Diversos

FOTOS: Peça de metal misteriosa é achada no deserto nos EUA

Fotos: Utah Department of Public Safety

O que era uma inspeção de rotina na vida selvagem virou uma missão quase extraterrestre quando policiais do Departamento de Segurança Pública (DPS) de Utah (oeste dos EUA) encontraram um artefato misterioso no meio da zona rural do estado.

Os policiais da patrulha aérea voavam de helicóptero na última quarta-feira (18), ajudando a Divisão de Recursos da Vida Selvagem a contar carneiros selvagens no sudeste de Utah, quando avistaram algo que parecia saído do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”.

“Um dos biólogos avistou a peça depois que voamos diretamente sobre ela”, contou o piloto Bret Hutchings à rede KSL, afiliada da CNN. “Ele falou assim, ‘opa, opa, volta ali, volta ali!” E eu fiquei pensando o que era aquilo. E ele [o biólogo] disse que tinha algo no solo, que a gente precisava ver!”

E lá estava a peça: entre as rochas avermelhadas do deserto, um artefato de metal prateado e brilhante projetando-se do chão. O piloto Hutchings calculou que tivesse “entre 3 e 3,6 metros de altura”. Não parecia algo que havia caído aleatoriamente no chão, mas sim que havia sido plantado ali.

“A gente brincou que, se um de nós desaparecesse de repente, o resto tinha de sair correndo”, afirmou.

Ainda assim, o piloto acredita que a peça foi provavelmente colocada ali por um artista, e não por um alienígena.

“Imagino que seja algum artista new wave ou algo assim ou, você sabe, alguém que era um grande fã (de ‘2001: Um Odisseia no Espaço’)”, opinou, referindo-se a uma cena do filme de Stanley Kubrick de 1968 em que um artefato negro aparece no deserto.

Ainda assim, é ilegal instalar estruturas ou arte sem autorização em terras públicas “não importa de que planeta você seja”, disse o DPS de Utah em um comunicado divulgado segunda-feira (23)

A localização do artefato não está sendo divulgada, e ainda não está claro quem (ou o quê) o colocou lá, disse o DPS.

Desde ontem, o departamento do governo responsável pela administração fundiária está decidindo se uma investigação mais aprofundada é necessária.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Um excêntrico foi lá fincou a peça e está dando gargalhadas, enquanto isso tem otário que não conhece a rua em que mora.

  2. Os Et's são cismados com os EUA, essas coisas só acontecem por lá …tu acha? Eu acho escândalo!!

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Saúde

Pfizer e BioNTech pedem autorização emergencial para vacina da Covid-19 nos EUA

Foto: DADO RUVIC / REUTERS

A aliança entre o grupo farmacêutico americano Pfizer e a empresa alemã BioNTech confirmou que apresentará nesta sexta-feira à Food and Drug Administration (FDA), agência americana equivalente à Anvisa no Brasil, um pedido de autorização emergencial para a comercialização de sua vacina contra a Covid-19, tornando-se o primeiro fabricante a dar esse passo nos EUA.

O anúncio era esperado há vários dias, após a publicação dos resultados do ensaio clínico em andamento desde julho com 44.000 voluntários em vários países e segundo o qual a vacina seria 95% eficaz na prevenção da Covid-19 sem efeitos colaterais graves.

A FDA (na sigla em inglês) não informou quanto tempo levará para examinar os dados, mas o governo dos EUA se prepara para que o sinal verde para a vacina se dê até a primeira quinzena de dezembro.

Caso aprovado, seria o desenvolvimento mais rápido de uma vacina na História.

Sem acordo com o Brasil

O Brasil ainda não firmou acordos com a Pfizer, mas a farmacêutica e o laboratório alemão BioNTech informaram na última quarta-feira que fizeram uma proposta ao governo brasileiro para a comercialização da vacina.

“A Pfizer fez uma proposta ao governo brasileiro, em linha com os acordos que temos fechado em outros países – inclusive na América Latina, que permitiria vacinar alguns milhões de brasileiros no primeiro semestre, sujeita à aprovação regulatória”, informou a empresa em nota.

A Pfizer informou ainda que “trabalhará em parceria com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para fornecer todos os dados necessários para avaliação” de segurança da vacina.

E destacou também, em nota, que já traçou estratégias para contornar o que vem sendo apontado com um dos pontos mais complexos da logística de seu imunizante: a necessidade de conservação em baixíssimas temperaturas.

“A companhia elaborou um plano logístico detalhado com ferramentas para apoiar o transporte eficaz, armazenamento e monitoramento contínuo da temperatura da potencial vacina contra a Covid-19. Para isso, foi desenvolvida uma embalagem especial (em formato de caixa) com temperatura controlada, fácil de transportar e manipular, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento recomendada (…) por até 15 dias”, disse a empresa.

O Ministério da Saúde se reuniu na última terça-feira com representantes da Pfizer em uma série de encontros que segue com equipes das americanas Moderna e Johnson & Johnson, do laboratório russo Instituto Gameleya e da indiana Bharat Biotech, que também testam vacinas candidatas contra o Sars-CoV-2. A pasta pontuou, no entanto, que a agenda com as farmacêuticas não significa compromisso de compra dos imunizantes.

A Pfizer informou, ainda, que 170 voluntários contraíram a Covid-19 em seus testes, dos quais apenas oito haviam sido imunizados. Os demais 162 estavam no grupo placebo — ou seja, que não recebeu a vacina. Dez pessoas apresentaram sintomas graves de Covid-19, mas apenas uma delas foi imunizada.

A farmacêutica informou que o imunizante também se mostrou efetivo em diferentes faixas etárias e grupos étnicos e demográficos. A eficácia em idosos acima de 65 anos, que compõem um dos principais grupos de risco da Covid-19, foi de 94%. Nenhum efeito colateral significativo foi reportado entre os 43 mil voluntários. Isso é uma indicação importante, na avaliação da empresa, de que a vacina pode ser implementada de forma ampla ao redor do mundo.

Nesta semana, a concorrente americana Moderna também anunciou números promissores ao final dos ensaios clínicos. O desempenho dos dois imunizantes, baseados na inédita tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), aumentou as expectativas por um freio à pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 1,3 milhão de pessoas no mundo e derrubou a economia global.

Para a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, colunista do GLOBO, os resultados indicam uma mudança de paradigma na produção e no desenvolvimento de vacinas.

— Temos uma vacina segura contra a Covid-19 e com uma eficácia muito mais alta do que a gente imaginava. A OMS e a FDA trabalhavam com um patamar de pelo menos 50%, e agora a Moderna e a Pfizer apresentaram resultados acima de 90%. Mais do que ter a primeira vacina aprovada, é uma prova: vacinas contra Covid-19 podem funcionar — afirma Pasternak. — Do ponto de vista global, o fato da Pfizer ser a primeira empresa que aprovará uma vacina de RNA é uma mudança radical na nossa forma de fazer vacinas. Elas são muito mais rápidas de trabalhar. Na próxima pandemia não estaremos tão vulneráveis quanto nessa.

No anúncio desta quarta-feira, a farmacêutica reiterou que espera produzir até 50 milhões de doses de vacinas este ano, o suficiente para proteger 25 milhões de pessoas, e então produzir até 1,3 bilhão de doses em 2021.

O resultado da Pfizer foi registrado dentro dos sete dias da segunda dose da vacina. O imunizante é tomado em duas doses com três semanas de intervalo. O protocolo do teste era avaliar a eficácia uma vez que alcançasse 170 casos nos dois grupos.

O efeito adverso mais observado nos ensaios clínicos foi a fadiga, reportada em 3,7% dos voluntários imunizados depois da segunda dose. Adultos idosos se mostraram mais propensos a desenvolver febre e outros reflexos menores.

— Os resultados do estudo marcam um passo importante nesta jornada histórica de oito meses para apresentar uma vacina capaz de ajudar a acabar com esta pandemia devastadora — afirmou Albert Bourla, CEO da Pfizer. — Com centenas de milhares de pessoas em todo o mundo infectadas todos os dias, precisamos urgentemente levar uma vacina segura e eficaz ao mundo.

O anúncio da Pfizer ocorre em meio a uma segunda onda na Europa e ao aumento de notificações de casos em vários estados do Brasil, o que tem preocupado governos e cientistas. Com os riscos de novos picos na curva brasileira, Pasternak sublinha que a eficácia da vacina é motivo de comemoração e deve reforçar a cautela, especialmente diante do período das festas, em dezembro:

— Podemos comemorar. Temos que usar a vacina como fio de esperança para dizer às pessoas que estão relaxando medidas de quarentena e não aguentam mais: “olha aí, estamos quase lá, aguente mais um pouco”. Já estamos chegando na vacina. Vamos sacrificar um pouco as festas do fim de ano para garantir que estejamos festejando com essas pessoas no ano que vem.

Há, no entanto, desafios pelo caminho: a distribuição de doses da Pfizer depende de um armazenamento a -70°C, o que exige freezers e veículos especializados. O imunizante pode, no entanto, ser mantido em um refrigerador por até cinco cias ou em uma caixa térmica de transporte por 15 dias. A microbiologista lembra que esse detalhe pode ser especialmente desafiador fora das grandes metrópoles no Brasil, mas pontua que isso não é motivo para desânimo.

— Mesmo que a gente consiga um acordo bilateral para importar alguns milhões de doses, a vacina da Pfizer não é a mais apropriada para a nossa realidade. Mas isso significa que teremos vacina, mas não no Brasil? Não. O fato da Pfizer ter atingido uma eficácia tão alta indica que as outras também têm chance. Além disso, temos acordo com a AstraZeneca, Sinovac Biotech e estamos no acordo Covax, que fechou parceria com a Moderna — pondera Pasternak, que não descarta adaptações por parte da farmacêutica para que a vacina atinja mais mercados ao redor do mundo.

FDA se reúne em dezembro

Segundo o canal americano CNBC, a FDA planeja se reunir no início de dezembro, antes do previsto no calendário da agência, com o objetivo de discutir os resultados apresentados pela Pfizer e a Moderna. A intenção seria discutir uma eventual autorização do uso emergencial.

Ainda de acordo com a emissora, diretores da agência devem analisar, entre 8 e 10 de dezembro, os dados técnicos dos imunizantes das duas companhias. Espera-se que profissionais de saúde sejam priorizados nesse cenário.

Se confirmada a autorização de uma das vacinas candidatas, a fórmula em questão teria o desenvolvimento mais rápido da história. O imunizante contra a caxumba, cujo processo foi o mais veloz na história das vacinas, foi desenvolvido ao longo de quatro anos.

— É um marco na história do ser humano: menos de um ano entre o sequenciamento do vírus e os ensaios clínicos em larga escala que, acima de tudo, foram baseados em uma tecnologia completamente nova — disse Enrico Bucci, biólogo na Universidade Temple (EUA) que não participou do estudo. — Hoje é um dia especial.

O Globo, com informações da Reuters e AFP

 

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Política

“Como indivíduo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, diz Mourão

Foto: Romério Cunha/VPR

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta sexta-feira que, como indivíduo, considera a vitória de Joe Biden nas eleições dos Estados Unidos “cada vez mais irreversível”. O presidente Jair Bolsonaro é um dos poucos líderes mundiais de países democráticos que ainda não parabenizaram o democrata pela vitória contra Donald Trump.

“Como indivíduo, eu reconheço [a vitória], mas temos que olhar que eu não respondo pelo governo. Como individuo, eu julgo que a vitória do Joe Biden está cada vez mais sendo irreversível”, afirmou Mourão em entrevista à Rádio Gaúcha. “Brevemente acho que vai acontecer isso [reconhecimento da vitória]. E acho que não há uma tensão entre as duas nações, é mais um fogo de palha.”

Mourão também contemporizou a fala do presidente Bolsonaro sobre usar “pólvora” contra os EUA, atribuindo o discurso a uma “força de expressão”.

Nesta sexta-feira, a China enviou seus cumprimentos a Biden por meio do porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do país, Wang Wenbin. “Respeitamos a eleição do povo americano”, disse. “Felicitamos o senhor Biden e à senhora Kama Harris”, complementou, sem justificar a demora pelo reconhecimento e dizendo apenas que “o resultado será confirmado de acordo com as leis e os procedimentos americanos.”

Contudo, o presidente chinês, Xi Jinping, ainda não fez nenhuma declaração pública a Biden até o momento. A China vinha evitando declarar o seu reconhecimento à eleição de Biden assim como outros poucos países como Rússia, Coreia do Norte e Brasil. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, também demorou para enviar seus cumprimentos, mas já o fez na última terça-feira.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Mourao usando a sensatez, diferente do resto do gado arrogante e burros…!!!! Ja era !!! Fora Trump arrogante e fora bozo burro….!!!!

    1. Sabe de nada petralha.
      Esse vice passa longe da elegância do pernambucano Marco Marciel.
      Até mesmo do mineiro Zé Alencar.
      Esse Morão é um palpiteiro sem VOTOS, ainda não aprendeu o seu lugar de VICE
      Vice, é igual a Pneu de stepe, só entra em caso de defeitos do pneu titular.
      Como o Mito Bolsonaro, tá gozando de saúde e não morreu, esse Morão era pra estar só assistindo calado e na arquibancada.
      Bem caladinho.
      Já dizia o ex Prefeito de Natal.
      Vice é vice.
      Ponto final.

    2. Calma Neto, tome um suquinho!
      Ele está apenas treinando, passado dois anos, o Mourão já pode assumir a cadeira e é o que vai acontecer. Esqueceu que o Rodrigo Maia está sentado numa centena de pedidos de impeachmant? É só edcolher.
      O trauma de tirar outro presidente num curto espaço de tempo é bem menor.

    1. Canhoto só por ser maçônico e globalista?

    1. hahahahahahaha vocês são mais cômicos que os defensores de Lula hahahahahahaha

    2. E tá mesmo!!
      Daqui a dois anos, veja se ele é o escolhido pra ser vice do MITO.
      Kkkk
      Não tem votos e cisca de mais, iqual a galinha choca.
      Tem que trocar esse vice mesmo.
      Ponto final.

  2. Não sou simpático com a milicada, mas se tem um cara que tem meu respeito, é o Mourão.
    Eu não sei o que ele ainda quer do lado desse moribundo desse Presidente. Mourão tem cacife para se lançar em 2022 sem depender desse miliciano.

  3. O armamento mais letal que nós temos , a mistura de pólvora com enxofre. O popular ‘’ peido alemão ‘’. Essa será a grande arma pra superar a potência bélica dos USA.

    1. Acabei de ler num jornal Americano que o presidente eleito Joe Bidem está muito mal, não dorme desde o dia 07 de novembro, tem crises de suicídio, chora , arranca os poucos cabelos q ainda tem e TUDO isso só porque não recebeu os cumprimentos de Bolsonaro. O caso está sendo tratado como o maior evento grave já registrado numa campanha americana.

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Política

ELEIÇÕES – EUA: Georgia irá recontar votos após diferença mínima entre candidatos

Foto: Dustin Chambers / Reuters

O secretário de Estado da Georgia, Brad Raffensperger anunciou nesta quarta-feira (11) que o estado irá recontar manualmenteos votos da eleição do dia 3 de novembro. A auditoria da eleição de 2020, anunciada em uma coletiva de imprensa, irá recontar a mão os milhões de votos de cada condado. A notícia é da CNN.

“Com a margem sendo tão estreita, será necessária uma recontagem manual completa em cada condado”, disse o secretário de Estado Brad Raffensperger, um republicano, em entrevista coletiva em Atlanta. “Isso ajudará a aumentar a confiança”, afirmou Raffensperger.

A contagem de votos na Geórgia mostrou Biden à frente de Trump por apenas 14.101 votos em cerca de 5 milhões em todo o estado, e com a margem tão pequena, uma recontagem é necessária, disse o secretário de Estado da Geórgia, Brad Raffensperger, em entrevista coletiva.

“Você realmente tem que fazer uma recontagem manual completa de tudo porque a margem é muito próxima”, disse Raffensperger. “Queremos começar antes do fim da semana.”

“As pessoas farão muitas horas extras nas próximas semanas”, disse ele. O principal funcionário eleitoral do estado disse que a tarefa gigantesca que deve ser concluída até 20 de novembro.

R7, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Vão recontar, recontar e no fim só vai dar Biden. Quando o povo quer mudar, muda e pronto! ?

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Polêmica

“Acho que não causa nada, isso aí tudo é figura de retórica”, diz Mourão, sobre Bolsonaro defender ‘pólvora’ para evitar sanções

Foto: Guilherme Mazui

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta quarta-feira (11) que é “figura de retórica” a defesa feita pelo presidente Jair Bolsonaro de uso de “pólvora” quando a diplomacia e a “saliva” não são suficientes para lidar com ameaças de sanções comerciais ao país devido às queimadas e ao desmatamento da Amazônia.

A afirmação de Bolsonaro, feita durante discurso na terça (10), no Palácio do Planalto, faz referência a uma declaração do presidente eleito dos EUA, Joe Biden, que, ainda como candidato, disse que o Brasil pode enfrentar “consequências econômicas significativas” se não parar de “destruir” a floresta.

Bolsonaro, porém, não citou o nome de Biden ao fazer a declaração na terça. O brasileiro torceu publicamente pela reeleição do presidente dos EUA, Donald Trump, e até o momento não se pronunciou sobre a vitória de Biden.

“Acho que não causa nada, isso aí tudo é figura de retórica”, disse Mourão ao ser questionado por jornalistas se a declaração de Bolsonaro pode trazer consequências ao Brasil.

“Vamos aguardar, dê tempo ao tempo”, completou o vice-presidente.

Segundo Mourão, Bolsonaro se referiu “aforismo antigo que tem aí que diz que, quando acaba a diplomacia, entram os canhões”.

Pólvora

Na terça, Bolsonaro participava de uma cerimônia no Palácio do Planalto sobre um plano do governo para incentivar o turismo quando, ao se referir à Amazônia, afirmou que “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora.”

Bolsonaro, sem citar o nome de Biden, declarou:

“Assistimos há pouco aí um grande candidato a chefia de Estado dizer que, se eu não apagar o fogo da Amazônia, ele levanta barreiras comerciais contra o Brasil. E como é que podemos fazer frente a tudo isso? Apenas a diplomacia não dá, não é, Ernesto? Quando acaba a saliva, tem que ter pólvora, senão, não funciona. Não precisa nem usar pólvora, mas tem que saber que tem. Esse é o mundo. Ninguém tem o que nós temos.”

Ainda no discurso durante a cerimônia da terça, Bolsonaro afirmou que o Brasil tem que “deixar de ser um país de maricas” e enfrentar a pandemia de Covid-19 de “peito aberto”.

Já Biden fez a declaração sobre a Amazônia durante debate com o adversário Donald Trump, candidato à reeleição, durante a campanha eleitoral. Biden afirmou:

“O Brasil, a floresta tropical do Brasil, está sendo demolida, está sendo destruída. Mais carbono é absorvido naquela floresta tropical do que cada pedacinho de carbono que é emitido nos Estados Unidos. Em vez de fazer algo a respeito… Eu estaria me reunindo e garantindo que os países do mundo venham com US$ 20 bilhões e digam: ‘Aqui estão US$ 20 bilhões. Pare, pare de derrubar a floresta, e, se não fizer isso, você terá consequências econômicas significativas’.”

O presidente eleito dos Estados Unidos não foi o único a se referir a possíveis sanções econômicas ao Brasil em resposta ao aumento do desmatamento e das queimadas no país, que é alvo de críticas internacionais.

Em setembro, países europeus divulgaram uma carta em que cobram do governo Bolsonaro ações para controlar a destruição da floresta amazônica e alertam para o risco de boicote a produtos brasileiros.

A política ambiental do governo também tem dificultado a concretização do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.

Vacina

Mourão também declarou nesta quarta que não se deve “politizar” o desenvolvimento de uma vacina contra o novo coronavírus, o que “infelizmente” já ocorreu.

“O que não pode é politizar. Infelizmente, vocês sabem, né, essa questão está toda politizada e fica ‘ah, é do lado A, é do lado B’. Acho que isso não é bom”, disse Mourão.

O vice-presidente não quis comentar se Bolsonaro contribui para politizar o tema. Na terça, Bolsonaro comemorou a suspensão temporária dos testes da CoronaVac, desenvolvida no Brasil pela empresa chinesa Sinovac e o Instituto Butantan, vinculado à Secretaria de Saúde de São Paulo.

O episódio foi mais um na série de disputas entre Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Bolsonaro e Doria divergem desde o início do ano sobre as medidas contra a pandemia e se tornaram adversários políticos declarados.

G1

Opinião dos leitores

  1. Inteligente é o ladrão de 4 dedos, tomava a cachaça dele e falava o que queria e ninquem falava nada, e roubando o Brasil inteiro e os bobos dos brasileiros pensando que tinha um presidente honesto e intelectual…essa mídia PTsicopata são doentes pq o Bolsonaro tirou o poder das roubalheiras, como fez com a toda poderosa Globo, que tinha seus reportes , atores e atrizes ganhando uma fortuna de reias e a população com o bolsa esmola e salário mínimo de 1mil reais, eita mídia asquerosa

  2. Esse cara não é o Messias mas é muito estudado, Índio brabo, duro e no aumentativo! Pena que faz parte da conspiração maçônica-globalista…

  3. Vamos mandar os Minions e seus filhos para o combate…quero ver eles gritarem mito com as balas roçando nas orelhas, enquanto ele e os 01,02, 03 e 04 estão tomando cerveja e rindo dos idiotas que votaram neles.

  4. Mourão, Sempre utilizando palavras inteligentes e sensatas, já o outro só fala besteira. É uma fossa ambulante.

  5. Faço minhas as palavras do General Santos Cruz , do alto da sua seriedade, em contraponto a toda essa molecagem do Presidente : “vergonha sem classificação, falta de noção e desrespeito pela saúde dos cidadãos”.
    Para bom entendedor, meia palavra basta.

  6. Pronto…
    Agora o Bolsonaro vai Dizer que o Mourao se juntou com essa tal de Retórica para tirar ele do poder…
    Já ligou pra o Olavo perguntando se essa tal de Retórica não é aliado de Maduro…

  7. O Primeiro Pelotão já está ensaiando seu canto de guerra (usar a melodia da música do Airton Senna):
    -Vai dar merda, vai dar merda! Vai dar merda vai dar merda vai! Vai da merda vaaaaaai!! Vai dar merda, vai dar merda!

  8. Tomem cuidado porque vão ter dificuldades em encontrar pessoas para defender esse paíszinho. Vou dá uma dica, coloca primeiro o judiciário, legislativo e militares a frente do combate, depois que não sobrar nenhum aí vocês chamam meia dúzia de babacas que ainda vão se acharem por defender essa porc……

  9. A derrota de Trump deixou o nosso presidente desconcertado, ele morria de amores pelo EUA, agora vai elege – la como inimiga?. Presidente governe como um diplomata e pense antes de falar para não prejudicar o nosso amado Brasil

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Política

Trump fala em “grande progresso”, e que os resultados das eleições nos EUA começarão a ser divulgados na próxima semana: “Nós vamos vencer”

Tweets de Donald Trump sobre processos eleitorais nos EUA (10.nov.2020). Foto: CNN Brasil

O presidente americano Donald Trump publicou, no Twitter, que sua equipe está fazendo um “grande progresso” e que os resultados das eleições começarão a ser divulgados na próxima semana. “Nós vamos vencer”, escreveu em sua conta no Twitter.

O republicano não reconhece a vitória do democrata Joe Biden já havia anunciado que pediria a recontagem de votos e iria a Suprema Corte contra a apuração.

O procurador-geral dos Estados Unidos anunciou que irá abrir uma investigação sobre as acusações de fraudes alegadas pela campanha republicana.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Tá parecendo com um chefe de estado que durante a 2º guerra mundial, delirava poucos dias antes de cair, pensando ter vários exércitos para reagir a ofensiva do inimigo, qdo na verdade só havia ao seu lado alguns lacaios…. O final da história todos conhecem…

  2. Quando os democratas contestaram o resultado das eleições em 2000 e pediram recontagem dos votos, não houve essa confusão toda. Se a legislação permite a recontagem de votos, qual é o problema?

  3. Já falei, se o miliciano enviar um cabo e um soldado para os States, resolve a bronca do “Trampo”.

  4. ?????
    Isso sim é uma realidade paralela..vejam o filme "Fratura".
    Vai sair escorraçado…kkkkk
    Eu confesso, também ficaria desesperado, se perdesse a Presidência e a Melânia me abandonasse(e levasse metade dos bens..???)

  5. Maluco completo… incrível como esse tipo de gente conseguiram ocupar cargos tão importantes, lá nos EUA tem esse maluco, aqui no Brasil nós temos o nosso terraplanista e suas loucuras cada dia piores, dai esse pessoal consegue arrastar uma quantidade grande de lunáticos que compram suas ideias como se fosse o certo a fazer, não tendo a mínima capacidade de discernimento e raciocínio lógico, incrível isso. ainda bem que parece q vai passar tudo isso.

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Política

Secretário de Estado de Trump fala em ‘segundo mandato’ do presidente e tensão cresce nos EUA

Donald Trump, acompanhado de seu secretário de Justiça, Mike Pompeo, no Salão Oval Foto: ALEX EDELMAN / AFP

A vitória de Joe Biden foi confirmada segundo projeções há quatro dias e, até agora, não há sinais de que Donald Trump pretenda reconhecer sua derrota, deixando os Estados Unidos à beira de um impasse.

Nesta terça, em entrevista coletiva, o secretário de Estado, Mike Pompeo, se tornou a pessoa com mais alto cargo, além de Trump, a pôr em dúvida a vitória do democrata, afirmando que haverá um segundo mandato do republicano.

— Haverá uma transição tranquila para um segundo governo Trump — disse Pompeo em entrevista coletiva.

A tensão política cresceu na noite de segunda-feira, após o Departamento de Justiça autorizar inquéritos federais para apurar supostas fraudes eleitorais denunciadas pelo presidente, mesmo sem quaisquer provas de sua existência.

A decisão de William Barr, o secretário de Justiça, gerou repúdio dentro de seu próprio departamento. O diretor do braço responsável por crimes eleitorais, Richard Pulge, pediu demissão e, em um e-mail para colegas, afirmou que a conduta do secretário “revoga uma política de não interferência de 49 anos para investigações de fraudes eleitorais”, que são apuradas primeiro pelos tribunais estaduais.

Enquanto a alta cúpula republicana no Congresso apoia a cruzada jurídica do presidente, outros grupos dentro do partido começam a repudiar a conduta do presidente e de Barr. Quatro ex-secretários de Segurança Nacional dos governos de George W. Bush e Barack Obama assinaram um comunicado afirmando que as eleições foram justas e que as tentativas de Trump de questionar o resultado da eleição não devem impedir a transição.

Em outro comunicado, ex-funcionários do Departamento de Justiça, entre eles o ex-conselheiro de Segurança Nacional de George W. Bush, Ken Wainstein, lembraram que “os eleitores decidem a eleição, não o secretário de Justiça”.

“Não vimos absolutamente quaisquer evidências de nada que possa impedir a certificação dos resultados, que é algo que cabe aos estados, não ao governo federal”, afirmaram. “O povo americano falou claramente, e agora o país precisa se mover em direção a uma transição pacífica de poder.”

Nos próprios escritórios de advocacia que representam Trump, diz o New York Times, há preocupações sobre os riscos do comportamento do presidente. Em duas das maiores firmas do país, a Jones Day e a Porter, Wright, Morris & Arthur, houve reuniões internas sobre o assunto. Ao menos um advogado se demitiu em protesto.

Apoio republicano

Se nos anos 1970, conforme ficava claro que Watergate custaria o mandato de Richard Nixon, uma série de parlamentares e lideranças republicanas foram à Casa Branca afirmar que não apoiariam o presidente, desta vez o cenário é outro na alta cúpula republicana no Congresso. As principais figuras do partido não fazem quaisquer esforços públicos para convencer o presidente a admitir a derrota e espalham a desinformação.

Enquanto reconhecem como legais os resultados na Câmara e no Senado, onde os republicanos tiveram ganhos, questionam a vitória de Biden na disputa pela Presidência. O poderoso líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, disse nesta terça que o comportamento do presidente “não é motivo de alarme”:

— Não é incomum, não deveria ser alarmante — ele afirmou, em entrevista coletiva. — Em algum momento, nós saberemos, finalmente, quem foi certificado vencedor em cada um destes estados, o Colégio Eleitoral determinará o vencedor e esta pessoa tomará posse em 20 de janeiro. Não há razão para alarme.

Parte desta retórica deve-se a tentativas de manter a base mobilizada até as eleições especiais na Geórgia, que determinarão qual partido terá a maioria no Senado. Como nenhum candidato obteve mais da metade dos votos, haverá um novo pleito em 5 de janeiro.

Kelly Loeffler e David Perdue, os dois pleiteantes republicanos, vieram a público demandar a saída do secretário de Estado local, o republicano Brad Raffensperger, após ele defender a integridade da eleição. Biden lidera no estado sulista, um antigo reduto republicano, por uma margem pequena de votos — resultado de um esforço do Partido Democrata para registrar mais eleitores negros e diminuir a supressão de votos.

Raras vozes dissonantes dentro da sigla, como o senador Mitt Romney, afirmam que é necessário convencer Trump a recuar, visando a saúde da democracia americana, mas o presidente não dá quaisquer sinais de que pretende mudar de posição. Pelo contrário, a chefe da agência responsável por liberar as verbas para que a transição de governo possa começar oficialmente, Emily Murphy, ainda sequer o fez.

Processos judiciais

Trump já se declarava vencedor antes mesmo do resultado oficial ser anunciado, retórica que só endureceu após a confirmação da vitória de Biden. Ao se recusar a admitir a vitória do adversário, o presidente põe em xeque princípios básicos de uma democracia saudável, argumentou o comentarista político do site Vox, Ezra Klein. Para o jornalista, autor do livro “Por que estamos polarizados?”, Trump tem poucas chances de ter sucesso em seus avanços, mas isto não significa que eles não sejam perigosos.

“Milhões acreditarão em Trump, verão as eleições como roubadas”, ele disse. “É a construção de uma realidade alternativa confusa, em que a eleição foi roubada de Trump e republicanos fracos estão deixando os ladrões escaparem.”

Trump lança mão de uma série de processos judiciais, até o momento mal-sucedidos, tentando convencer tribunais a deslegitimar votos favoráveis a Biden nos estados-chave e pedir recontagens. Em paralelo, seus advogados fazem pressão no sistema Judiciário, onde o presidente realizou uma revolução conservadora nos últimos três anos e meio — nos EUA, juízes federais são nomeados pela Casa Branca.

Eles miram os votos pelo correio, que tiveram adesão maciça entre os democratas neste ano, diante das limitações impostas pela pandemia. Diante do recorde de 65 milhões de votos por esta modalidade, vários estados estenderam o limite para a entrega de votos postados dentro do prazo pré-estabelecido, evitando que atrasos nos correios impedissem sua aferição. São estes os votos que Trump falsamente diz serem “ilegais”.

As cédulas nestas condições, no entanto, seriam insuficientes para reverter a margem de Biden. Em 2016, Trump ganhou os estados de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin por um total de 80 mil votos somados. Neste ano, Biden já soma uma vantagem que ultrapassa 214 mil votos nestes estados. Nos outros três estados em que ainda não é possível projetar o vencedor, Biden lidera no Arizona e na Geórgia, e Trump apenas na Carolina do Norte.

