Quarentena impulsiona busca por relações extraconjugais; homens e mulheres revelam usar aplicativos, chats e ‘sexting’

FOTO: DANAE DIAZ/BBC THREE

“Ele estava dormindo e eu levei o celular para o banheiro. Não precisa de um grande esquema secreto para a troca de mensagens, dos nudes…. Todo mundo carrega o telefone pra todo canto, pro banheiro, pra cozinha, não é algo tão calculista como pode parecer”, conta a arquiteta Bianca*, 36, que está em isolamento social com o namorado Gabriel, no Rio de Janeiro (RJ) desde março.

Os dois estão juntos há cinco meses, mas Bianca conta que as consequências da pandemia do novo coronavírus foram decisivas para a maneira como o relacionamento foi construído. “Antes da quarentena, não tinha um status de namoro. Gosto do Gabriel e de estar com ele, mas não queria que nosso relacionamento tivesse se aprofundado tanto como aconteceu por causa da pandemia “, confessa ela, que se sente “traindo” o parceiro.

“Continuo em contato com outros homens e uma mulher, trocando mensagens, nudes e praticando sexo virtual, mas me sinto um pouco culpada. Não sofro por isso, mas não acho que seja justo com ele. Só que também não consigo abrir mão do conforto emocional que o namoro me traz e nem da vida sexual que eu gostaria de estar levando e estaria, sem culpa e sem amarras, se não fosse pela pandemia”, diz ela.

Também no Rio, a publicitária Luciana*, 35, divide o apartamento com o marido – como o reconhece e chama – há cinco anos. Como Bianca, ela sentiu os efeitos do isolamento social sobre seu relacionamento, que já estava, como conta, em crise.

“Antes de a pandemia ‘estourar’ eu já estava cogitando a possibilidade de me separar. Sentia que a gente estava se afastando afetivamente, sexualmente e emocionalmente. Daí veio a quarentena e a crise ficou meio ‘em stand by’. Não ouso ‘mexer neste vespeiro’ porque não tem como resolver. Não tem como a gente se separar em meio a este caos, não tem como dar um tempo, então prefiro manter uma convivência minimamente harmônica enquanto isso durar”, explica ela.

Apesar de destacar um convívio agradável com o marido – “gosto da companhia dele”, ela diz -, Luciana conta que se aproximou, durante a pandemia, de um outro homem, um conhecido de faculdade. Os dois se reencontraram em uma festa de amigos em comum no início do ano e passaram a trocar mensagens.

“Começou como uma amizade e de uns meses para cá, falarmos abertamente sobre o interesse que temos um no outro. Só não tem nada em tom explicitamente sexual: troca de nude, sexo virtual, nada disso. Mas falamos sobre nosso dia, conto meus planos para o futuro, ele fala dos dele, mandamos fotos do cotidiano. De certa forma, me sinto como se fôssemos um casal, tirando as relações sexuais/eróticas, até porque pela pandemia, não tem a pressão da possibilidade de um encontro físico. Mas me sinto envolvida afetivamente, conectada sentimentalmente, com uma rotina a dois de certa forma com ele, de um jeito que eu não me sinto mais em relação ao meu marido”, confessa.

Desejo de ‘estar fora’

Segundo Cláudio Paixão, doutor em psicologia social e professor da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o isolamento social necessário como medida de prevenção contra a covid-19 causa uma redução do espaço físico vivenciado pelas pessoas, o que não acontece com os espaços psíquicos, impactando a maneira como vivenciam seus desejos.

“As pessoas estão o tempo todo em diálogo com o mundo, em seu trabalho, sua vida social, outros lugares que não a casa e o próprio relacionamento. Com o isolamento, há uma redução deste espaço físico de interatividade, mas o campo psicológico não passa por isso de pronto. Então as pessoas não entendem ou aceitam imediatamente que sua rede de relacionamentos também está limitada. Isso faz com que se olhe para fora: de casa, do relacionamento. É um desejo de ‘estar fora’. Isso aparece nos memes de saudades do bar, da vontade de ‘se aglomerar’, de praticar atividades físicas, os mais diversos desejos de troca, inclusive a sexual e afetiva. E o que se tem feito como alternativa é uma virtualização das relações para suprir estes desejos”, aponta o especialista, citando exemplos como troca de nudes e a prática de ‘sexting’, sexo virtual por mensagens.

Sem sair desde março da casa em que vive com o namorado em Belo Horizonte (MG), o pesquisador Caio, de 28 anos, passou a utilizar o que ele chama de “aplicativos de pegação” e tem participado de chats em busca de parceiros sexuais.

“Acho que sempre tivemos um relacionamento aberto velado. Já fiquei com outros caras e sei que ele também. Mas era algo esporádico, quando rolava um clima numa festa, coisa de momento. Não falamos sobre isso, e nunca busquei esses encontros ativamente, acredito que nem ele. Agora na pandemia, me vi mais impelido a fazer isso, tenho usado aplicativos de ‘pegação’, inclusive trocando nudes neles e em chats como do Facebook, coisa que nunca tinha feito. Não sei se ele também faz, mas não me incomodaria”.

Caio diz que isso não afetou sua relação com Igor, com quem mora há 8 anos. “Apesar de estarmos na mesma casa, que é antiga e enorme, não ficamos o dia todo no mesmo ambiente. Além disso, eu trabalho muito tempo diante do computador, então temos uma certa privacidade. Não frequento esses aplicativos e chats descaradamente, na frente dele. Nossa vida sexual continua bastante ativa e nosso envolvimento afetivo e emocional continua o mesmo de antes, mais intenso até, eu diria. Sinto que nosso relacionamento é muito estável”.

‘Tinderização’ das relações

Para o psicólogo Cláudio Paixão, outro fator que impacta a busca por relações extraconjugais é um padrão de se relacionar que ele chama de ‘tinderização’ (referência ao aplicativo Tinder, que permite interação entre as pessoas a partir de um “match”, função que aponta interesse mútuo entre dois usuários).

“Com o advento das redes sociais, criou-se a possibilidade de se navegar e ver outras pessoas, possibilidades de relacionamento diferentes das que se tem. Surge um cardápio maior de possibilidades, o que sugere, atiça uma série de outros desejos, ainda que baseados em fantasias, porque na internet as pessoas se mostram como querem ser vistas.”

Cláudio sugere, ainda, que essa ‘tinderização’, trazendo a grande possibilidade de outras escolhas sexuais e afetivas, também tende a tornar as gerações atuais menos tolerantes aos aspectos que as desagradam em seus parceiros.

“Há a tendência de redução de tolerância ao erro do outro. Antes você acabava convivendo por um tempo, ia estreitando laços com alguém para aprender sobre a pessoa em diversos níveis. Neste momento de tinderização, as pessoas têm muitas escolhas e um baixo limiar de resistência à frustração de expectativas. Você vê o outro, se interessa e começa a conversar. Se surge algo que desagrada, é só ‘jogar pro lado’ e interromper o contato”, aponta o especialista, destacando como o isolamento social impacta este efeito.

“Neste momento, o que há de bom e ruim nas relações se sobressai ao mesmo tempo em que há essa diminuição da tolerância. Somando a isso fatores como o cuidado com filhos e com pessoas idosas, o teletrabalho e o ensino à distância, cria-se um desgaste da relação a dois. Isso pode fazer com que o interesse da pessoa se volte ‘para fora’ da relação confinada naquele espaço de tensão. Por isso é sempre importante dialogar.”

Moralização dos relacionamentos

Apesar dessa tendência em se querer experimentar “o que está fora” de um relacionamento monogâmico diante do confinamento, a pandemia do novo coronavírus pode trazer uma certa moralização dos modelos conjugais. É a análise feita pelo antropólogo Antônio Pilão, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pós-doutorado em gênero e sexualidades em andamento no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGCSO- UFJF).

“Vejo uma relação muito estreita com o fenômeno da aids nos anos 1980 e 1990. O mundo havia saído de um contexto de experimentação afetiva e sexual dos anos 1970. Com a aids, houve uma remoralização dos desejos e práticas, porque entendia-se que a proliferação do HIV era proveniente da promiscuidade sexual. Então a limitação das experiências afetivas e sexuais e a monogamia como regra foram uma resposta a essa premissa”, analisa Antônio, um dos pesquisadores pioneiros no estudo de relações não monogâmicas no país.

“Estamos diante de um vírus que se alastra a partir das interações sociais, do abraço, do beijo. Essas são, na sociedade ocidental, porta de entrada para a sexualidade. Com isso, os relacionamentos tornam-se uma discussão sanitária, o que também influencia nossa visão moral. Antes da pandemia estávamos em um momento, desde o início dos anos 2000, de maior abertura para o questionamento das limitações da monogamia. Agora, parece que estamos entrando em uma fase em que ela se apresentaria como a única possibilidade conjugal possível, até por questões de saúde pública”, avalia o antropólogo.

“A infidelidade é uma afirmação da monogamia”

Antônio explica também a diferença entre estar em uma relação não monogâmica e ter relacionamentos extraconjugais:

“A monogamia dificilmente é um acordo. Nascemos em uma sociedade em que essa normatividade está posta, limitando a sexualidade, a afetividade e o que chamamos de amor (num relacionamento) exclusivamente a outra pessoa. As relações não monogâmicas questionam esse modelo e não são a ausência total de regulação, mas a proposta de regulações e contratos que não sejam absolutos como a monogamia. Já a infidelidade é uma afirmação da monogamia. Driblar os pressupostos e as regras da norma vigente não constrói novos acordos, mas representa uma manutenção dos antigos, ainda que seja no descumprimento deles. Por isso também há o sentimento de culpa, arrependimento, vergonha e as práticas se mantêm clandestinas.”

Para Antônio, é impossível prever como serão construídos os modelos de conjugalidade em um possível mundo pós-pandemia.

“Não sabemos se no que ano que vem o cenário atual vai estar superado. Se vamos passar anos, décadas usando máscara, e temendo o contato com pessoas estranhas, perdendo hábito de ‘ficar’, por exemplo. Nesse sentido, a preocupação com a infidelidade não deve vir de suas questões morais, mas do risco iminente de contágio. Principalmente num contexto de possíveis encontros clandestinos, podendo expor pessoas que nem sabem dos perigos que correm. O ideal seria que os casais pudessem conversar e encontrar alternativas de acordos sanitariamente seguros que funcionassem para eles e para a sociedade, já que se trata de uma questão coletiva”.

IG, com BBC

 

Reportagem do G1 assume erro e diz que busca e apreensão não foi em casa que constava em declaração de bens de Bolsonaro

Foto: TV Globo

O Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriu, na manhã desta quinta-feira (18), um mandado de busca e apreensão em uma casa em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio, onde morava Alessandra Marins, ex-funcionária da Alerj e atual funcionária do gabinete de Flávio Bolsonaro.

(CORREÇÃO: O G1 errou ao informar na publicação desta reportagem que a casa constava em declaração de bens que Jair Bolsonaro informou ao TSE nas eleições de 2018. O alvo do mandado foi na casa em frente. A informação foi corrigida às 9h40.)

(Foto: Reprodução/Globo.com)

A ação faz parte de uma operação, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público, em desdobramento das investigações sobre o esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) supostamente comandados por um dos filhos do presidente, o Flávio Bolsonaro, quando ele era deputado estadual.

Fabrício Queiroz, ex-assessor e ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foi preso em Atibaia, interior de São Paulo.

Enquanto a equipe do MP estava dentro da casa, era possível ouvir barulhos de marretadas nas paredes, sugerindo que os agentes quebravam a alvenaria enquanto realizavam as buscas.

A ação de busca e apreensão no imóvel durou cerca de uma hora. Os agentes saíram carregando duas sacolas, mas sem dar detalhes do que foi apreendido.

Morava na casa Alessandra Esteves Marins, que faz parte da equipe de apoio a Flávio no Rio a que o parlamentar tem direito. Há uma placa de “Vende-se” na porta do imóvel.

Vizinhos contaram que Alessandra se mudou do imóvel há cerca de um mês. Uma vizinha chegou a telefonar para Alessandra quando os agentes chegaram para cumprir o mandado, mas ela não atendeu a ligação.

De acordo com o Ministério Público, o mandado na casa de Bento Ribeiro é cumprido contra Alessandra, que também já foi servidora da Alerj.

Também são alvo da operação a ex-servidora da Alerj Luiza Paes Sousa. Os agentes foram até a casa dela em Oswaldo Cruz, também na Zona Norte do Rio. Ela teria repassado R$ 155 mil em salários para Fabrício Queiroz.

Os outros alvos da operação são Matheus Azeredo Coutinho, que ainda é funcionário da Casa Legislativa, e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

De acordo com o Ministério Público, além da busca e apreensão, a Justiça autorizou a aplicação de medidas cautelares contra os investigados, dentre elas o afastamento da função pública, obrigatoriedade de se apresentar à Justiça mensalmente e proibição de fazer contato com testemunhas.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arthur disse:

    Se todo veículo de comunicação tivesse corrigido as notícias falsas nessa velocidade, o Brasil estaria muito diferente hoje.

  2. aof disse:

    Credibilidade indo pro beleléu. Tá na hora de procurar outras opçoes de informação.

  3. realista disse:

    como que o todo poderoso grupo Globo iria errar desse jeito ? incrível não ? , vc acredita que isso foi um erro ? se vc acredita então vc acredita em boitata e mula sem cabeça, isso não passou de mais uma "notícia " tendenciosa.

  4. Severino disse:

    Mais uma Fake news ??? Alexandre Moraes irá investigar ???

    • Cigano Lulu disse:

      Como fake news se a notícia foi retificada em questão de horas? Contenha a ânsia.

    • Severino disse:

      Uma entre tantas ! Tire a sua venda e verá !

    • Hulk disse:

      Cigano, em questões de horas já tinha se espalhado a milhões de pessoas meu caro.
      Seja inteligente.
      Esse pessoal, que vê o circo pega fogo.
      Deja de ser bôbo.
      Só não vê quem não quer.
      Resta saber o que aquele ministro Careca, vai fazer com a turma da globo lixo.
      Aliás,, já da pra saber.
      NADA!!!!!

  5. Chega de Canalhas disse:

    É sempre assim, espalham a notícia errada propositalmente e depois vem com a correção. A GloboLixo está sendo uma grande divulgadora de FAKES!!!

  6. MORO É O CARA disse:

    Vai ser muito serviço para o nosso Ministro Comunicar. Assumir com a casa caindo foi muito azar. Mas creio que Mourão com Fábio vão pacificar a nação. Tenho plena certeza que o General é melhor que o capitão, e que conduzirá sem problemas até 2022.

  7. GALEGO disse:

    É melhor JAIR se acustumando, o véi é duro é duro!
    Pode pegar o senador, mas o presidente, DUVIDO.

    • mauricio disse:

      É mesmo vou, muito bem.feito

    • Anti-Político de Estimação disse:

      É melhor não botar a mão no fogo por político NENHUM desse Brasil véi de guerra : o caba pode se queimar, kkkk.

    • Nordestino disse:

      Igual a Lula, a alma mais honesta do mundo. Muuuuuuu kkkkkk

Estudo brasileiro pode ajudar na busca por vida extraterrestre

Foto: Reprodução

Pesquisadores do CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia em Materiais), em Campinas, no interior de São Paulo, criaram imagens 3D de formas de vida de aproximadamente 1,9 bilhão de anos atrás. As fotos foram feitas com a ajuda de um método avançado de produção de imagens, e são as mais detalhadas já produzidas até hoje.

A análise foi feita em parceria com pesquisadores da Suíça e da França, e abre caminho para novos estudos com fósseis, que são usados há décadas para entender o surgimento e a evolução da vida na Terra, e até mesmo para ajudar na busca por vida em outros planetas.

De acordo com o CNPEM, os microfósseis foram encontrados na Formação Gunflint, no Canadá, e têm cerca de 1,88 bilhão de anos. Os restos preservam microorganismos semelhantes às bactérias atuais, mas que viveram durante um período em que apenas organismos microscópicos habitavam o planeta. A Formação Gunflint é bem conhecida por paleontólogos por ser referência em preservação de fósseis.

Lâmina de rocha analisada. Os microfósseis se encontram nas áreas vermelhas/Foto: Divulgação

Para produzir as imagens, os pesquisadores usaram raios-X do tipo síncotron, etapa que foi realizada pelo Instituto Paul Scherrer, por meio do Swiss Light Source. A técnica envolve feixes de luz muito intensos produzidos por grandes aceleradores de partículas chamados síncotrons.

Usando essa técnica de tomografia em alta resolução, foi possível observar os microorganismos em três dimensões dentro de minúsculos pedaços de rocha, sem precisar quebrá-las. Assim, os cientistas conseguiram reconstruir as células e observar como os processos geológicos e o tempo afetaram sua forma e composição original.

A 1ª imagem é resultado da análise microscópica; as demais são visualizações em 3D de tomografia de raios-X em diferentes planos/Foto: CNPEM

A única fonte de luz síncotron na América Latina fica no Laboratório Nacional de Luz Síncotron, em Campinas. É onde trabalham os pesquisadores Lara Maldanis, doutora pelo Instituto de Física de São Carlos (USP), e Douglas Galante, pós-doutor em astronomia pela USP, líderes do estudo.

Ao longo da análise, descobriu-se também que, ao contrário do que se imaginava, fósseis antigos não tinham revestimento de hematita. Na verdade, eles eram compostos de material orgânico (invisível na microscopia óptica) e revestidos com cristais de maghemita de óxido de ferro.

“Isso mostrou que, no nível das células e em contato com a matéria orgânica, os óxidos de ferro seguem um padrão de transformação diferente do resto da formação, o que aprimora nossa compreensão de como essas estruturas foram preservadas e como foram alteradas depois de permanecerem enterradas por bilhões de anos”, disse o CNPEM em comunicado.

O instituto acrescentou ainda que o grande desafio em estudos como esse está nas características dos microfósseis, que têm apenas alguns micrômetros de diâmetro – dez vezes menos espessos que um fio de cabelo humano. Além disso, o material sofre alterações geológicas com o passar do tempo, causadas pela pressão e temperatura das rochas acima dele.

Por isso o resultado da pesquisa é importante. “Usando técnicas como esta, a ciência poderá revelar mais detalhes sobre os primeiros vestígios de vida na Terra ou mesmo em Marte, que nos ajudarão a responder algumas das questões mais intrigantes da ciência: como a vida surgiu na Terra? E estamos sozinhos no universo?” concluiu o Centro.

Com UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Barros disse:

    Isso serve pra quê???

  2. Dulce disse:

    Deixa pra gastar com isso quem pode, as pessoas não tem nem água e alimentação, tão gastando dinheiro com isso, pqp, deixa pra os EUA, que pode gastar

  3. Bruno disse:

    Pense numa matéria inútil!

    • Cigano Lulu disse:

      Inútil para muitos, porém importante como notícia por fugir do convencional. Como, por exemplo, a pandemia em curso: de tanto "morder o cachorro" e outros bichos, avalia-se que os chineses terminaram se tornando incubadoras ambulantes do novo coronavírus.

Busca por yoga e meditação explode na web na quarentena

Foto: Pixabay

Terapias alternativas têm sido o refúgio de cada vez mais pessoas no isolamento social. Donos de canais no Youtube, perfis no Instagram e aplicativos viram o número de acessos se multiplicar no último mês. No período, um canal de yoga teve alta de 800% nas visualizações. Já um dos mais populares aplicativos de meditação guiada teve um aumento de 400% de downloads.

“Eu acho que não estaria aguentando a barra se não tivesse alguma coisa para me distrair dentro de casa. Eu fico uma hora e meia por dia, para ter aquele momento que eu desligo meu cérebro do resto do mundo”.

Assim como pra museóloga Júlia Pereira, práticas como yoga têm sido ferramentas valiosas para muita gente manter o equilíbrio emocional num momento de tantas incertezas. Ela sofre de ansiedade e é casada com um profissional de saúde. É com o yoga em casa que ela tem conseguido passar por essa fase.

“Eu comecei a prática de yoga em janeiro, depois de ter parado no hospital achando que eu tava tendo um infarto. Eu tava tendo uma crise de ansiedade grave. Eu comecei a prática e mantenho agora. Tá sendo fundamental”, conta Júlia.

A busca por yoga e meditação na internet explodiu durante o isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus. Perfis e plataformas que orientam as práticas em casa têm registrado altas expressivas nos acessos. É o caso do canal do Youtube Fernanda Yoga, administrado pela professora Fernanda Raiol, que teve aumento de 800% no número de visualizações diárias. Foram cerca de 1,4 milhão de acessos a mais em um mês.

“Eu senti um aumento muito grande nas indicações dos meus vídeos. De dor nas costas, série de yoga para iniciantes. Principalmente por parte de profissionais de saúde e novos praticantes que estão descobrindo a prática nessa quarentena e sentindo os benefícios”, relata Fernanda.

Também professor de yoga, Carlo Guaragna passou a dar aulas ao vivo diariamente pelo Instagram há pouco mais de um mês. Desde então, ele ganhou 20 mil novos seguidores na página Pratique Prána, que agora tem 135 mil. Ele também oferece conteúdos pagos, mas diz que sua preocupação nas aulas gratuitas é que o maior número possível de pessoas consiga praticar:

“Hoje em dia as aulas tem cerca de mil pessoas, todo dia praticamente. As aulas de yoga são para iniciante. Eu sempre foco na acessibilidade e na simplicidade do conteúdo. Para mim, o yoga é que nem feijão com arroz: o simples bem feito dá um resultado mundo grande. Ministrar as aulas gratuitas é uma forma de tornar isso mais acessível ainda.”

Os aplicativos de meditação guiada nunca foram tão baixados. Com mais de 260 mil usuários ativos, o Zen é um dos mais populares da categoria “saúde” e tem público em 150 países. O número de downloads do app cresceu 400% em um mês e chegou a 3,6 milhões. Um dos fundadores do aplicativo, Christian Wolthers, conta que o público está cada vez mais diversificado.

“Dentro do Zen, a gente tem pessoas que já têm uma prática meditativa regular até pessoas que estão querendo conhecer mais sobre meditação e estão buscando cursos focados no autoconhecimento. Então, a gente tenta abrir caminho para todos. Pela interação com nossos usuários, a gente sente que eles estão buscando ferramentas e caminhos para lidar melhor com tudo isso que está acontecendo”, explica Wolthers.

Há diversas maneiras saudáveis de driblar a ansiedade, o estresse e as preocupações excessivas e manter o equilíbrio do corpo e da mente apesar do cenário causado pela pandemia de Covid-19. Uma das terapias alternativas é a aromaterapia e o uso de florais, que não tem contraindicação. A terapeuta floral e aromaterapeuta Márcia Rissato explica que é possível acalmar as emoções por meio do olfato:

“Os florais de Bach originais transformam nossos estados negativos em positivos. Tem floral que traz conforto, abaixa o hormônio do estresse. Não adianta você lutar agora, tem que se acalmar para resolver. É isso que os florais oferecem.”

Assim como é possível e, agora, recomendável, fazer yoga e meditar sem sair de casa, também dá para adquirir florais e essências pela internet. A saúde da mente e do corpo agradecem.

CBN

 

Projeto do IFRN busca identificar possíveis epicentros de contaminação

“Quanto maior o número de amigos contaminados eu tiver, maior a probabilidade de eu contrair a Covid-19? Estando um amigo de meu amigo contaminado, qual é o grau de risco que corro de ser contaminado? ” Essas e outras perguntas motivaram a equipe do Laboratório de Inovação Tecnológica (LIT) localizado no Campus Caicó do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) a criar o Corona Finder.

Orientado pelo professor Daniel Macedo, o Corona Finder é um trabalho que busca identificar futuros epicentros da doença antes que eles surjam efetivamente. Para isso, são utilizados recursos de Inteligência Artificial (AI). “O projeto surgiu com objetivo de tentar mapear a interação social como forma de amenizar o contágio do Covid19. Dessa forma, a proposta inicial era que as pessoas entrassem em nosso sistema através da autenticação de suas redes sociais (Facebook e/ou Instagram) para que fosse analisado o grau de proximidade com algum contaminado”, disse o professor Daniel.

Segundo o professor, a primeira etapa da iniciativa teve complicações logísticas. Para desenvolver a pesquisa, o sistema de Inteligência Artificial precisava consultar as localidades das fotos e locais visitados pela pessoa que tivesse logada ao Corona Finder, avaliando os últimos centros urbanos (e suas respectivas quantidades de contaminados) visitados. Tudo isso para poder ponderar o grau de exposição e contágio para o usuário. Porém, “o uso do Api Graph, (ferramenta do Facebook, onde o projeto começou a ser posto em prática) estava muito burocrático. Eles pedem um tempo para avaliar o projeto e liberar ou não o uso dessas informações através da API. Com esse tempo de isolamento (até mesmo nos EUA), presumimos que as coisas iam demorar”, declarou Daniel.

Hábitos pessoais de higiene

Partindo para o plano B, a equipe do LIT desenvolveu a ideia de avaliar os hábitos pessoais de higiene das pessoas e tentar analisar a influência desses hábitos na contaminação, considerando sua geolocalização, seguindo algumas etapas:

1 – Coleta de dados dos usuários sobre seus hábitos e localização (etapa atual);

2 – Cruzamento de dados entre a distância dos usuários para os três centros urbanos mais próximos e a densidade de contaminados em tal área;

3 – Análise, com uso de uma rede neural, dos hábitos (ou mesmo o fator localização) mais cruciais para a contaminação, através de treinamento de um sistema de Inteligência Artificial com dados de todo o Brasil.

“Com a inteligência artificial treinada, a gente vai verificar qual localidade está tendo o mesmo comportamento crítico definido pela IA, respeitando um ponto de partida dos epicentros atuais. Por exemplo, a cidade de São Paulo tem muitos contaminados. Quais cidades vizinhas a São Paulo estão sendo acusadas pelo sistema de Inteligência Artificial como tendo hábitos críticos?”, explicou Daniel sobre o Corona Finder e o que vem sendo desenvolvido.

LIT

Laboratório de Inovação Tecnológica do Campus Caicó do IFRN conta com a participação de aproximadamente 40 estudantes, em especial dos Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio em Informática e de Eletrotécnica. Destaca-se que o corpo docente do LIT é formado por engenheiros e, por isso, o laboratório conta com a parceria de professores da Escola Multicampi de Ciências Médicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMCM-UFRN), da área de saúde. O intuito é possibilitar a eficácia e a usabilidade dos sistemas desenvolvidos.

“A proposta do laboratório é trazer inovação tecnológica para a área da saúde e agronegócio, dois braços fortes de suas pesquisas atuais. “Envolvemos conceitos como Deep Learning, Big Data e Data Mining para tratar de projetos na área de saúde, como o Living with wings, plataforma de jogos digitais em software e hardware adaptados para pessoas sem os membros superiores, que concorreu na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) 2020, e o OpenDemia, sistema para previsão, detecção e rastreio de Pandemias e Endemias, relatou o professor Macedo.

“É importante ressaltar que na ideia inicial o Corona Finder é baseado no colaborativismo: quem estava contaminado deveria, por vontade própria, informar isso ao sistema, visto que essa informação específica não é pública. Obviamente, o sistema estava preservando a identidade da pessoa”, finalizou Daniel, que, no LIT, destaca como colaboradores e participantes das atividades de pesquisa os professores Raphael Costa, Rafael Câmara e Francisco Júnior, com quem divide a coordenação do Laboratório, além dos estudantes Breno Almeida, Bruno Souza, Idaslon Garcia, Ivo de Paiva e José dos Santos.

Acesse

Página do Projeto Corona Finder

Laboratório de Inovação Tecnológica do Campus Caicó do IFRN (Instagram)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Aqui o doente tem participado de festas com os amigos em plena quarentena…

Ciência tenta buscar pessoas que funcionam como superdisseminadores de coronavírus

Foto: Getty Images/BBC

A chamada superdisseminação — que é quando pacientes transmitem infecções para um grande número de pessoas — ocorre em quase todos os surtos.

Na maioria das vezes não é culpa deles, mas eles acabam tendo um impacto significativo na disseminação das doenças.

