Itália tem menor número de mortes por Covid-19 em quase quatro meses

Foto: Ilustrativa

A Itália registrou, desse domingo(21) para esta segunda-feira(22), o menor número de mortos por Covid-19 desde o dia 2 de março.

Nas últimas 24 horas, 23 pessoas morreram infectadas pelo novo coronavírus. No dia anterior, foram 24.

O total de mortes causadas pela doença no país é de 34.657.

Segundo o governo italiano, foram registrados 221 casos confirmados de Covid-19 no período — ante 224 do dia anterior. O total de casos chegou a 238.720.

O Antagonista

Mais de 2 mil curados na Itália de segunda para esta terça; 90% do comércio reabre em 1º dia de retomada

O primeiro dia de autorização do governo para a reabertura do comércio não essencial teve adesão de cerca de 90% das empresas do setor, informou hoje a Confederação de Comerciantes da Itália (Confcommercio).

Desde ontem, lojas de roupas, calçados, materiais eletroeletrônicos, produtos de beleza, entre outras, bem como os shoppings, puderam reabrir seguindo protocolos específicos de segurança por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Os serviços estavam paralisados desde o dia 10 de março.

“Cerca de 90% dos negócios de roupas reabriram em segurança: peças íntimas, camisas e sapatos estão entre os produtos mais pedidos”, informou a entidade. O índice de reabertura foi um pouco menor, na casa dos 70%, no setor de restaurantes e bares, que também puderam voltar a receber clientes em seu interior. De acordo com a Confcommercio, porém, cerca de 40% dos funcionários do setor continuaram em casa – cerca de 400 mil pessoas – porque os estabelecimentos optaram por reabrir de maneira reduzida.

Já os mercados em geral tiveram um índice de reabertura variando entre 50% e 60% no país, sendo que em Roma houve uma retomada de 100%, o que não aconteceu em outras regiões como Piemonte, Sicília e em parte da Lombardia – incluindo Milão.

A retomada gradual dos serviços não essenciais está na segunda fase de combate à pandemia e será analisada tanto pelo governo nacional como pelos regionais, que poderão intervir e voltar a fechar parte do comércio caso a curva de contágios da doença volte a subir.

Curados aumentam em ritmo acelerado

Nas últimas 24 horas, 2.075 pessoas se curaram da Covid-19 na Itália, elevando o total de recuperados para 129.401.

De ontem para hoje, o país contabilizou 162 mortes causadas pela doença (ante 99 do dia anterior, que foi o número mais baixo em dois meses).

Foram 813 novos casos confirmados (bem mais do que os 451 do dia anterior), totalizando 226.699.

O total de mortos pelo novo coronavírus no país é de 32.169.

O Antagonista e UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cesar Bomone disse:

    O pior são os ESQUERDOPATAS que tentam impedir o uso da HIDROXICLOROQUINA apenas porque é defendida pelo Presidente. Impossibilitam que muitos tentem se tratar desde os primeiros sintomas e evitem a internação.
    Destroem as esperanças de muitos com um diálogo INÚTIL acerca da comprovação científica do medicamento. Todos sabem que trata-se de um tentativa que se ajudar estará salvando uma vida.
    A HIDROXICLOROQUINA tem estudos tantos favoráveis como não. Comprovação científica pode levar anos, até lá muitos terão morrido.
    Então deixem as pessoas ter o direito de decidir se querem tentar.

  2. Eu disse:

    La fora tomaram as medidas necessárias, passaram 2 meses sofridos , mas agora vai se voltando a vida normal. Aqui ficou um lado negando e o outro assombrando, vamos ficar ainda uns 3 meses sofrendo.

Itália tem pela 1ª vez mais curados do que novos casos de Covid-19

(Foto: EPA/ETTORE FERRARI)

O número de casos ativos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália caiu pelo quarto dia seguido, de acordo com balanço divulgado pela Defesa Civil nesta quinta-feira (23).

Segundo o órgão, a Itália soma 106.848 pessoas atualmente com o Sars-CoV-2, 851 a menos que as 107.699 contabilizadas na última quarta (22).

Os casos ativos descartam pacientes curados e mortos e são um indicador importante para saber se a pandemia está ganhando ou perdendo força. Dos 106.848 ainda infectados, 2.267 estão em terapia intensiva, 81.710 estão em isolamento domiciliar, e 22.871 estão internados fora de UTIs.

O país acumula 20 dias seguidos de queda na quantidade de pacientes em terapia intensiva, de acordo com a Defesa Civil. Considerando o total de pessoas já infectadas até o momento, a Itália tem 189.973 casos, o que significa crescimento de 2.646 contágios em um dia (+1,4%).

Além disso, a Defesa Civil confirmou mais 464 óbitos, 27 a mais que na quarta-feira, totalizando 25.549 vítimas na pandemia. Já o número de curados chegou a 57.576, após um recorde diário em termos absolutos de 3.033 recuperados nesta quinta.

“Os números são particularmente reconfortantes”, disse o chefe da Defesa Civil, Angelo Borrelli, em coletiva de imprensa em Roma. Essa é a primeira vez que o país registra mais pacientes curados do que novos casos.

A quarentena na Itália fica em vigor até 3 de maio, mas algumas atividades comerciais, como livrarias e papelarias, já reabriram as portas, com exceção de determinadas regiões, como Lombardia e Piemonte.

O governo também prepara um programa de testagem em massa na população para estimar o percentual de pessoas já imunizadas contra o novo coronavírus.

Além disso, o primeiro-ministro Giuseppe Conte trabalha em um cronograma de reabertura a partir de 4 de maio, que pode incluir parques e algumas atividades econômicas, como manufatura e construção civil. (ANSA)

Época

Vacinas contra coronavírus dão resultado positivo na Itália

Foto: Ilustrativa/Reprodução/Pexel

Os testes pré-clínicos de candidatas a vacina contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) na Itália apresentaram resultados positivos.

Luigi Aurisicchio, CEO da empresa romana Takis Biotech, que conduz os estudos com cinco vacinas, disse que houve uma “forte produção de anticorpos” com uma única dose.

“Os primeiros resultados nos modelos pré-clínicos demonstraram a forte imunogenicidade das candidatas a vacina”, declarou Aurisicchio, acrescentando que duas delas parecem mais promissoras. Os resultados definitivos são esperados para meados de maio, e os testes em humanos podem começar a partir de setembro.

Todas as cinco vacinas se baseiam em uma tecnologia chamada eletroporação, que consiste em um impulso elétrico no músculo para aumentar a permeabilidade das membranas celulares. Elas foram obtidas a partir de materiais genéticos correspondentes a diferentes partes da proteína “spike”, que o vírus utiliza para agredir as células e se multiplicar.

De acordo com a Defesa Civil, a Itália contabiliza 147.577 casos do novo coronavírus e 18.849 óbitos, mas os números vêm desacelerando há algumas semanas em função das medidas de isolamento.

Época

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abel disse:

    Show!!

  2. Nildo disse:

    Kd O..Brasil?

    • Lobinha disse:

      A china nem fala na vacina, pelo tempo que foi criado por lá, já deveria está com os testes finais, como eles não tem o menor interesse nisso, deixam o mundo afundar mesmo. Assim fica mais fácil impor seu imperialismo.

    • Pedro disse:

      O Brasil se localiza na America do Sul, abaixo das Americas Central e Norte.
      Depois te passo a latitude e longitude!

    • Silva disse:

      E tem clima tropical Pedro.
      Corona virus atua com força acima da linha do Equador, pelo jeito.
      Vamos que vamos, aprendendo com o problema.

Itália prepara suspensão “gradual e controlada” das restrições

Foto: © Reuters/Yara Nardi/Direitos reservados

A Itália, que parece ter atingido uma estabilidade na curva de propagação do novo coronavírus, prepara medidas para a suspensão “gradual e controlada” das restrições impostas, mas adverte que falta muito para a volta à normalidade.

O uso generalizado de máscara, um rastreamento, a multiplicação dos testes de diagnóstico e a assistência especializada nos domicílios estão entre as medidas citadas pelo ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza.

O país, que registra o maior número de mortes associadas a covid-19 em todo o mundo, tem verificado nos últimos dias uma tendência de redução do número de novos casos de infeção e, no sábado (4), anunciou a queda, pela primeira vez, do número de doentes internados em unidades de cuidados intensivos.

Apesar dessa evolução, a população “não pode baixar a guarda” e deve continuar a respeitar as medidas de confinamento, que “não podem ser aliviadas de momento”, disse o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, ao anunciar o prolongamento do confinamento até 13 de abril.

Segundo o diretor da Proteção Civil, Angelo Borrelli, o país deverá continuar em quarentena pelo menos até o fim de semana prolongado de 1º de maio. Ele lembrou que a decisão, no entanto, cabe ao governo.

Borrelli admitiu que em16 de maio o país entre numa “fase dois”, de “coexistência com o vírus”, mas apenas “se a evolução não se alterar”.

Em entrevista hoje aos diários La Repubblica e Corriere della Sera, o ministro da Saúde, Roberto Speranza, explicou que o governo pretende reforçar “as redes de saúde locais” para que cada caso identificado possa ser triado para tratamento, assim como testar amostras da população para determinar “quantos italianos foram infectados, se são imunes e como, quantos e em que regiões podem voltar à vida normal”.

O plano do governo prevê também a determinação do uso generalizado de máscara, o respeito por um “distanciamento social escrupuloso” e a indicação de determinados hospitais para tratamento exclusivo da covid-19. Eles se manterão abertos para a eventualidade de uma segunda onda de infeções, de forma que outros hospitais possam voltar a se dedicar ao tratamento de outros doentes.

O governo também analisa o desenvolvimento de uma aplicação de telemóvel, inspirada em modelo adotado na Coreia do Sul, para acompanhar os movimentos dos doentes diagnosticados durante as 48 horas anteriores à infecção e para facilitar a telemedicina, permitindo, por exemplo, controlar a distância o ritmo cardíaco e a taxa de oxigenação do sangue das pessoas infectadas.

Quando for possível uma retomada da atividade econômica, os primeiros a retomar o funcionamento normal deverão ser as cadeias de abastecimento alimentar e farmacêutico, seguido-se os estabelecimentos de serviços, com limites ao número de pessoas atendidas.

Bares, restaurantes, discotecas e recintos desportivos serão os últimos a reabrir e, quando o puderem, terão de assegurar uma distância de segurança de pelo menos um metro entre clientes e funcionários.

As pessoas que queiram regressar à Itália – segundo números oficiais, pelo menos 200 mil italianos – deverão fazer quarentena e apresentar, à entrada do meio de transporte, uma declaração sob compromisso de honra indicando o local onde vão respeitar a quarentena.

Os transportes públicos deverão manter lotação baixa, com a entrada de pessoas controlada por funcionários, a manutenção da distância entre passageiros e a ocupação máxima de um lugar em cada dois.

“Não haverá um dia em que possamos dizer que tudo terminou”, disse o ministro, acrescentando que “seria uma irresponsabilidade” prometer uma data para o regresso à normalidade.

“Temos de conviver com o vírus. Pelo menos até termos uma vacina ou uma cura”, disse.

Agência Brasil, com Emissora pública de televisão de Portugal

Itália registra 525 mortes nas últimas 24 horas, o número mais baixo em duas semanas

Foto: reprodução

O número de mortos pelo novo coronavírus na Itália nas últimas 24 horas é de 525, o mais baixo em duas semanas, anunciou neste domingo a Defesa Civil. O balanço representa uma redução de 25% em relação às mortes anunciadas ontem, quando 681 foram registradas.

Até o momento, 15.887 pessoas morreram devido ao coronavírus na Itália, país mais castigado do mundo pela pandemia, segundo as cifras oficiais.

“São boas notícias, mas não deveríamos baixar a guarda”, disse o chefe da Defesa Civil, Angelo Borrelli. “A curva começou sua queda”, comemorou o chefe do Instituto Superior de Saúde, Silvio Brusaferro. A redução do número de mortos “é um dado muito importante”, assinalou.

“Se estes dados se confirmarem, teremos que pensar na fase 2”, ou seja, no plano para reativar a Itália, que contempla a retomada de parte da atividade produtiva da terceira maior economia europeia.

Para as autoridades, a fase 2 é um período de “convívio” com o vírus, motivo pelo qual “é importante manter as medidas que fizeram a curva cair”, alertou Brusaferro.

Há quatro semanas, os 60 milhões de italianos estão submetidos a medidas drásticas de confinamento. Um sinal de que a batalha não foi vencida é que os serviços de saúde do país contabilizaram cerca de 3 mil novos casos nas últimas 24 horas.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bill disse:

    É mesmo, François os Minions não entendeu de números. Já a cambada petista em matéria de números, eles dão show, é lembrarmos de lula nove dedos o mão leve!

  2. François Cevert disse:

    Minion tem dificuldades em interpretar textos imagine números… Rsrsrs

    • Lobinha disse:

      Percebe-se a falta de consciência desse que estão vivendo a abstinência de dinheiro público roubado, não conseguem fazer simplesmente nada, a não ser taxar alguém do que realmente é. Chega a ser patético

  3. Tarcísio Eimar disse:

    passou o pico, o que não pode ocorrer é o povo achar q foi resolvido e voltar à vida normal

  4. Bolso disse:

    O menor dia de morte na Itália e maior de que todas as mortes ou incluindo supostas mortas de coronas vírus no meio de 436 no Brasil já com quase 40 dias.

Embora números ainda sejam ruins, quantidade de curados na Itália é animadora

Foto: Reprodução

Aparentemente, a epidemia na Itália bateu no teto.

Os números ainda doem, sobretudo os 760 mortos de ontem para hoje.

Mas o fato é que há uma estabilidade em quase todos os dados – e uma melhora bastante animadora na quantidade de pacientes curados (1.431).

Melhorou também o volume de testes para o novo coronavírus: 40 mil em 24 horas.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Diogo disse:

    40.000 tests em 1DIA
    E aqui são quantos??

  2. Ana Lígia disse:

    Salao perto de casa aberto e lotado. Lotado.
    Fui ali na porta do armarinho buscar material pra máscara e vi.

    Tinha uma fia fazendo sobrancelha na outra fia. Ambas sem máscara.

    Olha… 🤦🏻‍♀️

    Tinha q constar nuns atestados de óbito aí a causa mortis BURRICE

  3. Realista disse:

    Não importa quem ficou curado.
    Quem ficou bom, parabéns. Ficou bom.
    Interessa sim é o número de infectados, suspeitos e óbitos.
    Esse sim, tem que ser combatido.

    • AZI + CLOROQUINA disse:

      Importa também implantar o TERROR!!! Quanto pior, melhor!

Itália atingiu pico de pandemia, diz órgão do governo

O presidente do Instituto Superior da Saúde (ISS) da Itália, Silvio Brusaferro, afirmou nesta terça-feira (31) que o país atingiu o pico da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A declaração chega um dia após a Itália ter registrado o menor aumento percentual no número de casos desde que a Defesa Civil passou a divulgar apenas um balanço diário, em 28 de fevereiro, com crescimento de 4,1% – já são oito dias seguidos de expansão inferior a 10%.

Mas, segundo Brusaferro, isso não quer dizer que os contágios começarão a cair imediatamente. “A curva [da epidemia] nos diz que chegamos a um platô”, afirmou o presidente do ISS, órgão técnico-científico subordinado ao Ministério da Saúde da Itália, em uma coletiva de imprensa em Roma.

“Dizer que chegamos a um platô significa que chegamos ao pico, mas este não é uma ponta, é um planalto do qual agora precisamos descer”, acrescentou. Sua declaração indica que a curva de contágios na Itália deve se manter estável por um tempo, antes de começar a cair.

Brusaferro ainda alertou que o eventual relaxamento das medidas de confinamento pode fazer a pandemia ganhar força novamente.

“Precisamos ser cautelosos”, disse.

A Itália registra 101.739 casos do novo coronavírus, de acordo com o balanço divulgado pela Defesa Civil nesta segunda-feira, e 11.591 mortes. O número de óbitos por dia continua elevado (812 em 30 de março), mas esse dado não está necessariamente ligado ao ritmo de novos contágios.

Como o país ainda tem 3.981 pessoas internadas em UTIs, é provável que os efeitos da desaceleração da pandemia ainda levem algum tempo para se refletir na quantidade de mortes. “É preciso um intervalo maior para ver os resultados nos falecimentos”, disse nesta segunda o presidente do Conselho Superior da Saúde (CSS), Franco Locatelli.

Época

Estudo mostra que a Itália deve zerar os novos casos de Covid-19 entre os dias 5 e 16 de maio

Foto: Reprodução

Um estudo publicado pelo Corriere della Sera mostra que a Itália deve zerar os novos casos de Covid-19 entre os dias 5 e 16 de maio.

Em algumas regiões, porém, a epidemia talvez seja contida antes da Páscoa.

O resto do mundo observa o caso italiano para estimar quanto tempo pode durar o regime de lockdown, que foi decretado três semanas atrás, no dia 8.

Se o cálculo estiver correto, em seis semanas de isolamento social um país pode dar os primeiros passos fora do buraco.

O Antagonista

 

Itália registra mais 969 mortes por coronavírus e bate seu recorde diário

(Foto: Piero Cruciatti/AFP )

Apesar das expectativas de que já tivesse atingido seu pico, a Itália voltou a registrar alta no número de novas mortes causadas pelo coronavírus no país. De ontem para hoje, mais 969 pessoas morreram vítimas da covid-19, 257 a mais do que o registrado de quarta para quinta-feira (712).

Desde o início da pandemia, segundo dados publicados diariamente pelo Corriere della Sera, 86.498 pessoas já foram infectadas pelo coronavírus na Itália. Destes, 9.134 morreram e outros 10.950 se recuperaram. Hoje, o país tem 66.414 ainda doentes.

Dos pacientes com sintomas, 3.732 estão em unidades de terapia intensiva (UTIs) e 36.653 estão em isolamento domiciliar, ainda de acordo com o Corriere.

A região da Lombardia, cuja capital é Milão, lidera o número de casos (37.298), incluindo mortos e já curados. Emília-Romanha (11.588), da capital Bolonha; Vêneto (7.497), de Veneza; e Piemonte (7.092), de Turim, aparecem logo em seguida.

A Itália é atualmente o país europeu mais afetado pela pandemia. Logo atrás dela, porém, vem a Espanha, que também bateu seu recorde diário hoje, tendo registrado 769 novas mortes nas últimas 24 horas. O total de casos confirmados no país passa de 64 mil.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alexandre disse:

    BOLSONARO INCOMPETENTE.

    MOURÃO PRESIDENTE!!!

  2. José disse:

    Nunca pensei que iria desejar um golpe militar.
    Mourão…avante!
    É melhor sem liberdade do que morto.
    Mourão, nos livre desse idiota louco.

Itália ainda não atingiu o pico do contágio do coronavírus, diz o chefe de Saúde Nacional do país

Em Napoles, na Itália, padre entrega comida aos sem teto, que fazem fila com espaços para evitar contágio, em 27 de março de 2020 — Foto: Ciro De Luca/Reuters

As infecções de coronavírus na Itália não atingiram seu pico, disse Silvio Brusaferro, chefe do Instituto Superior de Saúde do país nesta sexta-feira (27).

Os números mais recentes da pandemia no país são 8.215 mortes e 80.589 infectados. O balanço da quinta-feira foi de 712 mortos nas 24 horas anteriores.

“Não atingimos o pico e não passamos dele”, disse Brussaferro.

Ele disso que há, no entanto, sinais de uma desaceleração no número de pessoas que estão ficando infectadas, o que sugere que o pico não está longe. Depois disso, os novos casos vão entrar em tendência visível de queda.

“O nosso comportamento vai influenciar em quão íngreme vai ser a queda, quando ela começar”, afirmou ele, em uma referência à aderência dos italianos às restrições ao movimento impostas pelo governo.

Prefeito de Milão

No dia 22 de março, durante uma entrevista à TV RAI, o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, afirmou que errou ao divulgar, no fim de fevereiro, um vídeo que dizia que a cidade não pode parar.

“Muitos se referem àquele vídeo que circulava com o título ’Milão não Para’. Era 27 de fevereiro, o vídeo estava explodindo nas redes, e todos o divulgaram, inclusive eu. Certo ou errado? Provavelmente, errado”, ele afirmou à RAI no domingo (22).

Trabalhadores da saúde

Trabalhadores da saúde também estão entre as vítimas do novo coronavírus na Itália. Um levantamento do governo italiano mostrou que cerca de 9% dos infectados do país no início da semana eram médicos, enfermeiros ou técnicos. A Federação de Médicos contabilizou na quinta 37 médicos mortos pelo novo coronavírus.

Quarentena

A Itália vive, desde o dia 9 de março, um isolamento total que inclui a suspensão de aulas e de serviços não essenciais. Eventos foram cancelados, e até mesmo o transporte de mercadorias foi limitado.

Giuseppe Conte, o primeiro-ministro, afirmou na quarta-feira que a emergência do novo coronavírus é sem precedentes em todo o mundo. Ele pediu também que os países sejam rigorosos no combate ao coronavírus.

“Ninguém pode aceitar, muito menos a Itália que está fazendo grandes sacrifícios para combater o vírus, que outros países não percebam essa necessidade de máxima atenção preventiva”, disse o primeiro-ministro durante um pronunciamento na Câmara dos Deputados da Itália.

O premiê disse também que, se outros países não forem rigorosos com as medidas preventivas, a pandemia pode aumentar ainda mais o ritmo dos contágios.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    "Milão não Para" = "Brasil não pode parar"
    Já sabemos o que nos aguarda… e nem podemos dizer que não fomos avisados.
    Imagine, só imagine…chegar em frente a um hospital com sua mãe\pai\avó\esposo(a) sem conseguir respirar e ouvir o médico dizer: não há nada a fazer…imagine essa pessoa falecer nos seus braços..
    Só aí talvez, talvez você vai se perguntar: valeu a pena "salvar" a economia?
    O governo tem dinheiro(nosso dinheiro) e a obrigação de nos ajudar, pois é pra isso que ele existe(ele deve nos servir, e não o contrário).
    Nessa hora, dane-se a economia..em 1º lugar, a VIDA.

  2. Riva disse:

    ""Infelizmente, o número de mortes na Itália disparou e 919 pessoas morreram nas últimas 24 horas devido ao novo coronavírus. O valor é o recorde em um só dia em todo planeta e indica que talvez o país ainda não tenha chegado ao pico. Ao todo, há 9.134 vítimas fatais na Itália""

Itália tem mais de 8 mil mortes por Covid-19 desde o início do surto

Foto: Reuters/Yara Nardi

O Ministério da Saúde da Itália registrou ao menos 8.165 mortes pela Covid-19 desde o início do surto. Em um balanço divulgado nesta quinta-feira (26), as autoridades de saúde contabilizaram mais de 62 mil infectados pelo novo coronavírus.

Nos últimos dias, desde o pico de sábado (21), quando o país registrou 793 mortes, o número de vítimas reduziu levemente e ontem chegou a 683 mortes. Na quinta o número diário de mortes ainda é alto, mas mais baixo que no dia anterior, nas últimas 24 horas o país registrou 662 mortes por Covid-19.

A região de Piemonte, no norte da Itália, contabilizou mais 50 mortes por coronavírus. O número não foi atualizado na contagem oficial do governo italiano, segundo a agência Reuters. Com estes casos, o número de mortos no país salta para 712 mortes na quinta-feira.

Trabalhadores da saúde também estão entre as vítimas do novo coronavírus. Um levantamento do governo italiano mostrou que cerca de 9% dos infectados do país no início da semana eram médicos, enfermeiros ou técnicos. A Federação de Médicos da Itália contabilizou nesta quinta 37 médicos mortos pelo novo coronavírus.

Quarentena

A Itália vive, desde o dia 9 de março, um isolamento total que inclui a suspensão de aulas e de serviços não essenciais. Eventos foram cancelados, e até mesmo o transporte de mercadorias foi limitado.

Giuseppe Conte afirmou nesta quarta-feira que a emergência do novo coronavírus é “sem precedentes” em todo o mundo. Ele pediu também que os países sejam rigorosos no combate ao coronavírus.

“Ninguém pode aceitar, muito menos a Itália que está fazendo grandes sacrifícios para combater o vírus, que outros países não percebam essa necessidade de máxima atenção preventiva”, disse o primeiro-ministro durante um pronunciamento na Câmara dos Deputados da Itália.

O premiê disse também que, se outros países não forem rigorosos com as medidas preventivas, a pandemia pode aumentar ainda mais o ritmo dos contágios.

Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observando disse:

    em 23.02.2020 eram 17 mortos.

Confinamento achatou a curva: menos mortes e menos casos de Covid-19 na Itália

Foto: Reuters / Manuel Silvestri / Direitos Reservados

Pelo quarto dia consecutivo, a Itália emite sinais positivos.

Desta vez, todos os principais números da epidemia apresentaram uma melhora.

De ontem para hoje, houve 5.210 novos casos (-0,8%), 683 mortos (-8,1%) e 1.036 pacientes curados (+13,7%).

O confinamento achatou a curva. Agora é preciso descer a montanha.

O Antagonista

Itália regista 743 mortes por Covid-19 entre segunda e esta terça

Foto: Reprodução

Depois de dois dias de queda, subiu tragicamente o número de mortes de Covid-19 na Itália.

Morreram 743 pessoas de ontem para hoje.

O número total só não foi maior do que o de sexta-feira, quando houve 793 mortes.

O número de novos casos (3.612) e de novos pacientes na UTI (192), porém, sinalizam que o aumento exponencial do contágio pode ter sido revertido.

O Antagonista e Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Matematica disse:

    Aqui ainda se permitr voos vindos dos EUA. Depois não estejam no choro..

  2. Antonio disse:

    Esses países que fazem fronteiras com a China fecharam suas fronteiras bem cedo, logo quando apareceram os primeiros casos. Por isso eles tem poucos casos. Já a Itália tem a população mais idosa da Europa por isso tá havendo tantas mortes. É grupo de risco da doença

  3. Lobinha disse:

    Não consigo entender como países que fazem fronteiras com a China se encontram com números insignificantes de casos e de mortes, como é o caso da russia, Índia e Mongólia, muito estranho isso.

A semana que pode salvar a Itália e dizer quando a crise vai acabar

No meio da morte, desponta uma flor: da Itália pode vir resposta para pergunta que o mundo inteiro faz Flavio Lo Scalzo/Reuters

Será que o pico está começando a passar?

Esta é a pergunta que, mesmo com todas as cautelas, paira nas mentes e corações de muitos.

Três números a sustentam, ainda fragilmente: 793, 651, 601.

Equivalem aos mortos no sábado do pico, no domingo e ontem.

Pela marcha do avanço massacrante do vírus, na segunda seria atingida a terrível marca dos mais de mil mortos, explodindo para dobrar o número de vítimas em toda a China (eram 6.078 ontem).

“É cedo demais para dizer”, insistem todos os especialistas.

“Ainda não atingimos a fase mais aguda da contaminação e os números continuam a subir”, avisou o primeiro-ministro Giuseppe Conte.

Mas cientistas como Michael Levitt, um biofísico de Stanford e Nobel de Química em 2013, estão dispostos a se arriscar.

Obviamente, com base em números.

Levitt estudou os números da China e, com base neles, dispõe-se a falar o que o mundo inteiro quer ouvir: “Nós vamos ficar bem”.

Acha que a epidemia não vai se estender durante meses e até anos, como projetam outros especialistas.

O cientista identificou a tendência na China no dia 31 de janeiro, quando as mortes passaram de 42 para 46.

Apesar do aumento, o ritmo das mortes estava diminuindo.

“Vão diminuir mais ainda ao longo da semana”, escreveu. Três semanas depois, garantiu que o pico tinha passado. Fez até uma previsão incrível: a China acabaria tendo cerca de 80 mil casos da nova doença e cerca de 3.250 mortes.

Com Wuhan finalmente saindo da quarentena, as barreiras nas ruas sendo retiradas e moradores saindo de casa para seguir as ordens de “restaurar plenamente” a produção, mesmo em meio a desconfiança nas informações do governo, a China tinha 3.277 mortes pela contagem mais recente e 81.171 contagiados registrados.

Levitt tem nacionalidade americana, britânica e israelense e muitos contatos na China por causa do trabalho da mulher, estudiosa de arte chinesa.

Entrou de cabeça no assunto quando o índice de aumento na província de Hubei estava em 30% por dia – uma fase que está sendo vivida e ultrapassada pela Europa agora.

“Não sou especialista em influenza, mas sei analisar números. Isso é crescimento exponencial”, disse o cientista ao Jerusalem Post.

Se continuasse assim, o mundo inteiro estaria contaminado em 90 dias.

Atingiu o ápice diário de 4.700 novos casos em 6 fevereiro, mas a partir do dia seguinte, começou a refluir.

“O número de novas infecções começou a cair linearmente e não parou mais. Uma semana depois, aconteceu o mesmo com o número de mortes. Esta mudança dramática na curva marcou o ponto médio e permitiu uma previsão melhor sobre quando a pandemia iria acabar”.

Os modelos exponenciais calculam que cada pessoa pode contagiar mais 2,2 e assim continuará a fazê-lo, encontrando novas pessoas.

“Mas no nosso círculo social, encontramos basicamente as mesmas pessoas”, diz Levitt.

As “novas” são em ambientes públicos. Daí a importância do distanciamento e até do isolamento.

Levitt tem outras análises fora do senso comum. Basicamente, acha que a maioria das pessoas é naturalmente imune ao vírus.

Como fazer uma afirmação dessas, ousada, perigosa ou até potencialmente criminosa?

Nas condições “extremamente confortáveis” para a propagação do novo corona no navio de turismo Diamond Princess, onde todos os passageiros e tripulantes ficaram trancados numa tétrica quarentena, “apenas 20% foram infectados”.

Em Wuhan, o índice total de infectados foi de 3%.

Com suas análises audaciosas, Levitt responde, mesmo indiretamente, a pergunta mais desesperadamente presente: quando isso vai acabar.

É, evidentemente, a mais crucial das perguntas, tanto em termos de decisões para a saúde pública quanto para a economia – e a política, claro.

Donald Trump, por exemplo, já deu sua opinião: quer retomar logo a produção ou até mantê-la em áreas pouco afetadas dos Estados Unidos, onde já há mais de 40 mil casos com testes positivos.

“A América irá, e em breve, abrir as portas para os negócios.”, disse ele ontem.

“Muito breve. Bem mais cedo do que os três ou quatro meses que estão sugerindo. Não podemos deixar a cura ser pior que o problema”.

Como decidir isso é a pergunta de quatro trilhões, ou mais, de dólares.

Minimizar o número de vítimas da epidemia e conciliar isso com a ressuscitação da economia são tarefas vitais que precisam ser respondidas ao mesmo tempo, em plena crise.

Da pequena fresta de esperança que se abriu na Itália, onde gerações de cidadezinhas inteiras de idosos estão morrendo e sendo enterrados na solidão do coronavírus, talvez despontem também as primeiras respostas.

Veja

 

Otimismo volta às bolsas com menos contaminação na Itália e expectativa por estímulos nos EUA

Foto: Getty Images

Após os tombos nos mercados globais ontem, o dia amanhece ensolarado no home office do Valor Investe em São Paulo e também nas bolsas internacionais.

As razões para o movimento positivo nas principais bolsas do mundo é a redução – pelo segundo dia seguido – no registro de novos casos e mortes na Itália, um dos casos mais críticos após o arrefecimento da contaminação na China, e a continuidade das negociações nos EUA para a aprovação no Senado de um pacote de estímulos para a economia.

Os investidores esperam que o pacote seja aprovado ainda hoje.

A alta vista lá fora deve impactar os negócios na bolsa por aqui, que abre às 9h no mercado futuro e às 10h no à vista.

O principal fundo de índice (ETF) de ações brasileiras negociado em Nova York, o EWZ, subia 8,07%, a US$ 22,50, às 7h20.

Mercados internacionais

As bolsas asiáticas encerraram em forte alta na primeira sessão depois que o Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, anunciou que comprará de maneira ilimitada títulos do Tesouro americano e títulos hipotecários para combater om impacto da pandemia de coronavírus nos mercados, uma vez que o Senado adiou a votação sobre um pacote de ajuda de mais US$ 1 trilhão.

O Kospi, índice de referência da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, saltou 8,60%, e o Nikkei, da Bolsa de Tóquio, avançou 7,13%.

Na Austrália, o S&P-ASX 200, um dos índices que mais têm sido afetado pelos efeitos da pandemia e da desaceleração da China, subiu 4,17%. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou em alta de 4,46%.

Na China, o índice Xangai Composto teve alta de 2,34%, e o Shenzen Composto subiu 2,10%, depois que as autoridades chinesas começaram a retirar as restrições à população da província de Hubei, onde fica a cidade de Wuhan, epicentro da origem da pandemia do novo coronavírus.

Os índices futuros dos Estados Unidos operam em forte alta e tiveram suas negociações paralisadas após baterem o limite de alta de 5% no pré-mercado.

As bolsas da Europa operam em alta consistente em meio a sinais de que a disseminação do coronavírus está diminuindo na Itália, que é um dos países mais atingidos, enquanto as negociações em torno um pacote de estímulos para a economia continuam nos EUA.

Os índices preliminares de gerentes de compras da zona do euro como um todo e da Alemanha e França caíram em março para is piores níveis em toda a série histórica, evidenciando o baque que a economia vem tomando com o avanço do coronavírus no continente.

O índice composto da zona do euro (indústria + serviços) caiu para uma leitura de 31,4 pontos em relação a 51,6 em fevereiro, o que é um recorde desde que a série começou em julho de 1998. O consenso de economistas apontava para 38,8.

Qualquer leitura do PMI abaixo de 50 pontos indica condições de contratação da atividade econômica.

“O PMI de março é indicativo de queda do PIB a uma taxa trimestral de cerca de 2%, e claramente há margem para que a desaceleração se intensifique ainda mais, pois ainda mais políticas draconianas para lidar com o novo coronavírus serão potencialmente implementadas nos próximos meses”, disse Chris Williamson, economista-chefe de negócios da IHS Markit.

(mais…)