FOTO: Polícia Civil prende em pousada na Zona Sul de Natal vereador de Sobral por estelionato no Ceará

Foto: Divulgação/Polícia Civil

Errata da Polícia Civil: “corrigimos o cargo “ex-vereador”. Romário Araújo ainda é vereador do município de Sobral (CE), mas, por decisão judicial, está afastado das atividades parlamentares”.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Capturas e Polinter (DECAP) prenderam, nesta sexta-feira (9), o vereador do município de Sobral (CE), Romário Araújo de Sousa, 30 anos. A prisão, que aconteceu em uma pousada no bairro de Capim Macio, Zona Sul de Natal, se deu em cumprimento a um mandado de prisão preventiva, expedido pelo Tribunal Justiça do Estado do Ceará, referente à prática do crime de estelionato.

De acordo com as investigações realizadas pela Delegacia de Polícia Civil de Sobral, no Ceará, Romário Araújo vendia falsas licenças de táxis e supostas vagas de emprego, pelas quais os interessados pagavam determinadas taxas e, posteriormente, eram enganados.

Romário foi indiciado pela prática do crime de estelionato. A juíza havia determinado o afastamento dele das atividades parlamentares, além de várias medidas cautelares, como a proibição de frequentar determinados locais, a assinatura no fórum e o pagamento de uma fiança de 100 salários mínimos. Com o não cumprimento, as medidas cautelares foram convertidas em prisão preventiva e Romário estava foragido da Justiça do Ceará.

Ele foi conduzido até a delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça. A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Polícia Civil alerta população sobre nova modalidade de estelionato praticada em Natal e região que clona Whatsapp

A Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD) esclarece a população sobre a prática de crime de estelionato cometido em nova modalidade na capital potiguar. De acordo com as denúncias, a vítima recebe mensagem via aplicativo WhatsApp, vinda de um determinado número de telefone que supostamente pertenceria à empresa OLX, informando que é necessário repassar um código enviado via SMS para validar o anúncio.

Após o recebimento da mensagem de texto com um código de seis dígitos e, acreditando ser referente ao anúncio que teria sido efetivamente realizado no site da empresa OLX, a vítima repassa o código como solicitado. Esta manobra permite que o aplicativo de mensagens da vítima seja desabilitado e habilitado no aparelho celular do estelionatário, sendo que a vítima não consegue perceber o golpe, uma vez que sua linha de telefônica permanece funcionando regularmente.

A partir disso, utilizando o aplicativo de mensagens da vítima, o golpista se passa pela vítima e inicia o envio de mensagens para os contatos mais próximos, contando histórias fantasiosas, em que pede um empréstimo em dinheiro a ser depositado em uma conta indicada pelo estelionatário.

O que fazer?

A dica é, no aplicativo “WhatsApp”, acessar a opção “configurações” ou “ajuste”, em seguida “conta”, “verificação em duas etapas”, e, após isso, inserir uma senha de segurança escolhida por você. A ação impede o “sequestro” do aplicativo de mensagens, pois o estelionatário precisa ter conhecimento dessa senha, cadastrada durante a verificação em duas etapas.

Em ambos os casos, jamais passe o código e mantenha contato com a pessoa por meio do número que consta na sua agenda. Além disso, é fundamental confirmar a veracidade do pedido.

Caso ocorra a fraude, a vítima não precisa cancelar sua linha telefônica, é necessário apenas que entre em contato com o aplicativo Whatsapp através do email: [email protected], para que sua conta seja bloqueada e depois restaurada. Após tais medidas, procure a delegacia mais próxima para realização do competente registro de ocorrência para apuração dos fatos.

MPRN recomenda que vereador condenado por estelionato seja afastado

Foto: Ilustrativa

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou ao presidente da Câmara de Municipal de Santana do Matos, Josenilson Antônio da Cunha, que promova extinção do mandato eletivo do vereador Magnos José da Costa. Na recomendação, o MPRN pede que seja cessado imediatamente o exercício do mandato.

O vereador Magnos José da Costa foi empossado recentemente em razão do afastamento por decisão judicial de um outro vereador. Magnos José da Costa é condenado criminalmente, com sentença transitada em julgado, por estelionato. Por esse motivo, ele teve os direitos políticos suspensos.

Essa suspensão está prevista no artigo 15 da Constituição Federal, que prevê que “é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos”.

O MPRN deu prazo de 10 dias para o presidente da Câmara de Vereadores responder que medidas irá adotar, acompanhada da respectiva comprovação.

Ainda na recomendação, o MPRN adverte que o descumprimento ensejará a adoção das medidas cabíveis, inclusive pela via judicial.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos disse:

    Não acredito que o presidente da Câmara siga a recomendação. O presidente e o vereador condenado por estelionato são aliados políticos. O MP vai ficar a ver navios.

FOTO: Polícia Civil do RN pede ajuda da população para identificar suspeito por estelionato em Natal

Foto: Divulgação/Polícia Civil

A 3ª Delegacia de Polícia Civil de Natal divulgou, nesta terça-feira (2), imagens de um homem que é investigado por ter aplicado, no dia 30 de março de 2019, um golpe em um cliente de um banco, localizado no bairro do Alecrim. Além disso, ele já vem sendo investigado, desde o início de fevereiro, por ter clonado um cartão de crédito de uma vítima e ter causado o prejuízo de R$ 11.019,95 em compras feitas em um shopping de Natal.

Caso

“Nós descobrimos que a dona do cartão foi induzida a cortar o cartão em quatro pedaços e entregar os pedaços para um portador, que é este homem que está sendo procurado por nós, depois de ter recebido uma ligação de uma suposta funcionária do banco, alegando que o seu cartão havia sido clonado. De posse dos pedaços magnéticos, o suspeito conseguiu clonar o cartão e efetuar compras no shopping, usando um CPF registrado no nome do ex-jogador de futebol Deivid de Souza, que já atuou em times como Flamengo e Santos”, detalhou o delegado Júlio Rocha, titular da 3ª DP de Natal.

A Polícia Civil pede ajuda da população para enviar informações anônimas e com garantia de sigilo para o Disque-Denúncia 181.

FOTO E VÍDEO: Polícia Civil em Natal pede ajuda da população para identificar e localizar suspeito por estelionato; fez compras usando CPF de ex-jogador de futebol

Homem clonou cartão de uma mulher e fez compras usando CPF de um ex-jogador de futebol

A 3ª. Delegacia de Polícia Civil de Natal divulgou, nesta sexta-feira (08), imagens de um homem que é investigado por ter clonado um cartão de crédito de uma vítima e ter causado o prejuízo de R$ 11.019,95 em compras feitas em um shopping de Natal.

“ Nós descobrimos que a dona do cartão foi induzida a cortar o cartão em quatro pedaços e entregar os pedaços para um portador, que é este homem que está sendo procurado por nós, depois de ter recebido uma ligação de uma suposta funcionária do banco, alegando que o seu cartão havia sido clonado. De posse dos pedaços magnéticos, o suspeito conseguiu clonar o cartão e efetuar compras no shopping, usando um CPF registrado no nome do ex-jogador de futebol Deivid de Souza, que já atuou em times como Flamengo e Santos”, detalhou o delegado Júlio Rocha, titular da 3ª. DP de Natal.

A Polícia Civil pede ajuda da população para enviar informações anônimas e com garantia de sigilo para o Disque-Denúncia 181.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. francisco nunes disse:

    OUTRO, BASTANTE CONHECIDO, CLONOU A VONTADE DA MAIORIA E PASSOU 04 ANOS GASTANDO PRA GENTE PAGAR.

Estelionato: estagiário que se passava por advogado é condenado pelo TJRN a mais de 13 anos de reclusão

O juiz Diego Costa Pinto Dantas, da Comarca de Extremoz, condenou um estudante e estagiário de Direito, José Sinfrônio de Oliveira Mariz Filho, pela prática dos delitos de Estelionato e Falsidade Ideológica por atuar como advogado sem a devida inscrição nos quadros da OAB/RN como advogado. Ele foi condenado a uma pena de 13 anos e 02 meses de reclusão e 134 dias-multa. Dentre os vários clientes lesados está a Câmara Municipal de Extremoz.

Na sentença, o magistrado unificou as penas previstas nos artigos 171, c/c art. 299, do Código Penal, após o reconhecimento de que os crimes foram continuados e do concurso material. Inicialmente, José Sinfrônio foi denunciado pela prática das condutas previstas nos artigos 171 (24 vezes), c/c art. 299 (16 vezes), c/c art. 307 (15 vezes), na forma do art. 69, do Código Penal. Porém, quanto ao crime previsto no art. 307, o Ministério Público pediu pelo seu afastamento diante da prescrição da pretensão punitiva.

O Ministério Público denunciou que, com base no Procedimento Investigatório Criminal, o acusado, ao menos desde o ano de 2005, atribuiu-se a falsa identidade de advogado profissional devidamente inscrito nos quadros da OAB/RN, com o fim de obter para si vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo todos os seus clientes, incluída a Câmara Municipal de Extremoz, mediante o artifício ardil de apresentar a sua inscrição de estagiário na Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil como se de advogado aprovado no exame de ordem fosse (art. 8º, IV, da lei 8906/94).

De acordo com a denúncia, na sua “atuação profissional” o acusado inseriu a declaração falsa em documentos públicos ou particulares, quais sejam, todas as peças por ele produzidas e apresentadas ao poder judiciário, ao poder legislativo do município de Extremoz ao Ministério Público do Rio Grande do Norte e aos seus clientes pessoas físicas, com o fim de prejudicar o direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre o fato juridicamente relevante.

O MP narrou que o acusado foi contratado pela Câmara Municipal de Extremoz mediante sucessivos contratos de prestação de serviços na assessoria jurídica, tanto a área judicial como na extrajudicial, bem como no âmbito administrativo, como consultor das demais atividades burocráticas nos anos de 2006, 2007 e 2009 (esse último cancelado no mês de agosto, em concordância a impossibilidade de firmar contrato de prestação de serviço perante um particular, devendo o serviço ser prestado por meio de cargo comissionado).

Fraude

A denúncia destaca ainda os contratos de prestação de serviços, celebrados em 02 de janeiro de 2006 com a Câmara de Vereadores de Extremoz, em que o acusado, mediante meio fraudulento passava-se por advogado, conseguiu receber vantagem ilícita, em prejuízo da câmara, conforme as ordens de pagamento anexadas ao processo criminal.

A realização dos pagamentos pela Câmara Municipal continuaram no ano de 2007, conforme documentos anexados aos autos que relatam os números dos empenhos e os pagamentos realizados neste ano ao denunciado. Porem, o contrato foi extinto, segundo relato do ex-presidente da câmara, Jailton José Xavier, uma vez que o denunciado foi trabalhar no Estado de Pernambuco.

Entretanto, o denunciado voltou a firmar novo contrato de prestação de serviços em 02 de janeiro de 2009 com a Câmara Municipal de Extremoz, novamente utilizando-se de meio fraudulento, conseguindo receber vantagem ilícita, em prejuízo da Câmara, conforme as ordens de pagamento expostas no processo.

O MP afirmou que o meio fraudulento para auferir vantagem ilícita, em prejuízo alheio, não ocorreu apenas com a Câmara Municipal de Extremoz, mas também com um cliente, pessoa física, que pagou a quantia de R$ 1.900,00 ao falso advogado para defender seus interesses em um processo. No ano de 2006, ele teria praticado os mesmos fatos em vários processos no foro Miguel Seabra Fagundes, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, na comarca de Parnamirim, na de São José de Mipibu, em Alexandria, em Santo Antônio e na Comarca de Extremoz.

A OAB informou que o acusado não é inscrito nos quadros da entidade como advogado, senão como mero estagiário, inscrito em 15 de outubro de 2003, inscrição em processo de cancelamento em razão do tempo de inscrição já ter inspirado. Por fim, informou o MP que o denunciado se inscreveu no exame de ordem do ano de 2009.1 como candidato, informação essa disponível no sistema virtual da Ordem dos Advogados, não constando a informação de aprovado, sendo, portando, inviável a alegação de desconhecimento de tal situação.

Processo nº 0002029-44.2010.8.20.0162
TJRN

 

Estelionato: mantida prisão de suposta advogada no RN acusada de lesar clientes

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do RN manteve a prisão de Ana Claudia de Oliveira Dantas, que, segundo a denúncia do Ministério Público, praticou atos de estelionato, passando-se por advogada das vítimas por ela lesadas. A decisão foi da relatoria do desembargador Saraiva Sobrinho, ao julgar pedido de Habeas Corpus, o qual foi negado e manteve o que foi decidido em primeira instância, pela Vara Única de Nísia Floresta, na Ação Penal nº 0100050-62.2017.8.20.0145.

Segundo a denúncia do MP, a acusada teria se envolvido em várias circunstâncias tidas, em princípio, como estelionato, cobrando altos valores para resolver determinadas situações, como se fosse advogada, o que lesou oito vítimas, como, por exemplo, na suposta regularização de terrenos, sem prestar o serviço, o que, segundo o relator, caracteriza-se como “estelionato na modalidade simples”.

A defesa da acusada chegou a criticar a denúncia, durante sustentação oral na Câmara Criminal, sob o argumento de que o MP só expôs o fato dois anos após o suposto ocorrido. No entanto, na peça acusatória, o Ministério Público requereu a prisão preventiva da ré, ante o fato dela “ser contumaz na prática de delitos de estelionato”, e diante da “real possibilidade” de, permanecendo em liberdade, a acusada vir a praticar novos delitos, tendo por vítimas pessoas humildes.

A decisão também destacou que a prisão preventiva, exige a prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria. Elementos presentes e mantidos pelo julgamento no órgão da Corte potiguar.

(Habeas Corpus com Liminar nº 2017.001138-0)
TJRN

 

FOTOS: Polícia Civil prende casal acusado de estelionato

IMG-20150521-WA0009 IMG-20150521-WA0011IMG-20150521-WA0010A equipe de policiais civis da 5ª DP, sob o comando do delegado Fábio Rogério, prendeu nesta quarta-feira (20) o casal Franklin Pereira da Silva e Erika Veruska Arcanjo da Silva. A dupla é acusada de utilizar pontos do programa de fidelidade Dotz oriundos de cartões de créditos de terceiros.

De acordo com as investigações, uma pessoa ainda não identificada enviava para o casal através de mensagem um código que dava acesso aos Dotz. De posse desse código o casal se dirigia a farmácias da cidade e utilizava os pontos para a compra de fraldas, que posteriormente eram revendidas pela internet, em páginas de uma rede social.

No momento da compra, o casal ainda utilizava documentos falsificados. A Polícia acredita que os pontos utilizados são originários de cartões clonados e as investigações seguem a fim de localizar a pessoa que fornecia os dados para a dupla.

A prisão aconteceu no momento em que a dupla tentava revender as fraldas nas imediações do Ceasa. Franklin e Erika foram autuados em flagrante pelos crimes de estelionato e falsidade ideológica. Os dois já possuem passagem pela polícia por outras fraudes.

Cearense acusado de estelionato é preso com documentos falsos em Natal

O cearense Francisco Carlos Santos de Castro, 37 anos, foi preso nesta terça-feira (5) em Natal acusado de estelionato. Atualmente, ele se passava por engenheiro da Petrobras, e evangelista de igreja evangélica. Ele usava a identidade falsa para garantir poder de compra. Ele morava em Cidade Nova, bairro da Zona Oeste da capital e a família constituída em Natal, não sabia de seu nome falso, segundo informações da Polícia Civil.

A prisão ocorreu após tentativa de lixamento no Alecrim, na Rua dos Caicós. O soldado da polícia militar Glaybson Diniz, a paisana, passava pelo local, quando interferiu no conflito. Segundo o policial, comerciantes da área identificaram o suspeito por possíveis golpes comerciais. O PM pediu apoio da 3° Delegacia de Polícia Civil, no bairro do Alecrim, que enviou apoio e efetuou a prisão.

Com o suspeito foi encontrado certidão de nascimento no nome de Francisco Ribeiro Carvalho, e nascimento no ano de 1981 – teria 33 anos de idade. Ele também possuía quatro diferentes cartões de crédito neste nome, um cartão de registro empregatício da empresa Petrobras, e dois pendrives (com fotos).

Segundo informações do 3° Distrito, Francisco Santos foi preso há dois anos na mesma delegacia pela acusação de se passar por engenheiro da Petrobras. Ele também sofre processo por furtar um distintivo de uma delegada da Polícia Civil da Paraíba.

Atualmente, ele tem mandando de prisão em aberto por furto, da 1° Vara Criminal da Zona Sul, comarca de Natal. Ele pode ser enquadrado ainda, por falsidade ideológica e uso de documentos falsos, com perspectiva de prisão de 1 a 5 anos.

Em entrevista, Francisco Santos confirma as suspeitas. Segundo ele, usava o nome falso “porque estava com o nome sujo”, e a falsa profissão era “para ganhar benefícios”. Ele está detido na 3° Delegacia de Policia Civil de Natal, e deve ser encaminhado para o sistema prisional, onde esperará pelo julgamento.

Fonte: Tribuna do Norte

148405

Foto: Daísa Alves

Empresário é suspeito de golpe de R$ 3 milhões com a Copa

São Paulo – A Polícia Civil do Paraná pediu nesta terça-feira, 10, a prisão preventiva de um empresário do Rio suspeito de aplicar um golpe de mais de R$ 3 milhões com ingressos para jogos da Copa do Mundo que não foram entregues a agências de turismo e consumidores em pelo menos quatro Estados.

Fábio Luis Lemos Cajuhy, proprietário da DMX Tours, foi denunciado por donos de agências em Cascavel, no interior do Paraná, e em Mato Grosso do Sul.

Ele não havia sido localizado pela polícia nem pelos compradores dos ingressos até a noite de ontem. Às vésperas do jogo de abertura, ninguém tem notícia dos bilhetes.

Segundo o delegado adjunto da 15.ª subdivisão, Pedro Fernandes de Oliveira, Cajuhy havia também prometido fazer os transfers dos turistas entre hotel, estádio e aeroporto nos dias de jogos.

Mas, conforme a data do início do Mundial se aproximava, o empresário passou a adiar a data de entrega dos ingressos.

A Justiça do Paraná concedeu uma liminar na semana passada para bloquear as contas de Cajuhy e de sua empresa, a pedido de uma agência de Cascavel, a Edo Tur, que vendeu R$ 607 mil em pacotes para clientes de diversas cidades.

“Eles foram protelando a entrega. Primeiramente, para janeiro, depois para março, abril, maio, até chegar junho”, diz a empresária Suely Frare, de 52 anos.

Quando percebeu que poderia não receber as entradas para os jogos, a maioria para a abertura e para a final da Copa do Mundo, Suely procurou outras agências para saber se era a única nesta situação.

Como o empresário já havia honrado compromissos em outros campeonatos, ninguém acreditava na possibilidade de calote. Os donos da Edo Tur agora estão vendendo carros e imóveis para levantar dinheiro e ressarcir os clientes.

O casal foi ao Rio na sexta-feira, procurar a sede da empresa, em Copacabana, na zona sul da cidade. Cajuhy, porém, não foi achado.

Por telefone, uma empresária de Mato Grosso do Sul, que também teria sido vítima do calote, sugeriu um encontro com Cajuhy em um hotel no Rio, para lhe entregar R$ 40 mil, mas ele não apareceu.

Estelionato

A polícia apurou que a DMX Tours não é credenciada pela Fifa para vender ingressos para os jogos do Mundial. Ainda segundo a investigação, o empresário pode ter enganado clientes também no Nordeste, e não há ainda a dimensão do tamanho do calote.

Além de Paraná e de Mato Grosso do Sul, são investigadas fraudes em São Paulo e no Rio. Cajuhy foi indiciado por estelionato e crime contra a economia popular. A reportagem tentou contato com ele, sem sucesso.

Fonte: Estadão Conteudo

Radialista no RN é vítima de estelionato e tem empréstimo de R$ 6 mil feito em seu nome

O conhecido radialista caicoense Marcos Antonio teve uma surpresa desagradável esta semana quando descobriu que bandidos abriram uma conta no seu nome e através de seus dados do INSS e conseguiram fazer um empréstimo no valor de 6  mil reais, divididos em 60 prestações.

O radialista Marcos Antonio disse que se aposentou recentemente e que através deste benefício estelionatários conseguiram fazer o empréstimo consignado.

Segundo a vítima, o mais grave é que os bandidos conseguiram abrir uma conta no seu nome e com esta conta fizeram o empréstimo. Ele, inclusive, procurou o INSS, que já fez um procedimento de bloqueio das 59 parcelas restante. O que resta agora é o registro na Polícia Civil e a Justiça para tentar reverter a situação.

Com informações de Eduardo Dantas

Compra de lote da reforma agrária resulta em condenação por estelionato no RN

Uma denúncia do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) resultou na condenação do auditor fiscal aposentado Geraldo Magela Barbosa Bezerra por estelionato. Ele comprou ilegalmente um lote da reforma agrária no assentamento Nova Esperança, localizado na zona rural de Mossoró.

O lote foi distribuído, mediante contrato de concessão, a um beneficiário do Programa de Reforma Agrária, em 2007, pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – Incra. Os artigos 18 e 21 da Lei 8.629/93 estabelecem que tais lotes são inegociáveis por dez anos, prazo durante o qual o beneficiário deve cultivar as terras pessoalmente, não cedendo seu uso a terceiros.

Contudo, ele repassou a propriedade ao pai, que por sua vez aceitou a proposta de Geraldo Magela e vendeu o imóvel ao auditor fiscal aposentado por R$ 30 mil, em 2009. A fiscalização do Incra constatou a ilegalidade e o MPF, através da Procuradoria da República no Município de Mossoró, denunciou os envolvidos em outubro de 2012. Todos confessaram a negociação em depoimentos e interrogatórios.

A juíza Federal Emanuela Mendonça Santos Brito fixou para Geraldo Magela uma pena de três anos e quatro meses de reclusão, substituída por prestação de serviços à comunidade, além do pagamento de multa correspondente a 142 salários mínimos vigentes à época da compra do lote, sobre o qual deve incidir correção monetária. O réu já recorreu ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

A sentença aponta: “(…) o acusado Geraldo Magela Barbosa Bezerra, formado em Direito e Administração, dotado de instrução suficiente, sabia que estava comprando uma propriedade de forma ilegal. (…) Merece menção, ainda, que sua conduta proporcionou prejuízo alheio, visto que o fato de o imóvel encontrar-se sendo usado por quem não atende os requisitos do programa de assentamento, caracteriza uma perda considerável, tendo em vista que o imóvel poderia estar sendo utilizado por família realmente necessitada.”

O processo tramita na 10ª Vara da Justiça Federal sob o número 0001616-31.2012.4.05.8401

PR-RN

Operação Outras Faces será destaque na edição do Fantástico desse domingo

A Operação Outras Faces deflagrada nesta sexta-feira (24), será um dos destaques  do Fantástico.

A operação desarticulou uma quadrilha que aplicava golpes no comércio. Segundo a Polícia Civil, foram presos na capital pernambucana Silvio Pereira da Silva e Tiago Soares da Cruz. Este último, ainda de acordo com informações divulgadas, foi preso em 2007 pela Operação Colossus, da Polícia Federal.

Ainda nesta sexta (24) o Juiz Raimundo Carlyle, autorizou o delegado Fábio Rogério a proceder com o levantamento de informações em que se apuram os crimes de estelionato, falsificação de documentos e de cartões de crédito, aquisição de veículos com documentação falsa, formação de quadrilha, dentre outros, imputados aos investigados Tiago Soares Da Cruz, Clovis Alberto Almeida Araújo, Jorge Inoue, Arikson Moises de Souza, Silvio Pereira de Souza, Gleice Kelly de Almeira Araújo, Andrea Paula Padilha da Silva  e Iran Carlos da Silva.

De acordo com a decisão do juiz, os investigados cometeram crimes graves contra instituições financeiras e pessoas de renome na sociedade brasileira que, inclusive, já faleceram. Uma das vitimas dessa quadrilha foi o empresário Marcos Matsunaga, herdeiro da Yoki que foi brutalmente assassinado pela mulher, Eliza Matsunaga.

Segundo o blog Panorama Político, a equipe do Fantástico produziu matéria sobre clonagem de cartão de pessoas mortas. A reportagem foi produzida na manhã desta sexta-feira (24) e culminou com a prisão de oito acusados.

Polícia Civil prende trio acusado de estelionato

 

Os agentes da polícia Civil lotados na Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações (DEFD), localizada no Alecrim, prenderam em flagrante um trio acusado de tentar efetuar um empréstimo consignado em nome de terceiros. O valor do golpe foi estimado em R$ 25 mil reais. O crime aconteceu em um correspondente bancário, localizado no Edifício Trade Center, em Lagoa Nova, zona Sul da capital.

Na ocasião, os policiais prenderam Geraldo Marques de Oliveira, Raul Bezerra de Arruda Júnior e Roseane Soares de Souza. A captura do grupo aconteceu quando tentavam sair do local. Os acusados foram conduzidos à Especializada, onde serão autuados por estelionato, falsidade ideológica e fraude.

Segundo informações do chefe de investigações da DEFD, Gilberto Maciel, foi Geraldo Marques o responsável por tentar obter um empréstimo com uma identidade falsa em nome de Aldair Rosa de Souza. O acusado já era conhecido da polícia, conta o Civil. “Contra Geraldo já havia uma queixa registrada pela vítima, no município de Macau, feita no dia 16 de abril pelo mesmo motivo. Com ele também foi encontrada outra identidade falsa em nome de Sivonaldo André de Souza”, revelou.

Maciel informou ainda que é Roseane de Souza a responsável pela confecção dos documentos falsos. Já o homem identificado como Raul Bezerra tinha como missão levar o casal até o banco e depois assumir o plano de fuga. “Com Roseane encontramos mais três identidades falsas em nome de Maria José da Costa, Alvaneide Maigley Freire e outra em seu nome com informações erradas. Além disso, descobrimos que em 2006 ela tentou fazer um empréstimo em nome da sua própria mãe no município de Caruaru-PE”, complementou o agente.

Os três estão presos na Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações.

 

Com informações da Assessoria de Comunicação/ Degepol

Polícia civil prende estelionatário tentando sacar dinheiro em Natal

Um homem identificado como João Maria Medeiros, de 52 anos, foi preso em flagrante, no início da tarde desta sexta-feira, 25, por volta das 13h pelos policiais civis da Delegacia Especializada em Falsificações e Defraudações(DEFD).Ele estava tentando realizar um saque no valor de R$ 22 mil reais, na agência do Banco do Brasil de Lagoa Nova, portando documentos falsos.

De acordo com informações do chefe de investigações da DEFD, Gilberto Maciel, João Maria já tem passagem pela polícia pelo mesmo crime de estelionato. “O acusado que é natural de Assú, no interior do Estado, estava portando uma identidade falsa no nome de José Altenir Duarte”, conta.

Ainda segundo Maciel, a polícia recebeu uma denúncia anônima informando sobre o golpe, e uma equipe de policiais imediatamente se dirigiu até a agência para realizar o flagrante.

João Maria Medeiros está neste momento preso da DEFD e será indiciado por estelionato e falsidade ideológica.

Jovem é vítima de golpe do 'Conto do Vigário' e perde R$ 9 mil em Apodi

No final da manhã desta terça-feira um jovem foi vítima do crime conhecido como “Conto do Vigário” e perdeu R$ 9 mil no município de Apodi. O golpe aconteceu por volta das 11h.

De acordo com a polícia, o jovem estava na fila de uma agência do Banco do Brasil para realizar o depósito de R$ 9 mil, quando um suspeito de aparentemente 50 anos se aproximou e deixou um envelope cair que foi pego pela vítima.

O suspeito então teria prometido presentear o jovem pela gentileza com um par de tênis que estava em um carro. O jovem então saiu para acompanhar o criminoso. No meio do trajeo um outro suspeito se aproximou e fingiu passar mal e pediu ao jovem para entregar em outro carro um suposto cheque de R$ 14 mil, contanto que deixasse os seus pertences incluindo a quantia de R$ 9 mil.

A vítima aceitou e não encontrou o suposto carro e ao retornar ao local também não encontrou os suspeitos que fugiram. O suposto cheque de R$ 14 mil não tinha valor.

Fonte: DN Online