Advogada transexual admite uso de droga, mas nega crime e relata abuso policial em Mossoró

Foto: Ivanúcia Lopes/InterTV Costa Branca

A advogada transexual mossoroense Maitê Pereira Nobre, que chegou a ser presa sob acusação de tráfico de drogas em operação da Polícia Militar no início da quinta-feira, 28, narrou o episódio após ser posta em liberdade na noite de ontem.

A advogada assumiu ser usuária de maconha para uso terapêutico, mas que não cometeu crime, como também relatou supostos abusos dos policiais que conduziram a ação.

Lea matéria completa aqui no Justiça Potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Com a palavra a OAB.

  2. RCMelo disse:

    A MESMA CONVERSA DE QUEM INFRINGE A LEI, NEGA E CULPA OS POLICIAIS POR SUPOSTOS ABUSOS. CONTA OUTRA!

TV Globo pela primeira vez admite investigar denúncia de ‘teste do sofá’

Imagem: Divulgação

Todo mundo já ouviu falar no famoso “teste do sofá”, quando uma atriz (ou ator) é obrigado a fazer sexo com alguém de uma hierarquia superior em troca de um papel em uma novela ou no cinema. E raramente uma emissora admite que isso de fato exista. E, pela primeira vez, a TV Globo admite que está investigando uma denúncia desta prática.

Só que a Coluna do Leo Dias recebeu a informação de que chegara à Ouvidoria da emissora uma denúncia que foi levada à investigação. Os nomes das partes envolvidas não foram revelados. Mas em nota oficial creditada à Central Globo e Comunicação, a emissora admite, da sua maneira, que está apurando a denúncia.

Leia a nota na íntegra:

“A Ouvidoria do Grupo Globo é um canal aberto para denúncias de violação às regras do Código de Ética da empresa. É garantido sigilo aos relatantes, razão pela qual a Globo não comenta nem divulga a esse respeito. Mas reafirma que relatos referentes a assédio, moral ou sexual, são apurados com rigor, sendo adotadas as medidas cabíveis”.

UOL, via Coluna Léo Dias

Bolsonaro admite rever indicação de Eduardo para embaixada em Washington

Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS/12-8-2019

O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta terça-feira o parecer da Consultoria do Senado que considerou nepotismo a indicação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), seu filho, para a Embaixada do Brasil em Washington. Segundo Bolsonaro, os pareceres da Casa tem “viés político” e são elaborados “de acordo com o interesse do parlamentar”. O presidente admitiu, contudo, que pode recuar da indicação se perceber que não há votos suficientes.

— As consultorias, elas agem de acordo com o interesse do parlamentar. É igual na redação, que vocês aprenderam. “Faça uma matéria sobre Jesus Cristo”. Você pergunta: “Contra ou a favor?”. Assim que vocês aprenderam na universidade. Aqui é a mesma coisa. Então, tem um viés político nessa questão. O que vale para mim é uma súmula do Supremo dizendo que nesse caso não é nepotismo — disse Bolsonaro, ao sair do Palácio da Alvorada.

Questionado sobra a possibilidade de desistir da indicação, em caso da possibilidade de derrota, o presidente afirmou que “tudo é possível” na política e que não quer submeter seu filho a um “fracasso”.

— Você, por exemplo, está noivo. A noiva é virgem. Vai que você descobre que ela está grávida. Você desiste do casamento? Na política, tudo é possível. Eu não quero submeter o meu filho a um fracasso. Acho que ele tem competência.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lucas disse:

    Nenhum bolsonarista para aplaudir??? Nossa, já vivemos tempos melhores aqui no blog…

Odebrecht admite corrupção em obras de aeroportos

Ampliação do aeroporto de Congonhas. Foto: Divulgação/Galvão

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) firmou nessa quarta-feira (17) acordo de leniência com a Odebrecht em que a empreiteira denuncia cartéis em obras de aeroportos administrados pela Infraero, incluindo Congonhas e Guarulhos (SP).

O acordo foi assinado no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo a Odebrecht, 19 empresas teriam participado do conluio, combinando resultados de licitações para dividir lotes de obras de ampliação e modernização de aeroportos.

Entre eles,Santos Dumont(RJ), Macaé (RJ), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Macapá (AP) e Vitória (ES).

