Saúde divulga novos dados de dengue, zika vírus e chikungunya no RN; aumento de casos e óbitos

O mais recente Boletim Epidemiológico divulgado pelo Programa Estadual de Controle da Dengue (PECD) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) aponta que no Rio Grande do Norte foram notificados 52.750 casos suspeitos de dengue em 2016, até a semana epidemiológica número 23 (término em 11/06/2016).

Os números representam uma incidência acumulada de 1.634,04/100.000 hab e de acordo com o PECD houve um aumento importante no percentual quando comparado com o mesmo período de 2015, quando foram notificados 24.553 casos suspeitos e incidência de 760,58/100.000 hab.

Dos casos notificados, 7.523 (14,26%) foram confirmados, 7.440 para dengue, 72 como dengue com sinais de alarme e 11 como dengue grave. Em 2015 no mesmo período foram confirmados 5.389 (21,95%), para dengue foram 5.332, dengue com sinais de alarme foram 48 e 9 como dengue grave.

Em 2016, 122 (73,1%), dos municípios apresentam uma alta incidência acumulada de dengue, que são municípios que notificaram mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes. 31 (18,6%) com média incidência, 13 (7,8%) com baixa incidência e 1 município (0,6%) silencioso, ou seja, não notificou nenhum caso suspeito de dengue nesse período.

A SESAP-RN alerta para a importância de sensibilizar os profissionais de saúde para a responsabilidade de notificar todos os atendimentos que se enquadrarem na definição de caso suspeito de doenças de notificação compulsória definidas pelo Ministério da Saúde através da Portaria Nº 204, de 17 de fevereiro de 2016.

Chikungunya

No RN foram notificados 11.707 casos, sendo 1.559 confirmados. A 7ª Região de Saúde (Extremoz, Macaíba, Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante) concentra o maior número de casos notificados, seguida pela 2a (Mossoró) e 4a (Caicó) Regiões.

A incidência da doença no ano 2016, considerando a população de 100 mil habitantes, mostra que os indivíduos mais atingidos pela febre de chikungunya são menores de 4 anos e adultos acima de 50 anos. Esse comportamento aponta para a gravidade da doença nesses grupos etários, tendo em vista que nos menores as defesas imunológicas estão em construção e nos maiores de 50 anos, encontra-se grande número de pessoas com outras doenças de base que, associadas ao CHIKV, podem agravar o quadro da doença, podendo mais facilmente evoluir para óbito.

Zika

Até o momento, foram notificados este ano, 4.250 casos suspeitos de zika-vírus, sendo 4 casos confirmados. No ano de 2015, para o mesmo período, foram 4.133 casos notificados e 73 confirmados.

Óbitos Notificados como Dengue, Zika e Chikungunya

No ano de 2015 e 2016, foram notificados 23 e 121 óbitos respectivamente. Dos óbitos notificados em 2016 para os agravos acima citados,após investigação e exames específicos, os óbitos tiveram a seguinte classificação final : 2 confirmados para dengue grave, 4 chikungunya, 4 para zika e 111 em investigação, tabela 6. Somando um total de 10 óbitos encerrados.

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Saúde confirma 5,4% dos casos notificados de dengue no RN

aedes-aegyptiA Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) confirmou, até o momento, 5,24% dos casos notificados de dengue até o momento. No mais recente relatório divulgado pelo Núcleo Estadual de Vigilância das Arboviroses da secretaria, constam 1.025 confirmações, entre os 19.546 casos notificados.

Num comparativo com o ano de 2015, as notificações de 2016 estão acima 142,60% até o momento. Os números da semana epidemiológica 10 apontam para 5 casos de dengue grave, 545 inconclusivos e 486 descartados. A Sesap confirmou 2 óbitos por dengue grave este ano e investiga 31.

Com relação à febre transmitida pelo zika vírus, foram confirmados 7 casos, dos 1.396 notificados. No ano anterior foram notificados 177 casos e nenhum confirmado. A semana epidemiológica 10 relata 20 casos confirmados de chikungunya dos 1.151 notificados. Em 2015 foram 3.045 notificações.

Diante da situação, a secretaria vem intensificando as ações e estratégias de combate ao aedes aegyptae, vetor transmissor das doenças. Os aplicativos Observatório da Dengue, desenvolvido em parceria com a UFRN, e o Aedes na mira estão colaborando para que a população denuncie focos do mosquito. Na Sala de Situação, instalada no 7º andar da Sede da Sesap, uma equipe multidisciplinar recebe as denúncias e as encaminha para os municípios correspondentes, numa ação permanente de monitoramento.