2020 não é 2000

Haverá recontagem ao menos em Wisconsin e na Geórgia, onde a margem entre os candidatos é pequena. Grandes mudanças, no entanto, são improváveis: segundo a agência Associated Press, houve ao menos 31 recontagens estaduais desde 2000. Delas, apenas três mudaram o resultado da eleição, todas elas com margens inferiores a 300 votos. Em ambos os estados, a diferença entre os candidatos é superior a 10 mil votos. Na Pensilvânia, os republicanos demandam uma auditoria. Lá, a diferença entre os candidatos é superior a 45 mil votos.

A situação também é diferente da de 2000, quando a disputa acabou sendo decidida só em dezembro. Naquele ano, a vitória no Colégio Eleitoral do republicano George W. Bush ou do democrata Al Gore ficou dependendo do resultado apenas de um estado, a Flórida. Na época, a Suprema Corte determinou em 12 de dezembro a suspensão da recontagem no estado, onde Bush ganhou por apenas 500 votos, o que lhe garantiu a Presidência com 271 votos no Colégio Eleitoral, contra 266 de Gore. Agora, Biden já tem garantidos 279 votos no Colégio Eleitoral, nove a mais do que os necessários para a vitória.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Iludindo os Minions de lá…kkkkkkk
    Mas é bom pra gente sorrir…se entrega não Donald…se amarra na escada, chora, esperneia, grita…
    (Ah, e prepara os bolsos, são 900 milhões de dólares pra pagar em impostos atrasados)..
    ???????

    1. O jogo vai virar. A alegria dos comunas vai acabar kkk.
      Globo é globo, CNN, a Globo americana. Só sai globo e CNN.

  2. Bg coloque reportagem de canais que defendem a recontagem e as provas que eles indicam.
    Sugiro ser mais democrático,

    1. Colocar o quê? As fakenews que você recebe pelo Gabinete do Ódio? Se está curioso, e não confia na imprensa nacional, vá colher na fonte! Procure fontes de informação dos EUA!

  3. O Globo não tem isenção. Essa narrativa tenta induzir as pessoas a criticarem um direito legítimo do atual presidente. Por que não apurar? Por que o medo? Por que o medo da transparência?

  4. Hô Galegão invocado, Hô homão corajoso, Hô Galegão brabo.
    Donald Trump presidente.

  5. Quando os democratas contestaram o resultado das eleições em 2000, não houve essa confusão toda. Se a legislação permite a recontagem dos votos, qual é o problema?

  6. BG, se possível, coloque um reportagem que mostre o lado favorável ao posicionamento de Trump. Há vários
    relatos e denúncias de fraudes, inclusive com mortos votando. Sabemos que a Globo é pró-Biden.

    1. Por isso que seu nome é Manoel kkkkkk burro demais…. Deve ser português

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Política

Agência que poderia acelerar transição de gestão nos EUA se recusa a iniciar processo, diz jornal

Foto: Leah Millis/Reuters

Além de Donald Trump não reconhecer a candidatura de Joe Biden como vencedora, uma funcionária do governo não deu seguimento ao protocolo que garante o começo da transição de equipes, de acordo com uma reportagem do “Washington Post” desta segunda-feira (9).

As projeções indicam que Joe Biden conseguiu vencer em vários Estados que lhe garantiram mais de 270 votos no Colégio eleitoral.

Donald Trump tem recursos legais e legítimos que ainda pode usar para contestar o resultado da votação.

Mas a menos que haja uma reviravolta dramática nos tribunais daqui em diante e ele possa provar na Justiça a existência de irregularidades na eleição que alega, embora não apresente provas, 20 de janeiro é a data em que o novo presidente é empossado. Nesse dia, Trump deve renunciar.

Geralmente, após a projeção dos resultados, uma agência chamada Administração de Serviços Gerais (GSA, na sigla em inglês) decreta que há um vencedor aparente.

Em seguida, começam os arranjos práticos para que a equipe de transição possa trabalhar.

O FBI faz uma pesquisa sobre as pessoas e dá sua autorização, senhas de sistemas de computadores são liberadas, os salários são acertados etc.

Assim, mesmo sem um resultado oficial, é possível fazer uma transferência de equipes. No entanto, a chefe da GSA, Emily Murphy, não assinou a carta que permite o início desses processos.

Uma porta-voz da GSA afirmou que não houve ainda uma vitória verificada e que a agência seguirá os requisitos da lei.

A posse do vencedor das eleições deste ano está agendada para o dia 20 de janeiro. A demora pode ter implicações práticas.

A equipe de transição de Joe Biden afirmou que espera o reconhecimento da vitória dos democratas pela GSA e que os interesses de segurança nacional e da economia do país estão em jogo.

No entanto, o presidente Donald Trump se recusou, até esta segunda-feira (9), a aceitar que Joe Biden foi projetado como vencedor.

A campanha do candidato divulgou um comunicado garantindo que a “eleição está longe do fim”.

Desde o fechamento das urnas, foram protocolados cerca de dez processos em cinco estados diferentes. A maioria deles pede a suspensão da contagem dos votos.

G1

Opinião dos leitores

  1. Trump peruca de chipamzé continua o mesmo, nao muda nada, prossegue com a cara dearrogante, prepotente e canastrão. Sua derrecoda foi mais que merecida. Ja vai tarde. Na vida tudem tem seu tempo e momento cert. Passa!!!!

    1. Vai não!
      Não vai não, ele não vai não.
      Kkkkkkkkkkkk
      Kkkkk kkk
      Não aceitar derrotas, é coisa de petistas.
      Kkkk
      CHUPA!!!!
      Bolsonaro em primeiro turno.
      O véi tá estourado.
      Kkkkkkkkk

  2. E o bananinha 03 queria ser embaixador pq era amigo do Trump, papai 89 mil prometeu o filé Mion para o garotinho fazer de play graund.

  3. Se até Rússia e China, rivais dos EUA e aliados do Biden, já declararam que vão aguardar o resultado oficial, por que uma agência americana deveria agir de forma açodada? Cautela sempre faz bem.

    1. Vixe, até Direita "honesta" tá pedindo penico para a comunista China e mafiosa Rússia.
      Nao tá facil para os lambe botas de Trump.

  4. O galego é fraco, não precisava roubar nessas eleições, já ia perder mesmo. Ele semelhante ao daqui fala muita besteira.

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Política

Joe Biden será o próximo presidente dos Estados Unidos, indica projeção do Decision Desk HQ

Foto: Kevin Lamarque / Reuters 

O ex-vice-presidente Joe Biden será o próximo presidente dos Estados Unidos. A projeção é do Decision Desk HQ e foi realizada depois de o democrata virar a contagem na Pensilvânia.

O Decision Desk HQ organiza e fornece resultados e projeções eleitorais nos Estados Unidos a vários veículos de imprensa.

O triunfo de Biden na Pensilvânia, sozinho, é suficiente para ele superar os 270 votos necessários no Colégio Eleitoral, sem depender de outros resultados.

Além disso, Biden também já superou a vantagem de Trump na Geórgia, e, neste momento, mantém a liderança no Arizona e no Nevada.

Joseph Robinette Biden Jr. completa 78 anos de idade em 20 de novembro. Ao tomar posse, em 20 de janeiro de 2021, se tornará o homem mais velho da História ao assumir a presidência dos Estados Unidos.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Vejam os comentários…
    Já esqueceram que em passado recente o ex presidente corrupto e sua marionete incompetente viviam de bajular e bajular Fidel Castro, Evo Morales, Hugo Chaves e Cristina, trupe de ditadores, no mínimo é vergonhoso e esses que hoje criticam achavam lindo, aplaudiam e continuam defendendo seus bandidos de estimação.

    1. Se fosse só bajular, o comandante petralha ainda entregava bilhões de reais a juros subsidiados, pior levamos calotes enormes. Enfim, deixamos de criar emprego no Brasil, e da uma vida mais digna aos brasileiros, agora os mandatários ficaram com milhões em suas contas, compraram sitios, apartamento, instituto, filhos bilionários. Aí os defensores desses bandidos taxam os que recriminam essas atitudes de bois. kkkkKkkk, só que eles são que vivem num mundinho confinados de alienados e debilóide.

    2. Dois doidões que pararam na década de 80. Não chegou notícias novas aí onde vocês moram?
      Francis Fukuyama ainda tá pra chegar aí hahaha

  2. Esse bando De indiotas comentando eleição nos Estados Unidos vão procurar o que fazer bando de revoltados., aqui o bozó como vocês chamam o presidente vai governar até 2.026 com folga , o seu PT corrupto nunca mais será governo aqui no Brasil, aqui corrupto vai levar é cadeia, aproveita e chupa ós ovos do veio eleito nos Estados Unidos, essa besteira cansa, mmmmmmuuuuuuuu

  3. O desespero está grande! Os caras estão gozando no pau dos outros!!! Kkkkk Vão sofrer demais, pois o presidente será reeleito em 2022 no primeiro turno. Os vermelhos piram kkkkkk E eu não me escondo atrás de pseudônimos, não covardes.

    1. Muuuuuuuuuuuuuuuu , o gado ai vem com o nome gravado no chocalho.
      Muuuuuuuu

  4. Agora quero ver quem o Abestalhado vai adular. O asno, maior burro a comandar o Brasil está com o "Foquito" piscando! Quem votou nele, até compreendo. Era necessário tirar o PT do poder. Todavia, chamar de mito , "cunhão" roxo e outros adjetivos, só podem ter algum problema de sexualidade. Convenhamos, Bolsonaro é pior do que Lula. Já tá na hora de pedir pra cagar e sair. Assumi esses dois anos Mourão. Fora Bolsobosta! kkkkkk

  5. O ? tá de cara inchada de chorar ?, nem a Micheque consegue consolá-lo….

    1. Aqui vocês vão levar peia até 2.026 aguenta aí Bolsonaro, ganha de quem vier contra , é peia e bomba , aproveita e comemora a eleição do veio nos Estados Unidos, aqui PT corrupto nunca mais. Mmmuuuuuu

    2. O Trump já era! Vitória da civilização contra a barbárie, representada pela extrema direita! Falta só o "Trumpeco" ser defenestrado em 2022!

    3. O gado acha que o bozo vai ate 2026.
      Esse gado ta com febre aftosa.
      Muuuuuuu

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Política

Eleições nos EUA: Biden passa Trump na Pensilvânia e se aproxima de vitória

Foto: Carlos Barria / Reuters; Jonathan Ernst / Reuters

O candidato democrata Joe Biden passou o presidente Donald Trump na Pensilvânia nesta sexta-feira (6). Caso Biden vença neste estado, vai ultrapassar os 270 votos necessários para ser eleito presidente dos Estados Unidos no Colégio Eleitoral.

A virada na Pensilvânia ocorre em meio a uma série de processos impetrados na Justiça pela campanha de Trump para interromper a apuração em alguns estados e até mesmo recontar votos.

De acordo com as apurações parciais em estados-chave, além de cálculos estatísticos e demográficos sobre a proporção de urnas ainda não apuradas, já não é mais possível para Trump chegar a 270 delegados no Colégio Eleitoral.

A demora na apuração e a virada de Biden em alguns estados é explicada pela votação por correio. Boa parte dos eleitores republicanos foi às urnas presencialmente e, por isso, tiveram votos computados primeiro. Já os eleitores de Biden votaram massivamente pelo correio, o que atrasou a computação dos votos.

Conforme eles iam sendo contabilizados, Biden virou o jogo, primeiro em Michigan e em Wisconsin, na quarta-feira (4), e na Pensilvânia, nesta sexta.

A apuração, no entanto, continua. Biden ainda lidera em Nevada e no Arizona e está tecnicamente empatado com Trump na Geórgia. O presidente lidera no Alasca e na Carolina do Norte.

Caso essa tendência se confirme, o democrata pode ampliar sua vantagem no Colégio Eleitoral. Isso enfraqueceria politicamente a estratégia de Trump de contestar o resultado das eleições na Justiça. Nessa quinta, juízes de Michigan, Geórgia e Filadélfia rejeitaram pedidos da campanha republicana para paralisar a apuração.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Já já os bolsonaros vão dizer q são amicíssimos do novo Presidente! E os idiotas vão acreditar…..

    1. Só espero que agora não queira ser amigo dos ditadores maduro, sandinistas da Nicarágua, de cuba, todos do continente africano, e empreste o dinheiro do trabalhador brasileiro como fizeram os petralhas, e ainda leve um calote deles. Aí vou dizer que não é pouco burro como a esquerdalha

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Política

ELEIÇÕES – ESTADOS UNIDOS: Os caminhos restantes para as vitórias de Trump e Biden

Foto: Pixabay

Várias possibilidades de vitória de Biden foram eliminadas com os primeiros resultados das urnas, mas ainda existem diferentes ‘avenidas’ para ambos os candidatos.

Ainda não são conhecidos os resultados de sete estados decisivos, os chamados ‘swing states’, que podem pender para qualquer partido.

Entenda o que não tem mais jeito de acontecer, e por que a eleição ainda está em aberto.

Biden perdeu a via expressa

Joe Biden já perdeu as possíveis ‘joias da coroa’ que lhe dariam uma vitória fácil.

Trump venceu na Flórida, o ‘swing state’ com o maior número de votos no Colégio Eleitoral (29). A Flórida é fundamental para Trump, mas Biden ainda tem outras possibilidades.

Muito se especulou sobre as chances de Biden virar o Texas, o maior e mais importante dos ‘estados vermelhos’, com 38 votos. Mas Trump venceu muito bem no Texas: neste momento conta com 52% dos votos, contra 46% de Biden.

A Muralha Azul

Em 2016, Trump venceu a eleição por ter rompido a Muralha Azul, um conjunto de estados que votavam consistentemente no candidato democrata. O republicano venceu em três estados dessa muralha: Wisconsin, Michigan e Pensilvânia, que juntos valem 46 votos.

Os resultados nos três estados ainda estão em aberto.

Se o mapa eleitoral de 2020 ficasse idêntico ao de 2016, exceto por esses três estados voltando ao ‘azul’, Biden leva. Se não, passa a depender de outros resultados.

Um ganho de Trump?

Está apertada a contagem no Nevada, onde Hillary Clinton venceu em 2016. O estado vale 6 votos. Uma vitória aqui poderia ser o único ganho de Trump em relação à eleição passada. Na projeção do FiveThirtyEight, as chances de Biden no Nevada eram de 88%.

Trump não precisa do Nevada. Está jogando na defesa, e precisa apenas repetir o mapa de 2016 ou até perder poucos votos.

Na terra de McCain

Outra corrida apertada é no Arizona, na fronteira com o México. O estado vale 11 votos e as chances de Biden, na projeção do FiveThirtyEight, eram de 68%. Trump venceu no Arizona em 2016. Se Biden vencer no Arizona, não será suficiente para levar a Casa Branca, mas a vitória aqui pode compensar parte de uma perda no trio da Muralha Azul.

A resposta do Sul

A decisão pode depender, como muitas vezes, do Sul dos Estados Unidos. Ainda estão abertas as corridas na Geórgia e na Carolina do Norte. A Geórgia vale 16 votos e a Carolina do Norte vale 15. Trump venceu em ambas em 2016. Obama levou a Carolina do Norte em 2008, uma rara vitória democrata. Já a Geórgia é um estado vermelhíssimo e lá um democrata não vence desde 1992 (Bill Clinton).

O Antagonista

 

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Política

ELEIÇÕES NOS EUA: ‘Acho que vamos ter uma ótima noite’, diz Trump

(Foto: Saul Loeb/AFP)

Trump fez um discurso otimista no comitê nacional do Partido Republicano, na Virgínia, na tarde desta terça (3).

“Ouvi dizer que estamos indo muito bem na Flórida e no Arizona. Estamos indo muito bem no Texas. Estou ouvindo que estamos indo bem “, disse Trump. “Acho que teremos uma ótima noite.”

Mais cedo, Trump disse à Fox News que só vai declarar vitória “quando houver vitória”.

G1

Opinião dos leitores

  1. Não senhor, quem tem sonhos eróticos com Nove Dedos é Pixuleco, Touro Tungao e Manoel Mané, ninguém rouba isso deles.

  2. Esse Trampi é bixo doido da bobônica, quem num quisé cai que s deite, o galego sarará vem cum a mulesta dos ?

    1. Nos sonhos ele mostra pro Lula aonde foi parar o dedo que ele perdeu.

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Política

Mourão minimiza manifestação de Bolsonaro a favor de Trump, diz que questionamento é ‘bobagem’, e que Brasil e EUA seguirão com mesmas relações, caso Biden seja eleito

Foto: Romário Cunha/VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta terça-feira que considera uma “bobagem” dar peso às declarações do presidente Jair Bolsonaro a favor da reeleição de Donald Trump nas eleições presidenciais americanas. Segundo ele, Brasil e Estados Unidos seguirão com “as mesmas relações” em caso de vitória do democrata Joe Biden, apontado como favorito.

“O relacionamento do Brasil com os Estados Unidos é um relacionamento de Estado para Estado, independente do governo que estiver lá. Óbvio que cada governo tem suas prioridades, suas características pontuais, mas, no conjunto da obra, vamos continuar com as mesmas relações”, disse Mourão em entrevista no Palácio do Planalto.

Questionado sobre a postura de Bolsonaro em manifestações pró-Trump, o vice-presidente completou: “Isso é bobagem, é a opinião pessoal dele. Se bem que, quando o presidente fala, ele fala por todos, pelo governo”, ponderou.

Mourão acredita que, em caso de judicialização do pleito, o Brasil precisa adotar uma posição “neutra”, pois é “princípio institucional do Brasil não se intrometer em questões internas de outros países”.

Na condição de presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, ele também comentou a recente declaração de Biden cobrando resultados do Brasil no combate ao desmatamento: “Pode ser que a equipe do Biden tenha uma ação mais incisiva, mas vamos lembrar que os Estados Unidos estão entre os países que mais emitem gás carbônico no mundo. Então, primeiro eles têm que resolver os problemas deles”.

Valor

Opinião dos leitores

  1. Quem vai ser presidente sou eu seus traíras, vcs não vão votar em mim mais não é, gado môxo. Lulala !

  2. Já disse e vou repetir.
    2021 está chegando.
    Mourão está só tirando a poeira da cadeira de presidente pra ocupar em 2021, já são muitos dias vazia.

    1. O problema meu caro, é que pra ser Presidente da República, precisa ter os votos da maioria dos brasileiros, e esse aí, não tem.
      Simples assim.
      Bota uma coisa na tua cabeça, Mito é Mito.
      Ou vc quer ensinar um ganhador a ganhar??
      PR Jair Messias Bolsonaro tá reeleito em primeiro turno, e com outro vice.
      Esse aí, bota a colher onde não é chamado, vai pro esquecimento apartir de 2023.

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Política

Republicanos reduzem distância em estados decisivos a quatro 4 dias da eleição nos EUA

Os candidatos republicano e democrata, Donald Trump e Joe Biden, fazem comícios a poucos dias da eleição presidencial americana — Foto: Jonathan Ernst/Reuters e Brian Snyder/Reuters

A quatro dias da eleição presidencial nos Estados Unidos, eleitores republicanos estão diminuindo a diferença para os democratas na votação antecipada.

Mais de 82 milhões de americanos já votaram presencialmente ou pelo correio até esta sexta-feira (30), apontam números do “Projeto Eleições”, da Universidade da Flórida. O número já representa 59,5% de todos os votos de 2016.

Nos 19 estados que coletam a filiação partidária dos eleitores, 47% eram democratas e 30%, republicanos. Na terça (27), os democratas eram 49% e os republicanos, 28%.

A diferença também está caindo em quatro “estados decisivos”, que concentram mais de 12 milhões dos votos antecipados: Florida, Carolina do Norte, Nevada e Iowa.

Flórida

Os candidatos republicano e democrata, Donald Trump e Joe Biden, fizeram comícios na quinta-feira (29) no mais importante dos “estados decisivos”: a Flórida. O estado tem 29 votos no Colégio Eleitoral e foi vital para a vitória de Trump em 2016 (veja mais abaixo).

Neste ano as pesquisas eleitorais mostram Biden com uma expressiva vantagem no país, mas tecnicamente empatado na Flórida (49% contra 47%).

Quase 7,4 milhões já votaram no estado até o momento. Desses, 3 milhões eram democratas (40,5%) e 2,8 milhões, republicanos (37,7%) — mas a diferença caiu de nove pontos percentuais há uma semana para menos de três hoje.

A votação antecipada tem sido expressiva no estado: mais de 52% dos eleitores registrados no estado já votaram, e o número já representa 77% do total da eleição de 2016.

Eleitores diferentes

Na Flórida, a campanha de Trump tenta capturar o voto do eleitorado latino, principalmente de descendentes de cubanos e venezuelanos. O republicano tem um discurso contundente contra o regime de Cuba e, mais ainda, da Venezuela.

A de Biden tenta recuperar o eleitorado idoso com críticas à condução do atual presidente na pandemia, por ter minimizado o risco do novo coronavírus. O estado é um dos mais afetados pela Covid, e o democrata tem aprovação maior no eleitorado mais velho.

Os EUA são o país com mais casos e mortes de Covid no mundo — mais de 8,9 milhões de infectados e 228 mil vítimas — e ontem registraram um novo recorde diário: 91 mil casos em 24 horas.

A pandemia alterou não só a vida dos americanos, mas também a eleição. Muitos estados mudaram as regras de votação, permitindo que milhões votassem pelo correio pela primeira vez.

Outros estados decisivos

Os democratas também levam vantagem na Carolina do Norte (1,5 milhão contra 1,2 milhão), mas a diferença caiu de 12 pontos percentuais na semana passada para menos de oito atualmente.

A grande maioria dos eleitores que já votaram são brancos: 66%, contra 20% de negros e 2% de hispânicos.

O número de votos antecipados no estado já equivale a 81% de toda a votação de 2016, quando Trump venceu Hillary por três pontos percentuais.

Em Iowa, onde o presidente americano venceu por nove pontos percentuais na última eleição, os democratas são 49% dos eleitores que votaram antecipado e os republicanos, 32%. Mas a diferença caiu quatro pontos na última semana, segundo a CNN.

Em Nevada, Trump perdeu para Hillary por dois pontos percentuais e os democratas lideram os votos presenciais neste ano (40% a 36%). Mas a distância era de 12 pontos há uma semana.

A agenda dos últimos dias de campanha mostra a importância desses estados. Após os comícios na Flórida, Trump foi à Carolina do Norte e seu vice-presidente, Mike Pence, tem compromissos marcados em Iowa e Nevada. Biden também vai a Iowa nesta sexta-feira (30).

Colégio Eleitoral

A eleição nos EUA tem “estados decisivos” por causa do seu sistema eleitoral, que não define o vencedor pela maioria de votos, mas pelo Colégio Eleitoral.

Nesse sistema, cada estado tem um número de delegados e a votação estadual funciona no sistema “o vencedor leva tudo”: o candidato que ganha, independentemente da vantagem, leva os votos de todos os delegados do estado.

O Colégio Eleitoral tem 538 delegados divididos pelos 50 estados e o distrito de Columbia (onde fica a capital, Washington). O pequeno Vermont, por exemplo, tem apenas três delegados, enquanto a Califórnia, o estado mais populoso, tem 55.

Assim, o candidato precisa de uma estratégia para vencer de estado em estado até chegar ao mínimo de 270 dos 538 votos do Colégio Eleitoral e eleger-se presidente. Foi o que aconteceu em 2016: Trump teve menos votos do que Hillary, mas conquistou 276 delegados e venceu a eleição.