Em troca da colaboração, a Odebrecht deverá se livrar de pagar qualquer valor ao Cade. Já as outras empresas condenadas no processo poderão pagar multa de até 20% do faturamento. Procurada, a empresa não quis se pronunciar.

Como antecipou o Estadão/Broadcast, o Cade tem pelo menos dez acordos de leniência em negociação e deve firmar outros 80 em processos que apuram cartéis relacionados à Lava Jato.

No fim do ano, o órgão fechou 16 termos de compromisso nos quais as principais construtoras investigadas pela operação pagaram R$ 900 milhões e se comprometeram a colaborar com as investigações, elevando para R$ 1,2 bilhão o valor pago por essas empresas ao conselho até agora.

No âmbito da Lava Jato, há outros 15 acordos de leniência já celebrados com o Cade. Somente a Odebrecht já firmou três: para investigações de cartel na construção do Rodoanel Mario Covas, em licitação feita pela Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), em licitações promovidas pela Dersa e a Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) para implementação do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano de São Paulo e em obras e serviços de infraestrutura de médio e grande porte em Salvador (BA).

Segundo a reportagem apurou, a empresa tem quase uma dezena de outros acordos em negociação com o Cade, de novas denúncias quanto processos já abertos.

R7

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Silva Araújo disse:

    Se procurar aqui acha.
    Esse aeroporto Internacional Aluízio Alves, pode tranquilamente funcionar, como está funcionando, mas nunca, jamais nós moldes que opera hoje.
    Aí em São Gonçalo era pra está funcionando o que os políticos venderam, passaram pra população, que ia ser para transportes de cargas, vôos para Europa, Ásia e América etc etc…
    Mentira!!!
    Opera com o terminal de passageiros que de jeito nenhum deveria ter saído de Parnamirim.
    Quer fazer aeroporto em São Gonsalo? Pode fazer, sem problemas, agora matar o Augusto Severo, De maneira nenhuma, de jeito nenhum e pronto.
    Parnamirim, não merecia essa enganação. A população tinha que ter gritado e não deixar acontecer.

  2. Pedro disse:

    Menos são Gonçalo ???

Cabral admite pela primeira vez ter recebido propina de cervejaria; ex-governador se ofereceu para ir ao MPF falar sobre empresário dono do Grupo Petrópolis

Foto: Reprodução

Em um depoimento de menos de 20 minutos nesta terça-feira, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral admitiu que parte de seu esquema envolvia lavagem de dinheiro por meio de concessionárias do grupo Dirija. Esse é o assunto do processo no qual ele depôs hoje. Na audiência, no entanto, Cabral falou rapidamente sobre outros temas e, pela primeira vez, afirmou que recebeu propina do Grupo Petrópolis, dono da cervejaria Itaipava.

O delator Carlos Miranda já afirmara em seu acordo que o grupo pagava mesada de R$ 500 mil ao grupo de Cabral.

— O grupo Petrópolis, sim, tinha propina. Houve ajuda em campanha e, de fato, havia esse recurso, como o Carlos Miranda falou no depoimento dele que parte era para lavagem de dinheiro, outra parte ficava para o Ary (Ary Ferreira da Costa Filho é ex-assessor de Cabral e já foi condenado na Lava-Jato) e outra para gastos do caixa — afirmou Cabral, diante de uma pergunta do juiz Marcelo Bretas, sem falar sobre o montante de propina recebido.

No depoimento, o ex-governador se ofereceu para ir ao Ministério Público Federal (MPF) para prestar esclarecimentos sobre o empresário Walter Faria, dono do Grupo Petrópolis.

O ex-governador também foi questionado sobre dinheiro que receberia do grupo Presunic em sua primeira gestão no governo do estado.

— Em relação ao Presunic, não houve nenhum tipo de entrega de propina — afirmou Cabral, dizendo que recebeu do grupo apenas recursos de caixa dois.

O Globo

 

Fundador da CVC admite ter pago propina para se livrar de R$ 160 milhões em impostos

Guilherme Paulus, fundador da CVC, admite ter pago propina para sonegar R$ 160 milhões em impostos Foto: Ana Paula Paiva / Agência O Globo

O empresário Guilherme Paulus, fundador do grupo CVC Brasil, maior operadora de viagens do país, confessou à Polícia Federal (PF) ter pago propina para livrar uma de suas empresas de uma cobrança de R$ 161 milhões em tributos federais. Paulus deixou a presidência do Conselho de Administração da CVC Brasil em março do ano passado, pouco antes de fazer a delação premiada, e não participa do controle da companhia.

Com base na delação de Paulus, a PF cumpriu, na manhã desta terça-feira, 23 mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva em cinco estados. Os investigadores encontraram indícios de que o grupo também movimentou propina no exterior, embora não tenha revelado os valores. Por isso, além de corrupção e organização criminosa, os integrantes do esquema também poderão responder por lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Batizada de operação “Checkout”, a ofensiva desta terça-feira é um desdobramento da Operação Descarte, que já teve duas fases: em março e em novembro do ano passado. Nessas investigações anteriores, os policiais apuraram a existência de uma quadrilha que recebia propina por meio de empresas de fachada para cancelar impostos devidos por grandes empresas.

Em sua colaboração à Justiça, Paulus contou que, no início de 2013, foi procurado pelo advogado Átila Reys Silva, investigado pela PF desde o ano passado por integrar um esquema de corrupção que envolveria fiscais da Receita Federal e integrantes do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) para beneficiar empresas que devem tributos federais.

Silva afirmou a Paulus que poderia livrar uma de suas empresas, a CVC Tur, de uma cobrança de R$ 161 milhões na delegacia da Receita Federal em Santo André, desde que recebesse uma porcentagem do valor da multa. Os investigadores rastrearam o pagamento de R$ 39 milhões em contas de empresas fantasmas ligadas a Silva.

Por meio de outro advogado, Silva deu entrada num recurso na delegacia da Receita em Santo André em 2013 e levou o caso para julgamento do Carf em agosto do ano seguinte. Os conselheiros votaram por unanimidade a favor do pedido de Paulus. De acordo com documentos do processo, o advogado voltou do julgamento, em Brasília, em um avião particular do empresário.

Apesar do nome, a CVC Tur não tem relações formais com a operadora de viagens desde 2009. Naquele ano, foi criada uma nova empesa, a CVC Brasil, que herdou os ativos e passivos da companhia anterior. É a CVC Brasil quem comanda as mais de 1.300 lojas. Hoje, Paulus é apenas um sócio minoritário da companhia, que tem ações na Bolsa de Valores.

Investigação começou em 2018

Em nota, a CVC Brasil informou que a empresa citada nas investigações desta terça-feira “não tem qualquer relação com a companhia”. Ainda segundo a empresa, “nenhuma das pessoas citadas, incluindo o Sr. Guilherme Paulus, possuem cargos executivos ou na administração da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A”.

Paulus também divulgou uma nota, por meio de sua assessoria de imprensa:

“A respeito da Operação Checkout deflagrada hoje pelas autoridades policiais, informamos que o empresário Guilherme Paulus firmou de forma espontânea acordo com o Ministério Público e a Polícia Federal tornando-se colaborador da Justiça. Nessa condição, o empresário prestou os esclarecimentos requeridos pelas autoridades e assumiu compromisso de confidencialidade sobre seu depoimento”.

No ano passado, a PF já havia investigado outra empresa por ligação com o esquema de corrupção do advogado Silva. O Consórcio Soma, que realiza os serviços de coleta de lixo da cidade de São Paulo e teria pago R$ 100 milhões em propina, segundo a PF. Na época, a empresa informou que “cumpre todas as exigências legais” e que iria colaborar com as investigações.

As irregularidades foram delatadas pela primeira vez, no ano passado, por dois colaboradores da Operação Lava-Jato: os doleiros Alberto Yousseff e Leonardo Meirelles.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Creso Rabello disse:

    Isso faz parte da nossa cultura! Infelizmente vivemos num país de larápios e usurpadores, toma lá dá cá. Isso é o Brasil minha gente, onde os ricos levam as vantagens e os pobres levam fumo.

  2. Tarcísio Eimar disse:

    CVC nunca. É assim q o cidadão deve agir com empresas q sonegam

  3. Fagner disse:

    Tai o problema da previdência.

  4. Lima disse:

    Isso é porque Gilmar quer soltar luladrão. Quaquaquaaaa