Governo prevê inflação mais baixa, e salário mínimo pode ter aumento menor em 2020

Foto: shutterstock

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia revisou nesta terça-feira (10), por meio do “boletim macrofiscal”, a sua estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) deste ano de 4% para 3,7%.

Até o momento, a área econômica tem informado que a correção do salário mínimo, em 2020, terá por base apenas a variação da inflação registrada no acumulado deste ano – com base no INPC.

Assim, a estimativa de um índice inflacionário mais baixo para 2019 também implicará, se o formato de correção for mantido, em um valor menor para o salário mínimo no ano que vem.

A última previsão oficial do governo para o salário mínimo no ano que vem apontava um valor de R$ 1.039. Entretanto, se for feita uma correção com base na nova estimativa para o INPC deste ano, que caiu de 4% de 3,7%, o valor subiria para R$ 1.034,92.

Mesmo assim, 2020 deve ser o primeiro ano em que o salário mínimo, que serve de referência para mais de 45 milhões de pessoas, ficará acima da marca de R$ 1 mil. A correção é feita em janeiro de cada ano, com pagamento em fevereiro. Atualmente, o salário mínimo é de R$ 998.

O governo informou que continuará monitorando o comportamento do INPC até o fim deste ano, e explicou que o percentual a ser utilizado no aumento do salário mínimo em 2020 (se for mantida a correção apenas pela inflação), pode mudar novamente até dezembro.

Formato de correção não está definido

O secretário Adolfo Sachsida observou, porém, que embora o governo tenha adotado até o momento a premissa de que o salário mínimo será corrigido apenas pela inflação no ano que vem, essa decisão ainda não está formalmente tomada.

“A regra do salário mínimo, você não tem uma lei estabelecida para o ano que vem. Então, depende de decisão do presidente [Bolsonaro], junto com o Congresso Nacional, de como será o reajuste do salário mínimo. São eles que vão decidir qual deve ser o novo salário mínimo”, acrescentou.

No fim de agosto, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, afirmou que a definição do valor do salário mínimo de 2020 com a correção somente pela inflação, sem aumento real, não representa, necessariamente, que essa será a política do governo para os próximos anos.

“Esse número não é a nossa política de salário mínimo. Temos até dezembro desse ano para estabelecermos a política de salário mínimo”, disse Rodrigues, naquele momento.

A política de aumentos reais (acima da inflação) vinha sendo implementada nos últimos anos, após ser proposta pela então presidente Dilma Rousseff e aprovada pelo Congresso.

Os reajustes pela inflação e variação do PIB vigoraram de 2011 a 2019, mas nem sempre o salário mínimo subiu acima da inflação.

Em 2017 e 2018, por exemplo, foi concedido o reajuste somente com base na inflação porque o PIB dos anos anteriores (2015 e 2016) teve retração. Por isso, para cumprir a fórmula proposta, somente a inflação serviu de base para o aumento.

Economia de mais de R$ 1 bilhão

Cálculo feito pelo G1 mostra que, se o governo utilizar a projeção mais baixa de inflação e propor um salário mínimo R$ 4 menor, em relação aos R$ 1.039 estimados anteriormente, o governo vai economizar cerca de R$ 1,2 bilhão no próximo ano.

Isso porque os benefícios previdenciários não podem ser menores que o valor do mínimo. De acordo com cálculos oficiais do governo, o aumento de cada R$ 1 para o salário mínimo implica despesa extra de, no mínimo, R$ 300 milhões.

G1

 

Em recorde negativo, salário mínimo na Venezuela vale menos de R$12

Inflação faz salário mínimo comprar quase nada na Venezuela. Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins/16-08-18

O salário mínimo da Venezuela chegou ao valor mais baixo da história nesta terça-feira e, segundo a cotação cambial oficial de hoje, equivale a US$ 2,76 (cerca de R$ 11,15), uma marca que coincide com o aniversário de um ano do plano de recuperação econômica proposto pelo governo para enfrentar a crise.

Segundo o câmbio oficial estabelecido pelo Banco Central da Venezuela, um dólar era negociado hoje a 14.843,54 bolívares soberanos. A desvalorização em relação à moeda americana só cresceu desde o início do ano.

Com os 40.000 bolívares de salário mensal equivalendo a menos de US$ 3, os venezuelanos estão abaixo da linha da miséria estabelecida pela ONU, que afirma que os que recebem menos de US$ 1,90 por dia vivem em situação de extrema pobreza.

Salário venezuelano compra uma caixa de ovos

Em agosto do ano passado, quando deu início ao plano de recuperação econômica do país, Maduro estabeleceu que o salário mínimo da Venezuela seria equivalente a US$ 30. No entanto, houve uma perda de 90,80% no poder de compra desde então, apesar dos quatro reajustes realizados pelo governo nos últimos 12 meses.

Os venezuelanos conseguem comprar com o atual valor do salário mínimo, com alguma sorte, apenas uma cartela de 30 ovos. A realidade, porém, não é muito diferente da registrada no país há um ano, quando Maduro iniciou a reconversão monetária para cortar cinco zeros do bolívar.

Apesar do agravamento da crise, o chavismo não deu sinais de novos reajustes salariais nos próximos meses e sequer fala sobre o chamado “plano de recuperação e prosperidade econômica” que, entre outros objetivos, também previa combater a escassez de dinheiro em espécie no mercado.

Notas de pequeno valor nem circulam mais

As notas de menor, porém, valor já pararam de circular. Com a hiperinflação vivida no país – alta de 1.579,2% desde o início do ano -, os venezuelanos já não conseguem fazer compras com as notas de 2, 5, 10, 20 e 50 bolívares soberanos. O valor delas é quase tão nulo como as que saíram de circulação no ano passado.

Por esse motivo, o Banco Central da Venezuela anunciou em junho a criação de três novas novas notas — 10.000, 20.000 e 50.000 bolívares, equivalentes a US$ 0,69, US$ 1,38 e US$ 3,45, respectivamente.

As medidas adotadas à época também incluíram uma modificação do sistema de compra e venda de divisas no país. No entanto, o novo mecanismo falhou em combater o mercado paralelo de negociação de dólares na Venezuela.

Controle de preços não durou

O controle de preços, estratégia reciclada pelo governo em várias ocasiões, fazia parte do programa de junho, mas a medida durou apenas algumas semanas. Maduro também chegou a anunciar um aumento dos preços da gasolina, o que nunca ocorreu.

A gasolina na Venezuela custa 0,00001 ou 0,00006 bolívares por litro, dependendo da octanagem. No entanto, como as notas de valor mais baixo estão fora de circulação, os venezuelanos costumam pagar com 100 ou 200 bolívares pelo combustível.

R7, com EFE

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João grandão disse:

    Porque só falamos da Venezuela e nunca de Uganda, Haiti, Peru, Guiana Francesa e tantos outros países que têm inúmeros problemas?
    Já pensaram nisso alguma vez?

    • Orvalho de Cavalo disse:

      Dos que vc listou, Peru vai muito bem com suas politicas liberais. A Guiiana com seus fundos vindos da França. Agora a Venezula tá virando um problema que já afeta cidades brasileiras, especialmente com índios Waraos mendigando. Já tem em Fortaleza. Logo veremo-os na Prudente ou Salgado Filho.

    • Getúlio disse:

      Será porquê os mandatário do poder de lá são irmãos siameses da esquerdalha do Brasil, logo, tem o mesmo modo operandi.

  2. Arnaldo Franco disse:

    Isso seria o Brasil amanhã se o povo não tivesse acordado e chutado o PT do poder.

  3. LINDOLFO disse:

    TODOS TERRIVELMENTE IGUALADOS NA MISÉRIA – FORMA MUNDIAL CONHECIDA COMO RESULTADO DOS DIVERSOS SISTEMAS QUE PREGAM A IGUALDADE SOCIAL, TENHA ELE O NOME QUE TIVER.

    • Rick disse:

      Todos não. A classe de burocratas vive nababescamente. São os boliburgueses e enchufados.
      Socialismo é feito para isso. Não venham dizer que deturparam Marx.

  4. Bita disse:

    Imagina os servidores das províncias. Tem que mandar a sindicalista do cabelo vermelho resolver a situação. Acho que uma greve de 100 dias resolve kkkk

Comissão aprova salário mínimo de R$ 1.040 para 2020

Foto: Pixabay

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta quinta-feira (8), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020. O texto segue agora para o plenário do Congresso, onde deverá ser votado em sessão conjunta por deputados e senadores.

Entre os principais pontos do texto está o aumento do salário mínimo dos atuais R$ 998 para R$ 1.040 no próximo ano, com a correção do valor apenas pela inflação. Ou seja, sem aumento real no piso salarial, que vinha sendo praticado desde 2011 pela política de valorização do mínimo instituída pela presidente Dilma Rousseff.

A partir do ano que vem, o salário mínimo deve ser reajustado apenas pelo INPC, índice de inflação do ano anterior. Neste ano, o mínimo está em R$ 998.
Pela proposta, em 2020 o salário mínimo será de R$ 1.040, isso com a previsão do INPC para 2019 de 4,2%.

R7 e Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. escritor disse:

    nao havera mais aumento real, apenas reajuste pelo INPC, ainda que a economia volte a crescer. E isso?

Portaria define que pensão não será inferior ao salário mínimo e enfraquece argumentos da oposição na reforma da Previdência

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho. FOTO: Lucio Bernardo Jr./12.04.2017/Câmara dos Deputados

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, assinou nesta terça-feira (6), portaria que define conceito de renda formal para fins de recebimento de pensão por morte.

Conforme o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Nova Previdência aprovado em primeiro turno na Câmara dos Deputados, o dependente de pensão por morte não poderá receber benefício inferior ao salário mínimo, caso sua renda formal seja menor que esse valor.

A norma define como renda formal a soma dos rendimentos recebidos por mês, igual ou superior a um salário mínimo, constantes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

“O reconhecimento será automático, pois quem ganha menos que o mínimo não terá registro de renda formal no sistema e receberá a pensão por morte no valor de um salário mínimo”, afirmou Marinho, após reunião com deputados no Ministério da Economia.

A medida é uma forma de enfraquecer a estratégia da oposição, que poderia tentar mudar o texto da reforma da Previdência, que deverá ser votado até quinta-feira (8) na Câmara, em segundo turno.

O proposta da reforma prevê que a pessoa terá direito a 60% do benefício, mais 10% por dependente adicional, até o limite de 100%. Em alguns casos, portanto, a pensão por morte pode ser menor que um salário mínimo, o que não acontece hoje.

Atualmente, no Regime Geral de Previdência Social (que atende trabalhadores da iniciativa privada), o pensionista recebe 100% do benefício que o segurado recebia, limitado ao teto do INSS (atualmente R$ 5.839,45). Já no Regime Próprio de Previdência Social o pensionista ganha 100% do benefício até o teto, mais 70% da parcela que superar esse limite.

Estadão

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. escritor disse:

    E uma portaria vale mais que uma emenda a constituicao? Melhor alterar o texto.

    • Papo_Reto disse:

      Exatamente

    • Anti-Político de estimação disse:

      Concordo : uma portaria não significa ABOLUTAMENTE NADA em termos de segurança jurídica. Uma alteração no texto seria o correto a fazer.

Salário mínimo na Venezuela compra dois hambúrgueres

Na véspera da “Operação Liberdade”, anunciada por Juan Guaidó nesta terça-feira(30 de abril), a ditadura de Nicolás Maduro anunciou o aumento do salário mínimo na Venezuela.

O novo valor é o suficiente para comprar dois (02) hambúrgueres.

O descontentamento na Venezuela e o salário mínimo

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Victorino disse:

    Cadê os defensores do regime do Maduro, os PeTralhas?! Estamos aguardando as defesas, vão dizer que é "gopi", não falam por quê não tem argumentos. O povo na Venezuela desarmados, morrendo nas mãos das melicias do regime maldito e sanguinário do Maduro, admirado pelos os esquerdopatas do Brasil. Vergonha, covardes…

  2. Henrique disse:

    No Brasil o salário minimo é de faz de conta.

  3. Victorino disse:

    Mas infelizmente a esquerda no Brasil aplaude esse tipo de regime maldito, totalitário, ditador, na Venezuela a população, mas quem é ligado ao regime pode andar armado, foi o que se viu hj, as melicias do Maduro armadas, massacrando o povo, e o povo desarmado usando pedras, paus… Era o que esses malditos PeTralhas queriam fazer com o Brasil.

  4. Potiguar disse:

    É um absurdo, com R$ 1,00 é possível encher um tanque de gasolina de um carro.

  5. Ems disse:

    Viva o socialismo !!! Novela todos na pobreza.

Governo propõe salário mínimo de R$ 1.040 em 2020

Foto: Agência O Globo

O governo propôs, nesta segunda-feira, um salário mínimo de R$ 1.040 em 2020. O número foi fechado tomando como base um reajuste sem ganho real para os trabalhadores. A opção foi estabelecer apenas a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) como parâmetro para a correção do piso nacional em 2020, o que ajuda a controlar as contas públicas, como antecipou o GLOBO.

Hoje, o salário mínimo está em R$ 998. A atual fórmula de cálculo do reajuste foi fixada em 2007 e leva em conta o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais a inflação do ano anterior, medida pelo INPC.

Isso garantiu, nos momentos de crescimento da economia, que o ganho do salário mínimo superasse a inflação, ajudando a reduzir desigualdades e estimulando o consumo das famílias. A regra, no entanto, também fez aumentar as despesas públicas acima da inflação nos últimos anos, o que contribuiu para a piora do resultado das contas do governo.

As estimativas são que cada R$ 1 de aumento no salário mínimo represente uma eleveção de cerca de R$ 300 milhões nas desespas do governo federal.

O governo precisa colocar a previsão do reajuste do mínimo no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano porque o piso nacional é referência para o pagamento de benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas. Mais de 65% dos benefícios pagos pelo INSS em janeiro de 2019 possuíam valor de um salário mínimo, o que representa um contingente de 22,9 milhões de pessoas.

Dados da antiga Fazenda apontam que, se for mantida a regra de reajuste do mínimo nos anos seguintes, a medida poderia gerar uma economia de R$ 69 bilhões em três anos, a partir de 2020. O alívio nas contas é explicado pelo fato de a maior parte das aposentadorias do regime geral estar vinculada ao mínimo, assim como os benefícios assistenciais e trabalhistas.

O teto do INSS, o Benefício de Prestação Continuada (BPC, pago a idosos pobres e pessoas com deficiência de qualquer idade) e o abono salarial são vinculados e seguem o mínimo.

O Globo

 

Pleno do TJ anula ato do TCE-RN sobre pagamento abaixo do salário mínimo para servidores

O Pleno do Tribunal de Justiça do RN deu provimento a um mandado de segurança (MS) movido pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Direta (Sindasp) e pelo Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN (Sinai) contra decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) que questionou o cálculo do valor do vencimento básico pago aos servidores ocupantes do grupo de nível operacional, ativos e inativos, integrantes do quadro de pessoal do Estado do Rio Grande do Norte.

De acordo com a decisão do Acórdão n°124/2018-TC, proferida pelo TCE e alvo do mandado de segurança, o quantitativo pago atualmente pelo Estado à categoria estaria em desacordo com a tabela fixada pela lei que rege a matéria, uma vez que o valor vem sendo atualizado de forma automática, com indexação sobre o salário mínimo, sem aprovação de lei específica.

Já os sindicatos argumentaram que o ato do TCE seria inconstitucional porque determina que o vencimento mensal a ser pago para mais de 3.100 servidores públicos, pelo exercício de cargo público, seja inferior ao salário mínimo, sem o devido processo legal, além de violar os artigos 53, 54 e 43 da Lei Complementar Estadual nº 122/94.

Decisão

O desembargador Amaury Moura Sobrinho, relator do caso, destacou que a Constituição Federal assegura que a menor contraprestação nacional deve ser igual ao salário mínimo, pelo que aos servidores, aprovados em concurso público, é assegurado o pagamento da remuneração respectiva e em valor compatível com o salário mínimo vigente, sob pena de patente ilegalidade e enriquecimento ilícito da Administração Pública.

O voto também enfatizou que o reajuste do valor dos vencimentos básicos dos servidores do grupo de nível operacional da LC n°432/2010, com base no salário mínimo vigente, encontra previsão legal no artigo 54 da LC n°122/94 – Regime Jurídico Único dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte, segundo o qual o conceito de remuneração, para fins de atendimento ao direito de recebimento de remuneração não inferior ao salário mínimo, excluem-se todas as vantagens individuais e as relativas à natureza e ao local de trabalho.

“Neste contexto, infere-se que o reajuste do valor dos vencimentos básicos dos servidores do grupo de nível operacional da Lei Complementar Estadual nº432/2010, com base no salário mínimo vigente, realizado pelo Estado do Rio Grande do Norte, é possível legalmente e constitucionalmente”, ressalta o relator do MS, desembargador Amaury Moura.

A decisão acolhe, então, o pedido formulado pelas duas entidades sindicais, que pleitearam que o Conselheiro Presidente do TCE-RN se abstenha de praticar todo e qualquer ato contrário ao direito concedido à categoria profissional nos seus vencimentos mensais.

(Mandado de Segurança nº 0802766-34.2018.820.0000)
TJRN

 

PIS/Pasep já é pago pelos bancos com novo valor do salário mínimo; consulte valores

Foto: PiXABAY

Os profissionais brasileiros que trabalharam por pelo menos um mês com carteira assinada no ano de 2017 já começaram a receber o abono salarial do PIS/Pasep com base no valor do novo salário mínimo, de R$ 998.

O reajuste corresponde a um aumento de 4,6% em relação a remuneração adicional desembolsada a quem trabalhou no ano de 2016.

Para ter direito ao saque do abono salarial, é necessário ter trabalhado por pelo menos um mês com remuneração média de, no máximo, dois salários mínimos.

Os saques do abono salarial ano-base 2017 começaram a ser feitos pela Caixa em julho do ano passado para os profissionais do setor privado nascidos naquele mês. A próxima etapa contempla os nascidos em janeiro a partir do dia 17.

Para os servidores públicos, que recebem a grana pelo Banco do Brasil, os pagamentos são baseados no número final da inscrição. A próxima etapa contempla, também no dia 17, os trabalhadores com inscrição de final cinco (CONFIRA O CALENDÁRIO ABAIXO).

Os valores permanecem disponíveis nos bancos, tanto aos profissionais de empresas privadas quanto aos servidores públicos, até o dia 28 de junho.

Estabelecido pela Lei 13.134/15, o abono salarial é pago de acordo com o período trabalhado no ano-base. “O período de serviço igual ou superior a 15 dias em um mês é contabilizado como mês integral”, explica a Caixa.

Os funcionários de empresas privadas podem sacar o dinheiro na Caixa. Para os funcionários públicos, os valores serão disponibilizados no Banco do Brasil. Os clientes das instituições têm o benefício será creditado automaticamente na conta corrente no momento da liberação.

Divulgação/CEF

É essencial para o recebimento da grana extra que o profissional estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Também é preciso que o empregador tenha cadastrado os dados do funcionário na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) para que ele tenha direito ao benefício.

Consulte abaixo os valores a serem recebido com base no novo salário mínimo de R$ 998:

É essencial para o recebimento da grana extra que o profissional estivesse inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos. Também é preciso que o empregador tenha cadastrado os dados do funcionário na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) para que ele tenha direito ao benefício.

Arte – R7

R7

 

Novo valor do salário mínimo criticado por petistas cumpre lei de Dilma Rousseff válida até este ano

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto nessa terça-feira (1º/01) em que estabelece que o salário mínimo de R$ 954 para R$ 998 este ano, uma redução de R$ 8 em relação ao montante previsto anteriormente. O valor já entrou em vigor.

O decreto foi assinado por Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, como primeira medida para a área econômica. A estimativa que constava do orçamento da União enviado em agosto do ano passado pelo governo de Michel Temer (MDB) ao Congresso era de R$ 1.006.

A diferença se deve à composição do reajuste: o cálculo deve levar em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores.

Quando Temer enviou a proposta de Lei Orçamentária ao Congresso, a projeção do governo era de que o INPC fecharia o ano em 4,25%. No entanto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o índice, a inflação medida até novembro foi de 3,29%. Os dados de dezembro ainda não foram divulgados.

O salário mínimo é usado como referência para os benefícios assistenciais e previdenciários. A fórmula do reajuste, transformada em lei por Dilma Rousseff, tem validade até 2019. O atual presidente, Jair Bolsonaro, portanto, tem até abril deste ano (quando a proposta orçamentária de 2020 deve ser enviada ao Congresso) para decidir se vai manter o cálculo como está ou modificá-lo.

Reprodução

Com acréscimo de informações do Conjur

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. joao disse:

    Petralhas cri cri…

  2. Walsul disse:

    Se isso for verdade, o Bolsodoido fascista não entrou dizendo que ia fazer diferente? Hipocrisia e demagogia. Ele sabe como manter prenha a mente bolsomiana. Na grande maioria com QI de ameba.

  3. jonas alves de oliveira disse:

    os PTRALHAS ja esqueceram saiu da cabeça brilhante de DILMA ROUSSEFF grande pte kkkkkkk

  4. Curitiba City disse:

    Palhaços essas bestas petistas.

  5. Ems disse:

    Petistas não cansam de passar vergonha !!!

  6. Xica da Silva disse:

    Está cumprindo bem o papel de ELEITO PARA SER OPOSIÇÃO! Falando besteira, reclamando bobagem e inventando fatos. Cada um amarga a derrota como lhe convém…

  7. Tonho do peixe disse:

    Petralha sempre se espanta com as m**** que faz. Não sabiam de nada ou faziam inocentemente. Kkkkkkk

Salário mínimo deveria ser de mais de R$ 4 mil

ipca-inflacao-supermercado-leitePrateleiras de leite em supermercado no Catumbi – Pedro Kirilos/Agência O Globo

A cesta básica pesquisada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) recuou em 14 cidades pesquisadas no mês passado, enquanto em outras 13 houve aumento. De janeiro a outubro, porém, todas as cidades acumularam alta. E para que uma família de quatro pessoas pudesse se manter por um mês, de acordo com contas feitas pelo órgão, o salário mínimo deveria ser de R$ 4.016,27 — 4,56 vezes o piso nacional em vigor, de R$ 880.

Para chegar aos mais de R$ 4 mil mensais para uma família de quatro pessoas, o Dieese usa como base a cesta básica mais cara do país, encontrada em Porto Alegre, ao valor de R$ 487,07. Além disso, leva em consideração a determinação da Constituição de que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O valor de outubro é superior aos R$ 4.013,08 necessários em setembro, também de acordo com o órgão.

Segundo os dados levantados pelo Dieese, Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%) foram as capitais que registraram as maiores altas na cesta básica em outubro. Por outro lado, os recuos mais significativos ocorreram em Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%).

Porto Alegre ficou com a cesta mais cara de outubro (R$ 478,07). Em seguida aparecem Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Já as mais baratas foram encontradas em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66). No Rio de Janeiro, o custo da cesta básica em outubro foi de R$ 456,44, alta de 1,08%.

No acumulado no ano, as altas mais expressivas foram identificadas em Maceió (24,25%), Aracaju (23,69%), Rio Branco (21,99%) e Fortaleza (21,21%) enquanto os menores aumentos aconteceram em Brasília (9,58%), Curitiba (10,52%) e Macapá (10,99%).

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João Silva disse:

    SÓ SE FOR DO CATADOR DE LIXO DO CONGRESSO NACIONAL…

  2. Sandro Alves disse:

    kkkkkkk. O salário minimo atual já tá quebando o país, imaginem sendo R$ 4.000,00 O empresariado não aguenta tantos impostos trabalhistas. Se fossem impostos justos, como certeza o salário minimo poderia ser melhor.

Orçamento de 2016 prevê inflação de 5,4%, déficit de R$ 30,5 bilhões e mínimo de R$ 865,50

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5,4% em 2016. A previsão está no Projeto de Lei do Orçamento Anual (PLOA) entregue hoje (31) pelo Poder Executivo ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Já o Produto Interno Bruto (PIB – soma dos bens e riquezas produzidos em um país) deve crescer 0,2%. De acordo com a proposta orçamentária, inflação só atingirá 4,5%, que é o centro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir de 2017.

“Há uma elevação temporária da inflação este ano, mas, com as ações já tomadas pelo Banco Central, prevê-se convergência para a meta até 2017”, afirmou o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa.

Para 2015, a estimativa é inflação de 9,25% e retração de 1,8% do PIB. Com relação à atividade econômica, Barbosa disse que a recuperação deve começar, lenta, em 2016. “A nossa expectativa é que ganhe mais velocidade nos anos seguintes. Parte dessa recuperação está sendo puxada pelo aumento do saldo [da balança] comercial. Mas a demanda interna, o consumo, o investimento doméstico, está contribuindo para uma queda. O saldo comercial não será suficiente para contrabalançar a queda [este ano]”, disse.

O PLOA prevê também que o país encerrará 2016 com déficit primário de R$ 30,5 bilhões, o equivalente a 0,5% do PIB. O salário mínimo para o ano que vem ficará em R$ 865,50. Além da proposta orçamentária para 2016, Nelson Barbosa e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, entregaram a Renan Calheiros o projeto de lei para o Plano Plurianual 2016-2019, que deve ser apresentado a cada início de um novo mandato presidencial. Pelo plano, o salário mínimo atingirá R$ 910,40 em 2017, R$ 957,80 em 2018 e R$ 1.020,80 em 2019.

No domingo (30), o líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), já havia adiantado que o projeto de lei do Orçamento para 2016 poderia prever déficit. De acordo com ele, o governo e os parlamentares poderão negociar alternativas para cobrir o resultado negativo durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional. “Com a frustração da CPMF [Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira], se não tiver outra solução, a saída é apresentar o Orçamento com o déficit e depois negociar. Aí, é uma conversa do Congresso com o Executivo”, disse Delcídio.

R$ 724, 00 será o valor do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2014

A partir do dia 1º de janeiro de 2014, o salário mínimo será de R$ 724 aprovado nesta quarta-feira, 18, pelo Congresso Nacional. A matéria foi aprovada, por unanimidade, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

No projeto que o Executivo enviou para o Legislativo, o governo federal havia previsto que o mínimo seria de R$ 722, 90, mas esse valor foi corrigido para os R$ 724.

A proposta ainda precisa ser sancionada pela presidenta da República Dilma Roussef. O orçamento do ano que vem será de R$ 2,49 trilhões, o que corresponde a 9,21% a mais do que o de 2013, que foi de R$ 2,28 trilhões.

Nesta proposta aprovada o Congresso prevê R$ 130 bilhões a mais de despesas em comparação ao projeto enviado pelo Executivo ao Legislativo.

"Bolsa-presídio" é maior que salário mínimo

Enquanto o salário mínimo não passa dos R$ 545,00, o auxílio reclusão, dado aos presos em regime fechado ou semi-aberto, atinge até R$ 862,00.

Para ter acesso ao auxílio-reclusão, o preso deve ter contribuído anteriormente à sua prisão e não deve estar recebendo qualquer outro tipo de custeio, como auxílio desemprego, por exemplo.

De acordo com a Previdência Social, o preso não recebe um tostão. O benefício é debitado em conta de parente seu, exatamente o que justifica a existência do auxílio: se o segurado está preso, impedido de trabalhar, a família tem o direito de receber o benefício para o qual ele contribuiu.

O auxílio foi instituído há 50 anos e mantido na Constituição Federal de 1988. A média mensal de gastos com esse tipo de benefício é de R$ 18.7 milhões, para quase 30 mil beneficiários. A média é de R$ 627,00 por família.

A profissão do futuro é ser presidiário.