Governador do Amapá, Waldez Góes, com o presidente francês, Emmanuel Macron, e Rodolphe Alexandre, presidente da coletividade da Guiana Francesa Foto: Divulgação
Sem a presença oficial do Brasil, o presidente da França, Emmanuel Macron , liderou nesta segunda-feira a principal reunião sobre o futuro da Amazônia , em Nova York.
O encontro acontece em meio à agenda da Cúpula do Clima nas Organizações das Nações Unidas ( ONU ), na cidade americana. Jair Bolsonaro chega à cidade no começo da tarde desta segunda, e Macron criticou a ausência do país na conferência.
— Vamos falar francamente. Estamos discutindo tudo isso sem o Brasil presente. O Brasil é bem-vindo. Todos nós queremos trabalhar — disse o francês, afirmando que busca “soluções políticas” para seguir adiante.
Em seu discurso, citou ainda que as florestas tropicais estão desaparecendo rapidamente e que as queimadas têm aumentado. Complementou dizendo ter legitimidade para liderar as discussões em função da Guiana Francesa, e criticou a postura do Brasil em relação ao Fundo Amazônia.
— Vamos falar do Fundo Amazônia. O Brasil nao está levando a sério esses critérios — disse o francês, citando a suspensão das doações de Alemanha e Noruega.
Chanceler da Alemanha, Angela Merkel também discursou no evento, mencionando os investimentos na floresta amazônica. Sem citar especificamente o Brasil ou a suspensão do Fundo Amazônica, disse que os doadores devem cobrar metodologia para garantir resultados.
— Como disse Macron, Nao estamos aqui só para dar dinheiro (…). Precisamos estabelecer uma metrologia que seja aprovada para dar resultados — observou.
Também participam da reunião os presidentes da Colômbia, Iván Duque, do Chile, Sebastián Piñera, e da Bolívia, Evo Morales.
O ator Harrison Ford, vice-presidente da Conservação Internacional, criticou o desmatamento da Amazônia e disse que preservar a floresta é fundamental para qualquer debate sobre mudança do clima.
— A ganância está ganhando a batalha na Amazônia — disse o ator.
Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk pediu união aos países pela preservação e reforçou que as nações europeias estão dispostas a financiar projetos para a floresta. Segundo ele, as recentes queimadas na região tiraram o mundo da “letargia”.
— Queimadas em florestas são uma tragédia. Não importa o tamanho. Precisamos desse choque como esses incêndios para sair do estado de letargia. Nao quero dar lição de moral em ninguém. Nossa história é desmatamento para criar indústria, mas queremos ajudar a manter a floresta. Até as crianças sabem da importância delas para o futuro — disse Tusk.
Waldez Góes não seja um entreguista descarado, honre aqueles que morreram impedindo a França de ocupar o Brasil. Já tentaram 2 vezes, uma vez pelo RJ e outra pelo Maranhão, quero ver esse sorriso na hora que a água bater no teu pescoço, quando ameaçarem tomar o Amapá pela Guiana.
O presidente Jair Bolsonaro durante transmissão de cargo ao vice-presidente, Hamilton Mourão, na manhã desta segunda-feira (23), antes de viagem aos EUA — Foto: Alan Santos/Presidência da República
O presidente Jair Bolsonaro embarcou na manhã desta segunda-feira (23) para Nova York (EUA), onde participará da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O presidente deixou o Palácio da Alvorada às 6h30. O avião da comitiva presidencial decolou pouco depois da Base Aérea de Brasília.
Tradicionalmente, desde 1949, cabe ao Brasil abrir o debate geral, e Bolsonaro tem dito que defenderá a “soberania nacional” e a atuação do governo na Amazônia (veja no vídeo abaixo).
Em uma transmissão ao vivo em uma rede social, na semana passada, Bolsonaro disse estar “na cara” que ele será cobrado por outros chefes de Estado na questão ambiental. Diante disso, afirmou que fará um discurso “bastante objetivo” sobre a Amazônia (leia detalhes mais abaixo).
O presidente também disse que não vai “fulanizar” ou “apontar o dedo para nenhum chefe de Estado”. Ele afirmou ainda que, vendo discursos de outros presidentes brasileiros na ONU, concluiu que “se falava, falava e não se dizia nada”.
Pela agenda informada pela Presidência, Bolsonaro embarca para Nova York nesta segunda-feira e retorna ao Brasil na quarta (25). Inicialmente, o presidente iria também a Dallas, no estado do Texas, para se reunir com empresários do setor de tecnologia, mas a viagem foi cancelada.
Entre outras pessoas, integrarão a comitiva de Bolsonaro a primeira-dama, Michelle, os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o médico Ricardo Camarinha, que avaliou o quadro clínico de Bolsonaro nesta semana.
Durante a viagem de Bolsonaro, o vice-presidente, Hamilton Mourão, assumirá o exercício da Presidência da República. A transmissão de cargo foi registrada na manhã desta segunda.
Meio ambiente
A estreia de Bolsonaro na ONU gerou expectativa em razão da crise diplomática e ambiental provocada pelas declarações do presidente em razão do aumento das queimadas na Amazônia.
Nos últimos meses, o presidente fez declarações críticas à Alemanha e à Noruega e chegou a trocar farpas públicas com o presidente francês, Emmanuel Macron, que deixou em aberto uma possível discussão sobre status internacional para a Amazônia.
Macron chegou a anunciar a intenção do G7, grupo que reúne as sete principais economias do mundo, de destinar ao Brasil US$ 20 milhões, mas Bolsonaro questionou a motivação do envio e afirmou que o montante era uma “esmola”.
Bolsonaro chegou a afirmar, sem apresentar provas, que organizações não-governamentais (ONGS) estariam envolvidas nas queimadas na Amazônia a fim de desgastar o governo, declaração contestada por ambientalistas.
Discursos de ex-presidentes
De acordo com o acervo da Fundação Alexandre de Gusmão (Funag), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores, Bolsonaro será o oitavo presidente brasileiro a discursar na Assembleia Geral da ONU – o primeiro foi João Baptista Figueiredo, em 1982.
De acordo com levantamento do G1, a soberania nacional e preservação da Amazônia foram temas abordados por todos os antecessores de Bolsonaro na ONU.
Além de Bolsonaro e Figueiredo, também discursaram no debate geral da assembleia da ONU os ex-presidentes Michel Temer, Dilma Rousseff, Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor e José Sarney. Ao todo, de 1982 a 2018, foram 20 discursos de presidentes brasileiros.
Michel Temer (2016): Temer assumiu a Presidência em razão do impeachment de Dilma Rousseff. Como à época os apoiadores de Dilma chamavam o processo de “golpe”, alegando que não havia crime de responsabilidade, Temer usou o primeiro discurso na ONU, em 2016, para dizer que o processo de impeachment “transcorreu dentro do mais absoluto respeito à ordem constitucional”. Temer ainda disse que preocupava a “ausência de uma perspectiva de paz entre Israel e Palestina”, acrescentando que o Brasil apoia a convivência pacífica na região.
Dilma Rousseff (2011): Primeira mulher a fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, em 2011, Dilma afirmou na ocasião que o fato representava a “inauguração” da “voz da democracia”. À época, a então presidente também exaltou o papel feminino na sociedade e o reflexo disso na representação política, acrescentando que o Brasil estava pronto para assumir um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. Dilma disse ainda que já havia chegado o momento de “termos a Palestina aqui representada a pleno título”.
Lula (2009): No último discurso na ONU como presidente do Brasil, Lula enfatizou que o momento, de crise financeira mundial, exigia dos países a adoção de “audaciosos” programas sociais e de desenvolvimento. Destacou, então, que o governo brasileiro havia aprofundado os programas sociais, “especialmente os de transferência de renda”, além de aumentado o salário mínimo acima da inflação. Lula também defendeu a atuação da ONU na garantia da “coexistência de um Estado Palestino com o Estado de Israel”.
Fernando Henrique (2001): O discurso na ONU ocorreu dois meses após o atentado de 11 de setembro. Fernando Henrique prestou solidariedade aos americanos e disse que o país vivenciou a “ação mais contrária ao diálogo”, “um golpe vil e traiçoeiro” contra “todos os povos amantes da paz e da liberdade”. Ele colocou o Brasil à disposição para abrigar refugiados afegãos e pregou ações contra tráfico de drogas e armas e lavagem de dinheiro. Fernando Henrique ainda disse apoiar a “constituição de um Estado Palestino democrático”.
Fernando Collor (1990): Collor estreou na ONU em 1990 e afirmou que era uma “tarefa urgente” para a América Latina solucionar o problema da dívida externa, pois a recuperação econômica dos países era um “imperativo incontornável”. O presidente disse que tinha o “compromisso” de “derrotar a inflação” e de “garantir o funcionamento” da democracia. Ele ainda criticou o protecionismo, classificado como “deplorável”, praticado por países mais riscos em um “cenário de subnutrição que atinge boa parte da humanidade”.
José Sarney (1985): Primeiro presidente após a ditadura militar, Sarney estreou na ONU com a defesa de uma negociação “política” para a dívida externa. “O Brasil não pagará a dívida externa nem com a recessão, nem com o desemprego, nem com a fome”, disse. Segundo ele, pagar a dívida com “altos custos sociais e econômicos” faria o país “abdicar da liberdade”. Sarney declarou que o Brasil saiu da ditadura pela “capacidade de conciliar” e reforçou a “total condenação” ao apartheid, política de segregação racial em vigor à época na África do Sul.
João Figueiredo (1982): Primeiro presidente a falar na Assembleia Geral, Figueiredo lançou um apelo à paz e criticou a política de correção das dívidas externas. “A política econômica das grandes potências está destruindo riquezas sem nada construir em seu lugar”, disse. Para ele, o Oriente Médio só encontraria a solução de conflitos com o reconhecimento do “direito do povo palestino a um Estado soberano”. Ainda frisou a soberania da Argentina nas ilhas Malvinas e defendeu o diálogo com o Reino Unido para solucionar a disputa territorial.
Ômi esse bolsonaro é o cão chupando manga, fala na onu, costurou os " acordo comercial Mercosul/união europeia", "brasil/EUA, reforma da previdência e tributária, abertura pra investimento de capital externo no pré sal, pensando em privatizar correios, bb, cef, Petrobrás, furnas… Pense, vamos passar a economia Francêsa. Hehehe
O camarada com esse nome , não tem credibilidade e nem moral pra falar do presidente do Brasil eleito por 57 milhões de eleitores …. Lula tá preso babaca!!!!
Em seu primeiro evento público desde a cirurgia realizada no último dia 8, Jair Bolsonaro assina agora a MP da Liberdade Econômica.
O texto reduz burocracia para facilitar o funcionamento de empresas e muda regras trabalhistas. O governo prevê que a nova lei gere 3,7 milhões de empregos em 10 anos.
“Eu vejo a esquerda potencializando a questão de direito, nada de deveres. Falei com o Paulo Guedes, devemos estudar um projeto, a minha primeira empresa. Quem cria emprego não é o governo, nós queremos dar meios para as empresas terem confiança de abrir um negocio e, se der errado lá na frente, desistir e não ter que fugir da polícia para não ser preso. Não temos outro caminho. Temos de fazer o que estamos fazendo, deixar que o Estado pare de atrapalhar quem produz.”
A equipe do presidente Jair Bolsonaro avalia que os responsáveis pela articulação que viabilizou a aprovação do projeto de reforma partidária e eleitoral na Câmara, na noite de quarta-feira, devem ser frustrados por vetos a itens do texto. O chefe do Executivo terá 15 dias úteis para decidir se sanciona a matéria, contados da data do recebimento pela Presidência, o que ainda não ocorreu. O texto já começou a ser analisado pela Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ) da Presidência, comandada pelo ministro da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira.
Para valer a tempo das eleições do ano que vem, o projeto precisa ser sancionado pelo presidente da República até 4 de outubro. O prazo apertado foi usado como justificativa pelos parlamentares – entre eles o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) – para aprovar o texto às pressas.
Na terça, o Senado reduziu o projeto ao dispositivo que regulamenta o fundo eleitoral com recursos públicos. Cerca de 24 horas depois, os deputados retomaram o texto que haviam aprovado há duas semanas quase na íntegra, retirando apenas quatro dos itens que provocaram mais críticas de entidades que defendem transparência.
A matéria afrouxa regras de fiscalização de contas das legendas e impõe um teto às multas para as que descumprirem a prestação de contas, entre outras alterações da legislação.
De acordo com um interlocutor frequente do presidente, a maior probabilidade é que ele desagrade boa parte do “centrão” da Câmara. Outro auxiliar frequente de Bolsonaro destacou a mobilização popular que pressionou o Senado a recuar da intenção de aprovar a primeira versão do texto. Esse ponto deve pesar na decisão do chefe do Planalto, cuja base eleitoral se insurgiu nas redes sociais contra o projeto.
Da maneira como foi aprovado na quarta, o texto pode regularizar uma prática que hoje é considerada caixa 2 e que poderia até abrir brecha para lavagem de dinheiro: o pagamento de advogados e contadores por terceiros, sem passar pelo caixa oficial das campanhas. De acordo com o projeto, as despesas com esses profissionais devem ser declaradas como gastos eleitorais, mas não entram na contabilidade do teto de despesas.
Reforma de mentira, na realidade só uma maneira de roubar mais a população e acontinuar e ampliar a impunidade desses bandidos de colarinho Branco. Absurdo da de não beijada a essa corja de ladrões TRES BILHÕES, para suas campanhas e para os seus advogados defender esses bandidos da justiça. Imoralidade é o que eles estão propondo para nos cidadãos pagar.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou na manhã desta sexta-feira (19) que irá à Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, na semana que vem, a partir de terça-feira (24). Ele foi submetido a exames em Brasília, no Hospital DF Star, e foi constatado que ele tem saúde suficiente para fazer a viagem na semana que vem.
Em sinal de melhora, o presidente vai participar de um evento no Palácio do Planalto na tarde desta sexta para sanção da Medida Provisória da Liberdade Econômica. Nos últimos quatro dias, ele despachou do Palácio da Alvorada, uma das residências oficiais da Presidência.
Quarta cirurgia
Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no domingo (8) para retirada de hérnia incisional em uma das cicatrizes de operação anterior. Foi a quarta cirurgia do presidente desde a facada durante campanha em Juiz de Fora (MG), há pouco mais de um ano.
Ele deixou o hospital após alta na segunda-feira (16).
Questionado se o presidente tem outro problema de saúde que atrasa a recuperação, o médico Antonio Macedo afirmou que “em todas as cirurgias que fizemos, houve um retardo na recuperação, mas, quando ele retorna, vai rápido”.
Eu topo, mas primeiro vamos fazer uma aposta: Quanto foi roubado dos cofres públicos pelos petralhas? Digo que não tem ninguém que consiga contar e vc? Quanto acha que foi? Aposto cinco paus! Topas?
Eu só digo que ele vai quando eu vir. Se for, vai passar vergonha, são tantos protestos que ele nåo vai saber digerir e se tiver que improvisar o discurso em algum momento, meu Deus, sai de baixo. As delegações,qdo nåo gostam do dirigente, costumam deixar o ambiente. Meu Deus, se isso acontecer, tende piedade de nós.
A cúpula do Congresso Nacional acompanha com lupa os movimentos do presidente Jair Bolsonaro em relação ao projeto que estabelece novas regras eleitorais. Parlamentares ouvidos pelo blog avaliam que, se Bolsonaro vetar trechos considerados essenciais, poderá abrir uma crise com o Poder Legislativo.
O texto foi aprovado pela Câmara na última quarta-feira (18), um dia após ser votado no Senado, e depende agora da sanção presidencial para entrar em vigor, conforme mostra o vídeo ao final da reportagem. Entre outros pontos, a proposta cria um fundo eleitoral sem valor definido para financiar as campanhas do ano que vem.
Para alguns parlamentares, o presidente até pode vetar um trecho ou outro do projeto sem grandes consequências para os trabalhos com o Legislativo. Mas há preocupação com um eventual veto ao ponto tido como fundamental: justamente o que trata do fundo.
Deputados e senadores ouvidos pelos blog repetem que já tiveram o desgaste de se “expor” em nome da “sobrevivência política”, votando a favor do fundo mesmo à revelia da opinião pública e apesar da crise nas contas públicas.
Diante disso, esses parlamentares argumentam que, se Bolsonaro vetar a criação do fundo, como defendem alguns aliados, terão de lidar com um segundo desgaste: derrubar o veto mesmo diante da possibilidade de novas críticas surgirem.
Nos bastidores, o argumento é o de que a eleição do ano que vem envolve mais candidatos, vai ser maior e, portanto, precisa de mais recursos.
Para valer em 2020, a lei precisa ser sancionada por Bolsonaro até 4 de outubro. Inicialmente, os líderes partidários chegaram a anunciar um acordo para manter o fundo com o mesmo montante da eleição de 2018 (R$ 1,7 bilhão), mas caberá à Comissão do Orçamento fixar o valor.
Desgaste
Parlamentares lembram que Bolsonaro, recentemente, vetou trechos da Lei do Abuso de Autoridade, aprovada pelo Congresso, o que foi considerado um “sinal de desprestígio” do Palácio do Planalto em relação a deputados e senadores.
Por isso, afirmam, eventuais vetos às novas regras eleitorais poderiam atrapalhar a vida dos parlamentares nas próximas eleições e, consequentemente, também a de Bolsonaro no Congresso.
Deputados e senadores lembram que o Congresso ainda vai analisar, por exemplo, a possível indicação de Eduardo Bolsonaro para o cargo de embaixador do Brasil nos Estados Unidos.
Apesar da renovação, a cara do congresso é a mesma, ou pior. Querem viver impunes pelas práticas das roubalheira e com verbas ilimitada pra mordomias e pra reeleição. O povo que é assaltado, e escanteado pelas políticas de estado, tem que viver desempregado e na miséria. Ainda tem idiotas que dizem que tem representantes progressistas e liberais por lá. Um escárnio!
Com a experiência de quem sofreu um processo de impeachment em 1992, o ex-presidente Fernando Collor considera que o presidente Jair Bolsonaro tem adotado em seu governo um rumo negativo, que pode lhe colocar em “palpos de aranha” (apuros). Na sua leitura, o atual ocupante do Palácio do Planalto parece não ter “noção” do que está fazendo, ao manter o discurso radicalizado de campanha.
“Cabe ao Presidente da República abrandar as paixões e procurar unir o país em torno de propostas em favor da nação. E isso nós não estamos vendo acontecer. Nós estamos vendo, ao contrário, é um aprofundamento desse abismo que existe na sociedade brasileira, porque o tom do governo é fortemente ideológico, carregado na questão ideológica”, disse em entrevista à BBC News Brasil.
Collor, que foi derrubado após perder apoio do Congresso em meio a uma forte crise econômica e a uma série de denúncias de corrupção, feitas inclusive por seu irmão Pedro Collor, diz que Bolsonaro enfrentará “muita dificuldade” se não construir uma base parlamentar.
“Não havendo um trabalho para essa reaglutinação da sociedade brasileira, e uma preocupação no sentido de se construir uma maioria parlamentar que dê sustentação ao governo, sem dúvida esse governo está em palpos de aranha (apuros). Estará vivendo momentos de muita dificuldade”, prevê.
“Talvez (Bolsonaro não tenha adotado esse caminho ainda) porque ele não tenha noção do que está fazendo”, pondera ainda.
Collor entrou na política como prefeito de Maceió, nomeado pela Ditadura Militar em 1979, após negociações realizadas por seu pai, o então senador Arnon Melo. Embora tenha se beneficiado com o regime, o hoje senador pelo Pros critica a falta de eleições na época e condena as falas de Bolsonaro exaltando a tortura e a morte de opositores pelas ditaduras na América do Sul, como no caso do pai da ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet.
“Eu tenho que lamentar e torcer para que ele não faça do relacionamento com outros chefes de Estado um palco de brigas, mas de paz, entendimento, diálogo. Sem fazer declarações tão cruéis quanto essa”, disse.
Collor, que assim como Bolsonaro se elegeu presidente em forte polarização com o PT e sua maior liderança, Luiz Inácio Lula da Silva, diz que hoje se arrepende da agressividade da campanha de 1989. Na ocasião, levou para o programa eleitoral Miriam Cordeiro, ex-mulher de Lula que o acusava de ter oferecido dinheiro para que abortasse um filho dos dois.
“Me arrependo. Poderia ter sido uma campanha num outro nível, mas os ânimos estavam muito acirrados. Não que isso sirva de desculpa, mas era um cenário que favorecia esse tipo de contenda”, lamentou.
Esse não é a pessoa mais indicada pra dar conselhos.
Tá doido, por articulação no senado.
Na Câmara o presidente da casa Rodrigo já conseguiu milhões em emendas, pros, deputados trocarem por votos nas eleições. Vão chegar alegando, o discurso é sempre o mesmo.
Leandro Ruschel faz sucesso com vídeos no YouTube. Frame/YouTube
Leandro Ruschel é um gaúcho com 39 anos que alterna sua vida entre Brasil e Estados Unidos e é sócio-fundador de duas empresas: a Liberta Global, que ensina brasileiros a operar no mercado de ações americano, e o Grupo L&S, que já treinou mais de 40.000 investidores. Mas ele atingiu mais de 300 mil seguidores no Twitter e vídeos no YouTube com mais de um milhão de visualizações por outros motivos.
Ruschel tornou-se conhecido nas redes sociais por abominar o PT e os petistas, por citar o pensador Olavo de Carvalho e por críticas ásperas à imprensa. Para ele, jornalistas atacam tudo o que está relacionado ao governo federal e ao presidente Jair Bolsonaro, e fazem isso porque são de esquerda. Assim como os professores, principalmente os de universidades públicas.
Também defende a proposta de escolas sem partido.
É a favor das pautas liberais e de muitos pontos da chamada agenda de costumes do governo.
Mais importante do que os tropeços é o caminho, acredita. “Bolsonaro mudou todos os paradigmas, está mudando o país. É natural a indignação e frustração da esquerda.”
Acha que o Brasil segue o rumo certo nas mãos de Bolsonaro e de seu ministro da Economia, Paulo Guedes. “Mas podia estar num ritmo mais acelerado. Talvez por tantas dificuldades criadas pelo Congresso, as coisas demorem a acontecer. De qualquer forma, estou otimista.”
O empresário se mostrou favorável à investigação do senador Flávio Bolsonaro, mas defendeu o vereador Carlos, o outro filho do presidente, pela postagem recente que foi considerada um risco à democracia. “Ele só foi mal interpretado.”
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira (17) projeto de lei aprovado pelo Congresso que permite a proprietários de imóveis rurais a posse de armas de fogo em toda extensão da propriedade.
A lei alterou legislação anterior que determinava a posse apenas dentro da residência.
De acordo com o Palácio do Planalto, a mudança na lei traz segurança jurídica e impede “divergências interpretativas” em relação aos limites da posse de arma na área rural.
Bolsonaro já havia anunciado na tarde de segunda-feira (16), ao chegar de volta a Brasília depois de passar 10 dias internado em São Paulo para uma cirurgia, que sancionaria a lei. O presidente afirmou que não iria mais “tolher ninguém de bem a ter sua posse ou porte de arma de fogo”.
Ampliar a posse e o porte de armas de fogo é uma das promessas de campanha de Bolsonaro. O presidente chegou a editar um decreto ampliando as possibilidades de posse, mas terminou por retirá-lo ao ser avisado de que seria derrubado pelo Congresso.
Parlamentares consideraram que o decreto extrapolava as prerrogativas presidenciais e alterava medidas que deveriam passar pelo Parlamento.
Candidato à Presidência derrotado pelo PDT em 2018, o ex-ministro Ciro Gomes afirmou que o “campo progressista” perderá as próximas três ou quatro eleições caso o que ele chama de “burocracia do PT” mantenha uma estratégia em “nome da direção imperial” do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Como mostrou a Coluna do Estadão, cresceu entre políticos e analistas a percepção que Ciro decidiu radicalizar o discurso de defesa da democracia e romper com a “frente de esquerda”. “Agora ninguém mais vai enganar ninguém porque o que eu tinha para dar de engolir, de ter que fazer silêncio em nome da unidade, eles acabaram de liquidar”, disse Ciro ao Estado.
Ele esteve em Belo Horizonte para participar da filiação ao PDT da professora Duda Salabert, a primeira transexual a se candidatar ao Senado, nas eleições do ano passado – ela estava sem partido desde que se desfiliou do PSOL. Abaixo, os principais trechos da entrevista, feita por telefone.
O deputado Alexandre Frota lhe pediu desculpas sobre comentários que fez contra o senhor. O pedido foi aceito?
Não vou atribuir nenhuma relevância política a isso. Mas eu aceito as desculpas e reconheço nisso um gesto humano muito nobre. Porque eu, quando erro, gosto também de pedir desculpas. Aceito as desculpas dele e bola para frente.
O PT não apoiou o sr. na eleição presidencial de 2018 e lançou um candidato próprio. Agora, o sr. já se colocou como candidato para 2022. O sr. acredita que o PT pode, na próxima eleição presidencial, apoiar um candidato de outro partido?
O PT são vários PTs. E é importante que você entenda essa premissa para o raciocínio que vou elaborar. Esta burocracia do PT e a estratégia que essa burocracia está fazendo em nome da direção imperial do Lula é certeza da derrota do campo progressista no Brasil agora e pelas próximas três ou quatro eleições. Por quê? Porque você explodiu sobre a cabeça do povo brasileiro, tal como nosso povo é, dois gravíssimos problemas. Um, a corrupção generalizada. Você pode relativizar, como petista fanático dessa burocracia faz. A segunda questão é econômica (a crise).
Ambos os lados agem da mesma maneira?
São rigorosamente as duas faces da mesma moeda. E aí você vê na caricatura. O Datafolha publica uma pesquisa em que há uma violenta deterioração da popularidade do Bolsonaro, e o Bolsonaro faz um discurso dizendo, ‘tá bom, errei em alguma coisa’, mas se vocês falarem mal de mim, o PT vai voltar. No mesmo dia, a (presidente do PT) Gleisi Hoffmann, que interpreta esse PT corrupto e incompetente, que é uma pau mandado do Lula, sem nenhum tipo de atitude crítica, simplesmente o partido mais importante do País é dirigido por essa mulher. Ela diz o quê? Que vai ser nós contra o Bolsonaro. Enquanto isso alguém ilude o Flávio Dino, alguém fala em unidade comigo, e tal.
Algum partido já conversou novamente em unidade com você? Alguém do PT?
Comigo unidade é o cacete. Unidade é na luta. E na luta em cima da mesa. Agora ninguém mais vai enganar ninguém porque o que eu tinha para dar de engolir, de ter que fazer silêncio em nome da unidade, eles acabaram de liquidar.
Quando isso foi liquidado, na eleição do ano passado?
Quando entregaram o Brasil para o Bolsonaro. Ou você acha que o Bolsonaro se elegeria sem o que o PT fez? O Bolsonaro nunca foi o candidato da direita brasileira. O Bolsonaro foi engolido pela direita brasileira porque era o cara que foi identificado pelo nosso sofrido povo como o mais tosco intérprete do antipetismo que era a força dominante. Bolsonaro interpretou de forma tosca o sentimento de medo do povo. Porque também durante 14 anos não mexemos uma linha nas instituições para enfrentar o narcotráfico, o contrabando de armas, as facções criminosas comandando o crime. E a única política que foi implantada no Brasil foi a política do encarceramento do jovem pobre, negro.
Existe alguma possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro não terminar o governo?
Acho que ele não termina o governo. Isso é um mero palpite. Espero que não seja pelo suicídio. Meu palpite, é um mero palpite, é que vai ser por renúncia. Os políticos, que de alguma forma foram negados também pelo caráter antipolítico que o Bolsonaro impôs na retórica dele, estão muito ressabiados com a bobagem que fizeram no impedimento da Dilma. Então, por exemplo, o PSDB sabe que talvez tenha se liquidado mortalmente naquele gesto burro. Se tivesse esperado o tempo fluir, até o final do mandato ruidoso da Dilma, tinha ganho as eleições. O que aconteceu, interromperam o mandato e passaram a ser corresponsáveis pelo desastre que veio daí adiante com Michel Temer e agora com o Bolsonaro. Produziram o Bolsonaro. Isso o PT também está vendo. Então a probabilidade de um impeachment hoje é pequena. Mas as energias são tão negativas e tão rápidas que não vejo como Bolsonaro termine o governo.
O que vai ser mais fácil na sua campanha em 2022, atrair apoiadores do Bolsonaro ou do PT?
Quero produzir corrente de opinião. O Brasil vai passar por muita confusão. Acho que o Brasil vai passar por momentos terríveis nos próximos seis meses. O cenário internacional está se deteriorando de forma grave. O nível de paciência do Paulo Guedes para as irracionalidade do Bolsonaro, e para a orgânica contradição do Bolsonaro com o liberalismo que o Guedes representa, tudo isso provavelmente sinaliza para uma saída do Guedes em algum momento. A deterioração da economia é um fato. O teto de gastos será atingido no ano que vem. O Bolsonaro votou a favor disso. É uma aberração. O ano que vem vai ser terrível. E isso tem um poder de combustão muito grande. De provocar novos alinhamentos na vida brasileira. Como eu calculo? Acho que o bolsonarismo doente são 15% da população. Acho que o petismo doentio são 20% da população. E o grande problema é que essa grande maioria (65%) está atomizada, sem compreensão.
O senhor veio a Belo Horizonte para participar da filiação ao PDT da professora Duda Salabert, a primeira transexual a se candidatar ao Senado, nas eleições do ano passado. Há uma tentativa de o partido se aproximar das chamadas minorias?
A professora Duda é uma figura extraordinária. Ela está saindo do PSOL. E escolheu o PDT. Isso para mim é uma grande honra. E, para nós, não é para reforçar luta identitária, é para reforçar a militância em torno de um projeto nacional que tenha compromisso com as diferenças, com a tolerância, com a igualdade, trabalhar para que seja respeita a fé, a preferência dessa ou aquela forma de amar, porque para nós todas elas são justas.
Mais um comentário covarde e oportunista. Porquê não teve coragem de assumir que arregou na campanha? Fugindo pra não apoiar o “poste”? Agora, vem querendo ser o ‘vidente politico’… falta credibilidade ao coroné!
Esse Ciro é um bosta, lambeu as botas do Lula até ver que não teria apoio do PT a sua candidatura.
Agora fica atirando pra todos os lados.
Credibilidade zero.
Esse imbecil era que deveria ser sugado pelo buraco negro. Como uma pessoa com um pingo de sanidade diz uma asneira dessas. Cuidado Ciro, o suicídio é uma forma de acabar com a dor. Ele pode atingir qualquer um, inclusive você, seus filhos, seus irmãos.
Se Bolsonaro é doido; tu és um ser perigosíssimo.
Deus te conceda mais humildade e humanidade.
daniel voçe disse viciadooooooo!!!!!em que tomar cafezinho , comer pipoca bogus colecionar figurinhas em que em que em que eu quero saber me diga cara palida!!!!!!!!!!!!!!!
Nem você assumirá a presidência desse país. Sua fome de poder é incomensurável. Brasil só tem um homem com capacidade de governar para o povo: Moro 2022
Não gosto de política, mas tenho que opinar. O meio de comunicação que abre espaço para um cara falar tanta bobagem, que é só o que esse senhor sabe fazer, esse meio de comunicação não deveria ter credibilidade nenhuma. Isso é uma palhaçada.
Esse Ciro sardinha gomes da costa, não tem o mínimo de moral pra falar de quem quer que seja, esse viciado sempre foi marionete de Luladrão, ele quer enganar a quem? Brasil Pátria amada!!????????????
Bom dia. Deixo claro que não sou defensor de partidos ou políticos, sejam eles quais forem, sou defensor do meu país! Sobre a matéria em questão, me admira esse débil mental opinar sobra a sanidade mental ou atitudes de qualquer ser vivo, chega a ser cômico.
Famoso lobo na pele de cordeiro. Esperteza demais é sinal de alerta, e esse Ciro é hoje o símbolo da esquerda com o discurso mais afinado com essa estratégia de afirmar divisão entre eles. Não nos enganemos, a esquerda pensa igual e é extremamente unida. Vai fazer de tudo para voltar ao poder. Essa conversa de Ciro é puro plano da esquerda.
Pode até ser, pois até eu que votei no Bolsonaro esperava bem mais dele, contudo não será por causa disso que votarei em um maluco com esse ou em qualquer um da esquerda que assaltou o pais.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve alta na tarde desta segunda-feira (16), e deixou o Hospital Vila Nova Star, na Zona Sul de São Paulo, pouco antes das 15h. Ele seguiu para o Aeroporto de Congonhas para viajar para a Brasília, onde seguirá se recuperando.
Bolsonaro estava internado no hospital desde sábado (7) para uma cirurgia de correção de uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local das intervenções anteriores.
O vice-presidente Hamilton Mourão permanecerá como presidente em exercício até quarta-feira (18), segundo o Palácio do Planalto.
A primeira previsão era que o presidente retomasse o cargo na sexta-feira passada. Depois, isso foi adiado para terça –na manhã desta segunda, inclusive, Mourão havia dito que ficaria no cargo apenas até esta segunda.
A viagem do presidente para Nova York, onde ocorrerá assembleia-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), foi adiada em um dia: em vez de ocorrer em 22, será no dia 23.
Segundo o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, a mudança na data da viagem não altera a participação de Bolsonaro no evento.
Neste domingo (15), Bolsonaro recebeu a vista do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.
O ministro entrou no hospital na Vila Nova Conceição, Zona Sul de São Paulo, sem ser visto e não falou com a imprensa. Acompanhado da sua mulher, Rosângela Moro, visitou o presidente por cerca de 20 minutos e, depois, postou em seu Twitter uma foto ao lado de Bolsonaro e a primeira-dama, Michele Bolsonaro. “Visita ao sr. Presidente e à Sera. Primeira-dama. Conversa agradável. Presidente recupera-se muito bem. O homem é forte”, diz o post. Pouco depois, Bolsonaro postou a mesma foto em sua conta no Twitter, mas sem nenhuma legenda.
Quarta cirurgia
Esta foi a quarta operação desde a facada sofrida por Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018. Desta vez, o objetivo era corrigir uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local das intervenções anteriores.
A alta vai ocorrer após sessão de fisioterapia no hospital. “A alta aconteceu em função da melhora dos exames, do trânsito intestinal, da melhora como um todo”, disse no fim da manhã o médico Antônio Luiz Macedo. Segundo o cirurgião, no domingo o presidente caminhou 3 km pelo hospital.
Durante o período de recuperação, o presidente deverá “seguir as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física”, segundo o boletim médico. “A gente prefere que ele fique em repouso em casa e que não faça esforço físico nem esforço de falar demais”, disse Macedo.
Alimentação
A dieta pela veia foi suspensa no sábado (14). Agora, o presidente segue com alimentação cremosa. Segundo o médico, isso ocorre porque “ainda tem um pouco de gás no intestino delgado”. “A dieta cremosa tem calorias suficientes para sustentar. Cerca de duas mil calorias por dia”, disse.
A próxima etapa será a ingestão de alimentos pastosos. “Ele veio com melhora progressiva, foi aceitando a alimentação oral, foi uma evolução que se esperava e os cuidados devem se manter“, disse o porta-voz Barros.
Nesta sexta (20), a equipe médica do Hospital Vila Nova Star irá a outro centro médico da rede D’Or em Brasília para avaliar a recuperação do presidente. “Ele fará exame de sangue e imagem. Se estiver como eu gosto o abdômen, aí eu libero a dieta normal para ele na sexta”, disse o médico Macedo.
ONU
Segundo o porta-voz, está mantida a programação para a participação do presidente na Assembleia da ONU, em Nova York, no dia 24 de setembro. A viagem para a cidade norte-americana, que estava prevista para o dia 22, foi adiada para o 23.
Como de costume, o presidente brasileiro é quem faz o discurso de abertura da assembleia. Segundo Barros, o texto “está sendo promovido a várias mãos”. “O senhor presidente da República tem já entendido ou sinalizado quais são as ideias, quais são os tópicos frasais que devem ser abordados. Mas efetivamente o discurso só estará encerrado um pouco mais adiante quando o senhor presidente, junto com a sua equipe de assessoramento, debruçar-se-á sobre ele e definirá a finalização.”
Após o evento, Bolsonaro e sua comitiva devem seguir para o Texas, onde haverá “uma reunião com industriais, com empresários –alguns deles, inclusive, oficiais generais das Forças Armadas americanas–, e do Texas retornamos ao Brasil”, disse Barros. “Ele retorna no dia 25. O encurtamento é por recomendação médica.”
O porta-voz acrescentou que, no final de outubro, o presidente viajará para Japão, China e Oriente Médio pelo período de 10 dias.
Bolsonaro recebeu visita de Moro no domingo. Foto: Sergio Moro/Twitter
O presidente Jair Bolsonaro vai receber alta nesta segunda-feira (16), segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Vila Nova Star, onde está internado desde o dia 7 de setembro deste ano.
Bolsonaro continuará a recuperação em casa sob supervisão da equipe médica do cirurgião Antônio Luiz Macedo e da equipe da Presidência.
Leia o boletim na íntegra:
“O Hospital Vila Nova Star informa que o Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, internado desde o dia 7 de setembro, receberá alta hoje, no período da tarde, após a realização da fisioterapia. O Presidente continuará sua recuperação em domicílio, devendo seguir as orientações médicas relacionadas a dieta e atividade física, sob supervisão conjunta da equipe médica do Dr. Macedo e da equipe da Presidência da República”.
Quarta cirurgia
Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no domingo (8) para retirada de hérnia incisional em uma das cicatrizes de operação anterior. Esta foi a quarta cirurgia do presidente desde a facada durante campanha em Juiz de Fora (MG).
O médico responsável pelo procedimento, Antônio Macedo, cirurgião geral do Hospital Vila Nova Star, disse, em entrevista coletiva, que a cirurgia foi bem-sucedida, que demorou cerca de cinco horas, mais do que o previsto inicialmente — de duas a três horas — devido a uma aderência do intestino, mas não houve complicações.
Chora não bebê!!! kkkkk É bom demais ver esquerdinha chorando kkkkkkkk
Não Juliana, o Pt foi responsável pelo maior roubo dos cofres públicos do mundo, algo em torno de um trilhão, e a corrupção foi e continua sendo seu lema. Já Bolsonaro, quer queira quer não queira, calado é um sábio, abriu a boca, só fala merda.
Senadores da Comissão de Relações Exteriores informaram ao Palácio do Planalto que, no colegiado, há votos para aprovar a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como futuro embaixador do Brasil nos Estados Unidos.
A comissão tem 19 integrantes e, pelos cálculos dos aliados, não será uma votação com folga, mas garantirá a aprovação do nome do filho do presidente Jair Bolsonaro.
Ministros palacianos e o próprio presidente, no entanto, mantêm incerta a data de envio da mensagem com a indicação do deputado, pois ainda mapeiam os votos do plenário do Senado. Para ser aprovado, Eduardo Bolsonaro precisa obter apoio de pelo menos 41 dos 81 senadores.
Brasil, terra sem moral, onde qualquer privilegiado constrói seu feudo, nomeia amigos e parentes e seus atos não são considerados crimes ou transgressões… terra de passivos e muro baixo… A nomeação deste Zero Deputado, sem ter cursado a Escola de Diplomacia, ser colocado à frente de inúmeros diplomatas mais experientes e merecedores, e sem possuir qualificação exigida para o cargo, além de saber fritar hambúrger e falar inglês, faz vergonha a toda a nação brasileira… golpe maior que os do PT
O presidente Jair Bolsonaro(PSL), ainda internado se recuperando de cirurgia, denunciou, através das redes sociais nesta sexta-feira(13), que jornalista da Época, pertencente ao grupo Globo teria se passado por gay em cinco sessões com a sua nora psicóloga e gravado tudo.
Segundo o presidente, entre assuntos sugeridos por ele nas sessões, religião e política ganharam maior dimensão. “A conversa que deveria ficar apenas entre os dois, por questão de ética, agora vem a público”, reclamou, ao definir “imprensa sem limites”.
Não sou imparcial… Más acho quê esse repórter estrapolou na tática de conseguir alguma coisa… Acho inclusive ser ele merecedor de uma correição. Por exemplo… Uma camada de pau à lá Ten. Belmiro. E como diria um dos personagen de Chico Anízio, seria " JUSTO, JUSTÍSSIMO…
Jornalista da esquerda? Pode, está valendo, exercendo a democracia, vivendo a liberdade de expressão.
Se fosse jornalista da direita? Farsante, criminalizando a ética profissional, dissimulado, impostor.
Simples assim! A herança maldita de um país pelo avesso, onde vale tudo para retomar o poder.
Quem vai noticiar TODA CORRUPÇÃO REVELADA POR PALOCCI?
Quem vai investigar quem bancou financeiramente Adélio na tentativa de assassinato a Bolsonaro?
Que eu saiba quem investigou Adélio foi a Policia Federal e não encontrou nada, tendo sido comprovado que o Adélio é doido e agiu sozinho. Foi absolvido e recebeu uma Medida de Segurança, tendo sido internado em um Manicômio Judiciário.
Então você acha que a PF prevaricou? Sérgio Moro, chefe da PF, prevaricou também? Bolsonaro chefe do MF e da PF aceitou tudo isso?
Exato Victor, deve ter sido o mesmo pessoal que investigou a morte de Celso Daniel.
Adélio estava desempregado a 09 meses, nunca teve emprego fixo, não tinha qualificação profissional, mas possuía 02 celulares, 02 notebook, pagou o local onde estava adiantado, em dinheiro, frequentava curso de tiro com tudo pago.
Além do fato que alguém assinou o livro de visita no senado com o nome dele, para criar um álibi. Cujo senado até hoje não liberou as imagens das câmeras mostrando quem assinou o livro de visita no dia do atentado.
Revise seu conceito sobre prevaricar, pois está no poder não é sinônimo de tudo pode, salvo quando se tem uma ditadura e não numa democracia.
O presidente Jair Bolsonaro prestou solidariedade às vítimas do incêndio no Hospital Badim, no Rio de Janeiro. Os sentimentos foram expressados pelo porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros. “O presidente declinou a solidariedade aos familiares das vítimas do incêndio ocorrido lá no Rio de Janeiro e coloca o governo federal, observados os aspectos legais, à disposição para ajudar no que for necessário”, disse durante a coletiva de imprensa sobre o estado de saúde de Bolsonaro.
O presidente está desde o fim de semana no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista, onde passou por uma cirurgia para a tratamento de uma hernia na região do abdome. É o quarto procedimento a que ele é submetido desde que foi atacado com uma facada em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral.
Rêgo Barros também passou o desejo do presidente para que sejam feitas “orações” e transmitidos “pensamentos positivos” para os pacientes, as famílias e os que trabalham no resgate e apoio às vítimas.
Ao menos dez pessoas morreram durante o incêndio que atingiu na noite dessa quinta-feira (12) o Hospital Badim. Havia mais de 100 pacientes no hospital particular no momento do acidente e 90 deles tiveram que ser transferidos para outros hospitais. Durante a retirada, vários pacientes chegaram a ser acomodados na própria rua.
Eles foram transferidos para os hospitais Israelita Albert Sabin, Municipal Souza Aguiar, Copa Dor, Quinta Dor, Norte Dor, Caxias Dor e São Vicente de Paulo.
O subprocurador-geral Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para procurador-geral da República, disse nesta sexta-feira (12) ter alertado o presidente de que o ocupante do cargo tem garantias constitucionais e que ele, Bolsonaro, “não vai poder mandar, desmandar”.
Aras tem feito diariamente visita aos gabinetes de senadores, em busca de apoio, antes da sabatina à qual será submetido no próximo dia 25 – depois, a indicação será votada pelo plenário do Senado. Nesta sexta, Aras teve encontro com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O repórter cinematográfico da TV Globo Marcione Santana registrou parte da conversa:
“Tive o primeiro contato com o presidente da República através de um amigo de muitos anos e, nesse mesmo primeiro contato, eu disse ao presidente exatamente isso: ‘Presidente, o senhor não pode errar (…) porque o Ministério Público, o procurador-geral da República, tem as garantias constitucionais, que o senhor não vai poder mandar, desmandar ou admitir sua expressão. Tem a liberdade de expressão para acolher ou desacolher qualquer manifestação. O senhor não vai poder mudar o que for feito'”, disse Aras ao senador.
No plenário do Senado, a aprovação do nome do novo procurador-geral exige maioria absoluta, ou seja, pelo menos 41 votos favoráveis dentre os 81 senadores.
O mandato da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, termina no próximo dia 17. Se o nome de Aras ainda não tiver sido aprovado pelo Senado até essa data, assumirá temporariamente da PGR o vice-presidente do Conselho Superior do Ministério Público Federal, o subprocurador Alcides Martins. Nessa hipótese, Martins fica no “mandato-tampão” até a posse de Augusto Aras.
A previsão é que Aras seja sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado no próximo dia 25. Para a presidente da comissão, senadora Simone Tebet (MDB-MS), não haverá dificuldades para que ele seja aprovado.
Pense num caba fêi esse urêudo, será o pé de lã da Muié de macron?
Macron, o defensor da Amazônia, foi chamado de o maior poluidor do mundo pelo Greenpeace nas manifestações do final de semana em Paris.
Waldez Góes não seja um entreguista descarado, honre aqueles que morreram impedindo a França de ocupar o Brasil. Já tentaram 2 vezes, uma vez pelo RJ e outra pelo Maranhão, quero ver esse sorriso na hora que a água bater no teu pescoço, quando ameaçarem tomar o Amapá pela Guiana.