Geral

Israel anuncia fim da obrigatoriedade de máscara ao ar livre após vacinar 61% da população

Foto: AMMAR AWAD / REUTERS

A partir do próximo domingo não será mais obrigatório usar máscara ao ar livre para conter a Covid-19 em Israel. O anúncio foi feito na quinta-feira pelo Ministério da Saúde. Ainda será necessário manter o rosto protegido em ambientes fechados. Atualmente, de acordo com o site “Our World In Data”, 61, 68 % da população do país já recebeu as duas doses da vacina produzida pela Pfizer/BioNTech.

Em nota, o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, afirmou que a decisão foi tomada com base nas recomendações de especialistas. Israel foi um dos primeiros países do mundo a impor o uso da máscara para conter a disseminação do vírus em 2020.

“As máscaras têm como objetivo nos proteger contra o coronavírus. Depois que especialistas em saúde concluíram que não são mais necessárias ao ar livre, decidimos permitir de acordo com sua recomendação. O nível de mortalidade em Israel é muito baixo graças ao nosso sucesso na campanha de vacinação e, portanto, podemos relaxar mais restrições”, ressaltou Edelstein.

O Ministério recomenda que os israelenses ainda mantenham cuidados e levem sempre consigo máscaras para usar quando necessário. A partir de domingo, todo o sistema educacional do país também volta a funcionar em sua totalidade.

Desde o início da pandemia, Israel contabilizou 837 mil casos e 6315 mortes pela Covid-19.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Bozo fez a mesma coisa aqui….nós é que não fazemos a vontade dele….
    Vá se lascar pra lá….

    1. rsrssr é mesmo, se estiver com a máscara do Bozo então Fatão manda a pessoa tirar a máscara

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Sem uso de máscaras, mas com rastreamento de contatos, Austrália volta à rotina pré-Covid

Foto: WILLIAM WEST / AFP

O brasileiro Henrique Barbosa Macedo trabalha no Melbourne Cricket Ground (MCG), estádio esportivo da capital do estado australiano de Victoria. Quando vai à arena, ele passa por uma série de máquinas de escaneamento. Por meio de um código QR que contém seu nome e telefone, cada área que atravessa fica registrada.

Esses escaneamentos não são exclusividade de Macedo ou do seu local de trabalho. São parte do protocolo vigente nacionalmente na Austrália, para permitir rastrear o caminho do coronavírus se um novo caso surgir, algo fundamental para tentar conter o contágio comunitário. A cada caso confirmado, um novo período curto de isolamento é imposto a todos os residentes da região atingida e aos que transitaram pelos locais rastreados.

Foi graças a mecanismos como esse que, no dia 25 de março, o MCG pôde receber 70 mil pessoas, 70% de sua capacidade, para a partida entre os times de futebol australiano Carlton Blues e Collingwood Magpies. Os torcedores não usaram máscaras.

— Parece que você vive em um sonho, em uma bolha. A sensação que dá quando você está dentro do estádio é de que nada aconteceu. Parece que a Covid ocorreu há muito tempo — conta Macedo, um agente educacional de 31 anos que há quatro mora na Austrália.

Sem registrar mortes causadas pela Covid-19 desde dezembro de 2020, o país passou por quarentenas severas, em que até as fronteiras entre os seis estados foram fechadas. Depois de registrar um pico da doença em agosto do ano passado, quando havia uma média diária de pouco mais de 500 casos e 20 mortes, o país de 25,4 milhões de habitantes passou na última semana para uma média móvel de menos de oito casos diários. No total, foram pouco mais de 29 mil casos com 909 mortes, segundo o site Our World In Data, da Universidade de Oxford — uma média de 1.151 casos por milhão de habitantes, contra 60,9 mil no Brasil.

O sucesso no controle da pandemia permitiu que a Austrália relaxasse as restrições a ponto de já poder liberar grandes eventos, como os jogos e shows — em 20 de março, a banda de rock Midnight Oil se apresentou diante de um público de 13 mil pessoas em Geelong.

Escritórios também já voltaram a receber os funcionários, desde que estejam trabalhando a uma distância mínima de dois metros quadrados. O uso de máscaras não é mais obrigatório em lugares fechados, como restaurantes, casas noturnas, shoppings, supermercados, mas há restrições de densidade por local. Cinemas e estádios estão liberados, com até 75% da capacidade.

Além dos escaneamentos e testagens em massa, que facilitam o controle sobre novos casos, uma série de outras medidas foram adotadas, sob coordenação do governo central.

— Não há times azuis ou vermelhos. Não há sindicatos ou patrões. Agora são apenas australianos — declarou, em 2 de abril de 2020, o primeiro-ministro Scott Morrison, em uma entrevista coletiva sobre as medidas que o governo federal viria a tomar para combater a pandemia.

A trégua política permitiu que o Gabinete do premier trabalhasse com os governos estaduais contra a Covid.

— A opinião da ciência esteve sempre à frente de cada passo dos governantes e dos servidores do sistema de saúde público. Não ouvi falar de cloroquina ou ivermectina, nenhuma vez sequer — relata a estudante brasileira Dora Antunes, de 21 anos, moradora de Brisbane. — Sem governantes autoritários e negacionistas, a Austrália conseguiu manter o assunto Covid acima de rivalidades políticas.

A quarentena, adotada em muitas regiões do país para conter a alta dos casos, foi severa. Em alguns estados, como Victoria, durou meses e afetou fortemente a economia. Para conter os danos, o governo australiano injetou cerca de 320 bilhões de dólares australianos (R$ 1,4 trilhão) na economia, o equivalente a 16,4% do PIB. O plano emergencial incluiu um esquema de subsídios às famílias, além de projetos como o Job Seeker, para aqueles que ficaram desempregados durante o período, e o Job Keeper, que ajudava as empresas a continuarem pagando os salários dos funcionários.

Também se provou eficaz a implementação de programas obrigatórios de isolamento em hotéis para cidadãos australianos que retornam ao país. O programa continua em vigor, com um número restrito de regressos por semana, de forma que o sistema de saúde não fique sobrecarregado. As fronteiras do país, contudo, seguem fechadas para estrangeiros, sendo permitida a entrada apenas de cidadãos australianos, residentes permanentes ou pessoas autorizadas pelo governo. De acordo com o Ministério da Saúde local, a maioria dos casos registrados recentemente no país é de pessoas que regressaram à Austrália.

De acordo com os moradores do país, a eficácia das medidas de contenção foi facilitada pela resposta positiva da população.

— Grande parte se mobilizou muito para evitar o agravamento da situação e não quebrou regras de lockdown, uso de máscaras, distanciamento social e higiene — conta a brasileira Maisa Machado, de 30 anos, moradora de Sydney. — Mesmo com a vida voltando ao normal, as pessoas não estão viajando tanto. No Brasil, vejo amigos e parentes que estão isolados desde o ano passado enquanto outros seguem como se nada tivesse acontecido.

No período de restrições mais severas, qualquer pessoa que violasse as regras estaria sujeita a multas. Em Victoria, a multa para quem fosse pego sem máscara poderia chegar ao equivalente a R$ 870. No caso de empresas que descumprissem os protocolos de proteção, as multas chegavam a R$ 435 mil, caso o episódio fosse levado à Justiça, segundo informações do portal oficial do governo do estado.

A fiscalização do cumprimento das medidas cabia às polícias estaduais, mas a população podia denunciar irregularidades por meio de uma linha telefônica: a “Coronavirus Hotline”.

— Sinto que aqui as pessoas são mais conscientes por grande influência do governo, que sempre tratou a doença como calamidade pública — diz a brasileira Luiza Leoi, de 28 anos, que vive em Perth desde 2014. — A pandemia nunca foi motivo de piada dos políticos daqui, que têm adotado medidas rápidas e efetivas de acordo com a progressão no número de casos.

A onda negacionista em relação à pandemia, no entanto, também chegou à Austrália. Embora o país conte com um sistema de saúde universal, o Medicare, e de ter sido um dos primeiros a adotar os testes drive-thru de Covid-19, ainda assim houve certa resistência às quarentenas.

— Teve gente que negava, gente que não queria obedecer às regras, mas a maior parte da população de Victoria, durante os três lockdowns que houve aqui, respeitou as regras e atendeu o governo, pois sabiam que era para um bem coletivo — diz Henrique Macedo. — Como a gente ficou trancado por muito tempo, a gente sabe, hoje em dia, que se a gente precisar de um lockdown, é melhor que seja feito o quanto antes.

A vacinação no país, no entanto, está atrasada quando comparada a outros países ricos. Até agora, apenas 0,6% da população tomou a primeira dose. O governo encomendou vacinas da AstraZeneca e da Pfizer e atribui a imunização lenta ao atraso na entrega.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Há muitos países e localidades que têm o que ensinar no combate ao vírus experiências REAIS, casos CONCRETOS. Por que a turma que faz oposição so presidente não se guia pelo que está dando certo? Por que rejeitam e até impedem o tratamento precoce enquanto insistem nesse “lockdown” absurdo, que só piora as coisas? Nunca foi pela saúde, essa é a verdade. Sempre foi pelo PODER.

  2. Vixe! Esse governo australiano de direita (deve ser uma direita comunista ou petista ou lulista, com certeza!) fez tantos lockdowns a toa né!? O meu presidente, o MINTOmaníaco, já disse e mandou espalhar pros terraplanistas que lockdown eh coisa se comunista burro pois não serve de nada! Mas parece que lá nesse país distante , comunista e de cientistas burros, funcionou ! Olha só! E a gente aqui condenado a usar máscara , vachina e utis lotadas! Ah, mas prefiro acreditar na narrativa que o MINTOmaníaco espalha no grupin do zap talkei! (Texto cheio de Ironias)…

    1. Você só esqueceu de mencionar o mais importante. Na Austrália tem gente, nao bicho como o povo brasileiro. Não dá pra comparar e sei pq estive lá e convivi com eles.

    2. Onde você estava quando seus políticos de estimação, todos corruptos, desviavam bilhões e mandavam recursos públicos para manter as ditaduras de Cuba e Venezuela?
      Se você apoia esse tipo de depreciação política, seja minimamente real e vá morar nos países que tem ditadores com socialismo ou comunismo como forma de governo. Lá todos são valorizados e vivem em total igualdade, todos na miséria, exceto os líderes políticos e seus familiares.

    3. Mané, o Brasil controlou a primeira onda do covid sem máscaras, sem lockdoria sem nada.
      Ninguém sabia da segunda onda que veio mais severa ainda, certo?
      Pois vc fique sabendo que vai ser controlada também viu, e do mesmo jeito, o povo na rua, esse lockdow não funcionou em lugar nenhum do mundo.
      Vírus é assim, chega e depois esmorece, é assim com tudo que é virus no mundo tá?
      Jaja vai estar controlado, porem não vai embora definitivamente, fica sempre uma coisinha pra azucrinar as pessoas.
      Mito 2022.
      Até 2026.
      Kkkkkk
      Vc vai vê!!

    4. Incrível mané, tu não se cansa de falar merda o dia todo. Essa fossa é sem fim. Kkkk

    5. São opiniões desnecessárias como essa sua, que faz o País ser o que é, e está na situação que se encontra. Falar mal dos erros do presidente não adianta de nada, quando o STF deu liberdade plena aos governantes (e desgovernantes também). Se ao menos tivesse o bom senso de elogiar quando acontece algo bom vindo do governo, como a liberação de milhões de reais, que são desviados pra outras finalidades, e não a primordial, que é a saúde! A folha de pagamento pro funcionalismo público, é obrigação dos Estados. Porém, os recursos pra combater a pandêmia, oriundos do governo federal, não estão sendo utilizados pra esse fim, aqui no RN. Não tiro os erros do presidente, mas o bem comum só poderia haver, quando a população mesmo contra a vontade, obedecesse os protocolos e os governantes usassem de medidas rígidas, como foi feito na Austrália. De nada adiantaram as medidas restritivas impostas aqui no RN, pois o índice de ocupação não diminuiu e os casos e óbitos só fazem aumentar, mas no entanto, foi liberado tudo. Por mais que Bolsonaro seja a favor disso, ele está de “mãos atadas” pelo STF. Ele deve tá simplesmente adorando, a liberação das medidas restritivas feitas em alguns Estados. O que surpreende, são governos do “quanto pior melhor”, estarem sendo “suaves” com os protocolos. Falar mal de Bolsonaro nesse momento, é “cuspir no prato que come”, pois fatão tá fazendo exatamente o que o presidente prega. E o que é pior, fazendo uso dos recursos indevidamente.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Deputado Daniel Silveira é retirado de voo pela PF em SP por não usar máscara

Foto: VINICIUS LOURES/CÂMARA DOS DEPUTADOS

O deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) foi retirado de um voo da Gol, em Guarulhos (SP), no meio de uma conexão que ia do Rio de Janeiro para Brasília, nesta terça-feira (26), por se recusar a usar máscara, o que é obrigatório a todos os passageiros.

Silveira se apresentou para embarque informando ser deputado federal e alegando que teria dispensa médica para não utilização de máscara fácil. Ele foi informado por um funcionário que teria o embarque negado caso não utilizasse a máscara a bordo.

O deputado seguiu adiante pelo finger até a aeronave. Segundo relatório da companhia ao qual o R7 teve acesso, Silveira teria alegado que o voo só sairia com ele a bordo. A Polícia Federal foi chamada para a retirada do parlamentar.

De acordo com a companhia, o atestado apresentado pelo deputado alegando ter cefaleia crônica não se enquadra para embarque sem máscara.

Com a chegada da PF, Silveira deixou a aeronave. A companhia remarcou seu embarque para o voo seguinte para Brasília, mediante a utilização de máscara.

Ao R7, o deputado afirmou que vai processar a companhia aérea e alegou estar amparado pela lei.

Segundo ele, a máscara é incômoda e chegou a causar surdez em sua irmã.

Silveira contou que já fez mais de 40 voos sem máscara.

Em outubro do ano passado, ele tuitou que se recusou a usar máscara no aeroporto do Rio de Janeiro alegando estar amparado pela lei. “Agora no aeroporto, entrei sem máscara e fui abordado uma vez. Expliquei que estou respaldado pela lei 14.019/20 art 3° §7°, com licença médica que me garante o não uso e continuei a missão. Essa focinheira ideológica tem que ser combatida”, escreveu, na época.

No dia 10 de dezembro, ele foi flagrado por passageiros sem máscara em um voo de Brasília para o Rio.

R7

Opinião dos leitores

  1. Esse povo sempre acha que as leis e regulamentos não se aplicam a eles. São seres "extraordinários", como diria o personagem de Dostoievsky, Raskólnikov. Merecia uma cadeia, para deixar de ser arrogante.

  2. 14.019/20 art 3° §7°: § 7º A obrigação prevista no caput deste artigo será dispensada no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, conforme declaração médica, que poderá ser obtida por meio digital, bem como no caso de crianças com menos de 3 (três) anos de idade.

    É, tá explicado…

  3. O deputado alem de ser gado gosta de ficar mugindo nas redes sociais… Se ele acha que usar máscara eh uma " focinheira ideológica " deveria antes tirar a viseira pra poder enxergar o que está ao redor dele! Babaca demais!

    1. Quanta insanidade dessa esquerda corrupta , ratazana,vagabunda e ladrona retirada do poder puxado pela calças porque não se aguentava tanta roubalheira, tanta corrupção e tanta articulação criminosa , fazem política partidária com tudo , realmente surfam na miséria dos outros e praticam a política de difamação e do quanto pior melhor, mas vão morrer na vontade e nunca mais chegarão a lugar nenhum a não ser a cadeia e a polícia federal os acordando de madrugada para algemalos.

  4. Quando chega em frente a um juiz federal, fica com o rabo entre as pernas. Alienados, radicais e doentes!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polêmica

VÍDEO: Juíza que incentivou aglomerações agora ensina a burlar o uso de máscara

A juíza de Direito Ludmila Lins Grilo, da vara Criminal e da Infância e da Juventude de Unaí/MG, se envolveu em mais uma polêmica na noite desta segunda-feira, 4. Após incentivar aglomerações na virada do ano com a hashtag #AglomeraBrasil, a magistrada agora postou um vídeo “ensinando” como burlar o uso da máscara.

Nas imagens, Ludmila toma um sorvete e diz que desta forma pode andar pelo shopping sem o uso da proteção. “O vírus não gosta de sorvete”, ironizou.

Justiça Potiguar

Opinião dos leitores

  1. Essa senhora não é Juíza!Tudo indica ser tresloucada! Não é a primeira vez q debocha de uma doença q já matou mais de 126.000 pessoas! Estava em uma padaria, sentada, dizendo q o vírus só infectava pessoas em pé!Deve ser incentivada pela postura do nosso Presidente q não perde oportunidade de debochar essa TRAGEDIA!Espera-se q o CNJ aja com todo rigor contra essa MALUCA

    1. Esse Lula rouba sem máscara, na cara dura mesmo kķkkk é um sem vergonha.

  2. Sinceramente não a vi burlando a lei. Só falou a verdade, para tomar sorvete tem de tirar a máscara, ou não?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

VÍDEO: Família é expulsa de avião após filha de 2 anos se recusar a usar máscara

(Fotos: Reprodução/Instagram)

A coach de saúde e bodybuilder norte-americana Eliz Orban estava com a família a caminho de Nova York para seguir com a tradição que tem há anos de ver a árvore de Natal Rockefeller, mas ela, o marido e a filha de 2 anos do casal, Edeline, não puderam seguir viagem, uma vez que a criança se recusava a permanecer de máscara dentro do avião e, por isso, a família foi convidada a retirar-se da aeronave.

Em vídeo e post compartilhados no Instagram, Eliz contou aos seguidores, chorando, a situação pela qual passou com a família. No texto na legenda da publicação ela escreveu:

“Fomos expulsos de um voo da United. Isso aconteceu há 7 horas e ainda estou sentada aqui em confusão, descrença, nojo e humilhação. Meu marido cresceu em Nova Jersey, eu morei lá duas vezes antes de nos casarmos e passamos muito tempo lá juntos. É realmente nossa segunda casa. Uma tradição que temos é ir ver a árvore Rockefeller todos os anos. É uma tradição que também queríamos que nossa filha de 2 anos experimentasse. Alguns de nossos amigos / familiares mais próximos com quem crescemos (incluindo seu melhor amigo de infância, que se mudou para a Eslováquia anos atrás e nem mesmo conheceu nossa filha, e alguns de nossos outros amigos que chamamos de família, estavam viajando de Cleveland) estarão lá esta noite e amanhã para que possamos passar um tempo juntos pela primeira vez em anos. Estávamos muito animados com essa viagem de fim de semana para Jersey / NYC. Nós somos clientes fidelizados da @united, então sempre voamos com eles. Na verdade, já tínhamos voado com Edeline 4 vezes desde a pandemia, sem nunca ter tido um problema. Hoje, fomos convidados a deixar o avião depois que ele começou a andar pela pista, eles tiveram que trazê-lo de volta ao portão, porque nossa filha de 2 anos não iria “obedecer” e manter sua máscara. Ela fará 3 [anos] em abril de 2021, para todos que perguntarem. E o que me impressiona ainda mais é que as recomendações OMS são contra máscaras faciais para menores de 5 anos. CONTRA. E esta decisão foi ‘baseada na opinião de especialistas sobre marcos de desenvolvimento da infância, desafios com a conformidade com a máscara e a autonomia necessária para usar uma máscara adequadamente.’ Isso vale uma pesquisa no google. ⁣Como nossas malas não foram retiradas do avião (eles pegaram nossa cadeira de criança) – temos que esperar até amanhã para que eles entreguem em nossa casa em Breckenridge, que fica a 2 horas do aeroporto DIA. Definitivamente não vou jantar em Jersey esta noite.”, desabafou Eliz.

No vídeo compartilhado por ela, há cenas gravadas dentro do avião também, inclusive é possível ver o marido de Eliz tentando fazer com que Edeline, a filha do casal, permanecesse de máscara, até o momento em que um membro da tripulação pede para que eles se retirem do avião: “Olá, senhor, terei de pedir-lhe que pegue seus pertences e saia da aeronave”, disse o funcionário da companhia aérea ao marido de Eliz.

O que diz a OMS e a United Airlines

De fato, no site da OMS, eles não recomendam o uso de máscara às crianças menores de 5 anos, mas a United Airlines – segundo eles, sob a orientação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos) e parceiros de saúde – decretaram regras preventivas contra a Covid-19 nos voos que inclui o uso de máscara a todos as pessoas maiores de 2 anos:

“A saúde e a segurança de nossos funcionários e clientes é nossa maior prioridade, e é por isso que temos um conjunto de políticas em várias camadas, incluindo a obrigatoriedade de que todos a bordo que tenham de dois anos ou mais usem uma máscara. Esses procedimentos não são apenas respaldados pela orientação dos [Centros federais para Controle e Prevenção de Doenças] e nossos parceiros na Clínica Cleveland, mas também são consistentes em todas as grandes companhias aéreas.”, notificou a United Airlines ao portal Heavy.

Sobre o incidente com Eliz e sua família, a companhia aérea declarou: “Estamos investigando esse incidente específico e entramos em contato com a família. Também reembolsamos os bilhetes e devolvemos a cadeirinha e as malas.” A companhia aérea também negou que a família tenha sido banida da United Airlines para sempre, como disse Eliz no vídeo.

GQ – Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse povo tá doente da cabeça, criança não consegue usar máscara, 2 anos?!?! Tá de sacanagem!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Veja por que pessoas vacinadas ainda precisam usar máscara

Foto: Joel Saget/AFP

As novas vacinas para a covid-19 da Pfizer e da Moderna parecem ser extremamente boas na prevenção de quadros graves da doença. Mas não está claro o quão bem elas irão conter a propagação do novo coronavírus.

Isso porque os testes da Pfizer e da Moderna rastrearam apenas quantas pessoas vacinadas adoeceram com covid-19. O que deixa em aberto a possibilidade de que algumas pessoas vacinadas sejam infectadas sem desenvolver sintomas e possam transmitir o vírus silenciosamente – sobretudo se entrarem em contato próximo com outras pessoas ou pararem de usar máscaras.

Se as pessoas vacinadas espalham silenciosamente o vírus, elas podem mantê-lo circulando em suas comunidades, colocando em risco aquelas que não foram vacinadas.

“Muitas pessoas estão pensando que, depois de vacinadas, não precisarão mais usar máscaras”, disse Michal Tal, imunologista da Universidade Stanford. “Será muito importante para elas saber se terão que continuar usando máscaras, porque ainda podem ser contagiosas”.

Na maioria das infecções respiratórias, incluindo a do novo coronavírus, o nariz é a principal porta de entrada. O vírus se multiplica rapidamente ali, pressionando abruptamente o sistema imunológico a produzir anticorpos que são específicos da mucosa, o tecido úmido que reveste o nariz, a boca, os pulmões e o estômago. Se a mesma pessoa for exposta ao vírus uma segunda vez, esses anticorpos, bem como as células imunológicas que se lembram dele, desativam rapidamente o vírus no nariz antes que ele tenha a chance de se alojar em outras partes do corpo.

As vacinas contra o novo coronavírus, por outro lado, são injetadas nos músculos e rapidamente absorvidas no sangue, onde estimulam o sistema imunológico a produzir anticorpos. Isso parece ser proteção suficiente para evitar que a pessoa vacinada adoeça.

Alguns desses anticorpos irão circular para a mucosa nasal e ficar de guarda lá, mas não está claro quanto dos anticorpos podem ser mobilizados ou com que rapidez. Se a resposta não for “muitos”, o vírus pode se desenvolver no nariz – e ser espirrado ou expirado, infectando outras pessoas.

“É uma corrida: vai depender se o vírus pode se replicar mais rápido ou se o sistema imunológico pode controlá-lo mais rápido”, disse Marion Pepper, imunologista da Universidade de Washington em Seattle. “É uma questão muito importante.”

É por isso que as vacinas via mucosas, como o spray nasal FluMist para a influenza ou a vacina oral contra a poliomielite, são melhores do que as injeções intramusculares no combate aos vírus respiratórios, disseram os especialistas.

A próxima geração de vacinas contra o novo coronavírus talvez induza à imunidade no nariz e no resto do trato respiratório, onde é mais necessária. Ou as pessoas podem receber uma injeção intramuscular seguida por um reforço na mucosa que produz anticorpos protetores no nariz e na garganta.

As vacinas contra o novo coronavírus provaram ser poderosos escudos contra quadros graves da doença, mas isso não é garantia de sua eficácia no nariz. Os pulmões – o local dos sintomas graves – são muito mais acessíveis aos anticorpos circulantes do que o nariz ou a garganta, tornando-os mais fáceis de proteger.

“Prevenir quadros graves da doença é mais fácil, prevenir o quadro moderado e todas as infecções é o mais difícil”, disse Deepta Bhattacharya, imunologista da Universidade do Arizona. “Se é 95% eficaz na prevenção de doenças sintomáticas, será algo menos do que isso na prevenção de todas as infecções, com certeza.”

Ainda assim, ele e outros especialistas disseram estar otimistas de que as vacinas suprimiriam o vírus o suficiente até mesmo no nariz e na garganta para evitar que aqueles imunizados o transmitissem a outras pessoas.

A AstraZeneca, que anunciou alguns dos resultados de seus testes em novembro, disse que os voluntários tinham sido testados regularmente para o vírus e que esses resultados sugeriam que a vacina poderia prevenir algumas infecções.

A Pfizer testará um subconjunto dos participantes do ensaio clínico para anticorpos contra uma proteína viral chamada N. Como as vacinas não têm nada a ver com esta proteína, os anticorpos contra a proteína N revelariam se os voluntários foram infectados com o vírus após a imunização, disse Jerica Pitts, porta-voz da empresa.

A Moderna também planeja analisar o sangue de todos os seus participantes e testá-los para os anticorpos contra a proteína N.

“Levará várias semanas até que possamos ver esses resultados”, disse Colleen Hussey, porta-voz da Moderna.

Os testes até agora analisaram apenas sangue, mas testes de anticorpos na mucosa confirmariam se os anticorpos podem chegar até o nariz e a boca. A equipe de Michal Tal está planejando analisar amostras de sangue e saliva correspondentes de voluntários nos testes da Johnson & Johnson para ver como os dois níveis de anticorpos se comparam.

Enquanto isso, disse Bhattacharya, ele se sentia animado pelo trabalho recente que mostrou que as pessoas que receberam uma vacina contra a gripe de modo intramuscular tinham anticorpos abundantes no nariz. E um estudo de pacientes com covid-19 descobriu que os níveis de anticorpos na saliva e no sangue eram muito semelhantes – sugerindo que uma forte resposta imunológica no sangue também protegeria os tecidos da mucosa.

Espera-se que apenas pessoas com vírus em abundância no nariz e na garganta transmitam o vírus, e a falta de sintomas nas pessoas imunizadas que foram infectadas sugere que a vacina pode ter mantido os níveis do vírus sob controle.

Mas alguns estudos sugeriram que mesmo pessoas sem sintomas podem ter grandes quantidades do novo coronavírus em seu nariz, observou Yvonne Maldonado, que representa a Academia Americana de Pediatria em reuniões federais do Comitê Consultivo de Práticas de Imunização. A primeira pessoa confirmada como reinfectada com o novo coronavírus, um homem de 33 anos de Hong Kong, também não apresentou sintomas, mas tinha vírus suficiente para infectar outros indivíduos.

Pessoas vacinadas que têm uma carga viral alta, mas não apresentam sintomas “seriam, de certa forma, propagadoras ainda piores porque podem estar sob uma falsa sensação de segurança”, disse Maldonado. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Realmente vocês se superaram na mediocridade. VERDADEIRO ABSURDO. Oiiii??? E as outras pessoas não estarão vacinadas também? Kkkkkkk ESTÁ FEIO!

  2. A verdade é que vão gastar uma enorme quantidade de dinheiro pagando por uma coisa que não resolve nada. Muito pouco tempo pra se criar uma vacina. Mesmo assim vão empurrar na população, pra que fabricantes de "água" fiquem cada vez mais ricos e o dinheiro público se vá pelo esgoto.

    1. Concordo com você. Mais uma prova de que a vacina é ineficaz. Óbvio que não irei tomar nenhuma dessas vacinas, que são uma grande oportunidade de mercado para os laboratórios, que diga-se de passagem, estão nas mãos das grandes fortunas do mundo. A tal indústria que “quanto pior, melhor”.

  3. Quer dizer que a vacina não mata os vírus, que a pessoa ainda vai continuar transmitindo… sensacional, fantástico, isso sim é vacina, não essas outras porcarias que existem por aí e levaram 05 anos em testes para poder ser comercializada.
    Então é assim:
    Ivermectina, cloriquina, vitaminas C,D e Zinco não servem para nada, pois não tem comprovação científica, mesmo que existam a décadas e seu uso é conhecido.
    Uma vacina feita as pressas, sem passar por todos os testes, feita em tempo recorde, com comprovadas falhas, que não elimina os vírus tem que ser comercializada e vendida ao povo?
    Alguém pode explicar? Onde está a comprovação científica das vacinas?

    1. Luleco como comentarista de saúde vice é um enfermo . Vá logo tomar sua dosezinha de ozônio , bote o pijama de bolinha , vá para sua rede flautar mas não bote a culpa no seu cachorrinho ? TOTÓ , o bichinho é quem levado a fama de peidão .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Itália endurece regras e aconselha máscara até dentro de casa para conter alta da covid-19

Pessoas vestem máscara em frente ao Coliseu de Roma, em 13 de outubro. País reforçou medidas de restrição para a Covid-19 — Foto: Guglielmo Mangiapane/Reuters

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, impôs nesta terça-feira (13) novas restrições a reuniões, restaurantes, esportes e atividades escolares em uma tentativa de desacelerar o crescente aumento nas infecções pelo novo coronavírus.

O decreto do governo da Itália passa a valer a partir de quarta-feira (14) e tem previsão de durar um mês. Ele foi publicado após vários dias de discussões dentro do governo que geraram diferentes versões do texto e produziu especulações de ministros sobre as medidas a serem adotadas.

A decisão proíbe festas em restaurantes, clubes ou a céu aberto. Além disso, há a recomendação para que as pessoas não façam festas em casa ou recebam mais de seis convidados por vez. Casamentos e outras cerimônias não podem ter a presença de mais de 30 pessoas.

O decreto aconselha o uso de máscaras – que já é obrigatório ao ar livre e em prédios públicos – também dentro de casa, quando membros de fora da família estiverem presentes. Restaurantes e bares podem ficar abertos até meia-noite para serviço de mesa.

No entanto, uma medida que visa inibir as grandes aglomerações do lado de fora de bares, apontadas como uma das responsáveis pela alta recente no número de infecções proíbe servir pessoas de pé, dentro ou fora do estabelecimento, depois das 21h.

O número diário de novos casos de coronavírus na Itália dobrou na semana passada, chegando a 5 mil na sexta-feira pela primeira vez desde março e se aproximando de 6 mil no sábado. O número caiu significativamente nos dois últimos dias, mas normalmente sobem na segunda metade da semana.

O número de mortes causadas pela Covid-19 é bem menor do que o pico superior a 900 por dia registrado no final de março, mas os óbitos também têm aumentado nos últimos dias, com 39 sendo registrados na segunda.

Pelo decreto, esportes de contatos praticados por amadores, como futebol, estão proibidos, a não ser que sejam organizados por entidades reconhecidas que tenham concordado com os protocolos para a Covid-19 estabelecidos pelas federações nacionais.

As escolas permanecerão abertas, mas atividades fora da sala de aula serão restritas, com uma proibição de viagens escolares.

G1

Opinião dos leitores

  1. O que os médicos estão receitando para o combate da Covid-19 para o número de óbitos cair de 900 para 34, ninguém sabe.
    No mundo inteiro os médicos omitem o kit que fornecem no início da infecção ou vocês acham que agora o vírus enfraqueceu e não mata mais.
    Tudo política, dominada pelos poderosos ocultos.
    Até hoje não sabemos porque os países maís pobres do mundo, principalmente da África não houve uma catástrofe de milhões de mortos. Ou novamente, vocês acham que lá o vírus é mais fraco ou que todos fizeram o popular lockdown, que como vemos não resolveu.

  2. Muitos especialistas e até a tal OMS já condenaram essa tática de isolamento de pessoas saudáveis. Está comprovado que agrava a disseminação da epidemia como também empobrece ainda mais os menos favorecidos. A chamada "imunidade de rebanho" tem que ser buscada. Na Europa, os países que exageraram no isolamento, não atingiram o grau de imunização necessário para impedir novas contaminações. Junte-se a isso a chegada das baixas temperaturas. A vida tem que seguir seu rumo. A humanidade convive com incontáveis doenças e NUNCA se falou em isolar pessoas saudáveis. Isso é um absurdo.

  3. Essa é uma quarentena meia boca.
    Admite até casamentos e festas…
    Restaurantes funcionando até meia noite…

  4. Pesaoal, não brinquem.
    A Europa passou 3 meses sem mortes agora voltou.
    No Brasil melhoramos um pouco, mas não estamos bem e podemos piorar.
    Portanto vamos parar com essa ideia de que aqui há aglomerações mas os números não sobem… por sorte e a graça de Deus.

  5. Grande parte da população tá tomando ivermectina, hidroxicloroquina e outros medicamentos prescritos pelo charlatão Bolsonaro..

  6. Brasil é um país abençoado mesmo. Ninguém respeitou quarentena e os casos sumindo. Só Deus!

    1. ,,,só Deus e provavelmente a Ivermectina, que a população esta consumindo ao montes.

    2. É Rick, só esqueceram de avisar ao homem (Trump) e a nação mais poderosa do mundo (USA) que matando lombriga se previne tb do vírus.
      Esqueceram tb de avisar as outras nações poderosas do mundo….
      Tem uns brasileiros que se passam por patéticos para nao chamá-los de ignorantes.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Webcam, criatividade e máscaras: como a indústria pornô cresceu, mas teve que se adaptar, à Covid

Bastidores de produção da Sexy Hot (Foto: Divulgação)

A indústria de entretenimento adulto está em pleno vapor em meio a pandemia da Covid-19. Após alguns meses parados, atores e produtoras retomaram suas gravações. A pressa tem motivo especial: desde março de 2020, quando foi decretada a pandemia do coronavírus no mundo, sites internacionais como Xvideos, Pornhub e Redtube tiveram um incremento de 11% a 67% de usuários únicos, dependendo do país, e essa é oportunidade única para reviver um setor que foi massacrado pela pirataria na internet. No Brasil, não foi diferente. O Câmera Privê, site de webcams que permite interação entre artistas adultos e o público, foi um dos que viu seus números multiplicarem como vírus nos últimos meses de distanciamento social.

“O Câmera Prive funciona totalmente em ambiente virtual. Nossos modelos e usuários se relacionam cada um em suas casas, utilizando internet e webcam para interagirem. Então, não houve grandes mudanças nesse quadro. Tivemos um crescimento muito grande de novos cadastros de modelos e um fluxo absurdo de novos usuários ativos na plataforma. Aumentamos cerca de 19% a taxa de conversão de novos clientes, o que resulta em centenas de novos usuários ativos todos os dias”, conta Veronica Freitas, coordenadora de marketing da marca.

“Estamos também recebendo dezenas de novos cadastros de modelos semanalmente. Um aumento de 12% em nossa média. De março até o momento, tivemos um aumento de 25% nos acessos a plataforma comparado aos meses de Janeiro/Fevereiro. Temos tido picos de quase 3,5 milhões de acessos diariamente. Tivemos um grande aumento nas vendas de conteúdos premium também (fotos e vídeos de acesso restrito aos usuários que pagam uma taxa), já que houve uma procura muito maior por vídeos, fotos e stories de conteúdo adulto produzido e disponibilizado pelos modelos”, celebra.

Cinthia Farjado, diretora-geral do Grupo Playboy (Foto: Divulgação)

Já no segmento que precisa de cenas gravadas e muita interação com pessoas, o cenário é um pouco diferente. Cinthia Farjado, diretora-geral do Grupo Playboy, responsável pela Sexy Hot Produções, diz que a criação de novos conteúdos teve que ser paralisada a principio e depois reformulada para caber dentro das recomendações da Organização Mundial de Saúde.

“No início da quarentena, em março, suspendemos, por tempo indeterminado, todas as gravações do selo, como uma medida de segurança para todos os membros da equipe. A retomada terá que ser cautelosa. As gravações passarão por protocolos, ainda mais rígidos do que temos hoje, de segurança, saúde e até higiene, de acordo com as recomendações da OMS. No Sexy Hot, já tínhamos como regra a apresentação de exames e uso de camisinha, por exemplo. Alinhada com a temática da quarentena, estreamos no último dia 8 e 15 de agosto, dois episódios do filme Contos da Quarentena, do nosso selo próprio e exclusivo do canal. Seguindo todos os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS), as duas produções foram interpretados pelo casal DreadHot e Alemão, que moram juntos, gravado na casa deles, respeitando ainda mais o decreto”, explica.

“Estamos analisando os roteiros do Sexy Hot Produções, que ainda não foram produzidos, para ver quais adaptações podemos fazer para nos adequarmos ao cenário atual. Gravações remotas, mais lives, entre outras possibilidades que estamos estudando. Ainda não temos previsão da voltar às gravações comuns.”

A necessidade de novos conteúdos também deriva da maior procura. O site Sexy Hot teve um aumento de 64% no volume de visitas somente nos 120 dias logo após a quarentena. Os seus vídeos tiveram um aumento de 104% de visualizações e os usuários consumiram 103% mais vídeo/horas em comparação com o mesmo período anterior.

Iule Karalkovas, gerente da Fever Films – produtora erótica com roupagem mais “cult” -, conta que interrompeu todas as suas atividades presenciais em março, mas que mesmo assim os conteúdos que já tinham sido produzidos tiveram um aumento de mais de 40% no Pornhub, que deixou o acesso gratuito durante a quarentena. No XVideos, o aumento foi de 10% da procura por suas produções.

As gravações foram retomadas no segundo semestre do ano, mas com elenco seleto e medidas como uso de máscara e realização de testes de Covid-19.

“As gravações só foram retomadas em julho, mas com muitas mudanças e precauções. Selecionamos um casting super restrito e com pessoas de confiança, que sabíamos que estavam respeitando o isolamento. Todos foram testados para Covid e fizemos uma verdadeira força tarefa de limpeza e higienização em todo o set de filmagem e também em qualquer coisa que chegava da rua. Para diminuir os riscos, também aumentamos os dias de filmagens, então ficamos 4 dias no mesmo local e ninguém entrava ou saia”, explica ela sobre a produtora, que desde o retorno gravou já três filmes, além de outros conteúdos.

(mais…)

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

NÃO É ADEREÇO PARA O QUEIXO: Sesap reforça o uso de máscara para diminuir propagação e reduzir a gravidade da Covid-19 e alerta para o uso correto

Foto: Leo Martins / Extra

Em estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicado pela New England Journal of Medicine, constatou que o uso de máscara de proteção contra o novo Coronavírus (Covid-19) pode gerar uma resposta imunológica e reduzir a gravidade da doença nas pessoas, garantido que a maioria das infecções sejam assintomáticas. Com base no estudo, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforça e orienta a população para o uso essencial e correto da máscara de proteção.

Para ter uma ação eficaz e evitar a transmissão da Covid-19, a máscara deve ser usada cobrindo o nariz e a boca. “Mascara não é adereço para o queixo! O Estudo publicado recentemente mostrou que mesmo quando a pessoa é contaminada usando a máscara, ela se protege. E, caso desenvolva a doença, a pessoa terá um quadro mais leve ou assintomático”, esclarece o secretário estadual de saúde Cipriano Maia.

Conforme aponta o estudo, as máscaras não impedem a contaminação pelo vírus, porque é possível que gotículas ultrapassem a proteção, contudo em quantidade menor. O que gera uma carga viral também menor, o que está ligado a quadros leves da doença.

De acordo com o secretário Cipriano, isso está sendo constatado por meio do teste sorológico (de imunidade), que mostra que as pessoas que estão usando a máscara de forma contínua, mesmo havendo a contaminação por algum descuido, elas têm um quadro mais leve da doença.

Caso a hipótese seja confirmada, como aponta o estudo, o uso da máscara pode ser uma forma de “variolação”, separação que gera imunidade, diminuindo a disseminação do novo Coronavírus. Técnica utilizada há séculos, a variolação consiste em introduzir secreções de pessoas infectadas pela varíola em pessoas saudáveis.

Nesse sentido, a Sesap reforça e orienta quando deve ser feito o uso da máscara de proteção:
• Use a máscara sempre que sair de casa;

• Ao sair, leve uma máscara reserva para realizar a troca a cada 02 horas de uso;

• Leve uma sacola para guardar a máscara, caso seja preciso trocar;

• Evite tocar ou ajustar a máscara, enquanto estiver usando;

• Use a máscara quando estiver tossindo e espirrando, assim você evita transmitir o vírus para outras pessoas;

• Faça uso da máscara caso esteja cuidando de uma pessoa com doenças respiratórias;

• Além de usar a máscara, realize a limpeza frequente de suas mãos com água e sabão ou higienize com álcool em gel 70%;

• Após usar a máscara, descarte-a em local adequado e lave bem as mãos;

• Utilize a máscara do tipo cirúrgico ou de pano (com pelo menos duas camadas de pano, como algodão, tricoline ou TNT). A máscara N95 é de uso dos profissionais de saúde;

• E lembre-se: a máscara é de uso individual e deve cobrir totalmente o nariz e a boca, ficando bem ajustada ao rosto.

Opinião dos leitores

  1. As máscaras tem contribuído positivamente no controle da covid. Se não tivéssemos adotado esse item de proteção estaríamos numa situação mais alarmante.

  2. Os cabá e as cabritas, tudo com "bocapôdi" inventam essa história que o uso da máscara faz mal!!!!

  3. É bom usar a máscara SIM, no entanto, não devemos usar por um longo período pelo seguinte motivo:

    Através da ventilação inspiramos ar rico em oxigênio e expiramos o gás carbônico produzido em nossas células durante o processo de obtenção de energia.

    Com o uso constante da máscara, o gás carbônico que expiramos retorna para o nosso organismo.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Use máscara ao fazer sexo durante a pandemia, sugere autoridade médica do Canadá

Foto: Anna Tarazevich/Pexels

Evite beijar e considere usar máscara ao fazer sexo para se proteger do coronavírus, disse a principal autoridade médica do Canadá nesta quarta-feira (3), acrescentando que atividades individuais continuam sendo a opção sexual de menor risco em uma pandemia.

Theresa Tam afirmou em um comunicado que há poucas chances de contrair Covid-19 através do sêmen ou fluido vaginal, mas a atividade sexual com novos parceiros aumenta o risco de contrair o vírus, especialmente se houver contato próximo, como beijar.

“Como outras atividades durante a Covid-19 que envolvem proximidade física, existem algumas coisas que você pode fazer para minimizar o risco de se infectar e espalhar o vírus”, afirmou.

Evite os beijos, a proximidade cara a cara, use uma máscara que cubra a boca e o nariz e monitore você e seu parceiro quanto aos sintomas antes de qualquer atividade sexual, disse Tam. “A atividade sexual de menor risco durante a Covid-19 envolve você sozinho”, acrescentou.

A saúde sexual é uma parte importante da saúde geral, disse Tam, e, tomando precauções, “os canadenses podem encontrar maneiras de desfrutar da intimidade física e, ao mesmo tempo, proteger o progresso que todos fizemos para conter a Covid-19”.

O Canadá relatou 129.425 casos de Covid-19 e 9.132 mortes até 1 de setembro. Novos casos diários estão muito abaixo dos volumes de pico, mas houve um aumento recente, impulsionado por mais infecções em certas províncias do oeste canadense.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Mas tem muita gente por aí que já usava máscara pra fazer sexo, mas era pra não ser identificado (a). kkk

  2. po mais o tesão esta em beijar na boca pelo menos em mim eu fico com um tesão danado quando beijo na boca hahahahaha so de pensar o loucooooooo!!!!!!!!!!

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Polêmica: OMS não recomenda uso de máscara para praticar exercícios físicos

FOTO: HUGO BARRETO/METRÓPOLES

Um dos questionamentos durante o isolamento social é sobre o uso da máscara: ela também deve ser usada durante a prática de exercícios ao ar livre? Em publicação em seu site oficial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) explica que não é recomendado o uso do item de proteção nessas situações.

Além de tornar a respiração mais desconfortável, o suor pode molhar a máscara, deixando-a mais pesada, dificultando, ainda mais, a captação de ar e promovendo o crescimento de vírus e bactérias. A entidade sugere que o esportista se mantenha a pelo menos 1 metro de distância de outras pessoas.

Porém, algumas simulações mostram que pessoas contaminadas espalham o coronavírus durante o exercício físico, já que a respiração é mais frequente e, muitas vezes, usa-se a boca para exalar o ar.

No Brasil, a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), em contrapartida, diz que o uso do equipamento é essencial em exercícios físicos. Para dar fim à polêmica, o médico Drauzio Varella sugere, em seu site, que não se faça exercício ao ar livre ainda: “Estamos na pior fase da epidemia e, por isso, nós temos que tentar ficar em casa. Não tem sentido todo mundo achar que pode ir para a rua, acabar o isolamento”, diz.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Gostei do “pra acabar com a polêmica…não faça exercício! Fique em casa!” Kkkkkkkkkkkkk

  2. A OMS só deu bola fora até agora.

    1. O Covid 19 não era pandemia, agora é.
    2. Não havia transmissão pelo contato, agora transmite.
    3. Os assintomáticos não transmitem, agora transmitem.
    4. A máscara não era necessária, agora é necessária.
    5. O ibuprofeno não pode ser usado, agora pode.
    6. Não era preciso fechar as fronteiras dos países, agora é preciso.
    7. As pessoas so devem procurar o serviço de saúde somente quando sentirem falta de ar (já morrendo), agora recomenda procurar o mais cedo que puder.

    Qual a credibilidade da OMS? Nenhuma e vou continuar usando minha máscara nos meus exercícios físicos.

    1. Errou porque o maior cientista do mundo disse que era somente uma gripezinha.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Uso de máscara passa a ser obrigatório em São Gonçalo a partir desta segunda-feira; multa de R$ 120,00 em caso de resistência

Foto: Divulgação

O uso de máscara nas vias públicas, transportes coletivos e particulares e nos estabelecimentos comerciais passa a ser obrigatório em São Gonçalo do Amarante/RN a partir da próxima segunda-feira (11). A medida publicada no Jornal Oficial do Município (JOM) de sexta-feira (8) é por tempo indeterminado, para o combate à pandemia do novo coronavírus.

Os estabelecimentos que executam atividades essenciais deverão afixar cartazes informativos sobre o uso correto da máscara e impedir a entrada e permanência de pessoas que não estiverem usando. O descumprimento acarretará a suspensão do Alvará de Localização e Funcionamento.

Já as pessoas que resistirem à medida, a Guarda Municipal fica autorizada, após segunda ordem, fazer o devido Auto de Infração com aplicação de multa nominal no valor de R$ 120,00.

A medida vale para:

• Espaços públicos;
• Transporte público e particular;
• Estabelecimentos que executem atividades essenciais;
• Atividades físicas

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Xiaomi trabalha em máscara que se desinfeta sozinha e permite ver rosto

Foto: Reprodução/XDA Developers

A chinesa Xiaomi está trabalhando em uma máscara que se desinfeta sozinha e que não bloqueia as expressões faciais do usuário. A iniciativa pode ajudar a diminuir a taxa de contágio pelo novo coronavírus.

Segundo informações do site “XDA Developers”, o projeto está sendo desenvolvido pela Huami, uma subsidiária da Xiaomi que fabrica os relógios inteligentes Amazfit.

A máscara, chamada de “Porject Aeri” utiliza um filtro N95, que pode ser substituído. A autodesinfecção é feita por meio de uma luz ultravioleta, que é emitida quando a máscara não está em uso e é conectada a uma fonte de energia via cabo USB.

De acordo com o site, a máscara é transparente, feita de materiais leves e flexíveis, o que permite que ela fique bem encaixada ao rosto, evitando a entrada de partículas contaminadas.

Para que ela na fique embaçada, a máscara também conta com uma espécie de ventilador, que expele o ar da respiração do usuário.

A ideia principal do produto em desenvolvimento é permitir o reconhecimento facial do usuário em aparelhos smartphones com essa tecnologia mesmo com a máscara.

UOL

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Taxa de ocupação de leitos por Covid no RN está próxima de 50% e Saúde reforça uso obrigatório de máscara e necessidade do isolamento social

Fotos: Elisa Elsie

O boletim epidemiológico Nº 52 divulgado nesta terça-feira (5), durante a coletiva de imprensa, atualiza os dados da Covid-19 no Rio Grande do Norte. De acordo com o documento, o Estado possui 1.536 casos confirmados, 5.138 suspeitos, 4.702 descartados, 68 óbitos e 478 recuperados (pessoas que tiveram alta hospitalar).

Este cenário mostra que em função do percentual atingido com o isolamento social, os números seguem uma progressão e a situação ainda exige atenção. Razão pela qual ocorreu a edição do novo decreto governamental com a prorrogação das medidas de isolamento.

A taxa de ocupação de leitos Covid continua crescendo e está próxima de 50%. Na rede hospitalar estão internados, atualmente, 211 pacientes nas redes pública e privada, sendo 117 na pública e 94 na rede privada. Os casos mais críticos da doença (112) estão em UTIs e semi-intensivas e 99 estão em leitos clínicos.

Um dado preocupante apresentado pela Secretário de Estado da Saúde, Cipriano Maia, é relativo ao crescimento rápido do número de óbitos. As investigações dos óbitos suspeitos continuam e nas últimas 24 horas foram registrados seis mortes, ocorridas em Natal e Mossoró (dois em cada cidade), Parnamirim e Montanhas. Todas as vítimas possuíam comorbidades.

“A situação exige cuidado e atenção redobrada. E este é o motivo da prorrogação do decreto. Ainda precisamos manter o isolamento e o distanciamento social, e intensificar o uso de máscaras que passa a ser obrigatório em todo o RN a partir do próximo dia 7”, afirmou Cipriano Maia.

CIENTISTAS E ESPECIALISTAS ORIENTAM MEDIDAS

O secretário chefe do Gabinete Civil do Governo do RN, Raimundo Alves, disse que a decisão de prorrogar o decreto estadual que estabelece normas e medidas protetivas à saúde pública contra o novo coronavírus foi tomada ouvindo o Comitê de Cientistas e Especialistas que assessora a Administração Estadual. O Comitê é formado por integrantes da Universidade Federal do RN (UFRN), do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), da UFRN e por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz.

“Depois de ouvir o comitê científico, o Governo resolveu prorrogar as medidas restritivas por mais 15 dias, com vistas a aumentar o índice de isolamento social que é eficaz no combate ao vírus, valendo até dia 20. Exceto as aulas, que ficam suspensas até 31 de maio”, explicou Alves.

Durante a entrevista coletiva, o secretário do Gabinete Civil destacou também o aporte de recursos pelo Governo Federal para os Estados e Municípios compensarem a perda de arrecadação devido à epidemia. “O socorro é extremamente necessário para manter a máquina pública em funcionamento”, declarou Raimundo Alves. O Congresso Nacional (Senado e Câmara do Deputados) está votando a medida, mas não há definição sobre valores.

A respeito, ainda, do novo decreto que traz o uso obrigatório da máscara, o procurador-geral adjunto da Procuradoria Geral do Estado (PGE), José Duarte Santana, detalhou a atribuição das empresas que estão autorizadas a funcionar de fornecerem as máscaras aos funcionários e exigirem o uso aos clientes, funcionários e colaboradores. A exigência do decreto visa atingir os municípios os quais não tenham adotado a iniciativa. “As empresas que não cumprirem as normas estarão sujeitas à multa. A pessoa física não será multada, mas poderá responder civil e criminalmente por descumprimento de medidas de saúde, como é previsto em lei, no Código Penal Brasileiro”, disse.

FAKE NEWS

O procurador-geral adjunto falou ainda sobre a previsão do novo decreto de responsabilizar quem divulgar informações falsas, as ‘fake news’. “Isso traz insegurança à sociedade. Quem faz deve responder criminal e civilmente e o Código Penal estipula multa de R$ 5 a R$ 25 mil para pessoa física que espalhar notícias falsas em relação à pandemia”, apontou.

O representante da PGE acrescentou que as notícias falsas são passíveis de investigação. “Hoje no mundo virtual tudo fica gravado. Os órgãos de segurança têm estrutura para identificar de onde partem as notícias falsas. Com isso, poderá ser aberto processo para responsabilização dos autores. Não podemos ser coniventes com o errado e com fake news. A notícia verdadeira está aqui, nas entrevistas coletivas diárias do Governo e na cobertura feita pela imprensa”, finalizou.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Mossoró torna obrigatório uso de máscara para circulação de pessoas

Foto: Ilustrativa

Em novo decreto, a Prefeitura de Mossoró determina a utilização de máscaras durante o deslocamento de pessoas nas vias públicas e para o atendimento em estabelecimentos com funcionamento autorizado. O Decreto entra em vigor na segunda-feira, dia 27.

As novas determinações estabelecem a obrigatoriedade do uso de máscaras nos meios de transporte público ou privado de passageiros e no desempenho de atividades de trabalho em ambientes compartilhados, nos setores público e privado.

O Decreto 5.664 permite a utilização de máscaras artesanais, conforme normativa do Ministério da Saúde. Os equipamentos profissionais devem ser priorizados para os que atuam na área da saúde.

Justiça Potiguar

Opinião dos leitores

  1. Parabéns a SMS Mossoró, representada pela Dra. Saudade. Mossoró sai na frente nessa medida simples e eficaz, o governo do estado, em vez de ficar chorando e fazendo terrorismo, deveria tomar essa iniciativa.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Máscara de pano barra até 70% da carga de vírus

Mulheres usam máscara no Centro de Niterói | Fabiano Rocha

Neste tempo de pandemia da Covid-19 é muito importante discutir o uso das máscaras. Tudo em relação a virologia depende da quantidade de vírus presente no corpo da pessoa infectada. É a chamada carga de viral.

Para infectar o ser humano precisamos de um número de partículas virais definida ou dose infectante. Por exemplo, se tratarmos um paciente com Aids e baixamos sua carga viral no sangue, este paciente não é mais infeccioso. O mesmo quando utilizamos a camisinha.

Quando vamos para os vírus respiratórios, as coisas são semelhantes. Um paciente infectado por vírus respiratórios, como a influenza ou coronavírus, libera milhões de partículas de vírus em suas gotículas exaladas pela tosse ou espirros. Estas gotículas vão se depositar no rosto ou mãos de pessoas não-infectadas e podem agora infectá-las diretamente.

Outra via de infecção se dá pela deposição das gotículas em superfícies como mesas, banheiros, barras de ônibus, corrimões, elevadores, etc, e aí contaminam as mãos das pessoas não-infectadas que levam o vírus a boca ou olhos.

O uso da máscara por uma pessoa infectada seja sintomática ou assintomática diminui a dispersão das gotículas e por consequência a carga de vírus ambiental. Temos as máscaras de materiais sintéticos ou papel tratados que são utilizadas pelo pessoal de saúde e são essenciais nesses tempos de coronavírus. Essas máscaras industriais tipo N95 e as PPF2/3 têm um alto poder de filtração das tais gotículas suspensas, tanto para expelirmos quanto para inspirarmos os vírus.

A população não deve utilizar estas máscaras para poupá-las para os médicos, enfermeiros, e outros profissionais lidando diretamente com os pacientes internados com Covid-19. Porem, o resto da população deve se beneficiar também deste equipamento utilizando máscaras caseiras feitas de pano.

Vamos utilizar as máscaras de pano comerciais ou caseiras o tempo todo porque, mesmo que uma máscara de pano, dobrado 2 a 3 vezes, não barre 100% a carga de vírus exalada ou inalada no meio ambiente, ela pode barrar algo entre 60% e 70% . Assim, a carga de vírus depositada em superfícies diminui e consequentemente a transmissão do vírus também cai.

Este benefício se dá de duas formas: quem está infectado só deixa e só exala 30% da carga de vírus e os não infectados só recebem 30% dos 30% exalados, ou seja, 9% da dose infectante. Isto é uma queda formidável na dose infectante e, além desse benefício, a máscara caseira protege o nariz e boca contra uma autoinoculação. Assim o uso em larga escala da máscara baixaria drasticamente a carga de vírus circulante na comunidade.

Temos que lembrar que uma vacina muito eficaz imuniza 90% dos indivíduos e pode nos livrar de epidemias de sarampo, poliomielite etc. Em analogia, o uso em larga escala da máscara caseira, em casa ou na rua, seria como uma vacina contra o coronavírus. Porém, é uma vacina que deve ser utilizada todos os dias.

Mas, importante: o uso da máscara de pano não pode substituir o isolamento social, a higienização das mãos, e o cuidado de não levar as mãos ao rosto. Ela é uma medida de prevenção aditiva. Precisamos também perder esse estigma da máscara relacionando seu uso a doenças.

Acho que a população asiática lida bem com isso e vemos grande parte da população utilizando máscaras. Vamos todos usar máscara em casa e na rua. Os sintomáticos e os assintomáticos. A proteção dada pelas máscaras não é somente individual, mas, sim, comunitária.

Respeitem a si, respeitem ao próximo, mantenham isolamento social e usem máscaras o tempo inteiro. Todos devem ter, no mínimo, duas máscaras, uma para usar e outra de reserva limpa.

Lave-as com água, sabão e um pouco de água sanitária. Resumindo, a máscara, mesmo de pano, é uma vacina para vírus respiratórios. Porém, é uma vacina que temos que usar o tempo todo! E, reforçando: ela não substitui o isolamento social.

*Amilcar Tanuri é virologista chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

A Hora da Ciência – O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Aqui é a Larissa Helena, eu gostei muito do seu artigo seu conteúdo vem me ajudando bastante, muito obrigada.

  2. Por isso que o povo adoece. kkkkkkkkkkkk
    Essa senhora de amarelo é um exemplo!!!!!
    Que mascara é esse homiii?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *