Falta pouco. O tão esperado momento para implantação do sistema de bilhetagem eletrônica unificada está próximo de se tornar realidade em Natal. Na edição desta segunda-feira (30), do Diário Oficial do Município, foi publicada a sanção do prefeito Carlos Eduardo da lei que institui a unificação aos transportes alternativos da capital.
Segundo a publicação no DOM, os veículos opcionais deverão possuir infraestrutura necessária para implantação do sistema de bilhetagem unificada aos ônibus. “O custeio para a efetivação do sistema de bilhetagem eletrônica unificada ficará a cargo de cada um dos permissionários dos serviços, como também aos seus representantes por categoria, não lhe cabendo indenização por parte do município pelo investimento de funcionamento”, resumiu a publicação.
Mesmo em vigor a partir desta segunda-feira (30), a lei não estabelece um prazo para a implantação do sistema unificado. Desta forma, os sindicatos do Serviço Público de Transporte Coletivo de Passageiros por Ônibus de Natal (Seturn) e do Serviço de Transporte Público de Passageiros Opcional de Natal (Sitoparn) precisam correr para confecções dos cartões e vendas de passagens.
Entre a noite desse domingo (29) e a madrugada desta segunda-feira (30), dois homicídios foram confirmados pela Polícia Militar em Natal. O primeiro, por volta de 22h30, teve como vítima um jovem de 22 anos, encontrado morto a tiros na rua das Flores, no conjunto Nova República, no bairro Pajuçara, zona Norte.
O segundo crime teve como vítima um homem de 32 anos, identificado como Rogério Ferreira, morto com pelo menos três facadas na região do pescoço na rua Manoel Miranda, no bairro das Quintas, Zona Oeste.
Nos dois crimes, os moradores locais não souberam informar como os homicídios foram cometidos.
No primeiro fim de semana após o deputado federal Romário (PSB-RJ) voltar ao PSB, uma festa realizada em sua casa, no sábado, em Brasília, provocou atrito com vizinhos. O problema ocorreu do lado de fora da casa: convidados da festa estacionaram seus carros na frente de garagens de outras residências, bloqueando o acesso de moradores. Vizinhos chamaram a Polícia Militar, que teria aplicado multas por estacionamento irregular.
A assessoria de Romário confirmou que o deputado estava em Brasília, mas não soube dizer se ele estava em casa. De acordo com a assessoria, a festa começou no fim da tarde de sábado e era apenas para convidados, sem venda de ingressos.
A assessoria informou que o deputado não faria declarações sobre o incidente, destacando que problemas de estacionamento são crônicos em festas no Lago Sul. A assessoria afirmou também que o parlamentar não tem como controlar o local onde convidados estacionam seus veículos.
A festa na casa de Romário promovia o Paradise Weekend, um festival de música eletrônica que será realizado na Costa do Sauípe, na Bahia.
A Polícia Militar do Distrito Federal informou que não teria como confirmar, neste domingo, se houve estacionamento irregular no sábado, no endereço da festa.
Ora, Baixinho, dá próxima vez, cara, é só fazer a festa em Natal. Aqui, pode tudo: estacionar nas caçadas, estacionar em frente às garagens… Seja bem-vindo.
Lula acredita que daqui a meio século, quando puder falar sobre o mensalão sem a pressão da conjuntura, a posteridade vai reescrever o noticiário. “A história não é contada no dia seguinte, a história é contada 50 anos depois”, afirmou. “E eu acho que a história vai mostrar que, mais do que um julgamento, o que nós tivemos foi um linchamento, por uma parte da imprensa brasileira, no julgamento.”
Em entrevista a uma dupla de repórteres —Tereza Cruvinel e Leonardo Cavalcanti—, Lula falou sobre o escândalo que enodoou seu primeiro mandato como se desejasse reencarnar no futuro na pele de biógrafo de si mesmo. Por ora, ele mede as palavras: “Eu tenho me recusado a falar disso porque sou ex-presidente, indiquei os ministros. Vou falar quando o julgamento terminar.”
A língua, porém, já não segue totalmente os comandos do dono: “Uma coisa eu não posso deixar de criticar. Se pegar o último julgamento agora [dos embargos infringentes], o que a imprensa fez com o Celso de Mello foi uma coisa desrespeitosa à instituição da Suprema Corte, que é o último voto. Ou seja, depois dela, ninguém mais pode falar…”
Lula não está abespinhado apenas com a imprensa. Faz reparos também à atuação de alguns ministos que ele próprio indicou para o STF. Nesse ponto, porém, sua língua é mais comedida. Indagado sobre qual teria sido seu maior equívoco como presidente, o entrevistado pôs-se a falar do Supremo.
“Há quem me pergunte se não me arrependo de ter indicado tais pessoas para a Suprema Corte. Eu não me arrependo de nada. Se eu tivesse que indicar hoje, com as informações que eu tinha na época, indicaria novamente.” E com as informações disponíveis agora? Bem, aí “eu teria mais critério”.
Entre os ministros indicados por Lula está o relator do mensalão, Joaquim Barbosa, atual presidente do Supremo. Se pudesse voltar no tempo alteraria algumas indicações? “Nem podemos pensar nisso”, Lula desconversou. “Eu não sou mais presidente, eles já estão indicados e irão se aposentar lá.”
Acha que o julgamento esticado, com a possibilidade de decretação de prisões em 2014, traz prejuízos eleitorais? “A sociedade brasileira já aprendeu a separar o joio do trigo, inclusive pelo que tentaram fazer comigo em 2006, na campanha”, disse Lula. “Ninguém poderia ter sido mais violento comigo do que foi o [Geraldo] Alckmin.”
Nesse ponto, Lula fez menção ao episódio do vazamento das fotos do dinheiro apreendido pela Polícia Federal com os “aloprados” petistas que planejavam comprar um dossiê contra tucanos –especialmente José Serra, que disputava com Aloizio Mercadante o governo de São Paulo. “Todo mundo sabe o que aconteceu na véspera da eleição, quando o delegado da Polícia Federal mentiu que tinham roubado a fita [em verdade, um CD], sendo que ele mesmo fez a entrega para quatro jornalistas.”
Retornando ao mensalão, Lula retorna insinua que o SRF marcou o início do julgamento para agosto de 2012 com propósitos eleitorais. “Todo mundo sabe o que houve na eleição do [Fernando] Haddad. Aquele julgamento no meio da eleição [municipal], qual era o objetivo? Tudo isso o povo percebe.” Como se recorda, Lula fez lobby pelo adiamento num encontro com o ministro Gilmar Mendes, no escritório do ex-ministro Nelson Jobim.
Então, acha que o mensalão não terá efeitos sobre o pleito de 2014?, os repórteres insistiram. “O povo sabe separar as coisas”, Lula respondeu. “Agora, o que não se pode é negar o direito das pessoas de exigirem provas. Eu sinceramente tenho muita vontade de falar, mas eu preciso me calar.”
Para Lula, seja qual for o veredicto, os “companheiros” já cumprem pena. “Se amanhã a Justiça falar que absolveu, estarão condenados do mesmo jeito. Ninguém se dá conta do que aconteceu com a família das pessoas, com os filhos das pessoas. Esta substituição da informação pela versão que interessa não pode ser adequada à construção de um país democrático.”
Lula absteve-se de mencionar. Mas o escândalo traumatizou também os brasileiros que esperavam ética do PT e do governo dele. Alguns pais de família não tiveram tempo de tirar as crianças da sala quando o noticiário da tevê se dedicava à roubalheira. De resto, onde Lula vê uma versão distorcida da história não há senão informações produzidas pela investigação estatal.
Nascido da delação do aliado Roberto Jefferson, o mensalão começou a ser varejado numa CPI presidida por um senador do PT, Delcídio Amaral, e relatada por um deputado do PMDB, Osmar Serraglio. Coube à Polícia Federal de Lula recolher as provas e os depoimentos que faltavam para equipar o Ministério Público.
Servindo-se dos achados da PF, o então procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, indicado e reconduzido por Lula, redigiu a denúncia. Ele esquadrinhou a quadrilha, enumerou os crimes, listou os roubos, individualizou as culpas e apontou o chefe: José Dirceu. Para completar, o caso é julgado por um STF majoritariamente composto de magistrados indicados sob Lula e Dilma.
Quando reencarnar no futuro sob a pele de biógrafo de si mesmo, Lula terá certa dificuldade para explicar por que suas impressões sobre o mensalão mudaram tanto. Em 2005, nas pegadas da explosão do escândalo, desnorteou-se. “Eu não sabia”, disse. Quando o melado escorreu além do esperado, foi à tevê.
Dizendo-se “traído”, Lula declarou em rede nacional o seguinte: “Não tenho nenhuma vergonha de dizer ao povo brasileiro que nós temos que pedir desculpas. O PT tem que pedir desculpas. O governo, onde errou, tem que pedir desculpas. Porque o povo brasileiro […] não pode, em momento algum, estar satisfeito com a situação que o nosso país está vivendo.” Como se vê, falta nexo à tentativa de reescrever a história.
Massacrados foram a moral e o senso de justiça. Ainda existe um resíduo de democracia na imprensa civil, o que estes petralhas querem destruir, pois as demais instituições já foram desmoralizadas. Controlar a internet é o sonho dos ditadores, mas o desejo pela liberdade procura outros caminhos.
Uma opinião abalizada do ilustre e douto jurisconsulto Luiz Inácio Molousco da Silva, o chefe da Gangue, .o corruPTo de 09 dedos. Imagine se tivesse os 10, hein?
O PROS (Partido Republicano da Ordem Social) deve filiar o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ricardo Motta e ainda mais 5 deputados: Ezequiel Ferreira, Gilson Moura, Gustavo Carvalho, Kelps Lima, Raimundo Fernandes e Vivaldo Costa. Para o “time”, ainda entra Rafaell Motta, concorrente a Câmara dos Deputados.
A criação do PROS (Partido Republicano da Ordem Social) beneficia o governo Dilma. Isso porque o partido já anunciou que deverá se incorporar à base governista. A expectativa da sigla é agregar cerca de 15 parlamentares -dez já teriam fechado a filiação.
A criação de partidos políticos no brasil virou um negócio tão lucrativo que só se compara a certas igrejas evangélicas pilantras que se multiplicam como praga,devido ao alto grau de ignorância da população.
Se a última semana, marcada pela oficialização de duas novas legendas (Pros e Solidariedade), agitou os bastidores do meio político, esta promete ser ainda mais conturbada. Legendas e pré-candidatos têm até sábado (5) para definirem as filiações dos interessados em disputar as eleições de 2014.
Além disso, é grande a expectativa em torno do julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) do registro da Rede Sustentabilidade, partido da ex-senadora e presidenciável Marina Silva, que deve abarcar candidatos de várias siglas. Outro partido que busca o registro é o Arena (Aliança Renovadora Nacional), que carrega o mesmo nome da organização que sustentou a ditadura militar brasileira (1964-85).
Pela lei, os candidatos precisam estar filiados às legendas em até um ano antes da disputa das eleições, que serão realizadas em 5 de outubro de 2014. Esgotado o prazo, os candidatos não poderão mudar de sigla. A mesma regra vale para a oficialização de novos partidos. Depois de sábado, as legendas que obtiverem registro no TSE só poderão participar das próximas eleições (2016 adiante).
Também encerra no sábado o prazo para a definição dos domicílios eleitorais dos candidatos. Assim, um pré-candidato domiciliado em São Paulo, por exemplo, que queira disputar as eleições no Rio de Janeiro, terá de fazer a transferência do título de eleitor nos próximos dias.
A data-limite de filiação não vale para ministros de Estado e do Judiciário (como Joaquim Barbosa, que mesmo sem nunca ter falado em candidatura aparece bem nas pesquisas), juízes, secretários de Estado, diretores e chefes de autarquias, entre outros, que queiram se candidatar em 2014. Esses precisam deixar seus postos –a chamada descompatibilização– e se filiar a um partido até seis meses antes das eleições. Os demais servidores públicos têm de se afastar de suas funções há três meses do pleito.
Qualquer alteração nas regras eleitorais também precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela presidente Dilma Rousseff até sábado. Atualmente, está em tramitação na Câmara dos Deputados a minirreforma eleitoral, que dificilmente será sancionada a tempo.
Empresas acusadas de fraude em licitações de trens no Estado de São Paulo pagaram R$ 52 milhões a firmas de consultoria investigadas pela Polícia Federal sob a suspeita de repassar propina a políticos e funcionários públicos desde o fim da década de 1990.
Algumas dessas consultorias foram identificadas pela primeira vez em inquérito aberto pela PF em 2008 para investigar negócios da multinacional francesa Alstom com empresas do setor elétrico e de transporte, controladas pelo governo estadual.
Neste ano, a PF ampliou o foco das investigações para empresas denunciadas pela alemã Siemens ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) como participantes de um cartel que combinou o resultado de várias concorrências do Metrô e da CPTM entre 1998 e 2008.
De acordo com a PF, que examinou a movimentação financeira de quatro consultorias sob suspeita, elas receberam repasses da Alstom e de duas outras empresas acusadas de participar do cartel, a canadense Bombardier e a brasileira Tejofran.
PROPINA
A polícia trabalha com a hipótese de que essas consultorias simulavam a prestação de serviços e eram usadas para distribuir propina a políticos e funcionários ligados ao PSDB, que governa o Estado de São Paulo desde 1995.
A Siemens também é alvo de investigações da polícia. Em 2008, um executivo da empresa apresentou anonimamente uma denúncia à direção da companhia na Alemanha e afirmou que ela também usou consultorias brasileiras para repassar propina a políticos e funcionários.
Segundo a PF, a Alstom pagou R$ 45,7 milhões à consultoria MCA, do empresário Romeu Pinto Jr. na época dos repasses.
O dinheiro foi depositado em contas controladas por ele no Brasil e na Suíça.
Em depoimentos à PF e ao Ministério Público, em 2009 e 2012, o consultor disse que não prestou os serviços indicados nos recibos entregues à Alstom e que foi usado para distribuir propina. Pinto Júnior afirmou que entregava o dinheiro a motoboys de doleiros e não sabe a quem ele foi repassado depois.
De acordo com os relatórios da PF sobre a movimentação financeira dessas empresas, a Alstom também transferiu R$ 4,8 milhões à ENV, pertencente ao consultor Geraldo Villas Boas, e à Acqua-Lux, controlada por Sabino Indelicato, ligado a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.
Marinho foi chefe da Casa Civil no governo de Mário Covas, entre 1995 e 1997, e é investigado em outro inquérito por ter foro privilegiado.
A atual diretoria da Alstom diz desconhecer as investigações da PF. Em depoimento à polícia, Villas Boas e Indelicato negaram que o dinheiro fosse destinado a políticos.
A Bombardier e a Tejofran pagaram R$ 1,5 milhão entre 2005 e 2009 à consultoria BJG, controlada pelo ex-secretário estadual de Transportes Metropolitanos José Fagali Neto, que começou a ser investigado pela PF em 2008, quando foram descobertos depósitos da Alstom em seu nome na Suíça.
A Justiça da Suíça bloqueou US$ 6,5 milhões depositados no exterior após encontrar o nome de Fagali Neto em papéis da Alstom que faziam referência ao pagamento de propina no Brasil.
A Bombardier diz que contratou a BJG para assessorá-la em concorrências, fazendo pagamentos “absolutamente lícitos”. A Tejofran diz que os valores pagos são compatíveis com as consultorias.
Como a Folha revelou no último dia 23, Fagali Neto recebia informações sobre planos do governo estadual de um alto funcionário da Secretaria de Transportes Metropolitanos, Pedro Benvenuto, que pediu demissão após a revelação.
O delegado Milton Fornazari, responsável pelas investigações da PF, indiciou Fagali Neto e os outros três consultores por suspeita de corrupção ativa. Fagali Neto diz que pode provar que suas consultorias existiram.
A PF entregou relatório sobre os negócios da Alstom em São Paulo em agosto de 2012, mas o procurador Rodrigo de Grandis considerou que a investigação era insuficiente para levar o caso à Justiça e pediu novas apurações. Ele demorou mais de um ano para chegar a essa conclusão.
OUTRO LADO
As empresas investigadas pela Polícia Federal sob a suspeita de terem usado consultorias para repassar propina negam ter pago suborno.
Em nota, a Bombardier diz que Jorge Fagali Neto prestou consultoria para projetos que incluíam a sinalização de uma estrada de ferro na Colômbia, sinalização de transporte ferroviário urbano no Brasil e modelagem para a reforma de trens da CPTM.
A companhia afirma ter todas as notas e contratos e que os pagamentos à BJG foram feitos “pelos meios oficiais, tanto que foram identificados no relatório da PF”.
A Bombardier diz que “repudia qualquer conduta que fuja aos altos padrões éticos”.
A Tejofran diz que não conseguiu checar se o valor dos contratos com a BJG foi de R$ 978 mil por se tratar de registros contábeis antigos. Nega ter pago propinas e diz que o valor é compatível com suas atividades na época.
A Alstom diz que “desconhece o teor das investigações” da PF. Nesse inquérito são acusados ex-executivos da Alstom e a atual diretoria não foi chamada pela PF.
Os consultores Romeu Pinto Jr. e Sabino Indelicato não quiseram se manifestar.
O advogado Belisário dos Santos Jr., que defende Jorge Fagali Neto, diz que ele “pode demonstrar que prestou todos os serviços de consultoria”. Em depoimento ao Ministério Público, Fagali Neto afirmou que não tinha contas no exterior e não cometeu crimes. Na casa de Geraldo Villas Boas, a informação é de que ele estava viajando.
A Justiça do Acre negou 36 pedidos de ressarcimento a divulgadores da Telexfree , como são chamados os associados do negócio suspeito de ser uma pirâmide financeira. As solicitações foram enviadas por 15 juízes de oito Estados. O objetivo é garantir pagamentos antecipados – e maiores – do que os previstos na ação movida pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) contra a empresa.
As negativas – reveladas pelo iG na semana passada – foram oficializadas na última sexta-feira (27), com a publicação de despacho de Thaís Khalil , juíza da 2ª Vara Cível de Rio Branco pela liminar (decisão provisória) que bloqueou as atividades da Telexfree há 104 dias.
O MP-AC acusa a Telexfree de ser uma pirâmide financeira sustentada pelas taxas de adesão pagas pelos divulgadores. Eles eram atraídos para o negócio com a promessa de lucrarem com a revenda de pacotes de telefonia VoIP, publicação de anúncios na internet e recrutamento de mais gente para a rede.
Os representantes da Telexfree negam irregularidades, argumentam que o faturamento da empresa vem da venda dos pacotes VoIP e que praticam marketing multinível .
Coletivo primeiro
A juíza Thaís negou os pedidos por entender que isso poderia prejudicar o rateio que o Ministério Público do Acre (MP-AC) quer que seja feito com as verbas da Telexfree e dos donos da empresa, caso eles venham a ser condenados na ação coletiva movida pelos promotores.
Nessa ação, que ainda não tem data para ser jugada, o MP-AC pede que a Telexfree seja obrigada a devolver o investimento feito pelos divulgadores no negócio. O dinheiro que eventualmente sobrar após essa fase será usado para pagar as bonificações prometidas pelas empresa. É provável, porém, que não haja sequer dinheiro suficientes para ressarcir o investimento feito por todos.
Estima-se que o congelamento tenha conseguido alcançar cerca de R$ 600 milhões que estão nas contas da Telexfree e de seus sócios. A empresa tem cerca de 1 milhão de associados no Brasil e segundo o seu diretor, Carlos Costa, deve R$ 230 milhões a um conjunto não especificado deles.
Para tentar se adiantar ao julgamento da ação coletiva e obter valores mais expressivos – além das taxas de adesão pagas, as bonificações prometidas e indenizações por dano moral –, alguns divulgadores têm entrado com processos individuais. No fim de julho, cerca de um mês após o bloqueio, já havia 176 ações em tramitação , nas quais os divulgadores pediam R$ 2,8 milhões.
Alguns conseguiram decisões favoráveis, como um advogado de Rondonópolis (MT) que obteve uma liminar no valor de R$ 101 mil. Nesse caso, a juíza responsável pela ação determinou que o dinheiro fosse transferido para uma conta de Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) ou que o crédito do advogado fosse anotado no processo que corre no Acre.
Fim da fila
Na decisão publicada na sexta-feira (27), a juíza Thaís argumenta que disponibilizar o dinheiro imediatamente poderia prejudicar “ou até mesmo inviabilizar” o rateio previsto pela ação coletiva. Por isso, só haverá disponibilização de dinheiro das ações individuais se sobrar algum após essa primeira fase. Nesse caso, será seguida a ordem cronológica de solicitação.
“Esta garantia [ os bens bloqueados na liminar ] goza de preferência sobre as demais, vinculadas a outros juízos. Sendo assim, deve-se aguardar o resultado da ação principal”, escreveu a juíza.
A juíza Thaís também reafirmou que os divulgadores que tinham conhecimento da ação coletiva e mesmo assim optaram por um processo individual devem pedir a suspensão desse último para participar do rateio coletivo. Do contrário, serão excluídos e ficarão para o fim da fila.
É muito inocente essa coitada que está levantando um cartaz dizendo "O sustento da minha família vem do Telexfree". Era melhor que ela assumisse que o sustento da Telexfree vem da família dela e de outros bando de bestas que caíram no golpe do dinheiro fácil. Não existe outra forma de ganhar dinheiro suado que não seja pelo trabalho. O resto, ou é herança, doação, propina, falsos pastores, prostituição, vadiagem, tráfico de drogas, corrupção ou mamata em de direção de sindicato.
O ator e secretário municipal de Defesa dos Animais do Rio, Cláudio Cavalcanti, morreu às 17h45m deste domingo, no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Zona Sul do Rio. O artista tinha 73 anos e estava internado desde o dia 16. Segundo informações da prefeitura do Rio, Cláudio havia se submetido a uma cirurgia na coluna há alguns dias e sofreu complicações. Ao longo da carreira, o ator participou de mais de 50 novelas, minisséries e especiais, dublagens, 22 longas-metragens e dezenas de peças teatrais. Ele também foi vereador do Rio em dois mandatos. Um de seus personagens mais conhecidos foi Jerônimo, um dos protagonistas na primeira versão da novela Irmãos Coragem da TV GLOBO.
— Meu interesse pelo teatro veio através do rádio. Quando eu era criança, ouvia muito rádio, radioteatro, com aqueles atores fantásticos. Quando fiz 13 anos, a tia do meu pai me deu um ingresso para uma matinê da peça Obrigado Pelo Amor de Vocês, na qual trabalhavam atores de rádio. Foi a primeira vez que fui a um teatro e fiquei absolutamente encantado. Era uma peça de três atos, em que pessoas envelheciam 50 anos, ali, na minha cara. Meu encantamento foi tamanho que, ao completar 35 anos de carreira, montei essa peça; eu me dei de presente fazer essa peça — declarou Cláudio em depoimento ao projeto “Memória Globo”.
Segundo o “Memória Globo”, Cláudio fazia teatro amador na escola, em 1956, quando foi convidado por um amigo para participar de um teste no TBC – Teatro Brasileiro de Comédia –, que iria montar a peça Nossa Vida com Papai e precisava de um ator jovem, na faixa dos 16 anos.. Na mesma época, começou sua carreira também na televisão, ao ser convidado para atuar no programa João e Maria, na TV Tupi.
As operadoras de telefonia finalizam os testes em projetos-piloto para implementar, já no começo do ano que vem, um novo instrumento eletrônico que deve mudar a cara dos pagamentos no país.
A aposta é que o cartão dê lugar, no futuro, ao celular na realização de compras. As empresas de telefonia trabalham com o conceito de carteira eletrônica para os clientes que já possuem conta em banco.
Na prática, funcionaria da seguinte forma: o cliente interessado em fazer pagamento com o celular autoriza o banco a transferir os dados de sua conta à operadora de telefonia, que os insere no chip. A partir daí, o cliente não vai mais precisar do cartão de banco, diz Carlos Roseiro, diretor da TIM Brasil.
Com os dados da conta no chip, basta o cliente aproximar o celular da maquininha para pagar a compra, fazer saques ou transferências. Até aí os projetos coincidem. No entanto, ainda não há consenso sobre o valor de compras permitido sem a necessidade de senha.
Para Maurício Romão, diretor de serviços digitais B2C da Telefônica/Vivo, os bancos é que devem determinar em quais segmentos a senha será necessária para finalizar a compra. “Por exemplo, um segmento com muita fraude, como uma joalheria, pode exigir senha em qualquer valor. Já para pedágios ou compras com valores baixos, não precisaria”, diz.
RETICÊNCIA
As operadoras estão otimistas com a implantação do pagamento com celular. “O mercado de pagamentos com celular continuará em crescimento, com o lançamento de novos produtos e o desenvolvimento dos já existentes”, diz Eduardo Aspesi, diretor de segmentos de varejo da Oi.
Apesar do otimismo, há quem ainda encare o pagamento com celular com desconfiança. “Você não tem uma grande realidade, um ‘case’ de sucesso em que se comprove que deu certo”, afirma Ricardo Vieira, diretor executivo da Abecs.
Já Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial, considera o meio de pagamento “incipiente”. Ele vê um apelo junto à geração jovem, conforme for entrando no mercado de consumo.
“A tendência é de crescimento. Mas ainda vai demorar um pouco porque exige uma contrapartida do outro lado [lojistas], que é ter o equipamento compatível.”
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 43/2013, que acaba com o voto secreto de parlamentares, pode entrar na pauta de votações do Senado nesta semana. A chamada PEC do Voto Aberto passou, na última quinta-feira (26), pela terceira das cinco sessões de discussão necessárias para a votação em primeiro turno na Casa.
O texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê o fim do voto secreto em todas as votações, de modo que os parlamentares tenham que votar abertamente nas escolhas de presidente da Mesa Diretora, nas indicações presidenciais para cargos no Executivo e no Judiciário, nas apreciações de vetos presidenciais e nos processos de cassação de mandato.
Favorável à proposta, o relator da matéria no Senado, Sérgio Souza (PMDB-PR), reconhece que não há consenso na Casa sobre todos os pontos da PEC. Ele alega que a maioria dos senadores concorda apenas com o fim do voto secreto no que se refere à cassação de mandato. Há receio, de acordo com o relator, de que o voto aberto nas outras situações se traduza em constrangimento para os parlamentares, prejudicando a independência em relação a autoridades do Executivo e do Judiciário.
“Nas indicações de autoridade, o voto secreto se imporia como medida destinada a proteger o senador da República de futuras e hipotéticas retaliações a serem praticadas pela mesma pessoa, quando empossada no cargo para o qual foi indicada. Seria destinado também, nessa circunstância, a não fragilizar o indicado no exercício de suas funções, na hipótese da aprovação de seu nome por apertada maioria”, explica Souza em seu relatório já aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O relator propõe que a PEC 43 seja aprovada apenas tratando do fim do voto secreto para cassação de mandato. Com isso, o voto aberto em outras deliberações passa a tramitar em outra proposta, que será discutida com mais tempo.
Exemplo dos que discordam da abertura total dos votos de parlamentares, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) reclamou que a matéria esteja prestes a ser colocada em votação sem amadurecimento suficiente. “Nós estamos nos encaminhando, nós, o Congresso brasileiro, para uma espécie nova de suicídio, que é o suicídio institucional. O Congresso brasileiro está se encaminhando para se autoimolar, para perder voluntariamente prerrogativas que garantem a sua independência e que garantem a sua posição dentro de um jogo intrincado de equilíbrio entre Poderes, o Poder Legislativo e o Poder Executivo, quando se prepara para votar, sem a menor reflexão de natureza institucional, apenas julgando interpretar a voz das ruas”, argumentou o líder do PSDB na Casa.
Em posição oposta, o senador Walter Pinheiro (PT-BA) avalia que há demora para votar a PEC do Voto Aberto. Pinheiro lembrou que muitos parlamentares utilizam a prerrogativa do voto secreto para esconder interesses e posições pessoais. “A única forma que o eleitor tem de acompanhar os nossos mandatos verdadeiramente é ver como é que nós materializamos nossas propostas por meio do voto”, destacou o senador petista.
Se tudo correr conforme o previsto pelos líderes partidários, a quarta sessão de discussão da PEC ocorrerá na terça-feira (1º) e a última sessão de debates e a votação da proposta serão na quarta-feira (2).
A onda de violência em Natal segue fazendo vítimas, inclusive, em plena luz do dia e em locais de grande movimentação. Foi o que aconteceu por volta de 12h deste domingo (29), na beira do mar da Praia da Redinha, na Zona Norte. De acordo com a Polícia Militar, Jacson Souza da Silva, de 23 anos, foi assassinado a tiros, e um amigo, que estava ao seu lado, também foi baleado. Na ocasião, as vítimas foram surpreendidas por um homem não identificado, em uma motocicleta de cor vermelha, que fugiu com destino ignorado logo após o crime.
Segundo a PM, o amigo de Jacson, de identidade a ser confirmada, foi rapidamente socorrido e não se tem informação de seu estado. Informações de familiares e populares dão conta que o atentado teria sido motivado por vingança, contudo, não se especificou por qual razão.
Logo após anunciar que o terceiro mais votado foi Marcos Oliver, Britto Jr. fez o comunicado mais importante de toda a temporada no programa ao vivo deste domingo (29).
— Por decisão do público, a grande vencedora da Fazenda, que leva o prêmio de R$ 2 milhões é você … Bárbara Evans.
A filha de Monique Evans não segurou a emoção e desabou em lágrimas. Ela venceu com 54,87% dos votos.
Ao ser questionada por Britto sobre o que pretende fazer com o prêmio de R$ 2 milhões, a loira disse que vai dar metade do dinheiro à mãe e que quis “vingá-la” por ter sido vice-campeã na quarta edição do reality!
— Quando a minha mãe veio, ficou aquele “será, será?”. Agora, eu vim buscar e levar esse dinheiro para casa.
Em cem dias de confinamento, Bárbara viveu todos os tipos de sentimentos possíveis. A filha de Monique Evans entrou no reality comprometida, mas ao saber, por meio de Paulo Nunes, que seu namorado havia xavecado uma amiga do ex-jogador pouco antes de começar A Fazenda, a jovem de 22 anos resolveu se entregar de corpo e alma a Mateus Verdelho. Os dois tiveram um romance bem intenso, marcado por crises de ciúme da menina e muito, mas muito amor.
A “branquela”, como era chamada carinhosamente por Mateus, também se destacou por se envolver em várias brigas. Os principais atritos da modelo foram com Andressa Urach, Denise Rocha e Ivo Meirelles.
Por outro lado, a loira criou uma belíssima amizade com Gominho e também se deu muito bem com Beto Malfacini e Aryane Steinkopf. Já com Yudi Tamashiro, Bárbara teve bons e maus momentos.
Em sua marcanta trajetória, Bárbara voltou de cinco Roças. Apesar de não ter tido muito êxito na maioria das provas, Bárbara venceu uma disputa, realizada apenas entre os integrantes da Equipe Ovelha, e ganhou um carro zero-quilômetro.
Por conta de todo este histórico, Bárbara conquistou a maioria dos brasileiros e, certamente, jamais será esquecida pelos fãs do reality.
Desconsiderem o meu último comentário, pois sumiu do blog. Parece que o moderador não gostou do comentário que lhe deu origem e acabou retirando-o do ar. A propósito, ele dizia o seguinte: "Pense numa notíca útil, instrutiva, educativa, edificante".
Líderes comunitários filiados ao PT usam critérios políticos para gerir a maior parte dos R$ 238,2 milhões repassados pelo programa Minha Casa Minha Vida a entidades para a construção de casas populares em São Paulo. Onze das 12 entidades que tiveram projetos aprovados pelo Ministério das Cidades são dirigidas por filiados ao partido. Suas associações privilegiam quem participa de atos e manifestações de sem-teto ao distribuir moradias, em vez de priorizar a renda na escolha. Entre gestores dos recursos, há funcionários da gestão de Fernando Haddad (PT), candidatos a cargos públicos pela sigla e até uma militante morta há dois anos.
A partir de repasses diretos, as associações selecionadas pelo governo federal escolhem quem vai sair da fila da habitação em São Paulo. Os critérios não seguem apenas padrões de renda, mas de participação política. Quem marca presença em eventos públicos, como protestos e até ocupações, soma pontos e tem mais chance de receber a casa própria.
Para receber o imóvel, os associados ainda precisam seguir regras adicionais às estabelecidas pelo programa federal, que prevê renda familiar máxima de R$ 1,6 mil, e prioridade a moradores de áreas de risco ou com deficiência física. A primeira exigência das entidades é o pagamento de mensalidade, além de taxa de adesão, que funciona como uma matrícula. Para entrar nos grupos, o passe vale até R$ 50.
Quem paga em dia e frequenta reuniões, assembleias e os eventos agendados pelas entidades soma pontos e sai na frente. Os empreendimentos são projetados e construídos pelas associações, que hoje reúnem uma multidão de associados. São mais de 50 mil pessoas engajadas na luta pelo direito à moradia. Além das entidades dos petistas, há ainda uma outra dirigida por um filiado ao PCdoB.
Ministério
O Ministério das Cidades afirmou desconhecer que a presença em atos públicos, como protestos e ocupações, renda pontos às pessoas que lutam por uma moradia na capital. A pasta informou apenas que as entidades podem criar regras adicionais às estabelecidas pelo Minha Casa Minha Vida, sem a necessidade de aprová-las no governo. Da mesma forma, o ministério disse que não pode interferir em regras internas dos movimentos de moradia e, por isso, não tem como impedir a cobrança de taxas e mensalidades.
Com informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A empresa OGX Petróleo e Gás do empresário brasileiro Eike Batista está planejando não pagar juros no valor de US$ 44,5 milhões de um bônus que vencerá na próxima terça-feira,1, afirmou uma fonte. O calote dos juros já é amplamente esperado pelo mercado financeiro.
A OGX tem US$ 3,6 bilhões em bônus em circulação, e o calote (default) total da companhia será o maior já feito por uma empresa latino-americana.
O recorde é detido atualmente pelo Banco de Galicia y Buenos Aires S.A., da Argentina, que não pagou uma dívida de US$ 1,9 bilhão em 2012, de acordo com um relatório da Moody’s Investors.
Nenhum porta-voz da OGX não foi encontrado para comentar o assunto. A companhia contratou consultores financeiros para reestruturar sua dívida, que inclui US$ 1,06 bilhão em bônus que vencem em 2022, e US$ 2,6 bilhões em bônus com vencimento em 2018.
O pagamento que vence no dia 1 de outubro, terça-feira, é dos juros sobre bônus para 2022, enquanto os bônus para 2018 têm um pagamento de cupom que vence em dezembro.
A companhia planeja pular a data do pagamento dos juros na terça-feira e aproveitar o período de carência para concluir negociações sobre a reestruturação da dívida, afirmou a fonte.
De acordo com as regras estabelecidas no prospecto para o bônus, após o calote do pagamento dos juros, a OGX ainda tem 30 dias para “sanar” o problema antes de sofrer qualquer punição.
Os principais credores da OGX já esperam um calote na terça-feira e desejam continuar as negociações sobre alternativas financeiras para a companhia, disse outra fonte.
A OGX pode também escolher entrar com um pedido de recuperação judicial nas próximas semanas, mas provavelmente perto do fim do período de carência, nos últimos dias de outubro, afirmou a primeira fonte. “Hoje, há 80% de chance de que a OGX buscará uma proteção judicial em breve”, acrescentou.
Eike Batista, que já foi o homem mais rico do Brasil, perdeu a maior parte de sua fortuna nos últimos 15 meses em meio a uma profunda crise financeira desencadeada pela perda de confiança em sua capacidade de financiar o enorme conglomerado de infraestrutura que ele criou a partir do zero na última década.
A OGX precisa atualmente de até US$ 500 milhões e não tem acesso a novas linhas de crédito, afirmou uma fonte. A situação foi discutida com consultores financeiros em reuniões realizadas em Nova York, revelaram várias fontes.
A companhia levantou US$ 4,1 bilhões, em 2008, em uma Oferta Pública Inicial de Ações (IPO, na sigla em inglês). Em 2012, a OGX iniciou seu rápido declínio após dizer que não conseguiria cumprir as expectativas extraordinárias de produção que estabeleceu. No início deste ano, a empresa disse finalmente que a maior parte de seus campos de petróleo não eram economicamente viáveis e que tinha decidido paralisar atividades de desenvolvimento.
O valor das ações da empresa recuou mais de 90% até agora no ano. Os bônus da OGX estão sendo negociados atualmente por menos de US$ 0,18, em um reflexo das expectativas de que a companhia não honrará suas dívidas.
A OGX contratou as empresas de consultoria financeira Lazard e Blackstone Group para desenvolver alternativas de reestruturação com os credores, segundo fontes. Os credores da OGX já assinaram acordos de não divulgação, o que permitirá que eles revisem as informações não-públicas da empresa e tomem medidas na direção de um acordo de reestruturação, disse uma outra fonte. Com informações da Dow Jones Newswires.
Comente aqui