Coronel do Exército é preso em flagrante acusado de dar tapa no rosto de bebê na BA

18_35_24_413_fileUm coronel do Exército, de 74 anos, foi preso em flagrante suspeito de ter dado um tapa no rosto de um bebê de nove meses em Salvador (BA), na terça-feira (17). Segundo a polícia, ele fazia o recadastramento de imóveis na sede da Secretaria da Fazenda em Salvador, quando a criança mexeu em papeis dele. O coronel teria se irritado e deu um tapa na criança.

A avó e a mãe do bebê chamaram a polícia. O idoso confessou a atitude e disse em depoimento que ‘perdeu a cabeça’. Ele pediu desculpa aos familiares da criança.

O coronel foi liberado e deverá responder por crime de vias de fato, já que a agressão não foi identificada em exame de corpo delito, mas o homem confessou. Ele deve ser julgado e ter pena estipulada em trabalhos sociais.

R7

Beijo entre mulheres em culto de Feliciano acaba em confusão grande

adolescenteagredidaacusadaofacebookfelicianoUm protesto acabou em confusão no domingo durante um evento religioso que contou com a presença do deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) em São Sebastião, no litoral de São Paulo. Segundo informações publicadas nas redes sociais, o pastor pediu a ajuda da polícia para coibir um “beijaço” organizado por duas jovens durante o Glorifica Litoral, evento gospel que ocorreu durante o último final de semana. As jovens Joana Palhares, 18 anos, e Yunka Mihura, 20, teriam se beijado durante o culto religioso, o que acabou causando indignação no deputado.

Em sua página no Facebook, Joana havia publicado uma foto convocando para o “1º Beijaço Gay São Sebastião”. Com a legenda “Feliciano, nos aguarde”, ela prometia marcar presença na praça do coreto, às 20h deste domingo. Durante o ato, porém, Feliciano teria pedido para guardas municipais coibirem os beijos. Ao menos quatro guardas municipais cercaram as meninas e o grupo de amigos que as acompanhava. A abordagem foi filmada por uma testemunha e publicada na internet nesta segunda-feira.

Tentando tirar o foco da confusão, Feliciano orienta aos fiéis que peguem suas bíblias e acompanhem a um trecho do livro sagrado que seria lido por ele. “Ignora esse pessoal. A polícia já está indo ali. Isso é vilipêndio a culto. Só vou pedir aos policias para tomarem cuidado, que esse pessoal (…) eles vão falar que vocês estão batendo neles viu”, disse o pastor.

“Esse pessoal que não tem respeito a mãe, nem pai, nem a ninguém. Cachorrinho que está latindo é assim, você ignora ele e ele para de latir”, completou o pastor, pedindo para o público ignorar a confusão. O cinegrafista registrou os policiais puxando as jovens, que relutaram em sair do espaço. Após alguns minutos, elas foram levadas para uma área restrita ao lado do palco no qual se apresentava o pastor e deputado. O cinegrafista foi impedido de prosseguir pelos próprios guardas municipais.

Em sua página pessoal no Facebook, Joana Palhares acusou os guardas de agressão pelo modo como ela foi conduzida. “Nunca imaginei que seria agredida, violentada, algemada e presa por beijar uma mulher em publico!! Vergonha de fazer parte dessa sociedade de merda!!! Estou com nojo do meu país e principalmente da minha cidade “, desabafou a jovem.

Procurada pelo Terra, a assessoria do deputado não negou o ocorrido e disse que Marco Feliciano não iria fazer nenhuma declaração sobre as acusações das jovens. De acordo com os assessores, o local estava reservado para o evento religioso e “ele (Feliciano) sabe dos direitos dele” – a assessoria alegou ainda que o deputado vai aguardar eventuais movimentações por parte dos advogados das jovens.

Prefeitura vai investigar ação

A prefeitura de São Sebastião divulgou uma nota sobre o ocorrido, dizendo que a Guarda Civil agiu em cumprimento do “artigo 208 do Código Penal Brasileiro – que prevê pena de detenção de um mês a um ano ou multa ao cidadão que zombar de alguém publicamente por motivo de crença ou função religiosa e impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso”.

De acordo com documento, a Guarda Civil Municipal (GCM) teria agido inicialmente conversando com as manifestantes e “na tentativa de retirá-las do local com segurança – tendo em vista que o grupo corria o risco de um possível mal maior por parte de pessoas que insinuavam uma agressão – um cordão de isolamento foi preparado”.

As jovens foram encaminhadas ao 1º Distrito Policial e lá o delegado de plantão decidiu registrar a ocorrência apenas como averiguação. Na manhã desta segunda, o caso começou a ser apurado pela ouvidoria da GCM, que verifica se houve excessos por parte dos guardas que participaram da ação.

Terra

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jefferson disse:

    Concordo com Francisco Dias. Cada um deve ter o espaço e a liberdade para a sua reivindicação. Da mesma forma que deve-se respeitar a manifestação LGBT, também é devido o respeito a um culto religioso, se este não considera o movimento LGBT legítimo e correto. Particularmente, tenho e admito meus preconceitos, mas entendo que a condição homossexual não é uma escolha que se faz, e sim, um estado de personalidade em que jamais se pode proibir ou desmerecer. São pessoas que estão aí, em todo lugar, parentes, amigos e conhecidos. Todos temos alguém conhecido que é homossexual, assumido ou não. Condenar um homossexual pela sua condição é esquecer o lema cristão: "AMAI-VOS UNS AOS OUTROS, COMO EU VOS AMEI." Olhemos bem, este lema não restringiu o ato de amar somente àqueles que são heterossexuais.

  2. Deusdeth Varela Junior disse:

    É assustador a constatação de que qualquer argumento cristão é posto em segundo plano, é tido como retrógrado! Qualquer outro argumento parece ser mais inteligente e plausível.

  3. Ricardo Silva disse:

    Engraçado os evangélicos estão pregando homofobia através de Silas Malafaia e Feliciano, vão para televisão falar o que nao sabem ficam todo tempo provocando os homossexuais aí não querem que eles se rebelem, elas estão certas sim, era bom que os homossexuais fizessem isso em todos os cultos destes dois pastores fundamentalistas que querem atrapalhar as conquistas desta classe tão discriminada que são os lgbts.

  4. Luciano disse:

    Lendo os três comentários abaixo fico me perguntando quem será que quer quase todos os dias "enfiar" goela abaixo as suas crenças, crendices, contos de carochinha, dogmas, recalques, intransigências….? Seria os homossexuais ou os fanáticos e cegos religiosos? Faço o favor! Beijaço na frente desses hipócritas é fichinha!

  5. André disse:

    A que ponto chegamos: Prisão para quem se beija!!! Que se exploda se foi beijo gay….FOI APENAS UM BEIJO!!!! …e na RUA!!!

  6. FERNANDO BERTÃO disse:

    Pra começar nem todos os homosexuais são impossíveis ou rebeldes como sita um leitor, elas estão erradas sim, pois respeito tem que se ter em qualquer lugar. é acho que o felicano já tem os votos que ele queria para ser eleito na proxima campanha. pois é isso que ele busca se promover.

  7. Francisco Dias disse:

    Ela está com nojo? E nós, acham que adoramos ou achamos lindo isso? Cada um no seu quadrado. Do mesmo jeito que acharia uma atitude errada dos evnagélicos ir para frente de uma boate gay tentar converter a turma do arco íris, acho errado as meninas que usam chuteiras ir a um evento religioso provocá-los.
    Outro dia li aqui no blog que nos presídios há sinais de homofobia tão claros que os gays serão separados dos demais. Não custa nada essa turma ir lá protestar também.

  8. Jose disse:

    Quem quer ser respeitado tem q respeita,esses homosexuais sao impossíveis e muito rebeldes kkkkk

  9. rnatal disse:

    Estas duas estão erradas em tudo. Como podem exigir respeito agindo assim. Feliciano esta certo em não aceitar a união homossexual porque a Bíblia é contra e pronto. Estas duas precisam entender de respeito e ética e não sair por ai se beijando, se fosse um homem e uma mulher também não podiam fazê-lo desta forma. Em um país sério elas iriam presas.

Justiça Federal do RN condena homem que agrediu carteiro no bairro de Lagoa Nova

No bairro de Lagoa Nova, em Natal, na entrega de uma correspondência, a agressão a um carteiro. Esse foi o caso sentenciado pela Justiça Federal do Rio Grande do Norte e que envolveu o funcionário dos Correios Daniel Rodrigues da Silva e o desempregado Pedro da Silva Félix. O carteiro foi agredido ao entregar uma carta na residência onde estava Pedro Félix. O relato é de que ao entregar a carta, o desempregado afirmou que a correspondência estava sendo deixada na casa errada e a partir disso agrediu fisicamente o carteiro.

O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, observou que as provas eram contundentes e condenou Pedro da Silva Félix a cumprir pena de oito meses em regime aberto.O magistrado ressaltou que o Boletim de Ocorrência, registrado no dia 18 de fevereiro de 2009, data do fato, o atestado feito pela médica do Instituto Técnico Científico de Polícia e as provas testemunhais apontaram para a materialidade do crime.

Em depoimento à Justiça, o próprio acusado confessou o crime. “Não merece prosperar a tese levantada pela defesa, por ocasião da apresentação de suas alegações finais, no sentido de ser aplicado, ao caso em foco, o princípio da insignificância. Ora, não se aplica o princípio da insignificância aos crimes em que ocorre violência física, pois seria de todo despropositado, diante da natureza leve da lesão corporal produzida, concluir que não houve ofensa ao bem jurídico tutelado pela norma penal”, destacou o Juiz Federal Walter Nunes na sentença.

JFRN

Bater na mulher será considerado crime de tortura, aprova Senado

O plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira quatro projetos sugeridos pela CPMI da Violência contra a Mulher. Entre os projetos está o que garante o pagamento de um benefício temporário pela Previdência às vítimas de violência; outro que classifica esse tipo de violência doméstica como crime de tortura; o que prevê atendimento especializado no SUS às vítimas; e o que exige rapidez na análise do pedido de prisão preventiva para os agressores. Esses projetos seguem para a Câmara.

Outros três projetos serão encaminhados ao exame da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ): O que estabelece o feminicídio como agravante do homicídio; o que cria o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres; e o que destina parte dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional à manutenção de casas de abrigo que acolham vítimas de violência doméstica.

O projeto preparado pela CPI que pede a criação de um auxílio transitório “decorrente de risco social provocado por situação de violência doméstica”, aprovado hoje, prevê que o modelo desse benefício seja o dos auxílios pagos atualmente pela Previdência Social nos casos de afastamentos por acidentes de trabalho, por exemplo. O tempo de pagamento do benefício seria definido pela Justiça, nos termos da Lei Maria da Penha. O projeto propõe, como uma das fontes de custeio, a criação de uma arrecadação a ser feita pelo agressor.

Entre os projetos que não foram ainda aprovados está a criação da figura jurídica do feminicídio, que prevê inclusão do termo no Código Penal, como um qualificador nos casos de homicídio. Pelo texto, a pena para esses casos seria aumentada para entre 12 e 30 anos, e o feminicídio estaria configurado nos casos de assassinatos de mulheres em que haja relação de afeto ou parentesco entre agressor e a vítima; prática de violência sexual no crime; e mutilação ou desfiguração da vítima.

A criação de casas de acolhimento de mulheres em situação de violência também será analisada pela CCJ. Segundo o texto, os recursos arrecadados com multas definidas em condenações pela Justiça em processos criminais que envolvam violência doméstica e familiar devem ser aplicados na manutenção de casas de abrigo destinadas a acolher vítimas dessa violência. Esses recursos também podem ser usados para arcar com parte dos benefícios criados para esse grupo. O relatório da CPMI não informa as outras fontes de recursos para a criação dos benefícios.

O grupo que dentro da CPI ficou responsável pela criação dos projetos de lei era formado pelos deputados Marina Sant’Anna (PT-GO), Dr. Rosinha (PT-PR), Eduardo Azeredo (PSDB-MG), Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e pela Senadora Ana Amélia (PP-RS). Mas as propostas contaram com apoio de movimentos sociais. Segundo a CPMI, foram consultadas para criar os projetos as mesmas ONGs ouvidas na elaboração da Lei Maria da Penha.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé Ninguém disse:

    Quem sabe agora a Governadora Rosada não começa a governar…

  2. Vaquejada disse:

    Querido Bruno Giovanni e homem q apanha da mulher era bom inventar uma lei tambem para ampara os homems!!!

VÍDEO: Confira imagens do momento em que Celso Teixeira é agredido por jogadores do América

O noticiário esportivo do Rio Grande do Norte vem dando mais destaque as agressões sofridas pelo técnico Celso Teixeira, do que o título Estadual do Potiguar de Mossoró. A conquista do Time Macho foi brilhante e brindou o seu crescimento avassalador. Mas o que pareciam ser palavras exageradas de um técnico polêmico, e provocador, mudam a opinião de qualquer cidadão ao assistir as imagens filmadas por um torcedor de identidade preservada.

O que se vê são cenas chocantes e covardes de alguns jogadores do América sobre um treinador de idade avançada, e que foi agredido no chão. Clique aqui e tire as suas conclusões.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo disse:

    Quem procura acha!!

  2. Igor disse:

    Esse é o mequinha de japecanga fujão de clássicos. Nenhuma novidade.

  3. caio fábio disse:

    Sou contra a violência, mas esse palhaço colheu o que plantou, até "dedada" em jogador ele deu. Isso não é coisa prá homem.

Vítimas de abuso de poder e violência física praticada por PMs serão indenizadas

O juiz Geraldo Antônio da Mota, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal, condenou o Estado do Rio Grande do Norte a pagar um homem e uma mulher, a importância de R$ 6 mil, a título de indenização por danos morais, sendo R$ 3 mil devidos a cada um. Tais quantias serão atualizadas monetariamente, mais e juros aplicados à caderneta de poupança.

Segundo os autores, em 31 de maio de 2009, o primeiro autor voltava de um jogo de futebol, conduzindo sua moto, e, já próximo à sua residência, percebeu que um amigo seu estava sendo abordado por policiais militares. Na ocasião, perguntou o que ocorria, quando seu amigo pediu-lhe para que buscasse o documento da moto, que estava em local próximo.

Feito isto, o autor retornou até o local da abordagem acompanhado, inclusive, do proprietário da moto. A despeito disto, afirmou que os policiais começaram a destratar-lhe verbalmente, algemando-o ao final da discussão. A segunda autora protestou contra esta atitude no que fora verbalmente agredida pelos policiais. Apontaram que o primeiro autor foi (mais…)

Homem agride esposa em Natal e é espancado pela população

Segundo matéria publicada no portal DE FATO.COM, um homem identificado como Nieldson Lima Cavalcanti foi espancado por populares na manhã desta terça, após agredir com golpes de enxada sua companheira, Diana da Silva Gomes, de 36 anos. O crime ocorreu na rua Vale do Jaguaribe, no Parque dos Coqueiros, Zona Norte de Natal.

De acordo com informações da polícia, a confusão começou após uma discussão entre o casal. Nieldson estaria com sintomas de embriaguez e agrediu a companheira com o cabo da enxada. A população que mora próximo ficou enfurecida e agrediu Nieldson, que só não foi linchado devido a chegada da polícia.

Diana foi conduzida ao hospital Clóvis Sarinho em estado grave. Nielson foi levado ao Santa Catarina e após ser medicado será encaminhado à delegacia, onde será autuado e ficará detido à disposição da justiça.

Ainda não se sabe o que originou a confusão.

Diretor da TV Globo é acusado de agredir operador de áudio

O diretor de dramaturgia da TV Globo Luiz Fernando Carvalho é acusado de agredir com um pontapé o operador de áudio Tiago Mendes de Aguiar da Silva, 32.

O caso ocorreu no último dia 27 durante gravação no alto do Morro do Pendura-Saia, em Paquetá, durante as gravações da minissérie “Subúrbia”.

Silva registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal no 5º DP (Distrito Policial), no centro do Rio. O caso já foi encaminhado para o Juizado Especial Criminal.

De acordo com o relato de Tiago Silva à polícia, sem falar nada, o diretor o agrediu com um chute do lado esquerdo do corpo e, em seguida, tomou-lhe o microfone e o arremessou contra a parede.

Carvalho foi procurado neste domingo (09) por meio da assessoria de imprensa da TV Globo para falar sobre o caso, mas a assessoria não atendeu às ligações telefônicas.

Ao jornal “O Dia”, a TV Globo disse que a agressão não foi intencional e que Luiz Fernando estava com a câmera quando o técnico “invadiu” a imagem com o microfone e o diretor o empurrou com o pé.

Diretor Fernando Carvalho (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações da Folha S. Paulo

 

 

Presidente Nacional da OAB quer pedido de desculpas de Rosalba

O Comando da Polícia Militar  precisa rever a forma de atuação diante a manifestações, a PM tem a obrigação de preservar a ordem, mas nunca usar a violência contra manifestantes, quem quer que seja, tem direito  de reivindicar melhorias na saúde, transportes ou qualquer causa que mereça.

Está no Jornal de Hoje.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, disse neste sábado (8) que o Governo do Rio Grande do Norte deve “pedir desculpas” ao cidadão potiguar, por ter agido de maneira “incompatível” com a liberdade de manifestação assegurada pela Constituição Federal. O presidente da Ordem “lamentou” a agressão sofrida pela representante da Ordem no Rio Grande do Norte, Elke Cunha, durante repressão da Polícia Militar a protesto em favor da saúde pública realizado nesta sexta-feira, durante o desfile cívico do 7 de Setembro. “Lamentável tudo isso. A OAB quer deixar externado o seu repudio a essa postura adotada por um segmento da PM do RN”, afirmou Ophir Cavalcante, que soube do episódio pelas redes sociais.

O fato ganhou notoriedade nacional em função da agressão sofrida pela procuradora da fazenda Nacional, conselheira federal e vice-presidente da Comissão de Direito Sanitário e Saúde da OAB Federal, Elke Mendes Cunha Freire. Ela e a presidente da Comissão de Saúde da OAB, Elisângela Fernandes, que está grávida, participavam como representantes da OAB de uma manifestação em favor da saúde pública no Estado. Na hora do tumulto, Elisângela chegou a gritar e implorar, pedindo para não ser arrastada nem pressionada, mas a PM teria agido de maneira agressiva, sem preparo, pondo em risco a sua vida.

Para o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, o episódio demonstrou a “falta de preparo e capacitação necessária” por parte da polícia do RN, em “conviver com a democracia”. “Essa postura adotada por um segmento da PM do RN demonstra a falta de preparação e capacitação necessária para conviver com a democracia”, afirmou.

Segundo o presidente nacional da OAB, o Brasil precisa de uma policia cidadã, que efetivamente faça a prevenção e corrija o excesso, “mas numa manifestação popular, inclusive com pessoa grávida, sair empurrando e derrubando, é algo incompatível com a liberdade de manifestação que a Constituição prevê”, afirmou.  Para ele, “o mínimo que o governo do RN deveria fazer nesse momento era pedir desculpas ao cidadão potiguar por esta atitude que reputamos antidemocrática de parte da Polícia Militar do RN”.

RELATO

Para Elke Mendes Cunha, a polícia a agiu dentro do papel dela, à exceção de alguns policiais. “Na realidade, fizemos uma manifestação puxada pelo Sindicato dos Médicos e o Centro Acadêmico de Medicina, mas tinha todo pessoal envolvido com saúde, conselhos, sindicatos, e, nesse contexto, a OAB, por conta de defender os interesses sociais, foi convidada através da sua diretoria, e o presidente mandou uma comissão de saúde”.

Elke conta que a manifestação saiu de em frente da Assembleia Legislativa, tentou uma primeira vez seguir para onde estava indo a parada cívica, no Palácio dos Esportes, mas não deu. “Não estavam deixando a gente entrar nem onde estavam entrando os populares. Nós não tivemos acesso, mesmo onde populares tinham acesso. Ficavam barrando a gente”.

No final do desfile, porém, deixaram o grupo de manifestantes próximo ao local. “Nesse lugar, teve muita conversação com os policiais que estavam lá. Eles chegaram a dizer que no final deixariam a gente entrar no vácuo do desfile. Essa era a intenção, e tinha sido a primeira vez que deixariam a gente chegar próximo às pessoas”.

Elke relata, contudo, que os policiais iriam tirar as bandeiras e as faixas, e o grupo de manifestante entraria. “Eu estava atrás, entraríamos no vácuo. Mas no que a gente entra, houve divergência de comando, porque bloquearam. A gente entrou. O que me chocou foi que eles estavam empurrando a multidão, e a presidente da comissão de saúde, da OAB, Elizângela Fernandes, que está grávida, chorava e gritava, mas eles pressionavam, ela não poderia estar ali, gritando, pedindo para sair, dizendo que estava grávida. Quando foi para tirar a gente, teve os que empurravam e os que pegavam e derrubavam”, relatou.

Segundo Elke, a manifestação era pela saúde. “A saúde é que é o foco, e não o problema com a PM. Eu estava no meu papel, eles estavam no papel deles, alguns fugiram”. Para ela, a PM precisa de treinamento, especialmente “de não empurrar mulher grávida na multidão”.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Walterdes disse:

    Eu na qualidade de cidadão também quero a as manifestantes peçam desculpas pelo tumulto causado.  As pessoas se acham direito de realizar protesto e, quando as consequências chegam, elas se acovardam e se colocam como vítimas?

Igreja Universal é condenada por agredir fiel epilético confundido com "possessão demoníaca"

O TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) condenou a Igreja Universal a pagar R$ 10 mil de indenização a Alcione Saturnino dos Santos que, de acordo com a sentença, foi agredido por pastores enquanto sofria um ataque epilético.

Em seu depoimento à Justiça, Saturnino contou que os religiosos diziam que ele estava “possuído pelos espíritos das trevas” enquanto o agrediam. O caso ocorreu em 2001, na cidade de Sumaré (120 km de São Paulo).

Saturnino relata que durante um culto começou a sentir-se mal, momento em que avisou os pastores e foi até o fundo do templo para tomar remédios. Segundo a defesa do fiel, foi nesse momento em que os pastores teriam agredido Saturnino com socos e falado que ele estava possuído.

Em primeira instância, a Justiça condenou a Igreja Universal, que não se defendeu das acusações dentro do prazo estipulado. A Igreja Universal recorreu da decisão alegando cerceamento de defesa.

Os desembargadores do TJSP, porém, foram unânimes ao manter a condenação por entender que não houve nenhum impedimento de defesa, já que, uma vez intimada, foi a igreja que não se defendeu dentro do prazo legal.

Procurada por meio da assessoria de imprensa, até a conclusão deste texto a Igreja Universal não havia se manifestado sobre a decisão do TJSP.

Fonte UOL

Agressor de mulher terá de pagar gastos do INSS

Agressores deixarão de responder apenas criminalmente em casos de violência doméstica e passarão a ser punidos também no bolso. A partir desta terça-feira, a Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), vai pôr em prática uma iniciativa pioneira: ajuizar ações regressivas para cobrar o ressarcimento de gastos da União com auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e pensão por morte para os dependentes.

Ações regressivas já são ajuizadas pela União em maior escala contra empresas responsáveis por acidentes de trabalho – 2 mil processos em 21 anos, que somam mais de R$ 360 milhões. No ano passado, começaram os processos contra causadores de acidentes de trânsito. Agora, uma força-tarefa federal cuidará também de ações de violência doméstica.

O projeto deverá ser estendido a todos os Estados, por meio de parcerias com os Ministérios Públicos locais. Além da Secretaria de Políticas para Mulheres, já foram firmadas parcerias com as delegacias de Brasília e Espírito Santo.

A iniciativa terá início com a entrada, no Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, em Brasília, de duas ações que já custaram R$ 53 mil aos cofres públicos, com estimativa de ultrapassar R$ 209 mil. Um dos casos que terá a ação ajuizada hoje é um homicídio ocorrido em 5 de fevereiro. O marido matou a mulher, deixando um filho de 3 anos. Até este mês, foram pagos R$ 3.859 de pensão por morte à criança, que, a princípio, tem direito ao benefício até completar 21 anos. Nesse caso, o custo à Previdência Social seria de R$ 156 mil.

A outra ação regressiva cobrará do acusado de uma tentativa de homicídio com qualificadores, ocorrida em setembro de 2009, os R$ 49.160 pagos à ex-mulher, referentes a dois auxílios-doença, frutos da agressão.

Lei Maria da Penha

A escolha da data para início das ações não foi aleatória: a Lei Maria da Penha, que pune praticantes de violência doméstica, completa hoje seis anos. No último semestre, a quantidade de denúncias feitas à Central de Atendimento à Mulher, destinada a casos de agressão, praticamente dobrou.

O número exato será divulgado hoje pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, mas ficou em torno de 350 mil. A estimativa é de que os atendimentos já tenham ultrapassado 2,5 milhões desde a criação do serviço, em 2005. De janeiro a março, o Ligue 180 fez 201.569 atendimentos. Entre os 24.775 relatos de violência, a física (de lesão corporal a assassinato) é a mais frequente, com 14.296 registros (58%).

Mais do que representar aumento dos casos, o crescimento de denúncias demonstra conscientização. “Mulheres vão ganhando conhecimento e informação”, diz a secretária de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres, Aparecida Gonçalves. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acusações graves na Câmara, mas onde estão as imagens das câmeras de segurança?

As acusações feitas pelo vereador Júlio Protásio e pelo secretário-adjunto Eugênio Bezerra desferidas hoje a tarde acerca da confusão iniciada na tarde de hoje dentro da Câmara Municipal de Natal são graves. Denúncias distintas, mas cada uma com sua gravidade.

De um lado, testemunhas ligadas ao vereador e o próprio vereador através do Twitter relatam que a mulher de Júlio, Ana Paula, foi agredida por Eugênio Bezerra nas galerias da Câmara.

Do outro, Eugênio não diz que houve agressão por parte dele, e sim que foi agredido e expulso por seguranças de Júlio Protásio, acompanhados da Guarda Legislativa, e que esses seguranças estão fazendo o papel das guardas Municipal e Legislativa sem legitimidade para tal.

O BG em nenhum momento foi parcial para A ou para B. Escutou os dois lados, reproduziu exatamente o que ouviu e ainda se dispôs a reproduzir novos materiais que venham a ser enviados. Afinal, “toda história tem seus dois lados”.

Mas fica a pergunta, onde está a instituição Câmara Municipal de Natal nesse momento que ainda não se pronunciou sobre o caso ocorrido em suas dependências? Onde estão as imagens das câmeras de segurança? Ou as imagens das próprias câmeras que, no momento da confusão, estavam se preparando para iniciar a transmissão da sessão para a TV Câmara?

O silêncio não ajuda. Pelo contrário dificulta ao defender quem está errado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Vergonha disse:

    O maior problema de Natal é que continuamos uma provincia, arraigada ao coronelismo. Temos hoje vereadores, deputados e senadores que estão por trás de vários escândalos de corrupação, mas que saem ilesos das investigações. Que investigações são essas? Investiga o quê? Quem?
    É VERGONHOSO perceber que a politica local chegou ao fundo do poço! Nossos representantes não tem credibilidade! É uma eterna troca de favores! E esse ano ainda aumenta o número, tem candidadato que já chega ao poder respondendo a processos!
    A rejeição do  impeachment é uma traição ao povo de Natal, que NÃO TEM CARGO COMISSIONADO, PAGA SEUS IMPOSTOS, NÃO ESTÁ SE REUNINDO PARA SABER QUEM ENTRA E QUEM SAI DO PODER, QUEM DA LUGAR A QUEM. OU SEJA, UMA TRAIÇÃO A QUEM TEM VERGONHA NA CARA! 
     

Eugênio se defende de acusações: "Não fiz nada, fui agredido de graça e ainda fui expulso"

O secretário-adjunto Eugênio Bezerra, um dos assessores da prefeita Micarla de Sousa, acabou de entrar em contato com o Blog dando sua versão do caso da suposta agressão conta a mulher do vereador Júlio Protásio, Ana Paula.

Eugênio informou ao BG que compareceu às galerias da Câmara Municipal de Natal, porque tinha interesse em acompanhar a votação do pedido de impeachment, que foi solicitado pelo vereador Júlio Protásio.

Na versão de Eugênio, não houve a agressão à mulher de Júlio Protásio, conforme relatada por testemunhas ligadas ao parlamentar. O que houve sim, foi uma agressão contra ele e ainda a expulsão do prédio da Câmara sem motivos.

“Eu vim pra cá para acompanhar esse processo de impeachment. Eu estava conversando sentado na galeria. Do nada, um cara tocou na minha mão dizendo que eu estava colocando o dedo na cara. Chegou  um outro e deu no meu peito. Veio a Guarda Legislativa me empurrando e me tirou da galeria com uma chave no pescoço. Eu, secretário adjunto, jornalista, nunca fui preso e nunca passei por uma humilhação dessas. Não fiz nada, fui agredido de graça e ainda fui expulso. Fui expulso por defender o que penso e o que acredito, que era o mesmo pensamento de Júlio há bem pouco tempo atrás”, disse Eugênio.

O secretário-adjunto não parou por aí. De acordo com ele, Júlio Protásio contratou seguranças particulares para evitar que as pessoas que são contra ele tenham acesso ao plenário e que esses mesmos seguranças aproveitaram que ele estava imobilizado para expulsá-lo da Câmara e agredir psicologicamente.

Eugênio disse que vai tomar as providências cabíveis e que está em contato com o secretário Carlos Paiva (Defesa Social) para fazer com que a Guarda Municipal também tome conta da segurança do local. Eugênio informou que a pessoa que o agrediu ainda se encontra no plenário e que só ele foi expulso.

“Eu sou expulso. Sou impedido de entrar novamente e o agressor ainda está lá dentro? Porque?”, indagou. Eugênio disse ter registrado tudo através do celular.

Nesse momento, as galerias do plenário da Câmara está uma confusão só.

Secretário de Micarla agride esposa de Júlio Protásio dentro da Câmara

O vereador Júlio Protásio, que agora integra a base de oposição à prefeita Micarla de Sousa dentro da Câmara Municipal de Natal, acabou de informar que o secretário-adjunto Eugênio Bezerra, um dos assessores da Borboleta, acaba de agredir sua mulher, Ana Paula, nas galerias da própria Câmara.

De acordo com testemunhas, Eugênio compareceu ao plenário para com o propósito de tumultuar a sessão de hoje. Ele chegou foi até as galerias e ficou ao lado da mulher de Júlio. Nesse momento, ele teria dito: “Hoje eu vim para arrebentar com Júlio, aquele traíra”.

A indireta, já que foi aos ouvidos de Ana Paula, a deixou irritada. Num segundo momento ele fez uma nova provocação. Nesse instante, ele foi cortado por Ana Paula que questionou: “E a sua prefeita?”.

Nesse momento, ainda segundo testemunhas, Eugênio se irritou com o corte e partiu pra cima da mulher dele chegando a agredi-la fisicamente. Com o gesto grosseiro, ele terminou sendo expulso pelos seguranças e guardas municipais da Casa das galerias.

A mulher de Júlio está a caminho, nesse momento, está a caminho da Delegacia da Mulher para registrar o Boletim de Ocorrência contra o agressor.

Nesse momento, as galerias do plenário da Câmara estão uma confusão só.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Yuri Gustavoabc disse:

    Palhaçada desses políticús! 

  2. Joao neto disse:

    safadeza !!!  

Foragido da Justiça é preso após tentar agredir os próprios pais

Texto e Foto: Sérgio Costa
Policiais civis do 2º Distrito Policial prenderam um foragido da Justiça, na noite desta terça-feira (16), após populares entrarem em contato com a unidade para informar sobre uma tentativa de agressão cometida por Daniel Oliveira da Silva, de 26 anos, contra os próprios pais.

A ocorrência foi registrada na rua 3 de outubro, no bairro das Rocas. Por volta das 20h, os agentes da Polícia Civil foram até o local e encontraram Daniel Oliveira bastante alterado. O jovem havia quebrado alguns objetos dentro de casa e estava tentando agredir os pais. Com isso, foi conduzido para o 2º Distrito.

Lá, os policiais constataram que o rapaz tinha um mandado de prisão em aberto. O documento havia sido expedido pelo juiz Gustavo Marinho Nogueira Fernandes, da 12ª Vara Criminal da comarca de Natal. Diante disso, o acusado foi levado para a Delegacia de Plantão da Zona Sul, em Candelária, onde foi feito um Boletim de Ocorrência.

Depois, Daniel Oliveira foi conduzido para o Núcleo de Custódia da Polícia Civil, na Cidade da Esperança. O jovem conversou rapidamente com a reportagem do Portal BO e disse que não sabia o motivo do mandado de prisão. Ele declarou que é surfista profissional e que já foi usuário de drogas, mas teria deixado o vício ainda na adolescência.

Entretanto, os policiais que fizeram a prisão afirmam que ele apresentava características de quem estava sob efeito de algum entorpecente, principalmente porque estava falando coisas sem sentido e por várias vezes afirma ser um poeta.

Fonte: Portal BO

Técnico agride com socos jogador substituído na Itália

O técnico da Fiorentina, Délio Rossi, sob pressão com o time ameaçado de ser rebaixado no Campeonato Italiano, agrediu o jogador sérvio Adem Ljajijc. O treinador substituiu o meia aos 32 minutos de jogo, quando seu time perdia para o Novara por 2 a 0. O jogador chegou ao banco de reservas, indo em direção ao vestiário, reclamando muito. O que disse deve ter sido pesado, pois Rossi partiu para cima do jovem de apenas 20 anos, golpeando-o com pelo menos dois socos antes que membros da comissão técnico apartassem a briga. A agressão custou caro ao técnico Delio Rossi. Poucas horas após o fim do jogo, ele foi demitido pelo presidente do clube, Andrea Della Valle.

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