Perseguido por 8 km, sargento do Exército é preso pela PRF por embriaguez ao volante na BR-101

Um sargento do Exército identificado como Janilson Batista, foi preso na noite dessa quinta-feira (3) por suspeita de embriaguez ao volante. Em seu veículo foram encontradas latas de cerveja e uma pistola, com registro.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acusado dirigia em alta velocidade e com os faróis apagados pela BR-101, em Natal, e passou a ser perseguido pelos rodoviários por pelo menos oito quilômetros até ser preso na entrada de Parnamirim.

Não bastassem as diversas infrações, o militar discutiu com os policiais de plantão. Ele foi autuado por embriaguez ao volante.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Maurício Giovani disse:

    Caro Sérgio! Essa instituição só bate fofo mesmo, ou seja, treme na base, quando é para enfrentar o MST. Qualquer mijão ou cagão do MST que coloque um pneuzinho e duas palhas de coqueiro e acenda uma fogueira para bloquear uma rodovia, a PRF só faz olhar e achar graça da sua desmoralização. Parece que diante do MST a PRF não é Polícia Rodoviária Federal e sim "Polícia Rodoviária Fugitiva" das suas obrigações, ou seja, de prender esse bando de vagabundo que atrasa a vida das pessoas em todo o país.

    • Sergio Nogueira disse:

      Maurício, lamento ter que responder uma ideia tão equivocada. No caso do MST, aliás, para cada caso, existe um protocolo de atuação. No do MST inclui a vinda do representante do INCRA que deve tomar e pedir as providências que julgue necessárias. Se essas providências não são pedidas a culpa só não está com a PRF. Mas compare a atuação da PRF nas rodovias com a PRE nas estaduais e veja quem tem mais o que apresentar, para ficar no exemplo equivalente.

  2. Sergio Nogueira disse:

    Se tem uma instituição que tem prestado excelentes serviços à nossa sociedade, essa instituição é a PRF. Livre de ingerências políticas, com integrantes de elevado nível intelectual e equipamentos de ponta, promove para quem usa as rodovias federais a garantia de tranquilidade e para os que insistem em transgredir a lei a certeza da punição.
    Bom seria se outras forças de segurança, principalmente as do estado, seguissem o exemplo.

Sargento da PM acusado de envolvimento em morte de advogado em Natal volta a ser preso

A repercussão negativa surtiu efeito. Um novo mandado de prisão foi concedido e o sargento Antônio Carlos Ferreira de Lima, da Polícia Militar, voltou a ser preso, desta vez, na tarde desta quarta-feira (31), novamente em Macaíba, onde reside.

O militar havia sido solto no fim da tarde dessa terça-feira (30), justamente após a operação Avengers, que o identifica como envolvido no homicídio do advogado Antônio Carlos, no dia 9 de maio deste ano. Informações dão conta que a liberdade concedida teria sido do primeiro Habeas Corpus, e que, por isso, teria acontecido ocorrido uma falha de interpretação.

Sargento da PM é encontrado morto com tiro na cabeça na Grande Natal

Um sargento da Polícia Militar identificado como P.Silva foi encontrado morto com um tiro na cabeça no início da tarde desta segunda-feira (15), em uma estrada carroçável no distrito de Mangabeira, situado no município de Macaíba, região metropolitana de Natal. A informação foi confirmada pelo 11º Batalhão de Polícia Militar. Na ocasião, a vítima foi encontrada com uma pistola em punho, dentro de um veículo Prisma, de placas NOE-1702.

O Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) realizou a perícia no local e removeu o corpo para o trabalho de necropsia. A possibilidade de suicídio não está descartada, assim como de uma execução. Somente após o resultado da perícia que o caso poderá ser investigado ou encerrado.

Família de sargento morto admite que ele sofria ameaças

O filho do policial militar da reserva, morto durante tentativa de assalto na noite de sexta-feira (17), confirmou que seu pai sofria ameaças. Ele não confirmou, porém, em quais circunstâncias seu pai teria sido ameaçado e quem seria o autor. Por temer represálias, o jovem pediu que sua identidade fosse preservada. O sargento da reserva, Jorge Pontes Damasceno, 54 anos, morreu no hospital Santa Catarina durante cirurgia para retirada da bala que lhe atingiu no estômago.

