tão danificado que não vai voar novamente. Uma investigação oficial já está em andamento.

Um passageiro disse à TV estatal que o avião começou a tremer violentamente após a decolagem. “Cinco segundos depois, as luzes do lado direito do avião começaram a piscar e havia um cheiro de queimado. Depois pousamos e todos correram”, relatou.

A agência de transporte aéreo Rosaviatsia disse que o avião pousou em um milharal a cerca de um quilômetro da pista do Aeroporto Internacional de Zhukovsky.

Os passageiros foram retirados do avião. Os feridos, alguns deles em estado grave, foram levados ao hospital para tratamento.

A maioria dos passageiros foi levada de volta ao aeroporto. O diretor-geral da Ural Airlines, Kirill Skuratov, disse à agência de notícias russa Tass que os passageiros que desejassem continuar com a viagem seriam colocados em voos alternativos após exames médicos.

A mídia russa comparou o acidente ao voo da companhia americana US Airways que, em 2009, realizou um pouso de emergência no rio Hudson, em Nova York, pouco depois da decolagem.

Colisões entre pássaros e aviões são uma ocorrência comum na aviação, com milhares de registros reportados todos os anos apenas nos EUA. No entanto, raramente resultam em acidentes ou causam danos à aeronave.

BBC Brasil

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

FOTOS: Piloto que estava com Gabriel Diniz mostrava a paixão por aviação nas redes sociais

Abraão Farias e Linaldo Xavier eram o co-piloto e piloto do acidente que matou o cantor Gabriel Diniz Foto: Reprodução

O piloto Linaldo Xavier e o co-piloto Abrãao Farias são as outras duas vítimas do acidente de avião que matou, nesta segunda-feira, o cantor Gabriel Diniz . Xavier era quem pilotava a a eronave de pequeno porte que caiu em um mangue , na região do povoado chamado Porto do Mato, em Estância, no sul do estado de Sergipe.

Nas redes sociais, Xavier diz ser engenhero elétrico e policial militar. Ele compartilhava fotos de aviões e no Aeroclube de Alagoas, em Maceió. Em uma das imagens, o piloto aparece em frente ao monomotor Piper prefixo PT-KLO, a aeronave que caiu nesta manhã.

Piloto Linaldo Xavier com a aeronave bimotor que caiu, nesta segunda-feira Foto: Reprodução

Em uma das últimas fotos postadas por Xavier, o piloto aparece ao lado de Abrãao Farias dentro de uma aeronave. Na legenda, Xavier diz: “Deus me proporcionou a aviação, a aviação tem me proporcionado amizades, as amizades tem me proporcionado o que nunca poderei pagar, mas tentarei passar adiante”.

Amigos de Xavier lamentaram a morte do piloto nas redes socias. “Um prazer ter conhecido o Xavier. Gente boa demais, fica com Deus, brother”, disse um amigo no instagram.

O Globo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Piloto espanhol em viagem ao redor do mundo pousa em Natal

O espanhol Michel Gordilo, ex-piloto da Força Aérea Espanhola, começou sua terceira viagem ao redor do mundo. Hoje (24), às 17h30, ela pousa sua aeronave modelo RV8 no Aeroporto Internacional Aluízio Alves. O piloto saiu da Espanha e essa será a sua primeira parada.

Além de uma aventura pessoal, a viagem tem um viés científico. Durante o trajeto, o piloto recolherá amostras do ar em diferentes regiões do mundo. As amostras serão entregues às universidades para estudo sobre os efeitos das partículas de carvão. Em Natal, a amostra será entregue na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Mais informações sobre o projeto podem ser vistas no site www.skypolaris.org.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

FOTO: Piloto potiguar Victor Uchôa participa de 500 Milhas ao lado de Barrichello e outras estrelas

_VictorDepois de Interlagos encerrar a temporada da F-1 no último domingo (24), o automobilismo brasileiro terá mais um grande evento neste final de semana, em Santa Catarina, no Kartódromo Granja Viana. O piloto potiguar Victor Uchôa (Faculdade Guararapes, Potigás, Câmara Cascudo, Hotel Sombra e Água Fresca, Escola Lápis de Cor, RN Vida e Seturde) será um dos participantes das 500 Milhas de Kart Beto Carrero, que reunirá estrelas com experiência na F-1, Indy, Stock, Truck, Nascar, GP2, entre outras categorias.

Para o piloto potiguar, que vai competir pela categoria Mini Max Rotax, a prova é uma grande oportunidade de competir ao lado de grandes estrelas do esporte. “Vou correr ao lado dos meus ídolos. É uma grande motivação e uma oportunidade de mostrar o meu trabalho para todo o Brasil”, destacou Victor Uchôa.

A prova vai contar com pilotos com experiência internacional como Rubens Barrichello, Tony Kanaan, Felipe Giaffone, Felipe Nasr, Christian Fittipaldi, Augusto Farfus Jr, Nelsinho Piquet, Enrique Bernoldi, Luiz Razia, Tristan Vautier, Ernesto Viso, Bia Figueiredo, entre outros.

