Pressão na Copa América? ”Ele fica, independente do resultado”, diz presidente da CBF sobre Tite

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Tite seguirá no comando da Seleção independentemente do resultado da Copa América. Foi o que garantiu Rogério Cabloco, presidente da CBF, nesta terça-feira, durante o congresso da Fifa em Paris. Às vésperas do início da competição, Cabloco classificou o treinador como o ”mais experiente e melhor qualificado para o cargo”, lembrando que a entidade conta com ele até 2022.

– Voltei a falar para ele no último sábado. Tite tem contrato até a Copa do Catar e até lá contamos com ele. Não há treinador algum com mais experiência e melhor qualificado depois de tudo o que ele já trouxe até hoje.

”O Tite fica com a gente independente do resultado”.

– Claro que a pressão existe e queremos o título. Todos carregam esse desejo. Jogadores, comissão técnica… Todos estão muito preparados e vão trabalhar por essa conquista. Vamos torcer para que ele venha – disse.

A convicção que teve ao falar de Tite, Rogério Cabloco não teve ao analisar o futuro de Edu Gaspar. O atual coordenador de seleções da CBF tem proposta do Arsenal.

– Sobre o Edu vamos tratar após a Copa América – frisou.

O presidente da CBF falou também sobre o futuro treinador do Brasil na Olimpíada de Tóquio, em 2020. O posto seria ocupado por Sylvinho, mas o ex-jogador deixou a CBF recentemente para assumir o comando do Lyon. Atualmente, a seleção olímpica está disputando o Torneio de Toulon sob o comando de André Jardine, técnico da seleção sub-20.

– Estamos tratando com três situações ao mesmo tempo, três seleções na rua. Feminina na Copa do Mundo, a equipe olímpica no Torneio de Toulon e a principal na Copa América. O Jardine está com a seleção olímpica, teve ótimo resultado no primeiro jogo. Amanhã (quarta) tem um grande desafio contra a França e vamos acompanhando. Vocês serão informados.

Globo Esporte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Futebol fraco.

Governo estuda formas de regularizar permanência de médicos cubanos no Brasil

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O governo federal estuda formas de regularizar a permanência de médicos cubanos que queiram ficar no Brasil. Para o Ministério da Saúde, a iniciativa se enquadra na determinação de fortalecimento da atenção básica à saúde. As medidas são analisadas após o fim do acordo de cooperação entre o Brasil e Cuba para participação no programa Mais Médicos, que ocorreu em novembro do ano passado.

O número de profissionais de saúde de Cuba interessados em permanecer no Brasil ainda está sendo contabilizado, pois o Ministério da Saúde aguarda receber a informação do escritório brasileiro da Organização Pan-americana de Saúde (Opas), intermediadora do acordo.

Na última semana, representantes do grupo interministerial se reuniram no Ministério da Educação sobre a situação dos profissionais cubanos. A assessoria do Ministério da Saúde informou que o governo federal espera chegar a um consenso para atender os médicos de Cuba que queiram atuar no Brasil.

Por intermédio da assessoria, o Ministério da Saúde informou à Agência Brasil que, “preocupado com a questão humanitária e em parceria com o Conselho Federal de Medicina e o Ministério da Educação, busca uma forma de permitir a reintegração desses profissionais após a revalidação dos seus diplomas.

Divergências

Em novembro de 2018, foi encerrado o acordo de cooperação assinado pelo Brasil e Cuba. O governo cubano discordou das novas exigências feitas pelo Brasil, como a necessidade de os profissionais se submeterem ao Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida).

O Revalida serve para comprovar o grau de conhecimento de médicos brasileiros ou estrangeiros que obtiveram diplomas de graduação em instituições de ensino do exterior e que queiram atuar no Brasil. O presidente Jair Bolsonaro reiterou a defesa pelas novas exigências.

Refúgios

Desde que o Programa Mais Médicos foi criado em 2013, o número de cubanos pedindo refúgio tem crescido. Porém, de acordo com órgãos responsáveis pela área, não há dados precisos que permitam a associação entre o aumento do número de pedidos de refúgio e a quantidade de cubanos no país.

De 2003 a 2012, a média de pedidos anuais foi de 22 solicitações. Em 2013, 69 cubanos solicitaram refúgio ao Brasil. A partir daí, as requisições cresceram ano após ano: 113 (2014); 422 (2015); 1.121 (2016); 2.020 (2017) e 2.743 (2018).

Desde o final de novembro de 2018, até o último dia 21, o número chegou a 798 – quase o dobro do total registrado durante os mesmos três meses de 2017/2018, quando 438 cubanos pediram refúgio ao Brasil.

Anteriormente

Em 2017, ano em que 33.866 cidadãos de várias partes do mundo pleitearam o direito de permanecer no Brasil, os cubanos formaram o segundo grupo que mais pediu refúgio, atrás apenas dos venezuelanos.

Os dados são do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) e foram divulgados no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O Conare informa que o status de refugiado é concedido à pessoa que deixa o seu país de origem ou de residência habitual devido a fundado temor de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, como também devido à grave e generalizada violação de direitos humanos, e não possa ou não queira acolher-se da proteção de tal país.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Os comunistas infiltrados???

Permanência de Rosalba no governo reforça candidatura de Wilma

A principal beneficiada com a permanência da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) no cargo foi a ex-governadora Wilma de Faria (PSB). Com a saída de Rosalba, o vice-governador Robinson Faria (PSD) passaria a ser o candidato preferencial da oposição ao governo.

Como a posse nem chegou a acontecer, Wilma continua sendo a principal opção dos partidos oposicionistas para a vaga. E não é só isso. A principal cabo eleitoral da ex-governadora é a democrata.

O povo associa a imagem da pessebista ao oposto da governadora, o que beneficia Wilma na comparação. Por isso, nesse momento e com a rejeição em alta, quanto mais tempo Rosalba passar no governo, melhor eleitoralmente para a presidente estadual do PSB.