Questionado sobre o que Jorge Damasceno comentava em família sobre o trabalho que desempenhava como guarda patrimonial, o rapaz disse que o pai reclamava da violência. “Ele falava que o trabalho era assim, digamos, tinha muito vandalismo, alguns alunos furtavam, outros consumiam drogas”, comentou. A escola na qual Jorge Damasceno trabalhava, fica na zona Leste de Natal, numa área próxima a uma das regiões nas quais o tráfico de drogas é comum, conhecida como Guarita e Paço da Pátria.

Mesmo antes de Jorge Damasceno se aposentar, a família temia pela vida dele. “A gente sempre ficava apreensivo pelo simples fato dele ser policial. Todos os policiais estão nas ruas todos os dias combatendo o crime, mas correm o risco de perderem a própria vida”, disse o filho do policial morto. Ele afirmou, ainda, que a família espera que “este momento difícil passe, que os culpados sejam capturados e que a Justiça seja feita”.

Segundo o coronel Francisco Araújo Silva, comandante geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, já existem suspeitos para o crime. As identidades dos criminoso, porém, não serão reveladas para não atrapalhar as investigações da Polícia. As únicas informações até agora confirmadas pelo comandante geral são a que o sargento teria sido abordado por quatro homens que o surpreenderam na saída da escola e, após atirarem, fugiram num veículo de cor prata.

O presidente da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN, Roberto Campos, lamentou a falta de infraestrutura para o trabalho dos militares. “Nós temos presenciado uma falta de estrutura para os policiais da ativa. Para os companheiros que trabalham como guardas patrimoniais, a falta de estrutura é ainda maior”, destacou.

Roberto Campos ressaltou que os guardas patrimoniais trabalham sem a segurança mínima necessária. “Falta armamento ideal, apoio de guarnição, colete à prova de balas, rádio-comunicadores”, listou. O velório de Jorge Pontes Damasceno, de 54 anos, ocorreu durante esta sexta-feira e foi acompanhado por familiares, amigos e militares. Damasceno foi enterrado no final da tarde.

 

Fonte: G1

Polícia militar divulga nota de pesar pela morte de sargento

É com grande consternação que a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte comunica o falecimento do Sargento RR PM Jorge Pontes Damasceno, Policial Militar pertencente ao efetivo da Guarda Patrimonial da PMRN, e covardemente assassinado quando de serviço nesta sexta-feira, 17 de agosto.

A Polícia Militar perde mais um defensor da ordem pública que jurou servir e proteger a sociedade mesmo com o risco da própria vida.

A família Policial Militar do Estado do Rio Grande do Norte, assim, presta suas condolências aos familiares e amigos desse honrado policial que, durante os anos de efetivo serviço à Corporação Militar e à sociedade, nos deixou um belíssimo exemplo de dedicação ao trabalho.

Natal, 18 de agosto de 2012.

Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte

Polícia já teria identificado suspeitos de matar sargento da PM

A Polícia já tem os nomes dos suspeitos de executarem na noite desta sexta-feira (17) o Policial Militar da reserva, Jorge Pontes Damasceno, 54 anos. O PM era guarda patrimonial e foi atingido com um tiro enquanto trabalhava na Escola Estadual Calazans Pinheiro. Jorge chegou a ser socorrido e encaminhado ao pronto-socorro Clóvis Sarinho, mas acabou morrendo na madrugada deste sábado (18).

Segundo o comandante geral da Polícia Militar, coronel Araújo, tudo indica que o guarda foi alvo de uma execução. “Ainda estamos concluindo a investigação, mas pelo que colhemos até agora seriam alguns delinquentes que moram na Avenida 6. Eles teriam se desentendido com o guarda há um tempo e foram lá ontem para matar”, disse.

O coronel informou ainda que até o final do dia a investigação deve ser apurada e agora a polícia busca prender os suspeitos.

Fonte: Jornal de Fato

PM sofre atentado dentro de escola no Alecrim

Um sargento da reserva da Polícia Militar sofreu um atentado, na noite desta sexta-feira (17), dentro de uma escola no bairro do Alecrim. Jorge Pontes Damasceno, de 54 anos, trabalha na Guarda Patrimonial e foi surpreendido por criminosos armados que atiraram contra ele. O sargento foi alvejado no abdómen.

A ação aconteceu no momento em que o policial exercia mais um dia de trabalho, fazendo a segurança na Escola Estadual Calazans Pinheiro. De acordo com informações repassadas pela polícia, os bandidos chegaram em um veículo Pálio, de placas não identificadas. Três homens estavam como passageiros e um mulher dirigia o carro.

Um dos homens desceu e atirou contra o sargento, que não teve tempo de reação. Logo em seguida, os criminosos fugiram no veículo. Jorge Pontes foi socorrido e levado ao Hospital Walfredo Gurgel, onde recebeu atendimento médico. Depois da ocorrência, várias viaturas foram deslocadas para o local, na tentativa de encontrar os acusados.

A polícia ainda não informou o que teria motivado a tentativa de homicídio, no entanto, especula-se que o sargento da reserva tenha sofrido atentado em virtude de ter combatido a ação de traficantes dentro da escola onde está trabalhando.

MORTE:

O policial militar morreu durante a cirurgia. Segundo informações da polícia, a gravidade dos ferimentos ocasionado pelo disparo que acabou transfixando diversos órgãos foi responsável pela morte de Damasceno.

Atualizado às 08h08

Fonte: Portal BO

Sargento PM é baleado após tentar assaltar soldado no Alecrim

Uma ocorrência inusitada foi registrada na madrugada deste domingo (1), na Avenida 9, no bairro do Alecrim, zona Oeste de Natal. Um sargento da polícia Militar foi baleado ao tentar assaltar um soldado também da PM, no momento que o jovem deixava a namorada em casa.

 

De acordo com o Tenente Coronel Alarico Azevedo, sub comandante do policiamento metropolitano, por volta das 3h, o soldado Diego Gurgel Passos de Molina chegava na casa da namorada, na Avenida 9 , nas proximidades do colégio Sagrada Família, quando foi surpreendido pelo sargento Gustavo Luciano de Oliveira do Nascimento, que chegou com uma faca em uma das mãos anunciando um assalto apontando a arma para o pescoço do colega de farda. Diante da ameaça, a vítima sacou de uma pistola e atirou duas vezes contra o assaltante que foi atingido no rosto e no tórax.

 

Ainda segundo o oficial, o sargento que é integrante da banda de música da polícia, já responde no Conselho de Disciplina e está preste a ser expulso da corporação. “Ainda não posso afirmar por qual crime o sargento responde no conselho de disciplina, mas tenho conhecimento que ele está para ser expulso”, disse.

 

A reportagem do PortalBo conversou com o comandante Geral da Polícia Militar do Estado, Coronel Francisco Canindé de Araújo Silva. Por telefone o Cel. Araújo disse que é lamentável tomar conhecimento de fatos assim e que todos os casos de envolvimento de policiais na prática de crimes são investigados a apurados administrativamente. “ A instituição polícia militar não vai tolerar esse tipo de comportamento de seus profissionais. Toda e qualquer acusação contra um policial é apurada de forma justa como manda a lei”, declarou.

 

Desde quando assumiu o comando da polícia militar do RN, O Cel. Araújo já assinou 65 termos de expulsão e esse número pode crescer nos próximos meses.

 

O sargento Gustavo Luciano está hospitalizado no Walfredo Gurgel, onde foi submetido a dois procedimentos cirúrgicos. De acordo com o serviço social daquela unidade hospitalar o sargento não corre risco de morte e deverá receber alta nos próximos dias.

Fonte: Portal BO

Julgamento de sargento da Aeronáutica acusado de matar a esposa começa hoje

Terá início hoje, às 9 horas da manhã, o julgamento dos principais acusados de terem matado a dona de casa gaúcha Andreia Rosângela Rodrigues, em 2007. Andrei Bratkowski Thies, sargento da Aeronáutica e ex-marido da vítima, além dos seus pais, Mariana e Amilton Thies, sentarão no banco dos réus do Fórum Tabelião Otávio Gomes de Castro, em Parnamirim, e relatarão o que ocorreu há quase cinco anos, no dia 22 de agosto de 2007. Acusação e defesa apresentarão suas teses a pelo menos 12 jurados que, ao final do julgamento que poderá se estender pelos próximos dois dias, decidirão se os acusados são culpados ou inocentes.

Adriano AbreuPriscilla Rodrigues, irmã de Andreia Rodrigues: Ela vivia numa espécie de cárcere privado.

A magistrada Cínthia Cibele Diniz de Medeiros, irá presidir o juri. A promotora de Justiça, Ana Márcia Machado, afirmou que irá pedir a condenação dos três réus. O advogado de defesa da Família Thies, Álvaro Filgueira, disse que está ciente da condenação de Andrei, detido na Base Aérea de Natal. Entretanto, irá lutar pela absolvição de Amilton e Mariana, presos no Presídio Provisório Raimundo Nonato Fernandes e no Pavilhão Feminino do Complexo Penal Dr. João Chaves, respectivamente.

Em Natal desde a noite do domingo passado, a irmã de Andreia, Priscilla Rodrigues, afirmou que o desejo da família da vítima é de que o Ministério Público Estadual comprove que os acusados são, de fato, os assassinos da sua irmã e que a juíza imponha uma sentença justa. “Eu acredito que os três cometeram o assassinato e quero a pena máxima. O que a Justiça determinar, eu vou aceitar”, enfatizou. Questionada se estava preparada para encarar a família acusada de tirar a vida de Andreia e em seguida ter ocultado seu cadáver por mais de dois meses, Priscilla afirmou que não. “Não sei como irei reagir. Espero me conter”, disse.

Priscilla ressaltou que Andrei e seus pais são inteligentes o suficiente para terem arquitetado a morte e a ocultação do cadáver da vítima. “Ele (Andrei) chegou a alugar uma casa no nome da minha irmã, com os documentos da minha irmã e lá, ele ocultou o cadáver dela”, ressaltou. Indagada sobre uma das teses de defesa levantadas pelo advogado da família Thies, de que Andrei sofreu de uma mudança de humor que culminou com a morte de Andreia, ela se mostrou cética. “Não acredito nisso. Ele é são o suficiente. Quanto tempo ele enganou a Polícia? Quanto tempo ele enganou minha família?”, questionou Priscilla Rodrigues sobre as declarações dos Thies à época do crime.

De acordo com Priscilla, todo o imbróglio envolvendo Andreia Rodrigues e os pais de Andrei, começou quando eles ainda moravam no Rio Grande do Sul. Andreia, oriunda de família pobre, não seria a mulher ideal para o militar da Aeronáutica. A situação dela piorou quando ele decidiu trazê-la para Natal, no início de 2007. “A minha irmã sofria agressões por parte da mãe do Andrei”, relatou Priscilla. Ela disse que em uma das vezes em que Mariana agiu contra a então nora, cortou todas as suas roupas e a deixou dormindo dentro do veículo do filho, na garagem da casa na qual moravam em Natal.

Diante de tantas agressões, Andreia decidiu voltar para a casa da família, no sul do país. Ela, porém, estava grávida da  filha de Andrei, Andrielle, hoje com cinco anos de idade. Após insistência do ex-marido, Andreia decidiu retornar para Natal com a filha recém-nascida. Andrielle tinha três meses à época. Segundo  Priscilla Rodrigues, os seis meses em que estiveram casados foi de sofrimento para Andreia. “O tempo em que eles estiveram casados, foi de agressões e humilhações”, afirmou. Priscilla relatou que Andreia era vigiada pelos pais de Andrei e, numa tentativa de fugir para o Sul, o sargento da Aeronáutica teria escondido os documentos da primeira filha da vítima (de um relacionamento antes de Andrei), Andressa. O que impediria o trânsito dela com a criança.

Após inúmeras brigas, Andreia foi assassinada em agosto de 2007 numa ação conjunta de Andrei e de seus pais, conforme a acusação do caso. O corpo da mulher só foi encontrado em outubro do mesmo ano, após desencontradas informações a respeito do seu paradeiro. A expectativa é de que todas as dúvidas em relação ao assassinato da dona de casa, sejam esclarecidas à Justiça a partir de hoje.

Fonte: Tribuna do Norte

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MARCELOHCROCHA disse:

    Que venham a ser culpados por esta justiça,pela do PAI também,nosso DEUS PAI….