Saúde

Consórcio do Nordeste anuncia a suspensão da compra de doses da vacina Sputnik-V

Foto: Divulgação

Governadores do Nordeste decidiram suspender a importação da Sputnik-V. Nesta quinta-feira, Wellignton Dias se reuniu com o Fundo Soberano Russo.

O acordo previa a compra de 37 milhões de doses da vacina. Segundo o governador, que é presidente do Consórcio do Nordeste, a compra foi suspensa por causa de novas limitações da Anvisa, além da não inclusão da vacina no plano nacional de imunização e a falta da licença de importação.

Diz Wellington Dias:

— É lamentável, o Brasil vive uma situação com alta mortalidade, mais de mil óbitos por dia. Temos vacinas disponíveis, mas impedidas de entrar no Brasil devido a uma decisão da Anvisa que faz uma alteração no padrão de teste. Junto com a não inclusão do Ministério da Saúde no plano nacional de vacinação e a falta da licença de importação, tivemos a suspensão da entrega da vacina até que se tenha uma autorização do uso do imunizante no Brasil.

Lauro Jardim – O Globo

Opinião dos leitores

  1. VIVA A ANVISA!!!
    VIVA O PRESIDENTE JAIR BOLSONARO.
    era ou não era mais uma brejeira pra cima do dinheiro??
    Ainda bem que ficou so no discurso, na cachorrada desses esquerdistas corruptos.
    Cadê os respiradores??
    Bota pra torar dep. Kelps Lima.
    Olha a cadeirona de Natália inútil bonavides sobrando.

  2. Essa organização criminosa chamada de consórcio do Nordeste, não era nem para existir mais, pois sumiram com quase cinquenta milhões de reais do povo nordestino numa suposta compra de respiradores que pagaram e nunca chegaram, ou seja, os malandros que comandam essa orcrim roubaram o dinheiro do povo.

  3. Mas homi!!! não deviam ter feito isso, era pra ter comprado só 9, um pra cada governador do nordeste. Eles tomavam e tava resolvido.

  4. O que uma CPI não faz.
    Será que já pagaram?
    É bom investigar, esse consorcio Nordeste, age como verdadeiros gatunos.

  5. tem que ver se eles ja pagaram, são danado para comprar sem receber ô consorcio bandido é esse

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Saúde

RN deve receber 70 mil doses da vacina russa Sputnik V ainda neste mês de julho

O portal G1-RN noticia nesta terça-feira(20) que o Rio Grande do Norte deve receber 70 mil doses da vacina russa Sputnik V ainda neste mês de julho, de acordo com o Consórcio Nordeste.

Vale destacar que a Anivsa liberou a aplicação da Sputnik V com restrição: cada estado deve aplicar a dose em, no máximo, 1% da população, para que seja monitorada a eficácia do produto. A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) não informou a quais grupos a vacina russa será destinada no Rio Grande do Norte.

A previsão do Consórcio Nordeste é que o lote da primeira remessa com um total de 1.145.000 doses chegue ao Brasil no dia 28 de julho. A partir daí, o imunizante será distribuídos aos nove estados do Nordeste.

 

Opinião dos leitores

  1. Esses governadores de esquerda e de oposição ao governo federal, vão fazer campanha política com essa vacina que não é aceita na Europa e EUA. O que esses governadores deveriam fazer era recuperar os quase cinquenta milhões roubados dos contribuintes Nordestinos através desse consórcio gângster do Nordeste na compra de pseudos respiradores que nunca chegaram para salvar uma só vida no nordeste do Brasil, isso sim podemos chamar de genocidio, pois esse dinheiro foi parar nos bolsos de bandidos ligados a políticos e seus comparsas.

  2. Empurra na bunda dos esquerdistas, comecem pelo sindicato dos professores.
    Bando de parasitas, vão teabalhar!

  3. E o povo sendo cobaia dessa governadora corrupta, a coronavac já não tem nenhuma eficácia, imagine essa.

  4. Essa eu quero ver quem vai ter coragem de tomar, tomara que não mais acho que vai sobrar todinha infelizmente

  5. Os professores que apoiam Fátima e que não gostam de trabalhar, deveriam tomar essa vacina goiaba Sputnik V .

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Saúde

Ministro da Saúde diz que Brasil não precisa mais da vacina Sputnik V

Foto: MYKE SENA/MS

O Consórcio Nordeste, um grupo dos governadores formado em 2019 para estimular o desenvolvimento da região, reagiu nesta terça-feira (20) à declaração do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que o Brasil não precisa mais dos imunizantes Sputnik V, fabricado pelo Instituto Gamaleya, e da Covaxin, da indiana Bharat Biotech. Na quarta-feira da semana que vem (28), chegam as primeiras 1,1 milhão de doses do fármaco russo ao aeroporto de Recife (PE).

Em ofício enviado a Queiroga, assinado pelo presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, o grupo relembra a “situação calamitosa” da região e afirma que, não fosse a demora da Anvisa e do governo, “já teríamos vacinado com a Sputnik-V mais de 37 milhões de brasileiros de acordo com o cronograma originalmente pactuado neste mês de julho”.

Os gestores públicos dos 9 estados cobram do Ministério da Saúde a inclusão da Sputnik V no PNI (Plano Nacional de Imunização), uma vez que o consórcio adquiriu, após aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), um lote de vacinas correspondente a 1% da população do Nordeste.

“Considerando o esforço coletivo dos Estados do Nordeste e de outras regiões em superar as condicionantes impostas pela Anvisa e a proximidade da importação da vacina Sputnik V, com entrega prevista para o dia 28 de julho de 2021, o Consórcio Nordeste mantém a posição de inclusão deste imunizante no Plano Nacional de Imunização, por entender ser este extremamente necessário para a ampliação da vacinação em nosso país”, diz o documento.

O grupo se diz aberto ao diálogo, mas pede “um posicionamento formal e expresso deste Ministro da Saúde quanto à decisão de retirada da vacina Sputnik V do PNI”.

R7

Opinião dos leitores

  1. Olha aí Renan.
    Dá uma espiadinha nesse consórcio aí.
    Dessa mata sai coelho.
    Agora do Bolsonaro, tu vai endoidecer cumpanheiro e não acha.
    Rsrsrs

  2. Parece que o governo do MINTO das rachadinhas só precisava das “outras” vacinas quando rolava propina… Quando descobriram o esquema só compram vacinas direto do fabricante…

    1. Acho mais facil ter treta nesse consorcio nordeste, que ja tem historico de contratar empresa de maconha que vendia respiradores nunca entregues. Comprar vacina sem registro quando ja se comprou todas as vacinas? estranho esse consorcio.. será que esse dinheiro vai financiar campanha desse povo ano que vem?

    2. Pesquisem o valor que o governo federal ia pagar na vacina Sputnik V e por quanto o Consórcio Nordeste comprou que vcs vão entender…

    3. Comprar vacina que não presta, isso fica pro consórcio dos respiradores virtuais. Do Planato não saiu um centavo indevido. Fatos x narrativas.

    4. Pesquisem o valor que o governo federal ia pagar na vacina Sputnik V e por quanto o Consórcio Nordeste comprou que vcs vão entender…

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Saúde

Sputnik V chega em uma semana ao Brasil e vacina contra a Covid-19 será usada no Nordeste com restrições

Foto: TED ALJIBE/AFP/15-7-2021

A novela que envolve o uso da Sputnik V no Brasil está próxima de ganhar um novo capítulo. Em uma semana deverão desembarcar no Recife 1,1 milhão de doses da vacina russa contra a Covid-19 que irão iniciar finalmente o uso do imunizante no país.

Da capital pernambucana, as vacinas seguirão para os demais estados do Consórcio Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a importar os antígenos. Eles chegam através do processo batizado de “importação excepcional e temporária”. Um outro lote, com aproximadamente 600 mil doses, será encaminhado para estados do Norte, ainda sem prazo determinado para chegar.

— Aplicaremos as primeiras doses em, no máximo, uma semana após a chegada da vacina. E, vinte e um dias depois, a segunda dose. Com isso, teremos a análise de imunização mais cedo — diz Wellington Dias (PT), governador do Piauí e presidente do Consórcio Nordeste.

Na prática, a Sputnik V será incorporada à imunização desses estados de maneira controlada, com estudo de sua segurança e eficácia. A avaliação de efetividade — que é o quanto a vacina protege para desdobramentos do coronavírus — ficará a cargo do infectologista Julio Croda, do grupo Vebra Covid-19.

Vacinação em massa

Com uma quantidade equivalente a 1% da população de cada estado, a entrada da Sputnik V não será capaz de acelerar substancialmente os processos de imunização locais. Mas a experiência, inédita no país, possibilitará a cada estado escolher a forma de uso da vacinação com o imunizante russo. Está prevista, por exemplo, a imunização em massa de ao menos toda uma cidade, como ocorreu em Botucatu e Serrana, em São Paulo. Trata-se de Sousa, na Paraíba, com 69 mil habitantes.

A vacina deverá ser aplicada após passar por análise preliminar no Instituto Nacional de Controle de Qualidade, ligado à Fiocruz. Integrantes do Consórcio acreditam que esta análise ocorra em uma semana. Qualquer efeito adverso será informado em até 24 horas à Anvisa.

Uma das razões para esse detalhado controle de qualidade foi a dúvida de técnicos da Anvisa em relação à presença de um adenovírus replicante na composição da vacina. O vírus, com capacidade de multiplicação no corpo humano, tornaria o imunizante não recomendado para uso.

A chegada da Sputnik V ao Brasil divide opiniões de especialistas médicos. A infectologista Mirian Dal Ben, do Hospital Sírio-Libanês, considera que, quanto mais vacinas chegarem, melhor. Embora, pondera a especialista, sejam necessários mais estudos em grande escala para detectar efeitos adversos. Já Rosana Richtmann, da Sociedade Brasileira de Infectologia, acredita que seria melhor esperar:

— Se a Anvisa apresenta restrições sobre a vacina, temos que entender no que se basearam antes de indicar o uso.

Produção local

Embora as vacinas que chegam em uma semana ao Recife sejam produzidas na Rússia — e serão despachadas diretamente de Moscou para o Brasil —, a farmacêutica União Química já terminou um lote inicial com100 mil doses, com qualidade atestada pela Rússia, com insumo farmacêutico ativo (IFA) produzido em uma fábrica no DF. O processo de transferência de tecnologia começou no último trimestre de 2020 e terminou em abril deste ano.

Se o processo de fabricação nacional for autorizado pela Anvisa, a farmacêutica diz poder liberar 8 milhões de doses por mês. A União Química, que fez um investimento de R$ 300 milhões no imunizante russo, pretende, em 30 dias, pedir pela primeira vez o registro definitivo da vacina.

— Lastimamos que (a compra de) 10 milhões de doses oferecidas para o primeiro trimestre de 2021 não tenha acontecido. Teriam salvado muitas vidas — avalia Rogério Rosso, diretor de negócios internacionais da empresa.

Procurado, o Ministério da Saúde não retornou ao GLOBO. Na semana passada, o ministro Marcelo Queiroga afirmou que “não temos a necessidade desses dois imunizantes”, referindo-se também à vacina indiana Covaxin.

De acordo com os desenvolvedores, 68 países já aprovaram a Sputnik V, mas nem todos iniciaram sua aplicação. Um dos países que usou a vacina foi a Argentina, cujo Ministério da Saúde apresentou recentemente levantamento preliminar, realizado com 400 mil pessoas com mais de 60 anos. A análise apontou que uma dose da Sputnik V ou AstraZeneca levaria à redução da mortalidade por Covid-19 entre 70% e 80%.

Outro estudo do governo argentino, não revisado por cientistas independentes, indica que, após uso de 2,8 milhões de doses da vacina russa, não foi identificada morte relacionada ao imunizante. E a maioria dos efeitos adversos foi leve.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Mais uma vez o povo sofrido do nordeste pagando o pato por politicagem barata dos governadores de esquerda.
    Ivermectina sem comprovação científica como profilaxia não pode. Mas, vacina Sputinik V sem comprovação científica pode.
    Lamentável.

  2. Está sendo defendida pelo tal Consórcio Nordeste. Será mais uma fonte de roubalheira dessa gente, igual aos famosos respiradores. Já estão sobrando vacinas no Brasil. Não precisamos desse placebo, já basta a decepcionante Coronavac.

    1. A Sputnik V, serve para humanos de bem, que se preocupam até com o próximo.
      A sua vende na casa do criador, corra pra lá, cuide.

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Saúde

Modelo de negociação da Covaxin foi replicado pela Saúde para a tentativa de compra de doses da vacina Sputnik V, indica documento

Íntegra da carta do então secretário-executivo da Saúde Elcio Franco ao fundo russo responsável pela Sputnik V — Foto: Reprodução

Documento em posse da CPI da Covid aponta que o mesmo modelo para aquisição de vacinas extras da Covaxin foi replicado pelo Ministério da Saúde para a tentativa de compra de 200 milhões de doses da vacina russa Sputnik V. As negociações ocorriam mesmo sem as vacinas terem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

As negociações sobre a Covaxin, alvo de denúncias de irregularidades, já estão na mira da CPI. A comissão agora deve se debruçar sobre a Sputnik.

Numa carta enviada em 18 de março pelo então secretário-executivo da Saúde Elcio Franco para oFundo Soberano Russo (responsável pela Sputnik) o ministério tentava abrir negociação para compra inicial de 100 milhões de doses, com opção para compra de mais 100 milhões.

Nesse documento, Franco quer a confirmação de que a empresa União Química continua como a representante da Sputnik no Brasil, sinalizando que a negociação seguiria com o laboratório brasileiro.

“Antes de lançarmos formalmente as negociações, contudo, agradeceria receber do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) confirmação sobre o status do relacionamento com a União Química Farmacêutica Nacional S/A, que por ora segue sendo a representante oficial do RDIF no Brasil e firmou contrato com este Ministério da Saúde de venda de 10 milhões de doses da vacina Sputnik V para o segundo trimestre de 2021”, afirmou Elcio na carta.

A carta é enviada no mesmo período (meados do mês de março) em que o governo brasileiro tentava 100 milhões de doses extras da Covaxin, também por meio de uma empresa representante no Brasil.

Diante da negociação da Sputnik, integrantes da CPI apontam que vacinas com intermediários no Brasil tiveram tratamento completamente diferente dos grandes laboratórios, como Pfizer, Jansen e próprio Butantan.

Neste momento, a CPI se concentra sobre indícios de irregularidades nas negociações da empresa Precisa, que representar a Covaxin. E também nas da empresa Davati, que tentava vender 400 milhões de doses da AstraZeneca ao governo brasileiro.

Blog do Camarotti – G1

Opinião dos leitores

  1. Quem for podre que se quebre, seja de direita , esquerda ou centrão. Não se esqueçam que quem sustenta esses políticos parasitas somos nós, contribuintes.

  2. Existe um esquema organizado no governo para fraudar compras de vacinas. Precisa ser desbaratada. Não pode cair na esparrela que o cagão diz de não ter se concretizado o roubo. Não foi por ter sido denunciado antes. E a notícia de hoje que diz que a Michele e o próprio presidente são citados em mensagens que poderiam envolvê-los. Tudo precisa ser investigado. Segue o roteiro: presidente e comunicado e nada faz; o filho do presidente leva representante de empresa suspeita ao BNDES; a mulher do presidente é citada como tendo entrado junto ao reverendo para ajudar; e o presidente também citado como querendo resolver as coisas da vacina suspeita de corrupção. São indícios fortes que precisam ser esclarecidos e que justifica a desorientação do presidente, ora agride, ora se apresenta como anjo (pediu perdão ao Fux), ora caga e ora reza. Além da crise de soluços e da cara visualmente deprimida e raciocínio sem nenhuma lógica, tudo bem que isso ele sempre teve, mas agora denota uma total incapacidade de somar um mais um. E o Brasil segue na merda que ele faz.

    1. A verdade dói nos ouvidos dos que comem capim cloroquinado… Ainda bem que muitos estão acordando e sabendo que temos mais um presidente corrupto que só se difere de lulaladrao pq só está a pouco mais de dois anos na previdência…

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Saúde

Anvisa autoriza com série de restrições importação excepcional da Sputnik V por mais 7 estados, entre eles o RN

Foto: Reprodução/G1-RN

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, na noite de terça-feira (15), a importação excepcional da Sputnik V por mais 7 estados brasileiros: Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Amapá, Paraíba e Goiás.

Ao todo, mais 592 mil doses poderão ser importadas, distribuídas da seguinte forma:

Rio Grande do Norte: 71 mil

Mato Grosso: 71 mil

Rondônia: 36 mil

Pará: 174 mil

Amapá: 17 mil

Paraíba: 81 mil

Goiás: 142 mil

A autorização foi concedida com as mesmas restrições que se aplicaram a outros 6 estados que também receberam, no início do mês, permissão de importação excepcional – Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí. Ao todo, esses estados tiveram autorização para importar 928 mil doses.

Veja algumas das condições:

A vacina deverá ser utilizada apenas em adultos saudáveis (veja detalhes mais abaixo).

Todos os lotes importados só poderão ser usados após liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fiocruz.

A Anvisa receberá relatórios periódicos de avaliação de risco-benefício da vacina.

A vacina deverá ser utilizada em condições controladas, com condução de estudo de efetividade, com delineamento acordado com a Anvisa e executado conforme boas práticas clínicas.

A Anvisa poderá, a qualquer momento, suspender a importação, distribuição e uso das vacinas importadas.

As pessoas deverão ser informadas de que a vacina “não tem avaliação” da agência quanto a qualidade, eficácia e segurança.

A vacina NÃO poderá ser aplicada nos seguintes casos:

Pessoas com hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula

Gravidez

Lactantes

Menores de 18 anos ou maiores de 60 anos

Mulheres em idade fértil que desejem engravidar nos próximos 12 meses

Enfermidades graves ou não controladas e antecedentes de anafilaxia

Pessoas que tenham recebido outra vacina contra a Covid-19

Pessoas com febre

Pessoas vivendo com HIV, hepatite B ou C

Pessoas que tenham se vacinado nas 4 semanas anteriores

Pessoas que tenham recebido imunoglobulinas ou hemoderivados 3 meses antes

Pessoas que tenham recebido tratamentos com imunossupressores, citotóxicos, quimioterapia ou radiação 36 meses, tenham recebido terapias com biológicos incluindo anticorpos anticitocinas e outros anticorpos.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Vacina cheia de restrições e que ainda não foi nem aprovada pela ANVISA, é isso que a (des)Governadora quer da para o povo? Porque ela mesma não tomou dessa vacina?
    Só mais um questionamento, já que a compra foi feita pelo Consórcio Nordeste, o RN vai ter 5 milhões de crédito, o valor usurpado sumiu, ninguém viu ? Vão prestar conta?
    Separa essas doses para a turma que faz parte desse (des)governo

  2. DUVIDO NÃO DEPOIS DE APLICADA ESSAS VACINAS , OS CASOS VÃO REDUZIR , AS MORTES REDUZIR. E VÃO DIZER QUE FOI A SPUTINIK V. SO PRA FAZER POLITICA COM ISSO. FIQUEM AGUARDANDO.

  3. A esquerda dividiu tudo no Brasil e acusa os outros dessa prática nociva, como sempre faz em suas ações imorais e totalitária.
    A esquerda foi quem mais defendeu a liberação das 02 vacinas SEM A DEVIDA COMPROVAÇÂO CIENTÍFICA, a coronavac e a sputinik.
    Entendam, com a esquerda NUNCA FOI POR VOCÊ, tudo é pela politicagem e pelo poder, o resto são pedras no caminho a serem banidas, como acontece em Cuba, Venezuela, Coreia do Norte, Irã e está tomando força na Argentina. Tudo em nome da democracia, bem e igualdade do povo, todos juntos na miséria.

  4. Países que utilizam essa vacina não estão conseguindo baixar os níveis de contaminações. A governadora quer fazer charme com o país produtor dessa vacina. To cansado de politicagem dessa governadora.

  5. Sinceramente, só deveriam tomar essa vacina, os petistas e governadores que resolveram assumir esse risco. Infelizmente as pessoas irão tomar essa vacina a força.

  6. Só um doido recebe essa água suja , vacina cheia de condições, proibida em vários países, quase sem eficácia, só sendo coisa desse tal consórcio do Nordeste.

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Saúde

Governo do RN comemora 300 mil doses da vacina Sputnik V compradas pelo Consórcio Nordeste que vem para o estado

Em julho chegam ao Rio Grande do Norte as primeiras doses da vacina contra Covid-19 Sputnik V. A previsão foi anunciada pelo presidente do Fundo Soberano da Federação Russa, Kirill Dimitriev, que também prometeu apresentar cronograma completo de entrega das 37 milhões de doses ao Brasil até o final de junho, em reunião com os Consórcios Nordeste e Amazônia Legal nesta terça-feira (15).

O contrato do Rio Grande do Norte é de 300 mil doses. O vice-governador, Antenor Roberto, avaliou de forma positiva a reunião. “A expectativa dos governadores é acelerar o programa de imunização no Nordeste, incluindo nos lotes das vacinas agora um novo imunizante”, declarou, afirmando também que a vacina russa contribuirá para que a meta, anunciada pela governadora Fátima Bezerra, de vacinar a população adulta até setembro seja alcançada.

Do governo potiguar também acompanharam o encontro virtual, o procurador-geral do Estado, Luiz Antônio Marinho, e a assessora especial do Gabinete Civil, Luciana Daltro, a secretária adjunta da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Maura Sobreira, e a subsecretária de planejamento e gestão da Sesap Lyane Ramalho.

A Anvisa concedeu na última sexta (4) autorização com condicionantes para governos estaduais importarem a vacina russa, que tem eficácia de 80% com a primeira dose e de 95% com duas aplicações, de acordo com o Dimitriev.

“Compartilho testes de eficácia realizados na Argentina. Há redução da eficácia de vacinas diante das novas variantes, mas a eficácia da Sputnik V é ainda mais elevada”, disse o presidente do Fundo, que estava acompanhado pelo cineasta e filantropo Fernando Sulichin.

Além do Rio Grande do Norte, solicitaram autorização para importar a Sputnik: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Sergipe e Tocantins, além dos municípios de Maricá e Niterói.

Opinião dos leitores

  1. Quem diabo vai tomar isso? Deus me livre, faz a fila dos admiradores da esquerda, chegou a vez deles.

  2. Essa vacina russa é a Hidroxicloroquina dos Esquerdistas: Muito barulho e nenhuma eficácia realmente comprovada.

  3. Quem vai se responsabilizar? A Anvisa não aprovou. É mentira. As restrições são várias. Fátima devia dar o exemplo e tomar.

  4. A PTzada deve tomar essa vacina em massa, as demais deixe para os cidadãos de bem. Eu espero pelas vacinas de outros laboratórios. A SputinikV eu passo a minha vez para um esquerdista. Sem problemas.

  5. Quando o povo souber das ressalvas da Anvisa, muita gente vai correr de medo. Quero ver os comunistas do RN quererem tomar essa “vacina”…

  6. Mas é claro que vão comerar! Carlos Gabas tá rindo à toa. Só lembrando, é o mesmo consórcio dos respiradores kkkkk.

    1. Quem comprou cloroquina pra encalhar foi o Governo Federal!!!!!!! E agora tá com uma dor de cabeça danada pra explicar….

  7. Tem uns que preferem vacina no braço enquanto outros ficam tomando cloroquina oral e nasal e ozônio do bocal, do jeito que o MINTO manda…

  8. Muita irresponsabilidade comprar uma vacina dessa!! Eu sou a favor de todas as vacinas, desde que sejam aprovadas pela Anvisa.

    1. Você deve saber o interesse. É consorcio do Nordeste, amigo! Politicagem e outras coisitas a mais. Kkkk

    2. Foi aprovada pela ANVISA, o que não foi aprovada pela ANVISA pro combate a Covid_19 foram Ivermectina e Cloroquina.

    1. Os mesmos que defendiam que não queriam vacina e agora estão tomando escondido….

    2. Quem foi que nunca quis vacina. Não queremos bomba iguais a essa. Inclusive, a doriavac, já provou que não vale nada. Pessoas que tomaram a segunda dose morreram de covid. Ou é mentira, dona marieta?

  9. Sugiro aplicar nos asininos defensores de bandidos e naqueles que defendem a obrigatoriedade da vacinação. Os comissionados da governadora e os cangaceiros digitais, que passam o dia postando asneiras e grosserias por aqui, poderiam encabeçar a fila. Tenho nomes a sugerir. Kkkkkkk

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Saúde

Sputnik V é eficaz contra variante de Manaus, dizem pesquisadores argentinos; Fundo Russo fala em proteção já após a 1ª dose

FOTO: AKHATAR SOOMRO/REUTERS – 04.04.2021

Pesquisadores argentinos do Instituto de Virologia da Universidade Nacional de Córdoba concluíram um estudo que mostra a eficácia da vacina Sputnik V contra a cepa P.1 do coronavírus causador da covid-19, que foi identificada inicialmente em Manaus (AM).

Segundo comunicado divulgado pelo RDIF (Fundo Russo de Investimento Direto), detentor dos direitos comerciais do produto, a vacina é capaz de proteger contra a doença provocada pela cepa P.1 inclusive após a primeira dose.

Os dados completos do trabalho, no entanto, não foram divulgados até o momento.

A Argentina começou a usar a Sputnik V no fim de dezembro. Em março, o país detectou a transmissão comunitária da cepa de Manaus.

“O estudo realizado na Argentina confirmou a alta eficácia da vacina “Sputnik V” contra novas cepas de coronavírus. A Argentina foi o primeiro país da América Latina a usar a “Sputnik V” para vacinar a população. Agora vemos que o uso do medicamento ajuda a proteger a população não só contra as conhecidas, mas também contra novas variantes do vírus, inclusive a brasileira. Uma forte resposta imunológica se forma já após receber a primeira dose da vacina”, afirmou o diretor-executivo do RDIF, Kirill Dmitriev por meio de nota.

No Brasil, a Sputnik V teve um pedido de importação e uso negado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) após técnicos concluírem que os documentos apresentados pelo desenvolvedor eram insuficientes — ou apresentavam inconsistências — para garantir a segurança do imunizante.

Na última sexta-feira (21), a agência recebeu novos dados da vacina enviados pelos estados da Bahia e do Maranhão, que pretendem comprar a Sputnik V. Em nota, a agência informou que o documento será anexado ao pedido de importação do imunizante.

R7

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Saúde

Análise de cientistas americanos e europeus aponta erros e omissões em teste da vacina Sputnik V

Foto: AKHTAR SOOMRO / REUTERS

Um grupo de cientistas americanos e europeus publicou nesta quarta-feira (12) um artigo apontando erros e omissões na última versão do estudo usado pelo Instituto Gamaleya, da Rússia, que atestava a eficácia da vacina Sputnik V contra a Covid-19.

Segundo os cientistas, o resultado dos dados preliminares publicado pelos desenvolvedores do produto está possui “dados discrepantes” e transparência “abaixo do padrão”, pois revisores independentes não tiveram acesso a informações necessárias para validar os resultados.

O artigo com nove autores, um dos quais Vasiliy Vlassov, estatístico da Escola Superior de Economia da Rússia, foi publicado pela revista médica “The Lancet”, a mesma que havia publicado originalmente os resultados de fase 3 do teste clínico da Sputnik V.

“O acesso restrito a dados mina a confiança em em pesquisas. Dados acessíveis que sustentem as descoberta de um estudo são um imperativo para validar alegações dos achados. É ainda mais sério quando há erros aparentes e inconsistências númericas nas estatísticas e resultados apresentados. Infelizmente, esse parece ser o caso do que ocorre no teste de fase 3 da vacina Sputnik V”, escreveram os pesquisadores.

O grupo dos cientistas que esquadrinharam os dados da pesquisa russa foi liderado por Enrico Bucci, da Universidade Temple, da Filadélfia. Integraram a investigação também o Centro Médico da Universidade de Amsterdã, a Universidade de Turim, a Universidade Northwestern, de Illinois (EUA) e Universidad de Rennes, na França.

A equipe de pesquisadores vem questionando a transparência de dados dos russos desde o fim do ano passado, quando os resultados de fase 1 e 2 (segurança e resposta imune) foram públicados. Os russos chegaram a publicar um adendo do estudo para esclarecer pontos questionados, mas o grupo que desfia os dados do ensaio clínico diz que perguntas cruciais continuam sem resposta.

Um dos principais problemas apontados pelo grupo é a falta de clareza na definição de o que é um caso de Covid-19 para ser incluído no estudo. Sem um critério rígido, dizem os pesquisadores, o registro de infecções entre os voluntários que tomaram vacina pode ser menos rigoroso que o daqueles que tomaram placebo. Isso inflaria artificialmente a taxa de eficácia do produto.

Os números de voluntários relatados no estudo, além disso, não conferem com os números relatados no registro oficial do ensaio clínico. E sem acesso aos dados, revisores não podem garantir que os números estão corretos, afirmam os pesquisadores.

Gráfico por gráfico, os pesquisadores percorrem o estudo e apontam problemas de inconsistência que só poderiam ser esclarecidos pela abertura total dos dados.

Rejeição na Anvisa

Na opinião do epidemiologista Wanderson Oliveira, ex-secretário nacional de Vigilância em Saúde do Brasil, os dados da investigação dos cientistas relatados na correspondência à Lancet reforçam a solidez da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em rejeitar o registro da vacina no país.

“O artigo demonstra que não podemos querer uma vacina a qualquer custo e sob justificativa rasteira de outros estarem usando”, afirmou o cientista, em mensagem a jornalistas. “A Anvisa está certa em suas decisões e quem deve provar ao contrário é a empresa e formalmente dentro das regras do jogo e não enviando cartas públicas. Sugiro que a Gamaleya que é uma empresa respeitável, cumpra os requisitos nacionais. Queremos a vacina, mas sob as mesmas condições das demais.”

Entre vários pontos do artigo destacados por Oliveira, um deles foi a alteração do critério de desfecho, que mede o sucesso do teste, quando o ensaio clínico já estava em curso. Isso é considerado má prática em pesquisa clínica, diz.

‘Erros de digitação’

Em resposta ao artigo questionando o estudo da vacina, três pesquisadores do Gamaleya, encabeçados por Denis Logunov, enviaram ao Lancet outra corresponência. Os pequisadores rebatem alguns argumentos técnicos dos críticos, revelam alguns detalhes a mais sobre o método de cálculo da eficácia e voltam a usar o argumento de que a vacina foi considerada segura e eficaz em 51 países. Os russos não mencionam que a Spunik V não teve aprovação nas duas agências regulatórias mais influentes do mundo, a FDA, dos EUA, e a EMA, da União Europeia.

O grupo reconheceu alguns dos erros no estudo, mas minimizou sua importância.

“Inconsistências numéricas foram simples erros de digitação que já foram formalmente corrigidos”, escreveu o trio russo. Na resposta, eles também afirma ter cumprido os requisitos de transparência de dados das agências regulatórias que aprovaram a vacina.

“Existem padrões claros e transparentes para o fornecimento de dados de testes clínicos, incluindo dados relatados em estudos clínicos”, afirmam os russos. “O relato da análise interina do teste de fase 3 da Sputnik V obedece a esses padrões.”

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Essa é a vacina que a governadora Fátima Bezerra quer comprar para nós potiguares.
    Vacina sem comprovação científica. Que pode nem ter efeito contra a COVID-19.
    Essa governadora que nos matar mesmo!
    Morte pelo analfabetismo, morte pela insegurança, morte pelos respiradores pagos e não entregues, morte pelos respiradores comprados e que são inapropriados, mortes pelos leitos fechados, morte pelo desemprego e pela fome!

    1. Tu não sabes conjugar um verbo e quer falar de analfabetismo, poupe-nos!

    2. Bem…
      Como você comentou sobre o que escrevi é sinal de que captou a mensagem. Então, o texto cumpriu o seu papel. O resto é coisa de linguagem erudita que tem suas devidas aplicações. Não é o caso em tela, pois esse canal é de linguagem popular. O mais importante da comunicação é cominicar-se. O resto é gramática!

  2. Para essa vacina ser defendida pela gang dos governadores do nordeste tem de haver trambicagem, parabéns a ANVISA que manteve a postura e não se intimidou por essa corja que pensa em desviar recursos.

  3. Essa deve ser a segunda vacina que a turma que tem corrupto de estimação vai querer impor no Brasil. A primeira foi a coronavac, que não preencheu os requisitos mínimos, mas a pressão da esquerda ela ser aceita. Nenhum país desenvolvido e que fabrica vacina, aceita a chinesa.
    Agora é a vez da vacina russa não ter comprovação científica e a esquerda ser favorável. Por outro lado mais de 95 países adotaram a medicação precoce e aqui, a esquerda continua exigindo a comprovação científica.
    A hipocrisia dos esquerdopatas não respeitam nem as vidas, eles querem é a desordem em nome da democracia.

    1. Né isso! Pela incompetência do MINTO a população teve que tomar a “vachina” afinal o governo do inepto negacionista não tinha outra para apresentar pra população e hoje a “vachina” representa 85% da imunização no Brasil…

    1. Torcendo contra nada, queríamos que essa vacina prestasse, mas tudo que vem de petista não presta. O consórcio nordeste mais uma vez iria dar um golpe na sua população.

    2. Miolo furado detectado. Não é torcida Batista, é comprovação científica que comprove que ela presta. Sei que não entendi, vai esperar o discurso de seus corruptos de estimação.

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Saúde

Anvisa rebate fabricante da Sputnik V e reafirma riscos em vacina contra Covid

Foto: Akhtar Soomro/Reuters

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) respondeu nesta quinta-feira (29) às críticas que vem recebendo por parte dos representantes da vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia pelo Instituto Gamaleya. Na segunda-feira (26), a diretoria colegiada da Anvisa rejeitou, por unanimidade, um pedido de importação do imunizante.

Em exposição à imprensa, a Anvisa reafirmou os riscos de segurança que basearam a decisão e exibiu documentos e trechos de reuniões gravadas em que técnicos do Gamaleya admitem a possibilidade de presença de adenovírus replicantes na Sputnik V.

De acordo com os técnicos da agência, os adenovírus replicantes podem provocar doenças e atingir tecidos e órgãos do corpo humano. A Anvisa argumenta que a presença desse componente é 300 vezes maior do que o orientado pelo FDA, seu equivalente nos Estados Unidos.

A agência ainda afirmou que remeteu os resultados de sua avaliação técnica a outras autoridades regulatórias estrangeiras e também à Organização Mundial de Saúde (OMS).

“A Anvisa foi acusada de mentir, de atuar de maneira antiética e de produzir fake news sobre a identificação do adenovírus replicante em documentos que tratam da vacina Sputnik V, objeto da decisão que não autorizou a importação excepcional da vacina para o uso na nossa população”, afirmou o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.

Além dos dados , os diretores exibiram trechos da reunião entre os técnicos da Anvisa e representantes da Sputnik V.

No trecho exibido, os técnicos da Anvisa questionaram os desenvolvedores sobre o porquê do processo não ter sido refeito de forma que os adenovírus fossem impedidos de se replicarem.

Os desenvolvedores responderam à questão em russo, e a tradutora explicou que o Gamaleya usou uma “linha de células caracterizada, o que pode ser seus defeitos”. A tradutora disse ainda que os técnicos brasileiros “têm razão” ao afirmar que o processo poderia ter sido refeito com o uso de uma nova substância capaz de impedir a replicação dos adenovírus, mas que esse processo poderia “ter ocupado muito tempo, assim, nós optamos pela mesma substância que usamos no início”.

Negativa da Anvisa

Na segunda-feira (26), a Anvisa negou o pedido de importação da Sputnik V. A decisão da Anvisa foi rejeitada por todos os cinco diretores integrantes do colegiado.

De acordo com o gerente-geral de medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, a vacina pode oferecer risco à segurança em razão dos chamados “adenovírus replicantes” encontrados em todos os lotes da vacina vistoriados pela agência sanitária brasileira.

“Isso significa que o vírus que deve ser utilizado apenas para carrear material genético do coronavírus para as células humanas e assim promover a resposta imune, ele mesmo se replica. Esse procedimento está em desacordo com o desenvolvimento de qualquer vacina de vetor viral”, explicou Mendes.

Pouco antes da decisão da Anvisa, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) havia aprovado a liberação comercial do imunizante. A medida foi tomada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), ligada à pasta.

Resposta à Anvisa

Diante da decisão da Anvisa, o presidente do Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF, na sigla em inglês), Kirill Dmitriev, demonstrou surpresa afirmou em coletiva de imprensa que a agência brasileira agiu sob uma suposta pressão política dos Estados Unidos.

Em resposta ao RDIF, Gustavo Mendes disse que “o corpo técnico da Anvisa não está embasado em questões políticas, internacionais ou outras que não sejam a ciência”.

Segundo Mendes, o principal motivo da Anvisa em não aprovar a vacina foi a falta de documentação consistente e confiável sobre o medicamento. “A pandemia exige critérios que sejam diferenciados, que considerem o risco-beneficio e a urgência da questão”, completou Mendes.

Nesta quinta-feira (29), representantes da Sputnik V ameaçaram mover um processo judicial contra Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por difamação”

“Após a admissão do regulador brasileiro Anvisa de que não testou a vacina Sputnik V, a Sputnik V está iniciando um processo judicial de difamação no Brasil contra a Anvisa por espalhar informações falsas e imprecisas intencionalmente”, anunciou a conta oficial da vacina no Twitter.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Se a vacina com nome de foguete é tão boa, porquê a Rússia, que produz a vacina, está atrasado na vacinação?

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Saúde

Adenovírus replicantes: o que são e quais os riscos quando usados em vacinas; entenda o motivo técnico pelo qual a importação da Sputnik V foi negada pela Anvisa

Foto: Divulgação/União Química

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou nesta segunda-feira (26) a importação da vacina Sputnik V, imunizante russo desenvolvido pelo Instituto Gamaleya contra a Covid-19. Entre os motivos para invalidar a liberação está o suposto risco à segurança em razão do uso de adenovírus replicantes na composição da vacina.

Adenovírus é o vírus causador do resfriado em humanos. Eles são usados como vetores virais em pelo menos quatro vacinas contra o coronavírus utilizadas no mundo – Oxford-Astrazeneca, Janssen, Sputnik V e CanSino. Em todas elas, os adenovírus são inativados, ou seja, perdem sua capacidade de se multiplicar no organismo humano.

“Quando o adenovírus não sofre essa mudança, ele é replicante, ou seja, capaz de se multiplicar de tal forma no organismo que pode deixar quem tomou a vacina doente e ainda transmitir o resfriado. Mas não é capaz de infectar contra o coronavírus”, afirma explica o imunologista João Viola, presidente do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI).

Diante desta questão, ficaram as dúvidas: afinal o que significa uma vacina de vetor viral? O que implica ela ser composta por adenovírus replicantes? Esta característica incorre em alguma gravidade para vacina? Entenda outras questões respondidas pelos especialistas:

1. O que é uma vacina de vetor viral?

Há diferentes metodologias na criação de vacinas (veja quadro abaixo). As de fase 1, mais antigas, usam agentes patogênicos inteiros em sua composição, vivos, mortos ou atenuados, que são inoculados no organismo humano para criar imunidade contra certas doenças. Este é o caso da Coronavac, criada pela Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, que usa o coronavírus inativado na sua composição.

As vacinas de fase 2, por sua vez, usam apenas a proteína chamada Spike, ou proteína S do coronavírus (antígeno), que será transportada para o organismo humano por vetores (vírus que servirão de transporte). Por isso, são chamadas de vacinas de vetor viral. É o caso das vacinas Sputnik V, vacina Oxford-AstraZeneca, vacinas da Janssen e da CanSino.

Os adenovírus são vírus encontrados em animais e humanos. Nos humanos, costumam atingir mais a parte respiratória e são os mais comuns causadores do resfriado.

Com exceção da vacina Oxford-Astrazeneca, que usa adenovírus de chimpanzés na sua composição, as demais citadas usam adenovírus humanos para transportar material genético de um vírus diferente – no caso, a proteína Spike encontrada no Sars-coV-2 – para uma célula humana com o intuito de criar imunidade contra o coronavírus.

Em todas elas, segundo os estudos divulgados, os adenovírus e os antígenos estão inativados, de forma que se evita a propagação do coronavírus e do próprio resfriado. Por isso, são consideradas vacinas de adenovírus não replicantes, ou seja, incapazes de se replicar no organismo humano.

Já as vacinas de fase 3, consideradas as mais modernas, são as de RNA mensageiro, feitas com o material genético do vírus ou utilizando um vírus enfraquecido que transporta os genes virais para dentro das células, desencadeando a imunização. As vacinas da Pfizer/Biontech e da Moderna usam essa tecnologia.

Foto: Arte/CNN Brasil

2. O que são adenovírus replicantes?

Todas as vacinas contra o coronavírus licenciadas atualmente são de vetores não replicantes, e os vetores mais utilizados neste tipo de vacina são os adenovírus. Isto é, para evitar que o vírus do resfriado se multiplique no organismo humano, o adenovírus é modificado geneticamente, e parte de sua estrutura responsável pela sua multiplicação é retirada.

Com isso, o adenovírus se torna não replicante ou de replicação deficiente, que é quando ele passa a ter uma capacidade irrisória de se multiplicar no organismo. Esse fator é essencial para evitar que a vacina cause resfriado, por exemplo.

Na vacina de Oxford, a escolha de compor o imunizante com adenovírus de chimpanzés não é em vão. Por ser um vírus que causa resfriado nos primatas, não em humanos, é mais um fator de segurança, embora ele também seja inativado durante sua composição.

Quando o adenovírus ou qualquer outro tipo de vírus que se torna vetor viral em uma vacina, ou seja, não é inativado, ele mantém sua capacidade de se multiplicar no organismo dos seres humanos. Algo que não é recomendado em uma vacina.

Um imunizante que usa adenovírus causador de resfriado em sua composição precisa comprovar que eles estão inativados, sem a capacidade de se multiplicar no organismo humano.

3. No que a Sputnik V difere das outras vacinas?

Entre todas as vacinas contra a Covid-19 já registradas no mundo, a Gam-COVID-Vac (nome oficial da Sputnik V) é a única desenvolvida com dois adenovírus, nomeados de D-26 e D-5, aplicados um em cada dose, o que pode ser considerado duas vacinas em uma.

Na primeira dose, o D-26 leva a proteína S para dentro das células humanas, o que causará uma resposta do sistema imunológico, que começa a criar defesa contra a proteína e, consequentemente, anticorpos contra o coronavírus.

Na segunda dose, 21 dias depois, entra em cena o D-5, outro adenovírus que fará o mesmo papel, mas, ao mesmo tempo, tende a ser o diferencial mais assertivo do imunizante. Isso porque, segundo cientistas, por ter duas ‘fórmulas’ diferentes, essa vacina pode ajudar a produzir mais anticorpos contra o coronavírus e ser a responsável pela alta eficácia contra o vírus Sars-CoV-2.

Fontes: Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e João Viola, presidente do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI).

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. bolsonaro piora td que tem contato. É um câncer malígno que está deixando o país em metástase.

    1. Não esqueça do salafrário do luladrão, condenados junto com sua corja, tiveram que devolver bilhões de reais, agora a justiça anula o processo, só porque deveria ser julgado em Brasília ( fórmula da impunidade encontrada, já que as provas são robustas) e o país terá que devolver aos ladrões os bilhões de reais já recuperados da roubalheira promovida por essa quadrilha petralha. E isso se consolida como somos uma nação em que o crime compensa. Isso é repugnante

  2. Esse governo não tem nenhuma credibilidade. Tudo que toca ou pensa tocar perde credibilidade. A Anvisa é mais uma entre tantas outras instituições do governo que todos ficam com o pé atrás a cada intervenção. Os responsáveis pela Sputinik V já desafiaram a Anvisa a se “confrontarem” no congresso onde eles iriam desfazer todos os questionamentos que a Anvisa lançou. O que estranha nessa Anvisa é que em plena pandemia, liberou 400 agrotóxicos só em 2020, alguns desses proibidos na Europa. Enquanto proíbe a vacina Russa, utilizada em mais de 2 bilhões de pessoas em mais de 60 países. Lembremos que isso aconteceu com a coronavac sendo necessário a politização do intragável dória para forçar a aprovação. Hoje, é graças a essa vacina que temos o ridículo número de apenas 6,61% da população imunizada. Embora aqui se chame sempre a atenção do valor absoluto de vacinados, o que importa é o número de imunizados e este atinge pouco mais que 6% da população e está faltando vacina. Por isso, a desconfiança na atuação da Anvisa, o que é uma pena. Nossas instituições estão sendo desmoralizadas nesse e com governo.

    1. O interessante é que o consórcio nordeste não validou o tratamento precoce, pois não havia autorização da ANVISA. Agora a ANVISA não autoriza o uso da vacina é eles não querem levar em consideração a orientação. Só não enxerga o que esta acontecendo neste país os alienados e os extremistas, é uma absurdo o que estamos passando devido a esta imbecilidade ideológica.

    2. O governo não tocou em vc e qual é a sua credibilidade Bolsovirus? vc é parente do Molusco, aquele que 169 delatores disseram ter dado algo a ele, em troca de favores no governo, inclusive seu ovo esquerdo, chamado Palocci. Vcs são uma piada, a ANVISA proíbe a venda de chumbinho (veneno para rato), não acredite nessa falácia, compra escondido e toma, até 2022 vai ser assim.

    3. Até ontem o mundo todo tinha aplicado 1,06 bilhão de vacina, como chegou a 2 bilhões? Comesse bosta hoje?

    4. Que sujeito pra vociferar baboseiras. O crânio desse rapaz pode ser de grande utilidade para a Imunizadora Potiguar, seria muito útil para o armazenamento de dejetos humanos.

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Saúde

Estudo russo mostra efetividade de 97,6% da Sputnik V contra a Covid-19

Foto: ROBERT ATANASOVSKI / AFP

O cientista russo Denis Logunov, um dos principais desenvolvedores da vacina contra a Covid-19 Sputnik V, disse nesta segunda-feira que o imunizante mostrou uma efetividade de 97,6% contra a doença em uma avaliação de dados do mundo real, com base na análise de 3,8 milhões de pessoas.

Usando um banco de dados de pessoas que receberam as duas doses da vacina, os cientistas do Instituto Gamaleya de Moscou, que a desenvolveu, calcularam a taxa de efetividade no mundo real, disse Logunov durante uma apresentação para a Academia Russa de Ciências.

A nova taxa é maior do que a eficácia de 91,6% descrita nos resultados de um ensaio clínico em grande escala da Sputnik V, publicado na revista científica Lancet no início deste ano.

Enquanto os dados de eficácia de uma vacina se referem ao seu desempenho dentro de um ensaio clínico, os de efetividade se referem ao desempenho em condições reais de uso.

Segundo comunicado do Instituto Gamaleya e do Fundo de Investimento Direto Russo, responsável pelo financiamento do desenvolvimento do imunizante, os novos dados serão publicados em uma revista científica revisada por pares no próximo mês.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não aprovou o uso emergencial da vacina russa. Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a Anvisa tem até o dia 28 de abril para decidir sobre a importação excepcional e temporária do imunizante.

A decisão ocorre no âmbito de uma ação movida pelo Maranhão para solicitar a autorização para importar e distribuir 4,5 milhões de doses da Sputnik V. O Consórcio Nordeste, que reúne governadores da região, tem um contrato para compra de cerca de 37 milhões de doses da vacina russa.

Na terça-feira, dia 13, o consórcio Conectar, que reúne prefeitos de cerca de 2 mil municípios brasileiros, manifestou ao Fundo Soberano Russo a intenção de compra de 30 milhões de doses da Sputnik V. Além disso, em março, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 10 milhões de doses da vacina.

Na semana passada, Anvisa relatou ao STF dificuldade para ter acesso aos dados do imunizante e demora dos fabricantes em responder questionamentos.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Por que o Nordeste registra a menor taxa de mortalidade pela covid em 2021?
    Com medidas mais rígidas e uma comunicação mais forte do que em outras regiões, o Nordeste registra hoje a menor taxa de mortalidade pela covid-19. Em 2021, por exemplo, essa taxa está em 49 por 100 mil habitantes, 37% menor do que a média nacional no mesmo período, que chega a 78 por 100 mil habitantes. No Sul, líder no índice, o número chega a 109 por 100 mil. “O Nordeste hoje é quem puxa hoje a mortalidade do Brasil para baixo”.

  2. Putin disse que era para anunciar eficácia de 80%, mas os caras, com medo da fera, resolveram anunciar quase 100%.

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Saúde

Fátima diz que vacina negociada com Rússia pelos estados do Consórcio Nordeste será integrada a plano nacional de imunização

Foto: Reprodução/Inter TV Cabugi

Em entrevista à Inter TV Cabugi, a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), afirmou nesta quinta-feira (8) que a compra da vacina Sputnik V, negociada pelos estados do Consórcio Nordeste, deverá integrar o plano nacional de imunização contra Covid-19 e que os valores serão ressarcidos pelo governo federal.

São negociadas cerca de 37 milhões de doses, porém, os estados ainda aguardam a aprovação da Anvisa para uso do imunizante produzido na Rússia. A governadora disse que a expectativa é que a autorização ocorra até a próxima semana.

Na última segunda-feira (5), Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (TCE) confirmou que abriu uma “ação fiscalizatória” para acompanhar a compra de vacinas e outros insumos para imunização contra Covid-19, feita pela Secretaria Estadual de Saúde Pública. No primeiro despacho, o conselheiro Poti Júnior pediu esclarecimentos acerca da vacina Sputnik V, que deverá ser adquirida pelo estado em parceria com o consórcio formado pelos estados do Nordeste.

Segundo o TCE, a Sesap celebrou contrato para aquisição de 300 mil doses da vacina Sputnik V à empresa russa Limited Liability Company “Human Vaccine”, representada pela empresa administradora RDIF Corporate Center Limited Liability Company.

Com base no relatório de auditoria do TCE-RN, o conselheiro Poti Júnior determinou diligências para que a Secretaria de Saúde esclareça se as vacinas adquiridas pelo Estado serão aplicadas diretamente em ações de imunização no âmbito do Rio Grande do Norte ou se elas integrarão o Plano Nacional de Imunização e serão distribuídas para outros Estados da Federação, a critério do Ministério da Saúde.

Questionada se o estado teria alguma garantia na compra das vacinas, uma vez que respiradores comprados pelo consórcio de estados em 2020 não foram entregues, apesar do pagamento, a governadora afirmou que o problema, na ocasião, foi causado pelo momento de emergência e disse que o governo agiu de boa fé. “Tanto que o Ministério Público de Contas não viu dolo. Continuam todas as ações em curso para recuperação do dinheiro”, declarou.

 

Opinião dos leitores

  1. Aí tem truta.
    Se vai ser integrada, porque não deixa o Governo Federal comprar.
    O mito Bolsonaro, ja falou com Wladimir Putim.
    Tem truta.
    Vai ser mais um gopi.
    Kkkkk

  2. Comprar essa vacina Sputnik SEM antes ser testada pela Anvisa, é um ABSURDO! E através do famigerado Consórcio Nordeste?!Já não bastou o prejuízo com os Respiradores?!

  3. Alguém tem notícias dos 5 MILHÕES ???
    Quando é que vão ressarcir aos cofres públicos os recursos mau utilizados?
    Será que é a população que vai ficar no prejuízo?

  4. Os comentários acima reflete o desespero da “direitinha” potiguar. Parabéns ❤️ Governadora.

    1. Fatão prevendo o gopé da vacina. Onde fica o gopé dos Cinco Milhões de Reais dos Respiradores?

  5. O Brasil já tem garantido o fornecimento 500 milhões de vacinas, o que significa que os estados e municípios não precisam comprar mais.
    Então vem o famoso consórcio nordeste e diz que vai comprar vacinas.
    O que vai acontecer é o governo federal enviar vacinas para os estados e os governadores do nordeste vão criar fakes dizendo que foram compradas por eles.
    A manipulação não para, o povo sendo feito de bobos, assim é a forma que a esquerda faz política. Alguma dúvida?

  6. Esse consórcio, que diziam que era pra ter poder de compra, com menor valor é só balela da petralhada.

  7. Esse tal consórcio é aquele que “torra” o dinheiro dos pagadores de impostos com produtos superfaturados que NUNCA chegam, comprados de empresas “de fachada”. Foi assim com os famosos respiradores, com os quais a governadora Fátima “rasgou” 5 milhões.

    1. Esse mesmo!! Só tem santo nele,o mais besta conserta relógio com luva de box.

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Política

Bolsonaro após conversa com Putin: ‘Há uma grande possibilidade de o Brasil fabricar a Sputnik V. Negociação é entre o governo brasileiro e o governo russo’

Foto: Reprodução

À CNN, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou, nesta terça-feira (6), que uma equipe do governo brasileiro deve visitar a fábrica da vacina Sputnik V, na Rússia, em breve. Haverá uma última reunião amanhã para detalhar a viagem e a inspeção.

Nas últimas semanas, o governo realizou uma série de reuniões com representantes do governo russo. Jair Bolsonaro também afirmou a possibilidade de o Brasil fabricar a vacina russa diretamente.

“Há uma grande possibilidade de o Brasil fabricar a Sputnik V. O Brasil avançou na negociação, sem intermediário. A negociação é entre o governo brasileiro e o governo russo”, destacou.

Desde as 14h, Jair Bolsonaro se reúne com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em videoconferência no Palácio do Planalto. O encontro e seu conteúdo havia sido antecipado pelo analista da CNN Igor Gadelha.

“Recebi um telefone do presidente da Rússia, Vladimir Putin, sobre um dos assuntos mais importantes que é a possibilidade de recebermos a vacina Sputnik desse país. Logicamente dependemos ainda de resolver alguns entraves aqui no Brasil e estamos ultimando contato com as demais autoridades, entre eles, a Anvisa de como podemos efetivamente importar essa vacina”, relatou Bolsonaro em vídeo divulgado em suas redes sociais.

“Caso aprovada a vacina Sputnik, nós viremos a produzi-la aqui no Brasil”, disse o presidente. “Conversa muito produtiva. Se Deus quiser, brevemente estaremos resolvendo essa questão da vacina Sputnik”, concluiu.

O presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, comentou a missão à Rússia. “Temos nesse contato a confirmação do envio da nossa missão de vigilância sanitária para que possamos efetuar as inspeções em insumos e vacinas. Está previsto para essa semana que a Anvisa recebe o Sr. Alexey, embaixador da Rússia, também nessa mesma tratativa.”

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Bolsonaro pode agora comprar a vacina chinesa, a russa, inglesa, Indiana, americana, etc. Mas nada muda o atraso para tomar essa decisão. Custou até agora ~350 milhões de vidas. Não se apaga o passado como se apaga um post no Twitter.

  2. O governo Bolsonaro está agindo a todo momento em prol do Brasil, pensando no nosso povo. E seus opositores, o que estão fazendo? O que o governo de Fátima do PT já fez até agora pelo RN? Diga so menos UMA coisa benéfica.

  3. Avisem a esse louco das cavernas o que a União quimica ta tentando fazer e isso e já faz tempo e Anvisa não autoriza por causa da loucura desse verme.

  4. Interessante, se não compra reclama, se compra idem. O Brasileiro precisa ser estudado com muito cuidado é uma comédia e vamos esperar a pérola de Manoel F cientista com PHD em política interna, externa, mais que não administra nem sua casa, triste.

    1. Kkkk. O que minha vida pessoal tem a ver com o presidente inepto? Tenta rebater os argumentos não falar de quem emite opiniões contra seu MINTOmaníaco…

  5. Ruim mesmo é se ele fizer como Lula: tentar imitar o outro para se perpetuar no poder… Na Bolivia, Venezuela, Rússia tem disso….

  6. Pense num desespero do MINTOmaníaco: tá fechando contrato com outro país comunista pra comprar vacina? Tá até usando máscara na reunião… Marmenino! Desse jeito ele vai fundir os poucos neurônios dos bolsopetistas que o idolatram!

  7. Esse presidente é uma piada de mau gosto! Critica os Estados do Nordeste por conseguirem tal vacina e agora está atrás.

    1. Mané vcs comunistas compram a Vacina de 50% justo a quem fabricou essa merda de virus! E o Presidente não pode comprar vacina dos Russos?! Vai pastar jumento!

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Saúde

TCE deflagra fiscalização para aquisição de 300 mil vacinas da Sputnik V e de insumos pelo Governo do Estado

Foto: Divulgação

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) deflagrou uma ação fiscalizatória para acompanhar a aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços destinados à vacinação contra Covid-19 pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Em primeiro despacho, no âmbito do processo Nº 0992/20021, após sugestão técnica de Auditores de Controle Externo da Diretoria de Administração Direta, o conselheiro Poti Júnior pediu esclarecimentos acerca da vacina Sputnik V.

A Sesap celebrou contrato para aquisição de 300 mil doses da vacina Sputnik V junto à empresa russa Limited Liability Company “Human Vaccine”, representada pela sua empresa administradora RDIF Corporate Center Limited Liability Company. A contratação foi viabilizada pelo Estado da Bahia, que firmou acordo de cooperação com o “Management Company of Russia Direct Investment Fund – RDIF”, visando a aquisição de 50 milhões de doses da Sputnik V, e ofertou aos entes federados que compõem o Consórcio Nordeste a possibilidade de participarem da compra das vacinas reservadas.

No procedimento administrativo deflagrado para a transação no âmbito da Sesap, o secretário Cipriano Maia de Vasconcelos juntou aos autos justificativa para celebração do contrato para aquisição das 300 mil doses, oportunidade em que apresentou os argumentos técnicos e jurídicos que, a seu entender, justificam a contratação. A aquisição foi autorizada pela governadora Fátima Bezerra.

Com base no relatório de auditoria, o conselheiro Poti Júnior, determinou diligências para que a Sesap esclareça, no prazo de cinco dias, se as vacinas Sputnik-V adquiridas pelo Estado serão aplicadas diretamente em ações de imunização no âmbito do Rio Grande do Norte ou se elas integrarão o Plano Nacional de Imunização e serão distribuídas para outros Estados da Federação, a critério do Ministério da Saúde.

Também pediu esclarecimentos sobre os riscos referentes à responsabilidade civil em relação a eventos adversos pós-vacinação, e quais medidas o Estado implementou ou pretende implementar para minimizar o risco, a exemplo de garantias ou contratação de seguro privado. Outro ponto é quanto à possibilidade de o contrato não ser executado. O conselheiro quer saber quais medidas de cautela o Estado implementou para reduzir os riscos envolvidos na aquisição, considerando, inclusive, a previsão de pagamento antecipado.

Além disso, Poti Júnior solicitou a relação de todos os processos administrativos relacionados às aquisições de vacinas contra a Covid-19 e insumos, inclusive de outros laboratórios, e à contratação de bens e serviços de logística, de tecnologia da informação e comunicação, de comunicação social e publicitária e de treinamentos destinados à vacinação contra a covid-19.

 

Opinião dos leitores

  1. Santos, não vi motivo para interrogação e ironia para o termo deflagrou, foi isso mesmo? Agora vc mandou Doriana segurar as férias? Isso mesmo? Esse termo está na zoologia, uma fase Inicial ou intermediária de inseto kkkkkkkkkk

  2. “Fiscalização”. Com as redes sociais e uma população mais informada, acho que esses caras estão começando a sentir vergonha do salário que ganham para trabalhar para inglês ver enquanto as nossas crianças comem bolacha de água e sal com um copo de tang no lanche da creche, aí estão começando a inventar essas pataquadas.

  3. Essa bucha eu não tomo nem amarrado pelos culhões.
    Vai boiar!!
    O presidente da Argentina tomou duas doses, foi a mesma coisa de não ter tomado nada.
    Pegou covid 19 de novo.

  4. E por falar em fiscalização, o que foi feito dos 5 milhões “torrados” com os respiradores que nunca chegaram?

  5. O dinheiro vai ter o mesmo destino quando foram compra os respiradores, desastre de governo.

  6. O lockdown não tem eficácia comprovada no combate ao CORONAVIRUS. Aqui no RN o que se viu foi um aumento exponencial de casos e de mortes durante o trancamento obrigatório. Por outro lado, centenas ou até milhares de empregos foram perdidos. O desejo tirânico dos governantes está sendo alimentado e o povo cada vez mais vulnerável.

  7. Vai submeter a população a uma vacina que sequer foi autorizada pela ANVISA. E, além de tudo, vai derramar dinheiro do povo nessa loucura.

  8. Tem Consórcio Nordeste no meio a coisa fede. Por que tanta vontade do Gov. do Estado do RN em se meter em mais um imbróglio com uma vacina que sequer foi aprovada pela Anvisa? Por que não se esforçar p/ comprar uma vacina já aprovada? Bem, a resposta eu acredito que cada um de nós já desconfiamos não é?

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Saúde

Anvisa concede certificados às farmacêuticas da Janssen e Sputnik V

Foto: © Reuters/Direitos Reservados

Duas empresas que produzem vacinas contra covid-19, a Janssen-Cilag Farmacêutica e a Inovat Indústria Farmacêutica/União Química, responsável pela produção da Sputnik V obtiveram certificação de boas práticas de fabricação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (30). A certificação é o documento necessário para obtenção do registro de medicamentos biológicos. Ela garante que as empresas cumprem com as boas práticas necessárias para assegurar a qualidade, eficácia e segurança dos medicamentos.

No caso da Janssem, a gerência geral de inspeção e fiscalização sanitária da agência concluiu a análise das informações enviadas para as três novas empresas incluídas em sua cadeia global de fabricação. Essas empresas participam das etapas do insumo farmacêutico ativo biológico, bem como da formulação e envase da vacina desenvolvida pela Janssen-Cilag. Em nota, a Anvisa informa que finalizou as análises de todas as fábricas citadas no pedido de autorização para uso emergencial, protocolado em 24 de março de 2021. “Todas as empresas envolvidas estão devidamente certificadas”, ressaltou a agência em nota.

O processo de certificação da empresa Inovat Indústria Farmacêutica, do grupo União Química, localizada em Guarulhos, ocorreu para a verificação da condições técnico operacionais da empresa, no período de 8 a 12 de março de 2021, devido às modificações na área fabril efetuadas para adequar o processo de fabricação da Vacina Sputnik V. A Inovat é a fábrica indicada pela União Química para realizar as operações de formulação, esterilização e envase da vacina (processo asséptico), com o insumo farmacêutico ativo que deve ser fabricado nas instalações da Bthek, em Brasília (DF).

Segundo a Anvisa, no caso da Bthek, a União Química permanece em processo para a transferência tecnológica e instalação dos equipamentos necessários para a fabricação do insumo da vacina e ainda não requisitou a inspeção para início das atividades. “A inspeção será realizada assim que a fábrica informar que concluiu a transferência de tecnologia e qualificação das instalações”, ressaltou a agência.

Certificado negado

Nesta terça-feira (30) a Anvisa informou que negou a certificação da fábrica da empresa – Bharat Biotech International, responsável pela fabricação do Insumo Farmacêutico Ativo Biológico, da Vacina Covaxin e pela formulação e envase da vacina. A inspeção nas instalações da fábrica da empresa localizada na Índia, foi feita do dia 1º a 5 de março de 2021.

“A empresa poderá finalizar todos os estudos, validações e processos a propostos em seu plano de ação para posteriormente requisitar à Anvisa uma nova certificação. Neste momento, deverão ser apresentados os estudos e alterações propostas concluídos e efetivados na rotina fabril, o que permitiria a avaliação da Anvisa e, mediante resultados satisfatórios, a concessão da certificação da empresa”, explicou agência.

Agência Brasil

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