Ocupação de voos para o Rio Grande do Norte registra aumento

Foto: Emprotur/Ilustrativa

Os voos para o Rio Grande do Norte estão com ocupação superior a alguns destinos do Nordeste. É o que revelam os dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), onde Natal se posiciona acima da média da região no balanço anual do segmento. O destino apresentou uma média de 90,5% de ocupação de voos no mês de dezembro de 2019, sendo o “Fator de Aproveitamento dos Assentos” (load factor) maior que os de Fortaleza, João Pessoa, Recife, Salvador, Aracaju e São Luís, no mesmo período.

“O cenário que apresentamos hoje é positivo se comparado aos anos anteriores e um claro reflexo da política de redução do QAV e das contrapartidas determinadas pelo governo em 2019”, afirmou a secretária de turismo, Aninha Costa. “A iniciativa faz parte de uma série de medidas que estão sendo tomadas pela atual gestão para reposicionar o Rio Grande do Norte nacional e internacionalmente e potencializar a entrada de turistas”, concluiu a titular.

Reunião com companhias aéreas

De posse dessas informações, a equipe do Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Turismo, Secretaria de Tributação e a Empresa Potiguar de Promoção Turística (EMPROTUR), em parceria com a Inframérica, vai realizar uma série de reuniões de trabalho com as principais companhias aéreas do Brasil, no mês de março, em São Paulo. O intuito é articular ações que fomentem a demanda de passageiros para o RN e incentivar o desenvolvimento de novas rotas para ampliar a conectividade do estado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cigano Lulu disse:

    Coitados dos turistas desavisados, além de exploração e violência vão contrair leptospirose.
    As ruas de Natal estão inundadas de águas de chuva misturadas com esgotos clandestinos.
    Sem falar no enrocamento de Ponta Negra, o maior ninho de gabirus a céu aberto de todo o Brasil.

  2. Carlos disse:

    Mudem enquanto dá tempo, tudo aqui é um absurdo de caro. Motoristas mau- educados, insegurança generalizada, hoteis sem estrutura etc. Caiam fora.

  3. Carlos disse:

    Coitados, tenho muita pena. Vão ser assaltados em todos os sentidos. Viagem para o sul, américa do sul, caribe ou seja lá para onde for. Mas, não venham para Natal. Perigosíssimo.

Senado analisa passe livre em voos para deficientes de baixa renda

Deficientes: projeto de lei prevê que transportes coletivos reservem assentos gratuitos para deficientes de baixa renda (Huntstock/Getty Images)

Projeto que amplia a gratuidade no transporte coletivo para pessoas com deficiência e de baixa renda poderá ser colocado em pauta pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em caráter terminativo. O PL 1.252/2019, da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), garante a concessão de passe livre também no transporte aéreo.

Atualmente, a pessoa com deficiência e acompanhante considerados carentes fazem jus à gratuidade no transporte coletivo interestadual, por força da Lei do Passe Livre — Lei 8.899, de 1994 —, mas, conforme aponta a senadora, sua regulamentação é feita através do Decreto 3.691, de 2000, e por portarias. O projeto inclui os principais parâmetros para aplicar a gratuidade na própria lei. De acordo com a autora, uma portaria interministerial de 2001 assegurou os direitos somente ao sistema de transporte coletivo interestadual em suas modalidades rodoviária, ferroviária e aquaviária, sem mencionar o transporte aéreo.

“Com essas alterações legais, não mais poderá ser recusado o acesso da pessoa com deficiência em ônibus leito ou semi-leito, por exemplo, nem será impedida a pessoa com deficiência carente de viajar em aeronave, quando tal significar sua melhor ou única opção”, diz Mara Gabrilli na justificativa do projeto.

Prazo para solicitar assentos

Já aprovado na Comissão de Direitos Humanos (CDH) na forma de um substitutivo do relator, senador Romário (Pode-RJ), o texto explicitou que os veículos de transporte coletivo terrestre, aquaviário e aéreo, ou de qualquer outro modal, deverão reservar assentos gratuitos para pessoas com deficiência de baixa renda.

Também ficou explícito que, no caso do transporte rodoviário, a gratuidade definida no artigo 46-A da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146, de 2015) abrange as categorias convencional, econômica, leito, semi-leito e executiva ou outras de igual natureza que venham a ser estabelecidas.

Em relação à venda dessas vagas para outros passageiros, ficou definido os casos os assentos não venham a ser solicitados até 48 horas antes da partida do veículo, poderão ser revendidas pelas empresas aos demais usuários.

Impacto financeiro

Na CAE, o texto analisado será um substitutivo apresentado pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), segundo o qual foram corrigidas “pequenas falhas de técnica legislativa”, tendo considerado as restrições impostas pela Constituição e “a necessidade de evitar retrocessos sociais”. Na sua avaliação, a extensão do benefício do passe livre para todos os modos e serviços de transporte trará “impacto financeiro considerável”. No caso dos ônibus, em que a gratuidade tradicionalmente foi financiada pela majoração das tarifas, “houve uma grande alteração do modelo econômico”.

O senador destaca que a Lei 12.996, de 18 de junho de 2014, estabeleceu que as linhas de ônibus sejam operadas por autorização, e não mais por permissão, como era previsto desde 2001, o que inviabilizou o próprio conceito de reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos, uma vez que na autorização vigora o princípio de livre mercado com contestabilidade. A Agência Nacional de Transportes Terrestres corroborou esse entendimento ao prever a liberdade de preços.

“E não poderia ser diferente, já que a autorização é concedida sem exclusividade e em regime de competição”, acrescenta Acir Gurgacz.

Subsídio

Em relação ao transporte aéreo, o relator também discorda do prazo de apenas dois dias para a venda do bilhete não utilizado. Além disso, ressalta que, da mesma forma como ocorre com os ônibus, o regime vigente é o de liberdade de preços, o que impede o financiamento por meio do aumento de tarifas.

Desse modo, conclui o relatório de Gurgacz, como não é possível financiar a gratuidade pelo aumento de tarifas (o que estaria de acordo com a Constituição), o novo benefício proposto só poderia ser efetivado caso a União arcasse com o custo dos bilhetes, seja com recursos orçamentários, seja com a majoração de contribuições sociais.

“A bem da verdade, a situação do próprio transporte rodoviário convencional deveria ter sido equacionada já desde 2014, quando ocorreu a edição da mencionada Lei nº 12.996. Entendemos, contudo, que esse não é o escopo do projeto da Senadora Mara Gabrilli, de modo que sugerimos a apresentação de Projeto de Lei específico”, recomenda o relator.

Acir Gurgacz manteve o prazo de 180 dias para que a lei entre em vigor após a sua promulgação.

Exame, com Agência Senado

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio Nogueira disse:

    Advinha quem vai pagar por isso?

  2. João Sem Braço disse:

    Este é o nosso Senado: um presidiário é o relator do projeto.

Aéreas ‘Low cost’ aumentam oferta de voos para o exterior

Foto: Renato Luiz Ferreira/Folhapress

Companhias aéreas estrangeiras de baixo custo começam a ampliar a oferta de passagens internacionais no País.

A norueguesa Norwegian, que vai fazer voos diretos do Rio de Janeiro a Londres, a partir de março, colocará no mercado 70 mil novos lugares por ano. A chilena Sky Airlines começou a operar rotas do Rio de Janeiro e de Florianópolis para Santiago.

A chilena passará a oferecer voos para São Paulo a partir de 7 dezembro, num total de 70 mil assentos apenas entre dezembro e março.

Na Norwegian, o preço mínimo do trecho deverá ficar em R$ 1,2 mil. Empresas concorrentes vendem passagens de ida e volta por R$ 2.900.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente global do grupo, Bjorn Kjos, afirmou que a operação da aérea vai começar pelo Rio por a cidade atrair muitos turistas europeus. Kjos não detalhou se vai oferecer outros destinos no País.

A companhia já está operando na Argentina. “Fomos surpreendidos com a operação na Argentina. Ainda não conhecemos bem o mercado brasileiro, mas estamos otimistas e esperamos que os brasileiros optem por viajar para a Europa e possam fazê-lo com tarifas baixas por nossa companhia”.

A Sky começa sua operação no Brasil com cinco voos por semana para São Paulo, seis para o Rio e quatro para Florianópolis – esse último vai operar até março. A intenção, no entanto, é ter voos diários para Rio e São Paulo, segundo o diretor regional de vendas, Jaime Fernandez. “Ainda não temos previsão de quando isso vai acontecer. Precisamos, antes, tornar essas primeiras operações rentáveis.” O executivo diz ainda que poderá lançar novos destinos no Brasil em 2019.

O modelo de baixo custo adotado pela Sky permitiu uma queda de 30% no preço médio das passagens no Chile – patamar que pode ser repetido no Brasil. No site da companhia, é possível encontrar passagens de ida e volta para Santiago, partindo de São Paulo em dezembro, por R$ 700. Em concorrentes, a tarifa mais barata é R$ 850.

Para garantir preços mais baixos, a empresa está investindo US$ 1,6 bilhão para renovar e ampliar sua frota – hoje, são 15 aeronaves. Foram comprados 21 aviões A320neo, que gastam menos combustível. Segundo Fernandez, uma negociação com o governo chileno também permitiu a redução de 20% neste ano nas taxas de embarque.

Concorrência

Para o especialista no setor aéreo André Castellini, sócio da consultoria Bain & Company, as empresas de baixo custo dificilmente conseguirão manter tarifas mais baratas do que as concorrentes brasileiras, pois seus custos não serão muito inferiores. “Elas podem até subsidiar assentos no começo, mas é inviável manter isso por um longo período.”

Castellini lembra que companhias como Latam e Gol já adotam estratégias de empresas ‘low cost’ em alguns serviços, como na cobrança pela marcação do assento. As companhias brasileiras, diz ele, também estão incluindo aeronaves que gastam menos combustível em suas frotas. “Não dá para fazer milagre. As locais adotaram o que é possível. Ambas (Latam e Gol) são eficientes em custos.

Estadão

 

Durante eleições em 2012, aeronaves do governo fizeram 87 voos ao município de Mossoró

O RN TV 2ª Edição na noite dessa quarta-feira (12), divulgou novas informações sobre os voos de aeronaves do governo do RN durante a campanha eleitoral em Mossoró, em 2012. De acordo com a matéria, através de acesso a um relatório anexado ao processo analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-RN), as duas aeronaves fizeram 87 viagens ao município durante o período, registro confirmado pelo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 3), que faz o monitoramento do espaço aéreo brasileiro.

Segundo a reportagem, o relatório que específica às viagens diz que 25 delas aconteceram em fins de semana ou feriados. Ainda segundo o documento, em caso de se considerar a sexta à noite como fim de semana, esse número aumenta para 38.

Rosalba foi condenada por abuso de poder político e econômico por uso da máquina pública, de forma irregular, durante a campanha eleitoral de 2012 de Cláudia Regina, também do DEM.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Delgado disse:

    Concordo com Mendonça, até porque além de tudo que ele destacou, tem também as entregas das viaturas da polícia tanto motos como os carros novos, armas, coletes as reformas dos presídios e delegacias, o Hospiral da mulher e muito mais, é tanto que estamos vendo o índice de morte e assaltos caindo todos os dias. Minha gente é tanta melhoria q foi um milagre repito milagre fazer tanto pelo povo da terra dela com só 87 viagensinhas q não pagava nem as diárias.

  2. sos saude disse:

    Essa seria a vez do PT se não fosse a ambição de Fatima Bezerra..Ao juntar-se a Sandra Rosado a deputada provou que para satisfazer os seus interesses, ela faz qualquer coisa; Frauda eleição, passa a perna em companheiro usa sua categoria e as estrutura do sindicato dos educadores,.è o cão chupando manga..

  3. Victor Mendonça disse:

    Tudo isso é intriga da oposição, falta de assunto.
    A governadora viajou tanto para trabalhar pelo povo, fiscalizar as milhares de obras que realiza, foi vê pessoalmente as condições dos hospitais, verificar se as escolas estão funcionando, distribuir semente aos agricultores, participar das refeições do barriga cheia, presenciar o programa do leite funcionando. Não foi para fazer política, não foi para campanha política, não foi para eleger a prefeita Claudia Regina, isso é fruto da imaginação da oposição que não quer o melhor para o Rio Rosado do Norte.
    Tem mais, foi de avião porque o preço da gasolina, álcool e óleo diesel ta pela hora da morte, os postos por aqui cobram caro demais, afinal temos o combustível mais caro do nordeste, assim economizou voando.
    Coincidentemente as viagens pararam logo após a data da eleição pois como foi tudo muito fiscalizado antes, não precisava mais fazer isso. Porém não esqueçam, a fiscalização volta em 2014. Por ser ano eleitoral, os maldosos vão dizer que ela vai fazer política de novo. Assim é fogo, não tem quem aguente esses invejosos.

TAM e GOL confirmam suspensão de quatro voos em Natal

Por interino

O que já havia sido anunciado em primeira mão pelo BLOG do BG se confirmou. As companhias aéreas TAM e GOL confirmaram a suspensão de quatro voos com operação no Aeroporto Augusto Severo.

A TAM suspendeu os voos para Fortaleza, Salvador e São Paulo. A Gol cancelou para Recife.

Através da assessoria de imprensa, em matéria divulgada no Novo Jornal, a TAM justificou a suspensão com a chegada da baixa estação. Mas disse que esses voos ainda estão sendo avaliados e podem não retornar em julho.

A Gol, por sua vez, alega uma mudança em toda a malha da empresa. Em troca, traz dois novos trechos para Natal: Brasília e Belo Horizonte.

Gol demite 131 funcionários e corta 80 voos diários após rombo de R$ 700 milhões em 2011

Além das demissões, a Gol também alterou a quantidade de voos diários. Foram reduzidos em torno de 80 voos de um total de cerca de 900 operados diariamente. Em nota, a companhia disse que as medidas foram tomadas para que a empresa possa “adequar-se à nova realidade do mercado”, manter seu plano de negócios disciplinado e a sustentabilidade de sua operação”.

Companhias aéreas investem em voos que vão até regiões da Baixada Fluminense | Foto: Tamyres Matos / Agência O Dia

A companhia disse que as medidas são para “adequar-se à nova realidade do mercado” | Foto: Divulgação

A Gol disse ainda que não deixará de atender a nenhum dos 63 destinos nacionais e 13 internacionais que compõem sua malha aérea. “O que está em curso é uma redução de frequências. Esta diminuição, adequada à nova realidade da companhia, manterá a oferta de assentos prevista para 2012”.

A direção do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) reuniu-se hoje com representantes da Gol para discutir a reestruturação da companhia. A empresa comunicou à entidade que avaliou como necessário o desligamento de 86 pilotos e 45 comissários, todos em fase de admissão ou treinamento.

Segundo nota do sindicato, a entidade tentou evitar as demissões, “mas a companhia foi intransigente. A Gol assumiu com o SNA o compromisso de dar preferência, em novas contratações, aos trabalhadores demitidos”.

As informações são da Agência Brasil