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Paulo  23/03/2016

Você sabia? Natal vive a maior epidemia de dengue desde 2008, já são 4068 casos notificados até a 10º semana de 2016 (12/03) , ai não estão inclusos as notificações de Chicungunya e Zika virus. Com relação a 2015 houve aumento de 268% no numero de casos notificados, no mesmo período de 2015 foram 1518. Comparando com o mesmo período de anos anteriores a situação fica ainda mais critica: 2011: 664 , 2012: 897, 2013: 356 , 2014: 545 A prefeitura de Natal realizou um concurso publico para o cargo de Agente de combate a endemias em 2014, foram oferecidas 265 vagas para substituir 134 agentes que trabalhavam em regime de contrato de trabalho. Até o momento foram convocados 114 aprovados, 111+3 PNE, sendo que segundo informações internas nem metade desses convocados estão trabalhando diretamente no combate ao mosquitos nas ruas e residências, foram locados no Centro de zoonozes. Desse modo existe um déficit enorme no numero de agentes de combate a endemias nas ruas, isso se traduz na situação crítica de epidemia que a cidade enfrenta, tenho certeza que você conhece pelo menos meia dúzia de pessoas que já contraiu o vírus nas últimas semanas. É lógico que a maior responsabilidade é da população, já que 80% dos focos do mosquitos estão nas residências, dessa forma sâo muito importante sim as campanhas de conscientização que a prefeitura realiza, como entrega de panfletos, mutirões, propagandas na tv, rádio e internet, porém a ferramenta mais importante ao meu ver são mais pessoas nas ruas destruindo os focos do mosquito. Já fomos avisados pela prefeitura que não haverá convocação de nenhum aprovado esse ano, o que me causa muita preocupação , pois nem chegamos ainda no período chuvoso, estamos ainda na metade do terceiro mês do ano e já temos mais da metade do numero de notificações de todo 2015, 7.779. Triste saber que o poder público não dá pra saúde(vigilância epidemiológica) a mesma atenção que dá pra outras áreas. Há uma necessidade urgente de convocação de todos os 151 aprovados restantes, não estamos pedindo um favor pra gente e sim pra população! ‪#‎ConvocaçãoJá‬ ‪#‎TodosContraoAedes‬ - Responder

[VÍDEO] Prefeitura de Parnamirim comprou 10 mil camisas que matam o mosquito da dengue; faltou só o certificado de garantia

Polêmica grande em Parnamirim com a compra de um Kit de prevenção contra o Aedes Aegypti.

Na sessão da Câmara Municipal nesta terça-feira 8, o vereador Antônio Batista, do PMDB, garantiu que Parnamirim já possui um sistema de prevenção à picada do mosquito Aedes aegypti: uma camisa que pode ser lavada 30 vezes que, ainda assim, protege as pessoas e ainda mata o inseto. De acordo com ele, a camisa faz parte de um kit que será entregue aos alunos da rede municipal.

Pra contextualizar, essas camisas fazem parte de um lote de 10 mil camisas comprados pela Prefeitura de Parnamirim que afastam o mosquito. Mas, pelo visto, faltou o certificado de garantia de que a vestimenta realmente funciona.

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Roberto Carlos  30/03/2016

Homi, seu minino! O ex-Prefeito Agnelo, deve tá se bulino todim no túmulo! Não porquê ele fosse um exemplo de correção; mas sim, porquê num teve essa idéia quando foi Prefeito! E tá agora vendo, lá d.. ....... ... ........! O vereador Batista "Grande Sumidade" defendendo essa grande solução, para o fim definitivo da Dengue, Chicungunha e Zica; em todo o mundo. O melhor de todo, foi ver a cara dos edis, Parnamirinenses, frente a esse absurdo. - Responder

Val Lima  10/03/2016

Rapaz não tenha dúvida !!! Essa vai parar no Fantástico da Rede Globo....kkkkk - Responder

entediado  10/03/2016

bota camisinha contra picadura de mosquito. - Responder


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Saúde divulga novo boletim da Dengue, Chikungunya e Zika vírus no Estado

Segundo boletim divulgado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica da Sesap, no Rio Grande do Norte, foram notificados 1.820 casos suspeitos de dengue de 03 a 30 de janeiro de 2016 (até a semana epidemiológica 04), dos quais 111 foram confirmados. Em relação ao ano passado, no mesmo período, se observa um aumento de 37,57% com relação à notificação.

De acordo com a Subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica, Kristiane Fialho, de 03 a 30 de janeiro do ano de 2016, o estado somou nove municípios com alta incidência acumulada de dengue, que são municípios que notificaram mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes. São 104 municípios silenciosos, ou seja, não notificaram nenhum caso suspeito de dengue nesse período acima citado.

Isso aponta para uma subnotificação de casos suspeitos e indica necessidade de sensibilizar os profissionais de saúde para a responsabilidade de notificarem todos os atendimentos que se enquadrarem na definição de caso suspeito para dengue definido pelo Ministério da Saúde. “Pessoa que viva ou tenha viajado nos últimos 14 dias para área onde esteja ocorrendo dengue ou que tenha a presença de Aedes Aegypti que apresente febre, usualmente entre 2 a 7 dias, e apresente duas ou mais das seguintes manifestações: náuseas, vômitos, exantemas, mialgias, artralgia, cefaleia, dor retroorbital, petéquias ou prova do laço positiva e leucopenia.”

O cenário epidemiológico da dengue em nosso estado revela um aumento de óbitos notificados em 150%, caracterizando uma situação preocupante. No período de 03 a 30 de janeiro de 2016 (até a semana epidemiológica 04), foram notificados dois óbitos em 2015 e cinco óbitos em 2016. Entretanto, esses óbitos ainda estão em investigação.

Já foram realizadas ações de UBV pesado nos municípios de Natal (zona norte), Caicó, Umarizal, Martins e hoje serão iniciadas essas ações nas cidades de Lajes, Jandaíra, Guamaré e Pendências. Continuando após o carnaval em Cerro Corá, Florânia, Parelhas, Santana do Matos e Pedro Avelino. Outros municípios estão sinalizando a possível necessidade e a equipe estadual irá analisar se enquadram nos requisitos necessários para realização de UBV pesado ou costal.

Casos de febre do Zika e Chikungunya no RN

Em 2016 foram notificados 221 casos de febre do Zika, porém todos ainda em investigação. No ano de 2015 há um total de 6.640 casos notificados suspeitos de Febre de Zika em 81 municípios com 73 casos confirmados por critério laboratorial.

Em relação à Chikungunya, em 2016 ainda não foi registrada nenhuma notificação. Em 2015 foram 4.076 notificações de casos suspeitos, sendo nove confirmadas no município de Natal.

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Nova Cruz faz mutirão e dá exemplo na luta contra o Aedes Aegypti

A prefeitura de Nova Cruz, através da Secretaria Municipal de Saúde, atendeu a convocação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) e além de aderir ao Plano Estadual de combate ao Aedes Aegypti, realizou mutirões contra o mosquito responsável por transmitir doenças como a Dengue, Chikungunya e Zika – microcefalia.

Durante todos os dias do mutirão, que aconteceu nas duas últimas semanas do ano, os profissionais de saúde das Estratégias Saúde da Família, NASF, CAPS AD III, Centro de Especialidades e os agentes de endemias e comunitários de saúde atuaram na cidade, visitando residências e estabelecimentos comerciais, realizando o trabalho de prevenção e de tratamento focal, utilizando larvicida, e prestando orientação sobre os hábitos do vetor, e sobre sintomas da dengue, zica e chikungunya.

O objetivo foi conscientizar a população sobre os perigos que envolvem essas doenças, bem como sobre a importância de se trabalhar intensamente o combate ao mosquito vetor, através de medidas simples como o descarte correto dos materiais que podem acumular água parada, e orientando a população sobre como fazer a limpeza eficiente de tanques armazenadores de água.

O mutirão aconteceu no período de 17 a 29 de dezembro de 2015 e atuou nos bairros Salgado, São Judas, São Sebastião, Santa Luzia, Frei Damião, Planalto, Catolé, Nova Descoberta e Cidade do Sol, considerados os bairros que apresentaram um maior número de focos do mosquito. A Secretária de Saúde, Rita de Cássia Rodrigues, esteve à frente das ações e alertou para o fato de que “Em Nova Cruz, cerca de 90% dos focos do mosquito Aedes Aegypti estão dentro das residências, em especial nos tanques armazenadores de água.

Por isso torna-se urgente que ações dessa natureza sejam realizadas, para que assim possamos vencer o mosquito e todos os problemas a ele relacionados”. A Secretária ainda destacou que o trabalho de combate ao mosquito vai continuar sendo efetivado pela Prefeitura durante todo este ano. A intenção é conter a proliferação do mosquito e inibir o avanço das enfermidades causadas pelo vetor.

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Dengue: RN permanece livre de epidemia; confira boletim divulgado nesta quarta

O Programa Estadual de Controle da Dengue da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou nesta quarta-feira (4) mais um boletim com os dados da dengue no Rio Grande do Norte. Foram notificados 26.444 casos suspeitos de dengue do início do ano até o dia 24 de outubro de 2015 (semana epidemiológica 42), dos quais 5.405 foram confirmados.

Em relação ao ano passado, no mesmo período, se observa um aumento de 116,33% no número de casos notificados. Entretanto, apesar desse aumento, constatado nos dados acumulados, o Programa Estadual de Controle da Dengue verificou uma expressiva diminuição no número de notificações de dengue, iniciando a queda a partir da semana epidemiológica 14, indicando que o Estado permanece num quadro não epidêmico.

No cenário atual, nas últimas seis semanas epidemiológicas (13/09 a 24/10), o número de municípios com incidência acumulada alta de dengue – que são municípios que notificaram mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes – passou de 95 municípios para apenas 1 município com alta incidência da doença: Timbaúba dos Batistas.

Doze municípios encontram-se “silenciosos”, ou seja, não notificaram nenhum caso suspeito de dengue, o que aponta uma necessidade de sensibilizar os profissionais de saúde para a responsabilidade de notificarem todos os atendimentos que se enquadrarem na definição de caso suspeito para dengue definido pelo Ministério da Saúde.

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Dengue: dez capitais brasileiras apresentam situação de alerta; Natal entre elas

Dados do Ministério da Saúde divulgados hoje (4) indicam que 533 municípios brasileiros estão em situação de alerta para a dengue e 117 correm o risco de registrar uma epidemia da doença.

As cidades classificadas como em situação de alerta apresentam larvas do mosquito entre 1% e 3,9% dos imóveis pesquisados, enquanto as que se enquadram em situação de risco registram índice superior a 3,9%.

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa) mostra que dez capitais brasileiras apresentam situação de alerta para a dengue: Belém, no Pará; Porto Velho, em Rondônia; Maceió, em Alagoas; Natal, no Rio Grande do Norte; Recife, em Pernambuco; São Luís, no Maranhão; Aracaju, em Sergipe; Vitória, no Espírito Santo; Cuiabá, em Mato Grosso e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Seis capitais – Boa Vista, em Roraima; Manaus, no Amazonas; Palmas, no Tocantins; Rio Branco, no Acre; Fortaleza, no Ceará e Salvador, na Bahia – ainda não apresentaram os resultados do levantamento ao ministério.

No Norte, dos 124 municípios que participaram do levantamento, 52 estão em situação de alerta e 17 em situação de risco. O principal problema para a transmissão da doença na região é o lixo nos domicílios, como garrafas, pneus, latas e qualquer outro objeto que possa acumular água de chuva.

Já na Região Nordeste do país, o Ministério detectou que o principal problema para a transmissão da doença é o armazenamento incorreto de água. Dos 727 municípios que responderam ao levantamento, 354 estão em situação de alerta e 96 em situação de risco.

No Sudeste, 426 municípios participaram do levantamento: 90 se enquadram em situação de alerta e apenas uma em situação de risco. Na região, a transmissão da doença acontece principalmente por depósitos domiciliares, que incluem pratos de vasos de planta, vasilhas de água de cães e gatos e calhas entupidas.

Na Região Centro-Oeste, o Ministério da Saúde também detectou como principal problema para a transmissão o armazenamento incorreto de água. Cento e trinta e quatro municípios participaram do levantamento, 20 estão em situação de alerta e um situação de risco.

Por fim, os dados relativos à Região Sul mostram que a transmissão ocorre principalmente pelo lixo nos domicílios. O Ministério fez o levantamento com 52 municípios: 17 estão em situação de alerta e dois em situação de risco.

Agência Brasil

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Advogado alerta sobre "inúmeros" casos de dengue em Capim Macio

Untitled-7Reprodução: Twitter

O advogado Kleyber Moura Rocha fez um alerta nesta quarta-feira(21) de vários casos de dengue que começam a ser registrados no bairro de Capim Macio, na zona sul de Natal. Acima ele “liga o sinal de alerta”, e o que se espera é uma medida imediata da Saúde na capital. Outros relatos também começam a circular em bairros próximos como Neópolis e Pirangi.

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Victor Hugo Fernandes  21/05/2014

Também sou morador do bairro e estou melhorando agora da dengue que me acometeu há alguns dias. - Responder

Kleyber Moura  21/05/2014

Caro Heráclito, não deixe de ir logo até o hospital, um dia pode ser crucial! Quase perdi minha noiva para essa maldita doença e também pela falta de educação da população que joga lixo na rua e não faz ideia do risco que corre e coloca seus amigos e familiares! Vamos conscientizar a população desse perigo... Ademais, vamos doar sangue, nunca sabemos quando vamos precisar! - Responder

Heráclito Higor Noe  21/05/2014

Concordo. Isso é preocupante. Eu moro em capim macio e estou com dengue. Minha prima que mora vizinho tbm. Várias pessoas no bairro. - Responder

Nice  30/03/2016

Se não houvesse tamanhos desvios das verbas, e diminuíssem os salários dos marajás com apelidos de políticos...a saúde, a educação e segurança, seriam bemmmmmm melhores..Isso é fato!!!! - Responder

Audiência discute combate ao zika e assistência a bebês com microcefalia

unnamed (2)Os riscos do zika vírus e o combate ao mosquito Aedes Aegypit foram temas de discussão na tarde desta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa. Por iniciativa do deputado Carlos Augusto Maia (PT do B), o Legislativo reuniu parlamentares e representantes do Poder Público para tratar sobre o problema no Rio Grande do Norte. Para os participantes, é necessária a conscientização da população sobre os riscos, ações diretas por parte dos potiguares e um trabalho para se acabar com a
subnotifcação de casos.

De acordo com a coordenadora de Promoção à Saúde da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Norte, Cláudia Frederico, o estado já tem 373 casos de microcefalia com suspeita de associação ao zika vírus, transmitido através do Aedes Aegypit. O trabalho de monitoramento tanto sobre os focos de Aedes quanto dos casos de microcefalia, de acordo com ela, dependem da interação do estado com os municípios, mas os dados ainda não são repassados de maneira satisfatória.

“Há um problema sério de subnotificações e buscamos os dados com os gestores nos municípios diuturnamente. Para se fazer a saúde, a parte administrativa e de gestão é fundamental. Sem informação, sem dados, é difícil se trabalhar”, reclamou Cláudia Frederico.

Para minimizar os casos de subnotificações, a maternidade Januário Cicco busca o cruzamento de dados com outros hospitais universitários do país. Na área tecnológica, aplicativos para telefones celulares e tablets também são usados como meio para interação e monitoramento junto à população. Com os dados, é possível. inclusive, faze o planejamento para melhoria dos atendimentos de mulheres que têm o risco de darem à luz crianças com microcefalia.

“Fazemos o monitoramento porque é uma forma também de direcionarmos melhor nossas ações em prol da vida e saúde dessas mulheres e desses bebês”, explicou o diretor da Januário Cicco, Kleber Morais.

Além dos problemas de monitoramento, os investimentos na área de Saúde também foram alvos da discussão. O deputado Ricardo Motta (PSB) cobrou a ampliação dos atendimentos com a construção de um hospital voltado para a mulher em Natal, que atenderia todo o Rio Grande do Norte. O pedido, de acordo com o parlamentar, foi encaminhado ao governador Robinson Faria (PSD) e ao secretário de Saúde, Ricardo Lagreca. Por outro lado, os recursos federais voltados à área foram foco do Ministério Público.

A promotora Iara Pinheiro solicitou que o deputado Rafael Motta (PSB), que estava presente à reunião, trabalhasse junto à bancada potiguar e demais deputados do país para evitar que um veto à Lei de Diretrizes Orçamentárias resultasse no contingenciamento de R$ 11 bilhões para a área de Saúde. Segundo ela, é necessário o trabalho para que o veto seja derrubado e outros recursos voltados à prevenção de casos de zika sejam liberados.

“A Câmara Federal deve derrubar esse veto. É um direito e uma obrigação. E também deve se apropriar da questão (prevenção ao zika) e cobrar do Ministério de Desenvolvimento Social a compra de repelentes às mulheres grávidas que são beneficiadas pelo Bolsa Família. Há R$ 300 milhões para este fim e não vemos essa distribuição”, cobrou a promotora.

Em resposta ao pedido da promotora, o deputado Rafael Motta garantiu que é importante que ocorra a conscientização da população e que o Governo Federal atue no combate ao mosquito transmissor, assim como na ajuda à prevenção de contaminação por parte das gestantes.

“Promotora, com toda certeza, votaremos pela derrubada deste veto. Em um momento como esse não podemos contigenciar recursos para a área de Saúde”, disse o deputado.

Propositor da audiência, Carlos Augusto Maia (PT do B) comemorou o nível do debate travado na Casa, que também contou com a participação de profissionais que atuam na área de saúde da sociedade civil organizada. Para o parlamentar, ainda há muito o que se discutir sobre essa questão e é imperativo que a população e também os municípios tomem consciência para contribuir com o combate ao mosquito.

“Ainda há muito desconhecimento, falta de informações e queremos usar nosso mandato aqui na Assembleia no sentido de disseminar informações corretas sobre o zika vírus e a microcefalia, além de propor políticas públicas para a reabilitação das crianças vítimas da microcefalia. Queremos engajar os diversos segmentos da sociedade e minimizar os impactos desse vírus na Saúde pública do Rio Grande do Norte, que está preocupado com a situação. Precisamos unir forças e estreitar os laços para conseguir os objetivos”, disse o deputado.

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Vasconcelos  15/03/2016

Façam um teste: entrem em contato com qualquer endereço eletrônico ou telefone indicado pelo governo, para denúncia de áreas de risco. Eu tentei e... nada! Parece piada. Essas reuniões só servem para divulgação na mídia. Na prática, não está sendo feito nada de efetivo. - Responder

Vacina contra dengue do Butantan inicia última fase de testes

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Foto: Roberto Stuckert Filho

Dilma reforçou a preocupação do governo com o vírus da zika, além da dengue. “O desafio é chegar à vacina contra o vírus da zika. Um dos caminhos é esse, de transformar a vacina da dengue de tetravalente em pentavalente, que cobriria também o da zika, ou desenvolver uma exclusiva para esse fim”, observou.
A ideia da vacina pentavalente é colocar o vírus da zika em um a espécie de “invólucro” do vírus da dengue e acrescentar à vacina já existente da dengue, mas a pesquisa ainda está em estágio bastante inicial.
Segundo o secretário de saúde do estado de São Paulo, David Uip, não faltarão verbas para estudos que levem ao desenvolvimento da vacina pentavalente, bem como de outros trabalhos correlatos, como os anticorpos monoclonais como tratamento da zika.
Ao todo, o governo federal anunciou que pretende investir R$ 300 milhões durante os próximos cinco anos na fase final de desenvolvimento da vacina de dengue. Um terço da verba sairá do orçamento Ministério da Saúde — acordo que foi assinado nesta segunda.
Os outros dois terços, que ainda estão sendo negociados, podem sair do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Investimento em soro contra zika
Outros R$ 8,5 milhões foram anunciados pela presidente para financiar o desenvolvimento do soro contra zika, destinado a grávidas já infectadas pelo vírus.
Segundo o médico imunologista Jorge Kalil, diretor do Instituto Butantan, o desenvolvimento do soro pode ser mais rápido que o da vacina. A diferença entre a vacina e o soro é que, enquanto a vacina estimula o organismo a desenvolver anticorpos contra o vírus, o soro tem a função de neutralizar o vírus já presente no organismo da pessoa infectada. Ou seja, ele já contém os anticorpos prontos para atacar o vírus.
Kalil observa que o modo de desenvolvimento do soro anti-zika deve ser parecido com o que se usa para produzir o soro contra raiva. “Primeiro é preciso cultivar o vírus em células e inativar esse vírus. Depois, ele é usado para imunizar um cavalo, como se estivesse fazendo uma vacina no animal, que passa a produzir anticorpos contra o vírus. Em seguida, pego o plasma do sangue do cavalo com os anticorpos, trago para a fábrica e purifico para selecionar só aqueles específicos contra o vírus.”
A pesquisa da vacina contra dengue é resultado de uma parceria entre o Instituto Butantan e os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH). A vacina é feita com os próprios vírus da dengue, que foram modificados para que a pessoa desenvolva anticorpos contra os quatro sorotipos da dengue sem desenvolver os sintomas relacionados a eles.
Os testes têm mostrado que bastará uma dose para que a vacina seja eficaz. Trata-se da vacina brasileira contra dengue em fase mais avançada de desenvolvimento.
Fases da pesquisa
Nesta etapa de testes, dois terços dos voluntários receberão a vacina e um terço receberá placebo. O objetivo é verificar, depois de um período, se o grupo que foi vacinado teve uma redução considerável de casos de dengue em comparação ao grupo de controle. Isso permitirá verificar a eficácia da vacina.
Segundo estimativa do Instituto Butantan, todos os 17 mil voluntários devem ser vacinados em até um ano. A instituição acredita ser possível que a vacina esteja disponível para registro até 2018.
Até agora, 900 pessoas já receberam a vacina nas fases anteriores de testes clínicos: 600 pessoas na fase 1 e 300 na fase 2. Esses testes permitiram concluir que a vacina é segura e é capaz de induzir no organismo a produção de anticorpos contra os quatro vírus da dengue.

Fonte: G1

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Luiz Moreira  23/02/2016

Só falta agora desenvolver a vacina contra o lulismo e petismo, duas doenças ainda muito disseminadas e que afeta o poder de julgamento e discernimento das pessoas infectadas. - Responder

Em pronunciamento, Dilma pedirá ajuda da população para combater Aedes aegypti

dilma_dengueAté a próxima quarta-feira (3), a presidenta Dilma Rousseff fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão para pedir que a população ajude no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, chikungunya e Zika. O intuito é fazer um “chamamento” para a única forma atual de evitar a disseminação das doenças, que é a eliminação do inseto.

O vídeo foi gravado na tarde de hoje (1º). De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, o objetivo do pronunciamento de Dilma é “despertar as pessoas que a única vacina” contra o mosquito é a conscientização de que todos os criadouro do inseto devem ser eliminados.

Dilma se reuniu no fim da tarde de hoje com vários ministros e presidentes de empresas estatais para, nas palavras do ministro, fazer um “toque de alerta” para que todo o governo esteja envolvido na mobilização contra o mosquito e para que a campanha seja permanente.

Fonte: Agência Brasil

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Sala de Situação para monitorar Aedes Aegypti começa a funcionar nesta terça-feira

IMG-20151228-WA0009Com a participação de outros órgãos da administração pública estadual, a Secretaria de Estado e da Saúde Pública (Sesap) coloca em funcionamento, a partir desta terça-feira (29), a Sala de Situação, que irá monitorar os focos do Aedes Aegypty em todo o RN.

De acordo com a coordenadora de Promoção a Saúde, (CPCS), Cláudia Frederico, nestes dois primeiros dias da semana, 28 e 29, os estados nordestinos que estão montando estrutura semelhante, estão realizando webconferências para alinhar as ações de mobilização e combate ao vetor. A webconferência da qual a equipe do RN irá participar está agendada para amanhã, das 15h às 16h.

“Estamos também no nosso processo final de elaboração do Plano Estadual de Combate ao Vetor”, informou a coordenadora. Alguns detalhes finais para o funcionamento da Sala de Situação, como a definição do número telefônico de fácil assimilação para as denúncias da população sobre possíveis focos do mosquito transmissor de doenças como Dengue e Zika Vírus ainda não estão definidos pelos setores responsáveis, mas não inviabilizam o início das atividades.

Nas videoconferências, que estão sendo conduzidas por Giovanni Coelho, do Programa Dengue Nacional, os setores de atenção básica, vigilância e comunicação estão sendo articulados para as ações de mobilização e combate ao mosquito, com orientações gerais para atuação em campo.

Também nesta terça-feira o secretário de Saúde, Ricardo Lagreca, irá se reunir com o Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, a fim de pedir o apoio da igreja nas ações de comunicação e de campanhas educativas junto à população. A Sala de Situação contará com computadores e um grande monitor recebendo informações e imagens de possíveis focos do Aedes Aegypti liberadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Essas imagens serão feitas só na capital potiguar, onde o Ciosp atua.

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FRASQUEIRINO  28/12/2015

coloquem um numero para que a população possa denunciar os possiveis focos de dengue. - Responder

Surto de dengue em Natal

Especialmente neste mês de abril, característico pela apresentação dos maiores índices de dengue no Brasil, no Rio Grande do Norte, tomando como exemplo a capital potiguar, os casos só aumentam e tão importante quanto a vigilância e conscientização é o cuidado com a automedicação. Em meio aos inúmeros casos provocados pelo mosquito do Aedes aegypti, uma onda de viroses com sintomas cada vez mais semelhantes com a dengue tem atingido parte da população, e nesse momento que o sinal de alerta deve ser ligado: existem medicações que não se devem tomar enquanto se está doente. O risco de agravamento do quadro é grande. Médico está no hospital. Ele(a) quem fará o diagnóstico e indicará o melhor tratamento.

Nas quatro regiões de Natal, sem citar região metropolitana e interior(vocês podem verificar dados gerais no link abaixo), novos casos vão surgindo. A população está certa em cobrar uma maior ação da Secretaria Municipal de Saúde e demais órgãos, também extensivo ao Estado. Os carros fumacê também são aguardados nas ruas. Por enquanto não se vê. Enquanto isso, hora da população vigiar sua rua, sua praça e até mesmo o seu imóvel. Qualquer desses locais é possível encontrar foco do mosquito. Se você ou seu familiar apresenta sintomas suspeitos, em primeiro lugar, muita hidratação e, DE IMEDIATO, SEMPRE o médico. O momento é de alerta e não se deve desprezar a doença

Veja mais: Sesap divulga novos números da dengue no RN; aumento de 259,85% em comparação ao mesmo período do ano passado

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Natal mantém controle da Dengue mesmo em situação de endemia; Capim Macio entre bairros com maiores ocorrências

O número de casos de dengue notificados em Natal no primeiro semestre deste ano teve redução de 25,02% se comparado aos números do mesmo período de 2013. De acordo com o Boletim da Dengue, publicado pelo Centro de Controle de Zoonoses da Secretaria Municipal de Saúde, foram notificados, agora em 2014, 1.202 casos, correspondendo a uma incidência de 140,76/100.000 habitantes.

Os resultados do Boletim mostraram que em todos os distritos sanitários as incidências apuradas, em 2014, foram menores que as incidências registradas no mesmo período do ano de 2013.

“A analise indica até o momento a ocorrência de um comportamento endêmico para a doença, não havendo qualquer evidência para a ocorrência de epidemia. Porém, vale salientar que o município apresenta vulnerabilidade entomológica e de condições ambientais favoráveis para a ocorrência de casos”, avaliou o diretor do Centro de Controle de Zoonoses, Alessandre Tavares.

Os distritos Sul (205,08/100.000 hab.), Leste (166,24/100.000 hab.) e Oeste (114,81/100.000 hab.) são os que apresentam as maiores incidências para Dengue. Já os distritos Norte 1 (62,47/100.000 hab.) e Norte 2 (51,17/100.000 hab.) mantêm o comportamento historicamente observado de baixa incidência de casos.

Os bairros com maiores ocorrências, por distrito sanitário, são: Capim Macio (349,86/100.000 hab.), Sul; Alecrim (264,47/100.000 hab.), Leste; Quintas (156,44/100.000 hab.) Oeste; Lagoa Azul (67,25/100.000 hab.), Norte 1; e Potengi (92,32/100.000 hab.), Norte 2. As ocorrências por bairro também tiveram redução em relação ao mesmo período de 2013.

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Unidade de Saúde das Rocas promove Caminhada Educativa Ambiental com foco na redução de incidência da Dengue

A Unidade de Saúde da Família das Rocas pertencente ao Distrito Sanitário Leste, realiza no dia 09/05/2014, a “1ª Caminhada Educativa Ambiental do Bairro das Rocas em prol da Saúde”. O objetivo é a redução de incidência de Dengue e outros agravos no Bairro das Rocas.

As ações educativas e preventivas foram intersetorializadas envolvendo varias Secretarias como: SMS (Secretaria Municipal de Saúde – Distrito Sanitário Leste e Zoonoses), SEMOB (Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana), URBANA (Companhia de Serviços Urbanos de Natal), e principalmente com a colaboração da comunidade para uma ação conjunta em combate a Dengue.

Evento: 1ª Caminhada Educativa Ambiental do Bairro das Rocas em prol da Saúde Data: 09 de Maio de 2014

Horário: 8h00

Local: Concentração no Posto de Saúde das Rocas – Em frente a Praça do Caritó na Travessa Areia Branca

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