Plano do PT para o país cita mais Bolsonaro do que Lula

O presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva  Antônio Cruz/Agência Brasil; Theo Marques/FramePhoto/Reprodução

Nas 210 páginas do seu plano de “reconstrução do Brasil”, o PT cita Jair Bolsonaro 25 vezes enquanto fala de Lula, o nome que o partido tem a oferecer ao futuro dos brasileiros, em 19 trechos. Dilma Rousseff aparece em 11 citações.

Lula é descrito, claro, como o injustiçado e perseguido político que já teria voltado ao Planalto se não tivesse sido condenado por corrupção na Lava-Jato. Dilma também tem seu lugar de vítima no processo de impeachment de 2016.

Bolsonaro, este sim, apanha sem dó onde o PT se mostra mais vigoroso entre todos os partidos de oposição. Para o partido, a forma como Bolsonaro gerencia a pandemia no país é uma “aposta macabra para tirar proveito político de uma crise que, até este momento, já custou mais de 135 mil vidas”.

Bolsonaro “abandonou os interesses nacionais na condução da política externa” e, sob seu governo, “avança o cerceamento da liberdade de expressão e de imprensa”. Ele é o “grande vilão ambiental do planeta”, “tem índole claramente autoritária e antidemocrática”, e tem uma “política obscurantista”.

Radar – Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tulii disse:

    Lula melhor PRESIDENTE DO BRASIL…….BOLSOTRALHA A CAGANEIRA QUE NEM O VASO SANITARIO QUER.

  2. João Macena disse:

    Título do documento: Reconstrução do Brasil. Esse PT, além de ser o partido mais corrupto da história Repúblicana do Brasil, é também muito hipócrita. O PT, reconstruindo o Brasil. DEUS, nos livre! João Macena.

  3. Azevedo disse:

    Esses PeTralhas vão reconstruir o que? Roubaram tanto o país que quebraram um monte de empresas estatais, a Petrobras é prova viva dessa roubalheira dos PeTralhas.

  4. Lularapio disse:

    Dali capitão
    Peia nessa curriola
    Tão cedo não voltam ao poder
    todos desonestos
    Doidos porque perderam a tetinha pra mamarem
    Vão trabalhar bando de ladrões vagabundos…

  5. Melo disse:

    Pt NUNCA mais!

  6. Pedro disse:

    Mais uma piada de péssimo gosto, já não bastasse o prejuízo econômico ao país, quase derrocada da Petrobras, 12 milhões de desempregados, esses imbecis ainda querem jogar a de forma irresponsável, as mortes nas costas do governo Federal, que se portou de forma republicana, ajudando a todos indistintamente, isso dito pelos próprios governadores, inclusive de oposição. Esse partido, que quer sobreviver de qualquer forma, só se afunda ainda mais na lama.

    • Entregador De Pizza disse:

      Ainda bem que existe o Google, caso contrário, como iria extrair essas bobagens que você escreve?!
      A leitura de um livro, já pensou?
      Um gibi, bula de remédio, etc.
      Alienado como você é, suas leituras devem se resumir no máximo, ao site tercalivre.

  7. Japa disse:

    PT nunca mais.
    Acabou!!

  8. aof disse:

    Tão apavorados. O cara apeou eles do poder pelo "gopi" das urnas. Bolsonaro 2022!

  9. CiÇO disse:

    Esse Ladravaz Luladrão,pensa que todo mundo é idiota,pensa que está falando para leva de metalurgico como faria na decada de 80,a máscara caiu,o povo acordou,o Brasil saiu das garras do PT….Bolsonaro 2022 no 1º Turno !!!!

  10. Edison Cunha disse:

    É por essas e outras que votarei no presidente Jair MESSIAS Bolsonaro em 2022.

Governo do RN anuncia nesta segunda plano de incentivo ao crescimento da economia

O Governo do RN lança nesta segunda-feira (21), às 11h, na Escola de Governo, o Plano RN Cresce +, de incentivo à retomada e crescimento da economia potiguar, com ações de curto, médio e longo prazo.

Estão envolvidas as Secretarias de Estado da Tributação (SET), do Desenvolvimento Econômico (Sedec), do Turismo (Setur) e da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (Sape).

O plano prevê uma série de incentivos fiscais, desburocratização e melhoria no ambiente de negócios, com vistas em novos investimentos para a geração de emprego e renda. São medidas que envolvem agropecuária, turismo, mineração, indústria, geração de energia, transportes e comércio, entre outras.

Devido ao evento do lançamento do plano, excepcionalmente, nesta segunda-feira (21), não haverá coletiva de imprensa na Escola de Governo com a atualização de dados da Covid-19.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. MIGUEL disse:

    E OS ATRASADOS…???

  2. José N. Filho disse:

    Mais um "prano" tipo os decretos do Covid: só papel e blá blá blá com ação zero. Espero que pelo menos isso fuja a regra. Vamos aguardar

  3. natal sofrida disse:

    Visão de que? Me engana que eu gosto. Mais um contra cheque afff.

  4. Apir Pertinente disse:

    Governo que tem VISÃO se esforça em prol das empresas, que é quem traz emprego.
    Parabéns!

    • GCF disse:

      Demorou quase 2 anos para apresentar algo assim. QUE visão BOA…
      Tudo bem! Antes tarde do que nunca.
      Espero que funcione.

    • Abel disse:

      O IDEMA vai desburocratizar também??
      Governo e governadora fracos.
      Frei de mão puxado.
      Sem rumo.
      Só no fique em casa.
      Cadê o dinheiro dos respiradores??

Prefeitura elabora Plano de Retomada do Turismo em Natal; veja medidas e protocolos

Foto: Divulgação

Com a gradual abertura de diversos segmentos da economia na capital do Rio Grande do Norte, a Prefeitura de Natal, por meio da Secretaria Municipal de Turismo (Setur), em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (Uern) e a Universidade Estadual do Piauí (Uespi), elaborou o Plano de Retomada do Turismo em Natal, que objetiva contribuir para a recuperação da atividade turística na cidade dos Reis Magos, prejudicada pela pandemia causada pelo novo coronavírus. O Plano foi apresentado nesta quarta-feira (29) ao Conselho Municipal de Turismo pelo secretário de Turismo de Natal, Joham Alves Xavier.

O documento apresenta recomendações, protocolos de segurança e medidas específicas que nortearão o setor hoteleiro na retomada das atividades. Segundo dados do Ministério do Turismo, em Natal, por exemplo, houve a diminuição de 90% dos voos nos meses de abril, maio e junho. Para o mês de julho, está programada a diminuição de 78% dos voos referentes ao ano anterior (INFRAMERICA, 2020).

Ciente do prejuízo causado ao setor turístico pelas consequências da Covid-19, a Prefeitura apresentou um conjunto de protocolos que deverão ser seguidos pelos diversos atores do turismo, a saber: bares, restaurantes, quiosques e similares; empresas e colaboradores de eventos, meios de hospedagem, transportadoras turísticas e passeios. Com o documento, baseado em portarias nacionais, em normativas de associações de classe e pela própria Organização Mundial do Turismo, o Município empresta sua contribuição para a recuperação da atividade turística em Natal.

Como medidas básicas a serem adotadas nos meios de hospedagem, o Plano recomenda a lavagem e desinfecção das superfícies de uso comum por colaboradores e clientes; limpeza frequente dos espaços e objetos de uso comum; garantia da circulação e da qualidade do ar; disponibilização de materiais de higiene com soluções de álcool a 70% devidamente reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); disponibilização nos banheiros de papel toalha, sabonete líquido apropriado para higienização das mãos e lixeiras com tampas, pedais e sacos plásticos. Estas lixeiras devem ter seu lixo recolhido com 2/3 da capacidade.

Além disso, o documento incentiva campanhas de prevenção e informação no ambiente de trabalho com cartazes em locais visíveis para colaboradores e hóspedes; sinalização e controle do fluxo de pessoas; uso de máscara obrigatório nos espaços comuns dos estabelecimentos; fornecimento do EPI necessário aos colaboradores; organização de fila demarcando no chão a posição de cada pessoa respeitando o distanciamento social de 1,5 metro entre as pessoas; garantia da limpeza dos filtros dos aparelhos de ar-condicionado com frequência e a limitação do número de pessoas no elevador pela metade da capacidade.

O Plano também recomenda medidas específicas a serem adotadas pelos setores hoteleiros no front office, na governança, nas unidades habitacionais, alimentos e bebidas e nas áreas de lazer, adequando o ambiente com filas, pagamento apenas com cartão de crédito ou débito, mesas e cadeiras, álcool 70% em gel ou líquido, cardápio em quadros, cartazes e monitores, ventilação e climatização, higienização de superfícies e objetos, adequação de banheiros e alimentos crus.

Os protocolos de segurança para os serviços de alimentos e bebidas devem prever cuidados com os colaboradores. É obrigatório o uso de máscara, uniformes, comportamento e distanciamento, higienização das mãos e a saúde da equipe. Colaboradores em geral que apresentarem sintomas da Covid-19 deverão ser afastados e/ou encaminhados para atendimento médico. O hotel deve afastar a pessoa, caso confirmada a infecção, por um período de 14 dias para cumprimento de quarentena. Em casos de confirmação de infecção de alguma pessoa do grupo familiar onde o trabalhador reside, o afastamento é indicado por intermédio de confirmação por laudo médico.

Em caso de hóspede ser contaminado pela Covid-19, o protocolo recomenda que o meio de hospedagem deve assegurar que o hóspede fique dentro de sua unidade habitacional enquanto aguarda orientação/atendimento médico. Caso não seja caso de internação, o estabelecimento tem de promover o isolamento social do suspeito ou infectado por Covid-19 em seu quarto até que se complete 14 dias a partir do primeiro dia do início dos sintomas. O estabelecimento deve comunicar ao hóspede que está proibida sua saída do quarto, exceto para caso de internação hospitalar. Ocorrendo o descumprimento deste item, o estabelecimento tem a obrigação de comunicar às autoridades policiais e de saúde.

Para além desses protocolos de segurança, o Plano de Retomada do Turismo em Natal recomenda medidas de segurança sanitária em restaurantes self-service, agências de turismo receptivo e guias de turismo, transportes turísticos, bugueiros, vendedores ambulantes e eventos.

Desde os primeiros momentos da pandemia do novo coronavírus no Município, a Prefeitura de Natal vem trabalhando para promover a volta do turismo com responsabilidade e segurança, prezando pela saúde das pessoas envolvidas. O executivo municipal entende que o turismo é a principal fonte econômica da cidade, garantindo renda para milhares de natalenses. A cidade de Natal é vocacionada para o turismo e a Prefeitura vai estimular ainda mais investimentos para garantir a melhoria de vida de seus cidadãos e o conforto e a segurança dos turistas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. J.Dantas disse:

    O Município de Natal trabalhando com responsabilidad e dentro das regras de saúde sanitária, já que temos que conviver muito tempo com a peste . Enquanto o Estado todos dias faz suas lavi do terror e da morte, editando decretos sem pé e nem cabeça…. Quando o Estado vai sair dessa inércia???

  2. Almir disse:

    O Prefeito estar coberto de razão, tem que abrir o comércio e voltar as escolas. Vamos usar máscaras e manter o distanciamento, o povo quer trabalhar. Essa Governadora e sua equipe sabe mesmo é cascatear, estava sumida e agora não para de dar entrevista dizendo que fez isso e aquilo. Cadê os respiradores, hospital de campanha etc …

  3. Cabo Silva disse:

    Sem vacina, NADA VOLTA AO NORMAL. NÃO PERCAM TEMPO COM IDEIAS MIRABOLANTES SEM SUCESSO

Empresários dos ramos de buffets e recepções em Natal apresentam plano de retomada das atividades

Fotos: Divulgação

A retomada do funcionamento de buffets e recepções da capital potiguar, depois de quase quatro meses de portas fechadas, tem mobilizado mais de vinte e cinco empresários do segmento, reunidos para apresentar ao prefeito de Natal, Álvaro Dias, o plano de reabertura gradual.

A proposta obedece a rígidos protocolos de segurança e está dividida em quatro etapas. A primeira delas prevê a reabertura das empresas apenas para atendimento de clientes e agendamento de eventos, com visitas e degustações na modalidade “a la carte”, medição de temperatura de clientes e colaboradores, uso obrigatório de máscara, sanitização constante do estabelecimento durante o expediente, disponibilização de álcool em gel e cumprimento das regras de distanciamento social.

A segunda etapa, por sua vez, contempla a reabertura dos estabelecimentos para eventos com 50% da capacidade, mantendo as regras sanitárias acima citadas. Na terceira etapa, a capacidade será estendida para 70%. A abertura integral está prevista somente na quarta e última etapa, quando a população já estiver imunizada pela vacina contra o novo coronavírus.

Para pleitear a reabertura, a categoria ainda considerou que bares e restaurantes, enquadrados no mesmo padrão de serviço, já retomaram as atividades na capital, sob justificativa de que a pressão por leitos hospitalares em Natal vem caindo gradativamente.

O setor de serviços é responsável por 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte. Buffets e recepções têm uma participação significativa nesta parcela, empregando milhares de funcionários e fomentando o mercado de fornecedores. “Passamos quatro meses estudando a melhor maneira de oferecer segurança para os nossos clientes e colaboradores. Estamos seguros acerca do plano elaborado. Consultamos especialistas e nos preparamos para uma retomada absolutamente responsável. Queremos o melhor para todo mundo”, afirma Daniel Duarte, sócio do Fest Joy Buffet, casa de festas em funcionamento há seis anos na capital potiguar.

“Os buffets estão e sempre estiveram preparados para atuar em qualquer assunto relacionado a segurança. O que precisamos agora fazer são adaptações específicas à crise da Covid-19 e já estamos prontos para isso. Adotamos protocolos e procedimentos de medida de biossegurança para resguardar a saúde de todos os envolvidos: fornecedores, colaboradores, clientes e convidados, com minucioso zelo e cuidado”, conta Luciano Almeida, proprietário do Olimpo Recepções, casa de festas referência na realização de eventos como casamentos e formaturas.

Na última sexta-feira, 10 de julho, o grupo de empresários se reuniu com o vereador Kleber Fernandes (PSDB), que se comprometeu a intermediar o pleito da categoria junto ao prefeito Álvaro Dias.

O plano de reabertura foi assinado por todos os empresários. Participaram da proposta as seguintes empresas: Olimpo Recepções, Fest Joy Buffet, Versailles Recepções, Timtim por Timtim Buffet, Nilson Buffet, Boulevard Music Hall, Mulekada Buffet, Átrios Recepções, Crocokids, Gérbera Recepções, Spaço Guinza, Éden Recepções, Mansão Fest Recepções, Felicitá Recepções, Sapekas Play, Espaço Festejar Garden, Solar Imperial Recepções, Espaço Neuma Leão, Espaço San Valle, Vagalume Festas, Abracadabra, Buffet Vamos Comemorar, La  Mouette Recepções e Espaço Valéria Calazans.

RIO PITIMBU: Limitação das áreas de preservação permanente de curso de água e projeto de desassoreamento estão em pauta

FOTO: ASCOM/SEMARH

Os órgãos que compõem o Sistema Semarh – Idema, Caern e Igarn – se reuniram, na última sexta-feira (03), com representantes das prefeituras de Natal, Parnamirim e Macaíba para discutirem um Plano de Ação para Melhoria da Qualidade Ambiental da Bacia do Rio Pitimbu.

Entre os assuntos na pauta da reunião estivaram projetos de ações para a delimitação das áreas de preservação permanente do curso de água, assim como o projeto de desassoreamento da calha do rio.

Foi criado ainda, um grupo multidisciplinar de trabalho para fazer um levantamento dos projetos ambientais existentes e reunir todos os agentes com atuação na área em busca da preservação e conservação do Rio Pitimbu. Ainda como encaminhamento da reunião, também será adotado um cronograma de atividades, que inclui municípios e Comitê da Bacia Hidrográfica.

Uma nova reunião está agendada para o início do mês de agosto.

Governo deverá anunciar planos para quatro grandes privatizações em até 90 dias, diz Paulo Guedes, sobre programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”

Foto: Jorge William / Agência O Globo

O governo federal deverá anunciar planos para quatro grandes privatizações em período de “30, 60 a 90 dias”. A afirmação foi feita pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao programa especial “O Brasil Pós-Pandemia: a Retomada”. Questionado pelos âncoras William Waack e Rafael Colombo, ele disse que os nomes das estatais serão anunciados em breve.

Guedes mencionou apenas que “há muito valor escondido debaixo das estatais”. “As subsidiárias da Caixa são um bom exemplo. Ali, há R$ 30 bilhões, R$ 40 bilhões ou R$ 50 bilhões em um IPO (oferta primária de ações) grande”, disse. Atualmente, a Caixa já tem pedido para oferta de ações da Caixa Seguridade – braço de seguros do banco – operação que poderia levantar cerca de R$ 15 bilhões, estima o mercado financeiro.

Outra empresa que o ministro quer oferecer à iniciativa privada são os Correios. “Está na lista seguramente, só não vou falar quando (será a privatização). Eu gostaria de privatizar todas as estatais”.

Na semana passada, o secretário de desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, anunciou que o governo quer privatizar pelo menos 12 estatais, mas ano que vem. Entre as empresas previstas para 2021, estão os Correios, Eletrobras, CBTU, Serpro, Dataprev e Telebrás. Para essa venda acontecer, no entanto, o governo precisará do aval do Congresso Nacional para algumas empresas, como a Eletrobras.

Na entrevista à CNN, Guedes reconheceu que o ritmo das privatizações está mais lento que o esperado. “Estamos atrasados sim, não tenho problema de admitir. Tenho de fazer um mea culpa de que elas não andaram no ritmo adequado”.

Ainda sobre a retomada, o ministro da Economia diz que o governo prepara ações para destravar o investimento privado. Ele mencionou que, após a recente aprovação do novo marco regulatório do saneamento básico, o governo deve agir para incentivar setores como a cabotagem, eletricidade e petróleo e gás com fim do regime de partilha na exploração.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observando. disse:

    As vezes ele diz q vai privatizar isso e aquilo. Mas…..privatiza nada. So lero. Essa conversinha de correios de novo? Até pq o centrão necessita dessas estatais. Entende?

  2. Carlos disse:

    Os Correios, era uma das instituições mais acreditadas, antes de ser entregue aos sindicatos. Hoje não serve pra nada.

    • Kassio disse:

      A sua visão sobre os correios realmente foi bem medíocre procure entender um pouco mais sobre ela.

  3. Conservador disse:

    O governo Tá mais que certo em privatizar essas estatais.
    Vimos o que aconteceu com parte delas na roubalheira do governo anterior.

    • Lair Solano Vale / médico disse:

      Uma carta registrada levar 9 dias para ser entregue. De Mossoró para Fortaleza.
      Privatisa já.

    • Cigano Lulu disse:

      Usar correio para enviar carta em plena era da informação? Em Mossoró? Ômi, deixa de brincadeira.

  4. Cavaludo disse:

    Aquela velha estorinha do cachorro com carrapato. Daí tem remédio pra tratar o carrapato, mata o cachorro. Esse Guedes é 1 bandido pinochetiano. Em 90 dias? Antes disso, tomara q a PF leve vc preso pelos crimes bilionários contra os fundos de pensão. Esse desgoverno só tem banido.

  5. Brasil disse:

    Alguém conhece uma só pessoa que gosta do serviço dos correios? Fora a roubalheira que houve lá nos últimos anos. É preciso privatizar urgente!

    • Nono Correia disse:

      Já existe no Brasil serviços de entrega privados. Se não gosta dos Correios é simples, basta usar esses serviço. Depois contra pra gente como eles são "eficientes."

    • Neto disse:

      Não é bem assim. Os correios tem exclusividade em uma serie de produtos. Se houvesse realmente liberdade de escolha ja teriam quebrado

    • Armando disse:

      Negativo Sr. Neto. Se informe melhor a exclusividade é só para cartas. Sim, a competitividade é grande.

    • Manoel disse:

      Hoje vc pode mandar quase tudo por empresa postal privada, a exceção de cartas pessoais e comerciais que é exclusivo pelos correios (alguém manda carta hoje em dia?).
      O fato é que quase tdos usam os correios para enviar pacotes pois é mais barato mas eclamam do serviço (que Realmente demora). As empresas privadas estão aí, cobrando 5x mais caro mas só reclamam dos correios. Nao se preocupem, quando privatizarem vcs terão mais uma empresa cobrando 5x mais caro.

  6. Vergonha disse:

    Quero ver esses carteiros CRITAREM , os PTralhas roubaram oque pode , e todos ficaram caladinhos .

Governo Federal quer plano de combate ao feminicídio até novembro

Cristiane Britto, secretária nacional de Políticas para Mulher. Foto: Divulgação/Secretaria Nacional de Políticas para Mulher

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, por meio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulher, quer lançar o Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio ainda em 2020. A entrega foi anunciada para o primeiro semestre deste ano, mas teve de ser adiada por causa da pandemia do novo coronavírus. Agora, o plano será lançado em novembro, de acordo com Cristiane Britto, que comanda a secretaria.

A tarefa se demonstrou ainda mais necessária no momento em que milhões de brasileiros estão em quarentena, medida adotada para evitar o contágio da covid-19. De acordo com levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, os casos de feminicídio registrados entre os meses de março e abril deste ano aumentaram 22% em relação ao mesmo período do ano passado, quando não existia o confinamento social.

Enquanto Britto mobiliza ações para a conclusão do programa, a Casa da Mulher Brasileira, a galinha de ovos de ouro da secretaria, se expande. Os recursos para esses espaços, que abrigam centro de atendimento humanizado e especializado no atendimento à mulher em situação de violência doméstica, terão um aumento de 222% neste ano e fazem parte de uma resposta emergencial para o problema.

A Casa da Mulher Brasileira contará com orçamento de R$ 61,2 milhões, ante R$ 19 milhões nos cofres de 2019. Com o orçamento maior, a previsão é de entrega de unidades espalhadas pelo interior do país. “Interiorizar a política”, argumenta Britto — em seguimento ao jargão usado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de ‘menos Brasília, mais Brasil’.

Até o final de julho, a pasta iniciará o projeto de 10 unidades. Duas são em capitais, Cuiabá (MT) e Manaus (AM), e o restante em municípios do interior – Uberaba (MG), Japeri (RJ), São Raimundo Nonato (PI), Cidade Ocidental (GO), São Sebastião (DF), Recanto das Emas (DF), Sobradinho II (DF) e Sol Nascente (DF).

Confira, abaixo, os principais pontos da entrevista com Cristiane Britto:

R7 — A quarentena, praticada de forma ainda sutil pela população brasileira, escancarou um problema o qual a secretaria já sabia da existência. Os casos de feminicídio aumentaram em 22% durante a pandemia do novo coronavírus, segundo o Fórum Nacional de Segurança Pública. Como resolver?

Cristiane Britto — A gente já sabia dessa perspectiva de aumento dos casos por causa da experiência relatada por outros países. E a nossa primeira atitude foi antecipar o investimento em ferramenta de canal de denúncia. Lançamos, por exemplo, o Direitos Humanos BR, pensando naquela mulher que está 24 horas ao lado do agressor e é impossibilitada de fazer uma ligação.

O nosso maior desafio, quando se fala sobre feminicídio, é superar a subnotificação. 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca fizeram sequer uma denúncia. Isso significa que estávamos falhando na disseminação de informação ou que essa mulher não confia no atendimento da rede. E isso se agrava no momento de pandemia da covid-19.

Então, nós nos aproximamos da rede a fim de fortalecê-la. De que forma? Assegurando que a Casa da Mulher Brasileira permanecesse funcionando, que os Tribunais de Justiça desenvolvessem ferramentas para medidas online, disseminar informações que incentivem a denúncia dessa mulher, fizemos um protocolo para categorizar de forma correta a tipificação do crime de feminicídio.

Inclusive, por meio de nossa articulação, o Ministério da Justiça assinou ontem [terça-feira (23)] o Protocolo Nacional de Investigação e Perícia nos Crimes de Feminicídio. Com isso, vai acabar o problema de que policial tinha dificuldade em iniciar uma investigação de feminicídio como se fosse homicídio comum. Enfim, é um protocolo que significa a abertura do caminho do combate ao feminicídio.

R7 — A senhora é defensora do boletim de ocorrência online, medida adotada pelo Estado do Rio de Janeiro, por exemplo. A senhora conseguiu avançar nessa questão na Secretaria?

Cristiane — Nós identificamos que o Rio de Janeiro tinha lançado boletim online. E nós articulamos junto ao Ministério da Justiça com secretários de segurança de todo o país para que adotem a mesma medida. Já são 13 Estados, entre eles Distrito Federal e Paraíba, que vigoram com o boletim de forma online, delegacia virtual, por exemplo.

R7 — A Casa da Mulher Brasileira, importante instrumento criado para dar proteção e assistência as mulheres, conta com R$ 61,2 milhões no ano de 2020 (ante R$ 19 milhões de 2019). A maior parte desse dinheiro foi capitaneada com emendas parlamentares, destinadas pela Bancada Feminina.

Cristiane — Para que nós conseguíssemos esse valor foi preciso de uma reavaliação do programa. Basicamente o que nós fizemos foi baratear o custo. Por exemplo, para se instalar uma unidade da Casa da Mulher Brasileira era preciso de R$ 13 milhões. Hoje, com a nossa reformulação, é necessário R$ 823 mil. E com isso o programa se tornou mais atrativo.

Isso é o que eu prego de interiorização da política. Nós conquistamos esse orçamento e vamos espalhar o programa para cidades que não registravam unidades. Até o final de julho, iniciaremos o projeto de 10 casas. Duas são em capitais, Cuiabá e Manaus, e o restante em municípios do interior – Uberaba (MG), Japeri (RJ), São Raimundo Nonato (PI), Cidade Ocidental (GO), São Sebastião (DF), Recanto das Emas (DF), Sobradinho II (DF) e Sol Nascente (DF).

R7 — O programa foi lançado na gestão de Dilma Rousseff (PT). Quais são as principais diferenças entre o programa de antes com o de hoje, comandando pela senhora?

Cristiane — A redução de gastos, sem dúvida, é a nossa maior diferença. E é isso que possibilita a distribuição de unidades do programa por diversas cidades do interior do Brasil. Uma casa levaria cerca de dois anos para ser construída. Hoje esse tempo é medido em um ano. A celeridade, então, é a nossa marca. Ter celeridade na política pública para que chegue em todas as mulheres.

R7 — O aumento do orçamento tem relação com o aumento do número de casos de feminicídio? Foi apenas uma decisão acertada com um timing perfeito?

Cristiane — A gente já vinha construindo desde o ano passado esse aumento de orçamento, então não acredito que tenha relação. Acredito também que passou pela sensibilização dos próprios parlamentares em relação a pauta. Antigamente, isso era restrito a bancada feminina, por exemplo. Hoje, acho eu, que o parlamento está mais sensível como um todo. E, claro, a cobrança da sociedade. Nós somos o quinto país que mais mata mulheres no mundo e isso é inaceitável.

R7 — A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados, juntamente com a Associação Visibilidade Feminina, lançou uma cartilha para ajudar mulheres interessadas em se candidatar nas eleições municipais de 2020. A senhora é especialista em direito eleitoral e integra o Observatório Eleitoral Pesquisa de Liderança Feminina na Política. Como você vê esses movimentos? O que a Secretaria da Mulher tem feito nesse sentido?

Cristiane — Eu inclusive participei do lançamento dessa cartilha porque é um tema caro. Ainda mais este 2020, ano eleitoral. E nós estamos também com um projeto que fomenta mais mulheres na política.

Um dado alarmante é de que 1.290 municípios não possuem mulheres no Legislativo. Nas eleições de 2016, 11,6% das prefeituras tiveram mulheres eleitas. Então, nosso objetivo é aumentar o número de candidaturas de mulheres vereadoras.

R7 — A nova regra obriga, a partir deste ano, que cada partido tenha, de forma independente, ao menos 30% de nomes femininos nas urnas. A senhora concorda?

Cristiane — Eu concordo com a política afirmativa, mas não por tempo indeterminado. Isso é necessário por pelos menos um período até o momento em que tenhamos um equilíbrio.

E eu acredito que estamos no caminho certo. Estamos sentindo que os próprios jovens estão se disponibilizando para entrar na vida política — 51% das candidaturas femininas foram na faixa etária de 20 a 24 anos, por exemplo. Isso significa uma mudança comportamental e é animador.

R7 — E há conversas nesse sentido com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral)?

Cristiane — Nós tivemos diversas conversas sobre o tema até o início desse ano, com a gestão da ministra Rosa Weber. Agora, com a posse do ministro Luís Roberto Barroso, infelizmente não tivemos contato, mas devido à pandemia. O objetivo é retomar essas conversas em breve com a nova gestão do TSE para tornar nosso objetivo possível.

R7 — A senhora também fala sobre a violência contra a mulher na política.

Cristiane — Pouco se fala sobre esse assunto, que é uma realidade que ocorre principalmente nas eleições municipais. Nós vemos candidatas às prefeituras e câmaras municipais sofrerem discriminação ao longo da campanha.

E a violência se dá antes mesmo de entrar para o cargo público e também no exercício de seu mandato. A candidatura laranja, por exemplo, é uma violência contra a mulher. É um obstáculo que se cria, que se deturpa, e impede uma mulher de ocupar, de fato, aquela cadeira.

Um dado que também revela a violência contra a mulher na política é o fato de não existir, até 2016, um banheiro feminino no plenário do Senado. Isso transmite a mensagem de que isso não é para a mulher, que não é bem-vinda. E isso não podemos aceitar.

R7 — O plano nacional de combate ao feminicídio. Em qual fase está? O que falta para ser lançado?

Cristiane — Em determinados estados é complicado falar para a mulher para fazer a denúncia, quando ela está preocupada com o prato de comida na mesa, com a saúde do filho. Nós vamos lançar o Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio até novembro. O objetivo principal é fortalecer a rede. De que forma? Capacitar os gestores municipais e estaduais, por exemplo. Isso faz uma enorme diferença porque é investimento na ponta. E isso vai refletir diretamente no atendimento da vítima: mais humanizado, tipificação do crime, e pensando também na condição econômica dessas mulheres.

R7 — A senhora tem pretensões de ir para o Legislativo? A senhora vai se candidatar nesta eleição?

Cristiane — Não. Ainda é muito cedo para falar disso. O meu compromisso é trabalhar para as mulheres de todo o Brasil, mas na Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres.

R7

Plano de retomada da economia no Ceará: veja o retorno de cada setor e lista detalhada em quatro fases

Foto: José Leomar/Sistema Verdes Mares

O governador do Ceará, Camilo Santana, divulgou nesta quinta-feira (28) os detalhes do plano de retomada das atividades econômicas do estado em recuperação aos efeitos da epidemia do novo conoravírus (SARS-CoV-2). A partir do dia 1º de junho até o dia 7, haverá uma fase de transição, seguida por outras quatro, cada uma com 14 dias, com a divisão das atividades liberadas para retomarem por grupos. Já na primeira fase, setores do comércio já poderão funcionar. Escolas estão na última fase.

Também na primeira fase serão permitidas a atuação da indústria química, 30% da cadeia da construção civil em obras com até 100 operários; lojas de construção civil; cadeia da saúde (óticas, escritórios, clínicas de dentistas); e cuidados pessoais, como cabeleireiros e barbeiros.

Todo o processo será avaliado e poderá sofrer mudanças, contudo. Segundo Camilo, o plano de retomada é comportamental, baseada em critério de risco sanitário e outro econômico e social. As fases serão especificadas por decretos.

O anúncio foi feito por meio das redes sociais do governador. Antes, no mesmo pronunciamento, o secretário da Saúde do estado, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o dr. Cabeto, mostrou gráficos que, segundo ele, demonstram a eficácia do isolamento social na redução do crescimento de casos e óbitos por Covid-19.

Confira abaixo como será o retorno de cada setor da economia durante o plano de retomada econômica no Ceará.

Fase de transição (1/06)

Fase de transição correspondendo aos primeiros sete dias de retomada econômica no Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Primeira fase do plano de retomada econômica no Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Segunda fase (22/06)

Segunda fase do plano de retomada econômica do Ceará — Foto: Governo do Ceará

Terceira fase (6/07)

Terceira fase do plano de retomada econômica do Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Quarta fase (20/07)

Quarta fase do plano de retomada econômica do Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Confira alguns destaques do plano de retomada econômica

Escolas

Passam a funcionar na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Igrejas e templos

Entre 22 de junho e 5 de julho podem funcionar com 20% de sua capacidade

Entre 5 e 19 de julho podem funcionar com 50% de sua capacidade

A partir de 20 de julho podem funcionar com 100% da capacidade

Salões de beleza e barbearias

A partir de 1º de junho poderão funcionar com 30% de sua capacidade

A partir da terceira fase poderá funcionar com 100% de sua capacidade

Academias, clubes, shows e espetáculos

Poderão funcionar com 100% da capacidade na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Shoppings

A abertura dos estabelecimentos nos shoppings segue a ordem de abertura de cada setor de comércios e serviços, contando a partir da primeira fase do plano, inicialmente prevista para 8 de junho

Cinemas

Poderão funcionar com 100% da capacidade na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Números no Ceará

O número de mortes provocadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) chegou a 2.671 nesta quarta-feira (27) no Ceará. Os casos de infectados pela Covid-19 atingiu 37.275 pessoas até as 17h21, última atualização da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde.

Os números apresentados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Alves disse:

    Aqui no RN o governo está esperando o resultado e plano dos outros estados do NE para fazer o control C, control V.

  2. Assis disse:

    Vamos com calma

  3. Márcio Macêdo disse:

    Estamos precisando que o governo do estado do RN , tome está posição.

SP deve anunciar nesta quarta plano de reabertura do comércio com início a partir de 1º de junho

FOTO: ROGÉRIO CAPELA/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO

O governador João Doria deverá anunciar amanhã (27) novas regras de isolamento social e um plano para a retomada gradual das atividades econômicas no Estado de São Paulo, com início já a partir da próxima segunda-feira (1°).

A proposta será implementada após antecipações de três feriados municipais e estadual (Corpus Christi, Consciência Negra e Revolução Constitucionalista), que resultaram em seis dias seguidos de circulação reduzida, entre quarta-feira passada e ontem – na sexta foi ponto facultativo.

Ontem, em entrevista à GloboNews, Doria afirmou que planeja uma “quarentena inteligente”, não homogênea, que “levará em consideração toda a regionalização de São Paulo, do interior, da capital e da região metropolitana”.

As regiões devem ser avaliadas periodicamente segundo indicadores de saúde, para se verificar o cumprimento dos critérios e assim avançar a uma fase de maior relaxamento. Taxa de isolamento, número de casos da doença e taxa de ocupação dos leitos de UTI devem ser alguns dos critérios, conforme já anunciado pelo governo paulista.

Segundo dados obtidos pela GloboNews, a proposta deve ser executada em quatro etapas. Na primeira fase poderiam reabrir estabelecimentos comerciais e de serviços com área de venda até 400 metros quadrados. Na segunda fase, reabririam lojas maiores; na terceira, setor hoteleiro e, na quarta, outras atividades, de acordo com a reportagem. No entanto, o governo de São Paulo divulgou nota afirmando que esse detalhamento tem informações “equivocadas”, citando os hotéis, ” que nunca tiveram fechamento decretado”. Segundo o governo, o detalhamento correto do plano será divulgado em entrevista coletiva às 12h desta quarta (27), no Palácio dos Bandeirantes.

Yahoo, com Valor

Plano de Retomada Gradual da Economia Potiguar é lançado e prevê ‘Agenda Urgente’, cronograma e protocolos

Foto: Divulgação/Fiern

Para direcionar o retorno das atividades econômicas no estado, de forma progressiva e segura — obedecendo as medidas de saúde preconizadas no combate a COVID-19 —, o Sistema FIERN, através do Mais RN, apresenta o Plano de Retomada Gradual da Economia Potiguar. O documento, lançado nesta terça-feira (5), propõe um planejamento estratégico com a “Agenda Pública Urgente” de ações governamentais consideradas pré-requisitos para a recuperação econômica, além de propostas e protocolos para o funcionamento das atividades, com cronograma e escalonamento da flexibilização do isolamento social e para o período pós-isolamento. A ideia é pactuar uma saída e conciliar agendas.

O Plano foi desenvolvido por um grupo multidisciplinar formado, a partir da Sala de Situação do Mais RN, por representantes das Federações do setor produtivo – FIERN, Fecomércio, Fetronor, Faern -, do Sebrae, da AGN, do governo do Estado, com participação de professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

E leva em conta o avanço da pandemia de COVID-19 e a grave crise econômica gerada, a partir de dados e estimativas apresentados por governos e instituições. No Brasil, o governo federal estima que a dívida pública pode chegar a 90% do PIB e o impacto fiscal a R$ 307 bilhões, além de uma queda do PIB de 5,3%, conforme projeção do FMI. Com o desemprego atingindo 15,8%, segundo estimativa do Bradesco.

No Rio Grande do Norte, a Secretaria Estadual de Tributação (SET) projeta queda no ICMS entre 27% e 30%, algo em torno de R$ 130 milhões por mês. Até o dia 21 de abril, a diminuição registrada na arrecadação deste tributo era de R$ 75 milhões, segundo dados da Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), que previa, até o fim de abril, entre R$ 130 milhões e R$ 150 milhões, além de estimar recuo de 44% no consumo do mercado varejista e de 80% no setor de serviços. A indústria também sofre os impactos da crise. Sondagem elaborada pela FIERN aponta que 40% das indústrias do RN não resistem mais um mês nessas condições, 39% já passou por demissões e 65% por renegociação de contrato de trabalho.

Projeções apontam que a curva começa a crescer intensamente entre os dias 15 de abril e 02 de maio, no Brasil, com o pico dos casos previsto para o período entre 3 e 16 de maio, segundo o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN) e do SUTD Data-Driven Innovation Lab. Para o RN, segundo dados da Sesap, o cenário também converge para o período de 2 a 15 de maio. O documento ressalta que o objetivo do isolamento é achatar a curva de contaminados no pico, com a principal finalidade de não sobrecarregar os leitos hospitalares.

Diante da pandemia, o presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, enfatiza a necessidade de planejar a recuperação da economia do Rio Grande do Norte de forma responsável para quando o retorno for possível, minimizando os efeitos da crise instalada. “A FIERN, preocupada com a situação dos empresários e da economia do Rio Grande do Norte, formou um grupo de trabalho para discutir soluções e a sugestão resultante que será feita ao Governo do RN é de indicar caminhos, de ver uma luz no fim do túnel e como caminhar até ela”, afirma o presidente.

Ele destaca a cooperação das entidades envolvidas no grupo de trabalho interdisciplinar. “O grupo tem forte representatividade dos mais diversos setores da economia, do setor produtivo, governo, prefeituras, do meio científico e médico, com mais de 20 pessoas envolvidas, debatendo possibilidades em vários campos e direções para darmos esta contribuição à sociedade e podermos, desde já, planejar a retomada”, observa Amaro Sales.

A Agenda Urgente elenca pontos de atenção e necessidade de respostas mais imediatas, como o planejamento nos bancos para acesso ao crédito-auxílio, criação de barreiras sanitárias nas divisas, um Plano de Segurança Pública para Situação do COVID-19, distribuição de máscaras para a população, monitoramento completo dos leitos hospitalares, além de propor que o Governo do Estado deve agir junto ao Governo Federal para flexibilizar burocracias que impedem, neste momento, as empresas terem acesso aos programas de financiamento, bem como a melhoria do acesso a linha de crédito especial do Banco do Nordeste com recursos do Fundo Constitucional – FNE.

A agenda pressupõe identificar a população de maior risco, expandir a capacidade de testes, ter o acompanhamento eficiente, em tempo real, de leitos disponíveis de UTI dotados de respiradores, o Governo dar condições para que as Secretarias e órgãos estaduais [Segurança Pública, Agricultura, Desenvolvimento Econômico, Pesquisa, Ciência e Tecnologia e Idema] atuem de forma intensiva, condicionadas às orientações da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap).

Propostas e protocolos de ações para retomada das atividades

Entre as propostas apresentadas no Plano de Retomada Gradual da Economia Potiguar estão a criação de um cronograma para abertura gradual de atividades econômicas e de horários alternados para diversas atividades econômicas de forma que se evite horários de pico. O Plano ainda alerta para atividades econômicas que, hoje, merecem atenção e sugere ações de educação para planejamento financeiro às famílias e de suporte aos pequenos empresários.

Além de ações transversais de continuidade de quarentena domiciliar para grupos de risco e infectados; uso generalizado de máscaras de proteção; adequação da oferta da frota de ônibus urbanos; continuidade de suspensão de eventos com grande número de pessoas e a manutenção do teletrabalho para as atividades em que for possível essa modalidade.

E apresenta um conjunto de protocolos de retorno como Protocolo de distanciamento social no trabalho, Protocolo se algum funcionário testar positivo para COVID-19; Protocolo para creches e escolas; Fábricas, Escritórios, Setor lojista; Setor de alimentação; Salões de beleza, estética e correlatos; Shoppings e praças de comércio; Personal trainer e estúdios de pequeno porte; Transporte público.

Há ainda a proposta de projeto piloto de liberação para pequenos municípios, em que, aqueles que até o momento não apresentaram óbitos, casos confirmados e nem possuem casos suspeitos possam ser gradualmente liberados, observando os pressupostos, protocolos e ações transversais apresentados.

José Bezerra Marinho, coordenador do Mais RN, explica que o plano de retorno gradual considera o ser humano em sua integridade, no aspecto de saúde e também na necessidade de sustento e sobrevivência econômica. “O plano procura atender e pensar o ser humano em sua integridade, buscando oportunidades, com o escalonamento, para que quando se tornar possível, obedecendo a todos os protocolos, o retorno as atividades econômicas possam ser feitas pensando nos trabalhadores e nos empresários de todos os portes, desde o grande ao micro”, disse Marinho.

O documento também antecipa estratégia e pilares da comunicação, com campanha para orientação e conscientização da responsabilidade de todos os cidadãos acerca do cumprimento das medidas preventivas, com ênfase nas ações transversais estabelecidas no plano (horários, circulação, higienização das mãos, uso de máscaras).

E estabelece ainda o papel estratégico do “Sistema S” nesse contexto, com treinamento e consultoria para os empresários e equipes se adequarem aos protocolos de propostos no Plano. Os treinamentos serão todos online de forma a seguir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), de modo a mensurar a quantidade e a identidade dos capacitados.

“O objetivo é elaborar um plano responsável, seguro, atento aos ditames da saúde, mas que dê previsibilidade e um calendário de retorno gradual das atividades econômicas no Rio Grande do Norte”, afirma assessor técnico de Economia e Pesquisa da FIERN, Pedro Albuquerque.

Acesse aqui a íntegra Plano de Retomada Gradual da Economia Potiguar-MAIS_RN

Assista o vídeo de apresentação https://youtu.be/10gOBP4kDvM

Fiern

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Toinho disse:

    Ainda bem que a FIERN se manisfestou. Muito bem vamos a luta, a responsabilidade e de todos!

  2. Eduardo disse:

    Precisou juntar 20 pessoas para fazer esse “plano”? Outra coisa, o “pico” da pandemia agora é entre 02 e 15 de maio. Não sabem de nada. Desse jeito vamos chegar dezembro e nada de sairmos da quarentena. Quero ver quando faltar dinheiro pro governo pagar salário, neguinho ficar gritando fique em casa

Plano de retomada do governo prevê criação de 1 milhão de empregos com obras públicas

Foto: Adriano Machado – 7.abr.2020/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro delegou ao ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, a condução de um plano de retomada da economia sustentado na retomada de obras públicas com recursos do Tesouro, como forma de evitar uma escalada do desemprego.

Batizado de “Plano Marshall”, em referência ao programa dos EUA de recuperação de países aliados após da Segunda Guerra Mundial, o programa deve durar pelo menos três anos.

Só no âmbito do Ministério da Infraestrutura, a projeção é que o pacote consuma cerca de R$ 30 bilhões em investimentos públicos para a retomada de cerca de 70 obras que estão paralisadas ou sendo tocadas abaixo da sua capacidade total.

Detalhes do pacote foram apresentados nesta quarta-feira (22) em reunião do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com sua equipe ministerial. A proposta ainda está em elaboração no Planalto, mas o diagnóstico de que obras públicas serão necessárias tem forte apoio do núcleo militar do governo.

Segundo relatos de presentes, durante a reunião ministerial foi feito uma análise de que a crise causada pela pandemia do novo coronavírus irá se estender no ano que vem e que será necessário repensar a atual política de ajuste fiscal. No ministério da Infraestrutura, a ideia é que as obras possam absorver entre 500 mil e 1 milhão de empregados nos próximos três anos.

O ministro Tarcísio de Freitas disse que a lista de obras inclui empreendimentos que poderiam ser rapidamente viabilizados porque já têm projetos de viabilidade e licenciamento ambiental prontos.

Para Tarcísio, o programa de concessões e privatizações, que também passará a ter uma atenção especial para destravar investimentos, não dará o retorno desejado no curto prazo.

Isso porque o prazo entre a assinatura dos contratos, a realização do investimento e a contratação de mão de obra costuma ser de, em média, um ano.

Além do ministério da Infraestrutura, a Casa Civil criou outras “frentes de trabalho”, como chama cada ministério envolvido nesse grande projeto de retomada. As principais medidas em preparação estão nas pastas do Desenvolvimento Regional e de Minas Energia.

No Ministério do Desenvolvimento Regional, foi feito um diagnóstico de empreendimentos em habitação e saneamento que podem ser rapidamente ativados, além de obras em barragens.

Uma das saídas será financiar obras do Minha Casa, Minha Vida totalmente com recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).

Até o final do ano passado, a União entrava com 10% dos recursos. Diante da escassez de recursos em caixa, o FGTS poderá arcar com todo o projeto e da vazão às obras.

Havia cerca de R$ 70 bilhões empossados no FGTS diante da falta de contrapartidas da União que, a partir de agora, poderão ser investidos em habitação e isso se reverterá em empregos na construção civil.

O problema é que a equipe econômica diverge do aumento de gastos públicos. O ministro Paulo Guedes (Economia) pretende estimular a atividade econômica pela concessão de crédito, buscando saídas de mercado para resolver o impasse em torno de garantias para que empresas de todos os portes possam acessar instituições bancárias público e privadas em busca de linhas de crédito.

Recentemente, o Banco Central chegou a reduzir o compulsório dos bancos (parcela de cada depósito bancário que fica retida no BC) como forma de dar ainda mais liquidez para novos empréstimos.

No entanto, auxiliares do governo avaliam que a proposta de Guedes não será capaz de gerar empregos no curto prazo, algo considerado fundamental para aliviar os impactos da crise econômica gerada pelo novo coronavírus.

A avaliação no governo é a de que a crise, cujo impacto foi subestimado, já consumiu mais de R$ 800 bilhões (metade com impacto fiscal) com ações emergenciais que não farão a economia sair do atoleiro.

A previsão é que, sem uma injeção de ânimo na produção, o Brasil chegará a 2021 com o mesmo nível de atividade econômica e uma dívida próxima a 100% do PIB.

Braga Netto também coordena ações do mesmo tipo com outros ministérios.

Folha de SP

 

 

Doria vai apresentar plano de saída gradual da quarentena

Foto: Divulgação

João Doria vai apresentar na quarta-feira um plano de saída gradual da quarentena em São Paulo, iniciada em 24 de março.

O programa valerá, inicialmente, a partir de 11 de maio, dia seguinte ao término da quarentena. Ou seja, o fim do isolamento social não será antecipado, como quer Jair Bolsonaro.

Elaborado por uma equipe multidisciplinar que envolveu a indústria, comércio, o setor de serviços e a área de ciência e tecnologia, o plano foi concebido pelos secretários Henrique Meirelles (Fazenda) e Patrícia Ellen (Desenvolvimento Econômico), e por economistas como Ana Carla Abrão e Pérsio Arida. Foram ouvidos ainda 338 dirigentes empresariais e empresários.

Lauro Jardim – O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Os governadores estão de parabéns, seguindo passo à passo pra superar a crise sanitária.
    A primeira ação foi restringir a circulação pra reduzir o contágio e os planos de retomadas são posteriores, logicamente. E o governo federal, mesmo contra gosto do presidente , está tomando as medidas de proteção social para as pessoas, e para as empresas.
    Logo logo sairemos dessa.

  2. Victorino disse:

    Esse é um cordeirinho na pele de um demônio. O FHC já estar queimando o Hulk, o garoto propaganda da Globo, para colocar esse aí.

  3. Arthur disse:

    É importante que todos os governadores criem esse plano de retomada gradual da economia, para quando a ciência sinalizar que já é o momento, estejamos todos prontos.

Trump diz que plano para reabrir economia será concluído em breve

Foto: © Eva Marie Uzcategui/Reuters/Direitos Reservados

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, disse nessa segunda-feira (13) que o governo está próximo de completar um plano para reabrir a economia do país, que foi amplamente paralisada para desacelerar a propagação do novo coronavírus.

No briefing diário à imprensa, Trump afirmou que o número de mortes pelo vírus no país começou a diminuir, indicando que as iniciativas de distanciamento social haviam sido bem-sucedidas.

Os governadores estaduais, enquanto isso, parecem discutir planos para retomar a atividade econômica sem buscar informações do governo Trump.

Nove estados nas costas Leste e Oeste dos EUA disseram ontem que haviam começado o planejamento para a reabertura gradual de suas economias e a suspensão dos decretos para ficar em casa.

O vírus matou mais de 22 mil pessoas nos Estados Unidos e paralisou todos os deslocamentos e setores não essenciais.

À pergunta se os governadores ou o governo federal tomariam a decisão de reabrir escolas e empresas fechadas, o presidente respondeu que tem a autoridade final.

“O presidente dos Estados Unidos toma as decisões”, disse. “Dito isso, vamos trabalhar com os estados.”

Agência Brasil, com Reuters

Prefeitura de Parnamirim ativa plano de emergência devido chuva de 132 mm

Foto: Ilustrativa

A Prefeitura de Parnamirim ativou o plano de emergência devido à forte chuva de 132,2 mm registrada pela Emparn na cidade desde ontem à noite (12), que causou transtornos em alguns bairros, o mais grave deles nas proximidades do Cemitério São Sebastião, no Centro, cujas águas das chuvas retidas no seu interior fizeram recalcar o sepulcro, levando a comprometer a base do muro que veio a ruir.

Neste exato momento, as equipes já estão recompondo o muro e sanando o problema. As lagoas de captação em quase sua totalidade não apresentaram nenhum problema, com todas as bombas de recalque funcionando. O maior problema ocorreu na lagoa de captação de Emaús, devido à falta de energia junto à Cosern, que impediu o acionamento automático da bomba. Contudo, na madrugada, a SEMSUR providenciou um gerador e a bomba foi acionada, dando vazão às águas que se encontravam nos leitos das ruas.

Todas as equipes foram acionadas e estão solucionando os problemas em diversos bairros. A Prefeitura disponibiliza o número *3644-8422*, para que a população possa ligar em caso de alguma ocorrência em uma das diversas lagoas de captação do município.

Governo traça plano para atrair fábrica da montadora norte-americana de veículos elétricos Tesla para o Brasil

Foto: Tyrone Siu/Reuters

O governo tentará atrair para o Brasil a instalação de uma fábrica da montadora norte-americana de veículos elétricos Tesla, afirmou o deputado federal Eduardo Bolsonaro no Twitter na quinta-feira (20).

O deputado, que já foi cotado pelo governo de seu pai, Jair Bolsonaro, para ser embaixador do Brasil em Washington, disse na rede social que participou de uma videoconferência com o ministro de Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, e o ministro-conselheiro da embaixada dos EUA no Brasil, William Popp, para discutir a atração do investimento da Tesla.

“O Ministro Marcos Pontes….estava em videoconferência conosco e Sr. Popp da Embaixada dos EUA no Ministério de Ciência e Tecnologia tratando de atrair para o Brasil fábrica da americana Tesla, empresa de tecnologia renovável que produz baterias e carros elétricos”, escreveu o deputado no Twitter.

Procurado, representantes do Ministério de Ciência e Tecnologia e da Tesla não se manifestaram sobre o assunto.

Na semana passada, Pontes, o deputado federal Daniel Freitas (PSL-SC) e o diretor de Desenvolvimento Econômico de Criciúma (SC), Claiton Pacheco Galdino, já haviam se reunido para traçar um planejamento para contatar representantes da Tesla. O compromisso estava na agenda oficial do ministro.

A reunião foi o primeiro movimento de um plano para trazer a montadora ao país, segundo Galdino. “A gente quer muito que venha, mas é só um primeiro passo de uma maratona.”

Segundo comunicado divulgado anteriormente por Freitas, o governo planeja uma visita de uma comitiva brasileira, contando com o presidente Jair Bolsonaro, à sede da Tesla nos Estados Unidos para apresentar o projeto para a vinda da montadora ao Brasil.

Santa Catarina abriga uma fábrica de motores da General Motors e uma fábrica de veículos da BMW.

As vendas de veículos elétricos no Brasil têm crescido e incentivado alguns lançamentos que incluem um modelo híbrido da Toyota que funciona com motor a etanol. A GM lançou no país o modelo Bolt, importado dos EUA, no ano passado, e a Renault já vende os modelos Zoe e Leaf no Brasil.

Em 2019, as vendas de veículos híbridos e elétricos no Brasil somaram 11.844 unidades, após 3.965 em 2018, segundo dados da associação de montadoras, Anfavea.

Reuters

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gaius Baltar disse:

    A Tesla não escolheria abrir uma fábrica em um país com carga tributária, insegurança jurídica e política tão grandes. É só um factoide do deputado.

  2. Fernando disse:

    Certamente será um sucesso de vendas, especialmente para classe média para baixo, pense num Deputado sabido, um carro que custa R$ 745 mil, não vai dar pra quem quer!

  3. zozimo disse:

    A Petralhada está em desespero.

  4. Pastor Capitao disse:

    Deve criar algum benefício pra pastor e miliciano comprar esse carro. Vai bombar

    • Paulor disse:

      Tá revoltado seu comedor de capim !! Vida longa so Mito !!

    • Minion alienado disse:

      Deve ser igual a proposta de trazer tecnologia israelense para o sertão nordestino.

Bolsonaro diz que ex-assessor estaria envolvido em plano para assassiná-lo, revela reportagem

CONSPIRATA – Segundo ele, um ex-assessor estaria envolvido no atentado a faca, que deixou cicatrizes. Foto: Cristiano Mariz/VEJA

No sábado 14, Jair Bolsonaro acordou por volta das 2 da manhã. Ainda na cama, trocou mensagens pelo celular com o almirante Antonio Barra, o atual diretor da Anvisa. O assunto era irrelevante. Depois, o presidente, que sofre de insônia, dormiu novamente. Às 4 horas, despertou em definitivo, pegou outra vez o telefone e repassou a vários ministros uma análise sobre a situação da Argentina. Até amanhecer, Bolsonaro navegou por redes sociais, divertiu-se vendo memes que circularam sobre ele e a família, falou com a primeira-dama, que estava em viagem ao exterior, e recebeu de assessores um panorama sobre os últimos acontecimentos. O diagnóstico era que não havia nada de anormal, nenhuma turbulência à vista, coisa rara desde o início do governo. O presidente tinha agendado para logo cedo um encontro com VEJA no Palácio da Alvorada.

O presidente vive cercado por seguranças, as instalações do palácio são vigiadas por militares do Exército e, ainda assim, ele não se sente totalmente seguro. Teme ser alvo de um novo atentado. “A gente contraria o interesse de muita gente”, justifica. Bolsonaro revela que, por precaução, dorme com uma pistola carregada ao alcance da mão. “E ainda tem outras arminhas que ficam guardadas por aí”, diz. Tamanha preocupação, segundo o presidente, não é fruto de paranoia. Até hoje ele não engole a versão de que o atentado a faca que sofreu durante a campanha foi obra exclusiva de um desequilibrado mental. “Houve uma conspiração”, afirma. Provas, ele não tem, mas sua teoria agora conta com mais um ingrediente intrigante (e provavelmente falso). Bolsonaro acredita que, além do ex-garçom Adélio Bispo dos Santos de Oliveira, autor da facada, uma figura do seu staff de campanha estaria envolvida de alguma forma no plano para matá-lo. O presidente não revela a quem se refere, mas, ao longo da entrevista, vai fornecendo detalhes que apontam para um ex-ministro. O motivo da traição seria uma vingança por ele não ter escolhido o ex-assessor como candidato a vice.

“O meu sentimento é que esse atentado teve a mão de 70% da esquerda, 20% de quem estava do meu lado e 10% de outros interesses. Tinha uma pessoa do meu lado que queria ser vice. O cara detonava todas as pessoas com quem eu conversava. Liguei para convidar o Mourão às 5 da manhã do dia em que terminava o prazo de inscrição. Se ele não tivesse atendido, o vice seria essa pessoa. Depois disso, eu passei a valer alguns milhões deitado.”

Veja

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    O Brasil está sendo governado por desequilibrados mentalmente.

  2. Jose disse:

    O capitão está mal de apoiador. Só jumentos

  3. Luiz disse:

    Estão querendo desviar o foco lá do rio de janeiro

  4. Luiz Antônio disse:

    O capitão está mal de assessor…só traíras.