Esta será a terceira vez que a competição é realizada no Beto Carrero World. O formato de disputa será o mesmo consagrado nos anos anteriores, com a extensão das 500 milhas (cerca de 800 km) sendo percorrida em aproximadamente doze horas com os karts de motor de 13 HP. Os times contam com número variado de pilotos (de três a dez).

Encontro com Barrichelo

Ontem (27), no primeiro dia de treinamentos, Victor Uchôa teve um encontro com o ídolo Rubens Barrichello. O kartista vai competir, na sua categoria, contra um dos filhos do ex-piloto da Ferrari. Uchôa aproveitou a oportunidade para bater um papo com o ex-piloto da F-1 e entregar uma camisa do ABC, seu time de coração, além de um kit com a sua linha de produtos infantil.

Visando ajudar a custear a sua carreira, a linha tem produtos como shampoo, condicionador, creme de pentear e colônias, que têm ilustrações minhas em desenhos voltados para esse público infantil, com os personagens Victinho e Victória.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

EUA: Piloto sofre infarto em avião com 160 passageiros, faz pouso de emergência e depois morre

Um avião da United Airlines com destino a Seattle, com 165 pessoas a bordo, fez um pouso de emergência no aeroporto de Boise, em Idaho, na quinta-feira à noite, depois que o piloto sofreu um ataque cardíaco, informou uma porta-voz do aeroporto. Ele morreu após ser levado às pressas para um hospital local.

– Recebemos uma chamada do voo 1607 da United por volta de 19h55 declarando uma emergência. Eles disseram que o piloto tinha sofrido um ataque cardíaco – disse a porta-voz Patty Miller, acrescentando que o avião pousou às 20h08.

Todos 160 passageiros e os outros quatro membros da tripulação do avião, que seguia de Houston para Seattle, desembarcaram e ficaram à espera de outro piloto para continuar a viagem.

O Globo

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

[VÍDEO] Kalunga forja desmaio durante competição

A história não é do Calunga potiguar, o surfista, mas de um piloto de moto que passou dos limites durante a disputa do Grande Prêmio Gaúcho de Motovelocidade no circuito de Santa Cruz do Sul.

A prova era disputada com muita chuva e Marlinton dos Reis Teixeira, também conhecido como Kalunga (mas com K), sofreu uma queda e tentou voltar a prova. Como não conseguiu, resolver fingir um desmaio no meio da pista. Além da situação absurda e inconsequente, Kalunga colocou em risco seus companheiros de pista que ainda estavam correndo.

Marlinton foi banido do GP Gaúcho e a farsa foi toda grava. A Confederação Brasileira de Automobilismo deverá tomar uma atitude em relação ao piloto nos próximos dias.

Abaixo o vídeo com cinco minutos com todo o teatro de Kalunga. (Dica do leitor @keplerbrito)

Fonte: Blog da Redação

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Após morte súbita de piloto, vovó de 80 anos pousa avião seguindo orientação por rádio

A polícia dos Estados Unidos divulgou a gravação das conversas por rádio com a idosa de 80 anos que conseguiu pousar um avião depois que o marido, o piloto da aeronave, morreu em pleno voo.

Helen e John Collins voavam há muito tempo juntos, mas ela não sabia pilotar. Por celular, ela avisou a polícia de Wisconsin que estava no comando do Cessna 414, um bimotor de pequeno porto, pois o marido, de 81 anos, estava passando mal.

As autoridades locais fizeram um outro piloto decolar com um monomotor que passou a voar junto ao avião de Helen, instruindo-a por rádio.

Robert Vuksanovic: Estamos indo bem. Estarei bem junto da sua direita durante todo o caminho. Vou dizer se você tem que subir, descer. Você não baixou os flaps, certo?
Hellen: Sim, correto.

Hellen sabia onde estavam os principais controles do avião, e isso foi decisivo quando ela foi para a aproximação final.

Robert Vuksanovic: Você tem que diminuir a potência. Reduza a potência. Reduza a potência. Corte o motor. Corte o motor. Corte o motor. Levanta o nariz. Pronto, você está no solo.
Torre: Ótimo trabalho Helen. Ótimo trabalho.

O pouso, assim mesmo, foi violento. Hellen sofreu ferimentos leves. John Collins, de 81 anos, foi declarado morto no hospital.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Piloto surta em voo e abandona cabine de avião

Um voo da JetBlue Airways foi desviado nesta terça-feira (27) nos Estados Unidos, após os passageiros terem que conter o piloto da aeronave, que aparentemente teve um surto psicótico, correu pelo corredor do avião e disse que iraquianos ou afegãos haviam plantado uma bomba na aeronave e todos iriam morrer. Um piloto da empresa que estava no voo como passageiro assumiu o controle do avião, que viajava de Nova York para Las Vegas, e pousou a aeronave em segurança em Amarillo, no Texas, às 10h da manhã. Uma porta-voz da JetBlue, empresa de baixo custo com sede em Nova York, disse que o voo 191 partiu do aeroporto John F. Kennedy e viajava normalmente para Las Vegas, quando teve que pousar em Amarillo por causa de “de uma situação médica que envolveu o capitão”.