Não poderia ser diferente com o atual surto de um novo coronavírus (batizado de covid-19), que começou em dezembro na cidade chinesa de Wuhan e matou até agora mais de mil pessoas e infectou outras 40 mil.

Um dos superdisseminadores foi identificado como sendo o britânico Steve Walsh, que esteve em Cingapura a trabalho e depois foi associado à infecção de quatro pessoas no Reino Unido, cinco na França e uma na Espanha.

O que é um superdisseminador?

O termo é um tanto quanto vago, e não tem uma definição científica consolidada.

Mas trata-se do caso de um paciente que infecta significativamente mais pessoas do que o normal.

Em média, cada pessoa infectada com o novo coronavírus o transmite para duas e até três pessoas.

Mas isso é apenas uma média: algumas pessoas não passarão o vírus para ninguém, e outras, para mais de uma dezena, por exemplo.

Quão grande pode ser um episódio de superdisseminação?

(mais…)

O que é libido? Especialistas detalham uma das perguntas mais procuradas de 2019 no Google

Foto: iStock

O Google divulgou nessa quarta (11) as palavras mais buscadas de 2019 no site. Entre as perguntas, se destaca “o que é libido?”. A palavra quer dizer desejo sexual ou vontade de fazer sexo.

Há muitos motivos para essa palavra estar em alta nas buscas. A falta de vontade de transar é mais comum do que se imagina, mesmo para quem está no auge da sexualidade.

O setor especializado em sexologia da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo) revela que a diminuição da libido está em primeiro lugar entre as queixas femininas, seguida pela falta de orgasmo e dor na hora do sexo. São vários os motivos que fazem com que a libido desapareça. O relacionamento está interessante? Há algo atrapalhando o sexo, como traições ou hábitos que tornem a transa mecânica? Como anda a autoestima sexual? A mulher tem hábitos de erotização?

Depois de analisar essas perguntas, é importante verificar se existe algum sinal de depressão. O uso de antidepressivos ou anticoncepcionais e a ocorrência de menopausa mudam um pouco a intensidade do desejo.

Os especialistas garantem que o desejo feminino é, na maioria das vezes, ativado por um estímulo sexual. Ele costuma ser mais ativo no início da relação, quando há paixão e sedução. No relacionamento estável, a pessoa para de pensar em sexo, porque tem a falsa impressão de que a relação é segura. Outros impeditivos: trabalho, filhos, vida doméstica e pessoal.

E se eu nunca tive tesão na vida?

Essa é a falta de libido primária. Nesses casos, os motivos podem ser uma educação muito rígida e repressora, excesso de timidez, medo de se mostrar para o outro e até um trauma, como um abuso sexual. Já a causa secundária é quando estava tudo bem e o desejo foi se perdendo progressivamente. O termômetro para saber se algo está errado é ver se causa sofrimento para a mulher ou no casal.

Aí, é importante procurar um ginecologista e eliminar qualquer suspeita de origem fisiológica, como desequilíbrio hormonal ou doenças crônicas. Analisar os medicamentos e o anticoncepcional usados também faz parte.

A partir daí, a chave é procurar um médico especializado em sexualidade, um psicólogo ou um terapeuta sexual. É ele que vai orientar sobre os hábitos de erotização do casal, como driblar o cansaço e criar momentos de intimidade — um jantarzinho, um vinho ou até uma série erótica.

Serviço: O projeto Afrodite, da Unifesp, presta atendimento gratuito. Na rua Embaú, 66, Vila Clementino, SP. De segunda a sexta, das 7h às 15h30.

Universa – UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flaviano disse:

    Libido grande é derrotar Bolsonaro em 2022, se ele chegar lá… ahahahah

    • Priziaka disse:

      Sonha Marcelino, sonha! Vcs vão é tomar outra lapada em 2022! Kkkkkkk

    • paulo disse:

      Será que encanadora de vento tem libido, ou sapo 09 dedos tem também?, O certo é que felizmente estamos livres destas duas pragas.

    • ERI disse:

      Isso é uma doença, ver lulopetismo ou aliançobolsonarismo em tudo!

    • Omar disse:

      Libido como diria Bolsonaro é comer gente.

  2. Cigano Lulu disse:

    Libido é quando dou uma lapada em minha nhã égua Adelaide.

Em busca de novos investimentos para o RN, Fátima chega à China nesta terça

Foto: Reprodução/Twitter

Após cinco dias de missão do Consórcio Nordeste pela Europa, a Governadora Fátima Bezerra chega, nesta terça-feira (26), à China para participar do Seminário de Comunicação e Cooperação Financeira Internacional, “Um Cinturão, Uma Rota”. Promovido pelo Bank of China, o evento é realizado na capital Pequim e é direcionado para os países de língua portuguesa.

Convidada e custeada pelo Bank of China, Fátima Bezerra fará o discurso de boas-vindas na abertura do evento. Ela foi a única governadora do Brasil chamada a participar do seminário, que tem por finalidade promover a cooperação comercial e o intercâmbio cultural entre os povos, bem como, explorar os potenciais e as oportunidades de negócios para cooperação no futuro. “Depois de dias intensos na Europa, onde apresentei as potencialidades do RN para grupos de empresários da França, Itália e Alemanha, participando de reuniões com ministros europeus, é hora de me sentar com os chineses para dialogar e pleitear novos investimentos e, assim, impulsionar ainda mais o desenvolvimento econômico do nosso Estado”, declarou Fátima Bezerra.

O Rio Grande do Norte vem estreitando laços com o país asiático e, em outubro deste ano, fechou acordo para abertura do mercado chinês à produção de melão potiguar. Os primeiros contêineres com frutas produzidas no RN devem ser enviados à China a partir de fevereiro, consolidando a exportação plena a partir da safra 2020-2021, reforçando ainda mais a posição de liderança do Estado no segmento, gerando mais empregos e renda à população. A expectativa do setor é de que o potencial do mercado resulte na geração de 10 mil novos empregos diretos no estado nos próximos três anos.

Em julho deste ano, uma missão formada por diplomatas e empresários chineses visitou as plantações de melão no Oeste Potiguar. A visita foi articulada pelo Governo do Estado, por meio da secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), junto à embaixada chinesa no Recife-PE para aproximar as relações e buscar novos negócios.

Acompanham a governadora nesta viagem o titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Jaime Calado e o Assessor Técnico da Sedec, Pedro Henrique Lima, com despesas também custeadas pelo Banco.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Issoaquiaí disse:

    Me engana que eu gosto.

  2. Jesus vive! disse:

    Os que torcem pra dá certo fica calado, os q acham q quanto pior melhor não arredar o pé. Se Deus permitir vai dá tudo certo, é o q precisamos

  3. Fabiano Duarte disse:

    Eu quero é que ela pague meu décimo terceiro salário de 2018 E o meu salário de dezembro 2018 que está atrasado!

  4. Brasil e RN acima de tudo disse:

    A galera aqui gosta de torcer contra, parece até que se der tudo errado no RN, só vão se lascar quem votou nela. Pessoal vamos descer do palanque que a política acabou, gostando ou não ela é nossa governadora, assim como Bolsonaro é nosso presidente.

  5. Humilde Iconoclasta disse:

    Enquanto ela viaja o número de decisões erradas diminui. A cadeira que ela senta toma decisões melhores. Fique por aí, Fátima. Não precisa voltar.

  6. Santanense disse:

    É GOPI

  7. Cidadão disse:

    #moluscoSolto 😂🐴

  8. Silva disse:

    enquanto ela brinca de socialista na Europa, o povo do RN sem sorte sofre nos hospitais. Essa viagem não tem nada e concreto para o nosso estado. O melão já estava acertado por meio do governo Federal. Viagem de puro faz de conta e a imprensa paga faz o favor de dar crédito.

    • Rômulo© disse:

      Se o Bozo quisesse "acertar" nossa produção de melão e outras frutas, não teria paralisado o andamento da obra da transposição do Rio São Francisco que faria as águas chegarem ao RN para irrigar as culturas. Mas Minion é assim… Acredita no que quer!

  9. AF disse:

    Fátima Bezerra está fazendo um pós doutorado em "enrolation". Quem acredita mais nessa criatura? Turismo pago com dinheiro dos nossos impostos. O que esse consórcio nordeste trouxe de concreto para a nossa região? Que acordos reais foram assinados? É muita cara de pau. Tomara que ela ao invés de lambuzar a cara de óleo de peroba, se engane, e ingira o vidro todo.

  10. Almir Dionisio disse:

    E os salários atrasados ninguém sabe, ninguém viu… e os sindicatos, tdos calados e os Órgãos de Controle….. silêncio geral e os servidores amargando contas atrasadas e dividas em crescimento.

  11. joaozinho disse:

    foi vender queijo pra os franceses, maiores produtores de queijo de qualidade do mundo. agora deve ter ido vender artesanato pros chineses. Foi um sucesso!!!!!!!!! e bote exclamação nisso.

    • Fernando disse:

      Deixa de ser gopi, vá pá China ômi

    • Silvio. disse:

      Pois é!!
      Pura enganação.
      Parece até que é fácil entrar com um produto perecível na Europa.
      As Leis na União europeia são extremamente rigorosas, por tanto a governadora Ta aplicando um migué no povo, pra ir turistar.
      Na China, só pode ir atrás das placas de energia solar do governo Robinson. Kkkkk
      Vamos aguardar pra vê o quais, quais, quais. Hehehehe.

Mais de três milhões buscam emprego há mais de 2 anos, diz IBGE

Foto: (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Cerca de 3,2 milhões de pessoas estão à procura de emprego há dois anos ou mais no Brasil. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso representa 25,2% dos 12,5 milhões de desocupados do país.

Ainda segundo o IBGE, cerca de 1,8 milhão, ou 7,1% dos desocupados, estavam há menos de um mês procurando emprego. A taxa de desemprego no país no terceiro trimestre deste ano, divulgada no fim de outubro, ficou em 11,8%, abaixo dos 12% registrados no segundo trimestre.

A Pnad-Contínua divulgada hoje trouxe ainda dados sobre taxa de desemprego dos estados. O estado de São Paulo foi o único a apresentar queda na taxa de desemprego do segundo para o terceiro trimestre deste ano. A taxa recuou de 12,8% para 12% no período em São Paulo.

Segundo a pesquisadora da IBGE, Adriana Beringuy, a queda ocorreu devido à redução do número de desempregados e não em função do aumento da ocupação.

Já Rondônia foi o único estado com alta na taxa de desemprego, ao passar de 6,7% para 8,2%. As outras 25 unidades da federação tiveram estabilidade na taxa, de acordo com os dados do IBGE.

As maiores taxas foram observadas nos estados da Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Já os menores níveis foram registrados em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve altas em Goiás (que passou de 8,9% para 10,8%) e Mato Grosso (de 6,7% para 8%). Três estados tiveram queda neste tipo de comparação: São Paulo (13,1% para 12%), Alagoas (de 17,1% para 15,4%) e Sergipe (17,5% para 14,7%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas ou subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas) foi de 24% no país. Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%) apresentam estimativas acima de 40%.

Por outro lado, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%).

Desalentados

O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) foi de 4,7 milhões de pessoas no terceiro trimestre. Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil) e no Maranhão (592 mil) e os menores em Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,2%. Os maiores percentuais estavam no Maranhão (18,3%) e Alagoas (16,5%) e os menores em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Empregos formais

Santa Catarina tinha o maior percentual de empregados com carteira assinada (87,7%). Já o menor percentual estava no Maranhão (49,9%).

As unidades da federação com maior percentual de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada no setor privado foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%). As menores taxas foram observadas no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco disse:

    Mas não era só tirar a Dilma?

    • Santana disse:

      A esquerdalha era quem dizia isso, mas a economia já começou a reagir. Bom sinal!

  2. Luciana Morais Gama disse:

    O grande problema é que o brasileiro só sai em busca de um novo emprego quando ele deixa de receber o SEGURO DESEMPREGO.

PF pediu busca na casa de Dilma em operação que mirou ex-presidente do STJ

Foto: Presidência da República

Além de ter a prisão solicitada pela PF na investigação sobre propina da JBS para o MDB, Dilma Rousseff teve um pedido de busca e apreensão contra ela na Operação Appius, informa Fabio Leite na Crusoé.

A operação apura se Cesar Asfor Rocha, o presidente do STJ, recebeu propina para paralisar a Operação Castelo de Areia, em 2010.

O MPF, porém, se manifestou contra o pedido da PF por achar ainda frágeis os indícios contra a petista, e a 6ª Vara Criminal de São Paulo negou o pleito.

O Antagonista, com Crusoé

Defesa Civil de Natal monitora litoral da capital em busca de resíduos de óleo

Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes) acionou a Defesa Civil de Natal para contribuir nas ações de monitoramento e limpeza do óleo que vem atingido áreas do litoral do Nordeste. As primeiras vistorias no litoral da capital potiguar aconteceram na manhã desta terça-feira (22/10) e foi realizada em parceria com Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A ação contou com um efetivo de mais de 15 agentes da Defesa Civil, que inicialmente participaram de um encontro com os técnicos do Ibama, que orientaram sobre os procedimentos que devem ser realizados em situação onde é constatada a presença do óleo bruto. Logo em seguida, as viaturas se deslocaram para a área a ser monitorada no litoral de Natal.

Os agentes da Defesa Civil foram divididos em equipes e percorreram a faixa de areia das praias de Ponta Negra, Areia Preta, Praia do Meio, Praia do Forte e Redinha. Durante o trabalho de vistoria, os agentes não encontraram indícios de óleo bruto, chegando a concluir que, pelo menos até o momento, esses pontos não estão sendo afetados pelo problema ambiental.

A secretária da Semdes, Sheila Freitas, informou que todo o efetivo da Defesa Civil de Natal está sob alerta e deve continuar o monitoramento do litoral da capital pronto para agir em caso de presença de óleo na areia ou mar. “A Defesa Civil de Natal está integrada às demais forças que atuam nessa situação e está preparada para contribuir e ajudar na solução do problema”, comentou a secretária.

Já a diretora de Ações Preventivas da Defesa Civil, Luciana Medeiros, também lembrou que os agentes vão reforçar o conhecimento sobre o assunto num treinamento que vai ocorrer na quinta-feira (24/10), de como proceder na limpeza das praias, caso surjam mais resíduos do óleo.

Pico do dólar impulsiona busca de brasileiros por destinos nacionais

FOTO: BRUNO ROCHA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Desde o início de 2019, o Brasil tem assistido o valor do dólar aumentar. Em julho, a moeda americana ultrapassou a barreira dos R$ 4,00, e chegou a R$ 4,16. Desde então, o dólar tem oscilado em torno disso e as consequências desse período de instabilidade podem ser observadas também no mercado de turismo. Segundo levantamento feito pelo Kayak, maior ferramenta de buscas de viagem do mundo, destinos nacionais e na América Latina têm sido cada vez mais visados pelo público brasileiro. Em contrapartida, opções estrangeiras tradicionais, como Miami, Orlando, Nova York e Lisboa têm ficado para trás.

De acordo com a pesquisa, Curitiba lidera o ranking dos destinos nacionais mais visados pelo brasileiro, com alta de 81%. Logo atrás vem Belo Horizonte (79%), Brasília (74%) e São Paulo (63%). A única cidade internacional da lista é Santiago (60%), no Chile, que, por estar localizada na América do Sul, está relacionada à tendência de procura por lugares menos ‘dolarizados’.

“Com a alta do dólar, é natural que o viajante procure destinos nacionais e na América Latina, já que eles oferecem um custo do dia a dia mais acessível”, comenta Eduardo Fleury, líder de operações do Kayak no Brasil.

Foto: Divulgação

Vale ressaltar que a alta do dólar também impacta os preços das passagens aéreas nacionais, já que vários dos fatores que determinam esses valores são calculados de acordo com a moeda americana. “Uma viagem compreende muitos custos diferentes. Quando se viaja na América Latina, a maioria dos custos de viagem, além da passagem aérea (alimentação, lazer, compras e hospedagem), é paga nas moedas locais, que de modo geral também estão desvalorizadas em relação ao dólar”, explica Fleury.

“Portanto, são destinos menos dolarizados, ou seja, os custos da viagem como um todo não são tão afetados pelo câmbio real-dólar como são os de uma viagem para os Estados Unidos, por exemplo”, diz.

Fleury também pontua que planejar a viagem com antecedência é essencial. “Para aqueles que continuam buscando viajar para o exterior, recomendamos comprar passagens com, no mínimo, três a quatro meses de antecedência da data da viagem. Para passagens nacionais, a antecedência ideal é de um mês”, completa Fleury.

Alta do dólar

O mês de setembro foi marcante para o Brasil. Isso porque o dólar passou, pela primeira vez na história, um mês inteiro acima dos R$ 4,00. O alto valor da moeda americana não se explica somente pelo que acontece nacionalmente. De acordo com o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus, acontecimentos internacionais repercutem no preço do dólar não só em terras brasileiras, mas no mundo inteiro.

Entre os motivos por trás da alta, alguns têm maior destaque, como a tensão entre Arábia Saudita e o Irã, a guerra comercial envolvendo a China e Estados Unidos, além do processo de impeachment contra Donald Trump.

Apesar disso, nos últimos dias, foi possível observar um movimento de leve queda no preço do dólar. “Se a gente olhar nos últimos dias, o dólar caiu bem. E tem um motivo muito específico para isso. Indicadores econômicos dos Estados Unidos vieram muito abaixo do esperado e isso pressionou o dólar para baixo. Porque o mercado busca segurança, mas não está buscando nos EUA e no dólar, mas em outras moedas, como o iene, o euro, franco suíço, dólar canadense, dólar australiano, etc. Isso pressiona o dólar para baixo no mundo inteiro, então a moeda está se enfraquecendo e os investidores já não estão mais buscando tanta segurança no dólar”, comenta Laatus.

“O dólar está atrelado aos Estados Unidos, e o país, como veio exposto nos indicadores, está mostrando que a recessão não está tão longe como se imaginava”, completa.

R7

 

Gentileza é a principal qualidade na busca por um parceiro, diz estudo

Foto: (iStock/Getty Images)

Numa época em que as prioridades da maioria das pessoas mudou – especialmente entre a população mais jovem –, pode parecer mais difícil encontrar alguém que esteja realmente disposto a entrar em um relacionamento sério. Apesar disso, existe demanda e oferta neste mercado e algumas características podem tornar uma pessoa mais – ou menos – atraente aos olhos de alguém que busca uma relação a longo prazo. Quais são essas características? A primeira dela – pasmem – é a gentileza, indica estudo publicado este mês no periódico Journal of Personality.

A pesquisa mostra que, no geral, homens e mulheres estão menos preocupados com a atratividade física ou a situação financeira quando procuram alguém para começar um relacionamento. Outros traços pouco priorizados na busca por um parceiro (ou parceira) está a criatividade e a castidade (abstinência de sexo). Esses resultados foram encontrados tanto na população ocidental quanto na oriental.

Para a equipe, essa descoberta mostra que, independente do ambiente em que as pessoas nascem e crescem, existem características mais atraentes para todos os seres humanos. “Se homens e mulheres agem de maneira semelhante em todo o mundo, isso fortalece a ideia de que alguns comportamentos se desenvolvem apesar da cultura e não por causa disso”, explicou Andrew G. Thomas, principal autor da pesquisa, em comunicado.

Prioridades

Para chegar a esta conclusão, os cientistas da Universidade de Swansea, no País de Gales, recrutaram 2.477 estudantes universitários (homens e mulheres). Para analisar as preferências dos participantes, a equipe realizou uma atividade simples: eles ganharam um valor hipotético fixo com o qual poderiam comprar características para seus parceiros ideais. Entre as características estavam: atratividade física, bondade, humor, castidade, religiosidade, desejo de ter filhos e criatividade.

Os resultados foram comparados às preferências de estudantes de países ocidentais (Reino Unido, Noruega e Austrália) e orientais (Malásia, Cingapura e Hong Kong). Ao final do estudo, os pesquisadores concluíram que a gentileza era o traço mais procurado entre as pessoas (22% a 26%). As menos procuradas foram criatividade e castidade (menos de 10%).

Os cientistas notaram também algumas diferenças entre os sexos. Para os homens, a atratividade física foi um dos traços mais comprados (22%) se comparado às mulheres (16%). Já as mulheres investiram mais em situação financeira favorável (18%) do que os homens (12%). Outro contraste salientado pela equipe foi o desejo de ter filhos: esse foi um traço mais procurado pelos ocidentais. Isso pode ser explicado pela necessidade de planejamento familiar.

“Em culturas onde a contracepção é generalizada, o desejo de um parceiro por filhos pode indicar a possibilidade de formar uma família. Já em culturas onde o uso de contraceptivos é menos difundido, ter filhos pode ser uma consequência natural do sexo dentro de um relacionamento, tornando o desejo real por crianças menos relevante”, explicou Thomas.

Chances menores

Enquanto a gentileza pode ser extremamente atraente em uma parceira (ou parceiro) em potencial, alguns traços podem ter o efeito oposto, apontou estudo do ano passado publicado no periódico British Journal of Psychology. Para algumas pessoas, ser muito inteligente ou descontraído demais pode ser características problemáticas quando se está procurando um relacionamento sério.

“Níveis elevados de inteligência podem incitar sentimentos de insegurança em algumas pessoas, o que pode torná-los menos desejáveis como parceiro. Já a descontração excessiva pode indicar que essa pessoa não inspira confiança ou não tem ambição”, esclareceu Gilles Gignac, da University of Western Australia, em comunicado.

Se você está procurando um parceiro, talvez queira trabalhar algumas qualidade pessoais – só não vale mudar a sua essência para agradar outra pessoa.

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Wellington disse:

    Na Verdade a busca pelo parceiro é um conjunto de qualidades!

Brasil busca ampliar comércio com os EUA e já negocia novos acordos: Coreia, Canadá e Cingapura

Porto de Cingapura: Brasil negocia acordo comercial com o país. Foto: Ore Huiying / Bloomberg

Concluídas as negociações entre Mercosul com a União Europeia e com o Efta (bloco integrado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein) e em meio a uma maior aproximação com os EUA – o chanceler Ernesto Araújo inicia nesta quarta-feira uma visita a Washington – o governo se prepara para novos acordos comerciais. Já há um cronograma definido: Coreia do Sul em setembro, Canadá em outubro e Cingapura em dezembro.

Esses três países importaram, em 2017, cerca de US$ 1,4 trilhão. Desse total, o Brasil só vendeu algo em torno de US$ 9 bilhões, o que mostra o grande potencial que têm esses mercados. Segundo um negociador brasileiro, há espaço tanto para produtos do agronegócio como de bens de maior valor agregado.

Enquanto isso, em sua visita aos EUA, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo voltará a discutir um ambicioso tratado de livre comércio. Além da redução de tarifas, estão sobre a mesa temas como compras governamentais, investimentos e serviços.

Eleições argentinas

Apesar desse cenário aparentemente promissor, existe um fantasma que ronda os negociadores brasileiros: as eleições na Argentina, que acontecerão em outubro deste ano. A avaliação de parte do governo é que uma provável vitória de Alberto Fernandez poderia atrapalhar os planos do Brasil, pois passaria a imagem de um Mercosul se desintegrando, ou se separando da Argentina.

Fontes envolvidas no assunto, porém, afirmam que, se Fernandez colocar obstáculos às negociações, o Brasil, negociará sozinho os acordos, o que significará o fim da Tarifa Externa Comum (TEC). A Argentina deve ficar isolada no bloco, pois paraguaios e uruguaios tendem a acompanhar os brasileiros.

No caso das negociações com os EUA, a dúvida é se o Brasil faria sozinho um acordo de livre comércio com os EUA, ou se entraria o Mercosul como um todo.

Ainda na América do Norte, o Brasil começou a discutir com o México a ampliação do acordo de livre comércio que existe para poucos setores. O principal é o automotivo.

E, na Ásia, China e Japão já sinalizaram que gostariam de firmar acordos com o Brasil ou o Mercosul. Se o tratado envolver redução de tarifas de importação, o mais provável é que as negociações sejam feitas com o bloco sul-americano.

Potencial de acordo com UE

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o acordo entre Mercosul e União Europeia reúne um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 19 trilhões e um mercado de 750 milhões de pessoas, com US$ 101,6 bilhões de comércio bilateral e impacto significativo para a indústria brasileira. O tratado reduz, por exemplo, de 17% para zero as tarifas de importação de produtos brasileiros como calçados e aumenta a competitividade de bens industriais em setores como têxtil, químicos, autopeças, madeireiro e aeronáutico.

Dos 1.101 itens que o Brasil tem condições de exportar para a UE, 68% enfrentam tarifas de importação ou quotas. Com o acordo, os produtos nacionais passarão a ter acesso preferencial a 25% do comércio do mundo com isenção ou redução do imposto de importação. Atualmente, eles só entram, nessas condições, em 8% dos mercados internacionais.

No caso do Efta, o bloco tem um PIB de US$ 1,1 trilhão e uma população de 14,3 milhões de pessoas. Com outros 29 acordos comerciais já firmados, os quatro países do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo.

Mesmo com tudo isso, esses dois acordos já firmados deverão demorar, no mínimo, um ano para entrar em vigor. Os tratados dependem da aprovação dos parlamentos de cada um dos países envolvidos. A fase atual, nas duas situações, é de revisão jurídica do texto.

O momento político e a imagem do Brasil no exterior, desgastada com as queimadas na Floresta Amazônica , vão pesar da decisão dos congressistas. E, mais uma vez, o próximo governo argentino, que assumirá no início do ano que vem, também terá que decidir se esses tratados são ou não prioridades, especialmente para os produtores locais.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. duendevermelho disse:

    Enquanto isso a maior parte da mídia vai dando destaques aos twitters do Carluxo.

Bolsonaro e Maia se reúnem em busca de distensionamento

Jair Bolsonaro / Rodrigo Maia | Daniel Marenco – Agência O Globo

Jair Bolsonaro recebeu Rodrigo Maia e Fabio Faria na manhã desta terça-feira(30) no Palácio do Planalto.

A ideia era uma só: tentar, mais uma vez, começar do zero a tensa relação Bolsonaro-Maia. A conversa transcorreu leve, com direito a uma ou outra risada do capitão.

Bolsonaro se colocou à disposição para contribuir com o sucesso das pautas que tramitam na Congresso.

O ponto de partida dos novos tempos será uma tentativa de se unificar as três diferentes propostas de reforma tributária já apresentadas no Legislativo e, claro, sacramentar a aprovação da reforma da Previdência.

Em suma, Maia e Bolsonaro começaram bem. Agora, estão abertas as apostas sobre até quando vai durar o armistício.

Lauro Jardim – O Globo

Spoofing é o nome da operação que busca hackers; entenda

FOTO: ILUSTRATIVA via Isto É

A Polícia Federal batizou de Spoofing a operação deflagrada nesta terça-feira(23) para prender os hackeres que invadiram o celular de Sergio Moro.

Trata-se do termo usado para um tipo de falsificação tecnológica que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.

O Antagonista e Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cruzado Jacobino disse:

    Lula lixo

  2. M. Vinicios disse:

    Apoio todas as vezes que a justiça fizer "conluio" para prender bandido/criminoso! Pode passar o rodo na bandidagem!

  3. João disse:

    Ô desespero pra fazer parecer que não fizeram conluio…kkkkk
    Tem áudios e vídeos, manés…
    O fumo grosso vem aí…kkkk

  4. Rodrigo Silvano disse:

    Então as mensagem são verdadeiras, eh isso? Que triste ver o juíz Moro envolvido nisso, já não confio mais nele.

    • Sérgio Nogueira disse:

      Para os membros da manada:
      Pouco importa a veracidade das mensagens. Se elas foram adulteradas ou não.
      Invadir celular e roubar qualquer dado é crime. A invasão é crime. Não importa nada além disso.
      Quer que desenhe?

    • Cidadão disse:

      Ahhhhhhhh❗️

    • Ricardo disse:

      A mascara desse pessoal está caindo!! não terão mídia depois dos 4 anos de mandato do presidente!!

    • Carlos Araújo disse:

      Não importa se as mensagens foram rackeadas, conluio entre juízes e uma das partes é crime!