O Blog do BG reproduz entrevista realizada por Gabriel Negreiros para o Jornal de Hoje e o site Fome de Gol com o ex-presidente Clóvis Emídio:
JORNAL DE HOJE: Clóvis, algumas vezes você citou que deixaria o clube se sentisse que estava prejudicando o América. Sua renúncia acontece por isso?
CLÓVIS EMÍDIO: Se eu represento um entrave, eu renuncio. Falei isso e acredito que atingi esse estágio. A prova disso é que tudo que era dinheiro pendente, provenientes a parcerias firmadas, agora vão surgir. Eu era um entrave, representava a negação da vontade de uma minoria. Permanecendo eu estaria interferindo no futuro do clube e sendo um empecilho na vida daqueles que pensam que são donos do América. Agora, não podemos deixar o América nas mãos de 5, 6 ou 7, que se dizem donos do clube. Tenho absoluta convicção que eles se pensam donos do América. Teve um que depois que tomou uns whiskys chegou a ousar dizer que o América era dos Rocha e dos Bezerra. E não é.
JH: Como assim, “dono do América”?
CE: Todo mundo queria impor alguma coisa. Jogadores, funcionários. Quando Zé Maria assumiu o América tinha entre 12 e 15 funcionários que não faziam nada. Tem vários exemplos de imposição de jogadores. Contrariei interesses e isso me prejudicou. A diferença é que quando eu penso no América, não penso em relação particular. Penso no América como o clube que eu amo. Politicamente eu penso contrário a esse grupo que vai assumir, mas vou me colocar a disposição para ajudar. Sei que não tenho a vivencia e perspicácia de outros, mas tenho muito a colaborar, porque eu penso no América. É isso que me move.

Quando digo que o america é um time semi profissional e que vive de doações muita gente não gosta.agora o clovis trouxe tudo á tona …….e a fábrica de craque???? agora o tutu vai aparecer,,,,falcão teve sempre razão " A burguesia fede mas tem dinheiro prá comprar perfume".
Volta Clovis kkkkkkkk presidente do América, o verdadeiro programa de índio.