Saúde

Eficácia de vacina da Pfizer cai mais rápido do que AstraZeneca, diz estudo

Foto: Bigstock

Um estudo publicado nessa quinta-feira (19) indicou que a eficácia da vacina contra Covid-19 da Pfizer/BioNTech decai mais rapidamente do que a da AstraZeneca/Oxford, embora a primeira seja mais efetiva no combate à variante Delta do novo coronavírus.

A pesquisa, liderada por especialistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, indicou que, em infecções com alta carga viral, a proteção oferecida pelo imunizante da Pfizer um mês depois da segunda dose é 90% maior do que em indivíduos não vacinados, mas depois cai para 85% e 78% depois de dois e três meses, respectivamente. Já no caso do agente desenvolvido pela AstraZeneca, a proteção oferecida foi de 67%, 65% e 61%, respectivamente.

O estudo, que ainda não foi revisado pela comunidade científica internacional, analisou dados do serviço de Saúde Pública do Reino Unido (NHS), coletados entre dezembro de 2020 e agosto de 2021.

Além disso, os especialistas examinaram os testes de detecção do novo coronavírus de 700 mil pacientes, feitos antes e depois de 17 de maio, quando a variante Delta se tornou dominante no território britânico.

Os resultados, segundo os autores do estudo, apontam que as pessoas que contraem a Covid-19 por causa desta mutação, depois da aplicação da segunda dose da vacina, têm níveis máximos de vírus similares ao de pessoas não imunizadas.

Além disso, indicam que os preparados não eliminam a possibilidade de contrair a doença, mas sim, reduzem o risco de contágio e seguem sendo a forma mais efetiva de garantir a proteção contra a variante Delta do patógeno. “Contudo, não sabemos quanta transmissão pode causar as pessoas que contraem a Covid-19 depois de serem vacinadas. Podem ter, por exemplo, níveis altos de vírus durante período de tempos mais curtos”, afirma Sarah Walker, especialista em estatística médica e epidemiologia da Universidade de Oxford.

Porém, ela afirma, que o fato de os pacientes poderem apresentar níveis altos, sugere que “as pessoas que não estão vacinadas podem não estar tão protegidas contra a Delta como esperávamos”. E que “isto significa que é essencial que se vacine o máximo de pessoas possível, tanto aqui no Reino Unido, como no restante do mundo”, garante a especialista da instituição de ensino britânica.

Koen Pouwels, também participante do estudo, aponta que, apesar de a Pfizer e AstraZeneca apresentarem “ligeiras diminuições de proteção” contra todas as infecções e contra aquelas com alta carga viral, a eficácia geral das vacinas ainda é “muito alta”.

Paralelamente, os pesquisadores constataram que uma dose do imunizante produzido pela companhia americana Moderna tem eficácia contra a variante delta “igual ou maior” do que as vacinas da Pfizer e da AstraZeneca, no entanto, ainda não há dados para avaliar os dados do esquema completo, com duas doses.

Intervalo entre doses

Sobre os intervalos entre as aplicações, o estudo comprovou que esse fator não altera a eficácia das vacinas para prevenir novas infecções, ao mesmo tempo em que detectaram que os grupos mais jovens, de 18 a 34 anos, apresentam níveis de proteção mais altos que os mais velhos, de 35 a 64 anos.

Os pesquisadores indicaram que as conclusões que chegaram poderiam servir para assessorar o Comitê Conjunto sobre Vacinação e Imunização mantido pelo governo britânico, que deverá decidir se recomendará a administração de uma terceira dose, de reforço, ainda neste ano.

Gazeta do Povo

Opinião dos leitores

  1. Venha apresentar suas falácias sobre a Coronavac aqui, Calígula! Apresentar suas inverdades sobre a eficácia da mesma! Preciso de diversão!

    1. Eu sinceramente preferia ter tomado a Coronavac. Óbvio que, sendo educada, instruída e humana (mesmo que isso soe como falta de modéstia), não perguntei qual era nem nada quando fui tomar. Mas eu queria era a vacina do criador do vírus. Quem vai saber fazer vacina melhor do que o criador e vetor do vírus?

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Saúde

Covid-19: estudo feito no Chile aponta eficácia de 89,68% da Coronavac para internações em UTI

(Foto: Reprodução/Facebook Instituto Butantan)

Um estudo conduzido pelo governo chileno mostrou que a Coronavac – aplicada amplamente no país – tem eficácia de 58,49% para casos sintomáticos de covid-19, de 86,02% na prevenção de hospitalizações, 89,68% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e de 86,38% na prevenção de morte por covid-19.

“A vacina Coronavac continua apresentando importantes sinais de eficácia contra a SARS-CoV-2 para casos de internação, internação em UTI e óbito. No entanto, sua eficácia na prevenção da doença diminui de 67% para 58,49%. Portanto, a discussão sobre uma dose de reforço é oportuna”, defende Dr. Rafael Araos, um dos líderes da pesquisa.

Além da coronavac, são consideradas no relatório publicado nesta terça-feira (3) as vacinas Pfizer e Astrazeneca – as três são aplicadas no Brasil. Os dados são atualizados mensalmente, mas essa é a primeira vez que os imunizantes da Pfizer e da Astrazeneca são incluídos na análise.

De acordo com o estudo, “todas as vacinas contra SARS-CoV-2 usadas no Chile mantêm altos níveis de eficácia para evitar hospitalização, admissão na UTI e morte.”

O Chile já administrou mais de 24,8 milhões de doses, em pessoas com mais de 16 anos, de fevereiro a julho de 2021. Desse total, 13.163.094 receberam a primeira dose e 12.167.623 são pessoas que completaram a vacinação, o que representa 87% e 80% respectivamente da população-alvo a ser vacinada.

Eficácia da Pfizer e da Astrazeneca

Com relação à vacina da Pfizer, o estudo demonstrou uma eficácia de 87,69% na prevenção de covid-19 sintomático, de 97,15% na prevenção de hospitalizações, 98,29% na prevenção de admissão em leitos de UTI, e 100% eficaz para prevenir a morte.

“A vacina também mostra diminuição da proteção contra covid-19, mas permanece estável nas demais variáveis, com bons números referentes a evitar internação, internação em UTI e óbito”, avalia Dr. Araos.

Já a Astrazeneca, ainda segundo o estudo chileno, se mostrou 68,68% eficaz na prevenção de covid-19 sintomático,100% eficaz para prevenir hospitalização, 100% em admissão na UTI e 100% eficaz para prevenir a morte. Mesmo com os índices de 100%, o médico chileno responsável pela pesquisa ressalta que tempo de seguimento desse imunizante no país é menor, por isso esses resultados devem ser confirmados no futuro.

Globo, via Crescer

Opinião dos leitores

  1. Caligula, pra você e pro gado bolsonarista só funciona o seguinte: Covaxin no braço e Ozonio na cloaca!

  2. Calígula: Imperador Romano. Ficou conhecido pela sua natureza extravagante, cruel e depravada. Por exemplo, manter relações incestuosas com as suas irmãs e até mesmo obrigá-las a prostituir-se, ESTE É APOIADOR DO BOZO!!! 🤡🤡🤡🤡🤡

  3. Este estudo demonstra a necessidade de uma terceira dose, também mostra que as pessoas vacinadas pela coronavac podem vir a óbito, pois anteriormente se passou a informação que não haveria óbitos de pessoas vacinadas pela coronavac.
    A população precisa de um posicionamento do laboratório, algo tem que ser feito, não se pode deixar ao acaso.

  4. Fraca, fraquinha e fraquerma.
    Essa aguavac, vão ter que aplicar, terceira, quarta e quinta dose por diante.

    1. todo bolsonarista defende o que não presta: milicianos, corruptos, antivacinas, terra plana. Fujam dessas pessoas.

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Saúde

Vacina da Novavax tem mais de 90% de eficácia geral contra a Covid-19 em testes nos EUA

Foto: Dado Ruvic / REUTERS

A Novavax divulgou, nesta segunda-feira, dados de estágio final de seu ensaio clínico com base nos Estados Unidos, mostrando que sua vacina tem mais de 90% de eficácia geral contra a Covid-19, considerando diversas variantes do coronavírus.

O imunizante “demonstrou uma proteção de 100% contra doenças moderadas e graves, e uma eficácia de 90,4% em geral”, disse a empresa, em um comunicado.

O estudo teve participação de quase 30 mil voluntários nos EUA e no México e coloca a Novavax no caminho certo para solicitar autorização de uso emergencial nos EUA e em outros locais no terceiro trimestre de 2021, disse a empresa.

A vacina candidata contra a Covid-19, baseada em proteína, foi mais de 93% eficaz contra as variantes predominantes que têm sido motivo de preocupação entre cientistas e funcionários de saúde pública, informou a Novavax.

Vacinas à base de proteínas são uma abordagem convencional que utiliza pedaços purificados do vírus para estimular uma resposta imunológica. Os imunizantes contra coqueluche e herpes zóster usam essa abordagem.

Durante o estudo, a variante B.1.1.7, descoberta pela primeira vez no Reino Unido, se tornou a mais comum nos EUA, disse a empresa. A Novavax também detectou variantes do coronavírus encontradas pela primeira vez no Brasil, África do Sul e Índia entre os participantes do estudo, disse o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Novavax, Gregory Glenn.

A vacina foi 91% eficaz entre os voluntários com alto risco de infecção grave e foi aproximadamente 70% eficaz contra variantes do coronavírus que a Novavax não conseguiu identificar, disse Glenn.

— Em termos práticos, é muito importante que a vacina possa proteger contra um vírus que está circulando descontroladamente (em termos de novas variantes) — afirmou Glenn.

Segundo a Novavax, a vacina foi bem tolerada, em geral, entre os participantes. Os efeitos colaterais incluíram dor de cabeça, fadiga e dores musculares e foram geralmente leves. Um pequeno número de participantes experimentou efeitos colaterais descritos como graves.

Em março, a empresa divulgou dados de um estudo conduzido no Reino Unido, no qual a vacina apresentou eficácia de 96% na prevenção de casos provocados pela versão original do coronavírus. Já contra a variante britânica, a vacina foi 86% eficaz. Com base em dados de infecções de ambas as versões do coronavírus, a taxa de eficácia geral combinada foi de 90%.

Em um ensaio menor, conduzido na África do Sul, onde os voluntários foram expostos principalmente à variante encontrada no país, a vacina da Novavax foi 55% eficaz, com base em pessoas sem HIV, mas ainda evitou totalmente doenças graves. A eficácia diminuiu para cerca de 49% quando a análise incluiu dados de participantes soropositivos.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. Tome não…fique só na Cloroquina e ozônio…só tome quando seu ídolo (o mentiroso da casa de vidro) tomar…

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Saúde

Estudo realizado na Indonésia eleva para 94% a eficácia da CoronaVac

FOTO: SERGEY DOLZHENKO/EFE/EPA – 20.04.2021

Um estudo realizado na Indonésia e apresentado nesta quarta-feira (12) aumentou para 94% a eficácia da CoronaVac, a vacina contra a covid-19 da empresa farmacêutica chinesa Sinovac.

Esta é uma eficácia mais elevada do que a demonstrada por estudos anteriores, inclusive a do realizado no Brasil que a colocou pouco acima de 50%, o limite mínimo exigido pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Os autores do estudo, patrocinado pelo Ministério da Saúde da Indonésia, estudaram 25.374 trabalhadores de saúde entre janeiro e março em Jacarta, após terem recebido a segunda dose de 21 a 28 dias após a primeira dose.

Além de ser 94% eficaz contra a covid-19, a vacina foi também 96% eficaz na prevenção da hospitalização e 98% eficaz na prevenção de mortes.

Anteriormente, um estudo indonésio tinha registrado uma eficácia de 65,3%, enquanto outro na Turquia a tinha colocado em 91,25%. No Brasil, a eficácia geral divulgada no último mês de janeiro pelo Instituto Butantan foi de 50,4%.

A vacina desenvolvida pela Sinovac utiliza o vírus inativo SARS-CoV-2 e deve ser administrada em duas doses, podendo ser mantida em geladeiras normais a temperaturas de entre 2°C e 8°C, facilitando seu armazenamento e sua distribuição.

A Indonésia, com um vasto território de mais de 17 mil ilhas (das quais 6.000 são habitadas), iniciou sua campanha de vacinação com a CoronaVac em 13 de janeiro e pretende inocular dois terços da sua população, 181,5 milhões de pessoas, até março de 2022.

Até agora, 13,6 milhões de pessoas já receberam a primeira dose, das quais mais de 8,9 milhões também receberam a segunda.

O país, que acumula mais de 1,72 milhão de infecções e 47 mil mortes devido à pandemia, assinou acordos com a Sinovac, a Pfizer e a AstraZeneca para receber quase 330 milhões de doses contra a covid-19.

R7, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Na China ninguém toma essa vacina . Está parecido com as pesquisas para Presidentr em 2022. Acredite quem quiser .

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Saúde

Vacinas da AstraZeneca e Pfizer têm 87% de eficácia após 1º dose, diz estudo

Foto: Reprodução/Twitter Paulo Câmara

Dados da Agência Coreana de Controle e Prevenção de Doenças (KDCA) mostram que uma dose das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer têm eficácia de 86,6% na prevenção de infecções entre pessoas de 60 anos ou mais.

A vacina da Pfizer/BioNTech foi 89,7% eficaz na prevenção da infecção pelo menos duas semanas após a administração da primeira dose, enquanto a vacina da AstraZeneca teve eficácia de 86%.

O estudo é baseado em mais de 3,5 milhões de pessoas na Coreia do Sul, com 60 anos ou mais, por dois meses, e incluiu 521.133 pessoas que receberam a primeira dose de Pfizer ou AstraZeneca. Houve 1.237 casos de covid nos dados e apenas 29 eram do grupo vacinado, disse a KDCA.

“Está demonstrado que ambas as vacinas fornecem uma alta proteção contra a doença após a primeira dose. (As pessoas) devem se vacinar de acordo com o cronograma recomendado, pois a taxa de proteção aumentará ainda mais após uma segunda dose”, afirmou a agência.

As descobertas aparecem no momento em que a Coreia do Sul busca angariar participação em sua campanha de imunização, depois que relatórios sobre possíveis problemas de segurança desencorajaram algumas pessoas a serem vacinadas.

“Cerca de 95% das pessoas que morreram de coronavírus em nosso país eram idosos com 60 anos ou mais, e as vacinas reduzirão drasticamente os riscos para essas pessoas”, disse Yoon Tae-ho, funcionário do ministério da saúde, em uma entrevista coletiva na quarta-feira. Yoon disse que a possibilidade de efeitos colaterais, incluindo a coagulação do sangue, é “extremamente baixa” e, em sua maioria, curáveis.

UOL, com informações da Reuters

Opinião dos leitores

  1. Ironicamente, é essa da AstraZenica que anda boiando nos postos de vacinação com a população com medo das reações. Nunca mais houve filas para a aplicação da mesma.

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Saúde

Eficácia da vacina contra Covid da Moderna cai de 94,1% para 90% em novo estudo nos EUA

Foto: REUTERS/Eduardo Munoz

A vacina da Moderna é 90% eficaz contra a Covid-19 e 95% eficaz contra as formas graves da doença, anunciou a empresa americana em novos resultados publicados na terça-feira (13).

Os dados são de um ensaio clínico de fase 3 envolvendo mais de 30 mil pessoas nos Estados Unidos, e o número ficou um pouco abaixo de um ensaio clínico anterior, de dezembro, que atestava 94,1% de eficácia.

A Moderna não explicou o motivo da eficácia menor (e se isso se deve ao surgimento de novas variantes).

Mas a empresa de biotecnologia americana está trabalhando em duas versões modificadas de sua vacina, específicas para as variantes, e diz que os resultados em testes com camundongos são “encorajadores” (embora ainda não tenho sido revisados por pares).

“Novos dados pré-clínicos sobre nossas vacinas candidatas específicas para variantes nos dão confiança em nossa capacidade de antecipar o surgimento de novas variantes”, comemorou a chefe da Moderna, Stephane Bancel.

Em fevereiro, a empresa já havia anunciado que a vacina contra a variante sul-africana do coronavírus estava pronta para testes em humanos.

A vacina mRNA 1273 produzida pela Moderna usa a tecnologia chamada de RNA mensageiro, diferente das tradicionais. O imunizante precisa ser armazenado em baixas temperaturas, inferiores a -20ºC (veja mais no vídeo abaixo e no infográfico no fim do texto).

A farmacêutica está conduzindo ensaios clínicos para o uso da vacina em crianças. Os testes com adolescentes de 12 a 17 anos têm cerca de 3 mil participantes nos EUA, e os com com crianças de 6 meses a 11 anos continua a recrutar 6.750 participantes nos EUA e na China.

Entrega de doses

A Moderna diz que entregou 132 milhões de doses de sua vacina contra a Covid-19 em todo o mundo, sendo que 117 milhões foram destinadas aos Estados Unidos.

A empresa também disse que está a caminho de fornecer mais 100 milhões de doses aos americanos até o fim de maio e mais 100 milhões até o fim de junho.

Vacina de RNA

As vacinas de RNA mensageiro levam para o nosso organismo uma cópia de parte do código genético do vírus. É uma espécie de mensagem, uma receita para que nosso corpo produza uma proteína do vírus, e a presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.

Ganha-se um tempo que pode ser decisivo nessa luta de vida e morte. Se a pessoa vacinada for infectada, terá um exército de anticorpos prontos para neutralizar o corona, impedindo a sua multiplicação.

Foto: Arte G1

G1

Opinião dos leitores

    1. Sei! Vc deve ter tomado e ficou caladinho. Se não tomou tem a aftose vac essa é 117% toma e grita mummmm é o minto.

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Saúde

“EFICÁCIA ROBUSTA”: Vacina da Pfizer é capaz de neutralizar variantes da covid-19 brasileira, da África do Sul e do Reino Unido

Foto: Divulgação/Pfizer

Em artigo publicado nessa 2ª feira (8.mar.2021) na revista científica The New England Journal of Medicine, pesquisadores indicaram que a vacina desenvolvida pelos laboratórios Pfizer e BioNTech conseguiu neutralizar 3 novas variantes do coronavírus: a B.1.1.7 (do Reino Unido), a B.1.351 (da África do Sul) e a brasileira P.1.

O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e pela equipe de desenvolvimento e pesquisa da Pfizer. Eis a íntegra do artigo, em inglês (376 KB).

No início de fevereiro, a Pfizer já havia dito que o imunizante é eficaz contra as variantes britânica e sul-africana. O novo estudo indica que a vacina também protege contra a P.1, detectada inicialmente em Manaus (AM).

A vacina tem 94% de eficácia contra o Sars CoV-2 original.

Para a pesquisa, cientistas produziram 3 vírus recombinantes de acordo com as mutações das 3 variantes. Além disso, foram reproduzidas outras duas versões com mutações genéticas da cepa da África do Sul.

Nos casos das variantes do Brasil e do Reino Unido, a vacina apresentou eficácia “robusta”, indica o estudo. Contra a variante sul-africana, a eficácia é um pouco mais baixa.

Três dos vírus testados continham a mutação que ocorre na proteína spike, usada como porta de entrada do coronavírus nas células humanas. Um deles foi na variante B.1.1.7. O 2º foi na variante P.1. E o 3º, na B.1.351.

Também foram analisadas as mutações D614G e K417N, E484K, N501Y na variante da África do Sul. Elas podem ser responsáveis por uma maior taxa de transmissão do vírus.

O estudo foi realizado com sangue de 15 pacientes que receberam a vacina. Os pesquisadores colocaram o sangue em contato com as versões do vírus em laboratório.

Mas o estudo é limitado porque as mutações têm potencial de alterar a neutralização, disseram os autores.

“Cada ensaio de neutralização com um vírus alvo diferente é único, e comparações entre títulos de neutralização de diferentes ensaios devem ser interpretadas com cautela”, declararam os pesquisadores.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. É essa que o o Véio Bolsonaro do cunhão rôxo vai comprar e vacinar os brasileiros. Eu confio no Véio do cunhão rôxo e no Véio General cunhudo.
    BRASIL ACIMA DE TUDO E DEUS ACIMA DE TODOS.

  2. Já poderíamos ter essa vacina desde dezembro, mas a turma do quanto pior melhor que ocupa o Planalto não comprou e o Brasil foi para o final da fila das vacinas.

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Saúde

Vacina Covaxin tem 81% de eficácia, inclusive, contra nova variante britânica, diz indiana Bharat Biotech

Foto: RF._.studio/Pexels

A Bharat Biotech anunciou os resultados dos ensaios clínicos da fase 3 dos testes da Covaxin.

Segundo a empresa, sua vacina contra a Covid-19 demonstrou eficácia de 81%.

“Covaxin demonstrou 81% de eficácia provisória na prevenção da Covid-19 naqueles sem infecção anterior, após a segunda dose”, disse comunicado da empresa.

Ainda de acordo com a farmacêutica indicada, a vacina é eficaz contra a variante do novo coronavírus identificada no Reino Unido.

O Antagonista

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Saúde

Vacina de Oxford tem 76% de eficácia em pacientes após três semanas da 1ª dose, e de 82,4% em um intervalo de três meses após a 2ª dose

Foto: Ilustração/Dado Ruvic/Reuters/Arquivo

Pesquisadores afirmam que a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela AstraZeneca teve eficácia de 76% três semanas depois da primeira dose, de acordo com um estudo preliminar divulgado nesta terça-feira (2).

Os estudos clínicos da vacina também apontaram uma eficácia de 82,4% em um intervalo de três meses após a segunda dose. Esse novo resultado é melhor do que o encontrado anteriormente, com uma eficácia de 54,9%, quando o reforço estava sendo aplicado após um mês e meio.

Em dezembro do ano passado, um especialista britânico havia informado a eficácia por volta de 70%, mas o dado não chegou a ser divulgado oficialmente.

A vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford, a ChAdOx1 nCoV-19, está sendo aplicada no Brasil após aprovação para uso emergencial. Na sexta-feira (29), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que recebeu o pedido de registro definitivo, com um prazo de 60 dias para a avaliação do processo. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) importou a tecnologia e prevê a seguinte produção nos próximos meses:

Com a chegada dos insumos para a produção da vacina, 50 milhões de doses serão produzidas no Brasil até abril;

100,4 milhões serão produzidas até julho;

No segundo semestre, uma nova importação dos insumos será necessária. De agosto a dezembro, a previsão é de mais 100 milhões de doses.

Por enquanto, o Brasil está distribuindo as 2 milhões de doses que foram importadas do Instituto Serum, na Índia. A Fiocruz aguarda a chegada dos insumos e a possível aprovação definitiva da Anvisa para iniciar a produção.

Aliança Covax

A aliança Covax, iniciativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) para garantir o acesso equitativo às vacinas contra a Covid-19, também deve enviar de 10 a 14 milhões de doses da vacina de Oxford ao Brasil ainda neste mês.

A informação foi divulgada no sábado (30) pelo Ministério da Saúde, que disse ter recebido a estimativa em uma carta enviada pelo consórcio internacional.

A Covax Facility é uma coalizão de mais de 150 países criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição das vacinas contra a Covid-19. O Brasil é um dos participantes.

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, já havia anunciado no último dia 22 que as primeiras doses da Aliança Covax seriam distribuídas a partir deste mês – sem detalhar quanto cada país receberia.

Bem Estar – G1

Opinião dos leitores

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Saúde

The Lancet: Eficácia da vacina Sputnik V contra Covid-19 é de 91,6%, diz estudo

Foto: Sputnik V/Divulgação

A vacina Sputnik V mostrou grandes resultados em termos de eficácia, imunogenicidade e segurança contra o novo coronavírus em análise intermediária de um ensaio clínico de Fase 3.

A eficácia do imunizante foi de 91,6% em regime de duas doses, de acordo com a revisão do estudo publicada na revista médica The Lancet nesta terça-feira (2).

A análise incluiu dados de 19.866 voluntários, que receberam a primeira e a segunda doses da vacina Sputnik V, ou seu placebo, entre os quais foram confirmados 78 casos de Covid-19.

O estudo apontou que entre os 2.144 idosos com mais de 60 anos que participaram do estudo, a taxa de eficácia foi de 91,8% e, portanto, não diferiu estatisticamente do grupo de 18 a 60 anos.

“Entre os casos analisados, mais de 98% dos voluntários desenvolveram uma resposta imune humoral e 100% uma resposta imune celular. O nível de anticorpos neutralizantes do vírus nos voluntários vacinados com Sputnik V é 1,3 a 1,5 vezes maior do que o nível de anticorpos dos pacientes que se recuperaram da Covid-19”, afirmou, em nota, o Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), que patrocinou o desenvolvimento da vacina.

Ainda de acordo com o RDIF, a Sputnik V será uma das vacinas mais acessíveis do mundo, com preço inferior a US$ 10 (cerca de R$ 54) por dose.

O fundo diz que o imunizante já foi registrado em 16 países: Rússia, República da Bielo-Rússia, Sérvia, Argentina, Bolívia, Argélia, Palestina, Venezuela, Paraguai, Turcomenistão, Hungria, Emirados Árabes Unidos, Irã, República da Guiné, Tunísia e Armênia.

Além disso, ainda nesta semana a vacinação com a Sputnik V começará em 12 países: Bolívia, Cazaquistão, Turcomenistão, Palestina, Emirados Árabes Unidos, Paraguai, Hungria, Armênia, Argélia, República Sérvia da Bósnia, Venezuela e Irã.

CNN Brasil

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Saúde

Com apenas 1 dose, vacina da Johnson teve eficácia de 85% contra casos graves de Covid-19, e sem mortes de imunizados; capacidade global é de 66%

Foto: Dado Ruvic/Reuters

A Johnson anunciou, nesta sexta-feira (29), que sua vacina contra a Covid-19 teve 66% de eficácia em prevenir casos moderados e graves. Considerados apenas os casos graves, o nível de proteção foi de 85%. Nenhuma pessoa vacinada morreu de Covid. A eficácia global da vacina não foi divulgada, e os resultados ainda não foram publicados em revista científica.

A vacina da Johnson é uma das que foram testadas no Brasil. Por isso, a empresa pode entrar com o pedido de uso emergencial no país: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que só pode haver liberação para uso emergencial de vacinas que já estejam em teste no Brasil.

A Johnson ainda não entrou com o pedido de uso emergencial ou pedido de registro sanitário junto à Anvisa.

O imunizante também funcionou contra a variante da África do Sul, mais contagiosa. A vacina, que usa a tecnologia de vetor viral, é a única em etapa avançada de testes com apenas uma dose.

Veja os principais pontos do anúncio:

Considerando todos os ensaios de fase 3 – em 8 países, incluindo Estados Unidos, Brasil e África do Sul – a vacina teve 66% de eficácia contra casos moderados e graves de Covid 28 dias após a vacinação. Isso significa uma redução de 66% nos casos moderados e graves de Covid no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado.

Nos ensaios dos EUA, a eficácia contra casos moderados e graves foi de 72%; na América Latina, de 66%; na África do Sul, onde uma variante mais contagiosa do coronavírus está circulando, a eficácia foi de 57%.

Considerados apenas os casos graves, em todas as regiões, a eficácia da vacina chegou a 85%. Isso significa uma redução de 85% nos casos graves de Covid no grupo vacinado em relação ao grupo não vacinado.

A proteção começou 14 dias após a vacinação.

A eficácia da vacina aumentou com o passar do tempo: não houve nenhum caso grave de Covid nos participantes vacinados 49 dias após a aplicação da vacina. A vacina garantiu 100% de proteção contra hospitalização e morte por Covid 28 dias depois da vacinação. Após essa data, ninguém foi hospitalizado ou morreu de Covid.

A proteção foi, de forma geral, “consistente” em todos os participantes, independentemente da raça ou idade – inclusive em adultos acima de 60 anos.

A vacina pode ser armazenada por pelo menos 3 meses em temperaturas de 2ºC a 8ºC – o que é compatível com a rede de frio de vacinação usada no Brasil hoje. Em temperaturas de -20ºC, ela fica estável por dois anos, estima a Johnson.

No Brasil, segundo a Anvisa, 7.560 pessoas participaram dos ensaios: em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

G1

Opinião dos leitores

  1. Prefiro a gota milagrosa da Venezuela, 100% de eficácia e nem precisa de agulhas – 10 gotas abaixo da língua e o milagre está feito, segundo Maduro. O PT e Gleisi Hoffman não vão fazer nenhum esforço pra trazer pra o Brasil as gotas milagrosas do Maduro? Se movimentem!!! Cadê Mineiro?! Taí uma primeira missão kkkkkk

    1. Precisa não. A Coronavac que já está no Brasil tem eficácia de 100% p casos graves

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Saúde

CEO da Sinovac assegura segurança e eficácia da CoronaVac

Foto: Getty Images

O CEO da Sinovac Biotech, Yin Weidong, defendeu nesta quarta-feira a segurança e a eficácia da CoronaVac, a vacina experimental contra a Covid-19 desenvolvida pela companhia em parceria com o Instituto Butantan. A divulgação dos resultados dos ensaios clínicos conduzidos no Brasil levou Malásia e Cingapura, que têm acordos de compra com a Sinovac, a anunciar que buscariam mais dados da empresa chinesa sobre as taxas de eficácia antes de aprovarem e comprarem suprimentos.

O Instituto Butantan, que lidera os testes clínicos em fase 3 com a CoronaVac no Brasil, divulgou na última terça-feira que o imunizante tem eficácia global de 50,38% na prevenção da Covid-19. O Butantan confirmou, ainda, que a vacina tem 78% de eficácia contra casos leves e 100% contra quadros moderados e graves da doença, segundo dados do estudo clínico.

Yin disse que os estudos com a vacina realizados em diferentes países têm desenhos diferentes, mas que as doses utilizadas nos testes vêm do mesmo lote.

— Esses resultados clínicos de fase 3 são suficientes para provar que a segurança e eficácia da CoronaVac são boas ao redor do mundo — disse Yin.

Divulgações parciais dos testes da Sinovac, bem como de estudos de outras vacinas chinesas, têm levantado preocupações nos países mais ricos de que não estão sujeitas ao mesmo escrutínio público que as alternativas norte-americanas e europeias.

Os dados do Brasil foram divulgados na semana em que a Indonésia lançou sua campanha de vacinação, com o presidente Joko Widodo sendo o primeiro a ser vacinado com a CoronaVac.

A Malásia informou nesta quarta-feira que só seguirá em frente com a compra se a vacina cumprir os padrões de segurança e eficácia dos reguladores locais.

Na terça-feira, a Pharmaniaga Bhd, da Malásia, assinou um acordo com a Sinovac para comprar 14 milhões de doses da CoronaVac e, posteriormente, fabricá-la no mercado interno.

Cingapura, o único país desenvolvido com o qual a Sinovac fechou acordo, disse que vai analisar os dados oficiais quando a empresa chinesa os divulgar, em vez de depender da eficácia relatada até agora, para então decidir se irá aprovar o uso da vacina.

A Tailândia, que encomendou 2 milhões de doses da CoronaVac, afirmou que ainda está a caminho de receber e aplicar a vacina a partir do próximo mês, mas acrescentou que pedirá informações diretamente à Sinovac.

Ampliação da produção

A Sinovac Biotech, por sua vez, também anunciou nesta quarta-feira que poderá dobrar sua capacidade de produção anual da CoronaVac, a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês em parceria com o Instituto Butantan contra a Covid-19, para 1 bilhão de doses até fevereiro. A ampliação será viabilizada pela inauguração de uma nova planta da companhia na China.

Embora a primeira fase da atual linha de produção da Sinovac Life Science possa produzir 500 milhões de doses da CoronaVac em um ano, uma outra com capacidade anual de 500 milhões de doses pode se tornar operacional em fevereiro, disse Yin.

Mais de 7 milhões de doses da CoronaVac, uma das três vacinas contra Covid-19 que a China incluiu em seu programa emergencial de vacinação, já foram fornecidas para regiões que incluem a cidade de Pequim e a província de Guangdong, segundo o executivo.

No Brasil, no último sábado, a Anvisa pediu mais informações ao Instituto Butantan para a aprovação, em forma emergencial, de 6 milhões de doses do imunizante. A agência deve deliberar sobre a solicitação no próximo domingo. O governo federal anunciou no início do mês que fechou um acordo com o Butantan para a compra de 46 milhões de doses da vacina.

O governo de São Paulo tem um plano de vacinação independente, com previsão de início no dia 25 de janeiro, e promete duas milhões de doses por semana. Já o acordo do governo federal prevê a entrega das primeiras doses da CoronaVac para abril.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Tem muito debiloide nesse mundo de meu Deus…..kkkkkk quando um cabra desses iria dizer que o produto dele é meio bom, pouco eficaz? Só vcs idiotas e inimigos do que é correto esperariam uma atitudes dessas.

  2. Essa o gado não vai tomar…
    Tem a da aftosa, depois um banho de sol no pasto para relaxar a moleira

    1. Vou seguir o seu conselho. Deve ser melhor do essa vachina. Sobretudo os banhos de sol…. Tomar sol é bom.

    1. Sério? Que boca de fuma você frequenta que tem esse selo de garantia? Danadinho…sempre desconfiei. O que você escreve não é coisa de gente normal.

    2. Titia tá nervosa. Cadê os sobrinhos pra aplicar o ozônio?

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Saúde

Saiba qual é a eficácia das principais vacinas contra a Covid-19

Foto: Dado Ruvic/Reuters (30.out.2020)

O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (12) que a eficácia global da Coronavac, vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelos Instituto Butantan e pela chinesa Sinovac, é de 50,38%.

Na quinta-feira (7) havia sido divulgado que o imunizante atingiu índice de eficácia de 100% para casos graves e moderados e de 78% para os infectados que apresentaram casos leves ou precisaram de atendimento ambulatorial.

Apesar de ser menor do que a apresentada por outras candidatas, ainda é um bom resultado se comparado a imunizantes que já são conhecidos. A vacina da gripe tem de 40% a 60% de eficácia, a BCG (contra tuberculose), de 70 a 80%, por exemplo.

A Coronavac foi a última entre as cinco principais vacinas desenvolvidas contra a Covid-19 a apresentar seus dados de eficácia.

Em 14 de dezembro, os desenvolvedores russos da vacina Sputnik V publicaram resultados de seu ensaio clínico da vacina e afirmaram que a injeção foi novamente considerada 91,4% eficaz no fornecimento de proteção contra o novo coronavírus.

Dias antes, em 8 de dezembro, a Universidade de Oxford publicou o primeiro resultado revisado da última fase dos testes da vacina contra Covid-19 que desenvolve em conjunto com a AstraZeneca. De acordo com a publicação, o imunizante teve eficácia média de 70,4%.

Confira a eficácia divulgada até o momento das principais vacinas contra Covid-19 em desenvolvimento:

• Pfizer/BioNTech

País: Estados Unidos e Alemanha

Eficácia: 95%

Fase de testes: fase 3 concluída

Pessoas testadas: 43.661 voluntários entre Estados Unidos, Brasil, Argentina, Alemanha, Turquia e África do Sul

• Moderna

País: Estados Unidos

Eficácia: 94,5%

Fase de testes: fase 3 concluída

Pessoas testadas: 30.000 voluntários nos Estados Unidos

• Sputnik V

País: Rússia

Eficácia: 91,4%

Fase de testes: fase 3 em andamento

Pessoas testadas: 40.000 na Rússia

• AstraZeneca/Oxford

País: Reino Unido

Eficácia: 70,4%

Fase de testes: fase 3 concluída, com resultado revisado

Pessoas testadas: 11.636 voluntários participaram de análise de eficácia, no Reino Unido e Brasil

• Coronavac (Sinovac)

País: China

Eficácia: 50,38% (eficácia global); 78% em casos leves; 100% em casos graves e moderados

Fase de testes: fase 3 concluída

Pessoas testadas: 13.000 no Brasil, há também voluntários na China, Indonésia, Turquia, Bangladesh, Filipinas, Arábia Saudita e Chile

Foto: Reprodução/CNN

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Perguntas sobre a postagem:
    Pfizer/BioNTech
    Que eficácia é de 95%?
    Global, casos leves, moderados ou graves?
    Sputnik V
    Que eficácia é de 91,4 %?
    Global, casos leves, moderados ou graves?
    AstraZeneca/Oxford
    Que eficácia é de 70,4 %?
    Global, casos leves, moderados ou graves?

  2. Se o governo federal, tivesse outra vacina que não fosse a coronavac de Doria, tenham certeza que iam dizer que era a pior vacina do mundo!!
    Agora vamos esperar a bandeira de largada do governo federal para a vacinação antes de SP….
    Tamo lascado!

  3. Por qual razão vamos ser vacinados com a vacina de menor eficácia? Algo tem de estranho? Interesse financeiro?

  4. Querem colocar a Coronavac de todas as formas… Infelizmente o interesse está acima das vidas que estão morrendo e famílias que estão chorando.

  5. O problema é que ñ tem outra por falta de planejamento justamente do nosso governo. Teremos que nos contentar com essa e a da Oxford, as duas de menor eficácia. Ñ adianta chorar, Pfizer e Moderna só para quem se programou e comprou com antecedência, agora vão ter que engolir a chinesa e se tiver seringa. Kkkkkkkkkkkkkk

  6. É um malabarismo danado pra dizer que ficou muito abaixo do esperado e no mínimo exigido de 50%. Ficam procurando argumentos para justificar e tentar levar o leitor a crer que tomando essa vacina estará protegido. Em todos os outros estudos cita apenas a eficácia global, não ficam divulgando resultados de grupos para justificar o resultado final. Sejam honestos e digam que mesmo vacinado nada garante que não vá se contaminar, é meio a meio.

  7. A Coronavac é fraca!
    50% de não ter eficácia.
    A verdade é essa.
    Tomo outra, essa daí não.

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Saúde

‘É segura, evita casos graves e ajuda a frear pandemia’, dizem especialistas sobre a coronavac

Foto: Divulgação/Instituto Butantan

A vacina CoronaVac registrou 50,38% de eficácia global nos testes realizados no Brasil, segundo informou o Instituto Butantan em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (12).

O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de 50%.

Chamado de eficácia global, o índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves. O Butantan também afirmou que a vacina não apresentou reações alérgicas.

Para especialistas, apesar do índice abaixo dos 78%, divulgados na semana passada, a vacina é boa e vai ajudar a frear a pandemia do coronavírus no Brasil.

“A gente nunca falou desde o início ‘eu quero uma vacina perfeita’. A gente falou ‘eu quero uma vacina para sair dessa situação pandêmica’. E isso a CoronaVac permite fazer”, avaliou a microbiologista Natália Pasternak, que participou da coletiva de imprensa do governo de São Paulo para anunciar os dados.

“[A CoronaVac] não vai pôr fim à pandemia instantaneamente. Vai ser o começo do fim. Não significa que não vai poder ver outras vacinas, melhores”, continuou.

“É uma vacina possível para o Brasil, adequada para o Brasil, compatível com a nossa capacidade de produção local”, continuou. A CoronaVac pode ser armazenada em temperaturas normais de refrigeração, de 2ºC a 8ºC, que são as utilizadas na rede de frio do país.

A cientista lembrou que é necessário que muitas pessoas tomem a vacina para que ela funcione em conter a pandemia. “Uma vacina só é tão boa quanto a sua cobertura vacinal. A efetividade dessa vacina no mundo real vai depender da vacinação”, disse Pasternak.

A pesquisadora Mellanie Fontes-Dutra, idealizadora da Rede Análise Covid-19 e pós-doutoranda em bioquímica na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ressalta a necessidade de uma boa campanha de vacinação para acabar com a pandemia.

“É a nossa vacina. Ela vai nos ajudar, vai salvar vidas e, junto de outras vacinas, campanhas de vacinação, medidas de enfrentamento e adesão da sociedade, iniciaremos nossa saída da pandemia”, avaliou.

“É uma vacina boa, que foi testada de forma adequada e do padrão de maior rigor de testes clínicos, num estudo com protocolo pré-publicado”, acrescentou.

O imunologista e pesquisador da USP Gustavo Cabral disse que a eficácia geral era a esperada, já que a tecnologia utilizada é a mesma da vacina da gripe, cuja eficácia fica em torno de 40% a 60%.

Ele considera importante reforçar que o Brasil não teve casos graves nos vacinados que tiveram a Covid-19. “Isso é muito bom. Não ter casos graves, pra mim, é maravilhoso”.

“Também não tivemos nenhuma reação adversa grave. Para nós, cientistas, isso traz uma confiança muito boa. É uma vacina boa, que não tem efeito adverso, não gerou efeito grave, não levou a hospitalização”, completou Cabral.

Para o epidemiologista Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a eficácia alta para casos graves e mortes é particularmente importante.

“Na prática, me parece, pelo gráfico, que essa eficácia global de 50,4% é menos relevante do que a eficácia altíssima que tem pra casos graves e mortes. Porque, na prática, o que a gente quer é evitar internação e óbito. Antes de ler todo o resultado, eu não criticaria e descartaria a vacina pelo fato desse número”, disse

Hallal explicou que, pensando em imunidade coletiva, o índice pode ser considerado baixo. Mas utilizar uma vacina com eficácia de 50% é “infinitamente melhor” do que não usar nada. “Sem dúvidas, a vacina é capaz de reduzir a circulação do vírus”, completou.

O professor ressalta que suas considerações são preliminares e ainda aguarda a publicação completa dos resultados para aprofundamento da análise.

78% de eficácia em casos leves

Na semana passada, o Butantan já havia anunciado que, nos testes no Brasil, o imunizante atingiu 78% de eficácia em casos leves e 100% em casos graves e moderados (ou seja, a vacina protegeu contra mortes e complicações mais severas da doença).

“Há uma tendência da vacina de diminuir a intensidade clínica da doença”, explicou o diretor de pesquisa do instituto, Ricardo Palacios, na coletiva desta terça (12).

Na opinião da infectologista Rosana Richtmann, do Instituto Emílio RIbas, em São Paulo, “o número mais importante continua sendo os 78%, porque ele consegue ter um impacto muito grande na carga da doença no nosso país e na sobrecarga do trabalho dos profissionais de saúde. Num primeiro momento não ficaremos livre desse vírus, não é o momento de relaxar, mas é o momento que vemos, de fato, uma luz no fim do túnel. A melhor vacina é a que estará disponível para a nossa população”.

A CoronaVac foi testada com profissionais de saúde. Palacios explicou que os ensaios foram feitos assim porque essa população tem a maior exposição ao vírus – muito maior que a das outras pessoas no geral.

“[O teste] não é a vida real exatamente. É um teste artificial, no qual selecionamos dentro das populações possíveis, selecionamos aquela população que a vacina poderia ser testada com a barra mais alta”, afirmou.

“A gente quer comparar os diferentes estudos, mas é o mesmo que comparar uma pessoa que faz uma corrida de 1km em um trecho plano e uma pessoa que faz uma corrida de 1 km em um trecho íngreme e cheio de obstáculos. Fizemos deliberadamente para colocar o teste mais difícil para essa vacina, porque se a vacina resistir a esse teste, iria se comportar infinitamente melhor em níveis comunitários”, disse.

G1

Opinião dos leitores

  1. É essa "vachina" que Fatão prometeu a seu rebanho? Que tomem e sejam felizes. Essa gororoba vem do mesmo país de onde "vieram" (brincadeira, claro) aqueles respiradores pelos quais a governadora do RN pagou 5 milhões e… Bem, não tem respirador algum e o dinheiro foi pro bolso de alguém.

  2. Para um país que tem a cloroquina como “salvação”, essa vacina com 50%, está 1ª de luxo.

  3. É pessoal teremos que nos contentar com a Coronavac e a vacina da Oxford, quem estiver sonhando com a Pifzer ou a da Moderna pode acordar que ñ é sonho é pesadelo, graça ao nosso incompetente presidente e ao igual ministro especialista em logistica que nem se quer comprou as seringas. Vamos ter que toma a Coronavac e agradecer por ter aumenos ela.

  4. Já deram a ideia e acho 100% apropriada.
    Quem é da esquerda toma a vacina chinesa e não precisa se incomodar com o resto, assunto encerrado.
    Mas vou aqui fazer meu comercial:
    Vendo paraquedas com 50% de chance de abrir. Tenho preço promocional.
    Quem comprar o paraquedas, leva de graça uma caixa de anticoncepcional com 50% de eficácia e mais 01 caixa de Viagra com 50% de possibilidade de funcionar.
    Aproveitem a oportunidade…..

  5. Com esses números nem o gado entende rapaz. Eu acho que Dória vazou esses 50% só pra ver o gado e o Bozo falando asneiras. Aí o bixo pegou, a imprensa divulgou e agora o Bozo nem toca mais no assunto, ficou com a cara de tacho rsss

  6. ‘Grande merda a opinião desses especialistas pois : se não fosse segura, não evitase os casos graves e não ajudasse a frear pandemia’ eles teriam produzido o que? Um cházinho?

    1. kkkkkkkkk. está foi a melhor. Quer produzir mais bolsovacas? Já não basta esse rebanho imenso de almas sebosas fazendo arminha?

    2. Venha cá neco, não sejas tão bobo neco. Sei que gostas de companhia mas hoje tu vais ter que pastar sozinho.

    1. Meu Deus! E agora?
      Confio na opinião dos especialistas do assunto ou na opinião cheia de argumentos cientificamente embasados sabe-se lá de onde do Luciano?
      Agora lascou.

    2. Aluísio, aí vc lasca né, com uma resposta dessas Luciana Morais Gado vai sair de fininho e ficar caladinha. Vá de vagar. O gado não aguenta muita pressão não.

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Saúde

Acordo com farmacêutica impediu divulgação de dados completos de eficácia da Coronavac; estima-se que taxa seja de cerca de 64%, menor que a divulgada para casos leves

As lacunas no anúncio no último dia 7 dos resultados da Coronavac, vacina desenvolvida pela parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, chamaram a atenção de especialistas. O responsável pela ausência continua sendo o contrato do Butantan com a empresa chinesa, que já impediu anteriormente a divulgação dos resultados no país.

O grande número do anúncio do último dia 7 foram os 78% de prevenção de casos leves (que necessitam de algum auxílio médico), mas a eficácia, que engloba também aqueles que não precisaram de assistência, mas que foram infectados, não foi divulgada.

A razão disso, segundo a Folha apurou com pessoas ligadas à pesquisa da vacina, é a proibição, pelo contrato que tem com a Sinovac, de o Butantan anunciar ao público qual é a taxa sem autorização da empresa chinesa.

A informação vai ao encontro do que consta no acordo entre a Sinovac e o Butantan, ao qual a CNN Brasil teve acesso em novembro do ano passado. Segundo a emissora, no termo, no item 4.8.6, consta que “a Sinovac detém os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina e que os dados clínicos da Fase III abrangem os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina”.

A preponderância da decisão da Sinovac quanto até mesmo à divulgação de dados se repete em outros trechos, segundo a CNN.

Em outra parte do acordo, consta que “a menos que expressamente permitido por este acordo ou com o consentimento prévio escrito e expresso da Sinovac, o Butantan não irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para, permitir que seja utilizado ou compartilhar com terceiros ou suas próprias filiadas (exceto com as autoridade regulatórias) o dossiê do produto de propriedade e fornecido pela Sinovac”.

Em mais um trecho, lê-se: “a Sinovac reserva o direito de decisão, escolha, eleição, a seu critério de manuseio, uso, divulgação, permissão de uso ou compartilhamento com qualquer terceiro ou suas filiadas de tais dados clínicos da Sinovac”.

Mesmo assim, após insistência de jornalistas presentes, Dimas Tadeu Covas, diretor do Butantan, apontou alguns dados aproximados relacionados a infecções pela Covid-19 detectadas durante a fase 3 do estudo da Coronavac no Brasil. Segundo ele, foram 218 infecções, sendo 160 no grupo placebo e pouco menos de 60 no grupo vacinado.

A partir desses dados, é possível calcular uma eficácia de cerca de 64%, 14 pontos percentuais abaixo dos 78% de prevenção de casos leves e 14 pontos percentuais acima dos 50% da eficácia mínima exigida pelas agências regulatórias, como a Anvisa. Para chegar a esse número —mais precisamente 63,75%—, leva-se em conta 58 infecções no grupo vacinado e grupos (placebo e o que tomou a vacina) do mesmo tamanho.

O motivo inicial, ainda no ano passado, de a Sinovac ter segurado o anúncio dos resultados brasileiros seria a discrepância em relação a resultados dos testes em outras partes do mundo, como na Turquia, onde a eficácia anunciada foi de 91,25% —apesar de o país ainda ter somente dados provisórios.

A explicação dos cientistas para essa diferença tem pelo menos dois componentes. O primeiro é a população de cada país, que está longe de ser homogênea.

O segundo é intrínseco ao ensaio brasileiro. Por aqui os voluntários eram profissionais de saúde, que sofriam uma exposição muito maior aos vírus — e aí têm que ser considerados o número de encontros com possíveis fontes de infecção e a maior quantidade de vírus que chega no sistema respiratório dessas pessoas.

Pesquisadores ouvidos pela reportagem sob condição de sigilo atestam a integridade dos testes e se dizem confiantes na qualidade da vacina, mas apontam problemas.

Um deles é a pressão do governo João Doria (PSDB) para emplacar uma vitória política contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que incluiu datas para anunciar resultados e também para iniciar a imunização no estado.

Outro é a falta de transparência da Sinovac, que tem dificultado o acesso geral aos dados, o que tem sido cobrado por pesquisadores brasileiros, por considerar baixa a eficácia obtida no braço brasileiro dos testes, dizem as fontes ouvidas pela reportagem.

Já logo em seguida à coletiva com o anúncio, Esper Kallás, colunista da Folha e infectologista da da Faculdade de Medicina da USP, que participou do anúncio, afirmou à Science uma certa frustração pela não divulgação dos dados mais detalhados. Segundo o especialista, há divergência entre o Butantan e a Sinovac quanto ao que se configura como um caso de Covid-19 (além da confirmação de infecção por PCR).

De toda forma, mesmo com uma eficácia geral mais baixa, quando comparada a outras vacinas, como a da Pfizer (95%) ou a russa Sputnik V (90%) —que ainda não teve dados da fase 3 disponibilizados para a comunidade científica avaliar—, especialistas afirmam que a Coronavac pode ser fundamental para conter as mortes por Covid-19 no país, tendo em vista o sucesso de 100% em evitar quadros graves nos testes.

Outra vantagem da Coronavac é a facilidade de armazenamento, em refrigeradores convencionais. Além disso, como a produção está sendo feita pelo Butantan, a logística de distribuição do imunizante também tende a ser facilitada.

Desde sexta (8), a Anvisa está analisando o pedido de uso emergencial da vacina. O prazo de análise é de 10 dias. Só depois disso haverá a divulgação dos dados e, por fim, a publicação dos resultados na forma de artigo científico.

Procurado pela reportagem, o Instituto Butantan não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Será que a grande midia não vai perguntar de onde tiraram aqueles 78%? E pelo que li está entre 50 e 60%.

  2. O calça colada já espalhou que era 78% , caiu pra 64%? É fake? Só quem espalha mentiras não é o gado?
    Deveria ser punido por espalhar noticias falsas.

  3. Libera assim mesmo! A petralhada tá louca pra ser furada!!! A uns 4 dias atrás estavam tudo vibrando. Cadê a vacina? Cadê as provas da eficácia?

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Saúde

Indonésia aprova uso emergencial da CoronaVac e diz que vacina teve 65,3% de eficácia em testes no país

Foto: Reuters

A Indonésia aprovou, nesta segunda-feira (11), o uso emergencial da CoronaVac, a vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac. O presidente do país, Joko Widodo, deve receber a primeira dose na quarta (13).

Dados preliminares de testes de fase 3 no país mostraram uma eficácia de 65,3% para a vacina. A autoridade indonésia de alimentos e medicamentos, BPOM, informou que o número foi encontrado depois de 25 casos de Covid, mas não deu mais detalhes.

País mais afetado pela Covid-19 no sudeste da Ásia, com 836.718 casos confirmados e 24.343 mortes, a Indonésia comprou mais de 125 milhões de doses da CoronaVac. Para o início da campanha de vacinação em massa, 3 milhões de doses estarão disponíveis.

Testes no Brasil

A CoronaVac também foi testada no Brasil. O estado de São Paulo tem um acordo de compra e transferência de tecnologia da vacina com a Sinovac que prevê que o Instituto Butantan fabrique o imunizante em solo brasileiro.

Na última quinta (7), o Butantan solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a aprovação do uso emergencial do imunizante no país. A agência disse, entretanto, que o pedido está incompleto.

Na semana passada, o governo de São Paulo anunciou que a vacina teve 78% de eficácia para casos leves e 100% contra mortes, casos graves e internações em testes no Brasil.

O governo paulista não divulgou, entretanto, a eficácia geral da vacina – a proporção de pessoas vacinadas que, ainda assim, pegaram Covid-19 e ficaram assintomáticas.

A eficácia é um conceito que se aplica a vacinas em estudos e representa a proporção de redução de casos da doença contra a qual ela quer proteger entre o grupo vacinado comparado com o grupo não vacinado.

Na Turquia, a CoronaVac teve 91,25% de eficácia contra o novo coronavírus, também segundo dados preliminares divulgados no fim de dezembro. Na época, o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou que a Sinovac “quer entender por que tivemos um resultado e, em outros países, outro”.

Vacina de vírus inativado

A CoronaVac utiliza vírus inativados para induzir a resposta do sistema de defesa do corpo. Esta técnica usa vírus que foram expostos em laboratório a calor e produtos químicos para que se tornem incapazes de se reproduzir.

A vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas, Denise Garrett, explica que o vírus inativado induz uma resposta imune para todo o vírus – e não só para a proteína S, que é a que ele usa para entrar na célula.

“Você tem a produção de anticorpos para todas as proteínas na superfície do vírus. É como se diluísse a resposta imune – para isso, eles usam adjuvantes, nesse caso, o alumínio”, afirma. Os adjuvantes servem para reforçar a indução da resposta imune gerada pela vacina.

Foto: Arte G1

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Esses caras não estão nem aí para a população, no Brasil a eficácia da vachina deve estar bem abaixo disso o calça apertada quer empurrar esta vachina nas cobaias esquerdopatas (que estão eufóricas para tomar) de qualquer jeito, um placebo caro, 20 dólares para imunizar 65%(???) enquanto a da Oxford uma dose de 3 dólares irá imunizar as cobaias esquerdopatas em 70%.

  2. Essa pesquisa deve tá sendo feita pelo Datafolha, na Indonésia 65,3%, no Brasil 78% e na Turquia 91,25%, fora da margem de erro.

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