Jornalismo

Governadora desmente título do vespertino Jornal de Hoje

A Governadora do Estado do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, esclarece que não declarou a frase da manchete da Edição n.º 4.202, de 29 de novembro de 2011, do Jornal de Hoje: “Wilma e Iberê sabiam de todo esquema fraudulento”.

O diretor-editor do Jornal de Hoje, Marcos Aurélio de Sá, explicou que a frase é uma conclusão do vespertino em função das declarações dadas e não uma transcrição literal da entrevista. O vespertino transcreveu trechos da entrevista concedida pela governadora Rosalba Ciarlini na manhã desta terça-feira (29) a rádio 94 FM, ao repórter Alex Viana, mesmo autor da reportagem do jornal.

Ressalte-se que inexiste na entrevista da rádio ou do jornal qualquer declaração da governadora Rosalba Ciarlini apta a basear a manchete do Jornal de Hoje Edição n.º 4.202, de 29 de novembro de 2011.

As decisões administrativas adotadas pela atual gestão para invalidar o Contrato de Concessão n.º 001/2010, celebrado entre o DETRAN e o Consórcio INSPAR, bem assim a invalidação do Decreto Estadual n.º 21.542, de 24 de fevereiro de 2010, e do Decreto Estadual n.º 22.091, de 17 de dezembro de 2010, foram proferidas com base em elementos objetivos e consistentes apontados pelos Pareceres Jurídicos n.º 001/2011-PGE e 002/2011-PGE.

Assessoria 

Opinião dos leitores

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Polícia

Governo do RN entrega 40 Carros e 50 Motos a PM

Em solenidade realizada na manhã desta terça-feira (29), a governadora Rosalba Ciarlini, ao lado do secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), Aldair da Rocha, entregou novas viaturas à Polícia Militar do Rio Grande do Norte. Ao todo, 40 carros do tipo Gol Geração 5 e 50 motos passam a integrar a frota da PM, e desses, 10 carros e 20 motos são destinados ao 12° Batalhão da Polícia Militar, em Mossoró. Com a entrega das novas viaturas, a operacionalidade da PM fica cada vez melhor, dando uma resposta mais rápida à sociedade.

“Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, nós entendemos que a segurança é uma prioridade”, afirmou a governadora, fazendo uma retrospectiva das más condições de trabalho enfrentadas pelos policiais nos últimos anos e lembrando que em 2011 foi possível iniciar o trabalho de reestruturação dos órgãos que compõem a segurança pública do RN. “Quero aproveitar esse momento para agradecer a compreensão e as mãos dadas para poder realizar um bom trabalho e ver o estado no rumo certo”, disse Rosalba.

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Opinião dos leitores

  1. O QUE A POPULAÇÃO NÃO SABE É QUE O GOVERNO NÃO PAGOU AS DIARIAS OPERACIONAIS AOS PM'S QUE TRABALHARAM NO MES DE OUTUBRO, ENTAO CARNATAL ESTA AI E JA SABEMOS A MOTIVAÇÃO COM QUE ELES VAO TRABALHAR… PARABENS GOV EST E MUNC

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Jornalismo

Governo atualiza em R$ 3,50 e quer salário mínimo de R$ 622,00

Deu no Uol

O Ministério do Planejamento enviou nesta segunda-feira ofício ao Congresso pedindo a atualização do valor do salário mínimo no ano que vem para 622,73 reais.

Segundo informações da Agência Câmara, a diferença de 3,52 reais em relação ao valor inicialmente proposto se refere à elevação da estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que reajusta o mínimo.

O aumento na projeção do índice consta do ofício enviado pelo Planejamento ao Congresso, com o objetivo de atualizar os parâmetros econômicos da peça orçamentária para o ano que vem.

Inicialmente, a projeção de inflação pelo INPC era de 5,7 por cento para este ano o que, somada a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto do ano passado, de 7,5 por cento, resultava em um reajuste do salário mínimo de 13,6 por cento, para 619,21 reais.

A estimativa do INPC foi reajustada para 6,65 por cento, com isso o reajuste do mínimo passa para 14,26 por cento em relação aos 545 reais atuais.

Ainda de acordo com as informações da Agência Câmara, com a mudança, os gastos do governo com o Regime Geral da Previdência Social subirão 6,5 bilhões de reais em relação ao projeto original, para 320,4 bilhões de reais no ano que vem.

A diferença terá de ser coberta pelo relator geral do Orçamento no Congresso, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).

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Política

Reforma de Dilma pode atingir 10 Ministérios

Está pronto o esboço da reforma ministerial que Dilma Rousseff planeja fazer no início de 2012. Prevê, no máximo, mais dez expurgos, entre ministros e secretários com status ministerial.

Considerando-se as seis trocas já realizadas, as mudanças podem afetar até 42% das 38 nomeações feitas por Dilma ao tomar posse, em 1o de janeiro de 2011.

Antes de se converterem em fatos, as intenções da presidente terão de passar pela fricção de uma negociação com os partidos que a apoiam.

Se prevalecer a vontade de Dilma, o governo pode iniciar o segundo ano com uma Esplanada ligeiramente menor: em vez de 38, 35 pastas.

Abaixo, os detalhes da dança de cadeiras projetada pela presidente:

1. Trabalho: Carlos Lupi (PDT) será convidado a deixar o governo. Se não for abalroado por nenhuma nova denúncia, sairá junto com os demais.

Dilma está decidida a manter um representante do PDT em sua equipe. Porém, considera a hipótese de retirar a legenda do Trabalho.

2. Cultura: Ana de Hollanda deve ser afastada. O desempenho da irmã de Chico Buarque, escolha pessoal de Dilma, ficou aquém do que desejava a presidente.

3. Cidades: Imposto a Dilma pelo PP, Mário Negromonte será defenestrado expurgado por duas razões. Primeiro porque perdeu o apoio de sua legenda.

Segundo porque é visto no Planalto como gestor temerário de uma pasta convertida em escândalo esperando para acontecer.

4. Desenvolvimento Agrário: A cabeça de Afonso Florence (PT) deve descer à bandeja pela mesma razão invocada contra Ana de Hollanda: ineficiência.

5. Educação: Fernando Haddad (PT) trocará a Esplanada pelos palanques municipais de São Paulo.

6. Integração Nacional: Dilma não cogitava trocar Fernando Bezerra Coelho (PSB). O ministro foi à lista graças a uma jogada de seu padrinho político.

O governador pernambucano Eduardo Campos empina a candidatura de Fernando Bezerra à prefeitura do Recife. A troca está condicionada à efetivação do plano.

8. Fusão de secretarias: Dilma cogita incorporar duas secretarias (Igualdade Racial e Políticas para as Mulheres) em uma (Direitos Humanos).

Nessa hipótese, a secretaria “três em um” seria chefiada por Maria do Rosário (PT), atual ministra dos Direitos Humanos.

Luíza Bairros (PT), hoje à frente da secretaria de Igualdade Racial, perderia a função. Iriny Lopes (PT), gestora da pasta das Mulheres, também.

Iriny tenta viabilizar-se como candidata petista à prefeitura de Vitória (ES). Dilma sonha com o êxito da empreitada.

9. Pesca: É outra pasta que, por desnecessária, Dilma gostaria de riscar do organograma. A ideia é fundi-la ao Ministério da Agricultura.

Luiz Sérgio (PT), transferido para a Pesca quando perdeu a coordenação política do governo para Ideli Salvatti (PT), iria ao meio-fio.

10. Portos: Dilma deseja devolver os portos para a estrutura do Ministério dos Transportes. Algo que converteria Leônidas Cristino (PSB) em ex-ministro.

11. Micro e Pequenas Empresas: Dilma mantém de pé a intenção de criar um ministério para esse setor. Coisa já formalizada em projeto enviado ao Congresso.

Assim, se PT e PSB não atraplharem os planos da presidente de extinguir quatro pastas (Racial, Mulheres, Pesca e Portos), o ministério das empresas seria o 35o.

No gogó, a reforma é vendida por auxiliares de Dilma como uma virada de página. O novo time seria mais qualificado e teria as feições de Dilma.

Na prática, avizinha-se uma mexida convencional. Rendida à (i)lógica da coalizão, Dilma tende a render-se às indicações dos partidos que lhe dão suporte legislativo.

Hoje, o condomínio governista é composto por 14 legendas. Sete estão representadas no primeiro escalão.

O PT controla 18 pastas. O PMDB, cinco. O PSB, duas. PP, PDT, PR e PCdoB têm um ministério cada.

Josias de Souza

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Social

LUPI ganha sobrevida e não deve sair até a reforma Ministerial

Estadão

Desafiada por um racha no PDT, a presidente Dilma Rousseff concedeu sobrevida de tempo indeterminado ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ao detectar um movimento para torná-la refém da ala do PDT que quer derrubar o ministro para ocupar sua cadeira, Dilma resolveu pôr um freio de arrumação na “faxina” para sinalizar aos aliados que é ela quem decide a hora de tirar e nomear auxiliares.

Ex-integrante do PDT, partido que ajudou a fundar no Rio Grande do Sul, Dilma tenta resistir à política de conspiração levada a cabo por dirigentes da sigla. Embora Lupi não tenha explicado quem pagou o avião King Air providenciado pelo empresário Adair Meira para ele viajar ao Maranhão, em dezembro de 2009, o governo avalia que o titular do Trabalho também não se complicou ainda mais durante depoimento ontem à Comissão de Assuntos Sociais do Senado.

O Planalto considerou “grave” a denúncia feita pela senadora Kátia Abreu (DEM-GO) de que o pagamento da aeronave consta da prestação de contas da ONG Pró-Cerrado e pediu para emissários investigarem a acusação, vista como “improvável”. O empresário Meira é dono de uma rede de ONGs que tem negócios suspeitos com o Ministério do Trabalho. Por enquanto, a acusação da senadora não foi comprovada. Os convênios da Pró-Cerrado com o Ministério do Trabalho ultrapassam a cifra de R$ 10 milhões.

Na prática, Lupi não está livre da demissão, mas Dilma só o dispensará agora se houver provas concretas de seu envolvimento em corrupção. A intenção da presidente é preservá-lo até a reforma ministerial, prevista para o fim de janeiro ou começo de fevereiro de 2012. A estratégia do Palácio do Planalto é virar a página da crise política com o lançamento de programas sociais.

Ainda nesta quinta-feira, 17, Dilma chorou ao anunciar o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. “Esse é o momento que vale a pena ser presidente”, disse ela, com lágrimas nos olhos. No governo, porém, ninguém garante que Lupi não será rifado nos próximos dias. Se aparecerem novas provas contundentes da relação do ministro com ONGs ou a nota do pagamento do avião, a situação se complica.

“O governo está tornando o PDT uma espécie de vassalo”, protestou o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). “Não só o Lupi deveria sair do ministério como é mais do que aconselhável que o partido entregue o cargo. Isso causa muito desgaste para nós”, emendou o senador.

Dividido. O racha no PDT está longe de acabar. Uma fatia da legenda já decidiu entregar a cabeça de Lupi, sob a alegação de que é preciso se apressar para não ser atropelada pelo PT de Dilma, que está de olho na vaga. A outra ala, menor, defende a permanência do ministro na equipe. Apesar de estar afastado do comando do PDT no papel, na prática é o próprio Lupi que manda no partido e ele enfrenta forte oposição interna.

Lupi não conversou na quinta com Dilma, mas telefonou para o chefe de gabinete da Presidência, Giles Azevedo, após o seu depoimento no Senado. Queria saber a repercussão de seu desempenho e foi tranquilizado por Azevedo. Na avaliação do governo, Lupi foi mais direto e sincero ao falar para os senadores do que para os deputados, na semana passada.

Abandono. Chamou a atenção da cúpula do PDT, no entanto, a ausência de senadores do PT para defender o ministro, durante a audiência no Senado. Lá estava presente apenas o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

“Essa ausência foi realmente muito estranha”, insistiu Cristovam, após almoço com o presidente interino do PDT, deputado André Figueiredo (CE), e com o líder do partido no Senado, Acir Gurgacz (RO). “Nós discutimos como sair do atrelamento que vivemos, hoje, em relação ao governo e ao PT”.

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Política

Dilma posa de faxineira, mas foi quem nomeou o lixo e continuou com os gatunos

Setembro de 2010. Véspera do primeiro turno da eleição presidencial. Num debate televisivo, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) investiu contra Dilma Rousseff (PT).

Plínio esfregou na face de Dilma o escândalo Erenice Guerra. “A corrupção bateu na sala ao lado”, fustigou. “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

O presidenciável do PSOL foi à jugular: “Você vai ter que escolher muita gente. Tem competência para escolher ou vai escolher outras Erenices?”

Decorridos dez meses e meio, o governo de Dilma Rousseff revelou-se uma usina de Erenices. Foram ao olho da rua seis ministros. Cinco por suspeita de corrupção.

Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Orlando Silva, Pedro Novais… A sexta encrenca, Carlos Lupi, agoniza nas manchetes à espera da guilhotina.

Dilma crispa o cenho. Faz boca de nojo. Chama os trambiqueiros ao gabinete. Arma um banzé-de-cuia que arranca aplausos da classe média incauta.

A história do Brasil ensina: ninguém paga pelo que foi, fez e falou. O pedaço da imprensa que alisa Dilma, apelidando-a de faxineira, segue a tradição.

Dilma não é inocente, eis o que se deseja realçar. Foi ela quem nomeou o lixo. Com uma agravante: sabia o que estava fazendo.

Excetuando-se o octagenário Pedro Novais, um velho problema novo, todos os demais ministros pilhados no contrapé vieram da gestão Lula.

Cabe perguntar: o que fazia Dilma no governo de seu patrono? Era a chefona da Casa Civil, a gerentona geral, a coordenadora de tudo, a toda-poderosa.

Pela mesa da ministra faz-tudo de Lula passavam todas as iniciativas e programas de governo com alguma relevância. Coordenava, reunia, espinafrava, fazia e acontecia.

Pois bem. Por que diabos Dilma permitiu que o lixo conhecido deslizasse tão suavemente para dentro da gestão dela?  Por que não reciclou o continuísmo?

A frase do Plínio-2010, por premonitória, ainda ecoa: “De duas, uma: ou você é conivente ou é incompetente.”

O petismo gosta de reclamar da mídia. Deveria agradecer de joelhos. Se a imprensa não fosse tão compreensiva, perguntaria diariamente: cumplicidade ou inépcia?

Parafraseando Plínio: ou Dilma estava deliberadamente enganando o país quando nomeou o lixo ou estava sendo enganada.

Em qualquer hipótese, o caso seria gravíssimo. Não no Brasil, claro.

No embate televisivo com Plínio, Dilma realçou que o importante era investigar os desvios e punir os responsáveis.

Referindo-se ao caso de Erenice, a ex-braço direito que virou ministra por sua indicação, Dilma dissera o seguinte:

“Eu queria te assegurar, Plínio, sem sombra de dúvidas: se eu for eleita,  assumir a Presidência da República, e o governo não concluir, eu irei investigá-lo até o fim.”

Faltam 45 dias para o aniversário de um ano da gestão Dilma. O caso Erenice sobrevive como caso inconcluso. E Dilma não moveu uma palha.

Ah, que país maravilhoso seria o Brasil se o brasileiro perdesse a mania de deixar tudo pra lá e passasse cobrar os atos praticados e as posições defendidas!

Josias de Souza

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Jornalismo

Dilma manda suspender repasses para ONGs por 30 dias

Decreto da presidente Dilma Rousseff suspenderá a partir de amanhã o repasse de dinheiro público a entidades privadas sem fins lucrativos. Só neste ano, ONGs receberam mais de R$ 2 bilhões da União por meio de convênios e parcerias. O decreto equivale a uma devassa nos convênios.

A ordem da presidente é que esses contratos sejam revistos no prazo de até 30 dias. O dinheiro só voltará a ser liberado depois de um parecer técnico que ateste a regularidade da parceria com entidades sem fins lucrativos, afirma o texto do decreto obtido pelo Estado.

Além do parecer técnico, a validação do contrato terá de contar com o aval pessoal do ministro de Estado da pasta que contratou a organização não-governamental.

Se a regularidade não for comprovada em até 90 dias, o dinheiro liberado terá de ser devolvido aos cofres públicos e a entidade ficará impedida de celebrar novos convênios.

As únicas exceções abertas pelo decreto beneficia entidades que mantém convênios regulares por pelo menos cinco anos, com as prestações de contas devidamente analisadas e aprovadas. Além desse caso, serão liberados os repasses para programas de proteção a pessoas ameaçadas e do Sistema Único de Saúde. As exceções terão de ser justificadas por parecer técnico prévio.

O decreto presidencial é mais uma tentativa de conter fraudes nos repasses bilionários à entidades privadas sem fins lucrativos. Em setembro, a presidente determinou que os próprios ministros passassem a ser responsáveis pelos novos convênios.

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Política

Governo de Mossoró

O núcleo central do Governo do Estado – composto pelas Secretarias do Gabinete Civil (GAC); Planejamento e Finanças (Seplan); Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh); Infraestrutura (SIN); e Agricultura, Pecuária e Pesca (Sape) – passa a ser gerenciado a partir de agora por um grupo de auxiliares que atuam junto à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) desde a época de prefeita de Mossoró. Ontem, essa tese acabou reforçada quando a chefe do Executivo estadual anunciou o nome do ex-secretário de Assuntos Fundiários e Apoio à Reforma Agrária (Seara), Gilberto Jales, como novo titular da Semarh, pasta anteriormente capitaneada pelo vice-governador Robinson Faria (PSD). Assim como Anselmo Carvalho, que tomou posse no GAC minutos antes de externada a mais recente escolha, Jales foi secretário de Agricultura de Rosalba Ciarlini quando prefeita.

Esse grupo de mossoroenses cuida das finanças do Governo, com Obery Rodrigues na Seplan; das principais obras de pequeno e grande porte, com Kátia Pinto na SIN; das ações na área de recursos hídricos e agricultura (pasta detentora do mais substancial montante do empréstimo junto ao Bird), com Gilberto Jales e Betinho Rosado, respectivamente na Semarh e Sape; e, sobretudo, da saúde administrativa e política do governo, cuja atribuição encontra-se no órgão que centraliza todas as demandas, que é o Gabinete Civil, hoje gerenciado por Anselmo Carvalho. Afora esse conjunto, há ainda a secretária extraordinária para Assuntos da Cultura, Isaura Rosado, cujo histórico no serviço público também remonta ao tempo de Rosalba enquanto prefeita de Mossoró.

O novo chefe do GAC afirmou que o momento era de “retomar a união de forças” para desempenhar com afinco as ações que visam o desenvolvimento do Estado. Anselmo destacou também que continuará o trabalho desenvolvido pelo ex-secretário Paulo de Tarso Fernandes e buscará uma unidade governamental. Sobre o novo auxiliar do Gabinete Civil, a governadora Rosalba Ciarlini disse que para a escolha pesou o misto de “experiência e juventude”. “Aos 21 anos ele foi para a pasta da Agricultura, quando eu era prefeita de Mossoró, logo depois passou a secretário de Planejamento e depois procurador-geral. O seu potencial sempre esteve em destaque”, elogiou  a democrata.

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Opinião dos leitores

  1. Espero q a Rosa transfira logo a capital do RN p Mossoró e se instale por lá mesmo…tá de bom tamanho ela só vir por aqui pedir votos em épocas d eleição como faz em outros municípios…quem for otário d novo, q vote em qm ela indicar…

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Política

Paulo de Tarso: “Foram 10 meses de governo onde todas as decisões do Estado foram do marido da governadora”

O Blog reproduz uma excelente entrevista que a Blogueira Thaisa Galvão fez com o ex-deputado, advogado e até ontem, homem forte do Governo Rosalba Ciarline, Paulo de Tarso Fernandes. O que impressiona é que quem está dando esses detalhes de quem manda realmente e a desorganização no Governo é um dos maiores articuladores do Governo Rosalba e da engenharia política que elegeu ela, pense num carro sem prumo, e olhe que já estamos em Outubro. Segue reportagem de Thaisa Galvão:

Foi pelo telefone que o chefe da Casa Civil, advogado Paulo de Tarso Fernandes, comunicou à governadora Rosalba Ciarlini que estava se afastando do governo.

Por um motivo: não concordava com a forma como o governo, em especial o ex-deputado Carlos Augusto Rosado, primeiro-damo do Estado, vinha tratando o vice-governador Robinson Faria.

“Saio em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria. Eu não sou nada. Não sou homem público. Sou um funcionário público. E a minha solidariedade é com o vice-governador Robinson Faria. Porque quem quiser que ache grave, mas eu considero o que está acontecendo, gravíssimo”.

Paulo de Tarso, que sempre manteve laços de amizade com o vice-governador, como manteve com a governadora Rosalba Ciarlini e com o marido Carlos Augusto, e ainda com o ministro Garibaldi Filho, ambos integrantes do time que governa o Rio Grande do Norte, pode ter tomado uma das decisões mais difíceis da sua vida.

Mas, para isso, contou com a fé. É católico praticante e pediu a Deus, em suas orações, que o fizesse tomar a decisão mais acertada.

As insatisfações que ele vinha acumulando nos 10 meses como chefe da Casa Civil do Estado, tiveram como gota d´água a decisão do governo de não mais nomear o vice-governador para o cargo de secretário de Recursos Hídricos, cargo que ele exercia desde a primeira hora da gestão, e do qual se afastou para assumir o governo na interinidade durante viagem da governadora aos Estados Unidos.

Segundo Paulo, foram 3 tentativas, onde ele, como chefe da Casa Civil, tentou oficializar a nomeação de Robinson.

“Primeiro fui à governadora e ela me disse que eu resolvesse com Carlos Augusto. Fui a ele e ele me falou: você não tem uma viagem a Brasília? Vá e volte porque isso não é prioridade”, contou Paulo de Tarso, que foi a Brasília num bate-volta que saiu de Natal às 3 da tarde e deixou Brasília às 9 da noite.

“Quando voltei falei de novo com o deputado Carlos Augusto e ele me disse: ‘Esse assunto não tem pressa. O vice-governador foi à minha cidade (Mossoró) e fez 3 discursos contra a minha mulher. Minha mulher foi para os Estados Unidos e ele foi pra rua humilhar a governadora”…

Segundo Paulo, o telefonema a Carlos Augusto teve 3 testemunhas, entre elas o adjunto da Casa Civil, Francisco Carvalho e o secretário da Copa e titular do DER, Demétrio Torres.

Paulo de Tarso contou que se deu um prazo: se até ontem, às 4 da tarde, a nomeação de Robinson não fosse oficializada, o vice-governador poderia até ficar, mas ele deixaria o governo.

A decisão de Paulo, se antecipando a Robinson, tem um motivo: o ex-chefe da Casa Civil foi quem deu garantias ao vice-governador para que ele deixasse o grupo da ex-governadora Wilma de Faria, declinasse de apoiar a candidatura do ex-governador Iberê Ferreira de Souza, e fosse integrar o grupo liderado pelo senador José Agripino Maia, compondo a chapa articulada pelo democrata-articulador Carlos Augusto.

Sentindo-se avalista sem prestígio, Paulo decidiu sair, afirmando repetidamente: “em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria”.

Para a não nomeação do vice-governador Robinson Faria ao cargo de secretário de Recursos Hídricos, o ex-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes, revelou outro possível motivo que fez com que o ex-deputado Carlos Augusto Rosado tivesse optado por não nomear mais o vice: a sanção da Lei do Empréstimo, assinada por Robinson no exercício do governo, durante viagem da governadora Rosalba Ciarlini aos Estados Unidos.

Aprovado pela Assembleia o pedido de empréstimo, o então governador foi à Assembleia para sancionar a Lei diante dos deputados.

Tudo devidamente combinado com a governadora titular, como revelou o ex-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes.

“Falei com ela pelo telefone em Nova York e ela me disse que Robinson podia sancionar. Quando falei com o deputado (Carlos Augusto) ele me disse que eu trancasse a lei na gaveta e não entregasse. Dissesse que a lei estava em qualquer lugar. Em Tibau ou em qualquer lugar. Mas aí o governador era Robinson e a governadora Rosalba estava sabendo, não havia nada que ela não soubesse, então decidi não atender ao deputado”, disse Paulo de Tarso, lembrando que Carlos Augusto Rosado também teria ligado para o presidente da Assembleia, deputado Ricardo Motta, e pedido que ele não entregasse a Lei a Robinson para ele sancionar. Segundo Paulo, Motta também teria dito que não iria atender o pedido de Carlos, que estava em um SPA na praia de Rio do Fogo durante a viagem da esposa-governadora aos Estados Unidos.

As interferências do primeiro-damo do Estado já vinham desagradando o chefe da Casa Civil, pelo que o próprio contou ao Blog.

“Foram 10 meses de governo onde todas as decisões do Estado foram do marido da governadora”, declarou Paulo de Tarso na mesa com testemunhas, onde o discurso foi, o tempo inteiro, alinhavado por afirmações como “não estou pedindo off porque tudo o que estou dizendo eu disse tanto à governadora Rosalba quanto ao deputado Carlos Augusto. São assuntos públicos que não têm porque serem escondidos”…

Paulo reclamou que, por causa da interferência familiar, a governadora tem trocado seu gabinete na Governadoria pelos terraços de sua casa.

“Ela despacha em casa. Governa de casa. Mas o lugar do governador é no gabinete. Até porque um deputado, um prefeito ou um secretário que quiser falar com a governadora não vai para a casa dela sem ser chamado, mas na Governadoria ele chega. Eu mesmo como chefe da Casa Civil só ia quando era chamado”, revelou Paulo, afirmando que a opção pela residência oficial se dava pelo fato de, na Governadoria, não ter como o ex-deputado Carlos Augusto participar das decisões.

O ex-chefe da Casa Civil Paulo de Tarso Fernandes não escreveu uma carta de demissão. Segundo contou ao Blog, escreveu poucas linhas, muito mais um comunicado à governadora sobre sua saída.

Ficou em casa ontem durante o dia inteiro, e dentro do prazo dado a ele mesmo, das 4 da tarde, diante da não confirmação da nomeação do vice-governador como secretário de Recursos Hídricos, enviou o comunicado para a Casa Civil.

Segundo Paulo, o comunicado foi entregue ao adjunto da pasta, Francisco Carvalho, que teria informado à governadora, e dito a PTF que a governadora teria ficado surpresa.

“Aí eu tomei a decisão de telefonar para a governadora e comunicar minha decisão. Conversamos longamente”.

Pelo telefone, Paulo disse a Rosalba que não concordava com o que vinha acontecendo, e que ela deveria entender que hoje a oposição ao seu governo não está mais no círculo do vice-governador Robinson Faria como tem se comentado nos bastidores governistas.

“Eu disse a ela que a oposição ao governo não está mais na Assembleia. Está nas ruas. A oposição é o povo, é o funcionalismo, é o sindicalismo”, declarou Paulo de Tarso, que numa conversa dura com a governadora Rosalba, chegou a definir a gestão de 10 meses como sem sucesso.

“Eu disse a ela que é por essas e outras que o governo está aos frangalhos. Que a gente critica os governos de Wilma e Iberê, mas a gente não tem condições sequer de sanar as contas do governo. A gente não tem condições sequer de acertar”, revelou Paulo de Tarso Fernandes, que à minha pergunta sobre o crescimento da arrecadação, disse não entender como, apesar do registro do crescimento da arrecadação, o governo não tem como botar as contas em dia.

“Não é justo que a gente tire dos servidores, aperte daqui e dali e não consiga acertar”, afirmou Paulo.

 

Opinião dos leitores

  1. É…e o pior é que ainda vamos amargar mais 3 anos desse lamaçal…até o povo aprender a votar!

  2. Taí a governadora que tinha experiência, governar interior não é governar um estado é muito fácil ela jogar a culpa no governo Iberê sem tirar os erros dele, mas é preciso ser muito mulher para assumir que nâo tem condiçeões de governar o estado FORA ROSALBA!

  3. O discurso de Paulo de Tarso mudou radicalmente após sua saída. O ex-secretário foi extremamente intransigente com os "colegas" servidores de baixo escalação do governo. PTF chegou até mesmo dizer que os planos de cargo, carreira e salários seriam questionados na justiça (que diga-se de passagem o TJ-RN já tinha a sentença favorável ao governo). Ele saiu após seu aliado político Robinson Faria brigar com o casal governamental e externou todas as conversas de descontentamento que o mesmo tinha com os mais próximos nos gabinetes e corredores do Casa Civil.
    Aguardemos então os próximos passos de um governo que em 10 meses teve a incrível façanha de desagradar a população, servidores, oposição e até aliados.

  4. Criamos o FORA MICARLA estar na hora de criaramos o FORA ROSALBA! pois o RN vai a caminho decadencia.

  5. Sinceramente, não entendo. Toda mulher que concorre a cargo público diz que a mulher tem um outro olhar, que tem sensibilidade, que pensa como mãe, que não se corrompe, que são valentes e guerreiras, etc. Ora, qdo chegam ao poder são tuteladas por marido, ex-presidente, não demonstram a tal sensibilidade. Fico decepcionado… 

  6. Votei em Rosalba acreditando que ela era realmente uma pessoa capaz de melhorar nosso Estado. Infelizmente não é isso que tenho visto. Apesar da boa gestão à frente de Mossoró, o mesmo não tem ocorrido com o Estado. Aliás, se a coisa continuar como está eu serei o primeiro a pedir que ela se afaste do Governo, até porquê eu votei nela, não em Carlos Augusto. Já que Rosalba resolveu entregar o Estado para seu marido governar, então ela deixou claro que não quer ser governadora. Assim, é melhor que saia!

  7. Enquanto eles decidem que é que governa o estado, todos os funcionários públicos e servidores terceirizados vão sofrendo com longos atrasos de pagamentos, e tem mais saibam todos que com a saída do Sr. Paulo de tarso perdemos um homem sério e trabalhador. É, acho que esta na hora de criar o fora Rosalba

  8. PARABÉNS A TODOS POR MOSTRA A POPULAÇÃO DO RN ESSA MATÉRIA E QUE TODOS QUE VOTARAM NELA AGORA VEJA QUE SEU VOTO FOI PARA ELE E NAO PARA ELA

    1. A eleição de Rosalba é mais um estelionato eleitoral montado pelos eternos mandatários da política do RN (Maias, Rosados e Alves). Enquanto não tivermos esse discernimento na hora de votarmos a situação se perpetua.

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Política

Crise política pode fazer o Vice-governador Robinson Faria romper ainda hoje com o Governo

Está na Tribuna do Norte, o que corria a boca miúda agora virou público. Vamos aguardar!!!

A demora para o retorno do vice-governador Robinson Faria (PSD) ao cargo de secretário estadual de Recursos Hídricos agravou a crise política no governo. Se não houver modanças nas próximas horas, a situação pode provocar o rompimento político entre o vice-governador e a governadora Rosalba Ciarlini. Robinson está conversando com correlegionários do PSD antes de oficializar uma decisão.

Nomeado para a secretaria no início da atual adminitração, Robinson se licenciou para assumir o cargo de governador, enquanto Rosalba estava missão oficial nos Estados Unidos. Ela voltou, reassumiu o mandato de governadora, mas até agora não assinou a nomeação para Robinson voltar ao cargo de secretário.

A relação polícia entre a governadora e vice ficou estremecida depois que quatro deputado estaduais – entre os quais o presidente da Assembleia, Ricardo Motta -, desistiram de ingressar no PSD. O governo teria estimulado essas desistências. Mais recentemente, em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, o senador José Agripino, presidente nacional do DEM, partido de Rosalba, acusou Robinson de tentar tutelar o governo e avisou que iria proibir alianças com o PSD nas eleições de 2012. Nesta semana, Robinson disse que a divergência na base aliada de Rosalba não é um assunto encerrado.

Antes de anunciar oficialmente o rompimento, o vice-governador tem procurado conversar com os deputados aliados. Mas, se não houver mudanças nas próximas horas, a situação ficará definitivamente insustentável.

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Política

Governo vence a queda de braço e AL aprova pedido de empréstimo sem uma alteração

Foi uma abstenção e 23 votos favoráveis.

Assim foi aprovado o projeto original do Governo do Estado, que tenta junto ao Bird colocar as mãos em US$ 540 milhões – mais de R$ 1 bi – para o combate à pobreza.

Dois substitutivos haviam sido aprovados pelas comissões de Constituição e Justiça e pela de Finanças. Ambos derrubados.

Getúlio Rego, líder do governo na Casa, fez discurso de defesa à base rosalbista. Resumiu tudo na seguinte frase: “esse plenário é político”. Trocando em miúdos, prevaleceu o interesse político de quem era mais forte.

Opinião dos leitores

  1. Queda de braço? que queda? nada disso! tá tudo dominado, aliás, o RN micarlou de vez! São quatro anos perdidos da história, pobre dos bocós da vênus de Câmara Cascudo, a noiva do sol viúva mais uma vez. Enquanto isso…

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Jornalismo

Governo manda cortar ponto de grevistas do BB e CEF

O governo decidiu aproveitar as primeiras greves da Era Dilma Rousseff para fixar um padrão de relacionamento com os funcionários que optam por cruzar os braços.

Por ordem do Planalto, repassada ao Ministério da Fazenda, as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal cortarão o ponto dos seus grevistas.

A mesma providência já havia sido adotada em relação aos funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, vinculada ao Ministério das Comunicações.

Neste sábado (8), a greve dos bancários completa 12 dias. A paralisação dos Correios entra no 25o dia.

Nos dois casos, os trabalhadores são representados por entidades vinculadas à CUT, braço sindical do PT, o partido de Dilma.

A despeito disso, Dilma mandou dizer que os gestores de bancos e empresas do governo devem se portar como administradores públicos, não como sincalistas.

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Social

Robinson Faria assume o Governo

A governadora Rosalba Ciarlini passou o cargo para o vice-governador, Robinson Faria às 7h desta sexta-feira, no hangar do Estado, localizado no Aeroporto Internacional Augusto Severo.

A Governadora viaja em missão oficial para os EUA, onde irá assinar empréstimo no BID e terá reuniões empresariais com empresas que buscam investir no RN, a governadora retorna dia 16 e até lá o Governador será Robinson Faria

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Política

Crise entre o Governo Rosa e seu Vice Robinson Faria saiu dos bastidores

Esse filme está só nas primeiras cenas, ainde teremos três anos de declarações de amor e muito jogo de bastidores entre o marido da Governadora e o vice Robinson Faria, que apesar de ter mais de 25 anos de vida pública, as vezes se comporta como se estivesse iniciando. Segue reportagem da Tribuna do Norte:

O mal-estar gerado entre o governo Rosalba Ciarlini (DEM) e o grupo do vice-governador Robinson Faria (PSD) se agravou e movimentou o cenário político (mesmo que ainda no campo dos bastidores) durante o final de semana e feriado desta segunda-feira. Ontem, Robinson, que é presidente estadual do PSD, dedicou parte do dia em conversas para evitar um esfacelamento em massa do grupo que há poucos dias dava-se como certa a filiação à nova legenda. O primeiro recuo deve partir do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta (PMN), que já revelara a pessoas próximas a decisão de permanecer no PMN. Ainda não se sabe os destinos de três candidatos a assentos no PSD – os deputados Vivaldo Costa (PR), Gustavo Carvalho  (PSB) e Raimundo Fernandes – mas este último foi chamado ontem para uma conversa com o vice-governador. Entre os parlamentares que afirmaram em um primeiro momento a intenção de engrossar o partido fundado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, apenas Gesane Marinho e José Dias mantêm contundência ao falar sobre o assunto.

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Opinião dos leitores

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Jornalismo

Rio Greve do Norte de volta a partir de hoje. Sete categorias paralisam os serviços

Hojem para sete, amanhã podem parar mais duas, sem falar que os funcionários da Procuradoria Geral do Estado já estão em greve a mais de 30 dias. Segue reportagem da Tribuna

O Governo do Estado começa a enfrentar uma nova onda de greves. Hoje, sete  categorias do funcionalismo público estadual paralisam os serviços: os técnicos administrativos da Secretaria Estadual de Educação e Cultura (Seec), a Fundação José Augusto, Emater, Idema, Detran, Idiarn e Emparn. Os agentes penitenciários e os médicos da Secretaria Estadual de Saúde decidem ainda hoje se iniciam ou não suas paralisações.

O número de paralisações, porém, poderá aumentar até o final desta semana caso o Governo do Estado não atenda às reivindicações de policiais civis, funcionários da Ceasa, Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Junta Comercial do Estado (Jucern) e técnicos da administração direta. Hoje, haverá um protesto no Centro Administrativo a partir das 8h.

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinte RN), irá realizar uma assembleia hoje, às 14 horas, para discutir os próximos passos da paralisação destes servidores. Somente os técnicos administrativos da Secretaria que iniciaram a greve hoje, correspondem a 8 mil servidores do quadro funcional efetivo do Governo do Estado.

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Política

Dilma vai deixando de ser dependente de Lula

Saiu mais uma pesquisa do Ibope, a terceira da Era Dilma Rousseff. Revela que, aos pouquinhos, a presidente vai se livrando do seu maior vício.

Dilma tornou-se menos “lulodependente”, eis a principal novidade insinuada sob as estatísticas. Mais um pouco e poderá deixar o cercadinho da continuidade.

A valiação pessoal de Dilma supera a de Lula no nono mês de governo: 71% contra 69%. Ultrapassa também a de FHC: 57%.

O mesmo ocorre com a avaliação do governo: 51% de ótimo e bom para a gestão Dilma, contra 43% atribuídos à administração de Lula e 40% à de FHC.

Lula não “desencarnou” como prometera. A despeito disso, subiu de 11% para 15% a taxa dos que acham que a pupila governa melhor que o ex-soberano.

O índice dos que consideram Lula melhor do que Dilma (26%) ainda é maior. Porém, sem alarde, a distância encurta-se devagarinho.

Herdeira da megapopularidade do criador, que deixou a presidência flutuando numa nuvem de 87% de aprovação, Dilma agrega à sua imagem capital próprio.

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