Operação do MPDFT cumpre mandado de busca e apreensão no RN

MPRN auxiliou na operação Contêiner, que apura contra crimes na área da Saúde. Mais de 350 agentes atuam em 4 estados e no DF para cumprimento de 53 mandados

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPDFT (Gaeco) deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 9, a operação Conteiner, que ocorre simultaneamente nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Goiás, Minas Gerais e no Distrito Federal. As medidas judiciais foram deferidas pelo Juízo da 1ª Vara Criminal de Brasília, que autorizou o cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e 44 mandados de busca e apreensão. No RN, um mandado de busca e apreensão foi cumprido.

Até às 8h, já haviam sido presos o ex-secretário de Saúde da SES/DF, Rafael Barbosa; o ex-secretário adjunto de gestão da SES/DF, Fernando Araújo; ex-secretário de saúde do DF, Elias Miziara; o ex-subsecretário de saúde do DF, José Falcão; além de Edcler Carvalho, diretor comercial da Kompazo, empresa que vende produtos hospitalares, e Claúdio Haidamus.

No total, estão envolvidos na Operação aproximadamente 350 agentes do Estado. A Polícia Civil do Distrito Federal enviou avião especial para trazer os presos da cidade do Rio de Janeiro para Brasília.

A operação Conteiner investiga contratações da empresa Metalúrgica Valença Indústria e Comércio Ltda., realizadas pela Secretaria de Saúde do DF para entrega de materiais e montagem das Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) e estabelecimentos assemelhados.

A investigação foi conduzida pelo Gaeco do MPDFT e já reuniu provas que indicam a atuação de servidores públicos na realização de licitações no âmbito da SES/DF em benefício da Metalúrgica Valença e seu proprietário, o empresário Ronald de Carvalho.

Segundo o Gaeco/MPDFT, a organização criminosa capitaneada pelo ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, determinou o direcionamento do pregão presencial internacional nº 25/2009 – SESDEC/RJ (Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro) em favor da Metalúrgica Valença. A partir daí, de acordo com as provas e depoimentos de colaboradores, iniciaram-se tratativas para o pagamento de propina em favor do grupo criminoso de Sérgio Cabral.

O Gaeco/MPDFT também aponta envolvimento do ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Cortes, do empresário da área de produtos médicos/hospitalares, Miguel Iskin, além de Ronald de Carvalho e Arthur Cézar de Menezes Soares Filho (conhecido como Rei Arthur) e que já é considerado foragido.

O MPDFT informa ainda que o grupo criminoso planejou expandir o “projeto das UPAS” para todo o país e acertou o pagamento de R$1.000.000 em propina para cada unidade construída. Uma das bases de expansão da organização criminosa foi o Distrito Federal, onde começaram a atuar por meio de venda de atas de registro de preços da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal, por intermédio dos servidores públicos envolvidos nas fraudes, aderiu a atas de registro de preços da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro que, na origem, estavam viciadas, e já eram controladas pelo grupo criminoso de Sérgio Cabral. Em valores atualizados, estima-se que as contratações suspeitas ultrapassam o montante de R$ 142 milhões. O bloqueio desses valores já foi solicitado pelo Ministério Público do DF e Territórios.

A Operação contou com a participação do Rio Grande do Norte (GAECO/RN), Goiás (GAECO/GO), Minas Gerais (GAECO/MG) e Ministério Público de Contas do DF (PG-MPC/DF), da Coordenação Especial de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e aos Crimes contra a Administração Pública (CECOR) da Polícia Civil do Distrito Federal, que coordenou a parte logística da operação no DF, bem como do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), que investiga indícios de práticas antieconômicas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Bastos disse:

    Mais quem foi preso no RN?

Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em Natal nos bairros de Lagoa Nova e Ponta Negra; Operação Harpalo investiga crimes de fraude em licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro

Policiais civis da Delegacia Especializada de Defesa do Patrimônio Público (DEDEPP) e da Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (DEFUR) deram cumprimento, na manhã desta terça-feira (26), a dois mandados de busca e apreensão em desfavor de dois sócios de empresas que participavam de licitações para prestação de serviços aos órgãos públicos de Pernambuco.

Os mandados de busca e apreensão, um no bairro de Ponta Negra e outro em Lagoa Nova, em Natal, foram cumpridos em apoio à Operação “Harpalo”, deflagrada na manhã desta terça-feira (26), que investiga a prática dos crimes de fraude em licitação, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro. A investigação é conduzida pelo Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco) em Pernambuco.

Durante o cumprimento dos mandados na capital potiguar, foram encontrados documentos que podem colaborar com as investigações contra as fraudes em licitações e corrupções. Os materiais apreendidos foram encaminhados para a sede do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), no bairro de Tejipió, no Recife.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

 

Caso Marielle: PF faz operação para cumprir mandados de busca e apreensão; objetivo é verificar suposta tentativa de dificultar as investigações

Marielle Franco e Anderson Gomes — Foto: Reprodução/JN

A Polícia Federal realiza uma operação, na manhã desta quinta-feira (21), para cumprir oito mandados de busca e apreensão relacionados aos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

De acordo com a PF, o objetivo é apurar suposta tentativa de obstruir a investigação do crime. No próximo dia 14, os assassinatos de Marielle e Anderson completam um ano.

As medidas foram autorizadas pela Justiça Estadual após serem submetidas ao Ministério Público do Rio de Janeiro.

A investigação sobre os autores do crime, os mandantes e a motivação está a cargo da Secretaria de Segurança do RJ. Coube à Polícia Federal a parte sobre obstrução nesse trabalho.

Semana passada, a Anistia Internacional denunciou problemas nas investigações e a falta de respostas dos agentes públicos no caso. “Onze meses depois, as investigações do caso Marielle Franco parecem que estão mergulhadas em um labirinto longe da solução”, destacou Renata Neder, coordenadora de pesquisa da Anistia Internacional.

O que se sabe das investigações

As autoridades informam pouco sobre o crime, cuja apuração corre em sigilo. Do pouco que foi dito das investigações, destacam-se dois momentos:

A delação que acusou o vereador Marcello Siciliano e o miliciano Orlando Curicica – ambos negam.

A afirmação do secretário de Segurança, general Richard Nunes, de que Marielle foi morta por supostamente ameaçar grilagem de terras da milícia.

Antes, um resumo do dia do atentado e das investigações subsequentes.

O DIA 14 DE MARÇO

19h: Marielle chega à Casa das Pretas, na Rua dos Inválidos, Lapa, para mediar debate com jovens negras.

Um Chevrolet Cobalt com placa de Nova Iguaçu, município da Baixada Fluminense, para próximo ao local.

Quando Marielle chega, um homem sai do carro e fala ao celular.

21h: Marielle deixa a Casa das Pretas com uma assessora e Anderson. Pouco depois, um Cobalt também sai e segue o carro de Marielle.

No meio do trajeto, um segundo carro se junta ao Cobalt e persegue o veículo de Marielle.

21h30: na Rua Joaquim Palhares, no Estácio, um dos veículos emparelha com o carro de Marielle e faz 13 disparos: 9 acertam a lataria e 4, o vidro.

Marielle e Anderson são baleados e morrem. A vereadora foi atingida por 4 tiros na cabeça. Anderson levou ao menos 3 tiros nas costas.

Assessora é atingida por estilhaços, levada a um hospital e liberada.

Criminosos fugiram sem levar nada.

O QUE FOI APURADO

Arma foi utilizada foi uma submetralhadora MP5 9 mm; tiros foram disparados a uma distância de 2 metros.

Munição pertencia a um lote vendido para a Polícia Federal de Brasília em 2006. A polícia recuperou 9 cápsulas no local do crime.

Ministro da Segurança, Jungmann diz que as balas foram roubadas na sede dos Correios na Paraíba, “anos atrás”.

Ministério da Segurança afirma que a agência dos Correios na Paraíba foi arrombada e assaltada em julho de 2017 e que no local foram encontradas cápsulas do mesmo lote de munição.

Lote é o mesmo de parte das balas utilizadas na maior chacina do Estado de São Paulo, em 2015, e também nos assassinatos de 5 pessoas em guerras de facções de traficantes em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

Polícia acredita que assassinos observaram Marielle antes do crime porque sabiam exatamente a posição dela dentro do carro. Vereadora estava sentada no banco traseiro – algo que não costumava fazer – e o veículo tem vidros escurecidos.

Testemunhas: assessora de Marielle e uma segunda pessoa foram ouvidas sobre o caso.

Polícia reuniu imagens de câmeras de segurança. Cinco das 11 câmeras de trânsito da Prefeitura do Rio que estavam no trajeto de Marielle estavam desligadas.

A investigação ganhou um reforço de 5 promotores, a pedido do responsável pelo caso.

Vereador e ex-PM miliciano são citados por testemunha.

Dois homens são presos suspeitos de envolvimento no caso.

A DELAÇÃO

Quase dois meses após o crime, em maio, uma publicação do jornal O Globo deu indícios do que pode ter sido a articulação para matar Marielle. A reportagem mostrou que uma testemunha deu à polícia informações que implicaram no crime o vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM e miliciano Orlando Curicica.

A testemunha – que integrava uma milícia na Zona Oeste do Rio e foi aliado de Orlando – contou à polícia ter testemunhado uma conversa entre Siciliano e o miliciano na qual os dois arquitetaram a morte da vereadora. A motivação para o crime, segundo a testemunha, seria a disputa por áreas de interesse na região de domínio de Orlando.

“Ela peitava o miliciano e o vereador. Os dois [o miliciano e Marielle] chegaram a travar uma briga por meio de associações de moradores da Cidade de Deus e da Vila Sapê. Ela tinha bastante personalidade. Peitava mesmo”, revelou a testemunha, de acordo com o jornal.

Tanto Siciliano quanto Orlando negam ter planejado a morte da vereadora. No mês seguinte à publicação de O Globo, o miliciano foi, a pedido da Segurança Pública do RJ, transferido para uma unidade prisional de segurança máxima.

Inclusive, os dois suspeitos presos em julho têm, segundo a polícia, estreita relação com a milícia de Curicica, chefiada por Orlando. Para investigadores da Delegacia de Homicídios, a dupla matou outros dois integrantes do grupo criminoso a mando do miliciano simplesmente porque havia a suspeita de um “golpe de estado” na quadrilha.

PONTOS DA DELAÇÃO

Testemunha diz que Marcello Siciliano (PHS) e Orlando de Curicica queriam Marielle morta.

Motivação seria avanço de ações comunitárias da vereadora na Zona Oeste.

Conversas sobre o crime teriam começado em junho de 2017.

Ex-aliado de Orlando citou, além de Siciliano e o miliciano, outras quatro pessoas.

Homem chamado “Thiago Macaco” teria levantado informações sobre Marielle.

A REAÇÃO DE ORLANDO

Orlando Curicica pediu para ser ouvido pelo Ministério Público Federal. Alegou que estava sendo pressionado pela polícia do Rio para assumir a autoria do assassinato de Marielle.

O Jornal Nacional teve acesso, com exclusividade, ao que Orlando disse a dois procuradores federais no dia 22 de agosto.

No depoimento, Orlando de Curicica contou que o responsável pela Divisão de Homicídios, Giniton Lages, esteve no presídio de Bangu em maio. O delegado queria ouvi-lo confessar que matou Marielle a mando do Siciliano. Ele se referia ao vereador Marcelo siciliano, do PHS, e à delação que acusou ambos.

Orlando acusa a testemunha de ser um miliciano que se desentendeu com ele. Orlando disse ter respondido ao delegado Giniton Lages que não tinha envolvimento com o caso e que o delegado teria pedido então para ele acusar o vereador Marcelo Siciliano:

“Fala que o cara te procurou, pediu para você matar ela, você não quis, e o cara arrumou outra pessoa. Mas que o cara que pediu para matar ela”.

Orlando recusou e disse que foi ameaçado. Falaram que iam transferi-lo para um presídio federal e colocariam mais três ou quatro homicídios na conta dele.

Orlando acusa a testemunha de ser um miliciano que se desentendeu com ele. Orlando disse ter respondido ao delegado Giniton Lages que não tinha envolvimento com o caso e que o delegado teria pedido então para ele acusar o vereador Marcelo Siciliano:

“Fala que o cara te procurou, pediu para você matar ela, você não quis, e o cara arrumou outra pessoa. Mas que o cara que pediu para matar ela”.

Orlando recusou e disse que foi ameaçado. Falaram que iam transferi-lo para um presídio federal e colocariam mais três ou quatro homicídios na conta dele.

GRILAGEM COMO MOTIVAÇÃO

Em entrevista ao “Estado de S.Paulo” em dezembro, o secretário de Segurança, general Richard Nunes, afirmou que a vereadora Marielle Franco foi morta por milicianos que viam nela uma ameaça a negócios de grilagem de terras na Zona Oeste do Rio.

A fala de Nunes veio um dia após operação malsucedida para prender suspeitos de envolvimento no crime.

A ENTREVISTA

Nunes falou ao “Estadão” no dia 14 de dezembro.

“Era um crime que já estava sendo planejado desde o final de 2017, antes da intervenção”, disse Nunes ao “Estadão”.

“Ela estava lidando em determinada área do Rio controlada por milicianos, onde interesses econômicos de toda ordem são colocados em jogo”, prosseguiu. “O que leva ao assassinato da vereadora e do motorista é essa percepção de que ela colocaria em risco naquelas áreas os interesses desses grupos criminosos”, emendou.

“A milícia atua muito em cima da posse de terra e assim faz a exploração de todos os recursos. E há no Rio, na área oeste, na baixada de Jacarepaguá, problemas graves de loteamento, de ocupação de terras. Essas áreas são complicadas”, continuou Nunes.

Ainda segundo o secretário, Marielle vinha conscientizando moradores sobre a posse da terra. “Isso causou instabilidade e é por aí que nós estamos caminhando. Mais do que isso eu não posso dizer”, afirmou.

Com informações do G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Floriano Peixoto disse:

    A ausência de uma resolução para esse caso é uma IMORALIDADE!

  2. Neriberg disse:

    A investigação de homicídio mais longa da história. Só acabará quando um bode expiatório surgir.

    • Marcus Marinho disse:

      Como a maioria dos brasileiros, povo pobre, sem cultura, sem educação, tem memória seletiva proposital. Esse caso Mariele vem sendo explorado e usado pela esquerda de forma imoral, enquanto os juízes e delegados assassinados de forma semelhante continuam sem saber quem foram os autores. Dois pesos para situações iguais.

Operação contra jogo do bicho cumpre mandados de busca e apreensão na escola de samba Grande Rio

Os agentes na sede da Grande Rio Foto: Letícia Gasparini / Agência O Globo

Onze endereços ligados ao jogo do bicho na Baixada Fluminense são alvos, na manhã desta quinta-feira, de uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual e da Polícia Civil. Cinco foram denunciados por organização criminosa e lavagem de dinheiro proveniente da exploração de jogos de azar. A operação, batizada de Mala Fortuna, também está cumprindo o bloqueio e sequestro de bens dos denunciados no valor de R$20 milhões.

Entre os endereços, estão a quadra e o barracão da Acadêmicos do Grande Rio, em Duque de Caxias. O presidente de honra da escola, Antônio Jaider Soares da Silva é apontado pelas investigações como chefe da organização criminosa e responsável por controlar a exploração de jogos de azar nesse município da Baixada.

A quadra da Grande Rio foi alvo da operação Foto: Letícia Gasparini / Agência O Globo

Segundo a Polícia Civil, ele figura como sócio de empresas ao lado do filho, Yuri Soares Reis, e do sobrinho, Leandro Jaider Soares da Silva. Os dois são investigados como braços operacionais da quadrilha na operação de lavagem de dinheiro e no controle financeiro da organização.

Já Dagoberto Alves Lourenço é citado como homem de confiança de Antônio Jair e Leandro. Ele seria o responsável pelas operações nas contas bancárias relacionadas às empresas e à escola de samba.

O quinto denunciado é Paulo Henrique Melo Rufino, apontado como “laranja” do grupo e responsável pela lavagem de dinheiro do jogo do bicho e de jogos de azar.

A investigação revelou operações financeiras suspeitas superiores a R$ 100 mil em dinheiro envolvendo os acusados. Foram descobertas também operações com imóveis. Segundo a Polícia, os acusados juntavam recursos ilícitos com os de atividades econômicas legais. Eles também dissimulavam a propriedade de imóveis com o uso de laranjas.

Extra – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JOAO disse:

    a algo malo en el reino del río. en el río todo puede.ate hombre bailar con hombre-y mujer con mujer-

  2. Gildson disse:

    Certos comentários nem deviam ser postados, não é censura, mas tem que retirar aquilo que nada serve para uma construção razoável de uma discussão.

  3. Escritor disse:

    Perseguem o jogo do bicho e as casas de jogo. Mas na tv paga nos canais esportivos so o q tem eh propaganda dos bets da vida. Sites localizados no exterior. Nos bares os garcons oferecem a aposta. O dinheiro vai pro "bicheiro internacional". China. Russia. Santa hipocricia.

OPERAÇÃO ATALAIA – (FOTO): PF cumpre mandados e prende dois homens em flagrante em Natal e Parnamirim; material contendo pornografia infantojuvenil apreendidos

Foto: Divulgação PF

A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira(22), na Região Metropolitana de Natal, três mandados judiciais de busca e apreensão referentes a Operação Atalaia que apura crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes. As ordens judiciais foram expedidas pela 14ª. Vara da Justiça Federal/RN.

Durante as buscas, dois homens, ambos potiguares, com idades de 31 e 46 anos, respectivamente, foram presos em flagrante nas cidades de Natal e Parnamirim por estarem de posse de material contendo pornografia infantojuvenil.

Ao todo, 12 HDs foram apreendidos e serão submetidos a análises.

Os presos no RN se encontram custodiados na Superintendência da PF, à disposição da Justiça.

FOTOS: Busca e apreensão em Currais Novos recolhe material de campanha que apresenta Lula como candidato

Fotos: CEDIDAS – MPRN

Na manhã desta sexta-feira (5), 545 panfletos, adesivos e santinhos irregulares foram apreendidos em um comitê de campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) na cidade de Currais Novos. O material apresenta a menção ao ex-presidente Lula como candidato à Presidência. O mandado de busca e apreensão foi determinado pelo juízo da 20ª Zona Eleitoral foi cumprido pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da Promotoria de Justiça da cidade, com apoio da Polícia Militar.

Luiz Inácio Lula da Silva teve o registro de candidatura indeferido pelo TSE, que autorizou, os juízes auxiliares da propaganda eleitoral – em todo o país – a mandar apreender qualquer material que constatassem nessa condição, ressalvados, porém, os impressos em que Lula aparece apenas como apoiador, a exemplo do que utiliza o slogan “Haddad é Lula”.

Em alguns estados foi detectada a continuidade da utilização e da distribuição do material proibido, mesmo depois da decisão do TSE. No Rio Grande do Norte, inúmeras denúncias têm chegado ao Ministério Público Eleitoral, inclusive instruídas com vídeos e fotografias do material verificado.

Os encaminhamentos dessa apreensão serão adotados no âmbito da investigação, que transcorre na Promotoria Eleitoral da 20ª Zona Eleitoral.

As informações são do MPRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Suzana Vaz disse:

    Por que o MP não Cassa de vez a Chapa toda desses sujeitos??? Se fosse um partido pobre, já estariam fora das eleições… Haaaa!

  2. Bolsonaro17 disse:

    PT sendo PT! Os dias dessa organização criminosa está acabando…dia 07 é 17.

  3. Helio Motta disse:

    Ser desonesto é da essência do petista e do PT.
    Não tem jeito, está no sangue.

Polícia Civil no RN cumpre mandados de busca e apreensão contra empresários do ramo imobiliário; grupo vendeu mais de 200 lotes e arrecadou aproximadamente R$6 milhões

Na manhã desta sexta-feira (18), a Polícia Civil deflagrou a Operação Héstia nas cidades de Pau dos Ferros, Mossoró, Natal, além de Icapuí, do Ceará, onde cumpriu mandados de busca e apreensão contra integrantes de um grupo de empresários do ramo imobiliário, que teriam no ano de 2011 realizado o lançamento de um Condomínio Club na cidade de Pau dos Ferros, o Village Boulevard.

Após venderem centenas de lotes, os empresários abandonaram as obras e foram embora da cidade. A operação policial foi batizada de Héstia em referência a uma das 12 Deusas detentoras da chave do Monte Olimpo, sendo a personificação da moradia estável, protetora da família, da moradia e da cidade.

A Operação Héstia foi resultado de uma força tarefa formada pelas equipes da Delegacia Regional e Municipal de Pau dos Ferros; da Delegacia Regional de Mossoró, da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (DEICOR) e Delegacia Municipal de Icapuí do estado do Ceará. Durante a ação, os policiais apreenderam caixas de documentos, carros, joias e aparelhos eletrônicos que serão analisados durante a investigação.

“O grupo vendeu mais de 200 lotes e arrecadou aproximadamente 6 milhões de reais para realizar uma obra que estava orçada em pouco mais de 7 milhões. Pouco mais de 20% das obras foram realizadas e o único escritório do empreendimento na cidade foi fechado. Os administradores foram embora deixando para trás dezenas de famílias prejudicadas que sonhavam em construir suas casas naquele que seria o primeiro condomínio clube da cidade. Os indícios apontam para uma organização criminosa”, detalhou o delegado regional de Pau dos Ferros, Inácio Rodrigues.

Polícia Civil cumpre mandado de busca e apreensão em fábrica de sandálias falsificadas

A equipe da Delegacia Especializada de Defraudações (DEFD) cumpriu na tarde desta quinta-feira (05), em conjunto com a DP Regional de Caicó, mandado de busca e apreensão contra a empresa Knowsurf, que estava falsificando sandálias da marca Kenner.

Durante a ação foram apreendidas cerca de 2 mil sandálias prontas para comercialização e aproximadamente 3 mil sandálias que estavam sendo confeccionadas.

O gerente da fábrica, Leandro Costa de Azevedo, foi conduzido à Delegacia Regional de Caicó, onde foi ouvido e liberado. O proprietário da fábrica não estava no local no momento da abordagem policial. A ação aconteceu em Jardim do Seridó.

Polícia Civil cumpre 8 mandados de busca e apreensão no interior do Estado

Por interino

A equipe de Policiais civis da 7ª Delegacia Regional de Polícia, sob o comando do delegado Sandro Régis, cumpriu na manhã desta quarta-feira (7) 8 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Comarca de Martins, na Cidade de Antônio Martins.

A operação contou com o apoio da Polícia Militar e das equipes de Polícia Civil de Caraúbas e de Umarizal e foi coordenada pelo delegado Erick Gomes e pelo Capitão Brilhante. Esse trabalho visa reprimir sistematicamente o tráfico de drogas, crimes contra o patrimônio e de homicídio que ocorrem na região.

A ação resultou na apreensão de um veículo Triton, ano 2008, cor prata e de cartões de crédito e de benefício de aposentadoria de terceiros, que estavam com Antônio Edvanio de Oliveira, vulgo “gato”, ele foi conduzido à delegacia. Também foi autuado em flagrante Lindomar Paulo de Araújo, 41 anos, com ele foi apreendida certa quantidade de entorpecente e uma arma de fogo.

Novos nomes devem surgir entre os réus da Operação Assepsia

Quem imagina que a Operação Assepsia se deu por encerrada com a apresentação da denúncia do Ministério Público à justiça e a prisão de alguns envolvidos está muito enganado. Novos e graves desdobramentos estão sendo esperados, como resultado da análise de documentos confiscados no dia 27 de junho, durante os mandados de busca e apreensão.

O BLOG do BG obteve a informação de que na casa do então secretário de Planejamento, Antônio Luna,  e do Coordenador Administrativo e Financeiro da Secretaria Municipal de Saúde, Francisco de Assis Rocha Viana, foram encontrados documentos que ligam os envolvidos a outras pessoas que não haviam sido incluídas na denúncia.

Entre os papeis comprometedores estão faturas e despesas pessoais de terceiros pagas em valores bastante altos.

Operação Sinal Fechado: MP prende suplente de senador João Faustino e mais 8 pessoas

O ex-deputado federal e atual suplente de senador João Faustino foi preso na manhã desta quinta-feira (24) em uma operação do Ministério Público Estadual com o apoio da Polícia Militar. Além de João Faustino, outras pessoas já foram presas, mas os nomes ainda não foram repassados.

O comandante da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, coronel Francisco Canindé de Araújo, confirmou a participação da corporação na operação. “Estamos com 59 equipes envolvidas na operação. Mas como é uma investigação do Ministério Público, não tenho detalhes a repassar”, falou o comandante.

A operação foi batizada Sinal Fechado, mas ainda não se explicou o porquê. Os promotores de Justiça envolvidos na operação deverão conceder uma entrevista coletiva ainda nesta quinta para detalhar a ação.

Tribuna do Norte

Do Blog: Foram expedidos pela juíza Emanuella Cristina Pereira Fernandes, da 6ª vara Criminal de Natal, 14 mandados de prisão e 25 mandados de busca e apreensão. A operação Sinal Fechado tem ligação com o contrato de inspeção veicular pactuado pelo Governo Iberê e suspenso pelo Governo Rosalba. Nesse exato momento já tem 9 pessoas presas, também foram realizados mandados de busca em São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Entre os presos, que neste momento estão no ITEP fazendo exame de corpo de delito, estão ex-políticos, empresários da construção civil e ex-administradores do DETRAN.

Entre os locais “visitados” pela Polícia Militar com o MP estão os edifícios Belo Monte e Manoel Dantas em Petrópolis e o condomínio Porto Brasil em Pirangi.

Atualizado às 07:55:

Entre os empresários presos estão Gilmar da Montana e o ex-dirigente do Detran, Carlos Theodorico, o ex-procurador do Detran, Marcus Vinicius,  além do genro de João Faustino, o empresário Marcos Procopio.

Na saída do Itep, João Faustino disse não saber o motivo de ter sido preso. “Não faço a menor ideia de ter sido preso, mas já estou trabalhando para entrar com um habeas corpus. Questão judicial não se discute”, falou, antes de ser encaminhado para o quartel.

Todos os presos já se encontram no QG da PM na Rodrigues Alves.

Atualizado às 09:40

Quarenta promotores e 250 policiais militares estiveram envolvidos na Operação Sinal Fechado. Na operação, foram envolvidos os ministérios públicos do Rio Grande do Norte, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, além da colaboração da Polícia Militar do RN e da Polícia Federal.

A investigação principal: fraude em processo de elaboração de lei em meados de 2009, até o processo licitatório em 2010 com pagamentos de propinas.

Também está implicado  na Operação Sinal Fechado o filho da ex-governadora Lauro Maia

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Renata disse:

    Onde está a assessora direta de Drº Marcus Vinicius, a Drª Débora Gurgel, irmã do Ítalo Gurgel?
    A casa Caiu.

  2. Eduardo disse:

    Acredito que essa operação sinal fechado seja responsável pelo fechamento da C.R.C(Central de Registros de Contrato). Sería MARAVILHOSO que aquilo permanecesse fechado PRA SEMPRE!!!! Afinal, não passa de uma farra essa exigência de registros de contratos que prestigiam só Deus sabe a quem!

  3. Marcão Sarmento disse:

    Caro blogueiro, eu fico imaginando a cara de nojo das dondocas que transitam pelos elevadores destes prédios chiquérrimos, bem como dos dondocos respectivos, ao se deparar com os "puliças" chegando logo cedo, na hora do cooper. Até os poodles e chiuahuas ficaram indignados…
    Muita gente que, por enquanto escapou, e que mora no Belo Monte e no Manoel Dantas, deve ter tido vontade de pular do apto. ao ver as viaturas lá embaixo. Mas ficou apenas no desespero, no pavor e na indisposição estomacal repentina e violenta.
    Calma, ainda não é a vez de vocês, por enquanto vão cuidar apenas da limpeza matinal que a referida indisposição deixou de legado. Por enquanto…