Esporte

Vasco anuncia que 16 atletas testaram positivo para a Covid-19

Talles Magno realiza exame de Covid-19 no Vasco — Foto: GloboEsporte.com

Em vídeo publicado na Vasco TV, o clube divulgou que, em função da pandemia do coronavírus, 250 pessoas entre jogadores, membros da comissão técnica, staff e contactantes foram submetidos a exames – foram 350 testes.

Chefe do departamento médico do Vasco, Marcos Teixeira anunciou que 19 jogadores testaram positivo para o Covid-19, 16 destes serão isolados e três já estão recuperados. Ao todo, 43 atletas foram submetidos, ou seja 44% testou positivamente. Confira:

“Três atletas tiveram contato com o vírus e estão curados. Observamos 16 atletas que vieram com exames positivos. Eles são isolados do grupo, vão continuar com contato médico e exames seriados até que tenhamos certeza que eles não poderão mais transmitir esse vírus para o restante do elenco. Isso só comprova que estamos fazendo uma grande ação de saúde, identificado o mais rapidamente possível essa infecção nos atletas porque a gente sabe que 95% do nosso grupo são assintomáticas, essas que tiveram contato com o vírus. Isso faz com que a gente impeça que o vírus seja disseminado até mesmo dentro do ambiente familiar do atleta”.

“Depois de toda a bateria de exames seriados que fizemos em todos o grupo, jogadores, comissão, staff e contactantes domiciliares, pudemos perceber que aproximadamente 30% de todas essas pessoas já entrou em contato com o novo coronavírus. Mesmo com o distanciamento social, 30% entrou em contato”.

No mesmo, o Vasco anunciou que o elenco profissional (somente os atletas liberados) será submetido a mais uma bateria de exames nesta segunda-feira, em São Januário. Avaliações médicas e fisiológicas permitidas pelas autoridades estão previstas.

– Só fazemos fazer o que está permitido pelas autoridades. Faremos exames médicos, avaliação da fisioterapia e fisiológica. Não haverá treino propriamente dito, porque vamos seguir exatamente o que está autorizado pela Prefeitura e pelos órgãos que regulam as atividades – explicou Teixeira.

Coordenador científico do Vasco, Marcos Cezar enumerou as avaliações às quais serão submetidos os atletas vascaínos:

– A partir de amanhã iremos iniciar bateria de avaliação nos nossos atletas com o objetivo de identificar os níveis de condição física em que se encontram após o período de mais de 70 dias de inatividade por conta do isolamento social. Serão avaliações da composição corporal, dos níveis de força e também funcionais. Identificar como estão os padrões de movimentos dos atletas, pensando que nesse período de recesso pode ter acontecido algumas perdas significativas e também na capacidade aeróbia para que possamos traçar um protocolo de reabilitação.

Globo Esporte

 

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Covid-19: Potiguar Virna, medalhista olímpica no vôlei, testa positivo

Foto: © Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

A ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei Virna Piovezan testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). A informação foi dada pela ex-atleta, que publicou um um vídeo em sua conta do Instagram ontem (31). A medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e Sidney (2000) esclareceu que pertence ao grupo dos assintomáticos e já iniciou o período de isolamento..

“Hoje eu não tenho uma notícia boa para vocês, acreditam que eu estou com covid-19? Estou assintomática, não sinto nada, graças a Deus. Já estou isolada no meu quarto, vou ficar aqui 15 dias quietinha. Estou sendo acompanhada por um infectologista, que está me dando todo o suporte, mas estou muito bem. Eu quero pedir encarecidamente para vocês se cuidarem.”

O isolamento não impedirá Virna de realizar nesta segunda-feira (1º de junho), às 21h, uma live (transmissão ao vivo) no Instagram, com a cubana Mireya Luis. Ambas defenderam suas respectivas seleções no anos de 1990, quando Brasil e Cuba protagonizavam uma das maiores rivalidades do esporte.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

VIDEO: ‘Levamos o vírus de uma casa para outra’, diz socorrista do Samu em São Paulo

“Estamos levando o vírus de uma casa para outra”, desabafa a socorrista do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) Andrea Cristina Quinto. Os profissionais que estão na linha de frente na luta contra o coronavírus denunciam a baixa qualidade dos equipamentos de proteção individual, os chamados EPIs, enviados pela prefeitura de São Paulo.

Segundo o Sindsep (Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo), o material que tem sido enviado para as equipes é de baixa qualidade. Aventais que deveriam ser impermeáveis, não são. Faltam espaço e local adequado para a higienização dos funcionários.

“O material que recebemos é muito ruim e escasso, muitas vezes recebemos doações de máscaras da população”, conta Andrea. “Temos três tipos de avental que são distribuídos às equipes, o azul mais resistente (raramente enviado), o amarelo (mais frequente) e o branco que praticamente não protege ninguém”, explica a socorrista. Este último, segundo ela, é o material que tem sido enviado para as bases do Samu atualmente.

O condutor Luís Pardini diz que em bases da zona leste “faltam álcool e material para a limpeza dos carros.”

Funcionários também questionam os espaços dos alojamentos, considerados por eles inadequado por permitir aglomeração.

“Nós não temos o respaldo da secretaria, de ninguém, nossos macacões são antigos, faz tempo que não tem uma licitação para comprar um equipamento melhor”, diz Pardini. “Existe uma degradação do serviço”, completa Andrea.

O R7 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Saúde, que informou, por meio de nota: “O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) conta com equipes de atendimento que seguem o protocolo pré-hospitalar a vítimas suspeitas de covid-19, elaborado por equipe técnica da coordenação do Samu, e não há relatos de eventos dessa natureza. Os EPI’s utilizados obedecem ao padrão da Anvisa e do Ministério da Saúde”.

A secretaria também informa que “em todos os atendimentos em que a vítima apresente sintomas gripais, a orientação do protocolo é que os mesmos coloquem máscara no paciente e acompanhante. O risco de infecção cruzada ocorre todas as vezes que as orientações sobre prevenção não são seguidas. Continuamos trabalhando para melhorar as condições de trabalho e orientando cuidados básicos aos servidores.”

R7

 

Opinião dos leitores

  1. Esse isolamento não está dando certo em lugar algum onde está sendo aplicado. Essa é a grande verdade.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Antiviral é anunciado pelo governo russo como promissor no combate à Covid-19; vírus foi tratado com sucesso na maioria dos casos, em quatro dias

Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters

A Rússia vai começar a ministrar seu primeiro medicamento aprovado para o tratamento da Covid-19 na próxima semana (8), Uma medida que espera facilitar as tensões no sistema de saúde e acelerar o retorno à vida economica.

Os hospitais russos podem começar a dar a pacientes o medicamento antiviral, registrado sob o nome Avifavir,a partir de 11 de junho, diz o chefe da RDIF [Fundo Direto de Investimento] na Rússia. Ele falou que a empresa por trás do medicamento fabricaria o suficiente para tratar cerca de 60.000 pessoas por mês.

Atualmente, não existe vacina para a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e os testes em humanos de vários medicamentos antivirais que já existentes ainda não demonstraram eficácia.

Um novo remédio antiviral da Gilead chamado Remdesivir mostrou alguma promessa em pequenos testes contra a Covid-19 e está sendo oferecido a pacientes por alguns países sob regras de uso compassivo ou emergencial.

O Avifavir, conhecido genericamente como Favipiravir, foi desenvolvido pela primeira vez no final dos anos 90 por uma empresa japonesa comprada mais tarde pela Fujifilm ao entrar na área da saúde.

O chefe do RDIF, Kirill Dmitriev, disse que os cientistas russos modificaram o medicamento para aprimorá-lo e afirmou que Moscou estará pronta para compartilhar os detalhes dessas modificações em duas semanas.

O Japão está testando a mesma droga, conhecida como Avigan. Ele ganhou prestígio do primeiro-ministro Shinzo Abe e US $ 128 milhões em financiamento do governo, mas ainda não foi aprovada para uso.

O avifavir apareceu no sábado (30) na lista do governo russo de medicamentos aprovados.

Processo acelerado

Dmitriev disse que os ensaios clínicos do medicamento foram realizados com 330 pessoas e mostraram que o vírus foi tratado com sucesso na maioria dos casos, em quatro dias.

Os testes devem ser concluídos em cerca de uma semana, disse ele, mas o Ministério da Saúde aprovou o uso do medicamento em um processo acelerado especial e a fabricação começou em março.

Os ensaios clínicos para testar medicamentos de eficácia geralmente levam muitos meses, mesmo quando acelerados, e envolvem um grande número de pacientes designados aleatoriamente que recebem o remédio que está sendo testado – ou um controle ou placebo.

O sucesso em ensaios de pequena escala e em estágio inicial não é garantia de sucesso em estudos posteriores e mais abrangentes.

Um estudo publicado em maio, por exemplo, vinculou a droga hidroxicloroquina antimalárica, que o presidente dos EUA, Donald Trump, diz que está tomando e incentivando seu uso, a um risco aumentado de morte em pacientes com a Covid-19 hospitalizados.

Dmitriev disse que a Rússia conseguiu reduzir os prazos dos testes porque o medicamento genérico japonês, no qual o Avifavir se baseia, foi registrado pela primeira vez em 2014 e passou por testes significativos antes que os especialistas russos o modificassem.

“Acreditamos que isso é um divisor de águas. Isso reduzirá a tensão no sistema de saúde, teremos menos pessoas entrando em uma condição crítica”, disse Dmitriev. “Acreditamos que a droga é a chave para retomar a atividade econômica completa na Rússia”.

Com 414.878 casos, a Rússia tem o terceiro maior número de infecções no mundo depois do Brasil e dos Estados Unidos, mas tem um número oficial de mortes relativamente baixo de 4.855 – algo que tem sido o foco do debate.

O RDIF, que detém uma participação de 50% no fabricante do medicamento ChemRar, financiou os testes e outros trabalhos com seus parceiros, no valor de cerca de 300 milhões de rublos (R$ 23 milhões), disse Dmitriev, que explicou que os custos para a Rússia eram muito mais baixos por causa do trabalho de desenvolvimento anterior realizado no Japão.

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. O Ministério da Saúde deveria desenvolver um plano de emergência, ou de aquisição emergencial desses antivirais para os hospitais públicos.. Não se pode combater o vírus apenas com Cloroquina. Estamos enfrentando uma guerra contra um vírus

    1. E você é tão idiota que prefere morrer do que tomar um remédio que não mata e ajuda a combater a replicação viral, tão mal informado que fala fake news dos torcedores do vírus

    2. Se pegar o vírus não tome a hidroxicloroquina precocemente, espere piorar e vá ser entubado e colocado numa UTI e reze pra não morrer

    3. Primeiro que é uma empresa privada… Segundo, é uma droga sendo testada na Russia, país que nao tem muita transparencia nos estudos cientificos pela retorica passada… nao parece ser tambem muito confiavel e la se sabe as questoes eticas envolvidas. Quando nao ha armas, se usa ate pedras. Seja Cloroquina (remedio sem patente), ou medicacao russa (REMEDIO COM PATENTE), ou vit D cubana (engana povo)… Tem que perguntar aos chineses, ja que la ate hoje, segundo eles so tiveram 3 mil mortes…. caso de milagre comunista um país onde as pessoas vivem aglomeradas!!!!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

MACAU: Túlio Lemos convoca secretarias e acompanha de perto ações contra a covid-19

Além de anunciar a aquisição de 25 lavatórios móveis, a instalação de 20 leitos hospitalares em contêiners e estar anunciando todas as providências cabíveis para reduzir o propagação da COVID -19 no município de Macau, o prefeito Túlio Lemos convocou as secretarias de Saúde e da Ação Social para implementar novas ações com o objetivo de assistir diretamente a população mais vulnerável com movimentação que foi iniciada nesta quarta-feira, 27. A mobilização irá se prolongar na primeira etapa até assistir cerca de 3.000 pessoas, principalmente nos bairros periféricos.

Presente em todos os atos administrativos, buscando alternativas para suprir as deficitárias arrecadações frente à estrutura funcional da máquina administrativa, o prefeito Túlio Lemos tem acionado todas as providências necessárias na tentativa de proteger a população macauense da Covid-19. Além de dotar o setor da saúde de uma estrutura de acordo com as possibilidades financeiras local e ajuda governamental, a gestão tem tomado iniciativas que vem sendo aprovadas pelas autoridades sanitárias, evitando que o Novo Coronavírus atinja um maior número de pessoas. “O que precisamos neste momento é que a população se conscientize da grave situação que vivemos e tome a iniciativa de se preservar da contaminação, obedecendo as recomendações sanitárias”, disse o prefeito de Macau.

Até o final da semana, além do trabalho que vem sendo executado pelas secretarias de Ação Social e da Saúde para prestar assistência à população mais vulnerável de Macau, a gestão anuncia a chegada de 25 lavatórios móveis e a instalação de 20 leitos hospitalares montados em contêiners.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Diversos

Macacos atacam laboratório, roubam sangue infectado com Covid-19 na Índia e criam temor de maior disseminação do vírus em áreas residenciais

Foto: PvanDijk/ Pixabay

Um grupo de macacos atacou um laboratório médico na Índia e levou amostras de sangue de pacientes que foram diagnosticados com novo coronavírus, disseram autoridades nesta sexta-feira (29).

O ataque ocorreu nesta semana, quando um técnico de laboratório andava no campus de uma faculdade de medicina estatal em Meerut, 460 quilômetros ao norte de Lucknow, capital do estado de Uttar Pradesh.

“Os macacos pegaram e fugiram com as amostras de sangue de quatro pacientes com Covid-19, que estão em tratamento… tivemos que colher as amostras de sangue novamente”, disse o médico S. K. Garg, um dos responsáveis pela faculdade.

As autoridades locais afirmaram não saber se os macacos haviam derramado as amostras, mas as pessoas que moram perto do campus disseram temer uma maior disseminação do vírus caso os macacos tenham levado o material orgânico para áreas residenciais.

Garg disse que não está claro se os macacos podem contrair o novo coronavírus caso entrem em contato com o sangue infectado. “Não foram encontradas evidências de que os macacos possam contrair a infecção”, disse o médico à agência Reuters.

Acredita-se que o novo coronavírus tenha passado para humanos a partir de animais infectados em um mercado de animais silvestres na cidade chinesa de Wuhan no final do ano passado.

Nos últimos tempos, cada vez mais os macacos estão se deslocando para ambientes humanos na Índia, causando distúrbios e até mesmo atacando pessoas. Ambientalistas dizem que a destruição do habitat natural é a principal razão pela qual os animais se mudam para as áreas urbanas em busca de comida.

De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, a Índia tem mais de 167 mil casos de Covid-19 e, ao menos, 4.797 mortes causadas pela doença.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Nossa, o mesmo problema que nós temos com animais! A diferença é que o nosso problema é com bovinos…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: Testagens incorretas e tempo de recuperação mais longo podem estar relacionados ou confundidos com “nova contaminação”

Foto: Ilustrativa

Com base nas poucas informações disponíveis até agora sobre o novo coronavírus, há sinais de que, para as pessoas infectadas que apresentam sintomas mais graves, o processo de recuperação da covid-19 parece ser longo.

E, quanto mais invasivo (e duradouro) for o tratamento recebido, mais tempo isso costuma levar.

A seguir, a BBC tira dúvidas, de acordo com os dados científicos disponíveis até agora.

E se eu tiver apenas sintomas leves?

A maioria das pessoas que desenvolvem a covid-19 tem apenas sintomas leves de tosse ou febre. Mas também podem sentir dor no corpo, fadiga, dor de garganta e dor de cabeça.

A tosse é inicialmente seca, mas algumas pessoas acabam tossindo também muco, contendo células pulmonares mortas pelo vírus.

Esses sintomas são tratados com descanso, muita ingestão de líquidos e analgésicos como paracetamol.

Para estas pessoas, o tempo de recuperação parece ser rápido: a febre costuma baixar em menos de uma semana, embora a tosse perdure por mais tempo.

Uma análise da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre dados de pacientes chineses aponta que, nesses casos, a recuperação ocorre, em média, em duas semanas.

E se eu tiver sintomas mais sérios?

Para alguns, a doença pode ficar muito mais séria. Isso tende a acontecer entre sete a dez dias depois da infecção.

A transformação pode ser repentina. A respiração fica mais difícil, e os pulmões ficam inflamados. Isso acontece porque, embora o sistema imune do corpo esteja lutando contra a infecção, ele exagera em sua reação, fazendo com que o corpo inteiro sofra efeitos colaterais.

Isso significa que alguns pacientes precisam ser hospitalizados para receber oxigênio.

“A falta de ar pode levar um tempo considerável para melhorar”, disse à BBC a médica britânica Sarah Jarvis. “O corpo vai tentar se recuperar do excesso de danos e da inflamação.”

Segundo Jarvis, nesses casos, o tempo de recuperação costuma variar entre duas e oito semanas, e a sensação de cansaço perdura.

E se eu precisar ser internado em uma UTI?

O estudo da OMS estima que uma a cada 20 pessoas vai precisar de cuidados intensivos, que podem incluir sedação e uso de respiradores mecânicos.

Qualquer internação em UTI, independentemente da doença, exige tempo para o paciente se recuperar. Eles são levados então para a ala de internação regular do hospital antes de voltarem para casa.

A médica Alison Pittard, reitora da Faculdade de Medicina de Cuidados Intensivos do Reino Unido, diz que a volta à vida normal pode levar de 12 a 18 meses, depois de qualquer período passado em uma UTI.

Para quem passa muito tempo em uma cama hospitalar, ocorre a perda de massa muscular. Pacientes sentirão fraqueza, e os músculos precisarão de tempo para se fortalecer novamente. Para alguns, será necessário fazer fisioterapia para voltar a andar.

Por causa do estresse sofrido pelo corpo em uma UTI, há também a possibilidade de o paciente sofrer delírios ou problemas psicológicos.

“Parece haver um elemento adicional com esta doença: a fadiga viral é definitivamente um fator enorme” no estresse sobre o corpo, diz Paul Twose, fisiterapeuta de UTI no País de Gales.

Há relatos de pacientes em países como China e na Itália queixando-se de fraqueza no corpo inteiro, falta de ar depois de atividades simples, tosse persistente e respiração irregular. E que precisam de muitas horas de sono para se sentir bem.

“Sabemos de pacientes que têm precisado de um longo período, potencialmente meses, para se recuperarem.”

Mas é difícil generalizar. Algumas pessoas passam períodos relativamente curtos sob cuidados críticos, enquanto outros precisam passar semanas internados usando respiradores mecânicos.

O coronavírus pode afetar minha saúde de longo prazo?

Não sabemos ao certo, já que não temos dados históricos amplos, mas podemos tirar lições de outras doenças semelhantes.

A síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) se desenvolve em pacientes cujos sistemas imunológicos entram em sobrecarga, causando danos aos pulmões.

“Há dados indicando que, mesmo cinco anos depois, algumas pessoas podem continuar tendo dificuldades físicas e psicológicas”, afirma Twose.

O médico James Gill, clínico geral e palestrante na Escola Médica de Warwick, no Reino Unido, diz que, em alguns casos, é necessário apoio para restaurar a saúde mental do paciente.

“Quando você tem dificuldades respiratórias, o médico diz: ‘Precisamos te colocar em um respirador. Você vai precisar dormir. Quer se despedir da sua família?’. Não é surpreendente que isso cause estresse pós-traumático nos pacientes mais graves. Para muitos, ficam cicatrizes psicológicas significativas.”

É bom ressaltar que até em casos mais leves de covid-19 pacientes podem ficar com problemas de longo prazo, como fadiga.

Eu posso adoecer da codiv-19 mais de uma vez?

Isso ainda é motivo de muita especulação, mas ainda há poucas evidências concretas sobre a duração da imunidade à covid-19. Acredita-se que pacientes que tenham conseguido vencer o vírus provavelmente criaram imunidade a ele, embora não haja dados suficientes a respeito.

Há relatos de pacientes sendo infectados mais de uma vez, mas acredita-se que isso se deva a testagens incorretas.

A questão da imunidade é uma das mais importantes no momento, para se entender quando medidas de isolamento social podem ser relaxadas e o quão eficientes serão as futuras vacinas contra o novo coronavírus.

Com informações da BBC

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Assessoria de Hermano Morais confirma que deputado foi novamente diagnosticado com Covid-19 e se encontra hospitalizado

Foto: Reprodução/Twitter

A assessoria do deputado estadual Hermano Morais (PSB) confirmou nesta sexta-feira (29), por meio de suas redes sociais, que o parlamentar recebeu confirmação de teste positivo para o novo coronavírus – Covid-19.

” A assessoria do deputado estadual Hermano Morais informa que ele voltou a sentir sintomas da Covid-19 e assim foi diagnosticado. No momento, ele se encontra hospitalizado, estável, consciente, fazendo novos exames e seguindo todas as orientações médicas”, diz a nota.

No meio de abril, conforme noticiado por toda a imprensa e pelo próprio parlamentar, o teste positivo para o exame foi confirmado. Na ocasião, informou que tratava a doença em casa, não precisando ser hospitalizado. “Sigo as recomendações médicas, em repouso”, disse na ocasião.

Opinião dos leitores

  1. Para ter pego duas vezes ele não deve estar cumprindo o isolamento social.
    De toda forma é bom informar a OMS porque é o terceiro caso no mundo de infeção pela segunda vez, segundo eu soube.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

RN registra 530 internados no tratamento do novo coronavírus; taxa de ocupação em leitos das regiões Oeste e metropolitana em 97%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta sexta-feira(29), e destacou a situação dos leitos e quantidade de internados somadas as redes pública e privada.

São registrados, neste momento, 530 pacientes internados, sendo 259 em leitos críticos e 271 estão sob acompanhamento clínico.

Sobre a taxa de ocupação dos leitos por região, o cenário atual é o seguinte:

Mossoró: 97%
Região metropolitana: 97%
Alto Oeste(Pau dos Ferros): 75%
Seridó: 40,9%

Opinião dos leitores

  1. Quem irá defender os que estão nas filas de espera pra UTI? A governadora que não trabalhou um projeto sério pra atender essa crescente demanda, apesar da previsão catástrofica da sua equipe? Bolsonaro, que defende liberar geral a contaminação pra proteger a economia, mesmo não preparando o sistema de saúde pra atender os casos? Ou o prefeito que não reinvindica aos governos equipamentos e respiradores para o hospital de campanha? Nós cultivamos o que plantamos, infelizmente alguns pela ignorância outros pela esperteza. E as vítimas não terão lados, somos todos!

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: RN tem 60 óbitos sob investigação

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta sexta-feira(29), e alertou para os óbitos sob investigação: neste momento são 60.

O Rio Grande do Norte registra 6.463 casos de coronavírus, com mais de 14 mil suspeitos, 12.552 descartados e 267 mortes. Doze óbitos a mais que o último boletim.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Denúncia

VÍDEO: Profissionais da saúde e famílias de pacientes denunciam “supernotificação” de óbitos por covid-19

Profissionais da saúde e famílias de pacientes denunciam uma “supernotificação” de óbitos por covid-19. Segundo eles, o número de vítimas fatais do vírus é menor do que o divulgado. Muitos pacientes que morreram por outras doenças recebem laudo de covid-19, entrando nas estatísticas da pandemia, que deveria ser menor do que a divulgada oficialmente. Confira reportagem completa da Record acima.

Opinião dos leitores

  1. Não dá entender, uma hora reclama da subnotiticação, outro momento da supernotificação, afinal os dados não partem dos hospitais? Não são os médicos e enfermeiros que lançam esses dados? Querem mesmo brincar com a morte das pessoas.

  2. Clara, não sou fã de Bolsonaro nem entro nessa briga idiota esquerdista-direitista, mas a abordagem do Brasileiro sobre Ciência está correta. Gosto da revista Scientific American e o que mais tem ali é opinião de cientistas. E assim foi construída a ciência. A história da física quântica vai agradar você, tenho certeza, porque seus argumentos e sua "fala" são inteligentes.

  3. Que o número é superdimensionado, isso é fato. Há histórias todos os dias sendo contadas.
    Agora, quem for contra o uso terapêutico da hidroxicloroquina, é simples. Não autorize a medicação para o seu tratamento ou de um parente. Quero ver….

  4. Não acredita na realidade as nossas vistas? Simples, tira os equipamentos de proteção e corre para o abraço,e deixem quem quer se proteger e viver, em paz.

  5. Sim claro que está notificados pois os assassinos dos nossos políticos presidem destes números para que venham verbas para serem gastas ao Bel prazer com isso facilitando os desvios

  6. Acredita nisso, tira a máscara e vai andar pelas UTI, e beijar na boca os doentes. É só um resfriado essa doença.

  7. Bela entrevista do médico. Ciência implica em CONFLITO DE HIPÓTESES. Quando muitas pessoas falam que esse ou aquele artigo científico defende esta ou aquela hipótese, não significa necessariamente que esta hipótese está certa ou errada.
    Não podemos esquecer que quando Einstein publico suas teses, ninguém acreditou inicialmente. Ciência não é algo democrático, é algo que se constrói baseando-se nas evidências a LONGO PRAZO.

    1. Ministério da Saúde, mas eu mesma não confio não, já que a subnotificação é gritante. Simplesmente não se testa (queria forma melhor de provar que "tá suave" que testando em massa?) Mas enfim, a confiabilíssima Record já nos empurrou ate a grávida de Taubaté, né? Tb não é favorecida pelo presidente na publicidade…. Deve tá certa sim. Número e ciência são falsos. Existem pra prejudicar o "mito".

    2. Sua resposta carece de racionalidade. Você fala como se estivesse baseada em sentimentos e não em uma motivação racional. Fala que há subnotificação, mas quais são os métodos de estimar isso? Fala na ciência como se fosse uma entidade sobrenatural dotada de unanimidade em suas posições. Isto não existe! Existem opiniões de cientistas, que são divergentes entre si. A partir daí é que futuramente vai se estabelecer qual é a melhor descrição científica da realidade.
      Se formos tratar desse problema embriagados de sentimentos e aspectos emocionais, isto não é algo científico de forma nenhuma.

    3. Cientista não "opina" e o senhor fala muito bonito pra não dizer nada. Infelizmente, não sou audiência pro senhor e boa parte de quem comenta aqui também não é. Tenta o zap, lá costuma ser bem mais fácil enganar otário com conversa mole.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Pará deixou de registrar quase mil mortes de Covid-19 e número total ultrapassa 2,5 mil, diz Secretaria de Saúde

O Pará deixou de registrar quase mil mortes e 14 mil casos confirmados da Covid-19, somando um total de 15 mil subnotificações que não estavam na contagem oficial do governo, nos últimos oito dias. Os boletins retroativos acabaram alterando a data do primeiro caso de Covid-19 no Pará para 7 de março – a data divulgada era 18 de março.

Segundo o secretário de Saúde (Sespa), Alberto Beltrame, isso ocorreu devido a um “descompasso” no sistema da secretaria atualizado pelas prefeituras, que deixaram de fora um total de 907 óbitos e 13.871 casos confirmados da doença neste período – ou seja, 43,7% do total de casos e 34,8% do total de mortes. O estado encerrou a quarta-feira (27), com 31.671 casos e 2.605 óbitos pelo novo coronavírus.

O boletim divulgado às 12h30 desta quinta não foi contabilizado nesta reportagem, já que os números diários somente são fechados às 19h. Contudo foram contabilizados mais 1.969 casos e 100 óbitos de datas anteriores.

No total, são 14.778 notificações em atraso, incluindo infectados e óbitos, que foram identificadas pela secretaria. Uma força-tarefa foi montada para a divulgação em novo formato, que iniciou na quarta-feira (20). Segundo Beltrame, as notificações teriam ocorrido há semanas, principalmente entre abril e início de maio, e resultam de 122 mil testes rápidos distribuídos entre os municípios.

Recentemente, o Rio de Janeiro também mudou protocolos de divulgação dos dados da Covid-19 e o novo método de contagem dos mortos foi criticado. No Rio Grande do Sul, uma pesquisa aponta que para cada caso oficial, há outros dois que não são registrados. Em Minas Gerais, o governo também admitiu subnotificações e estima que há 1 confirmação de coronavírus para cada 10 casos.

Curva alterada

Os boletins da Sespa são recolhidos pelo G1 desde o início da pandemia para levantamento do Mapa do Coronavírus, informando o avanço da Covid-19 em municípios, com base nas secretarias estaduais. Mesmo com a mudança no formato do boletim do Pará, os novos casos e mortes no estado continuaram a ser computados de acordo com o dia de divulgação.

De acordo com os boletins, o primeiro caso de Covid-19 no Pará ocorreu no dia 7 de março. A paciente, segundo a Sespa, era uma mulher, 50 anos, de Parauapebas. Já a primeira morte ocorreu no dia 15 de março – uma mulher, de 60 anos, de Belém, segundo a Sespa.

Os boletins retroativos também apontam que:

em 18 de março, dia da divulgação do era o primeiro caso de coronavírus, já havia 62 infectados;

e, em 1º de abril, dia em que foi divulgada o que era primeira morte, já havia outros dois óbitos.

As informações estão divulgadas também no painel da Covid-19, no portal de monitoramento da Sespa, e foram questionadas na última terça (26), pois poderiam ser erros de digitação. Até esta manhã, não foram corrigidas ou negadas. Os boletins já chegaram a mostrar casos de janeiro e fevereiro, mas a maioria já foi corrigida, após contatos feitos pelo G1.

Novo formato

O novo formato de divulgação de boletins da Covid-19, que separa casos e mortes nas últimas 24 horas dos ocorridos em datas anteriores, foi adotado, segundo o secretário Beltrame, pois os municípios passaram a relatar resultados de testes rápidos somente no Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), deixando o sistema da Sespa desatualizado.

À época, Beltrame afirmou que havia observado um “índice de queda da doença, mas que estava computando muitas mortes por dia”.

Quatro dias depois, o governo estadual divulgou um estudo apontando uma “tendência de queda”, baseado nos próprios dados da Sespa. A pesquisa embasou o governo a relaxar nas medidas de isolamento social obrigatório com o fim do lockdown, que passou a ficar sob decisão das prefeituras. No entanto, o próprio documento cita que “subnotificações em datas passadas podem invalidar os cenários de previsões”.

Entenda a evolução de casos desde o início da divulgação de notificações atrasadas:

No dia 19 de maio, eram 17.177 casos e 1.554 mortes;

No dia 20, eram 18.929 casos e 1.778 mortes, sendo divulgados 1.676 casos e 218 óbitos em atraso;

No dia 21, eram 20.532 casos e 1.893 mortes, sendo divulgados 1.494 casos e 103 óbitos em atraso;

No dia 22, eram 22.697 casos e 2.003 mortes, sendo divulgados 2.069 casos e 90 óbitos em atraso;

No dia 23, eram 24.125 casos e 2.150 mortes, sendo divulgados 1.388 casos e 113 óbitos em atraso;

No dia 24, eram 24.815 casos e 2.290 mortes, sendo divulgados 668 casos e 132 óbitos em atraso;

No dia 25, eram 27.366 casos e 2.431 mortes, sendo divulgados 2.442 casos e 113 óbitos em atraso;

No dia 26, eram 29882 casos e 2.522 mortes, sendo divulgados 2.412 casos e 65 mortes em atraso;

E no dia 27, chegou a 31.671 casos e 2.605 mortes, sendo divulgados 1.722 casos e 73 óbitos em atraso.

Notificações recentes continuam atrasando

As subnotificações provocam uma espécie de rearranjo na curva de contaminação. Quando revelou as inconsistências nos dados, Beltrame chegou a afirmar que o pico de contaminação no Pará ocorreu por volta do dia 20 de abril e em 5 de maio houve o maior índice de mortos em 24h: 84 óbitos. Mas como as notificações continuam atrasando, esse recorde pode ser quebrado.

Entre as notificações em atraso, foram identificadas 893 casos e 144 óbitos ocorridos entre 20 e 25 de maio. Esses números mais recentes são divulgados como “em datas anteriores”. (veja no gráfico abaixo)

No dia 20 de maio, a Sespa informou que apenas 76 casos novos foram confirmados e seis mortes registradas. Analisando os boletins que inseriram casos retroativos no sistema, percebe-se que, na verdade, 40 pessoas morreram de Covid-19 nesse dia, 12 desses apenas na capital. O número de casos também salta de 76 para 418.

No dia 21 de maio, a Sespa divulgou oficialmente 109 casos e 12 óbitos. Somando com as notificações atrasadas, o número chega a 353 casos e 58 mortes. No dia seguinte, foram 96 casos e 20 óbitos, mas com a soma o total chega a novos 239 casos e 43 mortes. Já em 23 de maio, quando no boletim constavam 40 casos e 34 mortes, eram 134 e 70, respectivamente.

Números oficiais seguem distantes das prefeituras

Durante visita ao Pará, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta afirmou que estado já teve pico entre 20 de abril e a primeira semana de maio. Dias antes, ele havia dito que Pará seria o epicentro da Covid-19. O governador Helder Barbalho passou, então, a solicitar propostas de empresários para a retomada de atividades comerciais.

À época, Barbalho afirmou que estava fazendo um levantamento epidemiológico para saber qual é o real percentual da população que está com o novo coronavírus no estado. Este levantamento nunca foi divulgado.

Uma pesquisa nacional coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que Brasil tem sete vezes mais contaminados pelo novo coronavírus que os dados oficiais.

No Pará, os índices mais alarmantes foram o da cidade de Breves, onde praticamente um quarto da população está ou esteve com a Covid-19, e o de Belém, onde mais de 15% já teria contraído a doença.

Os números oficiais também ainda estão distantes dos registrados pelas prefeituras. No dia 26 de maio, quando completa uma semana da divulgação das notificações atrasadas pela Sespa, a soma de todos os boletins das prefeituras chega a ter 6.898 casos e 217 óbitos a mais que o dado oficial da Sespa.

Com informações do G1

 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Prefeito de Ceará-Mirim confirma para covid-19, tem pulmão comprometido e pede orações

Foto: Reprodução/Facebook

O prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara, confirmou através da rede social Facebook que seu exame para covid-19 testou positivo.

O prefeito detalhou o exame, tornando público, e destaca que está se internando nesta quinta-feira(28) em razão de comprometimento de pulmões. O chefe do executivo, humildemente, pediu orações.

No anúncio de Júlio Cesar, também confirma o teste positivo para a primeira-dama, Ana Paula.

Opinião dos leitores

  1. Júlio, tem muita preocupação com a saúde dos seus munícipes. Talvez tenha cuidado pouco da sua própria saúde.
    Este momento será muito rápido, se Deus quiser.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Secretário de saúde do RN pede maior isolamento social e diz que retomada das atividades deve ser pensada por região – “não de forma generalizada”

Foto: Reprodução/Youtube

O secretário de Estado e Saúde Pública-Sesap, Cipriano Maia, convocou no fim da manhã desta quinta-feira(28), um chamamento a população para uma adesão mais elevada no isolamento social, com objetivo da diminuição da transmissão do novo coronavírus, e busca por uma perspectiva para retomada de atividades em benefício a situação econômica.

Cipriano disse que o ideal para o isolamento social no Estado deveria ser 70%, número que poderia encaminhar para diminuição de caso, óbitos e taxa de ocupação dos serviços de assistência hospitalar.

Ainda na coletiva, o secretário de saúde reforçou um “pacto em defesa da vida” e destacou que a retomada da economia no Estado depende de um maior isolamento social – pensada por cada região. “Não de forma generalada. De forma planejada”, disse.

Assista abaixo e veja declaração:

Opinião dos leitores

  1. Esses "sem noção", continuam generalizando e deixando de elogiar quem está fazendo tudo direitinho! Qual o milagre de manter. As pessoas em casa e melhorar a a economia? Ele não deixou isso claro! Apenas teorias pre-estabelecidas, pra continuar tocando o terror na população, como no fantasioso 11 mil óbitos em 15 de maio. Enquanto isso, o hospital da campanha de Natal tá pronto e ele sequer tocou no assunto.

    1. Em parte vou concorda com vc, vc prefere morrer ou sair comprando por ai? ISOLAMENTO É O MELHOR CAMINHO E PONTO FINAL.

    2. Nildo manter as verbas federais sem licitação é o objetivo deste confinamento
      É mais fácil pra estes burocratas que supervisionar isolamento vertical e medidas associadas !

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

Covid-19: ocupação dos leitos no Oeste e na região metropolitana de Natal atinge 100%

A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou no fim da manhã desta quinta-feira(28), a situação dos leitos no Rio Grande do Norte no tratamento ao coronavírus.

Segundo o secretário de saúde do Rio Grande do Norte, Cipriano Maia, a taxa de ocupação nas unidades hospitalares destinadas a tratar o novo coronavírus no estado está distribuída da seguinte maneira, nesta momento:

Região Oeste: 100% (no caso de adultos)
Pau dos Ferros: 62,5%
Grande Natal: 100%
Seridó: 49%

Ainda na coletiva, o secretário de saúde destacou 517 leitos estão ocupados no Estado, sendo para 267 situações críticas e 250 para acompanhamento clínico.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

Entre ativos e da reserva, RN registra 61 policiais militares com Covid-19, com quatro óbitos

A PM informa que o quadro de policiais militares do Rio Grande do Norte registra neste momento 61 infectados por coronavírus, entre ativos e da reserva. No geral, quatro já morreram decorrente da Covid-19.

A PM ainda informa que além dos 61 policiais confirmados com a Covid-19, o Estado possui 112 casos suspeitos e 13 recuperados.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *