Diversos

VÍDEO: Governo federal vai cumprir plano de R$ 250 bilhões em investimentos até 2022, diz ministro da Infraestrutura

Foto: CNN Brasil. (ASSISTA AQUI)

O governo federal comemorou o resultado do leilão da concessão de 22 aeroportos nesta quarta-feira (7). O valor das outorgas ficou em R$ 3,3 bi. Em entrevista à CNN, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, disse que espera que o valor dos investimentos nesses aeroportos supere os R$ 6,1 bilhões acordados.

“Existe uma pauta mínima de investimentos que acontecem em função da demanda, mas acredito que esse valor vai crescer à medida que as empresas encontram novas necessidades”, disse o ministro.

Durante a entrevista, Tarcísio garantiu que o governo federal vai conseguir cumprir o plano de R$ 250 bilhões em investimentos contratados até 2022.

Perguntado sobre a viabilidade de atrair esses investimentos até o fim do atual governo, ele disse que “este é um projeto de Estado e o maior programa de concessão da história do Brasil, que não depende do calendário eleitoral”.

No pipeline de concessões, estão ativos muito importantes, como o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o de Congonhas, em São Paulo, e portos de Santos e do Espírito Santo.

Sobre o momento do leilão, o ministro da Infraestrutura disse que foi estratégico da parte do governo para atrair compradores. Com o real (muito) desvalorizado e o setor aéreo passando por uma crise aguda, o investimento foi considerado seguro para as empresas. Mesmo assim, o valor final, de R$ 3,3 bilhões, é 9.156% maior que o lance mínimo previsto pelo governo.

“Precisávamos aproveitar o excesso de liquidez e nos antecipar e chamar atenção para os próximos blocos”, disse Tarcísio.

O ministro da Infraestrutura ainda garantiu que há concorrência para todos os ativos que serão leiloados amanhã e na sexta-feira.

O governo federal vai leiloar, nesta quinta, a concessão de trecho da Fiol, ferrovia de 537 quilômetros na Bahia, para a qual é esperado investimento de 3,3 bilhões de investimentos em um prazo de 35 anos.

Na sexta-feira (9) também serão leiloados cinco terminais portuários, quatro no Porto de Itaqui (MA) e um em Pelotas (RS).

CNN Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Esse ministro seria uma excelente opção para presidente em 2022. Mourão também seria um nome bom e com perfil para pacificar o Brasil.

  2. O centrão está “governando” o País. Agora a corrupção vai se alastrar com força. Esse governo já está totalmente dominado. O mintomaníaco fará qualquer coisa pra tentar se reeleger. Não fala noutra coisa. O Brasil está perdido.

  3. Verdade! só no RN já sumiram 5 MILHÕES, é tanto dinheiro que compraram mais 1 MILHÃO em sacos de lixo para guardar, e queriam gastar mais 8 MILHÕES para ser transportado em ambulâncias.

  4. Como as normas e instituições de combate à corrupção foram enfraquecidas no governo do MINTO, os corruptos de sempre farão a festa com tantos bilhões disponíveis por aí… E não vai ter lava jato nem prisão que segure!

    1. Logo você falando de lavajato pra conter corrupção? A sanha de comentar em todas as postagens lhe transformou num zumbi. Sem coerência, sem rumo.

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Diversos

Grupo BONOR S/A aprova plano de recuperação judicial

Foto: Reprodução

O Grupo BONOR S/A aprovou seu Plano de Recuperação Judicial, entrando no seleto grupo de 1% das empresas que se recuperam.

Nesta quinta-feira, 18, o Grupo Bonor S/A realizou com sucesso sua assembleia de credores aprovando o plano proposto com a maioria dos votos dos presentes.

Leia matéria completa AQUI no Justiça Potiguar.

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Economia

Plano de Guedes é aprovar auxílio emergencial em 3 semanas

(Foto: Marcos Corrêa/PR)

Depois do “consenso” fechado entre os presidentes da Câmara, do Senado, e ministros, o governo tentará aprovar a proposta que viabilizará o pagamento da nova rodada do auxílio emergencial em três semanas.

Segundo o Broadcast/Estadão apurou, esse é o prazo com que a equipe econômica trabalha para a aprovação do que o ministro da Economia, Paulo Guedes, chama de “novo marco fiscal”, que seria composto pela inclusão, na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, de uma cláusula de calamidade pública (uma espécie de PEC de Orçamento de Guerra, semelhante à aprovada no ano passado).

Isso permitirá retirar os gastos do auxílio emergencial de regras fiscais, como o teto de despesas, mas criaria condicionantes, como medidas automáticas de contenção de gastos. Como mostrou o Estadão na edição do último sábado, o alcance das medidas ainda está em discussão entre o Ministério da Economia e a área política devido à urgência para a aprovação da “PEC da guerra”. Medidas mais duras poderão ficar para uma segunda PEC fiscal, para ser votada até o fim de julho.

Na sexta-feira, 12, após a reunião com Guedes que selou o acordo, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que apresentaria ao colégio de líderes uma proposta do texto, que, para o governo, deverá ser aprovado pelo Congresso Nacional até o início de março. Com isso, a expectativa é que a primeira parcela do novo auxílio seja paga ainda no próximo mês.

Outras duas parcelas pelo menos estão previstas – em abril e maio – e possivelmente outra em junho, a depender da evolução da pandemia. As parcelas deverão ser de R$ 250, a um custo total de R$ 30 bilhões. No ano passado, o auxílio começou a ser pago em parcelas de R$ 600, depois reduzidas para R$ 300.

Pacheco disse que é “fundamental” que haja uma cláusula de calamidade pública na PEC do pacto federativo para “fazer a flexibilização necessária a fim de viabilizar o auxílio emergencial no Brasil”, da forma como defende Guedes.

Respaldo

A inclusão da cláusula de calamidade pública no pacto federativo é vista pela equipe econômica como o respaldo necessário para o pagamento do novo auxílio. A avaliação é que isso demonstra o compromisso do governo com a saúde e com a responsabilidade fiscal e permite o combate à pandemia sem “estourar” o Orçamento público.

Como mostrou o Estadão, a equipe econômica do governo trabalha para incluir na “PEC de Guerra” a criação da figura do “estado de emergência fiscal”, pelo qual o Estado ou o município que declarar a emergência, com base em critérios definidos na proposta, poderá acionar medidas de contenção de gastos automaticamente por dois anos.

A PEC pode prever ainda que as mesmas práticas cobradas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) sejam praticadas pelos tribunais de contas estaduais e municipais.

Infomoney

Opinião dos leitores

  1. Ministro q deixou os aposentados chilenos na miséria, enquanto ele se tornou banqueiro. Crápula. O inferno te aguarda.

  2. Plano de Jegues é acabar com tudo!
    Vai sobrar nada, N A D I N H A!
    NEM MATÉRIA PRA O BG POSTAR DEFENDENDO!

  3. Leite moça para relaxar! Brincadeira de criança ! Guedes quer pegar a Gadolândia de surpresa ! Estou fora , afinal Jacaré ? no seco anda .

  4. Pra esse Governo, quanto mais demorar para tomar ações (auxílio emergencial e vacinas), melhor que morre mais gente.

    Lembrando aos nordestinos aqui do Blog que o Auxílio ajuda e muito a economia da região…

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Saúde

Covid-19: Parnamirim recebe novas doses de vacina e segue com plano de imunização

FOTO: ASCOM

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad) recebeu, na manhã dessa segunda-feira (8), um novo lote de vacinas para dar prosseguimento ao cronograma do plano municipal de imunização contra a Covid-19.

No total, foram 3.949 doses de vacina Coronavac destinadas à aplicação da segunda dose dos profissionais de saúde e idosos que residem em instituições de longa permanência, e que já haviam sido vacinados em janeiro, além de mais 900 doses destinadas aos idosos acamados com mais de 75 anos de idade.

O município de Parnamirim conta com aproximadamente 750 idosos acamados acima de 75 anos. Destes, já foram imunizados até a última sexta-feira (5) um total de 291 idosos. A vacinação, que é feita pelas equipes de Estratégia Saúde da Família, segue a partir desta segunda-feira.

Os idosos que não são atendidos por uma Unidade Básica de Saúde de Parnamirim, mas que residem no município, basta procurar uma unidade mais próxima ou efetuar o cadastro por meio do site vacinaidosos.lais.ufrn.br.

Até o momento, Parnamirim já recebeu 10.007 doses da vacina contra a Covid-19, sendo 3.049 destinadas a segunda dose das vacinas já aplicadas em janeiro.

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Diversos

Proposta na Câmara dos Deputados cria plano para setor de eventos para que empresas superem perdas econômicas em razão da pandemia

Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

O Projeto de Lei 5638/20 cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), com o objetivo de oferecer condições para que o setor de eventos possa mitigar perdas em razão da pandemia do novo coronavírus.

A proposta em tramitação na Câmara dos Deputados prevê o parcelamento de débitos tributários e não tributários em qualquer estágio de cobrança, inclusive para empresas optantes pelo Simples Nacional.

Poderão ser até 120 parcelas, não inferiores a R$ 300. Conforme o texto, estão previstos descontos de 70% nas multas, de 70% nos juros e de 100% nos encargos legais, todos não cumulativos com outras reduções admitidas em lei.

Além do parcelamento de dívidas, a proposta prevê, entre outras medidas, iniciativas para crédito ao setor, preservação dos empregos, manutenção do capital de giro das empresas, financiamento de tributos e desoneração fiscal.

“O Perse vai garantir a sobrevivência do setor de eventos até que as atividades sejam retomadas sem restrições, bem como gerar a capacidade econômica para que volte a operar”, explicou o autor, deputado Felipe Carreras (PSB-PE).

“O Ministério da Economia, na Portaria 20.890/20, atesta que o setor de eventos foi afetado na pandemia”, continuou. “Foi escolhido, ainda que inconscientemente, para ser sacrificado em nome de todos. Hoje, estados e municípios proíbem eventos como pretexto para preservar a saúde”, disse.

Carreras citou ainda dados do setor que considera significativos no País. Pesquisa do Sebrae em 2013 apontou R$ 209,2 bilhões em faturamento, 2 milhões de empregos diretos e indiretos e R$ 48 bilhões em impostos.

Tramitação

O projeto é sujeito a tramitação em caráter conclusivo nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

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Saúde

Prefeitura de Parnamirim anuncia plano de vacinação contra a Covid-19 no município

FOTO: ASCOM

O prefeito Rosano Taveira se reuniu, na tarde dessa segunda-feira (18), com a secretária de Saúde Terezinha Rêgo e a equipe técnica da Sesad para fazer a revisão final do plano de vacinação contra a Covid-19 em Parnamirim. As doses da vacina Coronavac, aprovada para uso emergencial pela Anvisa, chegarão ao município na manhã desta terça-feira (19) e a vacinação será iniciada, já nesta terça-feira, a partir das 15h no lar para idosos Lean. Seguido desse ato simbólico, as vacinas estarão disponíveis nos 27 postos de vacinação espalhados pelo município a partir das 10h da quarta-feira (20).

De acordo com o Plano de Municipal de Vacinação, a imunização, acontecerá em três fases, estabelecidas pelo Ministério da Saúde. Na 1ª fase estão contemplados os trabalhadores da saúde que atuam diretamente na linha de frente no combate ao Coronavírus; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais, em instituições de longa permanência e a população indígena. Na 2ª fase, estão inseridos as pessoas de 60 a 74 anos. E na 3ª fase, as pessoas com comorbidades, como diabetes, hipertensão, doença pulmonar, obstrutiva, crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave.

As vacinas estarão disponíveis para a população, atendendo aos critérios dos grupos prioritários de cada fase, em 27 salas de vacinação espalhadas por todos os bairros do município, sendo 24 nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e três pontos fixos localizados na Maurício de Nassau da Cohabinal, na Lampadinha da BR e no Nordestão da Avenida Maria Lacerda em Nova Parnamirim.

Em um segundo momento, a medida que as doses da vacina forem sendo enviadas ao município, a secretaria de saúde estuda a realização da vacinação, também no estilo Drive Thru, aumentando a capacidade de imunização.

A secretaria disponibiliza ainda os telefones 3644-8106 e 3644-2553, para vacinação em condomínios para pessoas com dificuldade de locomoção, de acordo com agendamento prévio e atendendo aos critérios dos grupos prioritários.

Opinião dos leitores

  1. Simples assim, sem uma estrutura de controle, todos sabemos que não há dosagem suficiente, vai ser na base do idoso que chegar primeiro na fila, qtos idosos iram se aglomerar para ser o primeiro, teriam que chegar de madrugada na fila para ter alguma chance de ser vacinado?

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Saúde

São Paulo retorna a fases mais restritivas de plano contra a covid-19; medidas valem a partir de segunda-feira

Foto: © Rovena Rosa/Agência Brasil

Com o aumento do número de casos, internações e mortes por covid-19, o governo de São Paulo decidiu antecipar mudanças na classificação do Plano São Paulo, o plano de flexibilização econômica e de convivência com o novo coronavírus (covid-19). As mudanças estavam previstas para ocorrer somente no dia 5 de fevereiro, mas foram anunciadas hoje (15) pelo governo.

Com a antecipação, sete regiões que estavam na Fase 3-amarela do Plano São Paulo passaram para a Fase 2-laranja: Bauru, Franca, Piracicaba, Araçatuba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Taubaté. Já a região de Marília saiu da Fase 2-laranja e foi para a Fase 1-vermelha, a mais restritiva do plano.

As medidas valem a partir de segunda-feira (18).

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, a reclassificação foi uma medida preventiva necessária. “A situação vem se agravando a cada semana. Medidas são para evitar a superlotação de hospitais e unidades de terapia intensiva e falta de atendimento necessário para salvar vidas”, explicou.

O secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, lembrou que o estado de São Paulo teve, esta semana, um aumento de 5% no número de casos em relação à semana anterior, com uma média diária superior a 10 mil novos casos por dia, batendo um novo recorde. Além disso, segundo o secretário, houve aumento de 2% no número de óbitos e de 10% no número de internações, indicador que mais preocupa o governo porque revela o estado atual da pandemia no estado.

“As internações são dados atualizados da dinâmica e da circulação do vírus na nossa população”, disse.

No momento, 65% dos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) estão ocupados em todo o estado. Considerando-se somente a Grande São Paulo, a ocupação está em torno de 69%. “Precisamos ainda restringir mais horários e serviços. Só assim diminuiremos o número de casos e de pessoas com agravamento de saúde e que vão necessitar de acolhimento em UTIs”, disse o secretário.

Na última atualização do Plano São Paulo, em 8 de janeiro, apenas quatro regiões do estado (Registro, Sorocaba, Presidente Prudente e Marília) estavam classificadas na Fase 2-laranja. O restante do estado se manteve na Fase 3-amarela. Nesse mesmo dia, o governo anunciou mudanças nos critérios do plano.

Nessa fase, os parques estaduais e todas as atividades permitidas na Fase Amarela agora também poderão funcionar na Fase Laranja. O atendimento presencial em bares, no entanto, está proibido nos municípios classificados na etapa laranja e com limite de horário até as 20h na Fase Amarela.

Em todos os setores, a ocupação dos estabelecimentos autorizados a funcionar é limitada a 40% da capacidade na Fase Amarela e entre 20% e 40% na Laranja. Os empreendimentos podem permanecer abertos por até 10 horas diárias na Fase Amarela e entre 4 horas e 8 horas na Fase Laranja.

Já na Fase 1- Vermelha do Plano São Paulo só podem funcionar os serviços considerados essenciais nas áreas de abastecimento, segurança, transporte e saúde, tais como mercados, farmácias, postos de combustível, padarias e lavanderias.

O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (Vermelho) a etapas identificadas como controle (Laranja), flexibilização (Amarelo), abertura parcial (Verde) e normal controlado (Azul). O plano divide o estado em 17 regiões e cada uma delas é classificada em uma fase do plano, dependendo de fatores como a capacidade do sistema de saúde e a evolução da epidemia.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Eles investiram bilhões de reais em copa do mundo, Olimpíadas, ditaduras cubanas, Venezuela… e comandaram desvios de mais de um trilhão de reais. E deixou a saúde brasileira um caos?

    2. Fique em casa, se sentir falta de ar, fique alerta. Quando não conseguir respirar, procure um médico.
      Isso é que é bom, né não? Abestado

    3. Titico pixuleco, vc tem muito é o que boi tem.
      Força e chif…
      Cadê os 5.000 milhões dos respiradores?
      Vão deixar os Manauaras morrerem sem fôlego??

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Saúde

Prefeitura do Natal apresenta plano de imunização contra covid, com idosos e trabalhadores de saúde como prioridades na 1ª fase; veja 2ª e 3ª fases

A Prefeitura do Natal apresentou, nesta quinta-feira (14) o seu plano municipal de imunização contra a Covid-19. No documento, o executivo municipal dividiu a vacinação inicial em três etapas, com prioridade para idosos, pessoas do grupo de risco e trabalhadores da saúde. As informações foram repassadas em coletiva de imprensa pelo prefeito Álvaro Dias (PSDB), o secretário de Saúde de Natal, George Antunes, e outros membros da prefeitura.

“Fui informado que essa vacina deverá chegar aqui até o dia 20. Hoje o Ministério da Saúde deve estar recebendo um lote de vacinas que devem ser distribuídas. E inicialmente seriam distribuídas pelas capitais e sendo assim, Natal está entre elas”, disse Álvaro Dias. A data não está confirmada, no entanto, trata-se de uma previsão.

VEJA MAIS: Natal terá 6 postos drive-thru para vacinação contra a Covid-19, segundo plano da prefeitura

Segundo o Plano Municipal de Imunização, a primeira fase vai atingir público de mais de 75 anos, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizados e população indígena, além dos profissionais de saúde. A segunda fase será para pessoas de 60 a 74 anos. Por fim, a terceira fase será para pessoas com comorbidades.

Com acréscimo de informações da Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. EM qual fase os professores serão vacinados? 4° fase? Ô povo pra sofrer!!!!! Cadê a valorização dessa categoria?

  2. Proporcionalmente, Natal receberá cerca de 37mil vacinas dos 8 milhões de doses que o governo federal está prometendo para próxima semana. Ou seja, se cada posto vacinar 500 pessoas, a vacina acaba em um dia.

  3. Mas uma vez o Estado do Rio Grande do Norte esquece que quase 30% de sua população, são de Pessoas com Deficiência, que precisa urgentemente de serem vacinados com a maior PRIORIDADE que eles têm direito.

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Saúde

Prefeitura do Natal apresenta nesta quinta plano de vacinação contra covid-19

A partir das 16h desta quinta-feira(14), a Prefeitura do Natal vai apresentar o Plano de Vacinação contra a Covid-19. A apresentação acontecerá em coletiva de imprensa marcada para às 16h no Palácio Felipe Camarão.

Além do prefeito Álvaro Dias, participação o secretário municipal de Saúde, George Antunes, e de outros auxiliares do município.

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Saúde

Amazonas terá plano de vacinação específico por causa das áreas remotas, como populações ribeirinhas e indígenas

Foto: Reprodução/CNN Brasil

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, planeja anunciar um plano de vacinação específico para o Amazonas. Por causa das áreas remotas para atender populações ribeirinhas e indígenas, Pazuello estuda uma logística na distribuição de doses no norte do país diferente das demais regiões.

Os detalhes finais vão ser discutidos durante a visita do ministro a Manaus na próxima segunda-feira (11). Há a possibilidade de que o novo plano seja anunciado já neste dia. Como havia adiantado a analista Renata Agostini, o governador Wilson Lima pediu que o Ministério da Saúde considerasse um planejamento diferente para o Estado diante da dificuldade logística para vacinar populações no interior.

O governador vai discutir duas alternativas. Primeiro, o aumento no número de doses iniciais somente para o estado devido a logística específica. A segunda alternativa seria uma regionalização para iniciar a imunização em comunidades específicas, por exemplo, indígenas e ribeirinhas.

Há comunidades no Amazonas que ficam muito distantes e só é possível chegar em barcos ou em viagens que demoram dias, por isso é discutida a possibilidade de um plano alternativo para atender essa população mais isolada.

Em Manaus, Pazuello também vai anunciar a inauguração de 178 novos leitos de UTI contra a Covid-19. A pasta já iniciou o recrutamento de cerca de 200 médicos e 300 enfermeiros, que vão reforçar os atendimentos na rede de saúde pública de Manaus.

Os profissionais de saúde serão treinados por uma equipe da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) para atuarem na rede pública do município. O compromisso foi firmado na última quarta-feira (06) durante reunião com o governador do Amazonas, Wilson Miranda Lima, em Brasília.

CNN Brasil

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Saúde

Governo do RN lança nesta sexta-feira Plano de operacionalização da vacinação contra Covid- 19

A governadora Fátima Bezerra e a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte lançam nesta sexta-feira(18) o Plano Estadual de operacionalização da Vacinação contra Covid-19 em coletiva de imprensa, às 11h30 na Governadoria.

Na ocasião, a subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Alessandra Lucchesi apresentará o plano com todos os detalhes como: fases da vacinação, população, metas a serem atingidas, situação das câmaras frias para armazenamento das vacinas, entre outras informações relevantes para garantir a vacinação em todo o território do Rio Grande do Norte.

Estarão presentes: Governadora Fátima Bezerra, a Secretária Adjunta da SESAP Maura Vanessa Sobreira, a Subcoordenadora de Vigilância Epidemiológica Alessandra Lucchesi e a presidente do COSEMS Maria Elisa.

PROGRAMAÇÃO

Evento: Coletiva de Imprensa
Local: Governadoria, Centro Administrativo – Natal/RN
Hora: 11h30

Opinião dos leitores

  1. A Governadora trabalha com muita determinação…Parabéns Fátima por sua determinação em arrumar a casa que você recebeu DESTROÇADA…O Gado MUGIR…

    1. Trabalha ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      cedê os 5 milhões ? cadê os respiradores ? cadê as ambulâncias milionárias ?

  2. Projeto dela mesma não tem um, tudo com dinheiro do Governo Federal, porque o Véio é bom, o Véio é espetacular.
    E os 5milhões dos respiradores ninguém fala mais nada. Vai ficar por isso mesmo?
    #Bolsonaro tem razão

    1. Vamos fazer um grupo no whatsapp para fornecer provas e mandar para a ONU.

    2. Além dos R$ 5 MILHÕES , R$ 8,5 das AMBULÂNCIAS e vamos computarmos as TRAIÇÕES com o funcionalismo público ESTADUAL, discriminando , violentando as "DESIGUALDADE SOCIAL E INJUSTIÇA SOCIAL " e também uma das piores REFORMA PREVIDÊNCIA , que empobreceu, humilhou e deixando os BARNABÉS na SAGETA.

  3. Será que a governadora vai falar também da devolução dos 5 milhões de reais?? Afinal o ano tá terminando e ninguém sabe do paradeiro desse dinheiro. Vamos aguardar!

    1. Luciana, guerreira. Parece estar mais bem informada que o judiciário e os órgãos de controle, faça já sua denúncia formal.

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Finanças

Bolsonaro assina MP que destina R$ 20 bilhões à vacinação contra covid-19

Foto: Dida Sampaio/ESTADAO CONTEUDO

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (17) uma medida provisória que destina R$ 20 bilhões para o plano nacional de vacinação contra a Covid-19.

A MP entra em vigor ao ser publicada no “Diário Oficial da União” e precisa ser aprovada por Câmara e Senado para não perder a validade. Até o momento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não liberou o uso de nenhuma vacina no Brasil.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na semana passada que uma eventual campanha de vacinação em massa custaria cerca de R$ 20 bilhões à União. A declaração foi dada à comissão externa do Congresso que acompanha as ações de combate ao coronavírus, e Guedes não fez referência à MP.

“Só para os senhores terem uma ideia, se formos partir para uma campanha de vacinação em massa, devem ser mais ou menos uns 20 bilhões. Realmente o choque inicial, que foi o distanciamento, foi um impacto tremendo na pandemia”, disse.

Antes, o governo já havia destinado R$ 1,99 bilhão ao Ministério da Saúde para viabilizar, produzir e disponibilizar a “vacina de Oxford”, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido.

O governo firmou um acordo com a AstraZeneca que prevê a transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) possa produzir essa vacina.

O montante de R$ 1,99 bilhão também foi liberado por medida provisória, assinada em agosto por Bolsonaro e aprovada em definitivo pelo Senado no início deste mês.

A União editou ainda em setembro outra MP que liberou R$ 2,5 bilhões a fim de bancar a participação do Brasil na Covax Facility, programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para impulsionar o desenvolvimento e garantir a compra de vacinas contra a Covid-19.

O governo Jair Bolsonaro lida com a pressão de governadores e prefeitos para iniciar a vacinação o quanto antes. O governo de São Paulo pretende iniciar a vacinação em 25 de janeiro pela vacina CoronaVac, desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O Reino Unido, por exemplo, começou nesta semana a vacinação com o imunizante desenvolvido pela Pfizer, que deverá receber autorização da agência norte-americana (FDA) que realiza trabalho similar ao da Anvisa.

Após afirmar a governadores que a Anvisa precisa de 60 dias para conceder o registro efetivo de uma vacina, o que deixaria a vacinação para fevereiro, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou que poderá haver vacinação no Brasil ainda neste mês de dezembro, ou no início de janeiro de 2021.

Para que seja possível iniciar a vacinação neste mês, a farmacêutica Pfizer terá de conseguir uma autorização emergencial junto à Anvisa e “adiantar” uma entrega de doses acordadas com o governo federal.

G1

 

Opinião dos leitores

  1. Esse e o verdadeiro idiota, quem e justo nesse nem no outro também não.tanto e que Jesus morreu crucificado e ninguém fez nada por ele,depois da morte surge uns trogloditas dizendo ele vai votar será,jamais acontecerá isso.

  2. Parabéns Presidente Bolsonara, graças a você o Brasil não afundou igual a Argentina, e estamos saindo da pandemia como exemplos para o mundo.

  3. A esquerda doente pira, entra em parafuso, ela adora ver a desgraça, onde estão os comentários desses doentes?

  4. Depois dos hospitais de campanha e respiradores, chegou a hora do coronavac entrar em ação.
    E os 5 milhões de reais que foram utilizados para compra dos respiradores ninguém fala mais nada?
    #Bolsonaro tem razão

  5. PARABÉNS PRESIDENTE, OS JUSTOS ESTÃO COM O SR.
    Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro e Paulo Guedes.
    #Bolsonaro tem razão

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Política

Plano nacional de vacinação contra a Covid-19: ‘Faltou algo muito importante, que é a data’, diz Fátima em Brasília

A governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT) comemorou o fato do governo federal assumir a coordenação do plano nacional de vacinação contra a Covid-19, mas ressaltou que “falta algo muito importante: a data”. A declaração foi dada nesta quarta (16) após o lançamento do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 pelo governo federal.

“Toda a luta que a gente vinha travando para que o governo federal assumisse a coordenação plena do plano nacional de imunização teve eco porque hoje o governo federal assume formalmente, perante o país, que vai coordenar o plano, em parceria com estados e municípios”, disse Fátima Bezerra.

“Agora, faltou algo muito importante que é o calendário, a data. Mais do que nunca precisamos ter celeridade e precisa dar início ao processo de vacinação”, complementou.

Com acréscimo do G1-RN

 

Opinião dos leitores

  1. Qual a data da chegada dos respiradores ou a devolução dos 5 milhões, qual a data do pagamento do 13 salários de 2018 e 2019, qual a data para pagamento do salário de dezembro de 2018 Sra desgovernadora do Rio Grande do Norte.

  2. Eu até posso concordar com a governadora Fátima sobre a falta de datas, nas do se ela afirmar qual a data que irão devolver os cinco milhões da compra dos prováveis respiradores que roubaram do povo do RN, até agora ela não falou nada.

  3. Ligue pra João Doria perguntando que ele sabe.
    A sra deveria saber o dia que o consórcio Nordeste vai devolver o dinheiro dos respiradores, ao povo Potiguar.
    Se não for pedir de mais, qual o dia mesmo que a sra vai pedir renuncia e ir embora pra Paraíba??

  4. Não sei pra que tanta agonia por essa vacina? Já somamos 184 mil mortos e não sabemos nem onde vamos comprar as seringas..deixem de agonia meu povo esse governo é muito bom! Kkkkkkkkk desastre são aqueles que querem se salvar..Oras bolas!!

  5. Só lançou o plano porquê o STF entrou no assunto e ainda sim não tem data pra começar, pobre povo brasileiro. Como eu gostaria de ter um Presidente…

  6. Lançar um plano de vacinação sem data, não agilizar o registro de vacinas, não providenciar insumos e pedir para o usuário assine um termo de responsabilidade só distanciam o Brasil de uma luz de esperança, infelizmente.

  7. Vergonha! Presidente não está bem aí para vida dos brasileiros. Brasil será o último país a imunizar sua população!

  8. Governo pífio, marcado pela incompetência e pela preguiça, com pouquíssimas exceções. Não fosse a enxurrada de verbas e ajudas federais, o RN já teria sido extinto. Aliás, o servidor público estadual deve ao governo Bolsonaro (o melhor "governador" que o RN já teve) o fato de estar recebendo seus salários. A administração de Fatão já recebeu MUITO dinheiro extra, mais que suficiente para pagar os salários atrasados, conforme promessa que fez ainda na campanha eleitoral. Pagou apenas dois pequenos resíduos salariais. Muito blá-blá-blá e nenhuma ação concreta. O RN aguentará?

  9. Alguém pode orientar essa analfabeta que ainda não temos vacina aprovada!!! Nenhum laboratório deu entrada no registro em definitivo.

  10. Definitivamente este é o pais das pérolas.
    Como seria possível dá uma data para início de vacinação para vacinas que sequer existe?

  11. a senhora critica que faltou a data? a senhora esqueceu de falar a data que vai pagar aos servidores.

    1. Deixa de reclamar que tu tava com 4 folhas atrasadas! Ela está fazendo de tudo pra pagar. Não precisa ser partidário pra ver isso. DEIXE ELA TRABALHAR !

    2. Tá bom de deixar os atrazados pra frente mesmo, estão todos sem trabalhar em casa, não é para receber mais não.

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Saúde

Médicos se dizem no escuro sobre CoronaVac e criticam plano sem aprovação

Foto:  Divulgação/Governo de São Paulo

Ainda com questões sem respostas sobre as vacinas que estão sendo desenvolvidas contra a covid-19, médicos têm criticado a politização em torno do possível medicamento no Brasil, dizem que atualmente estamos “no escuro” com relação ao plano de vacinação apresentado pelo governador João Doria (PSDB), em São Paulo, e afirmam que a guerra pelo imunizante é “absurda”.

O Instituto Butantan anunciou ontem que decidiu atrasar a divulgação dos resultados preliminares de eficácia da vacina CoronaVac. A ideia agora é submeter à Anvisa, em até dez dias, os dados da análise final da fase 3 do estudo. A CoronaVac é desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac e produzida em parceria com o Butantan.

Na noite de ontem, o biólogo Fernando Reinach, PHD em biologia celular e molecular pela Cornell University, publicou no jornal “O Estado de S. Paulo” um artigo citando hipóteses sobre o que, segundo ele, pode estar por trás do adiamento da divulgação dos resultados. Reinach cogita um problema nos testes, um resultado ruim na eficácia do imunizante ou até jogo político.

Em nota, o Instituto Butantan criticou duramente o artigo do biólogo (leia mais abaixo). Após a publicação do artigo, a comunidade científica debateu hoje as dúvidas por trás da CoronaVac e a definição de data imposta por Doria para o início da vacinação com um imunizante ainda não aprovado.

Ex-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto diz que o Butantan poderia ter divulgado dados preliminares sobre os estudos, mas avalia que isso não interessava ao instituto.

“Remotamente, pode acontecer alguma coisa que a gente não está sabendo. Mas acho que não está acontecendo nada, senão, a gente estaria sabendo. Fase 1, fase 2 não aconteceu nada”, disse. “É só jogo de cena.”

Para ele, “estamos vendo um jogo político entre o presidente e o governador do estado”. “E ganha quem conseguir manter o sangue frio. Pelo visto, [Jair] Bolsonaro não está dando bola para nada disso. Está nem aí. O governador do estado está jogando lenha na fogueira e deixando a coisa esquentar.”

Gonzalo Vecina Neto afirma acreditar que a mudança de data para a divulgação de dados sobre a fase 3 do estudo da CoronaVac tem motivação política e pode servir para aumentar a pressão sobre o governo federal.

“Acho que é o uso político. Está aumentando a tensão com Bolsonaro”, diz. “O Butantan sempre vai poder dizer que os dados não estavam prontos. E agora que o Butantan vai jogar os dados para cima da Anvisa, vai querer que a Anvisa aprove em segundos. E aí a pressão política vai ser muito maior”, afirma.

Fernando Aith, professor titular da faculdade de Saúde Pública da USP, concorda que há uma politização sobre as vacinas no Brasil, sobretudo em São Paulo, sob a gestão Doria.

“Os políticos perceberam que a comunidade está exausta, doida por uma solução mágica, de outro lado há interesses políticos e econômicos evidentes pressionando para essa solução mágica chegar, ser vendida para a sociedade, e ter um dono”, diz.

A CoronaVac, especificamente, se encontra nesse cenário: ela não está registrada em lugar nenhum. Então, é uma irresponsabilidade do Doria ficar anunciando que vai começar a vacinação, porque não há registro em nenhum lugar (Fernando Aith, professor da USP).

Ainda segundo Aith, o risco que se corre com as vacinas em produção, no entanto, não é de gerar mortes, mas não ter a imunização que se previa.

“Não é um risco tão grave [a vacina não imunizar], a não ser que seja a única política pública que a gente vai apostar. Por isso, é dito para manter isolamento, uso de máscara, fechamento de comércios não essenciais até que esses dados sejam publicados de forma convincente e que se tenha uma imunização que gere imunidade comunitária”, diz.

Estamos no escuro em termos de evidências científicas [sobre as vacinas] e existem alguns fatores que estão nos pressionando a aceitar algumas coisas que não aceitaríamos em período normal (Fernando Aith, professor da USP)

O infectologista Plinio Trabasso, médico da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), concorda.

“Acho que o mais provável é que a eficácia seja inferior àquela que está sendo esperada. E que eles estão vendo alguma maneira de divulgar que não seja tão negativa”, diz, lembrando, porém, que não há informações para embasar sua opinião.

“Seria leviano dar qualquer tipo de opinião, mas, na lógica, o mais provável é que não conseguiram atingir a eficácia que se esperaria.”

Para ele, Doria errou ao fazer a divulgação de um plano estadual de vacinação sem ter um imunizante já aprovado.

Não é normal. É até meio errado você dizer que vai fazer um plano de vacinação sendo que não tem vacina disponível (Plinio Trabasso, infectologista da Unicamp)

“Tem uma certa tentativa de influenciar a opinião popular. Não sei se é uma questão para tranquilizar as pessoas ou não.” Trabasso defende que a vacinação obedeça a um plano nacional.

“O entristecedor no nosso país é a gente ver a utilização de uma maneira não séria, de uma maneira política, de todas essas nuances, incertezas em relação às vacinas”, diz. “Sempre que você tem aspectos políticos, de politicagem, de abuso da política nas tomadas de decisão, isso é sempre nefasto. Critérios técnicos têm que prevalecer.”

Ainda segundo ele, “essa guerra é absurda”. “Ficar dependendo desse jogo político para tomada de decisão de um plano nacional de imunização. É revoltante”, comentou.

Joana D’arc Gonçalves, infectologista que atua em Brasília, acrescenta que “estabelecer o melhor plano de imunização, qual vacina selecionar é uma árdua missão. Contudo, no Brasil, a associação com o Butantan trouxe alívio e mais confiabilidade”.

Para ela, no Brasil, “temos alguns atropelos hierárquicos e a politização exagerada e desnecessária do tema. Nesse momento, deve-se concentrar forças na análise da melhor vacina e a mais acessível ao país. Executar o plano nacional de imunização é uma tarefa extremamente desafiadora diante dos obstáculos ideológicos e financeiros. Serenidade e sobriedade é o precisamos agora”.

Butantan critica biólogo

Por meio de nota, o Instituto Butantan afirma que “beiram a irresponsabilidade o acinte e a falta de qualquer embasamento o artigo do colunista Fernando Reinach ‘Podemos contar com a Coronavac'” publicado no Estadão. “Por meio de ilações e hipóteses absolutamente infundadas, o missivista ataca o Instituto Butantan, uma instituição que acumula 120 anos de história e serviços em favor da vida”, diz.

“O Instituto Butantan tem trabalhado incansavelmente, desde junho deste ano, para desenvolver e realizar testes clínicos de fase 3 em humanos, tendo atingido um contingente de 12,4 mil voluntários, profissionais da área da saúde, que receberam a vacina e o placebo.

Os resultados até aqui já comprovaram que a vacina é segura, não tendo sido registrado nenhum adverso grave dentre os que receberam as doses. Isso por si só é um grande avanço”, afirma o Instituto.

Ainda segundo o Butantan, “o adiamento em cerca de uma semana da entrega dos resultados de segurança e eficiência foi uma decisão estratégica que atende a uma recomendação do comitê internacional independente que acompanha a pesquisa desenvolvida em parceria entre o Butantan e a biofarmacêutica Sinovac Biotech”.

Assim, de acordo com o instituto, poderá ser entregue um estudo conclusivo — e não preliminar como o previsto anteriormente para o dia 15 de dezembro, o que possibilitará o envio, à Anvisa e à National Medical Products Administration, da China, do pedido de registro definitivo da vacina. “Isso facilitará e agilizará o processo de registro, e não ao contrário”, diz.

Procurada, a Secretaria Estadual de Saúde não se manifestou sobre as críticas dos médicos entrevistados até a publicação deste texto.

UOL

 

Opinião dos leitores

  1. Não se preocupem. Quem vai aplicar a vacina são os enferneiros(as) e técnicos(as) de enfermagem, alguns médicos(as) continuarão receitando Ivermectina.

  2. Alguém avise ao MPF e STF que os comentarista do Blog do BG e a esquerdalha já revisaram os dados e deram o aval para a CoronaVac da China. kkkkkkkkkk

    1. Checado , revisado , auditado é contabilizado . Só não conseguimos ainda fazer Tonho aceitar . Mas é só uma questão de tempo .

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Diversos

Governo planeja privatização de Correios, Eletrobras e mais sete estatais em 2021

“A empresa tem uma receita importante, mas tem uma despesa muito elevada também, então sobra pouco recurso para reinvestir”, diz Martha Seillier a VEJA – //Reprodução

Depois da promessa do ministro da Economia, Paulo Guedes, há três semanas, de privatizar quatro estatais em 90 dias, o projeto de desestatizações do governo divulgado para 2021 parece mais realista, e menos ambicioso. O ministério projeta a venda de nove estatais no ano que vem. São elas: Correios, Eletrobras, Emgea, Ceasaminas, ABGF, CBTU, Nuclep, Trensurb e Codesa. A agenda foi apresentada em reunião do Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos, o PPI, nesta quarta-feira. O andamento da agenda é fundamental para que o país imprima um ritmo de recuperação econômica forte, passado o pior momento da crise da Covid-19. A secretária do PPI, Martha Seillier, ainda garantiu que a modelagem para a extinção da empresa Ceitec, responsável pela montagem de chips, está nos ajustes finais para ser enviada para o presidente Jair Bolsonaro. Os dois grandes ativos da lista, Eletrobras e Correios, são, consequentemente, os mais desafiadores de escoar pelo Congresso Nacional. Um dos principais entraves para a venda da estatal de energia é, historicamente, a bancada do Norte no Senado, capitaneada pelo MDB. O governo costura alternativas para convencer os senadores a dar andamento ao projeto de desestatização.

O apagão no Amapá, de acordo com a secretária Martha, apenas reforça a necessidade de privatização da Eletrobras. “A empresa tem dificuldades de realizar investimentos, por ser controlada pela União. O objetivo é tornar essa gigante ainda maior, para que ela volte a participar dos leilões. Não abriremos mão desses objetivos. Esse projeto, aprovado, garante mais investimentos para a região Norte”, disse ela depois da reunião desta quarta-feira, 2.

“O objetivo é o governo deixar de ser o controlador da estatal. Enquanto o governo controla a empresa em termos de ações, isso significa que ela está sujeita a regras públicas de contratação, de investimento, e isso diminui a própria capacidade de se fazê-los e de participar de novos leilões de geração e de transmissão”, afirmou Martha, em entrevista a VEJA. “O governo continuaria sendo sócio da Eletrobras, mas, com a capitalização, deixaria de ser o controlador, passando a ter posição minoritária”. Segundo o secretário de Desestatização, Diogo Mac Cord, o governo espera atrair até 60 bilhões de reais em investimentos com a venda da empresa.

No caso dos Correios, o principal entrave envolve o chamado princípio da universalização, que exige constitucionalmente que a empresa esteja presente em todos os rincões do país. A pressão do funcionalismo em uma companhia extremamente sindicalizada (e com influência entre os congressistas) também dificulta o avanço da privatização. “A empresa tem uma receita importante, mas com uma despesa muito elevada também, então sobra pouco recurso para reinvestir”, disse Martha à reportagem. “Temos visto que o setor está cada vez mais intensivo em tecnologia. Cada vez mais essas empresas que concorrem com os Correios na parte de encomendas estão investindo em plataformas digitais, diversificando a prestação de serviços e conseguindo, com isso, baratear o custo do serviço. A estatal, no entanto, não consegue acompanhar a celeridade e a eficiência de uma empresa privada, que pode tomar suas decisões com velocidade, que não precisa estar licitando todos os contratos ou dependendo de recursos públicos”, afirma ela.

“Existem muitas vantagens em passar esse serviço para a iniciativa privada. Mas, por outro lado, vai exigir alguma regulação, nos contratos de prestação de serviço com o estado, para garantir que esses serviços continuem sendo prestados. Ou seja, para que pessoas que estejam no interior do país, em regiões de difícil acesso, consigam continuar recebendo não só as encomendas, mas os serviços essenciais que os Correios entregam”, diz Martha. “Não são só compras particulares, interesses particulares, que estão em jogo.” De acordo com o cronograma oficial, o Ministério da Economia deseja encerrar o processo de concessão da estatal no quarto semestre do ano que vem.

Além de manter diálogo com o Congresso, algo que por vezes chega a ser exaustivo, a secretária Martha admite que há alguns desafios na carteira, como o caso de estatais deficitárias. Um dos possíveis entraves apontados por ela é a privatização das empresas de mobilidade interurbanas, como CBTU e Trensurb, duas das companhias na mira do programa de desestatização. “São empresas que demandam aportes relevantes do Tesouro Nacional. Isso faz com que elas não parem de pé sozinhas. Elas são dependentes do dinheiro público, porque as tarifas cobradas no transporte são baixas perante à necessidade de investimentos que demandam”, diz ela, que admite o estudo de participação societária de grupos que utilizam os terminais de trens para dar vazão à desestatização de CBTU e Trensurb.

Outro caso delicado, por outro motivo, é o das empresas de dados públicos, como Dataprev e Serpro. Por lidarem com informações confidenciais do contribuinte, podem ser alvo de interesses escusos por parte das postulantes no certame. Martha, porém, diz que a segurança dos dados será levada em consideração no processo de escolha. “Nós temos apontado todas essas questões relativas à segurança dos dados e das informações. A ideia não é vender por vender. Queremos melhorar a prestação de serviço, tornando essas empresas mais eficientes”, afirma.

Planos para desestatizar

O presidente Jair Bolsonaro participou da reunião do conselho nesta quarta-feira. A ele, foram apresentados os 116 ativos que o governo espera leiloar durante o ano que vem. Além das empresas, o governo espera dar continuidade à concessão de aeroportos, portos, ferrovias e rodovias. O Ministério da Economia já tinha listado 126 projetos no PPI — com as inclusões, são 201 projetos previstos até o fim da gestão Bolsonaro. O governo espera arrecadar 367 bilhões de reais em concessões e privatizações no ano que vem. Além das empresas, entre os ativos estão o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, o Porto de Suape, em Pernambuco, e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, a Fiol, no trecho entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. “A gente teve uma onda relevante de privatizações na década de 90 e depois pouco se avançou nessa agenda, então tem mais preconceito e mais desconhecimento e é natural que isso implique em mais ruído”, afirma a secretária. “Mas os processos de privatizações estão avançando”. Que assim seja.

Veja

Opinião dos leitores

  1. "Podemos conversar sobre privatização do setor de distribuição de eletricidade, mas não dos de geração. Eu sou favorável à privatização de muitas coisas no Brasil, mas a questão energética não."
    Jair, 10 de outubro de 2018.

  2. e aqui no RN falta a CAERN, estatal com péssimo atendimento e serviço, faz mais buraco do que concerta cano, sistema de distribuição ultrapassado, valor altíssimo pelo desserviço que faz. #privatizacaern

  3. Os Correios brasileiro foi uma das empresas mais respeitadas no mundo. Os petralhas conseguiram acabar com ela. Privatização já!!

    1. Boa tarde. CHEGARÃO antes do vencimento. Vamos respeitar a nossa lingua portuguesa.

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Saúde

Governo apresenta nesta terça versão preliminar de plano de vacinação contra Covid-19

Foto: JUSTIN TALLIS / AFP

O governo federal vai apresentar numa reunião nesta terça-feira a versão preliminar do plano de operacionalização da vacinação contra a Covid-19. O encontro terá informações mais detalhadas sobre a estratégia que está sendo formulada.

A proposta preliminar de trabalho será atualizada de acordo com a disponibilidade das vacinas, após o licenciamento de imunizantes e a definição dos grupos prioritários. A situação epidemiológica também será levada em consideração.

Além do Ministério da Saúde, participam da reunião: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); o Instituto Nacional de Controle e Qualidade em Saúde (INCQS); a Fiocruz; o Instituto Butantan; o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); sociedades médicas; conselhos federais da área da Saúde; Médicos Sem Fronteiras; e integrantes dos Conselhos Nacionais de Secretários Estaduais e Municipais de Saúde (Conass e Conasems).

Plano nacional

Conforme o GLOBO mostrou no último dia 25, a estimativa do governo federal é fazer a distribuição das vacinas de forma simultânea em todo o país, embora haja a possibilidade de priorizar áreas que passam por um surto da doença.

Em princípio, a ideia é seguir o plano logístico já utilizado no Plano Nacional de Imunizações (PNI) referente a todas as campanhas de vacinação promovidas pelo governo federal. Em tese, as vacinas deverão ser distribuídas preferencialmente por via terrestre, mas locais isolados serão atendidos por barcos ou aviões.

Municípios pressionaram para que o encontro do grupo nesta semana fosse o prazo limite para a consolidação do maior número possível de pontos da estratégia de imunização.

A expectativa era elaborar um plano que levasse em consideração diferentes cenários, de acordo com as principais vacinas candidatas. Isso porque o principal entrave era definir uma estratégia sem saber qual será o imunizante usado e se este será aplicado em uma ou mais doses.

O plano do governo federal também prevê, como já havia sido divulgado, que a distribuição da vacina priorize pessoas dos grupos de risco e profissionais da área de saúde.

As principais vacinas em estágio de desenvolvimento avançado no Brasil são: da Universidade de Oxford junto com o laboratório AstraZeneca, em parceria com a Fiocruz; e a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a fabricante chinesa Sinovac.

As duas vacinas são armazenadas a uma temperatura entre 2° e 8°C, a mesma indicada para a Sputnik V, da Rússia. Já a vacina do laboratório Moderna precisa ser guardada a -20°C, e a da Pfizer, a -70°C, o que encarece o armazenamento e a distribuição.

O Globo

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