Toffoli elogia Bolsonaro e seu governo: “no dia a dia, políticas públicas estão sendo desenvolvidas”

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Na mesma entrevista em que acusou a Lava Jato de ter destruído empresas, Dias Toffoli elogiou Jair Bolsonaro:

“Ele tem um discurso permanente para a base que o elegeu, mas ele tem uma capacidade de diálogo também. É uma pessoa que muitas vezes é julgado pelo que ele fala, mas ele tem, no governo, pessoas e áreas de excelência funcionando muito bem. Não vou dizer quais são, porque aí vou estar dizendo quais não estão indo bem. Mas são áreas de excelência, têm feito belíssimos trabalhos, têm tido diálogos com as instituições o tempo todo. A impressão, curiosamente, é que é um governo com aquela mensagem mais isolada, mais sectária para determinado segmento da sociedade, e não um governo de todos. Mas, no dia a dia, políticas públicas estão sendo desenvolvidas, como na área de infraestrutura. Na área da economia tem sido sempre feito um amplo diálogo com o parlamento. E aqui mesmo no Supremo.”

O Antagonista

Autorização de Cannabis pela Anvisa vai melhorar tratamento, elogia Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro elogiou a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que aprovou ontem (3) o regulamento para a fabricação, importação e comercialização de medicamentos derivados da Cannabis. A medida vetou, no entanto, autorização para cultivo da planta no país, que seguirá proibido.

“Anvisa aprovou a autorização de registro de medicamentos à base de Cannabis. O cultivo para fins medicinais foi arquivado após dois diretores seguirem o voto do Diretor Antonio Barra. Resultado garantirá melhor acesso dos pacientes ao tratamento, mesmo com a não aprovação do cultivo”, afirmou o presidente, em um publicação no Twitter, postada ma manhã desta quarta-feira (4).

Segundo a decisão, tomada pela diretoria colegiada da agência reguladora, o medicamento só poderá ser comprado mediante prescrição médica. A comercialização ocorrerá exclusivamente em farmácias e drogarias sem manipulação. Conforme nota da Anvisa, “os folhetos informativos dos produtos à base de Cannabis deverão conter frases de advertência, tais como ‘O uso deste produto pode causar dependência física ou psíquica’ ou ‘Este produto é de uso individual, é proibido passá-lo para outra pessoa’”.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ferreira disse:

    Ver Jesus no oio da goiabeira, tomando uma mamadeira de piroca, agora vai ser moleza.
    A Terra Plana avança.
    Um Suco de Laranja pra comemorar não vai mal.

  2. Alaca disse:

    Bom senso, mas o cultivo tem que vir, autonômia para os epilépticos.

Diretor de jornalismo da Globo elogia em “nota interna” reportagem sobre o porteiro e revela bastidores

Foto: Reprodução

O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, divulgou uma nota interna de elogio aos jornalistas envolvidos na reportagem do Jornal Nacional que revelou a história do porteiro do condomínio de Jair Bolsonaro, depoente no caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes.

Eis a nota na íntegra:

“Há momentos em nossa vida de jornalistas em que devemos parar para celebrar nossos êxitos.

Eu me refiro à semana passada, quando um cuidadoso trabalho da editoria Rio levou ao ar no Jornal Nacional uma reportagem sobre o Caso Marielle que gerou grande repercussão. A origem da reportagem remonta ao dia 1° de outubro, quando a editoria teve acesso a uma página do livro de ocorrências do condomínio em que mora Ronnie Lessa, o acusado de matar Marielle. Ali, estava anotado que, para entrar no condomínio, o comparsa dele, Elcio Queiroz, dissera estar indo para a casa 58, residência do então deputado Jair Bolsonaro, hoje presidente da República. Isso era tudo, o ponto de partida.

Um meticuloso trabalho de investigação teve início: aquela página do livro existiu, constava de algum inquérito? No curso da investigação, a editoria confirmou que o documento existia e mais: comprovou que o porteiro que fez a anotação prestara dois depoimentos em que afirmou que ligara duas vezes para a casa 58, tendo sido atendido, nas palavras dele, pelo “seu Jair”. A investigação não parou. Onde estava o então deputado Jair Bolsonaro naquele dia? A editoria pesquisou os registros da Câmara e confirmou que o então deputado estava em Brasilia e participara de duas votações, em horários que tornavam impossível a sua presença no Rio. Pesquisou mais, e descobriu vídeos que o então deputado gravara na Câmara naquele dia e publicara em suas redes sociais. A realidade não batia com o depoimento do porteiro.

Em meio a essa apuração da Rio (que era feita de maneira sigilosa, com o conhecimento apenas de Bonner, Vinicius, as lideranças da Rio e os autores envolvidos, tudo para que a informação não vazasse para outros órgãos de imprensa), uma fonte absolutamente próxima da família do presidente Jair Bolsonaro (e que em respeito ao sigilo da fonte tem seu nome preservado), procurou nossa emissora em Brasilia para dizer que ia estourar uma grande bomba, pois a investigação do Caso Marielle esbarrara num personagem com foro privilegiado e que, por esse motivo, o caso tinha sido levado ao STF para que se decidisse se a investigação poderia ou não prosseguir. A editoria em Brasilia, àquela altura, não sabia das apurações da editoria Rio. Eu estranhei: por que uma fonte tão próxima ao presidente nos contava algo que era prejudicial ao presidente? Dias depois, a mesma fonte perguntava: a matéria não vai sair?

Isso nos fez redobrar os cuidados. Mandei voltar a apuração quase à estaca zero e checar tudo novamente, ao mesmo tempo em que a Editoria Rio foi informada sobre o STF. Confirmar se o caso realmente tinha ido parar no Supremo tornava tudo mais importante, pois o conturbado Caso Marielle poderia ser paralisado. Tudo foi novamente rechecado, a editoria tratou de se cercar de ainda mais cuidados sobre a existência do documento da portaria e dos depoimentos do porteiro. Na terça-feira, dia 29 de outubro, às 19 horas, a editoria Rio confirmou, sem chance de erro, que de fato o MP estadual consultara o STF.

De posse de todas esses fatos, informamos às autoridades envolvidas nas investigações que a reportagem seria publicada naquele dia, nos termos em que foi publicada. Elas apenas ouviram e soltaram notas que diziam que a investigação estava sob sigilo. Informamos, então, ao advogado do presidente Bolsonaro, Frederick Wassef, sobre o conteúdo da reportagem e pedimos uma entrevista, que prontamente aceitou dar em São Paulo. Nela, ele desmentiu o porteiro e, confirmando o que nós já sabíamos, disse que o presidente estava em Brasília no dia do crime. Era madrugada na Arábia Saudita e em nenhum momento o advogado ofereceu entrevista com o presidente.

A reportagem estava pronta para ir ao ar. Tudo nela era verdadeiro: o livro da portaria, a existência dos depoimentos do porteiro, a impossibilidade de Bolsonaro ter atendido o interfone (pois ele estava em Brasilia) e, mais importante, a possibilidade de o STF paralisar as investigações de um caso tão rumoroso. É importante frisar que nenhuma de nossas fontes vislumbrava a hipótese de o telefonema não ter sido dado para a casa 58. A dúvida era somente sobre quem atendeu e só seria solucionada após a decisão do STF e depois de uma perícia longa e demorada em um arquivo com mais de um ano de registros. E isso foi dito na reportagem. Quem, de posse de informações tão relevantes, não publica uma reportagem, com todas as cautelas devidas, não faz jornalismo profissional.

Hoje sabemos que o advogado do presidente, no momento em que nos concedeu entrevista, sabia da existência do áudio que mostrava que o telefonema fora dado, não à casa do presidente, mas à casa 65, de Ronnie Lessa. No último sábado, o próprio presidente Bolsonaro disse à imprensa: “Nós pegamos, antes que fosse adulterada, ou tentasse adulterar, pegamos toda a memória da secretária eletrônica que é guardada há mais de ano”.

Por que os principais interessados em esclarecer os fatos, sabendo com detalhes da existência do áudio, sonegaram essa informação?

A resposta pode estar no que aconteceu nos minutos subsequentes à publicação da reportagem do Jornal Nacional.

Patifes, canalhas e porcos foram alguns dos insultos, acompanhados de ameaças à cassação da concessão da Globo em 2022, dirigidos pelo presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, que só cumpriu a sua missão, oferecendo todas as chances aos interessados para desacreditar com mais elementos o porteiro do condomínio (já que sabiam do áudio).

Diante de uma estratégia assim, o nosso jornalismo não se vitimiza nem se intimida: segue fazendo jornalismo. É certo que em 37 anos de profissão, nunca imaginei que o jornalismo que pratico fosse usado de forma tão esquisita, mas sou daqueles que se empolgam diante de aprendizados. No dia seguinte, já não valia o sigilo em torno do assunto, alegado na véspera para não comentar a reportagem do JN antes de ela ir ao ar. Houve uma elucidativa entrevista das promotoras do caso, que divulgamos com o destaque merecido: o telefonema foi feito para a casa 65, quem o atendeu foi Ronnie Lessa, tudo isso levando as promotoras a afirmarem que o depoimento do porteiro e o registro que fez em livro não condizem com a realidade. O Jornal Nacional de quarta exibiu tudo, inclusive os ataques do presidente Bolsonaro ao nosso jornalismo, respondidos de forma eloquente e firme, mas também serena, pela própria Globo, que honra a sua tradição de prestigiar seus jornalistas. Estranhamente, nenhuma outra indagação da imprensa motivada por atitudes e declarações subsequentes do presidente foi respondida. O alegado sigilo voltou a prevalecer.

Mas continuamos a fazer jornalismo. Revelamos que a perícia no sistema de interfone foi feita apenas um dia depois da exibição da reportagem e num procedimento que durou somente duas horas e meia, o que tem sido alvo de críticas de diversas associações de peritos.

Conto tudo isso para dar os parabéns mais efusivos à editoria Rio. Seguiremos fazendo jornalismo, em busca da verdade. É a nossa missão. Para nós, é motivo de orgulho. Para outros, de irritação e medo.”

Ali Kamel

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Como justificar e qual a real motivação de soltar uma materia, como se admite, falsa, tendo bastante tempo não ter sido questionado, o alvo que se queria atingir, Sr. Ali Kamel, vcs deram uma barrigada, atiraram numa mosca e acertaram bem no peito de vcs, não se justifica o injustificável, pedir desculpas Seria mais educado, fino e honesto. Infelizmente ou felizmente vcs tem contas para acertar com o Brasil , que de passagem não é de vcs. A Globo como concessão deveria estar a serviço da verdade, seja lá de onde viesse. Vcs estão sempre a favor dos seus interesses, pena que agora o mandatário não está a seu soldo.

  2. aof disse:

    A mesma postura da Globo, evidenciada desde a primeira entrevista com o então candidato Jair Bolsonaro: antipatia e hostilidade. O cofre um dia seca. A chave do cofre está do outro lado.

  3. Sem Político de Estimação disse:

    Muito bem rede Globo, continuem investigando e informando à população os podres de TODOS os governos. Se não gosta da Globo vão assistir Edir Macedo e Sílvio Santos.

  4. Véi de Rui disse:

    O diretor de jornalismo ia dar uma de Carrile e detonar seus comandados? Claro que tá livrando o seu da reta!

  5. Antenado disse:

    Tão bestinha

Bolsonaro elogia Moro na ONU e diz que ministro é símbolo no país

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente Jair Bolsonaro elogiou o ministro Sergio Moro durante discurso na 74ª Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na manhã desta terça-feira (24).

Bolsonaro disse que políticos brasileiros foram “julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sergio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública”.

O presidente disse que presidentes anteriores “transferiram boa parte desses recursos para outros países, com a finalidade de promover e implementar projetos semelhantes em toda a região. Essa fonte de recursos secou”.

Moro disse no Twitter que o discurso de Bolsonaro foi “assertivo” e abordou “pontos essenciais”.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Eu disse:

    #MORO2022

  2. Antonio Turci disse:

    Sérgio Moro, uma das esperanças deste país.

  3. Bolsominion disse:

    Só faltou o nosso mito explicar para a plateia da ONU que a terra é plana e elogiar o nosso mestre Olavo de Carvalho.

    • paulo disse:

      BG
      A inveja de um governo serio e decente ponhe em polvorosa os admiradores de ladrões e saqueadores da Nação, que foram enxotados dos seus gabinetes do crime pela maioria do Povo Brasileiro. Fora pt e seus seguidores, vão pra Cuba e Venezuela otários.

  4. Joaquim disse:

    Parabéns Presidente

Aras convida procuradores da Lava Jato a retomarem cargos; Deltan Dallagnol elogia iniciativa

Foto: Dida Sampaio / Estadão Conteúdo

O subprocurador-geral Augusto Aras convida procuradores que deixaram a equipe da Operação Lava Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR) recentemente a reassumirem seus cargos.

A “debandada” ocorreu em protesto contra a atuação da atual procuradora-geral, Raquel Dodge, que solicitou arquivamento de quatro anexos da delação do empreiteiro Léo Pinheiro que envolviam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), um irmão do presidente do STF, Dias Toffoli, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, e o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Múcio Monteiro.

Indicado para a PGR pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o subprocurador Aras confirmou que cinco dos seis procuradores que pedirão demissão foram convidados a voltar.

De acordo com o jornal Estadão, a ideia de manter os nomes do grupo da Lava Jato da PGR partiu da procuradora Thaméa Danelon, ex-coordenadora da operação em São Paulo e primeira convidada de Aras para integrar a equipe que atua na área penal.

Maria Clara Noleto, Luana Vargas, Alessandro Oliveira, Hebert Mesquita e Victor Riccely são os nomes convidados.

A iniciativa de Aras motivou elogios do coordenador da força tarefa da Lava Jato no Paraná, o procurador Deltan Dallagnol.

“Os desafios do MPF e do combate à corrupção são imensos. Que possamos construir o futuro mediante o diálogo e a cooperação”, disse Dallagnol.

Com Estadão e Renova Mídia

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. André Fortes disse:

    Thaméa Danelon, procuradora, funcionária pública, se prestou a ser secretária do Advogado Carvalhosa, fazendo a minuta do impeachment de Gilmar Mendes. Leiam bem: Uma procuradora trabalhando para um advogado privado para conspirar contra do STF. Quando ela inforou a Dallagnol o que se passava ele deveria tirar ela da operação lavajato e denunciado a corregedoria. Sabe o que ele fez? Deu os parabéns dizendo "Sensacional, Tamis! Manda Ver.

    • Francisco disse:

      " Conspiração contra stf ", meu DEUS, quanta inocência e desinformação. Não escreva mais nada bb

Trump elogia indicação de Eduardo Bolsonaro para embaixada

Foto: Reprodução/Eduardo Bolsonaro/Instagram

A repórter Raquel Krähenbühl, da GloboNews, perguntou a Donald Trump o que ele achava de Jair Bolsonaro ter indicado o filho Eduardo para ser embaixador do Brasil em Washington.

O presidente dos EUA deu a entender que não sabia da indicação, mas a elogiou: “grande escolha”. Afirmou que conhecia Eduardo e que, provavelmente, havia sido por isso que Bolsonaro o indicou.

Questionado sobre nepotismo, Trump disse achar que não era o caso e acrescentou que o deputado federal ajudara muito seu pai na campanha.

O Antagonista e Globo News

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Julia disse:

    Claro o cara sabe fritar hambúrguer afinal.

FOTO: Durante encontro com Rosalba no DF, Dilma elogia participação de Natal na Copa

IMG000000000033902Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

Depois da cerimônia de lançamento do programa Brasil de Todas as Telas, ocorrida na tarde dessa terça-feira, 01, no Palácio do Planalto, a Governadora Rosalba Ciarlini e a Presidenta Dilma Rousseff conversaram, entre outros assuntos, sobre a realização da Copa do Mundo no Rio Grande do Norte.

À Presidenta, Rosalba lembrou que a capital potiguar foi apontada com a Cidade-Sede mais segura, recebeu cerca de 170 mil turistas durante o período de duas semanas e teve a Arena das Dunas apontada pelos torcedores como a segunda melhor do Brasil em votação ocorrida na internet.

“A Presidenta elogiou a participação do nosso estado, lembrou das belas imagens que viu pela TV da Arena das Dunas nos dias dos jogos e agradeceu o nosso empenho na realização do evento”, relatou a Governadora.

Por fim, Rosalba Ciarlini lembrou que a Arena das Dunas também ganhou o selo de eficiência energética, concedido pelo Inmetro, e foi finalista da categoria  “New Venue” (Novos Estádios e Arenas) do prêmio The Satdium Business Award, entregue em Londres recentemente.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. BS disse:

    Rosalba foi até de vermelho pra ficar mais parecida com Dilma…
    Isso é bom ou ruim? rsrs