Judiciário

Delúbio: "julggamento do mensalão será o maior espetáculo midiático do Brasil"

Um dia, quando o governo Lula já tiver passado pelo corredor frio da posteridade, será interessante lembrar a personalidade de cada um dos quadrilheiros do mensalão.

A história produzirá um relato sobre a teia de cumplicidades e a ausência de constrangimentos.

Entre todos os réus do Supremo, o menos constrangido é Delúbio Soares. Há seis anos, no alvorecer do escândalo, o ex-gestor das arcas podres vaticinara:

“As denúncias serão esquecidas e vão virar piada de salão.”

Agora, com o país em compasso de espera, Delúbio retorna à boca do palco para dizer: o julgamento do mensalão “será o maior espetáculo midiático do Brasil.”

A soma da frase de ontem com a declaração de hoje, leva a uma incômoda conclusão:

Para Delúbio, a denúncia que a Procuradoria formulou e que o STF converteu em ação penal é uma anedota. Ao final do “espetáculo”, réus impunes cairão na gargalhada.

Delúbio repisa: “Houve um problema de deficit de campanha. As pessoas do PT e dos partidos aliados recorreram aos partidos…”

“…Coube ao tesoureiro do PT na época –pessoa jurídica de tesoureiro do PT, que era eu—, e resolvemos pegar dinheiro emprestado com os bancos…”

“…E demos o dinheiro para as pessoas pagarem as dívidas. Se as pessoas não contabilizaram o dinheiro na Justiça Eleitoral, o problema é de quem pegou…”

“…O dinheiro tem origem, por isso que nós saímos do termo caixa dois para os recursos não contabilizados. Foi isso que aconteceu.”

Nunca antes na história desse país um culpado pareceu tão inocente. Ou nunca um inocente pareceu tão culpado.

Caberá ao STF escrever o epílogo desse triste capítulo jocoso da história nacional. Os magistrados podem escrever uma página séria. oriografia nacional.

Torça-se para que os magistrados escrevam uma página séria. Do contrário, o Brasil vai à posteridade como um salão de piadas.

Josias de Souza

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cultura

Lampião era gay, diz biografia

Um nova biografia de Lampião está causando polêmica antes mesmo de ser lançada. O livro diz que o cangaceiro era gay e que sua mulher, Maria Bonita, era adúltera – a filha do casal, inclusive, seria de outro homem. Os dois foram mortos em 1938 e tiveram suas cabeças expostas em praça pública.

Lampião, o Mata Sete, com lançamento agendado para 1º de dezembro, é de autoria do juiz aposentado Pedro Morais. Segundo o escritor, Lampião e Maria Bonita chegaram, inclusive, a dividir o mesmo namorado. “Não sou eu o primeiro a dizer isso, não. O professor Luiz Mott há mais de 30 anos já dizia isso”, disse ao Correio da Bahia.

A família do cangaceiro não gostou nada da história. E conseguiu na quinta-feira uma liminar na 7ª Vara Cível de Aracaju proibindo o lançamento. A multa é de até R$ 20 mil. O autor promete recorrer.

Opinião dos leitores

  1. Palhaçada! Baseado em quê? Esse cara quer passar por cima dos especialistas do cangaço?Pq Luiz Mott disse…tem nada a ver.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esporte

Classificação final série B. ABC é 10º

Times P J V E D GP GC SG %
1 Portuguesa Portuguesa >> 81 38 23 12 3 82 38 44 71
2 Náutico Náutico >> 64 38 17 13 8 51 41 10 56
3 Ponte Preta Ponte Preta >> 63 38 17 12 9 63 45 18 55
4 Sport Sport >> 61 38 17 10 11 62 44 18 53
5 Vitória Vitória >> 60 38 17 9 12 61 48 13 52
6 Bragantino Bragantino >> 58 38 16 10 12 65 53 12 50
7 Boa E.C. Boa E.C. >> 57 38 16 9 13 44 40 4 50
8 Americana Americana >> 56 38 15 11 12 40 45 -5 49
9 Grêmio Barueri Grêmio Barueri >> 53 38 15 8 15 48 53 -5 46
10 ABC ABC >> 53 38 13 14 11 52 53 -1 46
11 Goiás Goiás >> 52 38 16 4 18 51 57 -6 45
12 Guarani Guarani >> 52 38 15 7 16 51 48 3 45
13 Paraná Paraná >> 52 38 14 10 14 48 44 4 45
14 Criciúma Criciúma >> 51 38 13 12 13 43 43 0 44
15 São Caetano São Caetano >> 51 38 12 15 11 57 51 6 44
16 ASA ASA >> 48 38 13 9 16 44 54 -10 42
17 Icasa Icasa >> 47 38 11 14 13 52 55 -3 41
18 Vila Nova-GO Vila Nova-GO >> 32 38 7 11 20 34 53 -19 28
19 Salgueiro Salgueiro >> 26 38 8 5 25 32 63 -31 22
20 Duque de Caxias Duque de Caxias >> 17 38 2 11 25 32 84 -52 14

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

João Faustino sente dores no peito e é transferido do QG da Polícia para UTI

O ex-deputado federal João Faustino tornou-se o segundo a deixar o QG da PM por problemas de saúde.

Após sentir dores no peito, ele foi transferido agora há pouco para a UTI do Hospital São Lucas.

Faustino sentiu dores no peito dentro do alojamento no qual está recluso e foi atendido por uma equipe médica ainda no Comando Geral da PM.

Faustino tem 69 anos e já foi submetido a duas intervenções cirúrgicas.

Antes dele, o empresário Gilmar da Montana também foi transferido para o  hospital do Coração por problema gástrico.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Henrique Alves visita João Faustino

O deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB) visitou, longe dos holofotes da imprensa, o suplente de senador João Faustino, preso no Comando Geral da Polícia Militar.

A visita foi ontem à noite. Henrique chegou às 18h15 e saiu às 19h30.

Antes dele, Felipe Maia e Rogério Marinho também foram visitar o colega preso.

Em tempo, o regimento só permite visita aos fins de semana, o que implica afirmar que os atos de solidariedades são precedidos de autorização superior para que se transgrida o próprio mandamento da corporação.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

SINAL FECHADO: Devassa à Assembleia Legislativa não está descartada

As investigações que apontam para existência de um esquema fraudulento que bateria a casa do bilhão de reais dentro do Detran se estende, por ora, ao Executivo.

Os questionamentos, contudo, também passam pela Assembleia Legislativa do Estado. É que para viabilizar a inspeção veicular ambiental – o instrumento chave que permitiria os desvios milionários – foi preciso que a Assembleia aprovasse uma lei.

Como se sabe, tal lei, batizada de PCVC, foi apontada como um instrumento eivado de vícios de ilegalidade, o que motivou o cancelamento da lei pela atual administração do Estado.

À época em que a lei foi aprovado, o presidente da Casa era o hoje vice-governador do Estado, Robinson Faria, que, até aqui, tem sido apontado como um alvo do grupo, não tendo, contudo, se subjugado às artimanhas.

Uma fonte com trânsito livre nas investigações do MP confidenciou a este blog que deputados estaduais não foram investigados em razão do foro privilegiado.

Eventuais indícios de envolvimento de deputados estaduais não serão relegados. O Tribunal de Justiça deverá ser acionado.

Opinião dos leitores

  1. E o IDEMA?
    Onde entram os estudos e quem fez que embasaram essas coisas?
    Vão achar umas fundações bem ligadas a uns politicos…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

MP bate duro na ex-governadora Wilma e no seu filho

O Ministério Público Estadual (MPE) emitiu nota em tréplica às afirmações da ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que insinuou má fé na atuação do parquet nas investigações de fraudes ao Detran.

Eis o texto:

O Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, em razão de notas à imprensa elaboradas pela ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, em que se faz adjetivações negativas a respeito da atuação desta Instituição e se lança um “desafio”, vem a público esclarecer o seguinte:

a)É comum que investigados, confrontados com fortes indícios e evidências de sua participação em ilícitos procurem desviar o “foco” do noticiário, por meio da desgastada estratégia de tentar acusar e desafiar o órgão investigador;

b)Quanto à acusação de má-fé por parte desta Instituição, muito provavelmente pelo fato de se ter dado publicidade a provas, indícios e evidências de que a ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, tiveram participação na cadeia criminosa revelada na operação “Sinal Fechado”, esta deve ser prontamente repelida;

c)Não existiu qualquer razão metajurídica para tanto. Não houve “pirotecnia jurídica”, mormente diante de peças bem elaboradas, claras e tecnicamente precisas. Não existem “medos políticos inconfessáveis” por parte desta Instituição. Ao contrário, o Ministério Público tem se pautado pela investigação e acusação a quem quer que seja, como no caso presente, independentemente de sua suposta importância ou “lado” na cena política; Aliás, todas as menções a Srª Wilma Maria de Faria e ao advogado Lauro Maia constantes nas petições advém de informações obtidas a partir de diálogos mantidos entre os investigados, que de forma expressa registram tais pessoas como beneficiárias das ações da organização criminosa, tendo o Ministério Público, como é de seu dever, levado os fatos ao Poder Judiciário, que reconheceu a procedência dos pedidos e determinou a realização das diligências necessárias à continuação da apuração dos fatos. Não há uma única afirmação feita pelo Ministério Público que não esteja baseada em elementos de evidências e provas, notadamente as próprias palavras dos demais investigados e pessoas referenciadas em interceptações judicialmente autorizadas.

d)Não é verdade que um membro do MPRN teria afirmado inexistir provas contra a ex-Governadora do RN, Wilma Maria de Faria, e seu filho, advogado Lauro Maia, na coletiva de imprensa dada na tarde do dia 24 passado. O que se afirmou foi que não havia necessidade de busca e apreensão na residência destes investigados, dado que, muito provavelmente, não seriam ali encontradas provas a esse respeito, uma vez que os fatos ocorreram em meados de 2009;

e)Ora, as petições levadas a público com autorização judicial, que continuam à disposição no “site” da Instituição (www.mp.rn.gov.br), descreveram de forma minuciosa as diversas provas acerca da participação dos investigados em comento, colhidas ao longo de nove meses de apurações, como diálogos em que se afirma, categoricamente, que George Olímpio pagou vantagem indevida (“propina”) a Lauro Maia, bem como fez promessa de pagamento de vantagem indevida a este investigado, além de comunicações telemáticas em que George Olímpio revela que participou ativamente da elaboração de projeto de lei de autoria da investigada Wilma Maria de Faria, tendo recebido a própria mensagem por ela encaminhada à Assembléia Legislativa, com o projeto de lei que resultou na sanção da Lei n.º 9.270/09, o que representou indício de que as propostas a Lauro Maia se destinavam, em verdade, à sua mãe, então gestora máxima do Executivo Estadual;

f)O interrogatório do investigado José Gilmar de Carvalho Lopes (Gilmar da Montana), tomado no dia da operação, e, portanto, após a elaboração das referidas petições corrobora a prova e evidências até então conhecidas, reforçando ainda mais o que já havia sido apurado, principalmente quando o mesmo afirma que, de fato, George Olímpio lhe confidenciou que ofereceu promessa de vantagem indevida à investigada Wilma Maria de Faria, consistente em cota de 15% (quinze por cento) da sua parcela nos futuros lucros do Consórcio INSPAR, como forma de garantir a vitória deste consórcio na licitação para a inspeção veicular no RN;

g)Diversas provas já colhidas na investigação Ministerial, portanto, dão conta da implicação e envolvimento da Ex-Governadora Wilma de Faria e seu filho Lauro Maia no aludido esquema;

h)Importante repisar, apesar de ser de conhecimento público, que o Ministério Público Estadual contesta veementemente a constitucionalidade da Lei n. 9.270/09, que trata da Inspeção Veicular no Estado do Rio Grande do Norte, tanto que representou ao Procurador-Geral da República em face de tal vício, tendo sido ajuizada no Supremo Tribunal Federal a competente Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin n° 4.551). A Adin está sob a relatoria da Ministra Carmén Lúcia, em pauta para julgamento;

i)Por fim, é de se reconhecer que é absolutamente compreensível a insatisfação e, mesmo, a revolta, expressadas por pessoas que estão sendo investigadas por fatos tão graves quanto os descortinados com a operação “Sinal Fechado”. É, inclusive, uma reação humana natural e esperada a autodefesa diante da magnitude dos fatos. Todavia, o papel do Ministério Público sempre será regido pelo aspecto técnico, não se deixando envolver partidária e emocionalmente em qualquer caso, nem aceitando desafios pessoais. Afinal, no Estado Democrático de Direito cada instituição deve exercer as suas atribuições, sendo as ações do Ministério Público pautadas dentro da estrita ordem constitucional, da qual jamais se afastará;

j)O Ministério Público do Rio Grande do Norte reafirma o seu total compromisso com a verdade, não havendo qualquer interesse em imputar culpa a pessoas realmente inocentes. Por outro lado, com a mesma serenidade,afirma que jamais deixará de investigar quem quer que seja, inclusive aqueles que, não se sabe por qual motivo, parecem imaginar que estão acima da lei.


Natal/RN, 26 de novembro de 2011.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE

Opinião dos leitores

  1. O RN tbunca esteve tao famoso nacionalmente… Ate na folha.com ja saiu a cobertura da operecao sinal fechado… Oooo cidadezinha pra ter peca boa…

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Gilmar da Montana: Não posso, portanto, ficar calado diante das acusações sem provas"

O empresário Gilmar da Montana, divulgou uma nota a respeito da denúncia do Ministério Público que culminou na sua prisão.

Gilmar da Montana afirma que está sendo condenado sem julgamento e sem provas, e nega participação no suposto esquema de fraudes envolvendo a inspeção veicular.

Confira a íntegra da nota:

“·Do leito hospitalar onde me encontro, assisto com revolta, indignação e tristeza o meu nome ser jogado numa vala comum entre supostos corruptos e corruptores. Sempre pautei a minha vida pessoal e profissional sob os alicerces do trabalho, da família, do respeito e da honestidade. Não posso, portanto, ficar calado diante das acusações sem provas que fazem contra a minha pessoa.

· Desde o primeiro momento em que o meu nome foi envolvido nesse assunto, sempre procurei ser claro, positivo e transparente nos questionamentos que me foram feitos, até como forma de poder dar ao MPE a oportunidade e as condições de separar o joio do trigo.

· È preciso que se diga que o meu relacionamento com o grupo Inspar se deu tão somente no âmbito comercial. Sou construtor e a minha construtora – como poderia ter sido qualquer uma do nosso estado – foi a escolhida para erguer os prédios onde funcionaria as bases de prestação de serviço de inspeção veicular.

· Trabalhei, investi, fiz obras pelas quais não recebi um único centavo. Fiquei no mais completo e absoluto prejuízo.

· Tive a minha casa e escritório devassados, fui preso e hospitalizado, me vejo condenado sem julgamento, com o meu nome negativamente exposto perante a sociedade, envolto em um ‘mar de lama’.

· No entanto, os meus acusadores não apresentam – e não vão apresentar porque não existe – uma única prova, cabal, consistente e fulminante, que indique que eu me beneficiei de dinheiro público, que recebi ou ofereci propinas, que fui corrompido ou que sou agente corruptor.

· Mesmo sem ser protagonista de qualquer ato de corrupção passiva ou ativa, estou com meus bens seqüestrados, impossibilitado de movimentar os meus negócios.

· A decisão judicial que me veta o direito de exercer a minha vida empresarial, penaliza também  180 famílias de operários e trabalhadores sérios e honestos, privados agora de receber seus vencimentos e vantagens como o 13º salário.

· Continuo preso, sofrendo de uma privação de liberdade temporária, cuja legalidade é questionável, pois o Ministério Público já colheu os objetos que julgou necessário para subsidiar a ação investigativa.

·Confio na Justiça do meu estado e desafio a quem quer que seja que apresente as provas dos crimes que me acusam, ou me esqueçam.

· Não posso continuar a ser usado como ‘bode’ expiatório de um espetáculo midiático do qual eu sou vitima e não réu.

· Reafirmo a minha inocência e enfatizo que em nenhum momento cometi qualquer ilicitude, nem atos que possam envergonhar a minha família, meus amigos, parceiros comerciais, colaboradores e a sociedade potiguar como um todo.

José Gilmar de Carvalho Lopes”

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Sinal Fechado: da caminhada ao shopping, não se fala em outra coisa

Da calçada do restaurante à pista de caminhada do Parque das Dunas, da sessão de cinema às mesas de restaurante não se fala em outra coisa. O assunto mais comentado é a Operação Sinal Fechado, deflagrada quinta-feira pelo Ministério Público com o apoio intensivo da Polícia Militar.

E por que tanta repercussão, se a Sinal Fechado é igual a outras operações policiais já realizadas no Estado, com prisões e uso de provas como escutas telefônicas autorizadas pela Justiça?

A diferença é o quilate das pessoas envolvidas, o sobrenome e atuação de alguns dos principais implicados.

Não estamos falando de Bruno Giovanni, blogueiro. Estamos falando de um ex-deputado federal, suplente de senador por dois mandatos, candidato a governador e a prefeito de Natal. Um homem com a larga folha de serviços prestados ao Rio Grande do Norte como é o caso de João Faustino, que já ocupou cargos de relevância no Governo Federal e no Governo de São Paulo.

Estamos falando de um ex-governador do Estado, com uma extensa carreira que inclui dois mandatos de deputado estadual e seis de deputado federal, como é o caso de Iberê Ferreira. Um homem que já foi relator da Comissão Mista do Orçamento do Governo Federal no Congresso Nacional.

Estamos falando de pessoas de famílias tradicionais do Estado, com extensa participação na vida pública do Estado, como é o caso de Carlos Theodorico Bezerra, neto do lendário “majó” Theodorico.

Estamos falando de pessoas que alcançaram o sucesso profissional e pessoal e que têm belas histórias de vida pra contar como é o caso do empresário José Gilmar Lopes, o Gilmar da Montana.

Por causa de tudo isso, O Blog do BG está acompanhando atentamente cada episódio e cada desdobramento da Operação Sinal Fechado. Não fez e nem fará juízo de valor, atendo-se única e exclusivamente aos fatos e às denúncias feitas pelo Ministério Público

Também é fato que o Ministério Públicos já se excedeu algumas vezes. É possível que tenha cometido excessos na apresentação da petição que levou ao desencadeamento da Operação Sinal Fechado.

Mas também é fato que a petição é uma das peças acusatórias mais duras e mais bem elaboradas já produzidas pelo MP do Rio Grande do Norte.

É relevante destacar que juízes pautados pela coragem e a isenção acataram a petição do MP, decretaram prisão e bloqueio de bens e negaram os habeas corpus impetrados pelos acusados. Todos os habeas corpus impetrados até agora foram negados.

Os fatos  estão aí e agora cabe à Justiça desempenhar o seu papel, cobrando e julgando provas, realizando, dentros dos prazos estabelecidos pela legislação, o exame imparcial.

Quem encontrado em culpa deve pagar. Quem for inocente que seja isento de culpa.

A população do Rio Grande do Norte, cansada de tantos escândalos e operações policiais, espera que a Operação Sinal Fechado produza bons resultados em termos de moralização da administração pública.

A isso se chama expectativa de Justiça. Com J maiúsculo.

Opinião dos leitores

  1. Concordo plenamente com  sua analise, Bruno. Acho sim, que o MP exagera em suas ações e não devemos fazer pré-julgamentos. Depois de um tapa levado, nada o tira da face de quem o levou. Parabén pelo blog.

  2. Caro Bruno, é preciso ter a compreensáo que vamos testemunhar mais escändalos na semana ainda. Tem pessoas que se abrirem a boca, uma parte de Natal cai! Vamos aguardar as novas fontes surgirem!

  3. Senti falta apenas da citação a Ex-Governadora Wilma de Farias!

    Mas realmente estou em extase com a operação Sinal Fechado!

    Um dia a casa cai e quem deve tem que pagar!!!

  4. parabenizo a coragem dos Membros do MP, por tudo!! Ao promotor Manoel Onofre a quem admiro muitíssimo, que está sempre do lado da Justiça, no propósito da moralização desse poder público corrupto!! que todos sejam punidos é o desejo de todos os cidadãos do nosso estado!

  5. Não tenhos mais dúvidas, deverá ser aberto processo para canonização de todos
    os envolvidos na operação “SINAL FECHADO”.

  6. com todo respeito, o MP não comete "excessos", mas, sim, deixa de cometer excessos em algumas ocasiões…A nova geração de promotores é bem mais comprometida com a coisa pública, a quem eles devem total obediência. A Justiça, essa se busca nos tribunais, e lá, ainda falta muito por fazer. Torçamos para que uma nova geração de juízes venha a surgir, sem compromissos com velhas e corruptas práticas

  7. Parabéns pela excelente análise, caro blogueiro. Você cresce a cada dia. Está ficando muito mais jornalista, do que blogueiro, e muito mais jornalista do que muitos "diplomados" que não exercem o sagrado direito-dever da imparcialidade no trato com a notícia. Quanto a excessos do MP, isso é o de menos. Assim como a imprensa não tem que ser justa, tem que ser livre, como já disse um renomado juiz norte-americano, o MP não tem que ser justo (isso fica para a Justiça), tem que ser acusador, ele é órgão acusatório, é nosso defensor contra o pior tipo de assassino: o de crianças inocentes. E todo corrupto, todo ele, sem exceção, que rouba qualquer verba pública, é um assassino de crianças inocentes, pois cada centavo desviado do nosso dinheiro, que segue para carros importados, viagens nababescas, demonstrações ridículas de novoriquismo,  noitadas de carteado, lavagem dos pés com old parr, e outras bizarrices, é um centavo a menos na compra frustrada de uma UTI infantil. Agora é aguardar que o TJRN não desmanche essa operação.

    1. PUTAKIWPARIW MARCÃO SARMENTO, FALOU TUDO ME FEZ LEMBRAR O  GRANDE MEXICANO SUBCOMANDANTE MARCOS 

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Denúncia

Assessores de Carlos Lupi pediam R$ 1 milhão de reais por registro sindical

Reportagem em VEJA desta semana mostra que sindicalista ligado ao PT alertou o Palácio do Planalto sobre o esquema de extorsão na pasta há nove meses, mas nada foi feito

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, em audiência da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal

Nas últimas semanas, o país conheceu a extensa lista de serviços prestados pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi – não aos brasileiros, mas ao seu partido, o PDT. A edição de VEJA que chega às bancas neste sábado acrescenta à relação mais uma traficância em curso na pasta: um esquema de extorsão envolvendo assessores de confiança do ministro que cobram propina para emitir o registro sindical. O governo foi alertado para o caso há nove meses por sindicalistas ligados ao PT, mas nada foi feito a respeito.

Quem relata o caso é o mecânico Irmar Silva Batista, que foi pego na engrenagem quando tentava criar o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sirvesp). Em 2008, o então secretário de Relações do Trabalho, Luiz Antonio de Medeiros, o apresentou a um assessor, Eudes Carneiro, que lhe pediu 1 milhão de reais para liberar o registro. Irmar se recusou a pagar e o registro não saiu até hoje.

Em fevereiro deste ano, Irmar enviou por e-mail uma carta para a presidente Dilma Rousseff e para o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. No documento, ele narra o caso e pede providências. O Palácio do Planalto acusou o recebimento da carta em 9 de março, mas na semana passada a assessoria de imprensa da Presidência informou que não foi possível fazer nada. Por motivos técnicos: o trecho que narrava a denúncia, estranhamente, teria chegado cortado na mensagem recebida. Ouvidos por VEJA, todos os citados por Irmar Batista negaram o pedido de propina.

Em entrevista à reportagem, Irmar Batista contou em detalhes o pedido de propina. Confira a seguir duas das respostas publicadas por VEJA:

O senhor foi achacado no Ministério do Trabalho? No fim de 2008, fui a Brasília reclamar da demora para registrar o sindicato. Procurei o Medeiros (Luiz Antonio de Medeiros, então secretário de Relação do Trabalho), que me levou a uma sala ao lado e disse: “O que o Eudes acertar, está acertado”. Então ficamos a sós com o Eudes Carneiro (assessor do ministério). Antes da reunião, o Eudes mandou a gente desligar os celulares. Sentamos à mesa e veio a proposta indecente: eles pediram 1 milhão de reais para liberar o registro do sindicato.

O senhor fala em esquema, o que sugere que seu caso não foi o único. Vários sindicatos foram extorquidos, mas o pessoal tem medo de aparecer. Há outros sindicatos que também foram vítimas disso que aceitaram pagar propina.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

George Olímpio e o sócio advoga para Iberê desde 2008

Tribuna do Norte:

“Eu não tenho ligação com políticos ou pessoas ligadas ao governo passado”, admitiu George Olímpio fazendo referência ao ex-governador Iberê Ferreira de Souza em uma das entrevistas concedidas à TRIBUNA DO NORTE durante o processo de suspensão da inspeção veicular, entre janeiro e fevereiro passados. As evidências, porém, provam o contrário. Numa consulta realizada no site do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, ontem à noite, George Olímpio atua como advogado de defesa do ex-governador no processo 2008.903069-7 distribuído por sorteio no dia 18 de dezembro de 2008.

Emanuel AmaralEx-governador Iberê Ferreira de Souza é defendido por George Olímpio

Além de George Olímpio, Caio Biagio Zuliani, aparece como o advogado de defesa do ex-governador Iberê Ferreira de Souza em mais seis processos diferentes. Caio Biagio também foi preso de forma temporária na Operação Sinal Fechado, deflagrada pelo Ministério Público quinta-feira passada. Ele é um dos sócios minoritários da GO Desenvolvimento de Negócios com participação societária de 1% e capital investido de R$ 15.750,00. De acordo com petição do Ministério Público, Biagio participou das fraudes praticadas pela organização de George Olímpio relacionadas ao Consórcio Inspar.

O Ministério Público Estadual aponta Iberê Ferreira de Souza como “possível eminência parda por trás de George Olímpio”. De acordo com a petição que embasou a Operação Sinal Fechado, há provas de que Iberê havia recebido pelo menos R$ 1 milhão do esquema fraudulento, além de ter sido agraciado com com cotas de participação nos futuros lucros do Consórcio Inspar. As acusações contra o ex-governador pelo Ministério Público continuam com a afirmação de que ele teria contribuído para a contratação do Consórcio e para a assinatura do contrato fraudulento com a Planet Business Ltda.

Ainda de acordo com a petição, o ex-governador “presidiu a reunião do Conselho Deliberativo do Estado (CDE) que aprovou a minuta de contrato da Planet Business Ltda sem que sequer existisse o órgão para o qual esta empresa prestaria serviço. Enfim, foi o quem assinou o contrato da terceirização de serviço do CRC/Detran/RN e o termo de concessão do serviço de inspeção veicular ambiental”.

Os promotores definem o modus operandi do processo fraudulento como peculiar e com provas e fortes indícios de uma parceria exitosa entre George Olímpio e os demais citados na petição, sobretudo com membros do mais alto escalão do Governo Estadual à época: Wilma de Faria e Iberê Ferreira.

No início do segundo semestre do ano passado, no lançamento da campanha de reeleição do então ex-governador Iberê Ferreira de Souza, o advogado e empresário George Olímpio dividiu o mesmo palanque com Iberê e a candidata ao senado, Wilma de Faria. Na ocasião, ele ficou ao lado de um dos filhos de Iberê no evento que ficou conhecido como “Iberetion”, realizado na Vila Folia, em Parnamirim.

Na nota oficial encaminhada pelo ex-governador à imprensa, Iberê Ferreira de Souza não faz nenhuma menção ao advogado George Olímpio. A assessoria de imprensa de Iberê afirmou que ele jamais havia negado conhecer Olímpio e confirmou que ele era advogado do ex-governador. À época do processo de suspensão da inspeção veicular, entre janeiro e fevereiro, Iberê preferia não comentar qual relação mantinha com George Olímpio.

Fraudes só foram possíveis por rede de influência política

A investigação de noves meses do Ministério Público Estadual (MPE) conseguiu reunir documentos que podem comprovar a ação corruptiva de empresários e agentes políticos no trato com a coisa pública no Rio Grande do Norte. Os e-mails e telefonemas interceptados pelos promotores, com autorização da Justiça, arrolados na petição apresentada pelo MPE, escancaram como a suposta quadrilha tinham penetração no Governo do Estado e faziam parte da engrenagem de uma máquina que geraram R$ 10 milhões de faturamento em apenas oito meses.

Para colocar a máquina em funcionamento, era necessário influência e bom relacionamento com as pessoas certas. A amizade com algumas pessoas, inclusive, era citada como um diferencial no currículo dos lobistas. Na interceptação de uma telefonema entre Alcides Fernandes Barbosa e Marco Aurélio Doninelli, no dia 13 de maio desse ano, às 01h22,  segue o seguinte diálogo começado por Alcides: “Para achar um cara com o nível de e relacionamento que eu tenho é difícil, é difícil”.

Um levantamento feito pela TRIBUNA DO NORTE mostra que boa parte dos envolvidos no esquema já tinham algum envolvimento com o Poder Público ou respondem a processos judicais. Alguns chegaram a ocupar cargos comissionados em instituições como Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN). É o caso de Marcus Vinícius Saldanha Procópio, genro de João Faustino. Outros, como Marcus Vinícius Furtado da Cunha, já foram condenados por improbidade administrativo.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Prefeitura do Natal paga contrato sem o serviço realizado e alugou imóveis sem precisar

Está no Diário de Natal, está complicando. Segue:

Com quatro meses de trabalho, a Comissão Especial de Inquérito (CEI) dos Contratos já identificou diversas irregularidades nas locações de imóveis por parte da prefeitura de Natal, durante a gestão da prefeita Micarla de Sousa (PV). Das suspeitas que originaram a investigação, a CEI confirmou – após analisar contratos, visitar prédios locados pela prefeitura e colher depoimentos – que o Executivo mantém prédios alugados sem utilidade, abandonou imóveis do município e depreciou estruturas locadas a terceiros.

De acordo com o relator da CEI, vereador Júlio Protásio, já é possível afirmar que quatro prédios foram locados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) sem utilização. Além disso, ele adiantou que foram encontrados contratos pagos pelo município sem o serviço ser oferecido. O vereador frisou, no entanto, que os indícios de superfaturamento no preço dos imóveis e as suspeitas de favorecimento político por enquanto não tiveram confirmação. “Apesar das evidências, só teremos uma conclusão no final do inquérito. Ainda temos muitos depoimentos pela frente”, declarou.

A presidente da comissão, vereadora Júlia Arruda (PSB), afirmou que os depoentes estão tendo dificuldades para explicar as irregularidades constatadas pela CEI. “Estão fazendo um jogo de empurra, principalmente no que diz respeito aos prédios locados pela SMS”, observou a parlamentar. A pessebista enfatizou que, apesar de o inquérito ter encontrado diversas ilegalidades, ainda é preciso apurar os responsáveis. “Estamos afunilando para apurar as responsabilidades”, frisou.

A CEI começou suas atividades no início de agosto deste ano. Os trabalhos foram iniciados com a análise dos contratos por secretaria. Em seguida, os membros da comissão – Júlia Arruda, Júlio Protásio, Sargento Regina, Adenúbio Melo (PSB) e Chagas Catarino (PP), que foi substituído pelo Bispo Francisco de Assis (PSB) – separaram os indícios de irregularidades e iniciaram a fase de depoimentos, que deverá ser concluída no dia 23 de dezembro. Júlio Protásio pretende apresentar o relatório final do inquérito na primeira semana de janeiro.

Opinião dos leitores

  1. Isso é fruto do fato que nossos Vereadores não exercem o seu papel de fiscalizador do poder executivo. Todos esses contratos são publicados no Diário Oficial do Municipio. Porque não viram isso antes? A grande verdade é que estão preocupados em dar titulo de cidadão e arranjar cargo para os seus amigos, verba para suas fundações. São tão incompetentes quanto a Prefeita!!! O maior exemplo da incopetencia é que aprovam um orçamento que não cumpre a Lei de Responsabilidade Fiscal, explico: A LRF reza que só pode ser previsto novos investimentos quando assegurados os recursos para manutenção e conservação do patrimonio público e não vemos isso porque são escolas deterioradas, ruas esburacadas, postos de saude caindo aos pedaços, e por ai vai.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Ministro do Trabalho foi funcionário fantasma da Câmara dos Deputados por 6 anos

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi funcionário-fantasma da Câmara dos Deputados por quase seis anos. Ele ficou pendurado na folha de pagamento da Casa, com lotação na liderança do PDT, de dezembro de 2000 a junho de 2006, informa reportagem de Andreza Matais e Fernando Melo, publicada na Folha deste sábado.

No período, ele exercia atividades partidárias, como vice e presidente da sigla.

A Folha ouviu assessores, deputados e ex-deputados do PDT. Os funcionários do partido em Brasília, que pediram para não ser identificados, confirmaram que Lupi não aparecia no gabinete da Câmara e se dedicava exclusivamente a tarefas partidárias.

OUTRO LADO

Questionado sobre sua passagem pelo Legislativo, Lupi afirmou apenas que de 1995 a 2000 exerceu, “em alguns períodos, assessorias legislativas na liderança do PDT”, omitindo a maior parte de sua posterior passagem pela liderança do PDT na Câmara dos Deputados entre 2000 e 2006.

Entre 1997 e 1999, Lupi foi assessor da liderança do PDT no Senado Federal. Mas, em 2002, segundo registros da Câmara ele era assessor da Casa e não teria se licenciado para candidatar-se ao Senado, como prevê a legislação.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Tecnologia

iPhone 4 de estudante paulistana pega fogo enquanto é carregado na tomada

Está na MacWorld, impressionante:

Após casos parecidos nos Estados Unidos, nesta semana foi a vez do iPhone 4 de uma moradora de São Paulo pegar fogo enquanto era recarregado, na tomada ao lado da cama, afirma a estudante Ayla Tiemi, de 18 anos.  “Acordei com faíscas e fumaça saindo do iPhone. Precisei desligar o disjuntor do quarto para tirá-lo da tomada e até ligar um ventilador para retirar o forte cheiro de queimado que ficou”, conta Ayla, que estava dormindo quando o aparelho incendiou-se.

Usuária de aparelhos da Apple desde os 12 anos, Ayla diz ter comprado o smartphone na França em janeiro deste ano. Isso invalida a garantia no Brasil, de acordo com a Apple. Ao contrário de outros aparelhos da empresa, a proteção do iPhone não é mundial. Ela garante que o smartphone estava sendo carregado na tomada com o carregador oficial da Apple.

iphone4queimado01.jpg

Foto enviada por leitora de seu iPhone 4 queimado

“Entrei em contato com a Apple Brasil pelo 0800 e o atendente disse que não eram responsáveis pelo meu iPhone, já que tinha sido comprado na França. Depois disso, resolvi mandar um e-mail para o Tim Cook (CEO da empresa)”, explica a jovem, que recebeu uma resposta do diretor de relações executivas da Apple, Stuart McKenzie, pedindo seu telefone e número serial do aparelho para cuidar do caso. “Nunca tive nenhum problema com meus outros aparelhos da Apple e me senti desrespeitada pelo tratamento no Brasil”, conta Ayla, que também é dona de um iPad e já teve um iPhone 3G.

Contatada pela Macworld Brasil, a assessoria da Apple para o Brasil confirmou que a garantia do aparelho não é mundial, mas que esse é um caso que precisa ser “tratado pontualmente”. Além disso, foram pedidos os dados da dona do aparelho assim como as fotos do iPhone queimado para que a unidade local entrasse em contato com Tayla – o que foi feito um pouco antes da publicação da reportagem.

iphone4queimado02.jpg

Acidente com aparelho também danificou case do iPhone e chip da operadora

Segundo o advogado Renato Opice Blum, coordenador do curso de direito digital da FGV, a Apple provavelmente trocará o iPhone sem maiores transtornos.

“Pelo ponto de vista da legislação ela (Ayla) tem dois direitos, o de troca do aparelho por vício – por um defeito, por exemplo, como parece ser o caso, que está no artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor. Além disso, há a possibilidade de indenização prevista nos artigos 12, 13 e 14 do Código caso ela prove que houve algum prejuízo, como ter ficado muito transtornada com o acidente, ter ficado sem o smartphone bem no momento que precisava fazer alguma tarefa importante ou até algum prejuízo físico, como o incêndio de algum outro artigo valioso a partir do iPhone”, explica Opice Blum.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Lauro Maia: "estou sendo USADO para atingir politicamente minha mãe"

Mais uma nota de esclarecimento é emitida na efervescência das implicações desencadeadas pela Operação Sinal Fechado.

Diante do seu nome na petição do Ministério Público como recebedor de vantagens indevidas, o advogado Lauro Maia divulga nota:

Eis:

– Fui surpreendido com mais uma acusação infundada contra mim, na recente operação realizada pelo Ministério Público Estadual, denominada “Sinal Fechado”.

Mais uma vez, são construídas ilações a partir de citações feitas ao meu nome por pessoas estranhas ao meu convívio social.

Novamente estou sendo acusado pelo Ministério Público, que faz uma série de adjetivações pejorativas a minha pessoa, por ter sido citado em conversas de terceiros, sem que exista sequer UMA prova idônea capaz de configurar qualquer prática de ilícito penal cometido por mim.

Mais uma vez estou sendo USADO para atingir politicamente minha mãe, a ex-governadora Wilma de Faria, a véspera de um pleito eleitoral.

É profundamente lamentável que alguns membros de uma instituição de credibilidade como o Ministério Público possam atribuir a mim, levianamente, práticas de fatos delituosos que jamais cometi.

Desde 2008, estou sendo caluniado, difamado e injuriado. Não tenho nada a esconder. A minha vida fiscal, patrimonial e bancária já está à disposição da Justiça. Espero, serenamente, que a VERDADE E A JUSTIÇA ao final prevaleçam.

LAURO MAIA

Fonte: Eliana Lima

Opinião dos leitores

  1. MAIS UM LAUREADO!
    CUIDADO É COM TU MAMA CHICO! APURA-TE HOMBRE, LOS CARABINEROS ESTÁN A TÚ PROCURA

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Sinal Fechado: Genro de João Faustino é exonerado do TRE

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Francisco Saraiva Sobrinho, exonerou Marcus Vinicius Saldanha Procopio, genro do suplente de senador João Faustino e que está sendo investigado por integrar um esquema de corrupção no Detran.

Marcus Procópio, que está preso no Quartel Geral da Polícia Militar, foi nomeado para o cargo no dia 2 de setembro, também pelo desembargador Saraiva Sobrinho.

Fonte: Ana Ruth Dantas

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *