O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou o Ministério da Saúde pelas mudanças feitas na divulgação dos dados sobre a Covid-19 no Brasil. Pelo Twitter, Maia disse que “brincar com a morte é perverso” e defendeu que é “urgente resgatar a credibilidade das estatísticas”. Ele ainda afirmou que a comissão externa da Câmara que acompanha a evolução da doença no país vai se “debruçar” sobre as estatísticas do coronavírus. No último domingo, o governo divulgou dados conflitantes de casos e mortes pela doença.
Na última quinta-feira, o portal em que o ministério divulgava os dados foi retirado do ar. Quando retornou, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Assim, na sexta-feira e no sábado, a pasta não divulgou o número total de infectados e mortos. Além disso, os dados, que antes eram divulgados às 19h, estavam sendo publicados por volta de 22h.
O presidente Jair Bolsonaro também usou as redes sociais no sábado para justificar as mudanças e disse que o atraso tem por objetivo evitar “subnotificação e inconsistências”. No entanto, um dia antes, ao ser questionado sobre a alteração, o presidente respondeu: “acabou matéria no Jornal Nacional”.
Já no domingo, o governo fez dois anúncios sobre os números de Covid-19. Primeiro, informou que eram 685.427 infectados e 37.312 óbitos causados pela doença. Duas horas depois de divulgar os dados, o Ministério da Saúde publicou em seu portal na internet números diferentes dos informados anteriormente.
O total de casos confirmados subiu para 691.758, levando em conta o surgimento de mais 18.912 pessoas infectadas pela doença, enquanto os óbitos nas últimas 24 horas caiu para 525, o que resultaria em 36.455 mortes acumuladas.
No primeiro anúncio, o órgão não incluiu na apresentação o total de óbitos em 24 horas que, em uma conta de subtração feita pelo GLOBO, chegava a 1.382.
Em nota, o ministério informou que está finalizando a adequação da divulgação e ferramentas de informação sobre casos e óbitos de Covid-19. “O objetivo é que, nos próximos dias, estejam disponíveis em uma página interativa que possa trazer os resultados desejados pelo usuário. Assim, será possível acompanhar com maior precisão a dinâmica da doença no país e ajustar as ações do poder público diante a cada momento da resposta brasileira à doença”, diz um trecho do texto.
Esse Maia é um oportunista, está querendo parecer um patriota, quero ver quando acabar o seu mandato e não for eleito ,, responder sobre os seus processos mana justiça.
A situação do Brasil é a mais vergonhosa do mundo! São tantas crises inventadas pelo presidente que é insuportável.
Era lindo e maravilhoso usar a camisa do Brasil quando os ladrões estavam no poder se banqueteando na Europa, tipo Dilmanta,Sérgio Cabral,LIS Inácio comandante em chefe da quadrilha, vai procurar chifre na cabeça de cavalo, que fará melhor proveito.
Acho que esse presidente é sócio da morte. Nunca em minha vida vir uma pessoa ter tando desprezo pelo ser humano quanto ele.
O MS comete um erro de publicacao, corrige imediatamente, e por isso ta brincando com a morte? Esse politicos estao politizando e falando bulufas pra chamar atencao… se querem fazer campanha eleitoral antecipada com besteirol, comecem reduzindo suas regalias e o tamanho do estado incompetente. Deviam começar a dar exemplo no proprio Estado… chega de politicos cientistas. Façam ciencia de verdade que justifique seu custo.
O Sindipetro-RN informa que em um espaço de 10 dias, pelo menos 20 funcionários diretos da Petrobras foram diagnosticados com Covid-19 no Pólo Guamaré, na região da Costa Branca do Rio Grande do Norte. De acordo com nota, a maior parte(16), foi somente na semana passada.
Segundo o Sindipetro-RN, entre os testados positivos, 16 petroleiros que apresentaram sintomas menos graves e estão em tratamento, cumprindo quarentena em um hotel de Mossoró, no Oeste potiguar, conforme. Outros quatro foram transferidos para Natal, para atendimento médico mais especializado, inclusive internação, segundo o sindicato.
A Petrobras ainda não se manifestou sobre o assunto.
Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19, os veículos O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e UOL decidiram formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.
Em uma iniciativa inédita, equipes de todos os veículos vão dividir tarefas e compartilhar as informações obtidas para que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.
O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.
Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram a quantidade e a qualidade dos dados.
Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificulta ou inviabiliza a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.
A segunda alteração foi de caráter qualitativo. O portal no qual o ministério divulga o número de mortos e contaminados foi retirado do ar na noite da última quinta-feira. Quando retornou, depois de mais de 19 horas, passou a apresentar apenas informações sobre os casos “novos”, ou seja, registrados no próprio dia. Desapareceram os números consolidados e o histórico da doença desde seu começo. Também foram eliminados do site os links para downloads de dados em formato de tabela, essenciais para análises de pesquisadores e jornalistas, e que alimentavam outras iniciativas de divulgação.
Entre os itens que deixaram de ser publicados estão: curva de casos novos por data de notificação e por semana epidemiológica; casos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica; mortes por data de notificação e por semana epidemiológica; e óbitos acumulados por data de notificação e por semana epidemiológica
Neste domingo (7), o governo anunciou que voltaria a informar seus balanços sobre a doença. Mas mostrou números conflitantes, divulgados no intervalo de poucas horas.
Em razão das omissões, a parceria entre os veículos de comunicação vai coletar os números diretamente nas secretarias estaduais de Saúde. Cada órgão de imprensa divulgará o resultado desse acompanhamento em seus respectivos canais. O grupo vai chamar a atenção do público se não houver transparência e regularidade na divulgação dos dados pelos estados.
“Numa sociedade organizada como a brasileira, é praticamente impossível omitir ou desfigurar dados tão fundamentais quanto o impacto de uma pandemia. Com essa iniciativa conjunta de levantamento de dados com os estados, deixamos claro que a imprensa não permitirá que nossos leitores fiquem sem saber a extensão da Covid-19 “, afirmou Sérgio Dávila, diretor de Redação da Folha.
“É nossa responsabilidade cotidiana transmitir informações confiáveis para a sociedade. E, agora, no momento mais agudo da pandemia, precisamos assegurar à população o acesso a dados corretos o mais rápido possível, custe o que custar”, disse Murilo Garavello, diretor de Conteúdo do UOL.
“É triste ter que produzir esse levantamento para substituir uma omissão das autoridades federais. Transparência e honestidade deveriam ser valores inabaláveis na gestão dessa pandemia. Vamos continuar cumprindo nossa missão, que é informar a sociedade”, afirmou João Caminoto, diretor de Jornalismo do Grupo Estado.
“O jornalismo tem a missão de levar à população os números mais precisos sobre a pandemia. É fundamental conhecer a real extensão dos fatos. Esses dados são decisivos para que as pessoas saibam como agir nesse momento tão difícil”, destacou Humberto Tziolas, diretor de redação do Extra.
“Neste momento crucial, deixamos nossa concorrência de lado por um bem comum: levar à sociedade o dado mais preciso possível sobre a pandemia. Essas informações orientam as pessoas e as políticas públicas. Sem elas, o país mergulha em um voo cego. O jornalismo cumprirá seu papel”, afirmou Alan Gripp, diretor de redação de O Globo.
“A missão do jornalismo é informar. Em que pese a disputa natural entre veículos, o momento de pandemia exige um esforço para que os brasileiros tenham o número mais correto de infectados e óbitos”, afirmou Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo da Globo (TV Globo, GloboNews e G1). “Face à postura do Ministério da Saúde, a união dos veículos de imprensa tem esse objetivo: dar aos brasileiros um número fiel.”
A responsabilidade pelas mortes é dos governadores e prefeitos, conforme decidiu o STF. E muito a deles estão aproveitando a situação para fazer política contra o governo Bolsonaro e para roubar. De brinde, estão arruinando com a economia do país, tentando atingir o presidente. A propósito de transparência dos dados, os do RN são de péssima qualidade. Muitos dados não são informados no dia certo e são acumulados com outros, e faltam testes suficientes para acompanhar a evolução da epidemia. Para não falar da falta de ações concretas na área de saúde. Onde estão os novos leitos de UTI? E o hospital de campanha? E os novos respiradores? E os EPI's para os profissionais de saúde? É uma tristeza!
Estamos perdidos! Olhem quem vai repassar os dados sobre Covid-19 do Brasil: Globo Lixo, Lulol, Foice de SP, Estadinho. E serão assessorados pelo Datafoice ?!?
Não podemos esquecer que a responsabilidade do estrago do corona vírus no Brasil, estar sob a batuta dos governadores e prefeitos, com a aquiescência do STF. E morreu Maria preiá
Certíssimo o posicionamento, esse desgoverno do Bozominion está colocando o país em uma posição ridícula diante outras nações, o povo que é roubado em tudo vai ficar em uma pior com essas desinformações e despreparo desse governo ridículo. Já falei tantas vezes que esse país é uma zona e quando penso que já está no fim do poço sempre tem alguém pra afundar mais ainda. É o fim.
Os resultados dos exames de 21 casos suspeitos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, deram negativo em Fernando de Noronha, segundo a Administração da Ilha. Com isso, não há mais registro de pacientes com suspeita da doença.
Os 21 casos eram de moradores que haviam tido contato com as duas pessoas diagnosticadas com Covid-19 na quarta-feira (3) – uma mulher, de 56 anos, e um homem, de 50. Os dois foram voluntários do estudo epidemiológico, que analisa a circulação do vírus em Noronha, e deram positivo para o vírus.
Segundo o boletim de domingo (7), divulgado pela Administração da ilha, os dois pacientes seguem assintomáticos e em isolamento domiciliar, cumprindo quarentena. A ilha tem, ao todo, 30 moradores diagnosticados com o novo coronavírus, sendo que 28 já tiveram cura clínica.
As praias da ilha estão liberadas para uso da população local. O turismo está proibido e a chegada de moradores que estão no continente também não está liberada.
Covid-19 no estado
Pernambuco ultrapassou a marca de 40 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus. No domingo (7), o boletim diário divulgado pela Secretaria estadual de Saúde (SES) apontou que já são 40.242 infectados. De acordo com a SES, foram 881 confirmações. O estado também contabilizou 35 mortes, totalizando 3.305 óbitos, desde o início da pandemia, em março.
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O governo de Rondônia realizou nesse sábado (6) testes rápidos para diagnóstico da Covid-19 no estacionamento do Palácio Rio Madeira em Porto Velho. A ação foi direcionada para pessoas sintomáticas e o público foi atendido sem precisar sair dos veículos, através de drive-thru.
O governador, coronel Marcos Rocha, acompanhado do secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, orientaram a população sobre a importância das ações de enfrentamento a pandemia. Conforme levantamento parcial, foram realizados mais de mil testes, destes 112 tiveram resultado positivo. Aqueles que testaram positivo já receberam as orientações pertinentes ao caso e kit de medicamentos no local.
A ação foi dividida em três etapas: realização do teste rápido, em seguida houve o procedimento de notificação do caso e entrega do resultado do exame. A iniciativa faz parte da ação Mapeia Rondônia para ampla testagem dos rondonienses, coordenada pelo governo de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
Os testes nesta primeira etapa é para os que apresentam sintomas de síndrome gripal por mais de sete dias. Esse exame detecta a presença de anticorpos produzidos pelo corpo humano contra o vírus, e essa defesa não acontece antes dos sete dias.
Taí Fátima ! Teus incompetentes gestores da SESAP + MP, bem que poderiam fazer um curso, e a partir daí, realizar algo de profícuo, de boca cara e mentirosa o estado está saturado.
Concordo plenamente Jucurutu.É isso q tem de ser feito.Foi isso q a Coreia do Sul e outros países fizeram.Deveriam dar pensar e dar prioridade a testes rápidos.
… Enquanto o Governo daqui só sabe falar de como recebeu a Gestão do Governo anterior. Parabéns ao Governo de RO, que sirva de exemplo aqui no RN e a Equipe de Saúde já coloque em prática.
Isso e que deveria esta acontecendo em todos os estados e municípios, evitar que o máximo que se precise de internamento, porem o que vemos e preocupação em abrir leitos, onde o correto seria isso, evitar que se precisa de UIT.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou nesta sexta-feira (5) o Brasil como exemplo de país com dificuldades para lidar com a pandemia do novo coronavírus, ao defender a estratégia adotada por seu governo contra a doença e dizer que agora os EUA devem mudar o foco para se concentrar em proteger grupos de risco e permitir uma maior reabertura da economia.
Trump disse que o Brasil está seguindo o mesmo caminho da Suécia, país que não impôs quarentenas e decidiu se basear principalmente em medidas voluntárias de distanciamento social e higiene pessoal, mantendo a maioria das escolas, restaurantes e empresas abertas. Como resultado, a Suécia tem um número muito maior de casos de Covid-19 do que seus vizinhos nórdicos.
“Se você olhar para o Brasil, eles estão passando por dificuldades. A propósito, eles estão seguindo o exemplo da Suécia. A Suécia está passando por um momento terrível. Se tivéssemos feito isso, teríamos perdido 1 milhão, 1 milhão e meio, talvez até 2 milhões ou mais de vidas”, disse Trump na Casa Branca, acrescentando que agora é hora de acelerar a reabertura.
Os Estados Unidos são o país do mundo com o maior número de casos do novo coronavírus, com 1,9 milhão de infecções e mais de 108 mil mortos.
O Brasil é o segundo do mundo em número de casos, com quase 615 mil infecções confirmadas pelo Ministério da Saúde e 34.021 mortes, mas tem neste momento a maior taxa de aceleração da doença no mundo, uma vez que quase diariamente registra mais casos e mortes do que os EUA.
Diversos governos municipais e estaduais têm anunciado planos para afrouxar as medidas de distanciamento social no Brasil. Especialistas alertarem para o risco de um agravamento da situação.
Pra o “MITO” presidente daqui é só uma gripezinha, e não tem nada demais se aglomerar e ir para as ruas , inclusive ele vive se aglomerando e andando sem máscara. E a verdade é que nós estamos lascados e tomamos no ……..
Kkkkk vai presidente demite ele Kkk Kkk Bolsonaro baba ovo de trump e só leva chincada.kkkk
SINTO MUITO MAS TRUMP ESTÁ TOTALMENTE DESINFORMADO SOBRE O BRASIL. TIVERMOS AQUI UM DOS MAIORES PERIODOS DE QUARENTENA DO MUNDO, AGORA, SE NÃO FUNCIONOU É OUTRA HISTORIA. ESSE TIPO DE MANCHETE CAUSA INDIGNAÇÃO.
Aqui não tá seguindo exemplo da Suécia, só que mais da metade das pessoas está tocando o zaralho, então não tem muito o que fazer. Não tem polícia que dê jeito.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta sexta-feira(05). Na ocasião, foram informados a ocupação de leitos, registro de pessoas internadas, óbitos em investigação e taxa de isolamento social.
Quanto ao número de óbitos em investigação, o Estado registra 67 casos. Pessoas internadas somam 618, sejam suspeitas, graves ou sob acompanhamento, em hospitais privados, públicos ou filantrópicos – sendo desse total, 323 em situação crítica.
A taxa de ocupação de leitos no Oeste e Alto Oeste é de 100%, em Mossoró e Pau dos Ferros, respectivamente, enquanto a região metropolitana de Natal registra quase 100% em decorrência de pacientes em regulação e, por fim, o Seridó, com (63,6%).
Na coletiva, o secretário adjunto de saúde do Rio Grande do Norte, o médico Petrônio Spinelli, lamentou a taxa de isolamento em apenas 40%,logo após novo decreto com medidas restritivas mais duras na busca pela diminuição de casos no Estado.
Se for como o hospital de campanha no Anhembi (São Paulo) visitado pelos deputados patrióticos que filmaram e denunciaram um crime contra o contribuinte realmente aqui não haverá leitos tampouco. Vergonha.
O deputado Albert Dickson(PROS) anunciou em rede social nessa quinta-feira(05) que foi dado entrada ao projeto de lei que dispõe a ivermectina para profissionais de saúde , agentes penitenciários, policiais, entre outros profissionais essenciais nessa pandemia.
“Enquanto não chega a vacina, não podemos ficar aguardando a doença sem fazer nada. Precisamos agir”, diz deputado estadual em mensagem no Instagram.
Parabéns deputado como sugestão digo escolha um bairro compacto que tenha mercadinho farmácia etc faça um Lockdown
diferente só não entra pessoas que não resida
Liberara todo comércio aberto porém o povo tem que usar IVERMECTINA E AZITROMICINA conforme sugerido após 15dias teste em 50% da população
Parabens Deputado o Sr. e sua esposa está fazendo o certo, eu até tomeu hoje por que estou com uma gripe já mim preparei e tem outros amigos de meu filhos tomaram e recumperam
O primeiro lote da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, que será testada em dois mil brasileiros já chegou ao Brasil. As doses serão aplicadas nas próximas três semanas em testes conduzidos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Antonio Carlos Moraes, um dos pesquisadores da equipe do Idor, responsável pelos testes no Rio, disse ao G1 que parte da imunização já chegou ao país e está armazenada em temperaturas negativas até que seja iniciado o estudo. O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido que vai começar a testar a eficácia da imunização contra o Sars-CoV-2.
“A vacina está congelada, ela já está chegando para a gente operacionalizar. Parte já chegou e fica em congelamento de onde a gente vai tirando, progressivamente, com a necessidade da demanda”, disse o pesquisador do grupo que testará a vacina ChAdOx1 no Rio de Janeiro.
No Rio de Janeiro, os testes em mil voluntários serão feitos pela Rede D’Or São Luiz, com custo de cerca de R$ 5 milhões bancados pela Rede e sob coordenação do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (Idor).
Em São Paulo, os testes em outros mil voluntários serão conduzidos pelo Centro de Referência para Imunológicos Especiais (Crie) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com financiamento da Fundação Lemann.
Três semanas de vacinação
Ele explicou que seu grupo se prepara para, a partir da semana que vem, em um esforço que deve ir até a última semana de junho, começar a triagem de voluntários para a pesquisa. Segundo ele, os escolhidos serão submetidos a testes para confirmar que não foram infectados pela Covid-19 para poder seguir com o experimento.
“Primeiro precisamos seguir as regras de segurança”, disse o especialista que espera receber muitos voluntários interessados em participar da pesquisa. Neste momento, são os profissionais da saúde –que estão em maior contato com pacientes infectados – que têm a prioridade para os testes.
A regra é a mesma para os dois centros de testagem, tanto no Rio como em São Paulo, poderão se inscrever como voluntários profissionais da saúde que atuam na linha de frente de combate à Covid-19, além de adultos entre 18 e 55 anos que também trabalhem em ambientes de alto risco para exposição ao vírus.
A Unifesp especificou por meio de um comunicado, que motoristas de ambulâncias, seguranças que trabalhem em hospitais e agentes de limpeza de hospitais também poderão se inscrever. Entretanto, a entidade esclareceu que ainda não foi iniciado o processo de recrutamento.
“A previsão é de que os procedimentos no Brasil comecem ainda em junho”, garantiu em nota.
Um ano de acompanhamento
O pesquisador explicou que após as primeiras três semanas, os voluntários serão acompanhados por sua equipe durante um ano. Neste período irão por cinco vezes ao centro de investigação onde passarão por consultas, terão o sangue coletado e serão examinados para possíveis efeitos colaterais.
“Depois de um ano vamos avaliar os resultados a partir de dois parâmetros: primeiro a eficácia, a partir da porcentagem de infectados e segundo a segurança, porque não se justifica usar uma vacina que apresente mais riscos do que a própria doença.” – Antonio Carlos Moraes, pesquisador do Idor
O chefe do serviço de clínica médica do Hospital Copa D’Or também explicou que o procedimento é seguro, já que a vacina usa apenas parte da proteína que reveste o material genético do vírus, e não o vírus em si, e por isso não há o risco da duplicação do Sars-Cov-2 no paciente.
Vacina e placebo
Para ser um estudo válido, Moraes explicou que há uma série de protocolos e regras que devem ser seguidos por todos os centros de investigação. Entre eles está o uso de placebo em parte dos voluntários, o que significa que nem todos receberão, num primeiro momento, essa dose da vacina contra a Covid-19.
“Dos mil participantes, 500 recebem a vacina ChAdOx1 e 500 recebem a vacina para meningite”, disse o pesquisador. “Isso porque esse é um estudo extremamente importante precisa de um alto índice ético. No final do estudo, os 500 que receberam a vacina para meningite receberão a vacina da Covid-19 caso ela tenha sido eficaz, como a gente acredita que será.”
No Rio de Janeiro, voluntários que façam parte do público-alvo da pesquisa devem procurar o Idor e perguntar sobre como participar do experimento. Em São Paulo, a seleção está a cargo do Crie, da Unifesp.
Aprovado pela Anvisa
Para ser conduzido no Brasil, o procedimento foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o apoio do Ministério da Saúde. Os voluntários serão pessoas na linha de frente do combate ao coronavírus, com uma chance maior de exposição ao Sars-CoV-2. Eles também não podem ter sido infectados em outra ocasião. Os resultados serão importantes para conhecer a segurança da vacina.
Testes já começaram no Reino Unido
Com a previsão otimista de ficar pronta ainda em 2020, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford ofereceu proteção em um estudo pequeno com seis macacos, resultado que levou ao início de testes em humanos no final de abril.
Em humanos, os testes têm apenas 50% de chance de sucesso. Adrian Hill, diretor do Jenner Institute de Oxford, que se associou à farmacêutica AstraZeneca para desenvolver a vacina, disse que os resultados da fase atual, envolvendo milhares de voluntários, podem não garantir que a imunização seja eficaz e pede cautela.
A vacina já está sendo aplicada em 10 mil voluntários no Reino Unido. A dificuldade para provar a possível eficácia está no fato de os cientistas dependerem da continuidade da circulação do vírus entre a população para que os voluntários sejam expostos ao coronavírus Sars-Cov-2.
A busca pela vacina
Para chegar a uma vacina efetiva, os pesquisadores precisam percorrer diversas etapas para testar segurança e resposta imune. Primeiro há uma fase exploratória, com pesquisa e identificação de moléculas promissoras (antígenos). O segundo momento é de fase pré-clínica, em que ocorre a validação da vacina em organismos vivos, usando animais (ratos, por exemplo). Só então é chegada à fase clínica, em humanos, em três fases de testes:
Fase 1: avaliação preliminar com poucos voluntários adultos monitorados de perto;
Fase 2: testes em centenas de participantes que indicam informações sobre doses e horários que serão usados na fase 3. Pacientes são escolhidos de forma randomizada (aleatória) e são bem controlados;
Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da eficácia/segurança e prever eventos adversos; só então há um registro sanitário.
Depois disso, as agências reguladoras precisam aprovar o produto, liberar a produção e distribuição. Das dez vacinas em testes em fase clínica, algumas aparecem em estágio mais avançado, como a desenvolvida por Oxford, em fase 3.
A vacina do Reino Unido é produzida a partir de um vírus (ChAdOx1), que é uma versão enfraquecida de um adenovírus que causa resfriado em chimpanzés. A esse imunizante foi adicionado material genético usado para produzir a proteína Spike do SARS-Cov-2 (que ele usa para invadir as células), induzindo a criação de anticorpos.
A empresa AstraZeneca fechou com EUA e Reino Unido para cuidar da produção em escala mundial. O CEO da farmacêutica disse à rede britânica BBC, no domingo (31), que a população pode ter acesso a 100 milhões de doses da vacina já em setembro.
Pesquisadores do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) começaram a testar em camundongos formulações de uma potencial vacina contra a covid-19.
O objetivo dos ensaios pré-clínicos é identificar um imunizante, em uma determinada formulação e concentração, capaz de induzir uma resposta rápida e duradoura do sistema imunológico dos animais. Tal feito possibilitará avançar para as próximas etapas da pesquisa, que é apoiada pela Fapesp.
“Já conseguimos desenvolver três formulações de vacinas que estão sendo testadas em animais. Em paralelo, estamos formulando diversas outras para identificar a melhor candidata”, diz à Agência Fapesp Gustavo Cabral, pesquisador responsável pelo projeto. A estratégia utilizada para desenvolver a vacina é baseada no uso de partículas semelhantes a vírus (VLPs, na sigla em inglês de virus like particles).
Essas partículas possuem características semelhantes às de peptídeos e proteínas de vírus, como a de superfície do SARS-CoV-2 – chamada spike -, usada pelo novo coronavírus para se conectar a um receptor nas células humanas – a proteína ACE2 – e infectá-las. Por isso, são facilmente reconhecidas pelas células do sistema imune. Porém, não têm material genético do patógeno, o que as torna seguras para o desenvolvimento de vacinas.
A fim de permitir que sejam reconhecidas pelo sistema imunológico e gerem uma resposta contra o coronavírus, as VLPs são inoculadas juntamente com antígenos – substâncias que estimulam o sistema imune a produzir anticorpos. Dessa forma, é possível unir as características de adjuvante das VLPs com a especificidade do antígeno. Além disso, as VLPs, por serem componentes biológicos naturais e seguros, são facilmente degradadas, explica Cabral.
“Com essa estratégia é possível direcionar o sistema imunológico para reconhecer as VLPs conjugadas a antígenos como uma ameaça e desencadear a resposta imune de forma eficaz e segura”, afirma o pesquisador.
Acompanhamento de longo prazo
As três primeiras formulações de vacinas testadas em camundongos são compostas por peptídeos semelhantes aos que compõem a proteína spike do SARS-CoV-2 e que induzem especificamente células B – linfócitos que estimulam a produção de anticorpos capazes de neutralizar a entrada do vírus nas células.
Além desses peptídeos, também estão sendo formuladas vacinas com peptídeos que induzem especificamente células de defesa do tipo T – linfócitos que induzem a autodestruição (apoptose) de células invadidas pelo vírus, com o objetivo de interromper a replicação do microrganismo.
Os pesquisadores também pretendem elaborar outras formulações com proteínas inteiras semelhantes à spike do novo coronavírus que, ao contrário dos peptídeos, que induzem especificamente células B ou T, estimulam vários tipos de células de defesa.
“Tivemos de importar essas proteínas e nossa expectativa é que cheguem esta semana. Mas a ideia é sintetizá-las e produzi-las no nosso laboratório, assim como já fazemos com os peptídeos”, conta Cabral.
Nos ensaios iniciais, as vacinas são injetadas nos camundongos em diferentes concentrações. A cada semana serão colhidas amostras do plasma sanguíneo dos animais para avaliar a produção de anticorpos induzidos pela vacina.
Ao acompanhar a evolução da resposta imunológica ao longo de meses, será possível identificar qual formulação de vacina, e em que concentração, é capaz de induzir a imunidade do animal ao longo do tempo e neutralizar o vírus.
“Esse acompanhamento contínuo também permitirá sabermos quantas doses da vacina serão necessárias para conferir imunidade”, explica Cabral.
A formulação de vacina que apresentar o melhor desempenho em termos de indução de resposta imunológica será injetada em camundongos transgênicos, que carregam o receptor ACE2 das células humanas, com o qual a proteína spike do SARS-CoV-2 se liga. O objetivo é avaliar por quanto tempo a vacina confere imunidade e se é segura para a realização de testes em humanos.
A expectativa dos pesquisadores é que os testes pré-clínicos sejam concluídos no final deste ano. “Estamos sendo muito cuidadosos com a realização dos testes e tentando responder ao máximo de questões possíveis para conseguirmos avançar com o rigor necessário no desenvolvimento de uma vacina realmente eficaz contra a COVID-19”, afirma Cabral.
“Além da vacina, também estamos produzindo conhecimento e uma plataforma tecnológica que poderá ser útil para o desenvolvimento de vacinas para outras doenças, como a causada pelos vírus zika e chikungunya”, ressalta o pesquisador.
O Governo do Rio Grande do Norte edita ainda nesta quarta-feira, 03, um novo decreto com as normas para o enfrentamento à pandemia do coronavírus. O decreto deve reeditar as regras em vigor e acrescentar medidas de fiscalização para o cumprimento efetivo das normas protetivas exigidas para empresas e pessoas.
A fiscalização é resultado do acordo firmado entre a gestão estadual e as prefeituras para ampliar o isolamento social, reduzindo assim o contágio e as mortes. O secretário de Estado de Gestão de Projetos, Fernando Mineiro, disse, nesta quarta-feira, 03, em entrevista coletiva, que a governadora Fátima Bezerra e as autoridades do Governo trataram diretamente com os prefeitos sobre a adoção das medidas. “Vamos adotar ações fundamentais para que seja respeitado o isolamento e cumpridas as regras dos decretos, que são recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde. Quem tem a decisão nos territórios municipais são os prefeitos, por isso estamos unindo esforços”, informou Mineiro.
Ele ressaltou que o enfrentamento à Covid-19 não deve ser transformado em uma disputa menor. “O momento é de construir um pacto pela vida em todo o RN. O sistema de saúde está muito próximo do colapso e para evitar que isso ocorra é fundamental que tomemos essas medidas, só assim vamos mudar o cenário da pandemia no RN”.
O secretário adjunto de saúde, Petrônio Spinelli, registrou a gravidade do momento e a necessidade de uma grande união com todos assumindo sua parcela de responsabilidade. “A pandemia cresce de forma grave no RN e no Brasil e não adianta só abrir leitos. É preciso reduzir o contágio e as internações”.
A operação de fiscalização começa nesta quinta-feira, dia 04, em Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo, e na sexta-feira, 05, em Extremoz. O secretário de segurança pública e defesa social, Francisco Araújo, explicou que a Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar vão atuar em conjunto com órgãos municipais como a vigilância sanitária e Guarda Municipal. “A operação visa preservar a vida, de quem está na rua sem necessidade e de quem está em casa. Vamos orientar e em caso de desobediência os infratores serão detidos e conduzidos à delegacia de polícia.
Na orla marítima a fiscalização vai verificar ocorrência de aglomerações, permanência em barracas e práticas esportivas coletivas.
Nesta quarta-feira, 03, 594 pessoas estão internadas, 293 em leitos críticos, ou seja, ocupando leitos de UTI e semi-UTI. A taxa de isolamento é de apenas 41%.
Na região Oeste, 100% dos 53 leitos críticos disponíveis para Covid estão ocupados. Em Natal e municípios da Grande Natal, dos 143 leitos, 97,5% estão ocupados. Em Pau dos Ferros a ocupação é de 100% dos cinco leitos disponíveis. No Seridó, dos 22 leitos, 45,5% estão ocupados.
Os casos suspeitos são 19.659, confirmados 9.148, descartados 16.013. Os óbitos confirmados são 367 (sete ocorridos nas últimas 24 horas), os óbitos em investigação são 69.
A fila de regulação para internação em leitos covid há um paciente com prioridade 1, 27 com prioridade 2 (UTIs e semi-utis), e 86 com prioridade 3 (enfermarias).
DOAÇÕES
Criada para ajudar a combater a pandemia, a Central de Doações do Governo do RN, coordenada pela Controladoria Geral do Estado, recebeu R$ 2 milhões em doações somente na semana de 27/05 a 02/06. Desde 26 de março em operação, a Central contabiliza R$ 4,5 milhões em doações.
Após se cadastrar no programa Todos pela Saúde, do Banco Itaú, o Governo recebeu da instituição bancária R$ 1,3 milhão em material hospitalar. O material foi destinado a cinco hospitais da rede estadual e para o Hospital Municipal de Natal – 3.600 máscaras N95, 109 mil máscaras cirúrgicas, 17 mil pares de luvas, 1.960 óculos de proteção, 81.800 aventais.
O Ministério da Saúde encaminhou material hospitalar no valor de R$ 784 mil – 15.600 protetores faciais, 1.295 aventais, 464 mil máscaras e 23 mil toucas.
O Controlador Geral do Estado, Pedro Lopes, informou ainda que o Programa RN Mais Protegido entregou, nos últimos sete dias, mais 700 mil máscaras em todo o estado, totalizando 2,9 milhões de máscaras beneficiando 1,4 milhão de pessoas.
Através do Programa RN Mais Unido, o Governo recebeu 1,5 toneladas de alimentos coletados junto aos supermercados, e hoje uma doação de 100 cestas básicas dos servidores da Agência de Fomento do RN (AGN).
Também foi feita a entrega de 2 mil litros de álcool, 700 luvas e 300 protetores faciais a hospitais, entidades e barreiras sanitárias realizadas em parceria com os municípios.
Parece que os leitores do blog estão bem desinformados, o que é lamentável…
Por que cobram o hospital de campanha pelo Governo Estadual quando já foi amplamente noticiado que não mais será feito e o Governo, acertadamente, subsidiará os hospitais de campanha nos Municípios e estruturará os já existentes? Parece que é muito fácil ficar dentro da bolha cobrando, cobrando sem, contudo, sequer tomar conhecimento reais dos acontecimentos.
O sistema de saúde em colapso? E desde quando fui eficiente? Fala em focalizar a praia, e o comércio do Alecrim que todos os dias esta com quase todas as lojas abertas e o camelodromo é uma aglomeração só, outro dia quase não consegui transitar com o carro para ir a uma loja de produtos para agro-pecuária que é um serviço essencial. Cadê a fiscalização?
Parabéns, já era para ter acontecido essa reunião. Porém a desculpa de ter mais leitos era a demora dos respiradores, estão aí, espero menos conversa e mais atitude.
Através das redes sociais nessa terça-feira(02), o médico oftalmologista e deputado estadual Albert Dickson (Pros-RN) recomendou aos seus seguidores nas redes sociais que aumentem o consumo de alimentos ricos em zinco. O parlamentar destaca a medida para fortalecer o sistema imunológico contra o novo coronavírus. Ainda diz que a deficiência de zinco tem levado os homens a contraírem mais a Covid-19 do que as mulheres. O médico e deputado diz que os pacientes do sexo masculino têm tido mais Covid-19 porque perdem zinco durante a ejaculação.
“O zinco está presente no espermatozoide. Toda vez que perde espermatozoide (a pessoa que está com a vida sexual normal), o homem perde 1 grama de zinco. Então, o que vai acontecer? Ele vai ter uma deficiência de zinco”, explica.
Albert Dickson disse ainda que o zinco está presente em poucos alimentos, como a castanha-de-caju e a ostra, e sugeriu aos seus seguidores que consumam os produtos como prevenção à Covid-19. “Tem que se abastecer com zinco. O vírus odeia zinco”, afirmou.
Na transmissão disponível AQUI, Albert Dickson defendeu o uso da ivermectina para tratar o novo coronavírus, e disse que tem prescrito o remédio para os seus pacientes que contraíram a Covid-19, destacando que os sintomas têm desaparecido. O médico e deputado também sugeriu que o medicamento seja usado mesmo entre os que não têm sintomas, como prevenção.
Meu Bom dia dr.Albert díkson,é um jesto muito aproveitouso de sua parte em podef ajudar a quem nesse momento de pandemia, so deues e quem vai lhe dar tudo de bom em sua vida de melhor nsese jesto de humildade e franquias da sua parte so deus vai te abençoar hoje e sempre vio dr muito lindo o que o senhor como médico está fazendo o bém sem olhar a quem quero deixar registrado em meus comentários essa sua grande preocupação com as pessoas que tanto precisar de uma cura.gostei de ouvir seu depoimento coisa que nenhum político fez ate aqui em nenhuma emissora de rádio um forte abraço e que deus ambundante mente lhe a bençoar
Caramba, como tem mentiroso comentando rsssssssssssssss
Em Natal, até o dia 02 de junho de 2020, foram notificados 15.044 casos ao total, sendo destes, 6.635 prováveis, 3.431 confirmados e 4.978 descartados, com uma incidência de 388,06 por 100 mil habitantes. Vale ressaltar também que 39,29% dos casos registrados no município foram recuperados, e que a letalidade da doença está em torno de 3,35%, inferior à taxa nacional que é de 6,8%.
O mapa de calor com os casos confirmados da Covid-19 em Natal, no ano de 2020, revela áreas com concentração de casos em todas as regiões do município. Os distritos sanitários Norte e Leste registraram áreas com maior intensidade de casos confirmados. No distrito Leste os bairros com o maior número de casos próximos foram Rocas e Ribeira. Já na região Norte, Potengi foi o bairro que apresentou a maior intensidade de casos.
Em relação ao número de casos confirmados, constatou-se 3.431 casos em Natal, sendo o distrito sanitário Sul com o maior percentual de registros (31,50%), seguido do distrito Leste (26,06%) e do distrito sanitário Oeste (15,54%). Quando analisada a proporção dos óbitos por distrito sanitário, a região Oeste se destaca com 26,96% dos casos.
Sobre a faixa etária dos contaminados, é predominante o grupo de 20 a 39 anos (39,03%) e entre 40 a 59 anos (37,65%). Também é notório que não há grandes disparidades quanto ao número de registros por sexo, sendo 53,36% eram do sexo feminino e 46,64% do sexo masculino. Já sobre os óbitos, percebe-se que o maior número pela Covid-19 está presente na faixa etária de pessoas com mais de 80 anos.
A partir da 18º semana epidemiológica, período que compreende as datas de 26 de abril a 2 de maio, houve grande expansão dos casos da Covid-19, especialmente nas regiões Norte e Oeste, que são áreas historicamente mais vulneráveis e a alta taxa de transmissão nesses bairros reflete diretamente no uso do serviço público de saúde.
LEITOS
Em relação aos leitos destinados À Covid-19 na capital, o novo boletim aponta que a maioria deles estão ocupados. Ressaltando que a UPA Esperança, UPA Cidade Satélite, UPA Pajuçara, UPA Potengi estão atendendo acima de sua capacidade. Outro fato importante é que do Hospital Municipal, que está funcionando com dois ambientes estruturados e com a capacidade de Unidade de Terapia Intensiva, têm um desses ambientes totalmente ocupado e o outro com 20% dos leitos disponíveis. Dos 5,02% dos registros que estão internados, 63,84% estão em unidades de tratamento intensivo e 36,16% estão leitos de enfermaria.
Após a análise de um estudo publicado pela revista médico-científica The Lancet, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), anunciou nesta quarta-feira (3) durante coletiva de imprensa que o grupo responsável pelos testes clínicos com substâncias que podem combater o novo coronavírus retomará os protocolos com a cloroquina e sua variante mais recente, a hidroxicloroquina.
“Como vocês sabem, na última semana o Grupo Executivo dos Testes de Solidariedade [nome dado ao grupo de pesquisa que busca medicamentos eficazes contra o SARS-CoV-2] decidiu suspender o ramo de testes com hidroxicloroquina por preocupação no uso da droga. Essa foi uma decisão de precaução. Com base nos dados disponíveis, os membros recomendaram que não há razões para suspender o protocolo de testes”, afirmou Tedros.
Após uma suspensão de 10 dias (o anúncio foi feito em 25 de maio), os testes com a hidroxicloroquina serão retomados com 3.500 pacientes em 35 países, informou o diretor-geral. Vários especialistas do mundo inteiro já haviam se manifestado contra a metodologia de mineração de dados usada pela Surgisphere – empresa responsável por coletar números para o estudo. “A OMS está comprometida em acelerar o desenvolvimento de terapias eficazes, vacinas e diagnósticos [contra a covid-19] como parte do nosso compromisso em servir o mundo com ciência, resolução de problemas e solidariedade”, complementou.
Remessa
A decisão vem logo em seguida ao anúncio da doação de comprimidos de hidroxicloroquina ao Brasil feita pelos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, também enviou respiradores mecânicos.
Essa OMS é um lixo.eles querem matar a população, Bolsonaro sempre teve razão os bestas que não acreditavam .até o BG tomou ivermectina,olha aí é tem que tomar mesmo,mais se algum esquerdista doente não quiser tomar não tome fiquem doente.
A vacina contra a covid-19 em desenvolvimento na Universidade de Oxford, no Reino Unido, será testada em pacientes no Brasil. O procedimento foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), na terça-feira (2), em edição extra do Diário Oficial da União.
“Os estudos iniciais não clínicos em animais e os estudos clínicos de fase 1 em humanos para avaliar a segurança da vacina foram realizados na Inglaterra e os resultados demonstraram que o seu perfil de segurança foi aceitável”, diz o órgão em nota oficial.
Dentre os mais de 70 imunizantes em desenvolvimento atualmente em todo o mundo, este é considerado o mais avançado e também dos mais promissores. E à frente da testagem na Escola de Medicina Tropical de Liverpool está uma brasileira, a imunologista Daniela Ferreira, de 37 anos, especialista em infecções respiratórias e desenvolvimento de vacinas.
A aposta neste imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala. “Passamos da fase um para a fase três em apenas dois meses”, diz a brasileira. O objetivo é ter já o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que o produto for aprovado, evitando um possível novo atraso na proteção da população mundial.
A Secretaria de Estado e Saúde Pública-Sesap atualizou os números do coronavírus no Rio Grande do Norte, no fim da manhã desta quarta-feira(03). Quanto a situação dos leitos, registra-se neste momento a seguinte ocupação:
Alto Oeste – Pau dos Ferros: 100%
Oeste – Mossoró: 100%
Região metropolitana de Natal: 97,5%
Seridó: 45,5%
Sobre a situação de internados, o Estado registra 594 pessoas internadas, distribuídas nas redes pública e privada. 293 estão em leitos críticos e 291 em clínicos.
Enquanto isso, a Hapvida e a Unimed salvando centenas, senão milhares de vidas no RN usando o protocolo da Ivermectina + Azitromicina nos primeiros sintomas. E nada do governo do RN adotar este protocolo, só mandando fazer distanciamento social e medidas sanitárias.
Esse Maia é um oportunista, está querendo parecer um patriota, quero ver quando acabar o seu mandato e não for eleito ,, responder sobre os seus processos mana justiça.
Se sabe que o SATANÁS esta cometendo MERDAS…Porque nao mete um. IMPECHEMENT …faca media não Rodrigo Maia…COLOCA ESSE PANDEMÔNIO NUMA JAULA E INTERNA….
Usar a camisa brasileira na Europa é motivo de vergonha graças a esse presidente.
Fonte: vozes da minha cabeça!
A situação do Brasil é a mais vergonhosa do mundo! São tantas crises inventadas pelo presidente que é insuportável.
Era lindo e maravilhoso usar a camisa do Brasil quando os ladrões estavam no poder se banqueteando na Europa, tipo Dilmanta,Sérgio Cabral,LIS Inácio comandante em chefe da quadrilha, vai procurar chifre na cabeça de cavalo, que fará melhor proveito.
Acho que esse presidente é sócio da morte. Nunca em minha vida vir uma pessoa ter tando desprezo pelo ser humano quanto ele.
Perverso meu caro botafogo, é ser desonestos, é da fim o dinheiro dos respiradores.
O MS comete um erro de publicacao, corrige imediatamente, e por isso ta brincando com a morte? Esse politicos estao politizando e falando bulufas pra chamar atencao… se querem fazer campanha eleitoral antecipada com besteirol, comecem reduzindo suas regalias e o tamanho do estado incompetente. Deviam começar a dar exemplo no proprio Estado… chega de politicos cientistas. Façam ciencia de verdade que justifique seu custo.