Salário mínimo na Venezuela compra dois hambúrgueres

Na véspera da “Operação Liberdade”, anunciada por Juan Guaidó nesta terça-feira(30 de abril), a ditadura de Nicolás Maduro anunciou o aumento do salário mínimo na Venezuela.

O novo valor é o suficiente para comprar dois (02) hambúrgueres.

O descontentamento na Venezuela e o salário mínimo

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Victorino disse:

    Cadê os defensores do regime do Maduro, os PeTralhas?! Estamos aguardando as defesas, vão dizer que é "gopi", não falam por quê não tem argumentos. O povo na Venezuela desarmados, morrendo nas mãos das melicias do regime maldito e sanguinário do Maduro, admirado pelos os esquerdopatas do Brasil. Vergonha, covardes…

  2. Henrique disse:

    No Brasil o salário minimo é de faz de conta.

  3. Victorino disse:

    Mas infelizmente a esquerda no Brasil aplaude esse tipo de regime maldito, totalitário, ditador, na Venezuela a população, mas quem é ligado ao regime pode andar armado, foi o que se viu hj, as melicias do Maduro armadas, massacrando o povo, e o povo desarmado usando pedras, paus… Era o que esses malditos PeTralhas queriam fazer com o Brasil.

  4. Potiguar disse:

    É um absurdo, com R$ 1,00 é possível encher um tanque de gasolina de um carro.

  5. Ems disse:

    Viva o socialismo !!! Novela todos na pobreza.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 em 2020

Foto: Agência O Globo

O governo propôs, nesta segunda-feira, um salário mínimo de R$ 1.040 em 2020. O número foi fechado tomando como base um reajuste sem ganho real para os trabalhadores. A opção foi estabelecer apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como parâmetro para a correção do piso nacional em 2020, o que ajuda a controlar as contas públicas, como antecipou o GLOBO.

Hoje, o salário mínimo está em R$ 998. A atual fórmula de cálculo do reajuste foi fixada em 2007 e leva em conta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais a inflação do ano anterior, medida pelo INPC.

Isso garantiu, nos momentos de crescimento da economia, que o ganho do salário mínimo superasse a inflação, ajudando a reduzir desigualdades e estimulando o consumo das famílias. A regra, no entanto, também fez aumentar as despesas públicas acima da inflação nos últimos anos, o que contribuiu para a piora do resultado das contas do governo.

As estimativas são que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo represente uma eleveção de cerca de R$ 300 milhões nas desespas do governo federal.

O governo precisa colocar a previsão do reajuste do mínimo no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano porque o piso nacional é referência para o pagamento de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas. Mais de 65% dos benefícios pagos pelo INSS em janeiro de 2019 possuíam valor de um salário mínimo, o que representa um contingente de 22,9 milhões de pessoas.

Dados da antiga Fazenda apontam que, se for mantida a regra de reajuste do mínimo nos anos seguintes, a medida poderia gerar uma economia de R$ 69 bilhões em três anos, a partir de 2020. O alívio nas contas é explicado pelo fato de a maior parte das aposentadorias do regime geral estar vinculada ao mínimo, assim como os benefícios assistenciais e trabalhistas.

O teto do INSS, o Benefício de Prestação Continuada (BPC, pago a idosos pobres e pessoas com deficiência de qualquer idade) e o abono salarial são vinculados e seguem o mínimo.

O Globo

 

Pleno do TJ anula ato do TCE-RN sobre pagamento abaixo do salário mínimo para servidores

O Pleno do Tribunal de Justiça do RN deu provimento a um mandado de segurança (MS) movido pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Direta (Sindasp) e pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN (Sinai) contra decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) que questionou o cálculo do valor do vencimento básico pago aos servidores ocupantes do grupo de nível operacional, ativos e inativos, integrantes do quadro de pessoal do Estado do Rio Grande do Norte.

De acordo com a decisão do Acórdão n°124/2018-TC, proferida pelo TCE e alvo do mandado de segurança, o quantitativo pago atualmente pelo Estado à categoria estaria em desacordo com a tabela fixada pela lei que rege a matéria, uma vez que o valor vem sendo atualizado de forma automática, com indexação sobre o salário mínimo, sem aprovação de lei específica.

Já os sindicatos argumentaram que o ato do TCE seria inconstitucional porque determina que o vencimento mensal a ser pago para mais de 3.100 servidores públicos, pelo exercício de cargo público, seja inferior ao salário mínimo, sem o devido processo legal, além de violar os artigos 53, 54 e 43 da Lei Complementar Estadual nº 122/94.

Decisão

O desembargador Amaury Moura Sobrinho, relator do caso, destacou que a Constituição Federal assegura que a menor contraprestação nacional deve ser igual ao salário mínimo, pelo que aos servidores, aprovados em concurso público, é assegurado o pagamento da remuneração respectiva e em valor compatível com o salário mínimo vigente, sob pena de patente ilegalidade e enriquecimento ilícito da Administração Pública.

O voto também enfatizou que o reajuste do valor dos vencimentos básicos dos servidores do grupo de nível operacional da LC n°432/2010, com base no salário mínimo vigente, encontra previsão legal no artigo 54 da LC n°122/94 – Regime Jurídico Único dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte, segundo o qual o conceito de remuneração, para fins de atendimento ao direito de recebimento de remuneração não inferior ao salário mínimo, excluem-se todas as vantagens individuais e as relativas à natureza e ao local de trabalho.

“Neste contexto, infere-se que o reajuste do valor dos vencimentos básicos dos servidores do grupo de nível operacional da Lei Complementar Estadual nº432/2010, com base no salário mínimo vigente, realizado pelo Estado do Rio Grande do Norte, é possível legalmente e constitucionalmente”, ressalta o relator do MS, desembargador Amaury Moura.

A decisão acolhe, então, o pedido formulado pelas duas entidades sindicais, que pleitearam que o Conselheiro Presidente do TCE-RN se abstenha de praticar todo e qualquer ato contrário ao direito concedido à categoria profissional nos seus vencimentos mensais.

(Mandado de Segurança nº 0802766-34.2018.820.0000)
TJRN

 

PIS/Pasep já é pago pelos bancos com novo valor do salário mínimo; consulte valores

Foto: PiXABAY

Os profissionais brasileiros que trabalharam por pelo menos um mês com carteira assinada no ano de 2017 já começaram a receber o abono salarial do PIS/Pasep com base no valor do novo salário mínimo, de R$ 998.

O reajuste corresponde a um aumento de 4,6% em relação a remuneração adicional desembolsada a quem trabalhou no ano de 2016.

Para ter direito ao saque do abono salarial, é necessário ter trabalhado por pelo menos um mês com remuneração média de, no máximo, dois salários mínimos.

Os saques do abono salarial ano-base 2017 começaram a ser feitos pela Caixa em julho do ano passado para os profissionais do setor privado nascidos naquele mês. A próxima etapa contempla os nascidos em janeiro a partir do dia 17.

Para os servidores públicos, que recebem a grana pelo Banco do Brasil, os pagamentos são baseados no número final da inscrição. A próxima etapa contempla, também no dia 17, os trabalhadores com inscrição de final cinco (CONFIRA O CALENDÁRIO ABAIXO).

Os valores permanecem disponíveis nos bancos, tanto aos profissionais de empresas privadas quanto aos servidores públicos, até o dia 28 de junho.

Estabelecido pela Lei 13.134/15, o abono salarial é pago de acordo com o período trabalhado no ano-base. “O período de serviço igual ou superior a 15 dias em um mês é contabilizado como mês integral”, explica a Caixa.

Os funcionários de empresas privadas podem sacar o dinheiro na Caixa. Para os funcionários públicos, os valores serão disponibilizados no Banco do Brasil. Os clientes das instituições têm o benefício será creditado automaticamente na conta corrente no momento da liberação.

Divulgação/CEF

É essencial para o recebimento da grana extra que o profissional estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Também é preciso que o empregador tenha cadastrado os dados do funcionário na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) para que ele tenha direito ao benefício.

Consulte abaixo os valores a serem recebido com base no novo salário mínimo de R$ 998:

É essencial para o recebimento da grana extra que o profissional estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Também é preciso que o empregador tenha cadastrado os dados do funcionário na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) para que ele tenha direito ao benefício.

Arte – R7

R7

 

Novo valor do salário mínimo criticado por petistas cumpre lei de Dilma Rousseff válida até este ano

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto nessa terça-feira (1º/01) em que estabelece que o salário mínimo de R$ 954 para R$ 998 este ano, uma redução de R$ 8 em relação ao montante previsto anteriormente. O valor já entrou em vigor.

O decreto foi assinado por Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como primeira medida para a área econômica. A estimativa que constava do orçamento da União enviado em agosto do ano passado pelo governo de Michel Temer (MDB) ao Congresso era de R$ 1.006.

A diferença se deve à composição do reajuste: o cálculo deve levar em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Quando Temer enviou a proposta de Lei Orçamentária ao Congresso, a projeção do governo era de que o INPC fecharia o ano em 4,25%. No entanto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o índice, a inflação medida até novembro foi de 3,29%. Os dados de dezembro ainda não foram divulgados.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. A fórmula do reajuste, transformada em lei por Dilma Rousseff, tem validade até 2019. O atual presidente, Jair Bolsonaro, portanto, tem até abril deste ano (quando a proposta orçamentária de 2020 deve ser enviada ao Congresso) para decidir se vai manter o cálculo como está ou modificá-lo.

Reprodução

Com acréscimo de informações do Conjur

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joao disse:

    Petralhas cri cri…

  2. Walsul disse:

    Se isso for verdade, o Bolsodoido fascista não entrou dizendo que ia fazer diferente? Hipocrisia e demagogia. Ele sabe como manter prenha a mente bolsomiana. Na grande maioria com QI de ameba.

  3. jonas alves de oliveira disse:

    os PTRALHAS ja esqueceram saiu da cabeça brilhante de DILMA ROUSSEFF grande pte kkkkkkk

  4. Curitiba City disse:

    Palhaços essas bestas petistas.

  5. Ems disse:

    Petistas não cansam de passar vergonha !!!

  6. Xica da Silva disse:

    Está cumprindo bem o papel de ELEITO PARA SER OPOSIÇÃO! Falando besteira, reclamando bobagem e inventando fatos. Cada um amarga a derrota como lhe convém…

  7. Tonho do peixe disse:

    Petralha sempre se espanta com as m**** que faz. Não sabiam de nada ou faziam inocentemente. Kkkkkkk

Salário mínimo deveria ser de mais de R$ 4 mil

ipca-inflacao-supermercado-leitePrateleiras de leite em supermercado no Catumbi – Pedro Kirilos/Agência O Globo

A cesta básica pesquisada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) recuou em 14 cidades pesquisadas no mês passado, enquanto em outras 13 houve aumento. De janeiro a outubro, porém, todas as cidades acumularam alta. E para que uma família de quatro pessoas pudesse se manter por um mês, de acordo com contas feitas pelo órgão, o salário mínimo deveria ser de R$ 4.016,27 — 4,56 vezes o piso nacional em vigor, de R$ 880.

Para chegar aos mais de R$ 4 mil mensais para uma família de quatro pessoas, o Dieese usa como base a cesta básica mais cara do país, encontrada em Porto Alegre, ao valor de R$ 487,07. Além disso, leva em consideração a determinação da Constituição de que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O valor de outubro é superior aos R$ 4.013,08 necessários em setembro, também de acordo com o órgão.

Segundo os dados levantados pelo Dieese, Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%) foram as capitais que registraram as maiores altas na cesta básica em outubro. Por outro lado, os recuos mais significativos ocorreram em Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%).

Porto Alegre ficou com a cesta mais cara de outubro (R$ 478,07). Em seguida aparecem Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Já as mais baratas foram encontradas em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66). No Rio de Janeiro, o custo da cesta básica em outubro foi de R$ 456,44, alta de 1,08%.

No acumulado no ano, as altas mais expressivas foram identificadas em Maceió (24,25%), Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%) enquanto os menores aumentos aconteceram em Brasília (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macapá (10,99%).

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Silva disse:

    SÓ SE FOR DO CATADOR DE LIXO DO CONGRESSO NACIONAL…

  2. Sandro Alves disse:

    kkkkkkk. O salário minimo atual já tá quebando o país, imaginem sendo R$ 4.000,00 O empresariado não aguenta tantos impostos trabalhistas. Se fossem impostos justos, como certeza o salário minimo poderia ser melhor.

Orçamento de 2016 prevê inflação de 5,4%, déficit de R$ 30,5 bilhões e mínimo de R$ 865,50

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5,4% em 2016. A previsão está no Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA) entregue hoje (31) pelo Poder Executivo ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Já o Produto Interno Bruto (PIB – soma dos bens e riquezas produzidos em um país) deve crescer 0,2%. De acordo com a proposta orçamentária, inflação só atingirá 4,5%, que é o centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir de 2017.

“Há uma elevação temporária da inflação este ano, mas, com as ações já tomadas pelo Banco Central, prevê-se convergência para a meta até 2017”, afirmou o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa.

Para 2015, a estimativa é inflação de 9,25% e retração de 1,8% do PIB. Com relação à atividade econômica, Barbosa disse que a recuperação deve começar, lenta, em 2016. “A nossa expectativa é que ganhe mais velocidade nos anos seguintes. Parte dessa recuperação está sendo puxada pelo aumento do saldo [da balança] comercial. Mas a demanda interna, o consumo, o investimento doméstico, está contribuindo para uma queda. O saldo comercial não será suficiente para contrabalançar a queda [este ano]”, disse.

O PLOA prevê também que o país encerrará 2016 com déficit primário de R$ 30,5 bilhões, o equivalente a 0,5% do PIB. O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 865,50. Além da proposta orçamentária para 2016, Nelson Barbosa e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, entregaram a Renan Calheiros o projeto de lei para o Plano Plurianual 2016-2019, que deve ser apresentado a cada início de um novo mandato presidencial. Pelo plano, o salário mínimo atingirá R$ 910,40 em 2017, R$ 957,80 em 2018 e R$ 1.020,80 em 2019.

No domingo (30), o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), já havia adiantado que o projeto de lei do Orçamento para 2016 poderia prever déficit. De acordo com ele, o governo e os parlamentares poderão negociar alternativas para cobrir o resultado negativo durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional. “Com a frustração da CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], se não tiver outra solução, a saída é apresentar o Orçamento com o déficit e depois negociar. Aí, é uma conversa do Congresso com o Executivo”, disse Delcídio.

R$ 724, 00 será o valor do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2014

A partir do dia 1º de janeiro de 2014, o salário mínimo será de R$ 724 aprovado nesta quarta-feira, 18, pelo Congresso Nacional. A matéria foi aprovada, por unanimidade, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

No projeto que o Executivo enviou para o Legislativo, o governo federal havia previsto que o mínimo seria de R$ 722, 90, mas esse valor foi corrigido para os R$ 724.

A proposta ainda precisa ser sancionada pela presidenta da República Dilma Roussef. O orçamento do ano que vem será de R$ 2,49 trilhões, o que corresponde a 9,21% a mais do que o de 2013, que foi de R$ 2,28 trilhões.

Nesta proposta aprovada o Congresso prevê R$ 130 bilhões a mais de despesas em comparação ao projeto enviado pelo Executivo ao Legislativo.

"Bolsa-presídio" é maior que salário mínimo

Enquanto o salário mínimo não passa dos R$ 545,00, o auxílio reclusão, dado aos presos em regime fechado ou semi-aberto, atinge até R$ 862,00.

Para ter acesso ao auxílio-reclusão, o preso deve ter contribuído anteriormente à sua prisão e não deve estar recebendo qualquer outro tipo de custeio, como auxílio desemprego, por exemplo.

De acordo com a Previdência Social, o preso não recebe um tostão. O benefício é debitado em conta de parente seu, exatamente o que justifica a existência do auxílio: se o segurado está preso, impedido de trabalhar, a família tem o direito de receber o benefício para o qual ele contribuiu.

O auxílio foi instituído há 50 anos e mantido na Constituição Federal de 1988. A média mensal de gastos com esse tipo de benefício é de R$ 18.7 milhões, para quase 30 mil beneficiários. A média é de R$ 627,00 por família.

A profissão do futuro é ser presidiário.