Política

Bolsonaro tem melhora e deve reassumir Presidência nesta sexta

Foto: REUTERS/Rahel Patrasso/Direitos reservados

O presidente Jair Bolsonaro apresentou melhora do quadro de saúde e manteve a previsão de reassumir a Presidência da República nesta sexta-feira (13). Bolsonaro licenciou-se do cargo domingo (8), para submeter-se a uma cirurgia de tratamento de uma hérnia incisional na região do abdome. Foi a quarta operação pela qual o presidente passou desde que sofreu uma facada em setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral. O vice-presidente, Hamilton Mourão, está no exercício da Presidência.

“O presidente assumirá, a partir de amanhã, a Presidência da República”, informou o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, durante a entrevista coletiva para comentar o estado de saúde do presidente, que está internado no Hospital Vila Nova Star, na zona sul paulistana. De acordo com Rêgo Barros, está mantida a viagem de Bolsonaro para partiripar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em Nova York, no dia 24 deste mês.

Segundo o boletim médico, Bolsonaro apresentou “evolução clínica favorável” e tem “recuperação progressiva dos movimentos intestinais”. O presidente também não tem dores, febre ou sinais de infecção. “Nós fizemos avaliação do fígado, dos rins e a hematológica, mostrando que os glóbulos brancos estão em número adequado, sem nenhum sinal de infecção ou de complicação”, acrescentou o cirurgião-chefe da equipe que acompanha o presidente, Antônio Luiz Macedo.

Alimentação

Bolsonaro continua recebendo alimentação endovenosa (pelas veias). Na segunda-feira (9), o presidente chegou a começar uma dieta líquida, com gelatina, chás e caldo ralo. No entanto, essa etapa teve de ser suspensa após dificuldades no funcionamento dos intestinos do presidente. Segundo Macedo, a quase paralisia dos movimentos do órgão está ligada à presença de gases e ao próprio trauma.

Para contornar o problema, foi introduzida, pelo nariz, uma sonda que vai até o sistema digestivo. O aparelho retira o excesso de gás e líquido. De acordo com o cirurgião, a sonda deve ser retirada em breve. “A sonda gástrica drenou bastante ar e líquido ontem [11]. Da noite para agora, parou a drenagem. Então, provavelmente, o intestino está retomando a função, pegando o material hidroaéreo [ar e líquido] e está jogando para baixo em direção ao intestino, explicou Macedo.

Com a recuperação dos movimentos intestinais, Bolsonaro deve passar a receber novamente a dieta líquida por “um ou dois dias”, informou o médico. Depois desse período, o presidente passa para a alimentação cremosa. De acordo com Macedo, nesse estágio, o presidente está apto para retomar as atividades e até viajar. “A cremosa já permite que ele possa trabalhar. Já tem calorias suficientes para ele poder até viajar”, acrescentou.

Visitas

Por recomendação médica, o presidente tem evitado receber visitas. Rêgo Barros disse, no entanto, que, caso os encontros sejam necessários, especialmente a partir de amanhã, com Bolsonaro de volta ao cargo, o presidente receberá autoridades. “As visitas continuam restritas, mas não impeditivas. Eventualmente, se for necessário, o senhor presidente da República receber alguma autoridade, ele o fará”, ressaltou o porta-voz.

Bolsonaro está acompanhado da esposa, Michele, e do filho Carlos, que é vereador na cidade do Rio de Janeiro pelo PSC. Uma ala do hospital foi disponibilizada para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro.

Agência Brasil

 

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Política

Bolsonaro apresenta distensão abdominal e passa a receber alimentação por sonda; veja boletim médico

FOTO: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

Após três dias de melhora contínua no estado de saúde, o presidente Jair Bolsonaro apresentou durante a madrugada desta quarta-feira um quadro de lentificação intestinal e distensão abdominal, o que levou seus médicos a decidirem pela suspensão da alimentação oral e a introdução da nutrição endovenosa (alimentação por meio de sonda)no tratamento, segundo boletim médico divulgado na manhã de hoje.

Em razão dos problemas intestinais, os médicos decidiram submeter o presidente à passagem de uma sonda nasogástrica (tubo que vai de seu nariz até seu estômago para nutrição ou drenagem). Seus exames, contudo, continuam estáveis. Segundo o boletim, o presidente permanece sem dor, afebril e sem disfunções orgânicas.

A introdução da nutrição endovenosa é uma diferença em relação às evolução do presidente nos últimos dias. Até esta terça-feira, o presidente estava se alimentando com uma dieta líquida, à base de água, chá, gelatina e caldo ralo. A expectativa é de que nos próximos dias o presidente começasse a comer alimentos pastosos.

De acordo com o boletim, a reintrodução da alimentação por via oral será avaliada diariamente e “ocorrerá no momento oportuno”. O presidente entregou o cargo interinamente até quinta-feira ao vice-presidente Hamilton Mourão. Nesta terça-feira, o porta-voz afirmou que Bolsonaro deveria voltar a exercer o cargo a partir de quinta-feira mesmo do hospital. Com a mudança no quadro clínico do presidente, no entanto, não há confirmação de que isso ocorrerá de fato já que, por ordens médicas, Bolsonaro segue com visitas restritas

.Leia o boletim médico divulgado nesta quarta-feira:

“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, encontra-se no terceiro dia de pós-operatório, permanece sem dor, afebril e sem disfunções orgânicas. Evoluiu há 12 horas com lentificação dos movimentos intestinais e distensão abdominal, sendo submetido a passagem de sonda nasogástrica e introdução de nutrição parenteral (endovenosa). Os exames laboratoriais encontram-se estáveis. A reintrodução da alimentação por via oral será avaliada diariamente e ocorrerá no momento oportuno. Segue com medidas de prevenção de trombose venosa profunda e realizando fisioterapia motora. Por ordem médica, o paciente segue com visitas restritas.”

O Globo e O Antagonista

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Política

Bolsonaro apresenta melhora contínua e poderá tomar banho de chuveiro, diz boletim médico

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou melhora em seu estado de saúde e já poderá tomar banho de chuveiro, segundo boletim médico divulgado na manhã desta terça-feira (10) pelo Hospital Vila Nova Star, no Zona Sul de São Paulo, onde ele fez a cirurgia para correção de uma hérnia no último domingo (8). Ainda segundo os médicos, serão mantidas medidas de prevenção de trombose venosa profunda.

“A prevenção de trombose é um protocolo internacional que todos os hospitais seguem. Ele está usando meias elásticas, tomando anticoagulante conforme dita o protocolo. Nada de importante em relação a isso”, disse o médico Antônio Antonietto.

Veja o boletim médico:

“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, encontra-se em contínua melhora de seu estado de saúde. Dormiu bem e acordou disposto. Após 48 horas da cirurgia permanece afebril. Persistirá com dieta líquida a base de chá, água, gelatina e caldo ralo. O paciente seguirá com estímulo de caminhada pelo corredor e poderá tomar banho de chuveiro. Serão mantidas medidas de prevenção de trombose venosa profunda. As visitas continuarão restritas. Não há previsão de alta até o momento.

Direção médica responsável:

Dr. Antônio Luiz de Vasconcellos Macedo – Cirurgião-chefe
Dr. Leandro Echenique – Clínico e Cardiologista
Dr. Antônio Antonietto – Diretor médico do Hospital Vila Nova Star
Dr. Ricardo Peixoto Camarinha – Médico da Presidência da República”

Na noite desta segunda-feira, Macedo disse aos jornalistas que orientou Bolsonaro a falar pouco e que ele deve ficar internado pelo menos até domingo.

O cardiologista Leandro Echenique explicou nesta terça que a manutenção da dieta líquida é um grau a mais de zelo. O intestino já mostra sinais de funcionamento, mas eles querem esperar que haja evacuação pra evoluir a dieta pra pastosa. Acreditam que isso aconteça até esta quarta (11).

Nesta terça, a equipe de fisioterapia do hospital vai intensificar os exercícios feitos na poltrona no quarto e, no limite da resistência, aumentará o tempo de caminhada no corredor.

“Não há pressa para retornar a alimentação e isso está completamente dentro do previsto. Pode ser até que hoje ou amanhã ele mude essa dieta, mas por enquanto mantém a dieta liquida, porque é o melhor para fazer neste momento”, disse Antonietto.

Na manhã desta segunda, o presidente publicou no seu perfil do Instagram um vídeo em que aparece assistindo ao seriado Chaves e disse que estará na ativa a partir desta terça (10). “É da natureza do presidente estar ativo o mais rápido possível. A evolução clínica tem sido muito positiva, em razão dessa evolução o presidente se mostra disposto a iniciar os trabalhos de condução do poder executivo, ainda que neste momento nós tenhamos o vice-presidente chefiando o nosso governo”, afirmou Otávio Rêgo Barros, porta-voz da Presidência.

De acordo com Barros, o hospital destinou uma ala exclusiva para a equipe da Presidência e para os familiares do presidente. “A estrutura tem condições de levar avante determinadas decisões dele. Mas reafirmo que a Presidência em exercício está sob a batuta do general Mourão até quinta-feira”, disse.

O porta-voz da Presidência declarou que a viagem de Bolsonaro à Nova York está mantida para participar da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

O presidente em exercício, general Hamilton Mourão, continua no cargo até a próxima quinta-feira (12). Nesta segunda-feira, Mourão foi ao hospital visitar Bolsonaro.

“O general Mourão evitou fazer o presidente ter que falar”, disse o porta-voz Otávio Barros Rego.

Segundo o porta-voz, Bolsonaro fará caminhadas pelos corredores do hospital pela manhã e à tarde. Ele está acompanhado da primeira-dama Michele e do filho Carlos Bolsonaro.

Quatro cirurgias

Bolsonaro já realizou quatro cirurgias desde que levou uma facada em Juiz de Fora durante a campanha eleitora.

A primeira cirurgia após a facada aconteceu no mesmo dia do atentado, em um hospital de Juiz de Fora. Cinco cirurgiões e dois anestesistas participaram da intervenção. Durante o procedimento, Bolsonaro precisou receber quatro bolsas de sangue, e teve implantada uma bolsa de colostomia.

Dias depois, em São Paulo, Bolsonaro passou por uma segunda cirurgia, onde os médicos reabriram o corte da primeira cirurgia e encontraram a obstrução em uma alça do intestino delgado, que fica na parte esquerda do abdômen.

Em janeiro de 2019, o presidente voltou ao hospital Albert Einstein, em São Paulo, para fazer a retirada da bolsa de colostomia e o ligamento do intestino.

No último domingo, Bolsonaro fez a quarta cirurgia para correção da hérnia que se formou na região da cicatriz, no abdome.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Estamos esperando Mito.
    Volta 100% pra botar moral nessa República destruída por cumpanheiros.

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Política

Mourão visita Bolsonaro no hospital

FOTO: REUTERS/Rahel Patrasso/Direitos reservado

O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, visitou o presidente Jair Bolsonaro no início da tarde de hoje (9) no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista. Bolsonaro deu entrada no hospital na noite de sábado (7) e foi submetido a uma cirurgia no domingo (8). Mourão esteve com o presidente durante cerca de 15 minutos.

Bolsonaro, que se licenciou por cinco dias, deve reassumir o cargo ainda no hospital, mas somente após um período inicial de recuperação. Segundo a equipe médica, Bolsonaro deve permanecer internado por até 10 dias.

Em entrevista na manhã desta segunda-feira, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que Bolsonaro, mesmo afastado do cargo, pretende participar das decisões de governo. “O presidente, é da natureza dele estar ativo o mais rápido possível. A evolução clínica tem sido muito positiva. Em razão dessa evolução, o presidente se mostra já disposto a reiniciar trabalhos de condução do Poder Executivo, ainda que, neste momento, nos tenhamos o vice-presidente da República chefiando o nosso governo”, ressaltou o porta-voz.

Rêgo Barros explicou que as decisões cabem legalmente a Mourão, que está oficialmente exercendo o cargo de presidente. No entanto, ressaltou o porta-voz, Bolsonaro continuará participando da condução dos assuntos do governo. “É claro que o presidente participa das decisões por meio das suas interlocuções com os vários ministros, inclusive com o próprio general Mourão”, enfatizou.

De acordo com o porta-voz, foi disponibilizada uma ala do hospital para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro.

Cirurgia

A cirurgia a que o presidente se submeteu ontem foi para tratar de uma hérnia incisional decorrente da facada recebida durante a campanha eleitoral, em setembro do ano passado. Segundo o boletim médico divulgado nesta manhã, Bolsonaro está sem dor ou febre. Ele vai começar a fisioterapia motora, podendo sentar na poltrona e caminhar pelo quarto. Rêgo Barros disse que a movimentação é importante para que o presidente recupere as atividades intestinais. A alimentação, até o momento, está sendo feita por dieta líquida.

Agência Brasil

 

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Política

Bolsonaro não tem dor ou febre e faz fisioterapia, diz boletim médico

O presidente Jair Bolsonaro está sem dor ou febre após ter sido submetido à quarta cirurgia desde que levou uma facada no abdômen em setembro do ano passado. Segundo o boletim médico divulgado na manhã desta segunda-feira(9) pelo Hospital Vila Nova Star, Bolsonaro vai começar a fisioterapia motora, podendo sentar na poltrona e caminhar pelo quarto. De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a movimentação é importante para que o presidente recupere as atividades intestinais.

A alimentação até o momento está sendo feita pela dieta líquida. Segundo Antônio Antonietto, diretor-médico do Nova Star, hospital da capital paulista onde Bolsonaro está desde a noite de sábado (7) para ser submetido ao procedimento, o presidente comeu ao menos três potes de gelatina, tomou chá e caldo ralo. A cirurgia corrigiu um problema de hérnia surgido em decorrência do ferimento do atentado do ano passado. A técnica utilizada foi a herniorrafia incisional com implantação de tela.

Atividades

Segundo o boletim, a orientação é que as visitas ao presidente sejam restritas. Rêgo Barros informou que ontem (8) Bolsonaro recebeu o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e hoje deve ter um encontro com o vice-presidente Hamilton Mourão, presidente em exercício.

“O presidente, é da natureza dele estar ativo o mais rápido possível. A evolução clínica tem sido muito positiva. Em razão dessa evolução, o presidente se mostra já disposto a reiniciar trabalhos de condução do Poder Executivo, ainda que, neste momento, nos tenhamos o vice-presidente da República chefiando o nosso governo”, ressaltou o porta-voz.

Rêgo Barros explicou que as decisões cabem legalmente a Mourão, que está oficialmente exercendo o cargo de presidente. No entanto, segundo o porta-voz, Bolsonaro seguirá participando da condução dos assuntos do governo. “É claro que o presidente participa das decisões por meio das suas interlocuções com os vários ministros, inclusive com o próprio general Mourão”, enfatizou.

De acordo com o porta-voz, foi disponibilizada uma ala do hospital para a equipe da Presidência e para a família de Bolsonaro. O presidente se licenciou do cargo por cinco dias. A previsão é que ele retome o cargo ainda no hospital, mas somente após um período inicial de recuperação. Ao todo, Bolsonaro deve permanecer internado por até dez dias.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

    1. Esse Mateus, entende de bicho.
      É mais um derrotado e adorador do Sapo Barbudo.
      Assim dizia o finado Leonel Brizola.
      Kkkkkkk

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Jornalismo

Advogados repudiam ofensa em rede social do portal G1 a menino que desfilou com Bolsonaro

Foto: Reprodução

Durante a noite do sábado (7), o facebook do G1, portal de notícias da Globo, usou o Facebook para fazer um comentário ofensivo a Ivo César Gonzales, menino de 9 anos que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro no desfile para comemorar o feriado de Independência do Brasil, em Brasília.

Pela rede social, a página oficial do portal de notícias comentou na postagem da matéria em que a criança diz que o desfile foi o “melhor de todos” e escreveu “moleque imbecil. Vai se alfabetizar”.

Em pouco tempo, prints do comentário da página tomaram as redes sociais, e a hashtag “G1 imbecil” ficou no topo dos assuntos mais comentados do Twitter por horas.

O Movimento Advogados do Brasil postou uma nota de repúdio ao ataque feito e se colocou à disposição da família, caso eles queiram tomar medidas judiciais contra o portal.

“O Movimento, que conta com mais de 5 mil advogados, se coloca à disposição da família do garoto para ajudar juridicamente, de forma gratuita, na reparação do dano moral sofrido, caso a família entenda necessário”, escreveram.

Divulgação/ Movimento Advogados do Brasil

Portal disse que vai investigar caso

O G1 se pronunciou sobre o caso e disse que repudia a ação e que vai investigar o caso. Ainda não foram divulgadas as medidas tomadas sobre o incidente.

“A conta do G1 no Facebook foi indevidamente utilizada para um comentário ofensivo em um post sobre o menino que acompanhou o presidente Jair Bolsonaro no desfile de 7/9. O G1 repudia o uso de sua conta e anuncia que vai investigar o ocorrido e tomar as medidas cabíveis”, escreveram.

R7

Opinião dos leitores

  1. Como de fossem poucas nossas necessidades neste país ainda em recessão,cremos que aturar essa esquerdalha vagabunda.

  2. ora foi um comentario infeliz tem gente que tem faculdade e não sabe pronunciar uma palavra e nem escrever o portugues correto querem cobrar de uma criança tão de sacanagem so por que desfilou ao lado do presidente so pode g1 vai se foder sacooooo!!!!!

  3. Agora só falta a OAB, liderada pelo ex candidato no RJ por um partido de esquerda, que não ganhou, vai soltar uma nota de repúdio a atitude da criança e apoio ao G1… O ECA e a lei onde ficará? Kkkkkk

  4. OAB se cala, pauta não beneficia PT, então fica omisso. Nescessário outro órgão de representação dos advogados se posicionar.

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Política

VÍDEO: Em recuperação no hospital, Bolsonaro assiste a seriado Chaves na TV: ‘Amanhã volto ao batente’

Foto: Reprodução

Em recuperação desde domingo, o presidente Jair Bolsonaro publicou nesta segunda-feira em suas redes sociais um vídeo em que aparece no leito do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, enquanto assiste a um episódio do seriado mexicano “Chaves”.

Internado desde a noite de sábado, Bolsonaro se submeteu à quarta cirurgia desde que sofreu o atentado à faca durante um evento de campanha em Juiz de Fora (MG), há um ano. Dessa vez, o procedimento teve como objetivo a correção de uma hérnia incisional.

— Pessoal, só segunda-feira que eu tô de folga, hein. Amanhã volto ao batente. Por enquanto, meu programa favorito aqui. O ‘Chaves. Tamo juntos, um abraço todo mundo aí — afirma o presidente no registro de 20 segundos.

A previsão dos médicos é que Bolsonaro se recupere por pelo menos cinco dias e, depois, possa viajar após dez dias. No hospital em que o presidente está, será montado um gabinete improvisado para que ele possa despachar. Enquanto o trabalho não é retomado, até terça-feira, o vice-presidente Hamilton Mourão ocupa a Presidência em caráter interino.

O vídeo publicado por Bolsonaro mostra uma bandeja com uma garrafa de água e uma xícara — a dieta dele, a partir desta segunda-feira, é estritamente líquida. De acordo com o boletim médico divulgado após o fim da cirurgia, que durou cinco horas, o estado de saúde do presidente é estável.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Assistiu Chaves ?????? Combina com ele, desorientado…..assistiu chaves????? Parece com ele desvairado…..assistiu chaves???? Vai acabar dormido no tambor…kkkkk…..IDIOTA PRESIDENTE, VOTAR NESSE DEBIO, MOSTRA A ESTRUTURA MENTAL DO NOSSO POVO…..PRECISAM SE TRATAR

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Relaxa, eles não suportam a vida real, resolveram criar um mundo paralelo e dele formam suas viagens. Talvez assim consigam viver sem ter que enfrentar os fatos e diminuir o tamanho do pesadelo que passam sem estar recebendo os recursos públicos que estavam acostumados.
      Os gritos vem de todos os lados e classes sociais, o aparelhamento estatal foi devastador para o país, embora tenha garantido os trocados a milhares e os milhões a poucos deles.

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Judiciário

Ação pede que Bolsonaro desbloqueie pessoas no Twitter

Foto: Reprodução

Uma ação popular pede que o presidente Jair Bolsonaro seja obrigado a desbloquear todas as pessoas que já bloqueou em suas redes sociais e que seja impedido de fazer novos bloqueios enquanto estiver no cargo.

O advogado Thiago Gomes Viana, autor da ação, alega que Bolsonaro usa suas redes sociais para anunciar medidas do governo e políticas públicas. Por isso, não pode impedir o acesso a elas, pois seria restringir o acesso à informação, direito garantido pela Constituição.

Leia mais aqui no Justiça Potiguar.

Opinião dos leitores

    1. Se você é o Presidente da República e utiliza o Twitter como meio de divulgação de medidas oficiais não pode. São escolhas ¯\_(ツ)_/¯

    2. Não pode bloquear porquê? A esquerda assim determinou? Onde existe essa regra que não pode bloquear?
      Desde quando alguma pessoa é obrigada a ficar lendo mentiras, recebendo acusações falsas, lidando com o mimimi dos derrotas, tendo que aturar o datafolha elegendo Haddad no terceiro turno, o ibope dizendo que corrupto tem 110% de aprovação popular?
      Quer dizer que na democracia existe a imposição de ter que ser submetido a vontade da esquerda?

    3. Carlindo, se o presidente é um Seguidor da lei, ele deve seguir o princípio da legalidade, como administrador que é.

      Então a pergunta deve ser: Qual lei permite bloquear os seguidores? Afinal, ele só pode fazer o que a lei permite

      A ação é a mesma que sofreu o presidente dos Estados Unidos e lá ele não pode bloquear.

  1. Tudo pode….eu já vi advogado processar Deus( EUA), o importante é sair do anonimato e tentar ganhar alguns clientes… melhor que ficar em portas de Delegacia e da audiência de custódia… Parabéns pela iniciativa de marketing!

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Educação

“LIBERDADE”: Bolsonaro assina MP que cria carteira de estudante digital gratuita; entenda em 8 pontos

Cerimônia de assinatura da carteirinha de identificação estudantil — Foto: TV Globo

O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou nesta sexta-feira (6) uma medida provisória que cria uma carteirinha estudantil digital. Chamado “ID Estudantil”, o documento valerá para alunos dos ensinos fundamental, médio ou superior.

Entenda em 8 pontos

Emissão será gratuita por meio de lojas de aplicativo no celular

Caixa Econômica vai oferecer o documento físico de graça

Emissão está prevista para começar em 90 dias para o ensino superior e até seis meses para alunos da educação básica

MP não prevê veto à emissão de carteirinhas por Une, Ubes e outras entidades

Estudante que emitir o “ID Estudantil” vai ter que fornecer dados para banco do MEC

Sem citar entidades, Bolsonaro diz que MP é “bomba” e evita que “certas pessoas” promovam o socialismo nas universidades

Em maio, polêmica sobre as carteirinhas levou a demissão do presidente do Inep

Documento permite que estudantes paguem meia entrada em shows, teatro, cinema e outros eventos culturais

Nas lojas em 90 dias

A carteirinha poderá ser baixada gratuitamente nas lojas Google Play e Apple Store. Elas serão usadas na tela do celular, sem necessidade de impressão. Quando for necessário, o documento físico será emitido em parceria com a Caixa Econômica Federal.

Assim como a carteirinha tradicional, o documento permite que estudantes paguem meia entrada em shows, teatro, cinema e outros eventos culturais. A emissão, no entanto, só começa 90 dias após a assinatura da MP e publicação no Diário Oficial.

Segundo o secretário-executivo do MEC, Antônio Paulo Vogel, o prazo de 90 dias descrito na MP deve valer apenas para o ensino superior. Para outras etapas (ensino fundamental, médio, técnico e profissional), o início da emissão pode levar até seis meses, em razão da demanda.

O projeto é conhecido desde a equipe de transição do governo Bolsonaro, que propôs a centralização dos documentos como forma de desidratar o orçamento do movimento estudantil.

Sem citar o nome de entidades, o presidente fez críticas aos representantes dos estudantes e disse que o atual modelo de emissão das carteirinhas colabora com a defesa do socialismo.

“Essa lei de hoje, apesar de ser uma bomba, é muito bem vinda, vem do coração. E vai evitar que certas pessoas, em nossas universidades, promovam o socialismo. Socialismo esse que não deu certo em lugar nenhum do mundo, e devemos nos afastar deles” – Jair Bolsonaro, presidente

O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, citou diretamente as entidades estudantis.

“Instituições como a UNE e outras, impregnadas por uma esquerda… O que nós estamos fazendo hoje é libertar cada jovem, cada estudante. Não pagar dinheiro nem para UNE nem para Ubes, para quem quer que seja. Basta acessar a internet e fazer o cadastro”, afirmou o ministro.

Sem entidades

Atualmente, uma lei de 2013 prevê que a carteirinha seja emitida por entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). Ambas cobram R$ 35 pela carteira, além do frete.

Esse serviço é uma das principais fontes de recursos das entidades. A UNE fica com 20% do valor (R$ 7), e a Ubes, com 25% (R$ 10,50). A TV Globo aguarda retorno das duas organizações sobre o número de carteirinhas emitidas nos últimos anos.

Além de UNE e Ubes, a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), as entidades estudantis municipais e os diretórios estudantis e acadêmicos das faculdades também podem emitir o documento.

‘Não estuda nem trabalha’

Bolsonaro afirmou que há “muitos estudantes pobres” para os quais o custo atual de R$ 30 para emissão das carteirinhas “faz diferença”. Na sequência, fez contas para mostrar o valor que seria arrecadado pelas entidades estudantis.

“Eu não sei quantos têm carteira no Brasil, vou chutar aqui uns 20 milhões. Se botaram aí R$ 20, vai dar quanto? R$ 400 milhões. Talvez seja um pouco menos, que seja R$ 100 milhões. São R$ 100 milhões que deixam de sair do bolso de quem trabalha, para ir para o bolso de quem não estuda, nem trabalha” – Jair Bolsonaro

O presidente ainda associou a medida à conquista da “liberdade estudantil”.

“Estou feliz também por poupar o trabalho de uma minoria que representa os estudantes. Eles nem vão trabalhar mais, afinal de contas, agora o seu tempo laboral será zero. Não teremos mais uma minoria para impor certas coisas em troca de uma carteirinha”, afirmou Bolsonaro.

O secretário de Ensino Superior, Arnaldo Barbosa de Lima, diz que não vão faltar recursos. “Foi um erro histórico se manter distante dos nossos estudantes, dos nossos clientes. Não faltarão recursos para os nossos estudantes, não contingenciamos recursos da assistência estudantil”, disse Lima, sem citar os bloqueios de recursos para universidades e livros didáticos.

Ministro diz que espera desbloqueio de 1/3 da verba da Educação nos próximos 2 meses
Capes corta 5.613 bolsas a partir deste mês e prevê economia de R$ 544 milhões em 4 anos

Cadastro unificado

No material divulgado à imprensa, o Ministério da Educação afirma que o estudante que fizer a carteirinha digital terá que concordar em ceder seus dados pessoais “para a composição do cadastro unificado e para utilização no ciclo das políticas públicas estudantis”.

Segundo o MEC, esses dados vão compor uma base unificada, junto com informações como o histórico escolar e a frequência do aluno em sala. O ministério pretende usar essas informações, tanto de modo agrupado quando de um aluno específico, para “formular políticas” e acompanhar o desempenho dos estudantes.

Demissão

Em maio, uma polêmica sobre as carteirinhas levou à demissão do então presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Elmer Vicenzi.

O instituto é responsável pelas principais avaliações de grande porte do país, como o Enem e o Revalida. O MEC queria usar o banco de dados dessas inscrições para a emissão dos documentos estudantis.

O pedido de mudança nas regras de sigilo, para que esse acesso fosse liberado, chegou a ser feito por Vicenzi. Representantes de uma diretoria do Inep e da área jurídica emitiram pareceres contrários, e foram exonerados à época.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Eita porra, lascou as entidades estudantis que pegavam o dinheiro dos estudantes através da emissão da carteira de estudante para torrar com farras e badernas para beneficiar o PT. Medida aceleradíssima do Presidente Bolsonaro.

  2. Socialismo????PQP esse asno relincha e as ienas e papagaios replicam aqui nesse blog as imbecilidades que ele propaga…..PARABÉNS aos jumentos de plantão!

  3. Esse pr ausente é foda!!! Enquanto o PT dava esmola, Bolsonaro tá dando dignidade…..
    Daqui uns anos, vc vai procurar petistas como procura agulha no palheiro….

    1. Dignidade? Você é sao mentalmente? O Bozo tá destruindo o Brasil e um imbecil como você aplaudindo com as patas. Mas o bom é que durará pouco…

  4. Gostei, vamos acabar com o socialismo nas instituições privadas também. Carteira gratuita acima de tudo e dados pessoais de todos os estudantes para o governo.

    1. Os petistas de iPhone esquecem que já fornecem todos os dados para todo tipo de aplicativo!

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Judiciário

VÍDEO: “Acho que dei sorte, acho que escolhi o melhor”; o “desabafo” de Bolsonaro sobre a indicação do novo PGR

Logo após a repercussão da indicação de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República, nessa quinta-feira(06), o presidente Jair Bolsonaro dirigiu-se até a famosa grade e falou com seus apoiadores.

Bolsonaro pediu voto de confiança e disse saber o que está fazendo. O presidente pediu para dar um tempo para o novo PGR, e comparou nova parceria com casamento. Confira abaixo o “desabafo”.

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Judiciário

Ministério Público prorroga 2º inquérito sobre facada em Bolsonaro

 Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

O procurador Marcelo Medina, do Ministério Público Federal de Minas Gerais, decidiu prorrogar o segundo inquérito que investiga as circunstâncias do atentado a faca sofrido pelo presidente Jair Bolsonaro, há um ano, ainda durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG).

Adélio Bispo que, segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, confessou ter sido o autor da facada, foi preso no mesmo dia.

O procurador acatou o pedido feito pelo delegado da Polícia Federal, Rodrigo Moraes. Medina prorrogou a investigação por 90 dias para inquirição de contato de Adélio Bispo e produção de informação acerca de suas redes sociais. E também, caso autorizado pelo TRF, conclusão da linha de investigação relacionada ao suposto terceiro contratante da Defesa.

A prorrogação nesse caso não dependeu de autorização judicial e foi feita diretamente pelo procurador porque não envolveu nenhuma diligência que exigisse aval do judiciário. Segundo fontes da investigação, esse inquérito está tramitando somente entre a Polícia Federal e MP.

G1

 

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Política

Inquérito sobre Hélio Negão teria motivado “guerra de Bolsonaro” contra cúpula da Polícia, diz Veja

Há 12 dias, presidente esbravejou contra uma bomba que estava ‘para estourar’ contra ‘uma pessoa importante que está do meu lado’ . Foto: (Antonio Cruz/Agência Brasil)

Uma investigação da Polícia Federal contra Hélio Negão, o deputado amigo de Jair Bolsonaro, é o verdadeiro motivo da guerra do presidente com a instituição. Há 12 dias, ele esbravejou no portão do Palácio da Alvorada referindo-se a uma bomba que estava “para estourar” em “uma pessoa importante que está do meu lado”.

O recado era para a PF do Rio, pilotada por Ricardo Saadi. Lançado a prefeito do Rio por Bolsonaro, Negão virou alvo dos agentes por pecados que teriam sido cometidos há mais de quinze anos. Alertado pelo amigo, Bolsonaro viu no caso uma ação da PF para tentar intimidar seu grupo político — e não perdoou.

Na PF, fala-se que uma ala da polícia mirou em Negão justamente para queimar Saadi no Planalto. O tiro, no entanto, atingiu o diretor Maurício Valeixo.

Radar Veja – Robson Bonin

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Judiciário

Em live semanal com presença de Moro, Bolsonaro explica e defende escolha de Aras para a PGR

Live no Facebook, nesta quinta-feira (5) – Jair Bolsonaro/Redes Sociais

O presidente Jair Bolsonaro aproveitou a sua live semanal no Facebook, na noite desta quinta-feira (5), para defender a indicação do subprocurador-geral Augusto Aras para comandar a Procuradoria Geral da República (PGR). A indicação foi formalizada mais cedo pelo presidente.

Ao mencionar as críticas que tem recebido de parte de seus eleitores, por causa da escolha, Bolsonaro reforçou que o indicado tem compromissos em diferentes áreas de atuação. “Não basta apenas ter alguém lá que combata a corrupção. Tem que combater a corrupção? Tem. Mas tem também que ser sensível às outras questões”, disse.

O presidente disse que a questão ambiental teve um peso na escolha do nome. “Vamos supor que a gente bote alguém lá que não pode ver uma vara de bambu sendo cortada que já processa todo mundo. Como é que ficaria alguém que tivesse uma visão muito radical na questão ambiental? Como é que ficaria o agronegócio no Brasil?”, acrescentou Bolsonaro.

Para o presidente, alguém com uma visão, segundo ele, “radical” sobre o meio ambiente também poderia comprometer projetos de infraestrutura no país. “Quantas vezes você teve conhecimento, e ainda no momento, [quando] você quer rasgar uma estrada e entra o Ministério Público alegando as condições ambientais, dificulta e aquela estrada leva 5, 6, 10, 15 anos ou não sai?”, indagou.

Bolsonaro pediu que seus apoiadores deem uma chance e aguardem o desempenho do futuro PGR antes de fazerem juízo de valor sobre a escolha. “Dá uma chance para mim. Você acha que eu quero botar alguém lá para atrapalhar a vida do Brasil?”.

Abuso de autoridade

Participaram da live ao lado do presidente os ministros Sergio Moro (Justiça e Segurança Pùblica), Wagner Rosário (Transparência e Controladoria Geral da União), Jorge Oliveira (Secretaria Geral da República) e André Mendonça (Advocacia Geral da União). Cada um deles se alternou em defesa dos vetos presidenciais, anunciado hoje, ao projeto de lei sobre abuso de autoridade. No total, o presidente vetou 36 dispositivos em 19 artigos da norma.

“A palavra final depende do Congresso. O que nós sancionamos, uma vez publicado, passa a ser lei. O que nós vetamos vai para apreciação do Congresso. Essa é a regra do jogo, sempre foi assim”, destacou Bolsonaro. Para derrubar os vetos, o Congresso Nacional, em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, precisará de quórum qualificado, com maioria de 257 votos, contra cada um dos dispositivos. Se esse número de votos contrários não for atingido, o item vetado é mantido.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O trabalho do PGR não é agradar direita ou esquerda. Vocês estão tão acostumados com a DESTRUIÇÃO da justiça feita nos últimos tempos que são pensam nisso. Será que ele tá do nosso lado ou do deles? Povo burro só presta se dando mal.

  2. Entre as várias desconstruções criadas contra Aras tudo leva a crer que o procurador escolhido está incomodando muito a esquerda que desde a primeira vez que tocaram no nome dele, imediatamente entrou em funcionamento a fábrica de fake news (isso agora é crime).
    Uma das mentiras lançada foi que Moro seria contra a indicação de Aras, como se vê na voto, tão contra que foi participar da fala de Bolsonaro em apoio a Augusto Aras.
    Na verdade a esquerda está batendo cabeça nos bastidores com essa indicação, estão loucos, soltando fogo pelas ventas. Já a turma do STF, bem mais equilibrada, faz de conta que estão apoiando o nome, mas tem uns 05 ministros que colocaram a barba de molho com a confirmação da indicação de Aras.
    Pelo esperneio visto, diante da gritaria existente, o Procurador Augusto Aras pode dar muita dor de cabeça aos corruptos e seus apoiadores.

    1. Aras já:
      * Falou mal da LavaJato
      * Elogiou Che Guevara
      * Deu festa para petistas enrolados na LavaJato
      * Defendeu o MST
      * É apoiado por Toffoli, Maia e Alcolumbre
      Não é a esquerda que está batendo na escolha do presidente e sim quem não queria uma figura destas como PGR.

    2. Gaius vamos deixar bem claro:
      O Basil não sabe quem é Augusto Aras, salvo o que foi propositalmente colocado contra ele.
      Aras foi a uma festa onde haviam pessoas do PT e ele tirou fotos, o que tem de errado nisso? O problema é que inverteram a situação da festa e colocaram como ele tendo promovido, isso é falso.
      Ele não elogiou CHE, apenas repetiu uma frase dita pelo revolucionário e sim de um escrito latino.
      Não falou mal da lava jato e sim fez ponderações sobre a operação, qual problema nisso? Tem que concordar 100%?
      Distorceram o que ele falou sobre o MST, as palavras foram em um sentido e colocaram outro, bem ao estilo da esquerda.
      A esquerda plantou situações falsas e muitos na direita, de forma irresponsável, começaram a falar sem antes pesquisa a veracidade. Quem repete o que a esquerda divulga, tem 99% de chance de mentir.
      Você já pesquisou o perfil dos 03 candidatos existente na lista tríplice da PGR?
      Citando apenas o primeiro da lista, o Procurador Mário Bonsaglia, lembra dele? Aquele que corou quando José Dirceu foi preso, era o favorito na corrida, entendeu o jogo?

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Política

`Presidentes com “postura” foram responsáveis pela destruição do Brasil´, diz Bolsonaro, sobre cobrança por “palavras bonitas e etiqueta”

Nesta quinta-feira(05), o presidente Jair Bolsonaro(PSL), criticou quem considera o seu jeito ou forma de comunicar ou agir como inadequada para a função. `Presidentes com “postura” foram responsáveis pela destruição do Brasil que estamos reconstruindo. Enquanto se preocuparam com palavras bonitas e etiqueta, esqueceram de pegar firme contra a criminalidade, a corrupção, a destruição da família e os ataques à soberania do Brasil´. Veja abaixo íntegra.

Opinião dos leitores

  1. Esse PREGUIÇOSO, BURRO, DESVAIRADO, BUNDAO….SE ACHA, UM BOSTA QUE ROUBOU OS COFRES PUBLICOS JUNTAMENTE COM OS FILHOS MILHOES, QUE SER PURITANO PARA ENGANAR OS BESTAS…..VAI CATAR LUA DENTRO DO OCEANO DEBIL MENTAL

  2. Talvez vc saiba quem teve postura desviar bilhões do Brasil e ainda tem acéfalos a defender, claro, sem nenhum argumento…a não ser a saudade da mamada hahahaha

  3. Muito bem presidente! Então comece a combater a corrupção na própria pele, dentro de casa, tanto do seu filho, como do seu velho amigo e empregado dele, o Queiroz! Aí sim, prova o q diz combater!

  4. Petistas desviaram 1 trilhão de reais da Petrobrás, BNDS, Caixa, BB, Correios, INSS, etc, e ainda querem ter postura de honestos ? É muita cara de pau, muita hipocrisia!

  5. Bolsonaro x Queiroz
    Lula x Eike
    OIT
    Odebrecht
    Braskem
    Bumlai
    Cabral
    Mantega
    Palocci
    Temer
    Cunha
    Rose
    Vaccari
    Genoíno
    Gleise
    Lindemberg
    Vaccari e outros….
    Fora as ditaduras mundo afora.

  6. Sabe qual a diferença do mito para Lula, Dilma e Temer? Nenhuma. O tempo mostrará isso. Vocês foram feitos de troixa.

  7. Bolsonaro acaba de ser consagrado pelo bispo Edir Macedo. Esperar o que de uma pessoa dessa ……

    1. Chora não vagabundo…vá aprender a trabalhar, esqueci , vocês são do partido dos trabalhadores mas não sabe a cor da CARTEIRA DE TRABALHO,seu mestre está na cadeia aonde não sairá tão cedo, e outra , vagabundo adora vagabundo

    2. O que o tal Queiroz tem haver com isso? Deixa de ser doente, egoista e babaca!

    3. Talvez vc sai quem teve postura desviar bilhões do Brasil e ainda tem acéfalos a defender, claro, sem nenhum argumento!!

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Judiciário

Bolsonaro escolhe Augusto Aras para PGR

Roberto Jayme/Ascom/TSE

O presidente Jair Bolsonaro escolheu nesta quinta-feira (5) o subprocurador-geral Augusto Aras para substituir Raquel Dodge na PGR (Procuradoria-Geral da República) e comandar o MPF (Ministério Público Federal).

Após a formalização da indicação, o nome de Aras será enviado ao Senado Federal, onde será sabatinado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e precisará ser aprovado pelo plenário da Casa antes de se tornar futuro procurador-geral.

Ao escolher Aras para o cargo, o presidente não segue a lista tríplice da ANPR (Associação Nacional de Procuradores da República). Os nomes apontados foram os subprocuradores-gerais Mario Bonsaglia e Luiza Frischeisen e o procurador-regional da República Blal Dalloul.

Com a rejeição dos nomes, Bolsonaro é o primeiro presidente da República a não acatar o desejo dos procuradores ao escolher o comandante do Ministério Público desde 2001, quando o procedimento foi iniciado. Apesar de figurar fora da lista tríplice, Aras era cotado como um dos favoritos para assumir o cargo.

Em entrevista ao R7 no mês de agosto, Aras disse que caso fosse o escolhido por Bolsonaro iria aplicar o padrão Lava Jato de combate à corrupção em todo o Ministério Público, estendendo para Estados e municípios.

“Nós precisamos, sim, de um chefe do MPF e da MP da União que seja capaz de cumprir a Constituição. Capaz de agir com impessoalidade. Capaz de imprimir à sua gestão com transparência e impessoalidade. Capaz de passar as suas mensagens a todo órgão público. Precisamos de um MP que faça jus ao termo que usa e intitula cada membro de procurador da República”, afirmou Aras.

Quem é?

Nascido no dia 4 de dezembro de 1958, Antônio Augusto Brandão de Aras é advogado, doutor na área direito constitucional e mestre em direito econômico. Atualmente, divide o cargo de subprocurador-geral da República com as aulas de direito eleitoral e direito privado na Universidade de Brasília.

Aras ingressou no Ministério Público Federal em 1987 e foi procurador regional eleitoral na Bahia (1991/1993); representante do MPF no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) (2008/2010) e Corregedor Auxiliar do MPF (2012/2013).

Durante sua gestão à frente do Cade, o órgão foi considerado a melhor agência antritruste das Américas. Além disso, Aras já recebeu demonstrações de reconhecimento de sua atuação por meio de moções, medalhas e diplomas de mérito em distintos Tribunais do Brasil.

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Moro se aliou ao MPF na Lava Jato. Agora, demonstra desprezo pela instituição ao endossar um PGR de fora da lista tríplice, sem interlocução com a categoria e que aparentemente se afasta do que deveria ser o cerne do Ministério Público: a defesa dos direitos da sociedade.

  2. Cada vez mais esse PR procura se blindar de todas as formas, ele e a sua família perfeita. De que será que eles têm medo? Indicar um Procurador por razões pessoais é muito tendencioso e perigoso. Claro, menos para eles!

  3. isto também é fruto do desprezo pelo estado democrático de direito que boa parte do MPF ajudou a semear nos últimos anos. o desprezo pela Constituição, pelas instituições, pela tripartição dos poderes. a demonização irresponsável da política.

    vcs agora colhem o fruto.

  4. É isso aí têm que estender aos Estados e Municípios não ficar pedra sobre pedra.

  5. Tomara que seja um cabra honesto que bote os Bolsonaro na cadeia junto de todos os outros ladrões. Vermelhos, verdes e azuis.

  6. TENTARAM DE TODA FORMA INVIABILIZAR ESSA INDICAÇÃO.
    CONSTRUÍRAM UMA NARRATIVA QUE O SENHOR ARAS ERA DE ESQUERDA, POR POUCO ALGUNS BLOGS E SITES NÃO COLOCARAM UMA FOTO DELE COM POLÍTICOS DA ESQUERDA.
    PARECE QUE O MEDO COM ELE NA PGR É GRANDE.
    PARECE QUE O SENHOR ARAS CAUSA PAVOR EM MUITA GENTE, ASSIM COMO BOLSONARO É REJEITADO PELOS CORRUPTOS.
    SERÁ QUE VEM PRO AÍ MAIS UM LINHA DURA?
    BOLSONARO INDICARIA ALGUÉM QUE NÃO PASSOU PELA INTELIGÊNCIA DO EXÉRCITO?
    O PROCURADOR DEVE TER TIDO A VIDA COLOCADA PELO AVESSO ANTES DE SAIR A ESCOLHA. POR ENQUANTO A ÚNICA COISA QUE SE TEM É A REJEIÇÃO DE ALGUNS AO NOME, O QUE PODE SER UM EXCELENTE INDICATIVO.

    1. SERÁ MESMO ALEXANDRE?
      DE BLINDAGEM OS POLÍTICOS CORRUPTOS ENTENDEM COMO POUCOS.
      ATÉ METADE DE 2016 TIVEMOS CORRUPTOS BLINDADOS PELO PODER E DEPOIS DISSO, ESTÃO SE TORNANDO LÍDERES DE PROCESSOS POR CORRUPÇÃO.

    2. Por acaso o senhor acha que a família Bolsonaro são corruptos ? ?

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Diversos

Bolsonaro sanciona Lei do Abuso de Autoridade com 36 vetos em 19 artigos

O presidente Jair Bolsonaro durante entrevista à imprensa na portaria do Palácio da Alvorada — Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei do Abuso de Autoridade com vetos a 36 dos 108 dispositivos aprovados pelo Congresso. Os 36 itens vetados estão contidos em 19 artigos. A lei e os vetos foram publicados em edição extra no “Diário Oficial da União”.

O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional em agosto e define cerca de 30 situações que configuram o abuso, além das punições correspondentes.

Mais cedo, em discurso no Palácio do Planalto, Bolsonaro já havia dito que faria os 36 vetos ao texto. Ele argumentou que concorda com o combate ao abuso de autoridade, mas, segundo o presidente, o “remédio” não pode ser excessivo “para não matar o paciente”.

Críticos ao texto aprovado pelo Congresso afirmam que o projeto poderia ser um obstáculo para o trabalho de juízes, procuradores e policiais, além de atrapalhar o combate à corrupção.

Esta quinta era a data-limite para Bolsonaro sancionar o projeto integralmente ou apresentar vetos. Nos últimos dias, ele foi alertado de que uma quantidade de vetos que desfigurasse o texto poderia causar desgaste com o Congresso. Por outro lado, o presidente não quer passar uma imagem à população de que o governo está aliviando o combate à corrupção.

No discurso no Planalto, o presidente disse que, ao tomar a decisão dos vetos, não buscou “fazer média” com a população nem afrontar o Congresso.

O presidente bateu o martelo dos vetos após uma reunião na terça-feira (3) com os ministros André Luis Mendonça (Advocacia-Geral da União), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) para definir os vetos.

Agora, com a sanção da lei e a publicação dos vetos, caberá ao Congresso Nacional manter ou derrubar a decisão do presidente da República em sessão conjunta, formada por deputados e senadores.

Repercussão do projeto

Nas últimas semanas, entidades vinham se manifestando favoravelmente ou de maneira contrária ao projeto.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por exemplo, afirmou que a proposta era “equilibrada” e “significa a subordinação de todos, inclusive dos mais poderosos, ao império da lei”.

Segundo o secretário-geral-adjunto da OAB, Ary Raghiant Neto, a entidade defendia a manutenção do trecho que trata da inviolabilidade das prerrogativas dos advogados porque desde 1994, quando foi aprovada a lei que trata do estatuto da OAB, há um “grande histórico de desrespeito” a essas prerrogativas.

“A OAB luta para criminalizar a violação das prerrogativas justamente porque temos um histórico desde 1994 de reiteradas violações. Então, para nós, esse é o carro-chefe, numa compreensão de que isso reequilibra o processo democrático”, afirmou Neto ao G1.

A Associação dos Juízes Federais (Ajufe), por outro lado, argumentou que o texto do Congresso visava “enfraquecer o combate à corrupção”, além de “prejudicar fortemente” as instituições.

Para o presidente da Ajufe, Fernando Mendes, Bolsonaro deveria vetar oito artigos, entre os quais o que criminaliza a violação das prerrogativas dos advogados.

“Já existem, no ordenamento jurídico, mecanismos aptos a garantir as prerrogativas da advocacia, portanto, é desnecessário apelar para o Direito Penal. Além de afrontar o caráter fragmentário do Direito Penal, a previsão é desproporcional e desarrazoada”, afirmou.

G1

 

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