Os passageiros deram uma versão diferente. Grant Hepper, diretor de marketing de uma empresa nova-iorquina de 22 anos que estava no voo 191, disse que estava lendo um livro na sua poltrona quando um homem uniformizado saiu da cabine dos pilotos correndo e gritando. Então o homem voltou e começou a bater na porta da cabine, “e o outro piloto disse no sistema de som: ‘não deixem ele entrar. Contenham ele'”, disse Heppes. Ele disse que vários passageiros seguraram o piloto. Outro passageiro, Tony Antolino, de 40 anos, disse que o piloto correu para o fundo do avião e parecia desorientado e começou a gritar que existiam ameaças não especificadas da rede Al-Qaeda, do Irã e do Iraque contra o voo.

“Ele dizia: ‘eles vão nos derrubar, nos derrubar'”, disse Antolino. A JetBlue disse que o capitão foi levado a uma clínica em Amarillo. A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) do governo dos EUA disse que por causa do incidente o certificado de saúde do capitão do voo 191 será revisado. A identidade e a idade do homem foram mantidas em sigilo pela empresa aérea e pelo governo americano.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Barrichello volta a se destacar e faz 3º tempo em treino da Indy

Rubens Barrichello voltou a mostrar nesta sexta-feira que tem grandes condições de brilhar na Fórmula Indy. O brasileiro foi o terceiro mais rápido no segundo dia de treinos oficiais da categoria em Sebring, na Flórida (EUA). Ficou atrás apenas do neozelandês Scott Dixon e do escocês Dario Franchitti, campeões das últimas cinco temporadas.

Na quinta-feira, no primeiro dia de treinos, Barrichello também já havia sido o terceiro colocado. Nesta sexta, o piloto da KV foi ainda mais rápido que na véspera e fez sua melhor volta em 52s1615. Em primeiro ficou Dixon, com 51s7938, enquanto Franchitti marcou 52s0157.

No consolidado dos dois dias de treino, Rubinho também ficou como terceiro mais rápido, sempre atrás do escocês e do neozelandês. Companheiro de equipe de Barrichello, Tony Kanaan foi apenas o 12.º mais rápido do dia, com 52s9195.

Fonte: Estadão

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Humor

Piloto fica trancado no banheiro e causa pânico e confusão em voo nos EUA

France Presse

O piloto de um voo doméstico dos Estados Unidos ficou trancado no banheiro do avião em pleno voo, provocando pânico e um grande mal-entendido, depois que um passageiro “com forte sotaque estrangeiro” quis avisar o co-piloto do fato, noticiou nesta quinta-feira o jornal “New York Post”.

O incidente ocorreu nest quarta-feira, pouco antes de um voo da companhia regional Chatauqua Airlines, da Carolina do Norte (sudeste), aterrissar no aeroporto LaGuardia, em Nova York.

Preso no banheiro da aeronave, o piloto bateu na porta para chamar a atenção. Um passageiro que o ouviu tentou avisar o co-piloto, que ficou sozinho na cabine de comando.

Nervoso com a prolongada ausência do piloto, o co-piloto se negava a acreditar no passageiro, que explicava a situação através da porta da cabine e tinha um forte sotaque árabe, contou uma fonte anônima ao “New York Post”, que não especificou a nacionalidade ou a origem do passageiro.

“O piloto desapareceu e há uma pessoa com forte sotaque estrangeiro tentando entrar na cabine do piloto”, disse o co-piloto usando um canal de áudio à torre de controle do aeroporto, que devia dar a permissão para o avião aterrissar.

“Disseram que o piloto ficou trancado no banheiro, e alguém com forte sotaque estrangeiro (tenta) entrar na cabine”, disse.

“Não estou pronto para deixá-lo entrar”, contou, ainda sem acreditar no passageiro.

Em terra, a atitude do controlador de tráfego aéreo que acompanhou o avião acabou piorando a situação. Ele recomendou ao co-piloto que declarasse estado de emergência e pousasse o avião rapidamente. Caças da Força Aérea foram colocados em prontidão, mas não chegaram a decolar.

O mal-entendido durou vários minutos até que o piloto conseguiu arrombar a porta com defeito e voltou ao seu posto na cabine. O avião acabou aterrissando normalmente às 18h30 de quarta-feira (hora local).

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Vídeo: Piloto argentino morre em terrível acidente nas pistas

O piloto argentino Guido Falaschi, 22, morreu após sofrer um acidente neste domingo, em etapa da Turismo Carretera, conforme informou a a associação dos pilotos da competição.

Segundo a entidade, ele morreu após de 40 minutos de tentativas de reanimação no hospital municipal de Balcarce, na Argentina.

Vejam o terrível acidente:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=kfo4qlfojLs

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *