Judiciário

Mayra Pinheiro aciona STF contra a CPI da Covid por vazamento ilegal de dados

Foto: Divulgação YouTube

A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Mayra Pinheiro, anunciou que entrará com uma petição no STF contra a CPI da Covid por ter tido dados sigilosos sobre ela vazados pela comissão. Segundo a secretária, os senadores têm divulgado e-mails privados com seus dados pessoais.

“O que os senadores estão fazendo é divulgar e-mails privados, com dados pessoais. Isso é um crime. É descumprimento de uma medida cautelar que foi dada a mim enquanto depoente. Além disso, divulgaram informações falsas”, disse Mayra Pinheiro.

O STF autorizou a quebra de sigilo de Mayra Pinheiro, mas determinou que a confidencialidade dos dados fosse mantida. Entretanto, após os políticos entrarem em recesso, informações privadas da ex-secretária, incluindo um documento de identidade, com número oficial de registro, foram vazadas.

“O documento assinado pelo ministro Ricardo Lewandowski proíbe que qualquer e-mail ou documento sigiloso seja divulgado antes do término da CPI”, disse Pinheiro.

Focus

 

Opinião dos leitores

  1. Pense num bando de vagabundos esses senadores que deixam esses dados pessoais De pessoas ouvidas na CPI vazarem, pois os podres deles eles escondem de toda forma, ou procuram esconder.

    1. Essa corja era pra recorrer ao exército.
      Fica ocupando o tempo dos ministros do STF.

  2. E daí?
    Mimimi da porra!
    A boiada imunda defende a capitã cloroquina, que matou dezenas de amazonenses.

  3. Tem que botar para quebrar no bunda mole, no ladrão desqualificado do Renan, no saltitante e de quebra no cavalo batizado de Otto Alencar,esse quarteto imundo, que compõem esse circo mambembe de meia lona, eles vão ter que se ajoelhar nas cordas. O que eles estão fazendo com os interrogados é humilhante, degradante, vergonhoso, aquilo mais parece uma casa de horrores, o senado devia se envergonhar e o povo dos seus estados deve um fim nos seus mandatos, como fizeram aqui com Garibaldi e José Agripino.

    1. Pare de mimimi pedroca, quem queria saltitar era você e não pode.
      Andar com o sobrinho pela cidade.

    2. É mesmo capiroto? (Vá ao dicionário) não entro nessa sua conversinha de homossexualidade, vc deve ter mais cuidado e respeitar as pessoas, nem todas são do seu nível, coisa de baixaria fica para moleque sem pai. Quem diz que ele é saltitante é sua voz e o povo do estado que ele representa, eu apenas repito, inclusive vcs podem fazer o que der na telha com o que é de vcs. Nunca tive e tenho a menor simpatia com esses costumes de vcs da esquerda, quem acham tudo natural, por sinal, esse defeito Lula não tem.

  4. VAZAMENTO DE DADOS NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO!
    Quem se preocupava e protestava quando os vazamentos eram feitops na Lavajato?
    Mas, quando permitimos que determinadas ações, atos e procedimentos sejam cometidos, mesmo sabendo que são irregulares, abusivos e ilegais, poderemos mais tarde se arrepender por vir a sofrer os mesmos abusos e não ter a quem mais reclamar.
    Por isso quando criamos algumas regras e definimos algumas garantias fundamentais, elas devem servir para todos indistintamente e não apenas para uns e outros não, perseguindo adversários e protegendo aliados.

  5. Só bandido dirigindo essa cpi, tinha que acabar nisso mesmo. Em um país sério, todos os membros dessa cpi estariam presos.

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Finanças

TCU confirma que Receita acessou ilegalmente dados de Flávio Bolsonaro

O documento: pela primeira vez, o Fisco admite ter violado as informações de contribuintes classificados como “pessoas expostas politicamente”. Foto: Reprodução/Veja

Em fevereiro de 2019, VEJA revelou que o ministro Gilmar Mendes, o atual decano do Supremo Tribunal Federal, estava sendo investigado pela Receita. Não apenas ele, mas também sua mulher, seus parentes e até a mãe, que já havia falecido havia alguns anos. O procedimento foi considerado ilegal, os fiscais responsáveis pela devassa foram punidos e o caso, encerrado. O magistrado era considerado um crítico dos métodos da Lava-Jato e essa teria sido a razão para que um grupo simpático à operação, em represália, investisse contra ele e a família. Na época, surgiram rumores de que outros figurões da República, outros juízes e advogados também teriam sido vítimas da mesma ação clandestina, o que deu origem a várias frentes de apuração para tentar comprovar as suspeitas. Uma delas, instaurada no início deste ano pelo Tribunal de Contas da União (TCU), puxou o fio do que pode vir a ser uma grande meada.

Nos últimos meses, em sigilo, uma equipe de técnicos do TCU realizou uma inspeção na Receita Federal e no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para verificar se os dois órgãos teriam acessado ilegalmente e usado para algum fim informações fiscais e financeiras de autoridades da República. VEJA teve acesso ao relatório elaborado pelos auditores. As suspeitas se confirmaram: a Receita admitiu pela primeira vez que seus servidores bisbilhotaram contribuintes sem autorização judicial nem qualquer motivação legal que justificasse a violação. A história fica mais intrigante quando se descobre que na lista dos alvos estão pelo menos seis “pessoas expostas politicamente”, as chamadas PEPs, sigla usada pela burocracia para definir os contribuintes que ocupam importantes cargos públicos. O enredo ganha ingredientes de escândalo quando se revela que uma das PEPs é filho do presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ).

Provocados pelo Ministério Público, os auditores do tribunal começaram a vasculhar em março os procedimentos da Receita e do Coaf. Descobriram que, entre 2018 e 2020, o órgão havia instaurado oito processos administrativos disciplinares para apurar possível acesso imotivado de servidores a dados de contribuintes. Destes, seis envolviam a violação de dados de “pessoas expostas politicamente”. A Receita confirmou que, desses seis processos, quatro já haviam sido concluídos, foram devidamente comprovados os acessos ilegais e punidos os servidores envolvidos na bisbilhotagem. O relatório cita o nome de apenas um dos alvos — exatamente o do senador Flávio Bolsonaro. Os auditores informam que não foi possível aprofundar o caso.

ALVO - Flávio Bolsonaro: servidor que acessou dados do senador foi punido – Pedro França/Agência Senado

Investigado por suspeitas de se beneficiar de um esquema que ficava com parte do salário de funcionários quando era deputado estadual no Rio, o senador sempre argumentou em sua defesa que seus sigilos bancário e fiscal haviam sido quebrados de maneira ilegal pelo Ministério Público fluminense. Em março passado, os auditores do TCU se reuniram com equipes da Receita para tratar especialmente do caso Flávio e pediram, entre outras coisas, acesso à identidade dos funcionários que acessaram a base de declarações do senador entre 2016 e 2018, período em que o MP acusa o filho mais velho do presidente de praticar a rachadinha em seu gabinete. Por força de uma liminar do STF, a auditoria não foi autorizada a ter pleno acesso às informações da Receita. Os técnicos, porém, confirmaram que um único servidor, por mais de uma vez, consultou clandestinamente o banco de dados do imposto de renda do parlamentar. O funcionário foi punido com pena de suspensão.

A Receita pode — e deve — analisar a situação fiscal de qualquer contribuinte e, assim como bancos, joalherias ou corretoras de imóveis, que são instados a alertar as autoridades sobre transações suspeitas, tem a obrigação de investigar indícios de movimentações financeiras duvidosas. O Fisco, porém, não pode selecionar alvos nem acessar informações sem um motivo formal. Por quase sessenta dias, os técnicos do TCU investigaram a atuação da Receita e do Coaf, reuniram-se com servidores dos dois órgãos e esquadrinharam como as duas autarquias tratavam os dados de cada um dos 72 102 contribuintes classificados como “politicamente expostos”. Fazem parte dessa lista vereadores, deputados, senadores, funcionários de órgãos estratégicos, como a Presidência da República, além do próprio presidente Jair Bolsonaro.

Desde que ocorreu o episódio envolvendo o ministro Gilmar Mendes, o Tribunal de Contas tenta obter acesso ao banco de dados da Receita. Na primeira incursão, em 2019, a autarquia chegou a informar que, entre 2014 e 2019, 2 253 agentes públicos ou pessoas relacionadas a eles haviam sido alvo de processos fiscais. Logo depois, diante da insistência dos auditores em aprofundar as investigações, a Receita recorreu à Justiça e obteve uma liminar para não informar o nome dos contribuintes. Foi apenas agora, a partir de uma representação junto ao TCU do procurador do Ministério Público Lucas Furtado que o tribunal conseguiu avançar, descobriu as investigações clandestinas contra Flávio e outras autoridades e ainda apurou que existe uma falha no sistema que pode estar servindo de janela para que os dados fiscais de magistrados, como no caso de Gilmar Mendes, sejam acessados sem chamar atenção e sem deixar muitos rastros.

ESTADO PARALELO - O ministro Gilmar Mendes: ele, sua esposa, seus parentes e até a mãe, já falecida, foram enredados em uma investigação ilegal da Receita Federal – Mateus Bonomi/AGIF/AFP

Tanto na Receita quanto no Coaf existem dispositivos de segurança que disparam alertas e requisitam autorizações especiais em caso de acesso a dados de pessoas expostas politicamente. O obje­ti­vo é evitar que esses procedimentos sejam usados para fins políticos, de perseguição ou de intimidação. De acordo com o TCU, ministros, juízes, desembargadores, promotores e procuradores não estão incluídos na lista de PEPs. Por isso ocorrem casos como o de uma juíza de Brasília que passou pelo constrangimento de sofrer uma devassa fiscal após receber uma herança. A Corregedoria da Receita, o Tribunal de Contas e o Ministério Público suspeitam que Gilmar Mendes e Flávio Bolsonaro sejam apenas dois personagens de uma extensa lista de figurões da República investigados clandestinamente. O senador não quis se manifestar sobre o relatório. Para o procurador Lucas Furtado, qualquer acesso indevido a dados fiscais, sejam os alvos autoridades ou não, deve ser punido de forma exemplar. “O sigilo no Brasil não pode ser transformado em esconderijo contra investigações, mas, se não houver autorização legal, ninguém pode ter sua vida devassada e exposta, o que vale tanto para o cidadão comum quanto para o filho do presidente.”

Veja

Opinião dos leitores

  1. A quadrilha chamada PT aparelho o estado em todoscos sentidos, para se perpetuarem no poder, típicos de ditaduras. Simplesmente vermes canalhas!

  2. Os comentários desses arautos do nada com coisa nenhuma, José Tomaz e Manoel F está além da insanidade é pura demência com desvio moral, apologia a desordem e crime de calúnia e difamação. Apontam nos outros tudo que seus corruptos de estimação praticam

    1. A mais pura verdade Armadio, dois idiotas de primeira grandeza, vai ver que no passado tinham seus nomes no bolsa família, estavam inscritos para receber uma gleba de terra do MST ou viviam das boquinhas do estado.

  3. Acharam mais quantos apartamentos? Salas comerciais? Lojas de chocolate 🍫?
    As rachadas já chegaram no senado?
    Quantas mansões de 6,1 milhões ele comprou?

  4. Deixem esse Senador “honesto e trabalhador” em paz, afinal ele e sua família nunca fizeram rachadinha nem multiplicaram o patrimônio dezenas de vezes né?! Coitadinhos…

    1. Os dois aqui mané e Ze, são iguais a culhões.
      Andam juntos, quando um rincha o outro solta pêido.
      Rsrs…

    2. Albino esses são os idiotas úteis, qualquer dez conto ou um pedaço de carne, eles vão passar o tempo destilando baboseiras, Isso é da natureza dos idiotas amestrados pelo encantador de asnos.

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Política

Ricardo Barros poderá acessar dados coletados pela CPI em que ele é citado, autoriza Ricardo Lewandowski

Foto: Adriano Machado/Crusoé

Ricardo Lewandowski, do STF, garantiu há pouco o acesso de Ricardo Barros (PP-PR) a todos os dados coletados pela CPI da Covid em que o líder do governo Jair Bolsonaro na Câmara é citado.

“Defiro parcialmente a liminar requerida para franquear ao impetrante o acesso aos dados já coligidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI da Pandemia que o mencionem diretamente, bem como para assegurar-lhe o direito de juntar formalmente aos autos da CPI todos os documentos e declarações que entender necessários para exercício de sua defesa.”

Barros também havia pedido ao STF que obrigasse a CPI a marcar uma data para seu depoimento ao colegiado. Mas a solicitação foi negada por ser entendida como intromissão do Supremo na competência da comissão.

Porém, o ministro afirmou que sua decisão não pode ser considerada interferência no Legislativo, pois cabe ao Judiciário garantir “aos investigados por comissões parlamentares de inquérito a plena observâncias de seus direitos fundamentais”.

Sobre a apresentação de documentos à CPI por Barroso, Lewandowski afirmou ser direito do deputado.

“Constitui direito do impetrante apresentar formalmente à CPI os documentos que entender necessários para esclarecer as menções que lhe foram feitas, de modo a que integrem os autos da investigação e possam se for o caso, ser considerados pelo Relator quando da apresentação de seu relatório final.”

O Antagonista

 

Opinião dos leitores

  1. Olha a genocida aí gente!!!!!
    Desarmando tudo de novo.
    Tá querendo bater a meta de 11 mil defuntos caso a cepa Delta apareça.
    E haja fila com gente esperando pra morrer.
    Aí depois vão dizer que a culpa é do Bolsonaro, como Natália bonavides tá dizendo.
    Mas peraí!!!
    Quem é essa Natália mesmo????
    Não conheço.
    É quem heim??
    Não sabe??
    Eu também não.
    Então vamos cagar pra ela.
    Kkkkkkkkkkkkkkkk

    1. Apenas mais um moleque esquerdopata, vomitando suas asneiras sem qualquer fundamento real. Segue o jogo.

    2. A governadora Fátima do PT abriu os leitos de UTI que o povo do RN precisa? Fez o que com os bilhões que o presidente Bolsonaro enviou para o RN?

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Saúde

Municípios pelo país negam ter aplicado vacina vencida e culpam sistema de dados

Foto: Fabrício Costa/Estadão Conteúdo

Municípios negam terem aplicado doses vencidas de vacinas contra a covid-19. Os esclarecimentos sobre o caso foram apresentados após a Folha de S. Paulo publicar uma matéria que denunciava a suposta utilização de imunizantes fora da validade em 1.532 cidades do país.

Em nota, a administração municipal de Maringá, no Pará, justificou que ocorreram divergências de dados no Sistema Conecte SUS.

“No começo da vacinação, a transferência de dados demorava a chegar no Ministério da Saúde, levando até dois meses. Portanto, os lotes elencados são do início da vacinação e foram aplicados antes da data do vencimento. Concluindo, não houve vacinação de doses vencidas em Maringá e sim erro no sistema do SUS”. (Marcelo Puzzi, secretário de Saúde de Maringá)

No levantamento realizado pela Folha de S. Paulo, Maringá era a campeã no uso de vacinas vencidas. A cidade registrava 3.536 pessoas vacinadas com a AstraZeneca fora da validade, sendo a primeira dose em todos os casos.

Depois aparecem Belém, no Pará, com 2.673, São Paulo, com 996, Nilópolis, no Rio de Janeiro, com 852, e Salvador, na Bahia, com 824. Outras aplicaram menos de 700 vacinas vencidas, sendo que a maioria não passou de dez doses, conforme o levantamento da Folha.

Ceará alega erro de registro nas embalagens

A Sesa-CE (Secretaria da Saúde do Ceará) informou hoje que também não distribuiu vacinas foram da validade.

A pasta confirma que recebeu dois lotes de imunizantes contra o coronavírus citados na matéria da Folha de S. Paulo, mas que tem distribuído os imunizantes a todos os 184 municípios no prazo, com logística desenvolvida pelo estão por meio de aviões, helicópteros e caminhões.

De acordo com o governo cearense, o Ministério da Saúde informou que houve um erro na embalagem das doses das vacinas AstraZeneca e apesar de serem encaminhadas direto do laboratório produtor ao estado, nas embalagens primária e secundária consta o vencimento em 31/05/2021, quando a validade correta seria 31/05/2022.

Estado de SP confirma aplicações fora da validade

Em nota à Folha de S. Paulo, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo confirmou cerca de 4.000 doses ministradas após a validade.

A pasta firmou que orienta os municípios sobre a aplicação da vacinação contra a covid-19 e a importância de verificar a data de validade antes do uso do frasco de uma vacina.

Os casos constatados de aplicação de vacina fora da validade serão avaliados individualmente para definição da conduta apropriada definida pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações), segundo a Saúde de São Paulo.

O município de Rio Claro, no entanto, se posicionou afirmando que não houve aplicação na região de imunizanetes vencidos.

Em nota enviada ao UOL, a pasta esclareceu que sempre que chegam vacinas no município, as informações referentes aos lotes e vencimentos são averiguadas e que nunca houve estoque de vacinas com data de vacliade anterior às novas doses recebidas.

A matéria de repercussão nacional apontou dois lotes de vacinas como tendo sido utilizados em Rio Claro após o vencimento. A Vigilância Epidemiológica observa que as vacinas de um destes lotes sequer chegaram a ser recebidas pelo município. Já as doses com vencimento em 14 de abril, do lote 4120Z005 da Astrazeneca, estavam entre as primeiras que o município recebeu, em 27 de janeiro. Essas doses foram utilizadas imediatamente, esgotando-se nas duas semanas seguintes ao recebimento, bem antes do prazo de validade. É possível que tenha havido erro na inserção dos dados no sistema utilizado para registrar a vacina aplicada, com a seleção de lote equivocado Secretaria de Saúde de Rio Claro

Belém nega aplicação fora da validade

Já em Belém, no Pará, a secretaria de Saúde informou que nenhuma dose de imunizante vencido foi aplicada na cidade.

Entretanto, é possível que tenha havido erros nos registros, especialmente nas primeiras etapas da campanha de vacinação em massa, quando as anotações eram feitas manualmente em fichas de papel e posteriormente digitadasSecretaria de Saúde de Belém, e-mail à Folha de São Paulo

Salvador diz que houve erro no sistema

A Secretaria Municipal de Saúde de Salvador informou que não há ocorrência de aplicação de doses vencidas na capital baiana.

Dois dos lotes mencionados na reportagem da Folha e todas as outras doses, segundo a pasta, foram administradas antes da data de vencimento dos imunizantes.

A aplicação das doses foi realizado dentro do período determinado pelo fabricante do imunobiológico e apenas no sistema do banco de dados do Ministério da Saúde foi efetuado em data posterior a aplicação da vacinaSecretaria de Saúde de Salvador

O UOL entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber quantas doses foram administradas fora da validade e checar as informações sobre o cadastro incorreto no sistema Conecte SUS, administrado pela pasta. Até o momento, não tivemos retorno.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Isso é coisa que a foice de São Paulo joga no ar pra desgastar o presidente. Será que é difícil entender isso. Não viram como foi a reportagem? A cidade mais atingida foi a terra do líder do governo Bolsonaro. Isso é só pra azedar o caneco do frango. Simples assim. Todos os dias sai uma narrativa. Não tem mais nem graça.

  2. Pronto, os inconvenientes, já arranjaram um culpado, o sistema de informação.
    Bando de hipócritas e inescrupulosos.

    1. Chora titia, teu mito morreu e vai ser enterrado. Vais sentir falta dos cunhão roxo do véio na tua boca.

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Saúde

GRAVE: Chefe da OMS critica falta de acesso a dados da China sobre origem da Covid-19 e não descarta nenhuma hipótese

Foto: Christopher Black/WHO / via REUTERS

Mais de um ano depois do início da pandemia do coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou oficialmente nesta terça-feira o tão esperado relatório da equipe de especialistas que investiga a origem da Covid-19. Os pesquisadores que estiveram na visita de campo a Wuhan, na China, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, ainda não descartaram, porém, nenhuma hipótese, e o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu mais estudos, criticando a falta de acesso a dados brutos do governo chinês sobre os primeiros casos da Covid-19 registrados na cidade, no final de 2019.

De acordo com a missão de especialistas, que passou 27 dias em Wuhan, a hipótese mais provável é que a de que o vírus tenha sido transmitido de morcegos para um animal intermediário e deste para o homem. A hipótese de que o patógeno teria escapado do Instituto de Virologia de Wuhan, um laboratório de segurança máxima, foi considerada “extremamente improvável”, mas ainda assim Tedros pediu uma nova investigação sobre ela. A suposição foi promovida sem embasamento concreto pelo então presidente americano Donald Trump.

— No que diz respeito à OMS, todas as hipóteses permanecem em jogo. Este relatório é um começo muito importante, mas não é o fim. Ainda não encontramos a fonte do vírus e devemos continuar seguindo a ciência e não deixar pedra sobre pedra — disse Tedros, lembrando que encontrar a origem de um vírus leva tempo. — Devemos isso ao mundo para que possamos tomar medidas coletivas para reduzir o risco de que aconteça novamente. Espero que novos estudos colaborativos estejam baseados em compartilhar os dados de uma forma mais ampla e rápida.

O diretor-geral da OMS disse estar disposto a implementar novas missões de especialistas. O relatório da equipe internacional — que conta com cientistas de Austrália, China, Dinamarca, Alemanha, Japão, Quênia, Holanda, Qatar, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã — foi publicado quando a pandemia já matou quase 2,8 milhões de pessoas e infectou mais de 127 milhões em todo o mundo.

— Em minhas conversas com a equipe, eles expressaram as dificuldades que encontraram para acessar dados brutos — disse Tedros.

Em fevereiro, um dos integrantes da equipe da OMS, o australiano Dominic Dwyer, disse que foram solicitados os dados brutos dos 174 casos da doença que a China havia identificado na fase inicial do surto em Wuhan, mas lhes foi fornecido um relatório já com a análise feita por cientistas chineses.

Esses dados brutos são conhecidos como “listagens de linha”, disse ele na época, e normalmente seriam anônimos, mas contêm detalhes como as perguntas feitas a pacientes individuais, suas respostas e como suas respostas foram analisadas.

O relatório da OMS sugere que a transmissão possivelmente começou antes de dezembro de 2019. O primeiro caso detectado teve início dos sintomas em 8 de dezembro. Mas, para entender os primeiros casos, os cientistas tiveram acesso a dados de pacientes com sintomas afins, incluindo amostras biológicas, a partir de setembro.

Segundo o relatório, não está claro se o mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan, foi o marco zero do vírus ou apenas o lugar onde ele começou a circular em maior escala. O local, que vários vários pacientes frequentavam ou onde trabalhavam, vendia carnes exóticas e animais vivos. A equipe também citou a possibilidade de o vírus ter sido introduzido em humanos por meio da cadeia alimentar de alimentos frios.

UE e EUA pedem novos estudos

A equipe da OMS visitou vários laboratórios em Wuhan e considerou a possibilidade de o vírus entrar na população humana como resultado de um incidente de laboratório. Embora os especialistas tenham concluído que um vazamento de laboratório é a hipótese menos provável, Tedros disse que ela também requer uma investigação mais aprofundada.

— Não acredito que esta avaliação tenha sido extensa o suficiente. Mais dados e estudos serão necessários para chegar a conclusões mais robustas — afirmou o chefe da OMS.

No ano passado, o governo Trump acusou a OMS de ser demasiadamente complacente com a China e este foi seu principal argumento para cortar sua contribuição ao orçamento da entidade. Trump também chegou a dar entrada no processo para sair da OMS, algo revertido pelo presidente Joe Biden já no dia da sua posse.

A missão da OMS a Wuhan foi aprovada na assembleia geral da OMS no ano passado e negociada durante meses com os chineses. Após a divulgação do relatório, União Europeia (UE), Estados Unidos e 13 aliados, como Reino Unido, Canadá, Austrália, Japão e Coreia do Sul, expressaram preocupação com a falta de acesso aos dados. Em um comunicado conjunto, EUA e os aliados instaram a China a dar “acesso completo” aos especialistas.

A UE, por sua vez, considerou o estudo um “primeiro passo importante”, mas insistiu nas críticas de que a investigação começou tarde demais. Além disso, lembrou que os especialistas estiveram fora da China por muito tempo e de que o acesso aos dados e às primeiras amostras foram insuficientes. Em um comunicado, Walter Stevens, embaixador da UE nas Nações Unidas em Genebra, pediu mais estudos com “acesso oportuno aos locais relevantes e a todos os dados humanos, animais e ambientais disponíveis”.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Qual a novidade OMS? Achar que a China vai deixar sair algum dado real, é acreditar em coelho da páscoa…inocente.

  2. Essa OMS realmente e mentirosa, eles saíram da china falando que não encontraram nada de grave na china e agora vem com outra conversa.

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Finanças

Auxílio emergencial: veja quem deve atualizar os dados no Caixa Tem

Foto: (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Os trabalhadores nascidos em novembro que receberam o auxílio emergencial devem atualizar os seus dados cadastrais a partir desta terça-feira, 30.

A atualização é feita pelo celular, não sendo preciso ir até uma agência da Caixa. No aplicativo Caixa Tem, o usuário deve acessar a conversa “Atualize seu cadastro” e enviar a documentação solicitada: foto (selfie) e um documento de identificação (RG ou CNH).

A atualização cadastral está sendo realizada de forma escalonada, seguindo o mês de nascimento dos beneficiários do programa. A atualização segue até o dia 31 de março, com os nascidos em dezembro.

Veja o calendário:

Data para atualização/ Mês de nascimento

A partir do dia 14/03 Janeiro

A partir do dia 16/03 Fevereiro

A partir do dia 18/03 Março

A partir do dia 20/03 Abril

A partir do dia 22/03 Maio

A partir do dia 23/03 Junho

A partir do dia 24/03 Julho

A partir do dia 25/03 Agosto

A partir do dia 26/03 Setembro

A partir do dia 29/03 Outubro

A partir do dia 30/03 Novembro

A partir do dia 31/03 Dezembro

Nova rodada: veja os valores

O governo já publicou a medida provisória que regulamenta o pagamento do auxílio emergencial em 2021. Segundo a MP, o benefício serão quatro parcelas de 250 reais, sendo limitado a um beneficiário por família. No caso das mulheres provedoras de família monoparental, o valor do auxílio emergencial será de 375 reais. Em caso de família unipessoal (solteiros, viúvos), o valor do benefício será de 150 reais.

O pagamento será da mesma forma que ocorreu no ano passado e poderá ser realizado por meio de conta do tipo poupança social digital, aberta em nome do beneficiário. O calendário de pagamento da nova rodada do auxílio emergencial está pronto, segundo o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. As datas de pagamento, no entanto, dependem de validação do presidente Jair Bolsonaro.

Exame

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Diversos

Prefeituras dizem que sistema criado pelo Governo do Estado é o grande culpado em manter dados de vacinação desatualizados

Nota de esclarecimento

É fato que o Governo do Estado tem, sim, distribuído em tempo hábil as doses de vacinas contra a Covid-19. Mas, o sistema criado pelo próprio Estado para que os municípios informem o andamento da vacinação é o maior culpado pela dificuldade em manter dados atualizados em tempo real.

Enquanto o tempo para vacinar um cidadão não passa de 1 minuto, o agente de saúde precisa dedicar no mínimo outros 3 ou 4 minutos orientando os usuário, ou mesmo fazendo o cadastramento para atualizar o sistema criado pelo Governo do RN. O Sistema não é ágil, não dá resposta rápida e ainda enfrenta instabilidades constantes na internet, principalmente nas cidades do interior. É um complicador a mais para os municípios que assumem a maior e mais importante responsabilidade, que é vacinar a população com a primeira e segunda dose do imunizante.

A Femurn enfatiza que os municípios potiguares e de todo o país executam campanhas de vacinação há mais de 30 anos. Um trabalho que sempre foi feito com seriedade, cuidado e rapidez. Mas a necessidade de mudança para o novo sistema de atualização do governo estadual, acabou gerando mais burocracia.

Com a absoluta confiança que todos os municípios estão fazendo o seu máximo para que a campanha seja realizada o mais rápido possível, inclusive disponibilizando postos de vacinação aos finais de semana, contratando mais profissionais e ampliando horários de atendimento, a Femurn registra ainda que o Estado poderia estar utilizando o sistema nacional, que já existia e permitia uma atualização mais prática e ágil no cadastramento dos vacinados.

Babá Pereira
Presidente da Femurn

Opinião dos leitores

  1. A culpa é do governo do estado por criar mecanismo de controle e acompanhamento da vacinação? Não prefeito, a culpa é de quem não consegue se organizar, minimamente, para cumprir as recomendações. Instabilidade na internet, também é culpa do governo, ou das prefeituras que não contrataram uma quantidade necessária de mega para suprir a demanda? O prefeito prefere o sistema antigo, vacinou, tá liberado? Sem controle? Prefeito, estão roubando e assaltando vacinas. A informação dos dados é obrigação das prefeituras.

  2. Que legal, nesse momento em que todas as forças deveriam se unir para tentarmos sair dessa situação a Fermurn vem a público apenas reclamar, que bom seria se essa instituição procurasse ajudar de alguma forma, já que segundo o presidente da entidade sabe exatamente qual o problema, né? Uma pena que usam e abusam das mortes por Covid19 para fazer política do mais baixo nível, pena mesmo, e assim vamos nos afundando em uma crise enorme, e saibam que ninguém escapará de afundar também juntos.

  3. Não vejo nem um problema em gastar mais dois ou três minutos para manter o sistema atualizado, organizado e transparente até porque estamos usando mais de um tipo de vacina.

  4. É muito estranho o que vem acontecendo no RN, será se esses Prefeitos realmente tem interesse de VACINAR a população dos seus municipios. É MUITA MENTIRA DE UM LADO E DE OUTRO.

  5. …é o grande culpado em manter dados da vacinação desatualizados. E não atualizados. Assim entendi pela matéria. Título não parece adequado.

  6. Uma pergunta que não quer falar. Qual a dificuldade de seguir o mesmo calendário do Governo Federal?

    1. Simplesmente porque não existe planejamento neste governo genocida federal. Simplesmente isto.

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Saúde

VACINA COVID: Dados do Our World in Data mantêm o Brasil como o 4º país com maior média de doses aplicadas

O Diário do Poder destaca nesta sexta-feira(12) os dados do Our World in Data que mantêm o Brasil como o 4º país com maior média de doses aplicadas. O levantamento informa que são cerca de 360 mil vacinas todos os dias.

Com Diário do Poder

Opinião dos leitores

  1. Poderia comprar vacina da inovazic, da covidax, da virulak.
    Sair comprando vacina geral, distribuir dinheiro para qualquer laboratório, porque o importante é ter vacina.
    Chile/Israel tem os seus contatos para adquirirem as vacinas mas para os restantes dos países tem que ter fabricação interna ou ficar cobrando o contratado.
    Como França, Alemanha, etc.. ou não ter nem previsão de ter vacina para sua população, como muitos países africanos, que ficam dependentes da oms.
    Ninguém fala do Canadá que é o líder mundial em aquisição de vacinas por habitantes, vem vacinando desde dezembro ocupando o 40º no ranking por 100 habitantes.
    Pouco né.
    Se algum de vocês tem capacidade de negociar a vinda das vacinas que se apresente ao governo federal.
    Nem o calça cravada está conseguindo a remessa da vachina.

  2. Poderia ser MAIS bem mais se o Governo federal tivesse adquirido as 160 MILHÕES de doses ano passado. Essas doses chegariam em Dezembro e nessa altura teríamos imunizado mais de 70 milhões de pessoas. Para um pais como o Brasil que desde o tempo dos governos militares é REFERÊNCIA internacional em vacinação esse número é VERGONHOSO!!

  3. O que a tropa de jumento não entende e que apesar de percentualmente ser baixo em números absolutos e alto. Tendo em vista a falta mundial de vacina. Está se conseguindo comprar e aplicar vacina. Alguns países ricos estão tendo dificuldade também. Mas o único taxado de genocida e o brasileiro…

    1. Apoiado por sua tropa de acéfalos, o presidente OPTOU por não comprar vacinas. Vacinas que seriam entregues em dezembro do ano passado! Nem economia nem vidas salvas!

  4. BG, sua cara não cora? Você não é analfabeto, sabe que a quantidade absoluta pouco importa. Temos um perncentual pífio de vacinação da população. Tire a camisa do time do capitão!

  5. O que pra um país com dimensões continentais como o nosso, não significa muita coisa! Não vacinamos nem 5% da população. Isso eh resultado de um presidente inepto e negacionista! Só teremos imunidade de rebanho suficiente pra viver vida normal em abril de 2022! E vai morrer muita gente até lá!

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Tecnologia

Saiba o que fazer caso seus dados tenham sido expostos em megavazamento

Foto: Vecteezy

Segurança digital sempre foi um tema bastante importante para a estudante Rebecca Gompertz, 21. A jovem utilizava aplicativos para monitorar a força de suas senhas na internet, não preenchia formulários aleatórios com dados pessoais nem salvava seus cartões nos sites de compra. Instalou a dupla verificação em todas as suas redes, participou de workshops sobre proteção de dados e sempre lê as informações compartilhadas ou não com as empresas.

Mesmo com essa rotina incansável de segurança digital, a estudante recebeu uma mensagem de seu banco informando uma tentativa de compra no valor de R$ 13.000. Ela foi investigar e descobriu que havia sido uma das mais de 200 milhões de pessoas que tiveram seus dados vazados no país. O vazamento sem precedentes expôs CPFs, CNPJs, nota de crédito e até o salário de milhões de brasileiros.

No caso dela, felizmente, o cartão foi bloqueado e não houve perdas financeiras. Mas e se isso tivesse acontecido? De quem seria a responsabilidade? E quem teria que assumir o prejuízo?

“Quando soube do vazamento, bateu um pouco de pânico”, relata a estudante. “Mas, logo em seguida, fiquei muito brava.” Isso porque, mesmo tendo sido extremamente cautelosa, seus dados foram vazados por empresas que não tiveram o mesmo cuidado com sua segurança.

Maximiliam Fierro Paschoal, sócio de relações de consumo do escritório de advocacia Pinheiro Neto, esclarece que, em casos de golpes a partir de vazamentos, o consumidor têm seus direitos garantidos, como o ressarcimento de eventuais prejuízos financeiros.

A fraude, porém, pode acontecer de duas maneiras. Em tentativas de clonagem de cartão ou compras sem autorização — como foi o caso da estudante — ou quando é enviado um link falso e o consumidor acredita que está diante de um site verdadeiro.

É comum, por exemplo, que após vazamentos sejam realizadas ligações fraudulentas, em que o criminoso apresenta parte dos dados que possui de determinada pessoa e ela ingenuamente compartilha outras informações pessoais.

Quando este segundo caso ocorre, Paschoal explica que será analisado exatamente o que foi dito ao consumidor e se ele possuía ou não maneiras de detectar que estava sendo vítima de uma fraude.

“Em primeiro lugar, a compra e todos os cartões devem ser bloqueados. Após ser comprovada que a ação não partiu de forma intencional do cliente, o valor e eventuais danos devem ser ressarcidos”, diz.

Existe a possibilidade, porém, de essa ação não poder ser comprovada. Isso acontece quando o consumidor provoca sua própria vulnerabilidade, compartilhando dados mesmo que de modo não intencional.

“Às vezes, compartilhamos nossas informações sem nem verificar com quem estamos falando. Ou clicamos em links sem pensar nas consequências. Por isso, é preciso redobrar a atenção e analisar cada caso com calma”, explica. Quanto mais verossímil for a fraude sofrida, menor é a responsabilidade do consumidor.

Antes de definir, porém, se o consumidor é ou não responsável, Paschoal alerta que a Justiça irá considerar o grau de vulnerabilidade e hipossuficiência deste cidadão. Costumam ser olhadas com mais cuidado pessoas idosas, por exemplo, pois estas possuem maior propensão a sofrer fraudes em meio digital.

A responsabilidade pelo golpe pode ser atribuída também à instituição financeira no qual o consumidor possui conta, caso as barreiras de segurança não tenham sido eficazes para protegê-lo.

Por fim, pode haver casos em que tanto o consumidor quanto as instituições tenham feito tudo que poderiam para evitar a fraude. Neste cenário, o advogado defende que o valor da compra ou da perda do consumidor deve ser ressarcido, porém que não sejam aplicadas multas às instituições.

CNN Brasil

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Segurança

Após debandada, WhatsApp garante que nova política não muda prática de compartilhamento de dados

Foto: Phil Noble – 27.mar.2017/Reuters

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) enviou uma notificação ao Facebook para que a empresa explique porque alterou, no começo deste ano, a sua política de privacidade no WhatsApp – aplicativo de mensagens que pertence ao grupo. A Senacon deu 15 dias para o Facebook responder aos questionamentos.

Em resposta ao CNN Business, o WhatsApp afirma que recebeu a notificação e está à disposição para prestar os esclarecimentos à Secretaria no tempo exigido.

Entre os esclarecimentos pedidos pela autoridade brasileira, que responde ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi solicitado às empresas que expliquem pontos do texto da nova política de privacidade, que entrará em vigor a partir de maio. “O conglomerado Facebook foi notificado a informar até onde o usuário poderá controlar a sua privacidade e até onde isso impactará na continuidade da utilização do aplicativo”, diz o texto da Senacon.

O WhatsApp garante que a atualização “não muda as práticas de compartilhamento de dados entre o WhatsApp e o Facebook”. A atualização teria o objetivo de promover mudanças relacionadas aos serviços de hospedagem para ajudar empresas na comunicação com seus clientes na plataforma de mensageria. “Embora, é claro, continue sendo uma decisão do usuário se ele gostaria ou não de se comunicar com uma empresa no WhatsApp”.

O WhatsApp não deixou claro, porém, se o cliente poderá negar a nova política de privacidade da empresa e continuar a usar o aplicativo com base na política anterior.

Privacidade de dados e livre concorrência

A empresa afirma que, no Brasil, armazena dados em conformidade com o Marco Civil da Internet e fornece registros de acesso (como endereço de IP e data do último log-in) em resposta a ordens judiciais.

Porém, a empresa não se manifestou a respeito das novas exigências contidas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que disciplina, por exemplo, a troca de dados entre empresas de um mesmo conglomerado, e que dá ao usuário o direito de saber quais informações estão sendo compartilhadas, além de definir quais dados podem ser intercambiados.

As empresas do grupo Facebook têm sofrido contestações em diferentes países não só com relação à privacidade da informação dos seus usuários, mas também a práticas de monopólio econômico.

Na Alemanha, por exemplo, o Facebook teria garantido ao órgão antitruste local durante a incorporação do WhatsApp, que não haveria compartilhamento de dados entre as bases das duas empresas. Posteriormente, porém, passaram a adotar a prática.

As empresas deverão responder à Senacon se foi apresentado o ato de concentração econômica ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que possibilita ao órgão analisar eventuais agressões à livre concorrência. A Secretaria espera que as empresas expliquem como teria sido definida a política de integração das bases de dados.

Debandada

Em janeiro, assim que o WhatsApp anunciou para o mundo as mudanças na política de privacidade, houve uma corrida de usuários para outros aplicativos. O Telegram, principal concorrente, afirma que recebeu mais de 100 milhões de usuários só no mês passado. Um dos motivos para a debandada era o anúncio do WhatsApp de que a rede social do Facebook passaria a ter sua base de dados integrada à do aplicativo de mensagens.

O Facebook vem sofrendo com vazamentos robustos, ao menos desde 2018, quando dados de 30 milhões de usuários foram expostos. No começo de 2019, mais 419 milhões de pessoas tiveram suas informações vazadas a partir da rede social. No fim daquele ano, um novo vazamento aconteceu. As identidades virtuais, além do número de telefone e nomes reais de 267 milhões de usuários foram expostos.

CNN Brasil

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Judiciário

PF investiga venda de dados de ministros do Supremo e do presidente Bolsonaro

A Polícia Federal investiga um esquema de venda na internet de dados pessoais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da âncora da CNN Daniela Lima.

Os autos foram enviados ao diretor-geral da PF, delegado Rolando Alexandre, pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

Na segunda-feira (1º), o site do jornal O Estado de S.Paulo noticiou que os dados de ministros e do presidente da República estariam a venda na internet. Eles seriam vítimas, assim como outras dezenas de milhões de brasileiros, de um megavazamento de dados pessoais e empresariais.

Fux citou a reportagem em um ofício a Moraes, que é o relator do inquérito que investiga notícias falsas e ameaças aos ministros da Suprema Corte.

Na decisão em que determinou à PF a abertura da investigação, o ministro cita quatro sites: fuivazado.com.br; raidforums.com/Thread-SELLING-JBR-Serasa-Experian-Full-Service; raidforums.com/Thread-Just-Brazil-Basic-PF; drive.protonmail.com/urls/RG3F26N3FC.

O ministro Alexandre de Moraes determinou aos provedores de mecanismos de busca, como Google, Yahoo, Ask e Bing, que retirem quaisquer menções aos sites citados.

Os três últimos seriam plataformas da chamada “deepweb” ou “darkweb”, que é uma espécie de segunda internet que está alheia aos mecanismos de busca e a rastreamentos, frequentemente associada às atividades ilegais.

Moraes também determinou que “bloqueiem o acesso e exibição do material divulgado pela imprensa,  consistente em dados privados, ilegalmente obtidos, dos ministros do STF e de outras autoridades”.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Esses ministros do supremo deviam liberar essas informações obtidas na surdina e sem comprovação de veracidade. Para ser justo com o que fizeram com os procuradores e ao juiz Sérgio Moro, dois pesos e duas medidas, a justiça é cega na vontade dos homens.

  2. Só pode investigar clandestinamente os membros da lava jato. Isso porque desbaratou uma quadrilha que roubou mais de um trilhão de reais, inclusive recuperou 40 BILHÕES DE REAIS, corruptos, os que inocenta e libera eles, nem pensar.

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Diversos

“Chip da Putaria”: brasileiros adotam dois celulares para proteger dados

Foto: iStock

Ao longo da última semana fomos bombardeados com notícias de vazamentos de dados. Há quem diga que as informações de todos os brasileiros estão disponíveis para compra e download em mercados on-line paralelos. Com ou sem vazamento, uma vez que nossos e-mails acabam vinculados a endereços, CPF’s, telefones, etc, não é preciso ser hacker para, com poucas informações, descobrir muito da nossa intimidade.

Como segurança e privacidade é bom e a gente gosta e o mesmíssimo princípio é aplicado ao nosso amorzinho pela putaria, a solução encontrada por muitos brasileiros tem sido usar um chip ou um celular específico para a senvergonhice.

No aplicativo Ysos, criado para quem gosta de ménage, de 329 pessoas entrevistadas, cerca de 23% possuem o “chip da putaria”.

Já no Sexlog, rede social de swing (onde o conteúdo é mais explícito e por isso mesmo ainda mais confidencial), de 212 pessoas consultadas, 46% usa o mesmo método para manter a diversão sob sigilo.

Dos precavidos, a maior parte são os homens (44%), seguido de mulheres (29%) e também os casais (27%), que se divertem juntos, mas em um número específico para isso.

Eles usam para acessar sites de vídeo, tipo xvideos, redes sociais e aplicativos de putaria, além de e-mails, skype e até contas secretas de twitter.

Muitos tomaram essa atitude há anos, depois de viverem alguma situação que os deixou mais cautelosos com seus dados:

“Parentes pegaram o celular e se depararam com fotos nuas, achei melhor deixar tudo em um aparelho diferente.”

“Fui reconhecido por pessoas que tinham o número antigo e sofri até ameaça.”

“Eu recebia muitas ligações inadequadas e mensagens em horas impróprias. Assim posso desligar e manter meu celular oficial funcionando.”

“Apareceu uma pessoa q era da mesma empresa que eu, foi um susto! Desde então eu tenho muito receio de compartilhar meu número com algum conhecido.”

“Sempre gostei de swing, relacionamento aberto. Meu namorado da época não gostava. Mas, eu tinha colegas de trabalho, professores como eu, que gostavam. Assim, comecei a usar números exclusivos para me envolver com eles, de formas mais segura e sigilosa. Deu tudo certo, pois tive experiências incríveis.”

“Uma pessoa pegou passou meu número para meu filho.”

“Namorado com ciúmes pegou uma conversa caliente com um contatinho.”

Aproveitei para pegar outras dicas para aumentar ainda mais a segurança:

“Acesse apenas sites confiáveis, quando aparecer um monte de propaganda pule fora na hora!”

“Não passe o número de primeira pra qualquer um, mantenha o papo pelo app q se conheceram, bloqueie fotos e informações do público, apenas pra amigo. Tenha um número descartável só pra sacanagem e seja feliz.”

“Selecionar bem as pessoas antes de iniciar o bate papo mais aberto.”

“Criar uma conta de email só para isso. Usar a navegação anônima dos navegadores de internet.”

“Computador com antivírus atualizado sempre!”

E você, como tem cuidado da segurança dos seus dados? Compartilhe suas dicas com a gente!

Mayumi Sato – Coluna Universa – UOL

Opinião dos leitores

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Saúde

Acordo com farmacêutica impediu divulgação de dados completos de eficácia da Coronavac; estima-se que taxa seja de cerca de 64%, menor que a divulgada para casos leves

As lacunas no anúncio no último dia 7 dos resultados da Coronavac, vacina desenvolvida pela parceria entre a farmacêutica chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, chamaram a atenção de especialistas. O responsável pela ausência continua sendo o contrato do Butantan com a empresa chinesa, que já impediu anteriormente a divulgação dos resultados no país.

O grande número do anúncio do último dia 7 foram os 78% de prevenção de casos leves (que necessitam de algum auxílio médico), mas a eficácia, que engloba também aqueles que não precisaram de assistência, mas que foram infectados, não foi divulgada.

A razão disso, segundo a Folha apurou com pessoas ligadas à pesquisa da vacina, é a proibição, pelo contrato que tem com a Sinovac, de o Butantan anunciar ao público qual é a taxa sem autorização da empresa chinesa.

A informação vai ao encontro do que consta no acordo entre a Sinovac e o Butantan, ao qual a CNN Brasil teve acesso em novembro do ano passado. Segundo a emissora, no termo, no item 4.8.6, consta que “a Sinovac detém os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina e que os dados clínicos da Fase III abrangem os direitos de propriedade intelectual e interesses da Sinovac na vacina”.

A preponderância da decisão da Sinovac quanto até mesmo à divulgação de dados se repete em outros trechos, segundo a CNN.

Em outra parte do acordo, consta que “a menos que expressamente permitido por este acordo ou com o consentimento prévio escrito e expresso da Sinovac, o Butantan não irá manusear, utilizar, descartar, divulgar para, permitir que seja utilizado ou compartilhar com terceiros ou suas próprias filiadas (exceto com as autoridade regulatórias) o dossiê do produto de propriedade e fornecido pela Sinovac”.

Em mais um trecho, lê-se: “a Sinovac reserva o direito de decisão, escolha, eleição, a seu critério de manuseio, uso, divulgação, permissão de uso ou compartilhamento com qualquer terceiro ou suas filiadas de tais dados clínicos da Sinovac”.

Mesmo assim, após insistência de jornalistas presentes, Dimas Tadeu Covas, diretor do Butantan, apontou alguns dados aproximados relacionados a infecções pela Covid-19 detectadas durante a fase 3 do estudo da Coronavac no Brasil. Segundo ele, foram 218 infecções, sendo 160 no grupo placebo e pouco menos de 60 no grupo vacinado.

A partir desses dados, é possível calcular uma eficácia de cerca de 64%, 14 pontos percentuais abaixo dos 78% de prevenção de casos leves e 14 pontos percentuais acima dos 50% da eficácia mínima exigida pelas agências regulatórias, como a Anvisa. Para chegar a esse número —mais precisamente 63,75%—, leva-se em conta 58 infecções no grupo vacinado e grupos (placebo e o que tomou a vacina) do mesmo tamanho.

O motivo inicial, ainda no ano passado, de a Sinovac ter segurado o anúncio dos resultados brasileiros seria a discrepância em relação a resultados dos testes em outras partes do mundo, como na Turquia, onde a eficácia anunciada foi de 91,25% —apesar de o país ainda ter somente dados provisórios.

A explicação dos cientistas para essa diferença tem pelo menos dois componentes. O primeiro é a população de cada país, que está longe de ser homogênea.

O segundo é intrínseco ao ensaio brasileiro. Por aqui os voluntários eram profissionais de saúde, que sofriam uma exposição muito maior aos vírus — e aí têm que ser considerados o número de encontros com possíveis fontes de infecção e a maior quantidade de vírus que chega no sistema respiratório dessas pessoas.

Pesquisadores ouvidos pela reportagem sob condição de sigilo atestam a integridade dos testes e se dizem confiantes na qualidade da vacina, mas apontam problemas.

Um deles é a pressão do governo João Doria (PSDB) para emplacar uma vitória política contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que incluiu datas para anunciar resultados e também para iniciar a imunização no estado.

Outro é a falta de transparência da Sinovac, que tem dificultado o acesso geral aos dados, o que tem sido cobrado por pesquisadores brasileiros, por considerar baixa a eficácia obtida no braço brasileiro dos testes, dizem as fontes ouvidas pela reportagem.

Já logo em seguida à coletiva com o anúncio, Esper Kallás, colunista da Folha e infectologista da da Faculdade de Medicina da USP, que participou do anúncio, afirmou à Science uma certa frustração pela não divulgação dos dados mais detalhados. Segundo o especialista, há divergência entre o Butantan e a Sinovac quanto ao que se configura como um caso de Covid-19 (além da confirmação de infecção por PCR).

De toda forma, mesmo com uma eficácia geral mais baixa, quando comparada a outras vacinas, como a da Pfizer (95%) ou a russa Sputnik V (90%) —que ainda não teve dados da fase 3 disponibilizados para a comunidade científica avaliar—, especialistas afirmam que a Coronavac pode ser fundamental para conter as mortes por Covid-19 no país, tendo em vista o sucesso de 100% em evitar quadros graves nos testes.

Outra vantagem da Coronavac é a facilidade de armazenamento, em refrigeradores convencionais. Além disso, como a produção está sendo feita pelo Butantan, a logística de distribuição do imunizante também tende a ser facilitada.

Desde sexta (8), a Anvisa está analisando o pedido de uso emergencial da vacina. O prazo de análise é de 10 dias. Só depois disso haverá a divulgação dos dados e, por fim, a publicação dos resultados na forma de artigo científico.

Procurado pela reportagem, o Instituto Butantan não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Será que a grande midia não vai perguntar de onde tiraram aqueles 78%? E pelo que li está entre 50 e 60%.

  2. O calça colada já espalhou que era 78% , caiu pra 64%? É fake? Só quem espalha mentiras não é o gado?
    Deveria ser punido por espalhar noticias falsas.

  3. Libera assim mesmo! A petralhada tá louca pra ser furada!!! A uns 4 dias atrás estavam tudo vibrando. Cadê a vacina? Cadê as provas da eficácia?

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Saúde

Rússia revisa dados de Covid e divulga número de mortes três vezes maior

Foto: Alexander Avilov/Moscow News Agency/Handout via Reuters

A Rússia anunciou a revisão de dados sobre Covid-19 no país e divulgou nesta segunda-feira (28) um número de mortes três vezes maior. Foram 186 mil mortes por coronavírus, mais que o triplo das 55 mil registradas até então. Os dados são do órgão de estatísticas Rosstat, de acordo com a agência France Presse.

Esses números tornam a Rússia o terceiro país com maior número de mortes por coronavírus no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos (mais de 330 mil mortos) e Brasil (mais de 190 mil), segundo a AFP.

Eles contradizem o discurso do presidente russo Vladimir Putin que, até então, dizia ter controlado a pandemia de forma mais efetiva que os países ocidentais.

Segundo o Rosstat, o número de mortes “a mais” (excesso de mortalidade) registradas entre janeiro e novembro deste ano chegou a 229,7 mil pessoas, na comparação com o mesmo período de 2019.

E “mais de 81% da alta da mortalidade neste período se deve à Covid-19, ou às consequências da doença”, afirmou a vice-primeira-ministra, Tatiana Golikova.

Os dados atualizados da Rússia ainda não foram computados no ranking da universidade norte-americana Johns Hopkins, que monitora os casos e mortes por Covid-19 registrados pelos órgãos oficiais de diversos países. No ranking da universidade, a Rússia aparece na manhã desta terça-feira (29) com 55.107 mortes relacionadas à doença. O número coloca a Rússia em oitavo lugar, atrás dos EUA, Brasil, Índia, México, Itália, Reino Unido e França.

G1

Opinião dos leitores

  1. Com toda transparência que existe nos regimes comunistas, ninguém vai duvidar das informações fornecidas pela China, principalmente em relação ao covid.
    Mas eles podem vir ao mundo explicar como o covid NÃO chegou em Xangai, Pequim, Cantão e demais metrópoles e cidades da China?
    Os chineses podem explicar ao mundo qual a razão de NÃO existir a segunda onda em Wuhan, cidade onde o covid foi inicialmente encontrado?

    1. Só para acrescentar, podem ainda explicar por não estão vacinando sua população e nem anunciaram datas para tal. À esquerda corrupta piram, entram em desespero aqui na terrinha.

  2. Piada é a China computar (informar) 4600 mortes para uma população de 1,4 bi de pessoas. Dá para acreditar?

  3. Se esses números forem confirmados, a Rússia irá superar em muito o Brasil em mortes por milhão.
    Assim o Brasil passará a ser o 23º pior país no enfrentamento da doença.
    Mesmo assim estará melhor do que muitos países ricos da Europa e das Américas.
    Ao contrário do que os ESQUERDOPATAS dizem, estamos enfrentando a pandemia muito melhor que outros países que seguem adotando medidas demasiadamente rígidas e sendo aplaudidos como modelo no combate a doença, no entanto chegam a apresentar mortes por milhão de quase o dobro do Brasil.

    1. Um belo comentário. Uma pena não servir de nada já que morte não se justifica com ranking. Ainda mais sabendo que o enfrentamento por parte do Governo Federal se deu apenas por envio de verba, tendo sido feito único e exclusivamente por parte dos Estados e Municípios, enquanto o Presidente da República passeava de lancha e tomava cerveja em barzinho.

    2. Ficamos em 11º lugar. A mentira tem perna curta.
      Enquanto os outros países já estão vacinando, o Brasil ainda não começou. A doença não tem ideologia, inteligente!

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Saúde

Governo Doria diz que Coronavac é eficaz, mas adia divulgação de dados

CoronaVac — Foto: JN

A Coronavac, imunizante no centro da “guerra da vacina” entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador João Doria (PSDB-SP), tem eficácia superior a 50% e terá o registro pedido à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O índice preciso, contudo, não será divulgado nesta quarta (23) pelo governo paulista, como estava previsto.

A Sinovac Biotech, laboratório chinês que criou a vacina, pediu ao Instituto Butantan, patrocinador do principal estudo da sua fase 3 no mundo, o envio de toda a base de dados.

Os chineses querem unificar e equalizar os dados com os ensaios feitos em outros países, como Turquia e Indonésia, para evitar que índices diferentes sejam divulgados.

Isso deve levar no máximo 15 dias, e o governo paulista afirma que seu planejamento de começar a inoculação em 25 de janeiro está mantido. Tudo dependerá da velocidade de aprovação da Coronavac pela Anvisa.

O sigilo é garantido por contrato entre as partes. Os dados, aos quais a Folha teve acesso, foram analisados pelo Comitê Internacional Independente, baseado na Áustria, que monitorou o ensaio com cerca de 13 mil voluntários.

O mínimo exigido para aprovar uma vacina é 50% de cobertura, segundo orientação da Organização Mundial da Saúde, o que consolida a Coronavac como um trunfo político de Doria ante Bolsonaro, que trabalha abertamente contra campanhas de imunização.

O estudo começou no dia 20 de julho. A Coronavac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac e que será produzida pelo Butantan, já havia demonstrado ser segura e capaz de provocar resposta imune em até 97% dos participantes de etapas anteriores do estudo, feitas na China.

Em 23 de novembro, como a Folha adiantou, o Butantan informou que havia ultrapassado o número mínimo (61) de infectados pelo coronavírus em sua fase 3 para poder analisar se o imunizante de fato é eficaz contra a doença na vida real.

Com isso seria possível ter um resultado preliminar, mas a alta circulação do vírus no Brasil levou o número de contaminados a 170, como foi revelado na segunda (14). Isso permitiu a realização de um estudo considerado completo.

A reportagem procurou o Butantan e o governo estadual para comentarem o resultado, mas não obteve resposta.​

Vacinas como a da Pfizer e da Moderna têm percentuais mais altos de eficácia, de 95% e 94,5%, respectivamente, e utilizam uma nova tecnologia de vetor genético para estimular resposta imune.

Imunizantes como vírus inativados, como a Coronavac, costumam ter cobertura menor —as anuais de gripe ficam abaixo de 60%. A vantagem é que eles têm longa história de segurança e, no caso do fármaco da Sinovac/Butantan, não precisam de baixíssimas temperaturas para serem armazenados —a da Pfizer necessita de 70 graus negativos para durar mais tempo.

Os resultados serão enviados para a China, onde o pedido de registro da vacina ocorrerá na NMPA (Associação Nacional de Produtos Médicos), de forma concomitante à requisição na Anvisa.

A expectativa no governo Doria é dar um xeque-mate na Anvisa, que com o Ministério da Saúde tem sido vista como uma trincheira de resistência bolsonarista à Coronavac. O tucano é rival político e virtual candidato a disputar a Presidência contra Bolsonaro em 2022.

Pela legislação aprovada em fevereiro acerca de medicamentos e vacinas para a Covid-19, se um fármaco for autorizado nos EUA, Europa, Japão ou China, tem de ser avaliado em três dias pela Anvisa. Se ela falhar no prazo e não der uma justificativa técnica, ele é aprovado automaticamente.

Três dias é o prazo que o governo estadual crê que a aprovação da Coronavac irá levar na China. Com isso, o governo Doria acredita ser possível executar o seu plano de imunização, que prevê iniciar a vacinação com profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos a partir de 25 de janeiro, mesmo com o atraso imprevisto desta quarta.

Desde que anunciou a programação, o tucano colocou Bolsonaro na defensiva. Apesar de várias idas e vindas do ministro Eduardo Pazuello (Saúde), que por ordem de Bolsonaro havia retirado a Coronavac dos planos de compra de vacinas do governo federal, o jogo virou.

Confrontado com a pressão paulista, aliada à jogada de pedir o registro definitivo na China, o Planalto por fim apresentou um plano que inclui a Coronavac e cujas datas de vacinação são quase convergentes.

Ainda falta, contudo, acertar isso em contrato. O Butantan está em contato com a pasta de Pazuello, e a expectativa é de que a situação se resolva nesta semana. Na segunda (21), a Anvisa concedeu o certificado de boas condutas à Sinovac, após inspecionar sua fábrica em Pequim.

Desde o começo da pandemia, que já matou mais de 187 mil brasileiros, 45 mil deles em São Paulo, a rivalidade entre Bolsonaro e Doria foi transposta para a questão do manejo da maior crise de saúde pública em um século.

Ambos os governantes são criticados pela politização inerente ao fato de que deverão se enfrentar nas urnas em 2022, mas a necessidade de uma vacina colocou Doria em posição de vantagem na questão da pandemia quase que por gravidade.

A Anvisa, que teve sua imagem arranhada ao suspender testes da Coronavac sem avisar o Butantan após o suicídio de um voluntário, terá sua análise do imunizante escrutinada.

Bolsonaro já mostrou, quando celebrou a suspensão da fase 3 da vacina, que pode pressionar —mas já foi aconselhado a deixar o embate de lado, dada a demanda óbvia pelo imunizante.

Enquanto isso, o presidente tem insistido em fazer campanha contra a vacinação de forma indireta, dizendo que não obrigaria ninguém a ser inoculado e sugerindo um termo de responsabilidade para quem o fizesse.

Até a ofensiva paulista, só havia apresentado um plano de vacinação tímido, que só começaria em março e que estava direcionado para o imunizante da AstraZeneca, mudou de tom.

Além das 100 milhões de doses compradas dos britânicos, das potenciais 160 milhões que a Fiocruz poderá fazer daquela vacina e das 42 milhões encomendadas do consórcio internacional Covax Facilty, o governo abriu negociação para adquirir mais 70 milhões de doses do fármaco da americana Pfizer, já em uso no Reino Unido e nos EUA.

Com o aparente sucesso de seu esforço antivacina, já que o Datafolha aponta queda no número de pessoas dispostas a se imunizar, o presidente mudou o tom e apresentou seu novo plano, mais detalhados embora não tenha datas definidas.

São Paulo conta ter 46 milhões de doses da Coronavac no fim deste mês, 6 milhões delas prontas da China e o restante, formulada a partir de insumos a granel. A questão pendente é como essa distribuição ocorrerá no estado caso a Coronavac seja mesmo incorporada no Plano Nacional de Imunização.

Outras 15 milhões de doses são esperadas pelo Butantan até março, que pretende ter a capacidade anual de produzir 100 milhões de doses da Coronavac com a nova fábrica que abrirá em meados de 2021.

Outra dúvida é acerca dos acordos para exportação da vacina, para a Argentina, por exemplo. Politicamente, será difícil explicar por que toda a produção nacional possível não seria aplicada no Brasil primeiro.

Folha de São Paulo

 

Opinião dos leitores

  1. Corram cobaias, corram pra tomar as suas! Vacina pra acéfalo, típico eleitor lixo do PT… são tudo ladrao.

  2. Mas qual seria o porquê de tantas adiações? Será que tem algo errado? 50% é muito pouco!
    Tá igual o candidato do nhonho, todos os dias será anunciado e nada.

  3. Dória safado, enganador, fujão, traidor, corrupto. Parabéns pra quem acredita nele. O Alckmin que o diga.

  4. "Bolsonaro, que trabalha abertamente contra campanhas de imunização";
    Faz o cronograma de ações do GF frente aos laboratórios desenvolvedores da vacina…
    Nenhum país do Mundo ainda vacinou 1% de sua população.
    Ele defende a vacinação facultativa e que não vai tomar por já ter sido infecatado .
    Daí a dizer que é cotra campanhas de imunização vai uma distãncia intransponível.
    DÁ PARA CHAMAR REALMENTE ISSO DE JORNALISMO?
    É militância partidária EXTREMISTA sem compromisso com a verdade.
    BG, acho que seria melhor deixar de divulgar o que sai na Folha.

    1. Típico gado?
      Prega boicote e censura quando não gosta da notícia.
      Quer ficar feliz com o noticiário? Vai lá pra Terça Livre que é dirigido especialmente pra criaturas que nem você.

    2. Neco, Bolsonaro é um negacionista, como você. Tudo o que foi dito dele ainda é pouco.

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Diversos

Trump surpreende, responde à jornalista e diz que concorda em desclassificar dados sobre UFOs

Foto: New York Times

Surpreendendo a todos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, finalmente se posicionou quanto ao Fenômeno UFO fazendo uma declaração contundente. Trump disse que é favorável à revelação de tudo o que houver sobre UFOs nos Estados Unidos.

A declaração foi realizada em resposta a um comentário no Twitter do jornalista Todd Starnes, colunista, comentarista, autor e apresentador de rádio conservador norte-americano. Ele tem longa lista de serviços prestados à Fox News. Desde junho de 2017 Starnes apresenta também um programa de rádio na Fox News Radio.

Em 11 de dezembro, o jornalista publicou em sua conta no Twitter que, “nesse momento, Donald Trump deveria desclassificar tudo. Tudo”. Estava provavelmente se referindo à saída de Trump da Casa Branca, dando lugar a Joe Biden. Já no dia 12 de dezembro, Trump respondeu: “Eu tenho feito isso! Eu concordo [com a abertura ufológica]!”

Veja aqui o comentário de Trump no Twitter:

https://twitter.com/realDonaldTrump/status/1337753159905767425?s=19

Após tal manifestação, surgiram inúmeros comentários em resposta a Donald Trump, que ele não respondeu. Alguns o acusaram de ser omisso quanto ao Fenômeno UFO e outros demonstraram esperança de ver o ex-presidente falar o que sabe.

Resta agora saber se Trump vai desclassificar o Caso Roswell, como havia dito que iria pensar em fazer durante entrevista ao seu filho Donald Trump Jr., realizada em comemoração ao dia dos pais deste ano. Assista no link abaixo um trecho da entrevista de Trump ao seu filho.

Vídeo de Trump: https://youtu.be/1_AALvIE2jk

O Caso Roswell, como se sabe é um dos pilares da Ufologia Americana e que levou os militares daquele país a acobertar o Fenômeno UFO. O evento foi primeiro noticiado por um jornal local de Roswell como sendo a queda de um discos voadores, tendo como fonte os militares da cidade. Mas, em seguida, seus superiores de Washington mandaram selar tudo com um manto de sigilo. Começou aí a política de acobertamento ufológico.

Revista UFO

Opinião dos leitores

  1. Estou na dúvida quem fala a verdade, esse Trump ou o grupo do presidente eleito biden quando dizem que luladrão recebia bilhões em propina. Eu acredito bem mais nos progressistas e seus lideres obama e biden.

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