Em tempos de isolamento social, as lives se tornaram uma programação imperdível para levantar o astral. E música de qualidade não vai faltar nesta sexta-feira! Chitãozinho e Xororó, Gusttavo Lima e Ludmilla são alguns dos destaques das lives de hoje. Confira abaixo a programação completa:
Às 19h, a apresentadora Maisa Silva comemora seus dezoito anos com uma ‘live do bem’ no YouTube. Além de não deixar a data passar em branco, Maisa convida os espectadores para fazerem doações para a AACD durante a comemoração em casa.
Às 20h, Pabllo Vittar se apresenta no YouTube com o tema ‘festa do pijama’. De acordo com a cantora, a ideia é de que todos acompanhem o show confortavelmente de suas casas. Separe as pantufas!
Também às 20h, a dupla Chitãozinho & Xororó realiza uma nova live solidária no YouTube. Os cantores anunciaram ainda que a música inédita ‘Nosso terceiro cachorro’ será apresentada ao público pela primeira vez, durante a transmissão.
Às 21h, o cantor Gusttavo Lima agita a noite com sua terceira live durante a quarentena. Dessa vez, a apresentação ‘Embaixador in casa’ será no ‘Música na Band live’, com sua participação a partir das 22h45 no canal de TV. Com apresentação de Lauana Prado, o sertanejo vai aproveitar o evento para divulgar sua nova música “Saudade Sua”, lançada há poucos dias.
Também às 21h, o grupo Atitude 67 lança seu primeiro DVD da carreira no YouTube, com uma live recheada de amigos famosos. Léo Santana, Mariana Rios e a parceria inédita com Maurício Manieri são algumas das atrações que aparecerão na transmissão ao vivo.
Ainda às 21h, o sambista Diogo Nogueira abre as portas da sua casa, no Rio de Janeiro, para os espectadores na live do projeto “Com você”. A apresentação será transmitida no YouTube do cantor.
A diversão em casa segue com a dupla AnaVitória, que se apresenta no ‘Festa em casa’, no Multishow, às 21h. A apresentação pode ser conferida na TV e no Música Multishow, no YouTube.
Augusto Heleno emitiu uma nota nesta sexta-feira (22) classificando como “inconcebível e inacreditável” o pedido de apreensão do celular de Jair Bolsonaro.
A medida foi solicitada em notícias-crimes apresentadas por PV, PDT e PSB e encaminhadas hoje por Celso de Mello para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Segundo Heleno, o pedido é uma “evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional”.
Confira a nota na íntegra:
“O pedido de apreensão do celular do Presidente da República é inconcebível e, até certo ponto, inacreditável.
Caso se efetivasse, seria uma afronta à autoridade máxima do Poder Executivo e uma interferência inadmissível de outro Poder, na privacidade do Presidente da República e na segurança institucional do País.
O Gabinete da Segurança Institucional da Presidência da República alerta as autoridades constituídas que tal atitude é uma evidente tentativa de comprometer a harmonia entre os poderes e poderá ter consequências imprevisíveis para a estabilidade nacional.”
Certíssimo! Quer dizer que o Executivo não pode exercer e manifestar suas prerrogativas de defesa e cobrar dos demais poderes, o respeito e o equilíbrio democrático-republicano entre si. Quer dizer que escroto do Celso de Melo, malferindo todos os preceitos da harmonia e segurança institucional, pode fazê-lo na hora que quer e gracejosamente? É por acaso aceitável e concebivel mandar intimar alguém, especialmente autoridades dirigentes superiores do Executivo sob debaixo de vara? É normal? É democrático?
Quando a imprensa tenta dar realce a um fato como esse, de forma enviesada por puros interesses escusos, além de não estar agindo profissionalmente, descumpre seu papel (inclusive social) de bem informar. Não é por outra razã que anda com a credibilidade mais baixa do que o seu próprio alvo preferencial de ataque – o Bolsonaro! Alexandre Garcia já nos trouxe esse fato, cuja revelação a imprensa esconde. Impossível nao vir à lembrança, recentes episódios, em alguma medida, vinculativos. Ou será que nem lhe ocorre os motivos pelos quais, invariavelmente, é atacada por um ou outro militante político de direita mais radical? O certo, pelo que se sabe, respeito é uma via de mão dupla. Portanto, a dica: conceba pelo menos esta lição, já que as de ordem profissional e honesta foram jogadas na lata do lixo da vergonha? E da história?
Se eu fosse presidente e não tivesse nada a esconder, mostraria sem problema.
Acho que os celulares irão para o mesmo lugar que foi a caixa que foi levada do condomínio da Barra Pesada. Até hoje ninguém encontrou. Quem sabe um dia um mergulhador não encontra?
Esse STF tá esticando a corda, pra vê até onde ela aguenta. Os CANALHAS estão cutucando onça com cara curta. Esse desmiolada desse Bolsonaro fala muita besteira mesmo, mas se formos compararmos com LULADRAO e seus crimes que vão desde assassinatos, roubos, corrupção…………..esses "crimes" de Bolsonaro tá mais pra roubo de pirulito de criança. Portanto, depois não reclamem.
Pra que RIVANALDO? Para o Supremo arquivar? Fica calado inocente. Investigar o telefone do filho do presidente tudo bem, mas o dele, concordo com o General Heleno.
O vídeo da reunião ministerial de 22 de abril tem 2 horas de gravação e a Polícia Federal separou os trechos em dez arquivos. O Supremo ainda não decidiu como o conteúdo será divulgado à imprensa.
Esse vídeo pode ser usado para campanha de Bolsanaro em 2022.
Qualquer pessoa que assistir o vídeo na íntegra, além de eleitor, vai virar militante de Bolsanaro. Que orgulho do PR!!!!
O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgará o vídeo da reunião ministerial praticamente na íntegra e decidiu retirar apenas dois trechos, que contêm comentários sobre a China e o Paraguai. A decisão já foi redigida durante a madrugada e já encaminhada ao STF.
A informação foi apurada pelo analista de política Fernando Molica, da CNN, na tarde desta sexta-feira (22). De acordo com Molica, ainda não há informações sobre se o acesso ficará público ou restrito às pessoas e autoridades envolvidas na investigação.
Esta sexta-feira (22) é a data-limite estabelecida pelo próprio ministro para tomar uma decisão sobre o sigilo do vídeo da reunião ministerial, realizada no Palácio do Planalto há exatamente um mês, no dia 22 de abril. A expectativa é que a decisão seja tomada até 17h (horário de Brasília).
O material é peça-chave para apurar as denúncias do ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que afirmou, em depoimento à Polícia Federal em 2 de maio, que a reunião mostra uma tentativa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em interferir na Polícia Federal.
Quebras de protocolos
Segundo apuração da CNN, a gravação foi comparada ao registro de algo impróprio ou questionável por ministros do Supremo Tribunal Federal.
“Para gente que cuida de segurança, uma reunião como essa não caberia nem ser gravada, para o registro de palavrões? Condutas? É como gravar uma ida ao bordel”, afirmou um ministro.
Apesar da reunião configurar um ato institucional de governo, para magistrados, o tom do encontro quebrou protocolos, pelo o que se sabe até agora, e o governo deveria imaginar que uma eventual divulgação poderia ocorrer. “Isso só mostra a personalidade suicida do presidente. É uma situação complicadíssima”, afirmou um ministro.
Há temor de que o vídeo tenha um poder explosivo, que poderia motivar desgaste à imagem do governo e também abertura de outros inquéritos. De acordo com relatos não oficiais de quem participou da reunião, há xingamentos contra a China, principal parceiro comercial do Brasil, e também a defesa de que ministros do STF sejam presos.
Ainda segundo a apuração, Celso de Mello teria ficado bastante ‘surpreso’ ao assistir o vídeo. De acordo com relato de auxiliares da Suprema Corte, o ministro repreendeu alguns trechos do material e a decisão sobre a divulgação é considerada difícil.
O ministro começou a assistir ao vídeo na noite da segunda-feira (18). Peritos da Polícia Federal concluíram a transcrição na terça-feira (19) e o laudo já foi entregue à equipe que conduz a investigação junto à Corte. O trabalho durou uma semana.
Bolsonaro defende divulgação parcial
Nesta quinta-feira, na véspera da data-limite da decisão de Celso de Mello, Bolsonaro pediu mais uma vez que a íntegra da gravação do evento não venha a público.
“Eu só peço: não divulgue a fita toda. Tem questões reservadas, tem particularidades ali de interesse nacional. O resto, o que eu falei… Tem dois pedacinhos de 15 segundos que é questão de política externa que não pode divulgar. O resto, divulga. E tem bastante palavrão, tá”, disse Bolsonaro, durante live nas redes sociais. “Se o ministro resolver divulgar, vou cumprir a decisão judicial.”
O presidente já declarou em algumas oportunidades que não há menção sobre a Polícia Federal ou à superintendência do Rio de Janeiro no vídeo.
“Não existe no vídeo todo a palavra Polícia Federal nem superintendência, quem cuida da minha família não é a PF. Todos meus filhos têm segurança, sem exceção”, disse, em conversa com jornalistas em 12 de maio.
Em outra ocasião, Bolsonaro afirmou que quem espera que o vídeo seja um “xeque-mate”, vai “cair do cavalo”.
A defesa de Moro defende a divulgação do conteúdo na íntegra. Segundo o próprio ex-ministro, não há assunto pertinente a segredo de Estado ou que possa gerar incidente diplomático, muito menos colocar em risco a segurança nacional.
O Palácio de Planalto defende a tese de que Jair Bolsonaro foi mal interpretado no encontro com ministros. Segundo membros do governo, na reunião o presidente, ao falar sobre o risco de alguém prejudicar sua família, estaria se referindo à segurança física e cobrando o responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e não o ministro da Justiça Sergio Moro. Por essa versão, não haveria qualquer tentativa em interferir em investigações da PF.
Denúncias
De acordo com Sergio Moro, o presidente teria cobrado, na reunião em questão, relatórios de inteligência e informação da Polícia Federal. Em outra ocasião, por Whatsapp, teria dito: “Moro, você tem 27 Superintendências, eu quero apenas uma, a do Rio de Janeiro”.
Algumas falas de Bolsonaro no encontro com os ministros já foram conhecidas em documentos entregues pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF) ao encaminhar o vídeo para análise.
Nas falas transcritas em documentos da AGU, Bolsonaro reclama de não receber “informações” da Polícia Federal e da inteligência das Forças Armadas e diz que vai “interferir”. O presidente também afirma que não esperará alguém prejudicar “sua família toda de sacanagem” porque não poderia “trocar alguém da segurança na ponta da linha”.
Segundo a AGU, estas seriam as declarações pertinentes às acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro sobre a interferência do presidente na direção da PF e na superintendência da corporação no Rio.
No mesmo documento, a AGU se manifestou favorável à divulgação de “todas” as falas de Bolsonaro na reunião, com exceção daquelas sobre outros países, chamados de “nações amigas” no pedido. O órgão também pediu o sigilo sobre tudo o que foi dito por outros participantes da reunião.
Vcs tão achando graça nessa falta de freios do STF sobre o Executivo porque é contra alguém de quem vcs não gostam. Não vou entrar no mérito, mas isso ainda vai se virar contra vcs. Vcs estão alimentando uma fera que ainda vai lhes devorar. #táavisado
Eu sou a favor de uma intervenção militar no STF pois eles tem mostrado um enorme despreparo para com prejudicar a economia do país a tempo sem necessidade julguem mas sem fazer pirotecnia como vem sendo feito procurando os holofotes!
Confira programa desta sexta-feira(22). O Meio-Dia RN, com este blogueiro, debateu os principais assuntos no RN, pelo país e mundo. Clique abaixo e assista via Youtube.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou nesta sexta-feira (22) que o prazo para inscrição no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) 2020 foi adiado até as 23h59min da próxima quarta-feira, dia 27 de maio. Pelo cronograma inicial, o processo terminaria às 23h59min desta sexta.
“Decidimos prorrogar o prazo das inscrições do Enem até 23h59 de quarta-feira, 27 de maio. Os boletos da taxa da prova poderão ser pagos até 28/05. Os candidatos devem ficar atentos à confirmação da inscrição na Página do Participante, do @inep_oficial”, escreveu o ministro em seu perfil no Twitter.
Na quarta-feira (20), o Ministério da Educação anunciou que a realização do Enem, inicialmente marcado para novembro, também foi adiada devido à pandemia de coronavírus. Será realizada uma enquete para que os alunos inscritos opinem sobre a melhor opção de data.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), já foram registradas mais de 5 milhões de inscrições no Enem 2020.
Uma das primeiras vacinas Covid-19 a iniciar testes em humanos foi segura e gerou uma resposta imune contra o novo coronavírus, de acordo com resultados publicados sexta-feira (22) pela revista médica The Lancet. Estes são os primeiros resultados publicados de testes em humanos para uma potencial vacina o vírus.
A vacina, desenvolvida pela CanSino Biological Inc. e pelo Instituto de Biotecnologia de Pequim, foi testada em 108 adultos saudáveis, com idades entre 18 e 60 anos, em Wuhan, China, que não estavam infectados com o novo coronavírus.
Todos os participantes receberam uma única infecção em doses baixa, média ou alta. Não foram relatados efeitos colaterais graves dentro de 28 dias após a vacinação. Um deles, o que recebeu a dose mais alta, relatou febre severa, fadiga, falta de ar e dor muscular, mas essas reações continuaram por menos de 48 horas.
Duas semanas após a vacinação, todos os níveis de dose da vacina desencadearam alguma resposta imune nos indivíduos. Na maioria dos voluntários, a vacina também levou a uma resposta das células T, que atuam no sistema imunológico e são responsáveis por defender o organismo, segundo o estudo.
“O estudo demonstra que uma dose única da nova vacina contra a Covid-19 produz anticorpos específicos para vírus e células T em 14 dias, com potencial para uma investigação mais aprofundada”, afirma o professor do Instituto de Biotecnologia de Pequim, Wei Chen, que é responsável pela pesquisa.
Apesar do bom resultado, o professor alerta que os dados devem ser interpretados com cautela. “A capacidade de desencadear essas respostas imunes não indica necessariamente que a vacina protegerá os seres humanos contra a Covid-19. Este resultado mostra uma visão promissora para o desenvolvimento de vacinas, mas ainda estamos longe de que ela esteja disponível para todos”, afirma.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dez vacinas contra a Covid-19 iniciaram testes em humanos, e outras 114 estão em desenvolvimento.
P…. de vacina chinesa!!!!! Tá louco!!?? Jamais deveríamos quere qualquer tipo de relação com esses canalhas ,insanos, escrotos. Pouco importa se são nossos maiores "parceiros". Parceiros!!?? Na minha casa, tudo e qualquer coisa que tenha origem desse país de merda estou jogando fora.
A Unidade de Pronto Atendimento do barro Cidade da Esperança, na Zona Oeste de Natal, tem cinco pacientes na sala amarela, que trata casos de covid-19, precisando de respiradores para intubação.
O Blog entrou em contato nesta sexta-feira(22) com uma pessoa de identidade preservada, que trabalho no local, que confirmou que a UPA está sem respiradores.
O boletim semanal Transparência Covid-19 divulgado pela ONG Open Knowledge Brasil mantém o Rio Grande do Norte na segunda posição em transparência de dados apresentados pelos governos estaduais relativos à pandemia.
O Rio Grande do Norte subiu mais três pontos neste oitavo boletim organizado pela OKBR. Com a marca de 98 pontos, o Estado potiguar mantém a segunda colocação entre os estados da Federação e a evolução na transparência dos dados relacionados ao combate ao novo coronavírus.
“O trabalho coordenado entre a Controladoria Geral do Estado e a Secretaria Estadual de Saúde tem gerado frutos positivos diante da avaliação e acompanhamento semanal para gerar estratégias e conferir mais transparência a todas as informações produzidas relacionadas à Covid-19 no Estado”.
A coordenadora de Promoção à Saúde, Neuma Lúcia de Oliveira, ressaltou ainda o trabalho da Coordenação de Promoção à Saúde, setor responsável pela gestão de todos os dados, elaboração e divulgação dos boletins epidemiológicos dos dados referentes à pandemia, além de outros vírus respiratórios e sendo o principal instrumento de avaliação da ONG OKBR.
“Destaco também o trabalho de qualificação dos dados realizados pela Subcoordenadoria da Vigilância de Saúde do Trabalhador, conduzindo o processo de investigação e inspeção dos ambientes de trabalho. E ainda o Laboratório Central de Saúde Pública, responsável por grande parte das análises laboratoriais realizadas no RN, conferindo uma resposta mais oportuna à vigilância epidemiológica”, concluiu.
O trabalho executado pela equipe da Sesap é realizado com o apoio e acompanhamento da Control, responsável pela promoção da transparência pública do Executivo Estadual.
Novo ranking de transparência
Um novo ranking de transparência de dados relativos à Covid-19 foi divulgado essa semana pelo site Transparência Internacional. Nele, o Rio Grande do Norte aparece em 21º lugar, entre os 26 estados da Federação.
Diante da divulgação deste novo ranking, o controlador-geral do Estado, Pedro Lopes afirmou que a equipe tem estudado os critérios exigidos e já iniciou o trabalho de compilação de dados de compras referentes ao combate à Covid.
“Observamos também que outros itens de avaliação já tínhamos cumprido e não foram computados ainda. Outros quesitos iremos cumprir rapidamente e acredito que na próxima avaliação teremos recuperação significativa nesse ranking e continuaremos a trabalhar para melhorar sempre os níveis de transparência do Governo. É nosso dever com a população”, disse Pedro Lopes.
Onde estão os respiradores?
Os leitos com respiradores e equipe qualificada com EPIs são de suma importância.
O povo está morrendo enquanto fica essa briga política.
Essa conversinha de esperar em casa os sintomas se agravarem é conversa p dono de funerária ganhar dinheiro.
Tive o privilégio de ser ALUNO de PEDRO LOPES na minha graduação em CIÊNCIAS CONTÁBEIS na UERN . Grande professor é muitíssimo competente. A CONTROLADORIA GERAL do RN esta bem representada com ele à frente. Parabéns Governadora FÁTIMA BEZERRA pela brilhante escolha.
O secretário adjunto da Secretaria de Estado e Saúde Pública(Sesap), o médico Petrônio Spinelli, alertou nesta sexta-feira(22), em coletiva de imprensa no fim desta manhã, a situação dos leitos no Rio Grande do Norte durante a pandemia de covid-19.
O número de pessoas internadas no Estado. São 420, entre pacientes suspeitos, confirmados e em estado crítico. Quanto a situação dos leitos, a região Oeste tem 97% de ocupação, seguida da região metropolitana de Natal(96%), Seridó(58%), e o Alto Oeste, em Pau dos Ferros(25%).
O Rio Grande do Norte registra registra 191 novos casos de coronavírus, no total 4.251, com 12.920 suspeitos, 9.590 descartados e 181 mortes – três óbitos nas últimas 24 horas. Sob investigação são 47.
Na coletiva desta sexta-feira(22), a Secretaria de Estado e Saúde Pública divulgou mais um boletim epidemiológico com os números do coronavírus no Rio Grande do Norte.
O Rio Grande do Norte registra 191 novos casos de coronavírus, no total 4.251, com 12.920 suspeitos, 9.590 descartados e 181 mortes – três óbitos nas últimas 24 horas. Sob investigação são 47.
Ainda na coletiva, foi destacado o número de pessoas internadas no Estado. São 420, entre pacientes suspeitos, confirmados e em estado crítico.
Essa SESAP está doida para colocar na conta esses óbitos…o dia inteiro falando sobre essas investigações, vai se preocupar com entregar os respiradores
É só olhar para os números do país inteiro, que pôde-se ver o quantitativo de casos recuperados. Mas não dá audiência divulgar ! Só vale a pena fazer comparações com outros países (como fizeram semana passada), o de a Maju Coutinho quase chorando no Jornal Hoje, fez comparação com a Bélgica. Mas esqueceu de dar os detalhes gerais (populacao/casos/mortes).
Cloroquina e hidroxicloroquina seguem sendo pesquisadas como possíveis tratamentos para a Covid-19.| Foto: Divulgação/Voz da América (EUA)
Um grupo de 25 cientistas que defende o uso da hidroxicloroquina nas fases iniciais da Covid-19 escreveu uma segunda carta em defesa do uso da substância contra o que eles chamam de “pseudocientistas”, pesquisadores que estariam deturpando a ciência por motivos pessoais e políticos – no caso, para atingir o governo federal. No documento, eles lembram que não existem pesquisas definitivas sobre nenhum medicamento que está sendo usado contra a doença; que não há provas de que hidroxicloroquina funciona, mas que ela tem se mostrado em todo o mundo tão ou mais eficaz do que outros remédios, e que os efeitos colaterais são mínimos se usada na dose correta. A carta foi escrita por Marcos Eberlin, doutor em Química e professor da Universidade Mackenzie, com 25 mil citações em pesquisas. Os outros signatários da carta são citados 44 mil vezes em artigos científicos.
“Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado ‘ad nauseam’. Repetem a exaustão: ‘Ciência, ciência, ciência’, eu sou ‘pró-ciência’, e ‘por ela, nela e para ela’ me guio e atuo. ‘Eu, portanto, estou certo, coberto de razão’. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade”.
Depois de citar que países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal estão usando a hidroxicloroquina no combate à Covid-19, em conjunto com outras substâncias, estudando livremente qual seria a melhor solução para tratar da doença, os cientistas citam docentes e pesquisadores que, ao criticar o uso da hidroxicloroquina, estariam usando “a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão”.
“Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que ‘seguem a ciência’. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso. Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas”.
Na carta, eles fazem uma crítica dura a um estudo de Manaus, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA).
“Nesse estudo, cientistas usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido ‘randomizado’, pois nota-se uma nítida ‘preferência’ no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram ‘erros infantis’ até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: ‘Não aprovo a cloroquina pois me baseio em ciência, ciência, ciência!'”.
No final, os cientistas reiteram que não há estudos definitivos sobre o uso da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19, mas, como no caso de outros remédios, reforçam que experiências bem-sucedidas que devem ser levadas em conta. Citando ainda, que nas doses usadas há 40 anos pelos usuários desse medicamento, os efeitos colaterais são mínimos.
“Se há então dúvida, pela ‘ciência’, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!”.
Leia a carta na íntegra:
Ao Brasil,
A “ciência” da Pandemia
Nessa pandemia, o termo “ciência” tem sido utilizado “ad nauseam”. Repetem a exaustão: “Ciência, ciência, ciência”, eu sou “pró-ciência”, e “por ela, nela e para ela” me guio e atuo. “Eu, portanto, estou certo, coberto de razão”. É nítida aqui a intenção de conduzir-nos todos à ideia de decisões alicerçadas em algo inquestionável e infalível, tão científico com uma lei, como a lei da gravidade.
Grupos de “experts da ciência” ou famosos cientistas do YouTube, muito deles “mirins”, alguns com mínima ou nenhuma experiência em combates de pandemias, são selecionados pelo establishment e pela mídia para dar um “verniz científico” para o isolamento social e a condenação da hidroxicloroquina (HCQ) como uma droga ineficaz; pior, mortal.
Simulações desastrosas apocalípticas do “Imperial College” – esse nome pomposo que nos remete à ideia de um centro de excelência e saber infalível, onipotente e inquestionável, um “Colégio Imperial” – são usadas para colocar todo mundo em casa, e para então comparar dados como sendo a referência absoluta da verdade. “Algo fizemos e por isso, esse tanto de óbitos reduzimos. Salve a “ciência”!
Mas que “ciência” seria essa para qual apelam? E quem, em nome dessa “ciência”, estaria autorizado a falar? Ciência (sei que há controvérsias, pois cientistas divergem até sobre o seu significado) é “a busca desapaixonada pela verdade sobre o Universo e a vida”. Mas por ironia, buscamos verdades que nem sequer sabemos como essas verdades seriam, ou onde estariam. Por isso, às vezes, por ironia, mesmo quando cientistas acham uma verdade de fato verdadeira, duvidam até de tê-la achado. Ziguezagamos literalmente no escuro em busca de soluções para os nossos problemas. Por isso, falamos às vezes que: “comer ovos é ruim, aumenta o colesterol; às vezes que é bom, coma à vontade”.
Richard Feymann assim a classificou: “A ciência é a cultura da dúvida”. E eu acrescento, “ciência é a cultura do embate, da divergência de opiniões”.
Raras são as situações em que alcançamos consenso em ciência, mesmo que provisório. Uns defendem o “Big Bang” e a evolução, outros os questionam, entre eles, eu. Uns com dados defendem o papel central do homem no aquecimento global, outros afirmam com os mesmos dados que é irrelevante. Cientistas são seres, portanto, céticos e questionadores que podem e devem sim falar por si, como cientistas que são, mas NUNCA UM CIENTISTA OU UM GRUPO DELES PODE SE DECLARAR AUTORIZADO A FALAR EM “NOME DA CIÊNCIA!”
Ninguém, absolutamente ninguém está autorizado a falar pela ciência ou declarar que por ela é “guiado”! Em tempos de pandemia, essa impossibilidade é maior ainda, pois enfrentamos um inimigo ainda pouco conhecido. Dados ainda estão sendo coletados, e as pesquisas são feitas por cientistas divididos por suas cosmovisões e preferências políticas e partidárias.
Quem disse que agiu em nome da ciência, desonestamente usurpou o prestígio dela. Pois que tipo de “ciência” foi essa, unânime e consensual, que dela ninguém nunca ouviu falar? Poderiam me passar seu endereço para com ela seu consentimento eu confirmar? Telefone, e-mail, WhatsApp?
Quanto à hidroxicloroquina (HCQ), o embate científico inevitável entre teses fica nítido quando cientistas renomados por todo o mundo e no Brasil, como o virologista Paolo Zanotto (com 7,4 mil citações científicas) e os médicos Didier Raoult (com 148 mil citações), Philip M. Carlucci e Vladimir Zelenko, defendem seu uso baseados em estudos e artigos, enquanto outros, também renomados e baseados nos mesmos e em outros estudos e artigos, a condenam. Inúmeros países como EUA, Espanha, França, Itália, Índia, Israel, Rússia e Senegal usam o fármaco no combate à covid-19, enquanto outros eximem-se em utilizá-lo como uma das estratégias para contenção da pandemia, apostando em táticas também controversas.
Quem fala então aqui em nome da “ciência”? Qual grupo tem o monopólio da razão e a autorização exclusiva de ser da “ciência” seu porta-voz? Cadê a autorização?
Escolha uma opinião, e baseie nela sua estratégia, tudo bem, mas não cometa o sacrilégio de proteger sua decisão e correr o risco de manchar com ela o “manto sagrado da ciência”.
Indignado, ouço todos os dias prefeitos e governadores afirmando, a plenos pulmões, que “seguem a ciência”. Presidentes de conselhos e alguns de seus conselheiros, e de academias, e reitores em seus gabinetes escrevem cartas em nome de toda a sua comunidade, como se fosse uma posição de todos, consensual. Nada mais falso.
Seguem a ciência? Seguem nada! Seguem a ala da ciência que gostam, e os cientistas que do seu lado eles escolheram colocar. Desprezam a outra ala da ciência, pois há também centenas de cientistas e artigos que se opõe às suas posições e medidas.
Pior, cientistas não são anjos. Cientista é gente, e gente tem gostos e desgostos, paixões e opiniões político-partidárias. Ou não teriam? Há muitos cientistas, portanto, que fazem o bem sem olhar para quem, conheço e admiro muitos. Mas há pseudocientistas que usam a ciência para defender sua opinião, seu bolso, ou sua paixão. Cientistas trabalharam e ainda trabalham com afinco e desprendimento para contribuir para o bem da humanidade, muitos dos quais estão hoje em laboratórios, arriscando suas vidas para desenvolver novos métodos de detecção do coronavírus, drogas e vacinas, quando poderiam ficar em casa. Mas, para ilustrar, conheço cientistas que publicaram artigos, uns até na “Science” ou na “Nature”, com dados fabricados de madrugada, outros que retiraram pontos de suas curvas, e outras estratégias afins. Muitos cientistas estavam ao lado de Hitler, ou não estavam? Agiram eles em nome da “ciência”? Outros desenvolveram bombas atômicas. Outros desenvolvem ainda hoje armas químicas e biológicas e drogas ilícitas, de design.
O trabalho de Manaus com a cloroquina (CQ) publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) (1) é emblemático nessa discussão de “ciência”. Cientistas lá usaram, o manuscrito revela, doses letais em pacientes debilitados, muitos em estados grave e com comorbidades. O perfil do grupo parece não ter sido “randomizado”, pois nota-se uma nítida “preferência” no grupo da ALTA DOSE por fatores de risco. Usou-se cloroquina, mais tóxica, e parece que cometeram “erros infantis” até em cálculos simples de estequiometria, dobrando com o erro a dosagem. Não sei julgar intenções, a justiça julgará. O ex-ministro Mandetta citava esse estudo, o apoiou, e com base nele declarava categoricamente: “Não aprovo a cloroquina pois me baseio em “ciência, ciência, ciência”!
Outro estudo publicado por pesquisadores chineses no British Medical Journal (BMJ) e que ainda é insistentemente usado contra a HCQ foi também no mínimo revoltante (2). Nele os autores declaram: “administramos 1.200 mg por 3 dias, seguido de 800 mg por 12 a 21 dias, em pacientes com sintomas de moderado a severo”. Ou seja, administraram um “caminhão” da droga que poderia chegar no final ao absurdo de 20 gramas, e deram tarde demais (deve-se administrar a HCQ nos primeiros sintomas ou até antes). E pior, superdosagem de HCQ ou qualquer outra droga para casos severos é venenoso. O que você achou, foi boa ciência? A dosagem recomendada desde ontem (20/05/2020), pelo Ministério da Saúde, para sintomas leves é de 2 vezes 400 mg no primeiro dia (de 12h em 12h) e 400 mg por 5 dias num total de 2,8 gramas.
Em outros estudos publicados, também nessas revistas de renome internacional como The New England Journal of Medicine, JAMA e BMJ (3-5), mais uma vez nota-se claramente “problemas”, pois ou os pacientes foram randomizados de maneira irregular, colocando-se nos grupos pacientes mais graves e hipoxêmicos, ou mais homens (quase 3 vezes mais mortais por covid que mulheres), ou mais negros (nos USA negros apresentam maior mortalidade) e mais fumantes, e onde a maioria das mortes ocorreu nos primeiros dias dos estudos (sinais que foram de pacientes graves, que nessa fase seriam mais “intoxicados” do que “tratados” com a HCQ), ou administraram a HCQ sozinha, quando se sabe que é preciso associá-la pelo menos à azitromicina. Um desses estudos (5) administrou a HCQ apenas no décimo sexto dia de sintomas (para tratamento realmente precoce, deve-se iniciar administração da HCQ até o quinto dia), ou seja, já no fim da doença, quando o remédio pouco ou nada pode fazer.
Esses trabalhos indicam que ou esqueceram como se faz “ciência” ou que há um enorme esforço para provar que a HCQ não funciona, custe o que custar. Como alguém ou até Conselhos e Academias de Medicina podem citar tais trabalhos como a “ciência” de suas decisões? Como?
Na contramão, o estudo publicado e hoje já com mais de 3 mil pacientes testados, e realizado pelo Dr. Didier Raoult na França (6), usando a dosagem correta e na hora certa, com uma baixíssima taxa de mortalidade (0.4%), e a experiência clínica da Prevent Senior no Brasil, também bastante alentadora, são desqualificados com argumentos deveras “fúteis” como: “Didier Raoult é um pesquisador polêmico e indigno de crédito”, “Na Prevent não tinham certeza do diagnóstico” (mas quase nenhum internado com sintomas claros de COVID morreu), “efeito placebo” (que poder sobrenatural da indução de nossa mente que reduz de 40% para zero a mortalidade, eu quero este placebo!), “estudo feito por plano de saúde” (esses eu não duvido que queiram salvar vidas, pois sobretudo são seus clientes, que pagam suas contas), e efemeridades afins.
Posto em meu Facebook, quase que diariamente, trabalhos, estudos e relatos incríveis a favor da HCQ. Muitos comigo se solidarizam, mas alguns são veemente contrários, e me confrontam com argumentos tipo: “como pode um cientista de seu gabarito perder seu prestígio para defender esse presidente?”. Alguns eu conheço pessoalmente, outros pesquiso em seus perfis. Pode existir, eu sei, mas não encontrei sequer um desses amigos até agora que não seja de esquerda, combata o atual presidente do Brasil e, via de regra, não seja favorável ao desastrado #FiqueEmCasa.
Mas a pergunta mais importante creio que seria esta: estamos absolutamente certos pela “ciência” que a HCQ é eficiente e salva vidas? Creio que não. A chance é alta, mas certo nenhum cientista está. Daqui há alguns anos, talvez. Estamos absolutamente certos hoje que a HCQ não salva? Claro que não, ninguém honestamente está. Quero, portanto, deixar a “ciência da dúvida” de lado, pois cientistas divergem, e apelar para outra área: o direito. Inclusive, remeteram a questão até para lá, para que juízes julguem com base na “ciência”. Basta saber quem por ela falará. Mas há, em Direito, um princípio, esse inquestionável e consensual, que deveria ser usado para definir o dilema:
“In dubio pro reo”. Ou seja, na dúvida, favorecimento ou absolvição do réu (no caso a HCQ).
Se há então dúvida, pela “ciência”, e uma possibilidade plausível é a cura, com a HCQ, e se a droga é barata, quase de graça, disponível e distribuída por vários laboratórios no Brasil (Cristália, Apsen, EMS, Forças Armadas, Sanofi-Aventis), e se ela apresenta efeitos colaterais mínimos em dosagem agudas de só 5 dias (muitos tomam a droga diariamente por anos), como todo o fármaco (vide a aspirina e o paracetamol), e se o réu corre ou pode correr maior risco de vida, se não medicado, então PRÓ-VIDA!
QUE TODOS, ABSOLUTAMENTE TODOS OS BRASILEIROS QUE ASSIM DESEJEM, TENHAM O DIREITO DE SER TRATADOS COM A HCQ.
Decisão jurídica justa. E ponto final.
Isso sim é ciência, não a “ciência” que eu gosto ou a que usurpam por aí, mas a “ciência” que temos aqui e agora, baseada nos fatos de hoje, na razão.
Por fim, lembremos todos que diante da uma doença nova e da sua progressão extremamente veloz nos mais debilitados com complicações gravíssimas, e de tantas incertezas no diagnóstico, e por tratarmos não papéis nem exames, mas PESSOAS, faz-se imperativo ao médico decidir no olho a olho com seus pacientes, invocando não a “ciência” de alguns, mas a bússola valorosa da medicina que salva vidas desde os primórdios da medicina: “A CLÍNICA É SOBERANA!”
E este manifesto nada mais é que uma "politização" da cloroquina. NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE EFETIVIDADE, E PELO CONTRÁRIO, HÁ EVIDÊNCIAS DE GRANDES GRUPOS DE ESTUDOS INTERNACIONAIS DA INEFICÁCIA.
Portanto, a cloroquina é uma falácia de grupos ligados ao "BOLSONECRISMO", nada mais, nada menos que um "placebo político".
Ok He-man. Muito simples, não tome e não deixe ninguém da sua família tomar. Faça esse favor pra vc mesmo.
Que dizer que se vc tiver com dor de barriga ou dor de cabeça, vc nunca se auto medicou na vida?
Por favor n responda , a sua consciência fará uma esse trabalho pra vc.
Já tem um monte de evidência empírica de que funciona.
O acúmulo dessas evidências, anotadas com o devido método, é ciência.
Quem é contra esse remédio não é obrigado tomar !!!
Carta de médicos bolsonaristas X estudo gigante da Lancet: huuum, deixa eu ver com quem eu fico…Difícil, né? Talvez precisem arranjar outro meio de agradecer o capitão pela expulsão dos cubanos…
Os "cientistas" que criticam a ciência e as evidências.
Já tinha visto de nesse mundo mas essa é nova.
Chego a conclusão q o vírus mais letal q temos hoje é o bolsovirus.
O diretor-geral da BAND NATAL, Carlo Bastos, confirma para esta sexta-feira, dia 22, às 22h15, o show de Gusttavo Lima, que cantará os seus maiores sucessos no programa *”Música na Band Live”*, com apresentação de Lauana Prado e Ju Guimães.
“Vai ser uma noite de muito sertanejo, alegria e diversão para a sua sexta-feira”, aposta Bastos.
Além das transmissões, Gusttavo Lima iniciou um projeto para período de isolamento, chamado o *”Embaixador na Quarentena”*, com o lançamento de uma nova música por semana nas redes sociais.
Carlos Bolsonaro comentou há pouco o fato de Celso de Mello enviar três notícias-crimes para a PGR. A apreensão do celular do filho de Bolsonaro é uma das medidas solicitadas.
“Meu celular? Enquanto isso os do ex-piçóu Adélio protegidos há mais de um ano, processos contra Botafogo, Calheiros e outros sentados em cima há anos. Que crime teria cometido para tamanha velocidade e abuso? Nenhum. A narrativa do sistema continua em pleno vapor!”
O decano do STF, quem dia, vai deixar seu nome inscrito na calçada da fama desta terra brasilis. Deu um senhor puxão de orelhas nos milicos saudosistas da ditadura, e agora encosta no para-choque da familícia.
Eu vejo muito abuso por esse ministro de merda
Tem que dar voz de prisão para esse canalha
"…..a narrativa do sistema….." . Quem é o sistema ?? quem faz parte do sistema ??? será que a família Bolsonaro não faz parte desse mesmo sistema ??????.
Ô menino inocente, kkkkk.
O maior argumento desses bandidos é a comparação com os bandidos do governo anterior. Crime é crime é um erro não justifica outros. Bota pra torar Celso de Melo.
É próprio do DNA de todo GADO não saber ler e cair em fake news do seu líder supremo. Ministro do STF não pediu ou determinou nada sobre celular de ninguém. Ele recebeu pedido de parte autora e encaminhou para parecer do MPF (PGR). Isso acontece com qualquer processo.
Para mim esse filho do presidente é um
Bos.., mas nessa vez ele está certo. O ministro q pediu sai em novembro e tenta desestabilizar a república como sua grande obra antes de sair
Concordo com suas palavras, por mais bost@ e qualquer crime e etc que tenha cometeido, foi muito rápido o pedido e como o 02 falou, gente com mais rabo preso não tem o pedido tão rápido assim.
Tá reclamando por quê? Sem entrar no mérito, aplaudiram quando aceleraram o processo de Lula com a finalidade de exclui-lo das eleições. Já esqueceram? Pimenta no dos outros é refresco!
E outra coisa: O Ministro não decidiu nada. Ele recebeu uma ação e nela há o pedido de busca e apreensão do celular. Essa ação foi enviada à PGR que dará um parecer e só então haverá uma decisão!
cara palida o do luladrão levou 12 anos para sair.
A Universidade de Oxford e a AstraZeneca planejam recrutar cerca de 10 mil adultos e crianças do Reino Unido para realizar testes de uma vacina experimental contra coronavírus. A medicação recebeu um aporte de mais de US$ 1,2 bilhão dos Estados Unidos na quinta-feira (21).
Nesta sexta-feira (22), a universidade disse que instituições parceiras de todo o Reino Unido começaram a recrutar até 10.260 adultos e crianças para ver como o sistema imunológico humano reage à vacina e o quanto ela é segura.
Um teste inicial que começou no dia 23 de abril já aplicou a injeção em mais de mil voluntários de idades variando entre 18 e 55 anos. De acordo com os pesquisadores de Oxford, as fases 2 e 3 acrescentarão pessoas de 56 anos e mais velhas, além de crianças de 5 a 12 anos.
“A velocidade com que esta nova vacina avançou para testes clínicos de fase adiantada é um testemunho da pesquisa científica pioneira de Oxford”, disse Mene Pangalos, executivo da AstraZeneca.
A AstraZeneca já assinou com o Reino Unido e com os EUA como parceiros para produzir a vacina em escala industrial, antecipando-se à confirmação de que ela funciona e é segura.
Deus me defenda de tanto lixo. Ainda bem que assiste quem quer.