Os órgãos que compõem o Sistema Semarh – Idema, Caern e Igarn – se reuniram, na última sexta-feira (03), com representantes das prefeituras de Natal, Parnamirim e Macaíba para discutirem um Plano de Ação para Melhoria da Qualidade Ambiental da Bacia do Rio Pitimbu.
Entre os assuntos na pauta da reunião estivaram projetos de ações para a delimitação das áreas de preservação permanente do curso de água, assim como o projeto de desassoreamento da calha do rio.
Foi criado ainda, um grupo multidisciplinar de trabalho para fazer um levantamento dos projetos ambientais existentes e reunir todos os agentes com atuação na área em busca da preservação e conservação do Rio Pitimbu. Ainda como encaminhamento da reunião, também será adotado um cronograma de atividades, que inclui municípios e Comitê da Bacia Hidrográfica.
Uma nova reunião está agendada para o início do mês de agosto.
Autoridades na China aumentaram medidas de segurança sanitária depois que uma cidade na Mongólia Interior (região autônoma do país) confirmou um caso de peste bubônica.
De acordo com relatos de autoridades estatais, o paciente, um camponês da cidade de Bayannur, está em quarentena e em condição estável.
Autoridades decretaram nível três de alerta — que proíbe a caça e consumo de animais que poderiam estar com a praga e pede que as pessoas reportem casos suspeitos às autoridades.
A peste bubônica, uma das doenças mais temidas no passado, causada por uma infecção bacterial, ainda é letal, mas hoje é tratada com antibióticos comuns.
O novo caso foi reportado no sábado. Ainda não está claro como o paciente poderia ter se infectado.
Fatal, mas tratável
Casos de peste bubônica ocorrem de tempos em tempos pelo mundo.
Em Madagascar, houve um surto com 300 casos em 2017.
Em maio do ano passado, duas pessoas na Mongólia morreram da peste, que foi contraída após a ingestão de carne crua de marmota.
Uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Ulan Bator, capital da Mongólia, disse à BBC que a carne crua de marmota e os rins do animal são usados como remédio popular no país.
A marmota é portadora da bactéria da praga e está associada aos casos da praga no país. A caça da marmota é ilegal.
A peste bubônica é caracterizada por inchaço dos gânglios linfáticos. É difícil de se identificar a doença com muita antecedência porque os sintomas — geralmente parecidos com a gripe — costumam aparecer entre três e sete dias depois da infecção.
Mas é improvável que a peste bubônica — que foi chamada de peste negra — leve a uma nova epidemia.
“Ao contrário do século 14, nós agora temos uma compreensão de como essa doença é transmitida”, disse Shanti Kappagoda, médico da clínica Stanford Health Care, ao site Healthline.
“Nós sabemos como prevenir. Também sabemos como tratar pacientes que são infectados com antibióticos eficientes.”
No século 14, a peste negra matou cerca de 50 milhões de pessoas na África, Ásia e Europa.
O último grande surto em Londres ocorreu em 1665, dizimando cerca de um quinto da população da cidade. No século 19 houve outro surto na China e na Índia que matou mais de 12 milhões de pessoas.
As chuvas na capital potiguar entre a noite desse domingo(05) e a manhã desta segunda-feira(06) provocaram transtornos aos motoristas e pedestres, e resultou em pontos de alagamento.
A STTU registrou pontos de alagamento em locais como as Avenidas Bernardo Vieira, Salgado Filho, Integração e Afonso Pena. Na região sul, especialmente, a BR-101, em Natal, nas imediações do viaduto de Ponta Negra, há risco de aquaplanagem.
Ainda segundo a STTU, outros pontos como a Avenida Ayrton Senna, próximo a Drogaria Globo e Deodoro da Fonseca, na altura do Baldo, também merecem atenção do motorista.
Quanto a previsão do tempo, o maior portal de meteorologia do país, o Clima Tempo, informa a possibilidade de novos registros de pancadas de chuvas ao decorrer do dia. A temperatura, em decorrência, terá máxima de 28º e mínima de 23º.
No final da tarde desse domingo (05), policiais militares da Força Tática do 4° Batalhão de Polícia Militar efetuaram prisão de quatro homens suspeitos da prática dos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo no bairro da Redinha, zona Norte de Natal.
De acordo com informações dos policiais, os militares realizavam o patrulhamento ostensivo na rua Beberibe, na Redinha, quando suspeitaram de quatro homens que estavam em frente à uma residência.
Durante a abordagem pessoal, três porções de substâncias análogas à maconha, crack e cocaína. Ainda nas averiguações, os militares suspeitaram que a residência estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de drogas. Com a suspeita de situação flagrancial da ocorrência de ilícitos penais no interior da residência, os militares ingressaram no imóvel, encontrando três armas de fabricação artesanal nos calibres .12 e .38, além de 10 munições.
Com a constatação de indícios de materialidade e autoria dos delitos de tráfico de drogas e de posse ilegal de arma de fogo, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para a realização dos procedimentos legais.
Um estudo brasileiro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), coordenado pelo infectologista Ricardo Sobhie Diaz, conseguiu eliminar o vírus HIV de um paciente que vivia com o vírus há sete anos.
O estudo foi feito unicamente com pessoas que estavam com o vírus indetectável — ou seja pessoas que têm a carga viral baixa e não transmitem a doença, por mais que vivam com o vírus. O intuito era “acelerar” o que o tratamento já estaria fazendo por estas pessoas (diminuir a quantidade de células infectadas). Foram recrutadas pessoas que iniciaram o tratamento com infecção pelo HIV relativamente recente e pacientes em tratamento com carga viral indetectável há mais de 2 anos. O estudo iniciou-se em 2013.
O paciente com o vírus eliminado, que preferiu não se identificar, conversou com exclusividade com a CNN e mostrou o teste para diagnóstico do HIV realizado este ano, onde constava que o paciente tinha amostra não reagente para HIV. “Eu me sinto livre”, diz.
Até hoje, dois casos de cura da Aids foram reconhecidos pela comunidade científica: Timothy Ray Brown, conhecido como “paciente de Berlim”, e Adam Castillejo, conhecido como o “paciente de Londres”. Em ambos, eles foram submetidos a um transplante de medula óssea. Por uma mutação rara, eles ficaram livres do vírus HIV.
Como funcionou o estudo
Para diminuir a replicação do HIV, o estudo selecionou pessoas que viviam com o vírus indetectável e que estavam tomando os coquetéis. “A gente intensificou o tratamento. Usamos três substâncias no estudo, além de criar uma vacina”, conta Diaz. Foram usadas combinações variadas de remédios, além de uma vacina produzida com o DNA do paciente.
Segundo o infectologista, a próxima fase do estudo deve contar com 60 pessoas e vai incluir mulheres como voluntárias — a primeira fase contou apenas com homens. A pesquisa está paralisada por causa da pandemia do novo coronavírus no país.
A doença no mundo
Segundo a Unaids, programa conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, até dezembro de 2018, havia cerca de 37,9 milhões de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV. Destas, cerca de 79% conheciam seu estado sorológico positivo para HIV, ou seja, já tinha sido diagnosticadas. Isso significa que cerca de 8,1 milhões de pessoas ainda não tinham conhecimento de que estavam vivendo com HIV (não haviam feito o teste para o diagnóstico).
Ainda segundo a Unaids, 32 milhões de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS. Desde 2010, a mortalidade relacionada à Aids caiu 33% — em grande parte graças à evolução do tratamento antirretroviral e ao maior acesso destas pessoas ao tratamento.
O ministro da Economia Paulo Guedes levou nesse domingo (5) uma mordida do cachorro da família, da raça Alaska Malamute, quando o animal de estimação tentou sair de casa, em Brasília.
Guedes sofreu um ferimento na mão, precisou tomar vacina anti-tetânica e anti-rábica. O ministro passa bem.
Coitado do cachorro, vai ser privatizado depois dessa.
O bichinho vai sofrer o pão q o diabo amassou.
Sugiro as Ongs de defesa dos animais ficarem de olho.
Pobre cachorrinho! Sugiro monitorar o animal e observar se não foi contaminado depois desta infeliz mordida. Vamos rezar para que nada de pior aconteça com o bichinho.
Renan da Resenha está internado com covid-19. O humorista paraibano realiza tratamento contra a doença em um hospital de João Pessoa e disse que essa é a maior batalha que ele já enfrentou na vida.
“Tem sido difícil, doloroso e assustador demais. Porém, não se passa nada em minha cabeça além da cura”, disse o humorista em uma postagem no Instagram.
“Essa é a maior batalha da minha vida e só tenho um pedido a vocês. Rezem por mim, gente! Quero muito viver… prometo recompensar cada oração com muita alegria e sorrisos naquele dia difícil que você viver!”
No domingo (5), a família do humorista publicou no stories que ele tomou plasma, com boa reação do organismo. A família agradeceu as mensagens de apoio dos fãs e disse que Renan está emocionado com o carinho de todos.
O governo federal deverá anunciar planos para quatro grandes privatizações em período de “30, 60 a 90 dias”. A afirmação foi feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”. Questionado pelos âncoras William Waack e Rafael Colombo, ele disse que os nomes das estatais serão anunciados em breve.
Guedes mencionou apenas que “há muito valor escondido debaixo das estatais”. “As subsidiárias da Caixa são um bom exemplo. Ali, há R$ 30 bilhões, R$ 40 bilhões ou R$ 50 bilhões em um IPO (oferta primária de ações) grande”, disse. Atualmente, a Caixa já tem pedido para oferta de ações da Caixa Seguridade – braço de seguros do banco – operação que poderia levantar cerca de R$ 15 bilhões, estima o mercado financeiro.
Outra empresa que o ministro quer oferecer à iniciativa privada são os Correios. “Está na lista seguramente, só não vou falar quando (será a privatização). Eu gostaria de privatizar todas as estatais”.
Na semana passada, o secretário de desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, anunciou que o governo quer privatizar pelo menos 12 estatais, mas ano que vem. Entre as empresas previstas para 2021, estão os Correios, Eletrobras, CBTU, Serpro, Dataprev e Telebrás. Para essa venda acontecer, no entanto, o governo precisará do aval do Congresso Nacional para algumas empresas, como a Eletrobras.
Na entrevista à CNN, Guedes reconheceu que o ritmo das privatizações está mais lento que o esperado. “Estamos atrasados sim, não tenho problema de admitir. Tenho de fazer um mea culpa de que elas não andaram no ritmo adequado”.
Ainda sobre a retomada, o ministro da Economia diz que o governo prepara ações para destravar o investimento privado. Ele mencionou que, após a recente aprovação do novo marco regulatório do saneamento básico, o governo deve agir para incentivar setores como a cabotagem, eletricidade e petróleo e gás com fim do regime de partilha na exploração.
As vezes ele diz q vai privatizar isso e aquilo. Mas…..privatiza nada. So lero. Essa conversinha de correios de novo? Até pq o centrão necessita dessas estatais. Entende?
Uma carta registrada levar 9 dias para ser entregue. De Mossoró para Fortaleza.
Privatisa já.
Usar correio para enviar carta em plena era da informação? Em Mossoró? Ômi, deixa de brincadeira.
Aquela velha estorinha do cachorro com carrapato. Daí tem remédio pra tratar o carrapato, mata o cachorro. Esse Guedes é 1 bandido pinochetiano. Em 90 dias? Antes disso, tomara q a PF leve vc preso pelos crimes bilionários contra os fundos de pensão. Esse desgoverno só tem banido.
Já existe no Brasil serviços de entrega privados. Se não gosta dos Correios é simples, basta usar esses serviço. Depois contra pra gente como eles são "eficientes."
Não é bem assim. Os correios tem exclusividade em uma serie de produtos. Se houvesse realmente liberdade de escolha ja teriam quebrado
Negativo Sr. Neto. Se informe melhor a exclusividade é só para cartas. Sim, a competitividade é grande.
Hoje vc pode mandar quase tudo por empresa postal privada, a exceção de cartas pessoais e comerciais que é exclusivo pelos correios (alguém manda carta hoje em dia?).
O fato é que quase tdos usam os correios para enviar pacotes pois é mais barato mas eclamam do serviço (que Realmente demora). As empresas privadas estão aí, cobrando 5x mais caro mas só reclamam dos correios. Nao se preocupem, quando privatizarem vcs terão mais uma empresa cobrando 5x mais caro.
Quero ver esses carteiros CRITAREM , os PTralhas roubaram oque pode , e todos ficaram caladinhos .
Duas semanas depois do primeiro levantamento da Agência Brasil sobre os planos de retomada econômica em cada estado da federação e no Distrito Federal, a reportagem voltou a contactar as assessorias dos governos estaduais, para ver o que mudou nos últimos 15 dias.
Veja abaixo o levantamento completo:
Região Norte
Acre
No Acre, houve pouca alteração no cenário, desde o levantamento inicial da Agência Brasil. No dia 12 do mês passado, o governo estadual apresentou o plano Convívio sem Covid, que cria diretrizes para a retomada a partir de indicadores que serão utilizados para definir os planos por município e setor. A autorização da volta de atividades não essenciais será baseada na redução do surgimento de novos casos, na quantidade de testagem, na disponibilidade de novos leitos e no número de internações e na quantidade de mortes em decorrência da pandemia. A medida de isolamento vigente foi prorrogada até segunda-feira (22).
Estão autorizados o funcionamento de serviços médicos, indústria em geral (mas mediante agendamento), empresas em cadeias produtivas de gêneros de primeira necessidade (como alimentos, medicamentos, limpeza, água, gás e combustíveis), supermercados, transporte em rios, restaurantes e oficinas em rodovias, lavanderias, borracharias, call centers, bancos e lotéricas, construção civil, hotéis, motéis e serviços de telecomunicações.
Pelas regras da administração estadual, seguem fechados shoppings, academias, cinemas, museus, teatros, clubes, bares, boates, clínicas de estética, salões de beleza, bem como lojas de roupas e sapatos, de eletrodomésticos e de conveniência. Também estão proibidas as aulas nas redes públicas e privada, assim como em faculdades.
Amazonas
No dia 29 de junho, o governo deu início ao terceiro ciclo do Plano de Retomada Gradual das Atividades Não Essenciais. Nesta etapa, ficam liberados para funcionamento cabeleireiros, barbearias e centros de estética, academias, stands de imobiliárias e lojas de artesanatos, doces, artigos de caça e pesca, objetos de arte, fogos de artifício, armas e munições, bem como vendas de imobiliárias. Além disso, foram reabertos parques, espaços públicos, atrações turísticas e feiras do produtor, organizadas pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS).
Para as atividades liberadas, foram estabelecidas exigências como distanciamento mínimo de 1,5 metro (m), controle de aglomerações, uso obrigatório de máscara promoção da higiene pessoal com disponibilização de álcool em gel e desinfecção dos locais. Os responsáveis pelos locais devem empregar ações de orientação a funcionários e clientes, além de acompanhar a saúde dos trabalhadores. O não cumprimento das obrigações pode ensejar punições como a suspensão da autorização de funcionamento.
No meio de junho, já haviam sido liberadas atividades do segundo ciclo, entre as quais livrarias, assistência técnica, imobiliárias, comércios cosméticos, de animais e de materiais de escritório, bem como lojas de informática, de eletrodomésticos e de departamento. Seguem suspensos eventos promovidos pelo governo, aulas da rede estadual de ensino, visitação a presídios e a centros de detenção para menores, serviço de transporte fluvial de passageiros, visitação a pacientes internados com covid-19 e funcionamento de todas as boates, casas de shows, bares, salões de festas e parques de diversão.
Amapá
O governador Waldez Góes assinou decretos no dia 30 de junho prorrogando a quarentena por mais 15 dias. Já a suspensão das aulas foi estendida por mais 30 dias. A norma assegura a prerrogativa dos gestores municipais para definirem as medidas de distanciamento social de suas respectivas cidades. Contudo, os decretos trazem diretrizes para o Poder Público no estado.
Até 15 de julho, ficam proibidos de abrir: estabelecimentos comerciais, shoppings centers, cinemas, clubes, buffets, academias, bares, restaurantes, boates, teatros, casas de shows, centros culturais, clínicas de estética, lojas de conveniência, eventos religiosos em locais públicos e moteis. T
ambém não são permitidos agrupamentos de pessoas em locais públicos. Conforme o Decreto 2.026 de 30 de junho, os serviços públicos essenciais – como saúde, segurança e atendimento integrado ao cidadão – permanecem autorizados a funcionar, mas devem ser adotadas medidas para prevenir e mitigar a transmissão do vírus entre servidores e usuários desses serviços.
Pará
O governo estadual atualizou no dia 2 de julho a classificação de risco do plano Retoma Pará. Pelo projeto, o estado foi dividido em regiões de acordo com indicadores como taxa de crescimento dos novos casos e de hospitalizações, leitos de UTI com ventiladores disponíveis, quantidade de equipamentos de proteção individual e índice de presença de equipes de saúde.
A região Nordeste do estado, passou para a bandeira amarela, em que o plano de abertura pode ser expandido para mais segmentos. Três das oito regiões (Marajó Oriental, Carajás e Marajó Ocidental) estão na bandeira laranja, autorizadas a definir as atividades não essenciais que podem ser abertas. É permitido, por exemplo, o funcionamento de concessionárias, indústrias, comércio de rua, shoppings, salão de beleza e construção civil, todas com metade da capacidade. Igrejas podem realizar atividades, mas com até 100 pessoas. Ainda não podem abrir escolas, academias, espaços públicos, atividades imobiliárias e clubes sociais.
Em outras quatro regiões (Araguaia, Tapajós, Xingu e Baixo Amazona) estão na zona vermelha. Nestas cidades, são permitidos apenas os serviços considerados essenciais. Nesta etapa, fica proibida a abertura de espaços públicos, imobiliária, academias, teatro e cinemas, bares, restaurantes, shopppings, eventos com aglomeração e igrejas.
Rondônia
No dia 15 de junho, foi assinado o Decreto 25.138 disciplinando a retomada das atividades econômicas. Os municípios foram classificados em grupos para a definição das fases dentro do plano de ação estabelecido. Essa divisão levou em consideração aspectos como a taxa de ocupação de leitos. Se a ocupação de leitos ficar acima de 80%, a cidade se enquadra na Fase 1, de distanciamento social ampliado.
Quando o índice fica abaixo de 80%, a cidade passa à Fase 2, chamada distanciamento social seletivo. Nesta etapa, ficam liberadas atividades como cultos religiosos e shoppings (sem a liberação de praças de alimentação), concessionárias, academias, salões de belezas e lojas de roupas, informática, eletrodomésticos e sapatos, entre outros.
Conforme o cenário epidemiológico melhora e a ocupação dos leitos cai, cidades podem passar para a Fase 3, de abertura comercial seletiva. Nela fica permitido o funcionamento de todo o comércio, à exceção de casas de shows, boates, bares e restaurantes e eventos com mais de 10 pessoas. Esses eventos serão autorizados apenas a cidades na Fase 4, de prevenção contínua.
Na Portaria Conjunta nº 11, publicada em 29 de junho, as cidades do estado foram enquadradas da seguinte forma: 23 cidades na Fase 1, incluindo a capital Porto Velho e cidades populosas como Ji-Paraná e Ariquemes, e 29 municípios na Fase 3 (praticamente todos com população abaixo de 20 mil habitantes).
Roraima
No dia 16 de junho, o governo publicou o decreto Decreto Nº 28.956-E, liberando viagens intermunicipais e interestaduais de transporte terrestre. As empresas que fornecem o serviço devem garantir exigências como fornecimento de álcool gel 70% aos passageiros, higienização dos veículos e lotação de até 75% da capacidade, além de reduzir o número de linhas e viagens em 50%.
No restante, segue em vigor o Decreto 28.662-E, de 22 de março, que definiu as medidas de isolamento social no estado. A norma autoriza o funcionamento de supermercados, açougues, bancos e lotéricas, hospitais e clínicas, farmácias, escritórios de advocacia, comércio de alimentos e medicamentos para animais, postos de combustíveis, oficinas, telecomunicações e internet, call centers e serviços de provimento de água, esgoto e energia elétrica, além de indústrias, serviços agropecuários e meios de comunicação. Os restaurantes e estabelecimentos que servem refeições foram autorizados a operar em sistema de entrega ou de busca no local.
Assim como em outros estados, aos setores permitidos foram estabelecidas obrigações, como disponibilização de álcool gel, fornecimento de máscaras, desinfecção frequente do ambiente e superfícies, controle das aglomerações nos locais, adoção de revezamento e escalas para os trabalhadores e distanciamento mínimo de 2 metros entre funcionários e clientes.
Tocantins
A suspensão das aulas e o regime especial de trabalho dos servidores foram prorrogados até o dia 31 de julho. Os trabalhadores do governo local estão operando na modalidade remota e cumprindo jornada de seis horas. As demais atividades ficam disciplinadas de acordo com o Decreto 6.083, de 13 de abril, e o Decreto 6.092, de 5 de maio, que trouxeram recomendações às prefeituras sobre as medidas de distanciamento. Entre elas está a proibição de serviços não essenciais a exemplo de shoppings, galerias, bares, restaurantes e feiras. Ficaram de fora da recomendação farmácias, clínicas e locais de atendimento médico, entrega de refeições, supermercados, agências bancárias e postos de combustíveis.
Para os demais estabelecimentos comerciais, foram indicadas medidas de segurança como o distanciamento em filas e marcação para sinalizar esse espaço mínimo, manutenção de ambientes arejados, disponibilização de álcool em gel e local para lavagem das mãos, sistema de escala e revezamento de jornada e fixação de horários especiais para atendimento a idosos.
O decreto também obrigou o uso de máscara no estado. Estão fechados parques e unidades de conservação e há restrição de visitas a prisões e unidades socioeducativas e a limitação de eventos de caráteres público ou privado que gerem aglomeração. O transporte público só pode funcionar com metade da capacidade de passageiros sentados. As aulas seguem suspensas no estado.
Região Nordeste
Alagoas
Em Alagoas, devido à retração do número de casos de covid-19 em Maceió, houve avanço na fase do protocolo de distanciamento social controlado, informou o governo. Na última sexta-feira (3), a capital entrou na chamada fase laranja. Salões de beleza e barbearias podem operar com 50% da capacidade de atendimento.
Lojas de rua de até 400 m² de área, templos, igrejas e demais instituições religiosas podem receber pessoas até o limite de 30% da capacidade. Esses estabelecimentos passaram a poder funcionar junto ao grupo que já estava liberado na etapa anterior, a fase vermelha. A medida, no entanto, é válida apenas para Maceió.
No interior do estado segue em vigência o decreto de isolamento social. Segundo o governador, Renan Filho, no interior ainda não há clareza da redução dos casos, por isso as demais cidades seguem na fase vermelha, para que haja mais tempo para consolidação da tendência de queda nos próximos dias. O governo do estado pretende continuar com a ampliação de leitos no interior, além de intensificar a fiscalização nos municípios.
O estado definiu um protocolo sanitário específico, publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 15 de junho. O documento, de acordo com o governo, segue orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e evidências científicas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). O protocolo divide a reabertura gradual entre as fases vermelha – que é a atual, exceto para a capital -; laranja; amarela; azul e verde.
Bahia
No estado da Bahia as medidas de restrição seguem em vigor: o Decreto n° 19.586, que determina a proibição de atividades, ficará em vigor até está segunda-feira (6), e o estado ainda não informou se irá prorrogá-lo.
A retomada econômica já está planejada: após diálogo com os setores da economia e trabalhadores, o governo elaborou o Plano de Contingência e de Reativação da Economia, mas ainda não há previsão de lançamento.
Algumas medidas de incentivo econômico já estão disponíveis: são duas linhas de crédito disponíveis para pequenos negócios pela Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia). A linha de crédito Fungetur, voltada para o segmento do turismo, irá beneficiar as empresas inscritas no Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos, o Cadastur.
Antes da pandemia, esse crédito poderia ser financiado em 48 meses, com carência de seis meses. Durante a pandemia o período de parcelamento subiu para 60 meses e a carência passou para 12 meses. A taxa de juros atual é de 0,57% ao mês. Para os demais setores, há o crédito BNDES MPME, com taxa de juros 0,61% ao mês, com prazo total de 60 meses e carência que pode chegar a 24 meses.
Ceará
No último dia 22, a capital do estado, Fortaleza, iniciou a segunda fase do plano de retomada gradual das atividades econômicas e cotidianas. Segundo o governo, a decisão foi tomada em virtude da atual situação epidemiológica da capital, com redução do número de casos, de internações e de óbitos causados pela covid-19. Foi autorizado o funcionamento de restaurantes das 9h às 16h, de templos religiosos com 20% da capacidade de ocupação e a prática de exercícios físicos individuais ao ar livre. Assim como a ampliação do número de trabalhadores da indústria e do comércio autorizados a atuar.
Na mesma data, ficou decidido que os 43 municípios da Macrorregião de Saúde de Fortaleza passam para a primeira etapa, enquanto as demais iniciam a fase de transição. Sobral e Juazeiro do Norte passaram adotar isolamento social rígido. No último dia 29, Barbalha, Crato, Brejo Santo, Tianguá e Iguatu também passaram a ter regras mais rígidas.
As etapas fazem parte do chamado Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais, que começou a ser implementado no início do mês passado. O processo de liberação da atividade econômica conta com uma fase inicial de transição em que estão contemplados 17 setores, e mais quatro fases de abertura, obedecendo a critérios técnicos, sanitários e epidemiológicos.
Maranhão
No estado, está em vigência desde o dia 20 de maio o plano geral de retomada, proposto no decreto nº 35.831, que trata das diretrizes por segmento. Atualmente, o plano encontra-se no estágio de abertura gradual das atividades econômicas, com observância às regras sanitárias e fiscalização dos estabelecimentos comerciais.
A cada semana são liberadas novas atividades econômicas, segundo o governo. Atualmente, podem funcionar, atendendo às regras sanitárias, o setor lojista, academias, salões de beleza, bares, restaurantes e organizações religiosas. Ainda estão impedidos de acontecer de forma presencial grandes eventos públicos que envolvam aglomerações, como shows, apresentações, congressos, seminários, passeatas, desfiles, torneios, jogos, apresentações teatrais, sessões de cinema e festas em casas noturnas.
Semanalmente, a Casa Civil lança portarias segmentadas de acordo com regras específicas para cada setor da economia, após aprovação da Secretaria de Saúde, por meio do Centro de Operações de Emergência em Saúde Pública do Estado do Maranhão. No dia 30 de junho foi publicado o Decreto n. 35.897, que prevê a retomada das atividades presenciais nas escolas a partir do dia 3 de agosto.
Paraíba
O estado atualizou, no último dia 29, a situação dos municípios em relação ao controle do avanço do novo coronavírus. Com base nos resultados, 12 municípios que se encontravam em fases mais avançadas de retomada das atividades econômicas tiveram que recuar e ampliar as medidas de isolamento social. Ao todo, 8 municípios passaram da bandeira amarela para a laranja, três cidades perderam a bandeira laranja e agora figuram na bandeira vermelha e o único que possuía a bandeira verde, Cacimbas, aparece agora com a bandeira amarela. A capital, João Pessoa, está com a bandeira laranja.
As classificações estão prevista no chamado Plano Novo Normal Paraíba, que define a retomada gradual das atividades, com base em indicadores como a quantidade percentual de novos casos, letalidade, ocupação da rede hospitalar da região e percentual de isolamento social. O estado propõe a classificação dos municípios por bandeiras: vermelha, laranja, amarela e verde. Segundo dados estaduais, a maioria dos municípios (96%) está com bandeiras laranja e amarela. Cada bandeira de classificação corresponde a diferentes graus de restrição de serviços e atividades.
Os locais com bandeira vermelha têm as maiores restrições. A bandeira laranja permite o funcionamento apenas das atividades essenciais, a amarela têm restritas às atividades que representam maior risco para o controle da pandemia. Já a verde permite que todos os setores estejam em funcionamento, contanto que adotem medidas para o distanciamento social. Escolas, por exemplo, só podem voltar a funcionar na bandeira verde. Em todas as bandeiras podem funcionar atividades essenciais, como: restaurantes (com restrições) e lojas comerciais (apenas para delivery).
Pernambuco
De acordo com os dados do gabinete de enfrentamento à covid-19, os números de casos, óbitos e a demanda sobre o sistema de saúde permanecem em queda no estado de Pernambuco de maneira geral, puxados pela Região Metropolitana de Recife. Por isso, a partir de hoje (6), 50 municípios das Gerências Regionais de Saúde do Recife, Limoeiro e Goiana avançam para a 5ª etapa do Plano de Convivência com o novo coronavírus. Serão liberadas as atividades comerciais de vendas de automóveis com 100% da carga e os serviços de escritório com 50% da capacidade. Os jogos de futebol sem público e a retomada do polo de confecção permanecem suspensos. Na terça-feira (07), a situação dessas atividades será reavaliada. As regiões Agreste, Sertão e Mata Sul ainda não têm índices estabilizados, segundo o governo.
O Plano de Convivência das Atividades Econômicas com a Covid-19 começou a ser colocado em prática no dia 1º de junho. O plano prevê a retomada gradual das 32 atividades econômicas em atuação em Pernambuco, dividida em 11 etapas, com ordem de flexibilização das restrições definida a partir dos critérios de relevância do segmento para a economia versus o risco que a atividade representa para a população. Todos os setores que têm atividades liberadas recebem orientações sobre o protocolo geral de atividade, com diretrizes de distanciamento social, higiene, monitoramento e comunicação, além de protocolos específicos de funcionamento para proteger trabalhadores e clientes.
Segundo o governo do estado, os dados de contaminação e mortes, além da taxa de ocupação dos leitos para pacientes da covid-19 são analisados e monitorados pelo comitê socioeconômico. Semanalmente, o período é avaliado e, apresentando indicadores de controle ou estabilidade, a etapa é validada e o plano avança para a etapa seguinte. O monitoramento desses índices de saúde também são avaliados com recorte regional, o que baliza as decisões do governo para avançar onde há segurança e atuar com cautela nas regiões onde há índices fora da curva de estabilidade.
O estado foi dividido em 12 gerências regionais de Saúde (Geres), que podem avançar, estacionar ou recuar no plano, em resposta direta ao comportamento dos indicadores de saúde. Atualmente, dentre as 12 gerências, nove, espalhadas na Região Metropolitana, na Zona da Mata e no Sertão do Estado, estão na etapa 4 do plano. As outras três Geres, com sede nas cidades de Caruaru e Garanhuns, no Agreste, e de Palmares, na Zona da Mata, estão na etapa 2. A partir de 6 de julho, as Geres do Recife, Limoeiro e Goiana, que contemplam 50 municípios, avançam para a etapa 5.
Piauí
Está em vigência no estado o chamado Pró-Piauí: Plano de Retomada das Atividades Econômicas. As primeiras atividades começam a ser retomadas na segunda-feira (6), de acordo com o governo estadual. Começam, então, a funcionar, atendendo às condições dos protocolos específicos e o protocolo geral de recomendações higiênicas e sanitárias, os seguintes setores: saúde animal, saúde humana, cadeia de serviços automotivos e construção civil. Para o iniciar o funcionamento, o estabelecimento é obrigado a apresentar o Plano de Segurança Sanitária e Contenção de covid-19 na modalidade simplificada ou ampliada, conforme a dimensão do estabelecimento. A retomada pode, de acordo com o governo, ser revista segundo as necessidades de contenção do alastramento de covid-19.
O plano de retomada prevê quatro fases, sendo a primeira a fase zero, que é a que o estado atualmente se encontra. Nesta fase, estão liberadas apenas as atividades essenciais. A partir da fase 1, começam a ser liberadas as atividades classificadas pelo estado como de alto impacto econômico, como indústrias de transformação, comércios, construção e agricultura. Na última fase, a fase 3, há a liberação de todas as atividades com protocolo de restrições sanitárias. Também são liberadas nesta fase as atividades artísticas, cultura, esporte e recreação.
A mudança de fase, de acordo com o governo, será precedida por uma avaliação epidemiológica, que acontecerá a cada 7 dias, com possibilidade de progressão para uma fase seguinte caso os indicadores se mantenham estáveis por duas semanas, levando em consideração o ciclo da covid-19. Segundo o documento, a avaliação ocupacional será por atividade econômica, considerando os riscos das ocupações diante da retomada e buscando minimizar a aglomeração de pessoas.
Rio Grande do Norte
O estado iniciou reabertura gradual na semana passada, no dia 1º, das atividades econômicas e do comércio. O Plano de retomada gradual é composto por três fases e tem previsão de duração de 35 dias. Para cada fase de abertura está previsto um bloco de atividades a serem progressivamente liberadas. Segundo o governo do estado, o objetivo é que sejam autorizadas inicialmente aquelas que economicamente se encontram em situação economicamente mais crítica, com maior capacidade de controle de protocolos e que geram pouca aglomeração. Na primeira fase, que deverá estar em vigência até o dia 14, está permitida a retomada de atividades comerciais e demais serviços e de restaurantes, lanchonetes e praças de alimentação de até 300 metros quadrados (m²) de área; com o limite de até quatro pessoas por mesa; 2 metros de distância entre as mesas e 1 metro entre as pessoas. Está proibido o consumo de bebida alcoólica nos estabelecimentos.
A retomada da atividade econômica paralisada estava prevista para 24 de junho. Porém, a alta taxa de transmissibilidade do vírus e a alta taxa de ocupação dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) no período fizeram com que o Governo adiasse a reabertura por mais uma semana.
Sergipe
No último dia 29 o estado permitiu a reabertura de lojas de cosmético, perfumaria e higiene pessoal, livrarias, comércios de artigos de escritórios e papelaria, além de templos e atividades religiosas – limitados a 30% da capacidade de lotação. Salões de beleza, barbearias e estabelecimentos de higiene pessoal também puderam receber clientes. A reabertura corresponde à fase laranja, a segunda do Plano de Retomada e Abertura Gradual da Economia.
O plano prevê a reabertura de forma gradual em três fases. A primeira corresponde ao nível máximo de restrição de atividades não essenciais, com algumas flexibilizações. Em seguida, vêm as etapas laranja, identificada como controle; amarelo, de flexibilização; e verde, de abertura parcial ou normal controlado. A partir da primeira fase, cada uma das próximas etapas precisa obedecer a um prazo de 14 dias, e só haverá flexibilização caso os parâmetros de saúde estabelecidos no plano de retomada sejam cumpridos.
O estado alerta que o cronograma pode ser prorrogado, dependendo do comportamento dos indicadores epidemiológicos. Também poderá haver regresso à fase anterior. O principal indicador para a flexibilização e abertura do setor produtivo é a quantidade de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) disponíveis para a população.
Centro-Oeste
Distrito Federal
O governador do Distrito Federal (DF), Ibaneis Rocha, anunciou na última, quinta-feira (2), o cronograma de nova flexibilização das medidas de distanciamento. Amanhã (7), voltam a funcionar salões de beleza, barbearias, centros estéticos e academias.
No dia 15, poderão abrir bares e restaurantes. O DF já havia liberado diversos tipos de comércio, como lojas de móveis e shoppings. Nesses estabelecimentos, não haverá mudança nos horários, como em outros estados. Apenas os bares e restaurantes não poderão ter música ao vivo, bem como a realização de eventos.
Foram elencadas obrigações de saúde, como garantia do distanciamento entre os clientes de pelo menos dois metros, utilização de equipamentos de proteção individual, revezamento dos trabalhadores, proibição de pessoas do grupo de risco nas equipes de trabalho, disponibilização de álcool em gel 70%, higienização dos estabelecimentos e banheiros, uso de máscaras de proteção facial e aferição da temperatura de trabalhadores e clientes.
O Decreto 40.939 do governador Ibaneis Rocha também instituiu a volta das aulas presenciais. No dia 27 de julho, entram no cronograma de reabertura as escolas, universidades e faculdades da rede privada. Em 3 de agosto, ficam autorizadas as instituições de ensino da rede pública. Para estas, haverá um retorno gradativo, começando com as do ensino médio e indo para as séries inferiores, até chegar ao infantil. As creches são proibidas de abrir por determinação judicial.
Goiás
No dia 29 de junho, foi editado o Decreto 9.685, que instituiu a quarentena intermitente no estado, com duas semanas de suspensão de atividades e duas semanas de permissão de funcionamento. A quarentena vigorará até o dia 13 de julho. Nesta etapa, é autorizado o funcionamento apenas das atividades essenciais e das definidas no decerto.
Nos 14 dias de quarentena, são proibidas atividades religiosas, abertura de óticas, parques estaduais, distribuidoras de bebidas, restaurantes, feiras livres, lanchonetes, lojas comerciais, comércio ambulante, quiosques, bancas de jornais, escritórios de profissionais liberais, oficinas, borracharias, salões de beleza, barbearias, clínicas de estética, indústrias em geral, obras de construção civil e lojas de conveniência. Nos períodos de abertura, essas atividades são permitidas.
Independentemente do período, podem funcionar hospitais, laboratórios, consultórios médicos, supermercados, padarias, jornais, emissoras de TV, farmácias, petshops, clínicas veterinárias, delegacias, lojas de peças e máquinas agropecuárias, transporte coletivo e privado. Também está proibido em ambos os períodos a abertura de teatros, casas noturnas, boates, shows, cinemas, reuniões e eventos públicos, eventos festivos privados, academias, clubes, parques, salões de festas, hoteis e instituições de ensino.
Mato Grosso
O Mato Grosso ainda vai definir a necessidade de elaboração de um plano de retomada econômica, uma vez que a economia permanece em crescimento, informou a assessoria de imprensa do estado. “A situação confortável deve-se a uma série de medidas de contenção de despesas e para o reequilíbrio fiscal do Estado, tomadas desde o ano passado, como a reforma administrativa, com redução no número de Secretarias, revisão dos contratos, recriação do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), revisão dos incentivos fiscais, entre outras”.
Segundo o governo, o faturamento tributável das empresas mato-grossenses entre os dias 22 e 28 de junho, teve um crescimento de 3,1% em relação à média anterior ao início da pandemia de covid-19, em março deste ano. É o que indica o 13º Boletim Econômico Especial divulgado pelo governo do Estado no dia 30 de junho. No entanto, o boletim acusa que a queda na arrecadação do ICMS chegou a R$ 79,8 milhões ou 8,8% a menos do que no início da pandemia.
Mas a agropecuária, principal atividade econômica do estado, teve o desempenho prejudicado. A queda no faturamento tributável caiu em relação à semana anterior e ficou 6,3% menor em relação à média anterior à pandemia. Na última semana, o faturamento diário foi de R$ 2,64 bilhões. Parte desse desempenho, destacou o governo, se deve a fatores sazonais do setor, como por exemplo, plantio, colheita e circulação dos grãos.
No entanto, o governo tomou ainda uma série de medidas, visando diminuir os impactos financeiros causados pela pandemia, tais como decreto de estado de calamidade, prorrogação e isenção do pagamento de impostos (isenção do ICMS da energia elétrica, prorrogação do ICMS do Simples Nacional, prorrogação do pagamento do IPVA e prorrogação do pagamento do licenciamento veicular) e acesso facilitado a linhas de crédito estaduais para pequenos empresários.
Um deles é o crédito emergencial para os microempreendedores individuais, microempresas, empreendedores do ramo turístico (hotéis, pousadas, bares, restaurantes e similares), por meio da Fungetur Giro, que tem taxa de juros reduzida e maiores prazos de carência.
Mato Grosso do Sul
o dia 26 de junho está em vigor no estado o Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir). A iniciativa tem o objetivo de preservar a saúde e a economia em Mato Grosso do Sul, oferecendo subsídios técnicos. O programa irá elaborar uma matriz de avaliação de risco de Mato Grosso do Sul que poderá ser alto, médio, tolerável ou baixo, além de faixas percentuais. Haverá também uma definição de bandeira de risco por macrorregião e município de saúde.
O Prosseguir avaliará o impacto econômico, por intermédio da classificação da matriz. O programa utiliza os elementos de monitoramento indicados pela Organização Pan Americana de Saúde (Opas) e, por consequência, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), reforçando a prioridade do governo em adotar parâmetros científicos. “Dialogamos com todos os municípios com o único intuito de manter nossa economia andando, mas protegendo a vida das pessoas, com base na ciência”, enfatizou o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel.
A metodologia prevê o cruzamento de indicadores de três áreas: vigilância epidemiológica, saúde e impacto econômico estipulando, por meio de faixas de cores (que variam do verde ao preto), o grau de risco da saúde da região (se baixo, tolerável, médio, alto ou extremo). Seguindo a classificação por cor também são definidas as medidas de flexibilização ou restrição das atividades econômicas, de acordo com a classificação de risco de cada uma delas (se baixo, médio ou alto risco).
Os indicadores da Saúde serão estabelecidos em valor percentual de 0 a 100%, sendo o maior percentual equivalente à menor situação de risco, baseada em três elementos críticos: vigilância epidemiológica, serviços de saúde e população vulnerável.
Esses elementos, por sua vez, são desmembrados em dez indicadores, com diferentes pesos (percentuais), que vão desde a incidência em populações indígenas; disponibilidade de testes, leitos de UTI e equipamentos de proteção individual até a localização geográfica no caso de regiões que fazem divisa com estados que apresentam grande incidência de casos.
Sudeste
Espírito Santo
O governo estadual não avançou nas discussões sobre a retomada econômica, desde o primeiro levantamento realizdo pela Agência Brasil sobre o tema.
O governo estadual segue trabalhando em um plano de retomada para estimular o desenvolvimento das empresas no curto, médio e longo prazos. O planejamento envolve a simplificação e desburocratização de processos para abertura de empresas e diversificação da cadeia produtiva do estado.
Mesmo antes do plano, já foram adotadas medidas para amenizar os impactos para os contribuintes como a prorrogação dos prazos para cumprimento de obrigações acessórias relativas ao ICMS; a prorrogação por 90 dias do pagamento das taxas referentes ao estado, do ICMS do Simples Nacional; bem como apresentação de impugnações e recursos, entre outros.
O Espírito Santo também já apresentou outras medidas de estímulo à economia para a manutenção dos empregos durante o período de pandemia. O apoio oferecido é de R$ 300 milhões, contemplando medidas como postergação de tributos e abertura de linhas de crédito para micro e pequenos empreendedores, empresas de médio porte e profissionais autônomos.
O estado disponibilizou ainda linha emergencial de crédito para que as empresas tenham condições de pagar os salários dos seus funcionários. Trata-se da Linha do Emprego, que recebeu R$ 70 milhões em aportes e pode ser requisitada por empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões ao ano, atendendo também as Empresas de Pequeno Porte (EPP).
Além disso, uma linha de financiamento, sem juros, no valor de até R$ 5 mil, foi criada para beneficiar artesãos, representantes da Economia Solidária, micro e pequenos empreendedores (MEI) e trabalhadores autônomos. Há também outras linhas de crédito e medidas de auxílio econômico do Banestes, que já estão em operação nas redes bancárias, iniciadas em 17 de março, como a repactuação de contratos de crédito em até 180 dias; crédito emergencial; cheque especial para pessoa física com até 15 dias sem juros; isenção e redução de taxas de juros para pagamentos de contas de consumo ou tributos estaduais com o cartão de crédito Banescard.
Minas Gerais
O pico da pandemia em Minas Gerais vai ser no dia 15 de julho, segundo o Centro de Operações de Emergência em Saúde de Minas Gerais (Coes-MG), que se baseou em estudos elaborados por estatísticos e epidemiologistas. Com esta aproximação, o Comitê Extraordinário Covid-19 decidiu, durante reunião na última quarta-feira (1º), manter a suspensão da onda amarela do plano Minas Consciente, criado pelo Governo de Minas para promover a retomada econômica gradual e coordenada nas cidades mineiras. Papelarias, salões de beleza, lojas de roupas, entre outros estabelecimentos, deverão permanecer fechados temporariamente para assegurar a saúde da população.
O plano Minas Consciente – Retomando a economia do jeito certo, implantado no dia 28 de abril, setoriza as atividades econômicas em quatro “ondas” (onda verde – serviços essenciais; onda branca – primeira fase; onda amarela – segunda fase; onda vermelha – terceira fase), a serem liberadas para funcionamento de forma progressiva, conforme indicadores de capacidade assistencial e de propagação da doença, avaliando o cenário de cada região do estado e a taxa de evolução da covid-19.
A proposta sugere a retomada gradual do comércio, serviços e outros setores, através da adoção de um sistema de critérios e protocolos sanitários que garantam a segurança da população.
As macrorregiões Leste do Sul, Norte e Sul, que apresentam taxa de ocupação de leitos controlada até o momento, continuarão seguindo os protocolos da onda branca por mais uma semana, com funcionamento de atividades como autoescolas, lojas de artigos esportivos e floriculturas. As outras 11 regiões do estado serão mantidas na onda verde, quando é permitida a abertura somente de serviços essenciais, a exemplo de padarias, supermercados e farmácias.
Além do crescimento do número de infectados pelo novo coronavírus, uma mudança na metodologia que avalia os números de casos e a contagem de leitos no estado motivou a decisão do grupo técnico de manter todas as macrorregiões de Saúde nas ondas definidas na semana passada, sem avanços ou retrocessos. O objetivo é avaliar os números sem a interferência provocada por esta alteração.
A adoção da nova metodologia de coleta de dados para o boletim epidemiológico da covid-19 foi anunciada no dia 26 de junho pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). A alteração facilitou a comunicação entre municípios e Estado, conferindo mais agilidade e transparência às informações apresentadas.
Rio de Janeiro
Está em vigência no estado o decreto publicado no Diário Oficial do dia 5 de junho, no qual o governador Wilson Witzel autoriza a reabertura gradual da economia fluminense. Está autorizada, por exemplo, a reabertura de shoppings, bares, restaurantes, igrejas, estádios e pontos turísticos. A medida determina o funcionamento de alguns setores do comércio e da indústria em horários específicos para evitar aglomerações. O decreto estadual recomenda às prefeituras fluminenses a retomada econômica, de acordo com as especificidades de cada cidade. Os municípios têm autonomia para manter suas determinações e regras. A capital entrou, na semana passada, na terceira fase de reabertura gradual proposta pela prefeitura do Rio. Bares, restaurantes e academias passam a poder funcionar para atividades presenciais, tomados os devidos cuidados para evitar a propagação do vírus.
Para a elaboração das medidas que prevêem a retomada da economia, foram levados em consideração os dados epidemiológicos da Secretaria de Estado de Saúde, com a redução do número diário de óbitos e das internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), e projeções da Secretaria de Fazenda sobre os impactos econômicos para o estado. Segundo o governo, a taxa de ocupação na rede estadual está em queda. Atualmente, a taxa é de 51% em leitos de enfermaria e 37% em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O governo diz ainda que o gabinete de crise para enfrentamento do novo coronavírus acompanha diariamente o mapa de incidência de evolução da covid-19 para definir novas medidas.
São Paulo
Na última sexta-feira (3), um dia após ultrapassar a marca de 300 mil casos acumulados de covid-19, o governo de São Paulo anunciou a autorização de reabertura de teatros, cinemas, salas de espetáculo, academias e a realização de eventos culturais para regiões que estejam na Fase Amarela do plano de flexibilização gradual da quarentena no estado.
No entanto, serão permitidos apenas eventos com público sentado. A reabertura está prevista para a capital paulista no dia 27 de julho, quando o município deverá apresentar estabilidade de quatro semanas na Fase marela.
Também foi anunciada a reabertura de bares de bares, restaurantes e salões de beleza com 40% da capacidade e expediente diário de até seis horas para quem está na Fase Amarela. Há três regiões na fase amarela: a capital paulista e duas sub-regiões metropolitanas, que compreende a região do ABC e a de Taboão da Serra.
O plano de retomada econômica do estado, chamado Plano São Paulo, é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O Plano São Paulo também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões e cada uma delas é classificada em uma fase.
Na etapa laranja estão as áreas de Araraquara, Baixada Santista, Barretos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto e Taubaté, além das sub-regiões Leste (Alto Tietê), Norte (Franco da Rocha) e Oeste (Osasco) da Grande São Paulo. A fase laranja libera funcionamento, com 20% da capacidade, de escritórios, imobiliárias, comércio de rua, shoppings e concessionárias.
Já Campinas, que estava na fase laranja, que permite abrir os comércios de ruas, os shoppings e as concessionárias, terá que voltar à fase vermelha, de alerta máximo, a partir de hoje. Isto porque a região teve piora na taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) destinados ao tratamento de casos de coronavírus. Com a determinação do governo estadual, a região voltará à quarentena, só podendo abrir os serviços considerados essenciais, como logística, abastecimento, segurança e saúde.
Sul
Paraná
Desde o dia 1º de junho está valendo uma série de medidas mais rigoroslas para conter a evolução da pandemia do novo coronavírus no estado. As ações constam do Decreto 4.942/2020 e define parâmetros mais rígidos de controle da circulação de pessoas e de funcionamento de atividades econômicas em municípios que compõem sete Regionais da Saúde, área que compreende 134 cidades. Estão inclusas as regionais de Cascavel, Cianorte, Cornélio Procópio, Região Metropolitana de Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu e Toledo.
Segundo o governo do estado, as medidas são necessárias para interromper a progressão acelerada das notificações e de mortes decorrentes da Covid-19. A inclusão das sete regionais leva em conta um cálculo epidemiológico que considera a taxa de incidência por 100 mil habitantes, o número de mortes pela mesma faixa populacional e a ocupação de leitos de UTI nas quatro macrorregionais de Saúde (Leste, Oeste, Norte e Noroeste).
A principal medida é a suspensão das atividades não essenciais por 14 dias, prazo que poder ser prorrogado por mais sete dias. Segundo o decreto, haverá avaliações periódicas da continuidade das medidas depois do início da vigência, levando em consideração a evolução dos casos e critérios técnicos e científicos.
A regra se aplica também a shopping centers, galerias comerciais, comércio de rua, feiras livres, salões de beleza, barbearias, clínicas de estética, academias, clubes, bares e casas noturnas. Restaurantes e lanchonetes poderão atender somente no sistema drive-thru, delivery ou retirada no balcão.
Entre os incentivos para a economia estão a criação do selo Made in Paraná, para estimular o consumo regional e recuperar as perdas sociais e financeiras provocadas pela interrupção de atividades; um programa de estímulo aos Arranjos Produtivos Locais (APLs), aglomerados de empresas e incentivo à geração de emprego a partir da execução de obras públicas e privadas.
Para o enfrentamento da pandemia, o governo do Paraná disponibilizou créditos que somam R$ 1 bilhão para atender empreendedores de todos os portes, inclusive MEIs e autônomos, com a criação do programa Recupera Paraná.
As linhas de financiamentos são operadas pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e pela Fomento Paraná, agente financeiro vinculado diretamente ao estado. O governo também promoveu a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para 270 mil micros e pequenas empresas.
Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, o governo segue com o Distanciamento Controlado, adotado desde o dia 11 de maio, com medidas que visam evitar a propagação do novo coronavírus, diminuindo a intensidade da procura por internações hospitalares, ao mesmo tempo em que prevê a mitigação dos efeitos econômicos da pandemia.
O modelo prevê quatro níveis de restrições, representados por bandeiras nas cores amarelo, laranja, vermelho e preto, que irão variar conforme a propagação da doença e a capacidade do sistema de saúde em cada uma das 20 regiões. Segundo informou a assessoria de imprensa do estado, o plano segue em curso.
Entre as medidas econômicas adotadas pelo estado estão: R$ 11 bilhões disponíveis de crédito para pessoas físicas no Banrisul; aumento automático de 10% no limite do Banricompras; carência de dois meses no pagamento de prestações de dívidas contraídas junto ao Banrisul (exceto cartão de crédito, cheque especial e consignados); impedimento de corte do fornecimento de energia elétrica para clientes residenciais por 90 dias; impedimento de corte do fornecimento de água para clientes da Corsan por 60 dias.
Para pessoas jurídicas, os incentivos foram o adiamento do pagamento, por 90 dias, de ICMS para empresas do Simples. Mais de 206 mil empresas são beneficiadas. Para os microempreendedores, pequenas e médias empresas com contas no Banrisul foi dada carência de dois meses no pagamento de prestações de dívidas contraídas junto ao banco; ampliação de 10% no limite para os que estão no limite da capacidade de crédito, R$ 3 bilhões disponíveis e pré-aprovados para pessoas jurídicas que estejam no limite da capacidade de crédito e prolongamento para até 3 anos no prazo para pagamento de parcelas referentes a empréstimos para o custeio da safra (em atenção aos produtores rurais).
Já no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul foram disponibilizados R$ 500 milhões para capital de giro a micro e pequenas empresas e outros R$ 500 milhões para serem usados no período de pós-crise em investimentos e seis meses de carência no pagamento para empreendedores que tomaram empréstimos no banco. No Badesul (Agência de Fomento do Rio Grando do Sul) foram disponibilizados R$ 250 milhões para renegociações; postergação de pagamento de até 6 meses para operações de Fungetur e R$ 20 milhões para giro de micro e pequenas empresas do setor de turismo.
Santa Catarina
Em Santa Catarina continua em vigor o Plano de Enfrentamento e Recuperação Econômica, implantado em 20 de março. Segundo a assessoria de imprensa do estado, o cronograma segue o mesmo, mas estão previstas atualizações a partir de hoje, quando poderá iniciar a próxima etapa.
A retomada econômica do estado já vem ocorrendo desde abril: o primeiro segmento liberado foi o de obras públicas, em 25 de março, seguido pelos serviços bancários, em 30 de março. Desde então, os setores da economia foram autorizados a abrir gradualmente, sendo que o último a ser retomado foi o transporte municipal e intermunicipal. A entrada de ônibus de outros estados e países segue proibida até o dia 2 de agosto.
No dia 1º de junho, o governo anunciou a regionalização das decisões para o enfrentamento à pandemia de covid-19. Com a ação, prefeituras e o governo do estado passaram a tomar decisões compartilhadas para adotar medidas específicas de acordo com a realidade de cada região. Todas as deliberações serão norteadas por critérios técnicos e científicos, balizados pela Secretaria de Estado da Saúde.
Após a municipalização, algumas cidades tomaram medidas mais restritivas, como Florianópolis, que restringiu a abertura de bares e restaurantes nos finais de semana.
Cientistas enviaram, em 2013, amostras congeladas de um vírus muito próximo ao novo coronavírus para um laboratório de Wuhan, na China, epicentro inicial da pandemia. Elas foram colhidas em uma antiga mina de cobre, infestada de morcegos, no sudoeste do país asiático, depois da contaminação de seis homens, que acabaram contraindo pneumonia grave, quando limpavam fezes dos animais. Três morreram, e a causa mais provável foi a infecção por um tipo de coronavírus transmitido por morcegos, segundo reportagem de domingo do jornal britânico “Sunday Times”.
O artigo cita como fonte um médico cujo supervisor trabalhava no departamento de emergência que cuidou destes homens.
A mesma mina, na província chinesa de Yunnan foi, posteriormente, estudada pela virologista Shi Zhengli, especialista em coronavírus do tipo Sars, originados em morcegos, no Instituto de Virologia de Wuhan. Shi, apelidada de “mulher morcego”, por causa de seus estudos em cavernas, descreveu o Sars-Cov-2 em um artigo, em fevereiro de 2020, dizendo que ele era “96,2% semelhante” a uma amostra de coronavírus chamada RaTG13, obtida em Yunnan em 2013.
A reportagem do “Sunday Times” afirma que o RaTG13 é “quase certamente” o vírus encontrado na mina abandonada e que as diferenças entre as amostras podem representar décadas de distância evolutiva. O jornal diz ainda que o laboratório de Wuhan não se manifestou sobre o assunto.
Em maio, o diretor do Instituto de Virologia de Wuhan disse que não havia cópia do vírus RaTG13 no laboratório e que, portanto, seria impossível um vazamento. Não há qualquer evidência de que o laboratório tenha sido a fonte do surto global que começou em Wuhan.
Acreditar que esses fatos constituem "coincidência" é ingenuidade ou má fé. A China (ou os seus dirigentes psicopatas) tem 100% de culpa pela disseminação (proposital ou não) do Covid-19. Só não vê quem não quer.
E você vai deixar isso ficar assim? Denuncia lá no TPI!
Cientistas constataram que o DNA do macaco Bonobo é igual ao dos humanos em 98,7%. Somos macacos por causa disso? Numeros. So numeros. Lógico q um virus covid tem semelhanca com outro virus covid. Mas sao virus diferentes.
Muita coincidência que na cidade onde fica o laboratório que armazenava o vírus foi justamento onde começou a pandemia mundial do novo coronavírus, a China ainda vai descobrir que o vírus veio foi de passa e fica no RN
Muito triste mesmo??
Perdi minha mãezinha de 71 anos dia 20/06 e meu paizinho de 73 anos na outra semana 27/06???
Não desejo para ninguém, essa doença é cruel, vc não consegue ficar perto da pessoa que ama no hospital, entubam e não avisam, morrem e não são velados??
Eu e meus dois irmãos estamos sem chão, desolados ???
Esse vírus é sério não tem classe média, nem classe rica, mendigos ou médicos , Empresários ou um simples empregado, todos no mesmo barco, aí é que a sociedade poderá acordar e deixar de fazer acepções de pessoas. A Dr. Déborah mulher educada e muito admirada por todos seus pacientes, não escapou da Covid 19. Que Deus conforte todos familiares. Deus tá tratando com esta humanidade que mesmo nesta pandemia,continuam bem longe da vontade de Deus. Amém
Há vinte anos, a Sra. pegou meu primogênito, ainda lembro-me da Sra me acalmando e dando forças. Natal perde mais uma grande médica Dra Debora Deus já te acolheu no céu
Nossa estou sem acreditar, minha médica uma excelente profissional, e um ser humano único, sempre estava disposta a ajudar, amiga, amável, educada, meiga, ela me acompanhou na minha gravidez da minha filha. Não existe uma profissional e ser humano igual a ela, vc Dra. fará muita falta. Meus sentimentos aos familiares e amigos. Fique em Paz Dra. Débora a sua missão terminou aqui conosco mais continua aí com Deus. Saudades…….
Dra. Débora, o que dizer da Sra? Médica maravilhosa! Minha médica há mais de 10 anos. Era muito Amiga, humana… Estou triste, muito triste!??? Vai Dra. Débora, Deus te chamou pra fazer parte da corte celeste!?
Dra. Débora, o que dizer da Sra? Minha médica querida por tantos anos. Me sentia muito bem na sua presença nas consultas que fazia anualmente, ou quando necessário. Estou triste, muito triste!???
Minhas sinceras condolências ao Dr Paulo Paiva Fernandes esposo de dra Débora e seus filhos ela foi recebida nós braços do pai com certeza por tudo de bom que fez.
Estou arrasada!! Não acredito que mais uma pessoa maravilhosa morreu dessa doença ?,
Quando esse pesadelo irá acabar?! Estamos todos em pânico e sem saber quem será o próximo, por que essa Peste pelo que vejo não tem critério nenhum para levar, Jesus tenha misericórdia de nós!!! Meus sinceros sentimentos a família e amigos. Estou muito angustiada em ver tanta gente morrer e não puder fazer nada.??
Minha querida amiga. Estudamos juntas no Neves e depois nos reencontramos pois era a minha ginecologista. Pessoa maravilhosa. Estou muito triste. Meus sentimentos a família.
Estou muito abalada com a notícia! A menos de um mês, Dra Débora trouxe meu filho ao mundo. Serei pra sempre muito grata. Sem dúvidas uma grande profissional.
Faz 2 meses que ela trouxe o meu bebê. Na consulta de retorno da cirurgia ela toda preocupada com ele, me deu várias orientações. Era minha médica há 17 anos.
Dra. Débora
Minha cliente de anos. Estou sem acreditar no seu falecimento devido Corona vírus. Uma pessoa iluminada.
Estou muito triste ? minha médica querida , minha amiga conselheira. Que Deus a tenha em seus braços …o que fez aqui na terra ! Só o bem …amor alegria. Nunca esquecerei de você dra. Débora ! Saudades.
Que Deus fortaleça os vossos corações ?
Meus sentimentos aos familiares. Esta perda irreparável, tanto da Dra Débora quanto de todos que sucumbiram a essa peste, só reforça as verdades incontornáveis: não há remédio para tratar ou prevenir; não há vacina; não há conhecimento total sobre a doença ou sua transmissão. Só nos resta o básico que muitos não querem seguir: ISOLAMENTO. Nada mais além disso.
Uma crise sanitária de proporção gigantesca, deixa um exemplo comportamental terrível de nossos governantes. Aproveitaram à oportunidade, para desviar recursos exclusivo para o aparelhamento da saúde, com isdo, elevou o risco dos profissionais de saúde.
Apurar e punir esses atos de crueldade no tratamento de verbas, será cobrado por toda sociedade.
Além de mandar o povo andar sem máscara e ser contra o isolamento. Terrível exemplo do governo federal.
Condolências à família de Dra. Debora.
Aqui fica os meus sentimentos a td família, tive o prazer de colhe cela sendo sua paciente. pense em uma mulher bonita cheia de alegria. fica aqui meus sentimentos e que o senhor venha conforta o coração de tda a familia.
Meu Deus, minha médica, uma profissional maravilhosa, jamais esquecerei dela, meu pai tbm.foi vítima dessa doença terrível. Só eu sei a dor da família. Vai com Deus.
Não a conhecia mas diante mão já bato palmas para esta guerreira que lutou e salvou vidas mas infelizmente sua missão aqui na terra chegou ao fim,que Deus a tenha em seus braços.
Só Jesus pra confortar o coração de todos os familiares e amigos?Eu fazia tratamento com ela a muitos anos, era uma médica maravilhosa , conselheira e tão meiga. Descanse em paz Dra Débora???
Dr. Debora, uma excelente profissional, ela acompanhou a gravidez da minha esposa e fez o parto do nosso filho. Natal perde uma excelente ginecologista. Que Deus conforte o coração dos familiares e amigos. Descanse em paz Dr. Débora.
Descanse em paz Dra. Débora
Excelente médica. Uma perda irreparável. Meus sentimentos a toda família.
Nunca vou esquece-la! Humana e competente trouxe meus 2 filhos ao mundo. Exemplo de profissional que dificilmente será substituida. Cumpriu de fato sua missao, deixou sua marca no mundo! Difícil de acreditar!
Meus sentimentos aos familiares, em especial a Dr. Paulo que é meu médico, Dra. Débora acompanhou meu parto junto com ele, muito triste essa notícia, que Deus seja bálsamo aos corações dos familiares e amigos.
Notícia muito triste, acompanhou minha esposa na gestação do meu filho e fez o parto dele também. Sempre atendeu com muita atenção, uma grande pessoa e profissional. Descanse em paz Dra. Débora, que o Senhor Jesus conforte sua família.
Lamentável! Não a conhecia mas coloco todo meu respeito pelos profissionais de saúde que exercem sua funções, com o compromisso e a ética, de quem vai para a linha de frente, expondo sua vida, para tentar salvar outras vidas. Desejo aos familiares, que a luz do espírito santo confortem seus corações e acalentem a dor desse momento!
Meus sentimentos a toda a família!!!! Perdemos uma grande profissional!!! Fez o meu parto junto com Dr Delmaro!!! Estou arrasada!!!
Deus tenha compaixão e conforte os corações de toda familia!!!!!
Era uma pessoa maravilhosa, uma profissional exemplar. Deus a receba de braços abertos e console e conforte seus familiares. Ela e seu esposo, juntamente com o Anestesista Adelmario trouxeram meus dois filhos ao mundo. Tristesa
Mais um combatente abatido. Muito triste essa situação… Meus sentimentos a todos os profissionais de saúde. Muitos estão sendo acometidos de COVID, se agravando ou não.
Grande médica. Meus sentimentos para toda sua família.
Muito triste.
Descanse em paz, doutora Débora, na certeza ter ser dado o seu melhor entre nós. Obrigada por tudo. Que Deus a receba em Seus braços e conforte seus familiares e amigos.????????????
Acho que idade, comorbidades são assuntos pessoais e particulares que não cabem em uma notícia. Solidariedade à família é o mais importante.
Isso é o menor importante, rapaz! É uma vida perdida e nada mais importa!
Tinha 55 anos. Pelo que se sabe não tinha comorbidade.
Que importância tem isso? É mais um ser humano entre milhares que perderam sua vida para o vírus. Que Deus a acolha em sua nova morada
Dra Débora, sem acreditar.
Visitei por muitos anos como representante, sempre nos acolheu da melhor forma possível, uma pessoa maravilhosa, atenciosa, respeitosa, sem palavras.
Excelente profissional.
Que Deus a tenha.
Lamentável.
Absurdo isso, são vidas perdidas que deixa toda população além de consternada aflita e em pânico, principalmente a classe médica que está sofrendo um duro golpe por tantas perdas de profissionais de ponta que está deixando nosso estado mais pobre na medicina e destroçado famíliares e amigos, providência já isso não pode continuar acontecendo diante dos nossos olhos.
Estamos vivendo não apenas a maior crise de saúde dos últimos tempos, como também uma das maiores desestabilizações da nossa economia. Mesmo sob grandes inovações tecnológicas que flexibilizam as atuações das empresas e instituições, alguns modelos de negócio sofreram, estão sofrendo e ainda terão um longo caminho de reestruturação após os danos causados pela pandemia em suas organizações.
A inadimplência, antiga conhecida de muitos negócios, tende a se apresentar cada vez mais presente se alguns cuidados não forem tomados.
É neste cenário que descobrimos o Smart One, a nova solução de relacionamento e gestão de recebíveis desenvolvida pela Meireles e Freitas Cobrança Digital, pensada totalmente para atender as necessidades das empresas que enfrentam mais esse desafio da inadimplência, em meio a pandemia e o isolamento social.
A proposta é prática e resolutiva, mas possui muita tecnologia embarcada: agente virtual humanizado, com inteligência artificial e reconhecimento de voz, integrado com diversos canais de comunicação e um portal de pagamentos e negociações que pode ser implantado em dois dias. Parece simples algo que todo mundo já viu a primeira vista, mas o grande diferencial da solução além do tempo de implantação é a estratégia e a tecnologia embarcada.
A SOLUÇÃO
Entramos em contato com os desenvolvedores da solução a fim de entender melhor a aplicação do agente virtual e das soluções que englobam a solução. Confira:
A tecnologia Smart-One integra a rapidez da implantação com a personalização do agente, que vai assumir características de personalidade conforme a persona da empresa, como, por exemplo: ser conciliador(a), inteligente, interativo(a), conforme o cliente. Além do sotaque universal, a tecnologia possui reconhecimento de voz, deixando o contato mais fluido, onde a interação é basicamente feita através da voz, sem necessidade de cliques no teclado.
O agente virtual é integrado com diversas formas de contato com o cliente, que podem incluir SMS, e-mail, boleto, canal receptivo via WhatsApp, e mais. A solução também inclui a segmentação de perfil alvo (através da Ciência de Dados), estruturação da régua de cobrança, recebimento da linha digitável, criação dos robôs inteligentes para cobrança preventiva, lembrete de vencimento e pagamento, bem como também de negociação de dívidas. Também está incluso a formatação de relatórios personalizados para acompanhamento dos resultados.
“Gosto sempre de frisar que o agente trabalha desde a prevenção, afinal, a cobrança preventiva bem realizada evita (e muito) inadimplência de longas datas, e tudo isso está baseado no relacionamento. É nesse ponto que trabalha o Smart One.”, afirmou o CEO da empresa, Venâncio Freitas.
PRINCIPAIS DIFERENCIAIS
Pedimos também para que a Meireles e Freitas elencasse os principais diferenciais da solução, foram elas:
Rapidez e agilidade: Configurável para estar ativo em dois dias, se adaptando às urgentes necessidades do mercado em tempos remotos;
Personalização e personificação: Nome e características de acordo com a necessidade do cliente, adaptando-se a diversos tipos de scripts e fases da gestão de recebíveis;
Inteligência Artificial: Integração com SMS e WhatsApp para envio de faturas, além de outras mídias digitais para uma abordagem completa, estando acessível a todos os tipos de clientes;
Ser estrategista: Integração com as campanhas de segmentação de perfil digital e ciência de dados para estudos eficientes, sendo capaz de rapidamente adaptar as campanhas, conforme os resultados extraídos nos relatórios.
Entre em contato com a Meireles e Freitas e saiba como implantar a solução em sua empresa.
Ligue ou envia um Whatsapp para (84) 99998-0813. Ou entre nesse link e deixe seus dados para contato.
A partir desta segunda-feira (6), os beneficiários do terceiro lote do auxílio emergencial de R$ 600 podem começar a sacar os R$ 600 referentes à primeira parcela. Os valores já estavam disponíveis na conta digital dos trabalhadores, mas os saques em dinheiro só serão possíveis a partir desta semana.
Os saques poderão ser realizados seguindo um calendário escalonado, definido pelo mês de aniversário de quem recebe o benefício.
O terceiro lote é composto por trabalhadores que tiveram seu auxílio emergencial aprovado depois do início dos pagamentos. Na última semana, foram encerradas as inscrições para receber o auxílio e o governo confirmou que novas parcelas do benefício serão pagas, além das três de R$ 600 previstas inicialmente.
Veja, abaixo, o calendário de pagamentos do 3º lote da 1ª parcela do auxílio emergencial.
Os créditos foram realizados em junho e os saques e transferências estão liberados a partir desta segunda:
Pagamento do 3º lote da 1ª parcela do auxílio
Nascidos em janeiro – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 06/07
Nascidos em fevereiro – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 07/07
Nascidos em março – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 08/07
Nascidos em abril – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 09/07
Nascidos em maio – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 10/07
Nascidos em junho – crédito em conta em 16/06 * saques e transferências liberadas em 11/07
Nascidos em julho – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 13/07
Nascidos em agosto – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 14/07
Nascidos em setembro – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 15/07
Nascidos em outubro – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 16/07
Nascidos em novembro – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 17/07
Nascidos em dezembro – crédito em conta em 17/06 * saques e transferências liberadas em 18/07
Aí papai!!!
A rapadura ta garantida.
Mito mito mito mito mito.
Em 2021, 22/ 23/ 24/ 25/26/ … 30/33/…
O melhor presidente disparado.
Dinheiro muito, DADO de graça, no Brasil ninguém passa fome, NINGUÉM!!!!
Nesta segunda-feira (6), o governo federal publicou uma retificação no Diário Oficial da União (DOU) referente à Lei Nº 14.019/ 2020, que dispõe sobre o uso obrigatório de máscaras para circulação em espaços públicos. Com as mudanças, dois dispositivos — que anteriormente apareciam como sancionados pelo presidente Jair Bolsonaro — agora foram vetados.
Diferentemente do que foi publicado na edição anterior do Diário Oficial, o governo informa que Bolsonaro vetou o uso obrigatório de máscaras em prisões e estabelecimentos de cumprimento de medidas socioeducativas.
Na segunda retificação, o governo agora informa que o presidente também veta inciso segundo o qual estabelecimentos em funcionamento durante a pandemia deveriam “afixar cartazes informativos sobre a forma de uso correto de máscaras e o número máximo de pessoas permitidas ao mesmo tempo dentro do estabelecimento”.
Juntamente com as mudanças, o DOU desta segunda-feira trouxe uma justificativa de Jair Bolsonaro para derrubar as duas medidas. O presidente diz que tais determinações devem ser definidas por Estados e municípios ou órgãos específicos voltados a cada setor de trabalho.
“Ocorre que a matéria já vem sendo regulamentada por normas do trabalho que abordam a especificidade da máscara e a necessidade de cada setor e/ou atividade, do modo que a proteção individual do trabalhador seja garantida (..). Ademais, pela autonomia dos entes federados, caberá aos Estados e Municípios a elaboração de normas que sejam suplementares e que atendam às peculiaridades no que tange à matéria”, escreveu o presidente.
Ao publicar as modificações, o governo informou que os artigos foram republicados por “ter constado incorreção, quanto ao original”. A lei foi originalmente sancionada no DOU da última sexta (3), com vetos a diversos trechos aprovados pelo Congresso.
Faz piada com atos oficiais. Publica aberrações pra polemizar depois volta atrás. Estamos num buraco sem fundo.
Num vai sobrar pedra sobre pedra desse país
Verdade. Eu também não consigo entender o que leva um presidente do país insistir em ir na contramão da ciência e medicina. Se as autoridades na área de saúde, que estudam sobre o problema dizem que o uso de máscara é um item fundamental na prevenção ao Coronavirus, vem o presidente da República e fiz ser contra. Sei não. Melhor fazer um exame de sanidade mental nesse indivíduo.
Pois é. Não votei e ñ me arrependo. Mas são por ações incorretas e nefastas como essas q ele está perdendo a pouca credibilidade. Aliás, pra mim ele nunca teve.
A troco de que? Queria entender qual a motivação desse veto, por causa de coisas como essa que o presidente perde apoio, não faz o menor sentido!!! Não me sinto mais representado apenas pelo discurso anti PT, o capitão está deixando pra trás o espírito de liderança e empatia que acreditei que teria , por uma briga de família, tá parecendo treta de condomínio já!! ! To fora…..
O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que o pior da crise ficou para trás e a economia começa a engrenar em ritmo que, em alguns indicadores, já até supera 2019. A afirmação foi feita no programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”. “Parece que o fundo do poço foi abril. As notas fiscais de maio já estavam quase dois dígitos acima de abril. Nos primeiros 20 dias de junho, já superaram o mês de maio”, disse Guedes, sem detalhar números.
Na entrevista exclusiva aos âncoras William Waack e Rafael Colombo, o ministro destaca que dados reforçam a percepção de rápida recuperação da atividade. “Inclusive, junho já está mais alto do que junho do ano passado. Isso confirma (a retomada)”, disse, ao comentar o volume de emissões de notas fiscais registrada pela Receita Federal.
No programa, Guedes diz que, neste momento, uma das preocupações do governo é “organizar a saída” do período de quarentena e isolamento social. “Hoje, os principais fatores são saúde, emprego e renda. Nosso desafio é fazer uma rampa de ascensão social”, disse. “No ano passado, nossa preocupação era fiscal. Hoje, não é isso que me tira o sono”, completou.
Apesar de não tirar o sono, o ministro reconhece que a situação fiscal deve ser monitorada, e, por isso, é preciso delimitar o período dos gastos extras. “Vamos ter um déficit primário de 12% neste ano, com um déficit nominal de 15% ou 16% do PIB. Mas tudo isso é desarmável no ano quem. Tudo que foi feito não atravessa o ano. No dia 31 de dezembro, a carruagem vira abóbora”, disse, ao comentar que as iniciativas extraordinárias de reação à crise econômica terminarão ainda este ano.
Ótima notícia, um pouco estranha pois todos sabemos que a atividade econômica nesse mês mudou bastante.
Mas se o ministro da economia está dizendo, deve ser verdade.
Em nenhum momento diz q a arrecadacao foi maior. Numero de notas emitidas maior nao necessariamente tenho arrecadacao maior. Depende do valor dessas notas. Notas de baixo valor, baixo imposto.
Esse torce contra. Quanto pior, melhor. É um doente.
Você que não entende nada de matemática, o ministro falou no valor total das notas fiscais emitidas e não em número de notas emitidas, ora se o valor das notas foi maior logicamente o valor do imposto arrecadado também foi maior, simples assim, quer que desenhe ?
O auxílio emergencial, que pode injetar até R$ 300 bilhões na economia, tem efeitos que vão além da manutenção da renda dos trabalhadores que perderam o emprego na pandemia. Especialistas avaliam que os recursos podem reduzir em 27% a queda do Produto Interno Bruto (PIB) e aliviar o caixa do governo, já que R$ 75 bilhões devem voltar aos cofres públicos por meio de arrecadação de impostos.
O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, calcula que, sem o programa dos R$ 600, a economia poderia ter um tombo de 2,5 pontos percentuais maior. Como o mercado projeta recessão de 6,5% este ano, sem o auxílio, a retração chegaria a 9%, como estima o Fundo Monetário Nacional (FMI).
— O auxílio é um dos elementos que ajudam a explicar uma queda menor do PIB. O recuo de 9% do FMI acaba parecendo um pouco forte nessas condições — diz Vale.
O componente que vai fazer o PIB cair menos será o consumo das famílias, que responde por 64,5% da economia. Vale diz que, supondo que todo o benefício seja gasto, adiando o pagamento de dívidas, o consumo cairia 3,7% em vez dos 7,6% previstos.
Na arrecadação de impostos, Pedro Schneider, economista do Itaú, prevê retorno de 30% dos R$ 254 bilhões que o governo estima gastar com o benefício, já contando a prorrogação dos R$ 600 por mais dois meses, anunciada semana passada.
Considerando pagamento de dívidas ou poupança com o auxílio, e o restante sendo gasto, entrariam R$ 75 bilhões em impostos no caixa do governo. A carga tributária corresponde a 33,5% do PIB.
— Um mês de auxilio custa R$ 65 milhões. O Bolsa Família custa R$ 33 bilhões por ano. Muito mais dinheiro está sendo colocado na economia. Isso tem repercussão na atividade econômica e na arrecadação — afirma Schneider.
Custo fiscal
Especialistas alertam, no entanto, que manter o programa por muito mais tempo teria impacto nas contas públicas, que já estavam no vermelho antes da crise provocada pelo novo coronavírus.
Schneider afirma que o Itaú revisou a previsão de déficit primário (receitas do governo menos as despesas, antes do pagamento de juros) na última sexta-feira, exatamente por prever a manutenção da ajuda por mais meses. A estimativa de rombo aumentou de 10,2% para 11% do PIB.
— O governo está gastando, e isso vai ser importante para atividade. Nossa preocupação é o dia seguinte, caber no teto de gastos (regra fiscal que impede que as despesas cresçam mais que a inflação do ano anterior) — alerta Schneider.
O Instituto Fiscal Independente (IFI), ligado ao Senado, prevê que o auxílio injetaria ao todo R$ 309 bilhões na economia se houvesse mais três parcelas de R$ 600.
— O benefício não resolve o problema, mas impulsiona a atividade e gera algum retorno na arrecadação. Dados de ICMS mostram quedas menores, por causa desse tipo de medida, principalmente em bens de primeira necessidade. Há queda menor do que teria sem o auxílio — diz Felipe Salto, diretor executivo do IFI.
Apesar das fraudes, grande parte do auxílio está indo para as famílias de renda mais baixa, nas quais a destinação do dinheiro para o consumo é mais imediata.
Estudo do Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o auxílio emergencial conseguiu recompor mais de 100% da renda do trabalho perdida entre as famílias mais pobres. Nesses lares, a proporção dos que receberam auxílio emergencial chegou perto de 50%; entre os ricos, a parcela cai para 3,35%.
— Amenizou a queda da renda das famílias, principalmente das mais pobres. O auxílio recompôs tudo ou foi até maior do que elas recebiam — afirma Sandro Sacchet de Carvalho, autor do estudo.
Foi o caso do vendedor ambulante Renato Souza, de 41 anos, que faturava entre R$ 1.000 e R$ 1.500 antes da pandemia. Ele já recebeu as duas primeiras parcelas do auxílio de R$ 600. A mulher é cadastrada no Bolsa Família e, como tem uma filha, passou a receber R$ 1.200 de benefício.
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