Atenção ao comprar água mineral

A dica é checar o rótulo antes da compra: o selo azul identifica as águas minerais naturais. Foto: Divulgação

INFORME PUBLICITÁRIO

Com a chegada do calor do verão, estima-se que o consumo de água mineral cresça cerca de 40% no estado do Rio Grande do Norte. Porém, com a grande procura nesta época, vem também o alerta para que o consumidor fique atento na hora de escolher o produto, já que nem toda água engarrafada é mineral. As diferenças da embalagem são sutis, mas a mineral passa por um rígido controle de qualidade e apresentar em sua composição diversos minerais naturais.

A primeira grande diferença entre a água mineral e a adicionada de sais é que a primeira é a única retirada diretamente da fonte. Portanto, não recebe qualquer tratamento ou aditivo químico e atende a padrões rígidos de potabilidade e de testes para detectar a presença de micro-organismos.

Além disto, a água mineral natural tem odor e sabor naturais e, para ser envasada, passa por um único processo de tratamento. Ou seja, todas as condições biológicas do produto são advindas da própria natureza. Já as águas mineralizadas são adicionadas de sais no momento do seu envase.

“É essencial que o cliente confira o rótulo do garrafão antes de comprar e cheque se há um selo azul no lacre com a identificação ‘mineral’. Apenas as águas com este selo são verdadeiramente minerais naturais”, explica Djalma Barbosa Júnior, presidente do Sindicato da Indústria de Cervejas, Refrigerantes, Águas Minerais e Bebidas em Geral do Estado do Rio Grande do Norte – Sicramirn.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    A diferença que qto mais fonte. Os donos vem para maior concorrência.

  2. Israel disse:

    Quem falou que a água adicionada de saia não tem qualidade, isso é falar besteira, pois todo o procedimento da água de sais é rigorosamente acompanhado assim como o envase segue TDS os procedimentos de higienização. Um detalhe tem muita água mineral com odor e pesada e ao não receber tratamento podemos acabar por ingerir um produto de origem duvidosa. Só pra constar eu vendo água mineral mas sei que a de sais é tão boa quanto a mineral

  3. Bruno Affonso dos Santos disse:

    Caro amigo. Sinto lhe informar que vc está bem enganado. Sou profissional da área e atendo com responsável técnico tanto as aguas minerais como adicionadas de sais. Na verdade a maior parte das águas minerais do Brasil possui teor baixíssimo de sais minerais, e a sua grande maioria não receberia a classificação de mineral se fosse seguido o padrão europeu. As águas adicionadas de sais gem legislação específica tão rigorosa quanto a da água mineral RDC 182 da ANVISA para as adicionadas que seria a equivalente da 173 da ANVISA para águas minerais. Quanto aos contaminantes quimicos, todas as duas obedecem aos padrões da RDC 274/05 da ANVISA. As captações utilizadas para as aducionadas de sais tb seguem padrões rigidos para serem adequadas. A maior diferença que vejo é o fato de que nas adicionadas, como é permitida a adição de determinados sais, podemos adequar sua composição para poder ter algum efeito desejado no organismo e com muito mais eficiência do que a maioria das minerais disponíveis no Brasil. Não sou defensor das adicionadas em detrimento das minerais, porém achei necessário dar minha opinião pois não acho justo que pessoas desinformadas passem informações erradas para a população. Na verdade o maior problema em se tratando de águas para consumo são as que são provenientes dos filtros que prometem milagres. Infelizmente nossos rios de onde vem as águas de abastecimento público (salvo raras exceções) são contaminados com diversos poluentes como agrotóxicos e os chamados contaminantes emergentes, que são resíduos de antibióticos, antiinflamatorios e hormonios de anticoncepcionais que são lançados nos esgotos junto com as excretas humanas e não são removidos nem pelo tratamento do esgoti e.nem pelo tratamento de água de abastecimsnto, muito menos pelos filtros. Somente os carissimos filtros de osmose reversa são capazes de remover esses contaminantes. E é importante dizer que filtros sem manutenção são um grave risco à saúde.
    Sou químico, formado pelo Instituto de Química
    da Universidade Federal do Rio de Janeiro e tb tenho mestrado pela mesma instituicao. Atuo em empresas de aguas minerais como consultor e responsável técnico desde 1999. E tb atendo empresas de Águas Adicionadas de Sais que são muito sérias em seu trabalho. Por isso não concordo com os fatos expostos em seu blog.

  4. Francisco disse:

    Não é verdade pois a água adicionada de sais tem muito mais qualidade do que a água mineral natural pois a água mineral natural tem uma grande chance de contaminações a mais do que a Água adicionada de sais pois a água mineral não pode ser tratada e nem Filtrada a não ser filtro de areia pra reter a areia que vem na água. Agora a água adcionada de sais essa sim teremos garantia que estaremos consumindo uma água com um pecentual baixíssimo de contaminação pois a legislação obriga todas as empresas Envasadora de água adicionada a ter um processo rígido de filtração físico químicos e baquiteriologico e osmose reveza e equilibrar o mineral ideal a o ser humano……. Se eu for explicar aqui a enormes diferenças e qualidade pra quem escolhe consumir somente água adicionada de sais não caberia aqui……….

Lava Jato: indícios de dinheiro da OI para comprar sítio de Atibaia

A Lava Jato tem indícios de que o sítio de Atibaia foi adquirido com recursos ilícitos de contratos das Gamecorp (Lulinha) e Gol (Jonas Suassuna) com empresas do grupo Oi/Telemar.

Entre 2004 e 2016, Lulinha, Jonas e Kalil Bittar receberam juntos mais de R$ 132 milhões da Oi, sem “justificativa econômica plausível”.

“As investigações apontam que as empresas do grupo Gamecorp/Gol não possuíam mão de obra e ativos compatíveis com a efetiva prestação dos serviços para os quais foram contratadas pela Oi/Telemar. Provas documentais colhidas, como contratos e notas fiscais, além de dados extraídos a partir do afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, indicam que as empresas do grupo Oi/Telemar investiram e contrataram o grupo Gamecorp/Gol sem a cotação de preços com outros fornecedores, fizeram pagamentos acima dos valores contratados e praticados no mercado, assim como realizaram pagamentos por serviços não executados.”

O Antagonista

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Toni disse:

    tem que reaver essa granaaaaaa!!!!!!! pegar de volta e muito dinheiro porraaaaaaaaaaaa!!!!!!! esse barbudo tem que pagar por esse rombo fdp. fdp. fdp. fdp. de canalha canalha canalhaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  2. Manoel disse:

    Olhaí de onde vieram os milhões de Lula e Lulinha.

Pela 1ª vez na Black Friday, brasileiro deve comprar mais na web do que em lojas físicas

Foto: Celso Tavares/G1

A Black Friday, mais conhecida no Brasil pelas promoções na internet, passou a ganhar nos últimos anos uma maior adesão do comércio de rua e shoppings e, em 2019, pela primeira vez, o número de compradores nas lojas físicas deverá se igualar ao do comércio eletrônico. É o que aponta uma pesquisa feita pelo Google em parceria com a consultoria Provokers.

De acordo com o levantamento, a intenção de compra somente na internet durante a Black Friday caiu de 52% em 2018 para 38% em 2019, enquanto que a parcela de compradores que pretende comprar apenas em lojas físicas passou de 41% para 37%.

Segundo a pesquisa, essa tendência será impulsionada sobretudo pelo consumidor multicanal. O número de entrevistados que disseram que planejam comprar em ambos os canais saltou para 25%, contra 7% no ano passado.

Em 2019, a Black Friday acontecerá no dia 29 de novembro.

A data de descontos foi criada nos Estados Unidos e “importada” por diversos países pelo mundo. A Black Friday acontece sempre na última sexta-feira de novembro, um dia após o feriado de Ação de Graças.

No Brasil, o evento existe desde 2010 e nasceu com foco na internet. A temporada da Black Friday é tratada pelo varejo como o principal evento do ano no e-commerce e tem impulsionado as vendas do comércio em geral nos meses de novembro.

A pesquisa do Google mostra também que 76% dos consumidores entendem que o período de promoções não dura só entre a noite de quinta-feira e a sexta-feira da última semana de novembro.

“A grande maioria dos consumidores entende que, no Brasil, a Black Friday é a semana, de segunda a segunda”, afirma Diego Venturelli, gerente de insights para o Varejo do Google Brasil.

Avanço da opção de retirar na loja

De acordo com a pesquisa, além da maior adesão das lojas físicas ao evento, outro fator que explica o empate da intenção de compra em ambos os canais é o aumento do interesse pela opção “comprar na internet e retirar na loja”.

Segundo o Google, 39% dos brasileiros consideram que a opção “retira na loja” como muito importante na hora de decidir a loja na Black Friday e 24% esperam usar essa forma de entrega para as compras feitas pela internet.

A principal vantagem desta opção é a economia obtida ao não ter que pagar pelo frete. “Tem também a questão do imediatismo. O consumidor prefere ir à loja para ter a garantia e a velocidade de ter o produto. Os varejistas sabem disso e estão acelerando muito o processo de expansão dessa opção para todas as lojas”, afirma Gustavo Pacheco, head de novos negócios para o Varejo do Google Brasil.

A pesquisa mostra também que dois em cada três brasileiros afirmam fazer uma busca online antes de comprar na loja física. Só 27% dos compradores decidiram onde comprar na hora, enquanto 74% tinham ideia ou certeza de qual loja comprar antes.

A pesquisa foi feita a partir de entrevistas com 1.500 pessoas de todo o Brasil entre os dias 25 e 29 de julho, além de pesquisa online por meio da ferramenta Google Survey com 1.000 pessoas de todo o Brasil entre os dias 15 e 20 de agosto.

Categorias em alta

Segundo o Google, a intenção de compra aumentou para todos as categorias neste ano, incluindo produtos com menor penetração no comércio eletrônico como alimentos e bebidas, móveis, veículos e cursos.

“Categorias como alimentos e bebidas ainda têm mais vazão no meio físico. Mas estamos observando uma aumento da expansão também em categorias não tradicionais. A Black Friday agora tem consulta médica, esfiha, gasolina, passagens, imóveis. Todo tipo de categoria de consumo está entrando”, afirma Pacheco.

Entre os produtos com maior intenção de compra entre os que pretendem participar da Black Friday, destaque para celulares (48%), computadores (38%), eletrodomésticos (36%), roupas (34%), calçados esportivos (32%) e perfumes (33%).

Apesar do crescimento das vendas da Black Friday no Brasil, as queixas dos consumidores continuam. Entre os problemas recorrentes está a maquiagem de preços, que levou o evento a ganhar o apelido nada elogioso de “Black Fraude”.

No ano passado, o site Reclame Aqui recebeu 5,6 mil reclamações ao longo do período de ofertas. Propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram lideraram entre os principais motivos de queixas (14,2%). Na sequência, ficaram empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6%, seguidas pelo atraso na entrega aparece com 3,9% das queixas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Junin disse:

    SE O BOM É CAMINHAR, PASSEAR, O EMPURRA, EMPURRAS DAS LOJAS…PELA INTERNET DEMORA A CHEGAR E AS VEZES VEM ERRADO… E O QUE O COLEGA FALOU É VERDADE O COMERCIO VAI AUMENTAR UM POUCO ANTES PRA NESSE DIA BLACK DIZER QUE ESTÁ EM PROMOÇAO…….O BRASILEIRO É MAIS QUE SAFADO NESSE QUESITO!!!.

  2. Vergonha disse:

    Atenção povo: Fiquem ligados nos preços dos produtos hoje, agora, já, pois logo, logo vão aumentar os preços e na tal black friday voltam ao preço normal para dar a impressão que o preço baixou. Isso é Brasil que perdeu o rumo e vive de corrupção!

“Kit antimotim para controle de distúrbio civil”: STF vai comprar armaduras, escudos e capacetes

Foto: Dorivan Marinho / Dorivan Marinho/Divulgação STF

Em meio a críticas contra sua atuação, o Supremo Tribunal Federal ( STF ) abriu licitação para comprar equipamentos para se proteger de eventuais manifestações e ataques físicos . Edital publicado no último dia 2 na página da Corte na internet anuncia a compra de “kit antimotim para controle de distúrbio civil”. O kit será composto de “armadura de proteção corporal completa (membros e tórax), capacete e escudo”. O valor estimado a ser gasto é de R$ 69.612,60.

A avaliação das propostas de preço apresentadas pelas empresas interessadas está marcada para a próxima segunda-feira, por meio eletrônico. Há preocupação com ataques vindos de objetos pontiagudos ou pesados – e até chamas provocadas por coquetéis Molotov.

O edital anuncia a compra de 15 kits, que serão usados por agentes de segurança. O “traje antimotim” deve ser composto de “armadura de proteção corporal completa”, incluindo a parte frontal, ombros, braços, mãos, virilha e pernas. “A armadura deve oferecer proteção substancial contra impactos e traumas provocados por diversos tipos de materiais, além de flexibilidade e conforto ao usuário, apresentando facilidade na colocação e retirada do material”, diz o texto.

Há também exigência de “proteção contra altos impactos, absorvendo e distribuindo a energia, podendo esses impactos ser provenientes de diversos materiais, tais como, pedras, tijolos, e certos artefatos pontiagudos”. O tecido deve ter “propriedade retardante de chamas, proporcionando ao usuário proteção contra situações de fogo repentino, protegendo, por exemplo, o usuário contra possíveis ataques de fogo, como os coquetéis Molotov”. Tudo deve ser confeccionado na cor preta.

Já o “escudo antitumulto “ deve ser fabricado em chapa de Policarbonato, com ao menos seis milímetros de espessura. Os “capacetes para atividades de controle de distúrbios civis” devem ser feitos “com casco inteiriço, na cor preta, sem emendas, de forma a prevenir ou minimizar lesões provocadas à cabeça do usuário provenientes de impacto ou penetração de objetos arremessados manualmente ou de forma mecânica, não incluindo armas de fogo”. O material “deve resistir a líquidos quentes, cáusticos ou inflamáveis”.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Delano disse:

    Não seria melhor esse órgão se transformar em guardião da democracia, e em defesa dos princípios constitucionais? E Se distanciar da defesa de privilégios e bandidos.