G1

Opinião dos leitores

  1. O galego é duro, quem não quiser cair que se deite. É pêia lá e cá! Diga Jean como você vai fazer ??

    1. Disney de novo não dá, todo ano abusa. Com o PT terminando de implodir depois dessas eleições, como a "New Left" vai fazer?

      Continuar chamando os outros do que vocês são? Continuar reclamando de medidas do Bolso que o próprio PT quis fazer?

      Me diz gado lulista, o que será de vocês? Pior que nem dá pena, só dá vontade de rir…

      O PT deixou o gado lulista desempregado, Bolso devolveu a dignidade. Quem mais reclama é quem mais se beneficia, deve ser por isso que são tão amargos.

      Quero ver os comentários dos analfas funcionais, comecem bando de hipócritas.

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Economia

Após tombo recorde, PIB dos EUA cresce 33,1% no terceiro trimestre, maior alta da História

Cliente na fila de uma Apple Store: número de casos de Covid-19 nos EUA cresce Foto: Reuters

A economia dos Estados Unidos cresceu 33,1% no terceiro trimestre, a maior alta desde o início da série histórica, em 1947. O salto, impulsionado por mais de US$ 3 trilhões em estímulos do governo, vem após tombo recorde do PIB americano no segundo trimestre, quando os efeitos da pandemia foram devastadores para empresas e trabalhadores.

Os EUA divulgam suas estatísticas de forma diferente do que é feito no Brasil. Os 33,1% de alta são a taxa anualizada. A expectativa dos economistas ouvidos pela Reuters era de que o PIB americano avançasse 31% entre julho e setembro.

O crescimento da economia no segundo trimestre foi puxado pela forte alta no consumo, que também foi recorde (+40,7% na taxa anualizada). Ainda assim, o PIB está abaixo do pico atingido na pré-pandemia e pode ter seu ritmo de crescimento freado com os novos casos de Covid no país, que bateram recorde nesta semana.

A China também viu sua economia se recuperar no terceiro trimestre. Após implementar uma bem-sucedida estratégia de controle da Covid-19, o PIB chinês cresceu 4,9% de julho a setembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, levemente abaixo dos 5,2% estimados por especialistas. EUA e China são as duas maiores economias do mundo.

Segundo especialistas, as cicatrizes profundas da crise podem levar um ano ou mais para serem superadas.

Impacto sobre eleições americanas

A poucos dias da eleição e perdendo na maioria das pesquisas de opinião nacionais, o presidente Donald Trump certamente vai tentar se aproveitar dos números positivos do PIB. Mas seu adversário, o democrata Joe Biden, deve destacar que a economia americana ainda não foi capaz de recuperar empregos perdidos.

— Os números do crescimento do PIB no terceiro trimestre não terão qualquer efeito sobre as eleições — disse Christopher Way, professor associado de governo da Universidade Cornell.

Ele continua:

— É o desempenho econômico no primeiro semestre de um ano eleitoral que importa. Para as pessoas que ainda estão desempregadas ou lutando contra a contração das economias, isso (o PIB do segundo trimestre) terá pouco impacto.

Nesta quinta-feira, o governo americano também divulgou as estatísticas de seguro-desemprego. Na semana encerrada em 24 de outubro, os pedidos caíram para 751 mil, ficando abaixo da expectativa de analistas, de 775 mil.

Apesar da queda, as solicitações ainda estão acima do pico alcançado durante a crise de 2008. E pouco mais da metade dos 22,2 milhões de empregos perdidos durante a pandemia foram recuperados. As demissões persistem.

— Ainda há um longo caminho a percorrer antes de voltarmos ao ponto em que estávamos antes da pandemia, provavelmente no fim de 2021— disse Gus Faucher, economista-chefe da PNC Financial em Pittsburgh, Pensilvânia.

Ele complementa:

— Isso pressupõe que recebamos estímulos adicionais. O crescimento desacelerará até 2021, e a recuperação ficará mais difícil, pois alguns problemas estruturais com a economia persistem.

Impasse em torno do pacote de estímulo

Os estímulos que deram alívio à economia americana no segundo trimestre se esgotaram sem qualquer acordo para outra rodada de incentivos à vista. O impasse em torno dessa questão continua no Congresso e só deve ser destravado após as eleições.

A alta no consumo no terceiro trimestre nos EUA foi impulsionada, em grande parte, pelas transferências do governo, incluindo um subsídio pago a desempregados no valor de US$ 600 por semana e um cheque único de US$ 1.200 para as famílias americanas.

— Não podemos subestimar a importância do apoio do governo para a renda familiar — disse James Knightley, economista-chefe internacional do ING em Nova York. — Os cheques de US$ 1.200 e a expansão do seguro-desemprego significaram que quase 70% dos beneficiários receberam rendas mais altas do que quando estavam realmente trabalhando.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente só Quem não cresce é a economia de Cuba e da Venezuela, qual será a razão? Também infelizmente, lá só cresce, a fortuna dos dirigentes, a fome, miséria, desemprego, fuga de compatriotas e contrabando de drogas.

    1. A do Brasil também não. Nossa moeda desvalorizou mais que a da Venezuela este ano. Pesquise!

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Judiciário

ABUSO DE PODER: Google é processado pelo Departamento de Justiça dos EUA por monopólio em sistema de buscas

Foto: Reprodução/TV Globo

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e 11 estados norte-americanos entraram com uma ação antitruste contra o Google, nesta terça-feira (20), por supostamente violar a lei ao usar seu poder de mercado para afastar rivais.

A empresa é acusada de pagar a outras companhias, como fabricantes de telefones celulares, operadoras e navegadores, entre elas a Apple, para manter seu sistema de buscas como o padrão.

Segundo reportagem do “The Wall Street Journal”, o processo aponta ainda que esse monopólio seria mantido por meio de uma rede ilegal de acordos comerciais exclusivos e interligados que excluem concorrentes.

A gigante da tecnologia se defendeu, dizendo que o processo é profundamente falho, e que a ação poderia “tornar mais difícil o acesso aos serviços de busca que querem usar”.

“Nossos acordos com a Apple e com outros fabricantes de dispositivos não são diferentes dos acordos que muitas outras empresas tradicionalmente usam para distribuir software”, afirmou Kent Walker, vice-presidente sênior de assuntos globais do Google.

“Outros mecanismos de pesquisa, incluindo o Bing da Microsoft, competem conosco por esses acordos. E nossos contratos passaram por repetidas revisões antitruste”, completou.

“As pessoas usam o Google porque querem – não porque são forçadas ou porque não conseguem encontrar alternativas”, disse a empresa.

Segundo a Reuters, esse é o maior processo antitruste em 20 anos nos EUA. Ele é comparável ao processo contra a Microsoft movido em 1998 e ao processo contra a AT&T, de 1974.

Investigada

A ação foi apresentada mais de um ano depois que o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) começaram as investigações sobre monopólios em quatro grandes empresas de tecnologia: Amazon, Apple, Facebook, além do Google.

Sete anos atrás, a FTC realizou uma investigação envolvendo o Google. O órgão apontava, entre outras coisas, que a função de busca da empresa poderia favorecer os próprios produtos, incluindo resultados privilegiados para o YouTube, por exemplo.

Ao fim da investigação, o presidente da comissão, Jon Leibowitz, disse que o órgão regulador não tinha encontrado nenhuma evidência que sustentasse a acusação de que o Google favorece injustamente seus próprios serviços nos resultados de busca.

No entanto, foi fechado um acordo, que foi contestado por alguns advogados da equipe da FTC. Nele, o Google se comprometia a licenciar certas patentes, consideradas “essenciais” para rivais em telefonia móvel, e a remover restrições no uso de sua plataforma de buscas de publicidade on-line, o AdWords.

“As mudanças que o Google concordou em fazer vão garantir que os consumidores continuem a ter os benefícios da competição na internet”, disse Leibowitz na época.

‘Chefão’ foi interrogado no Congresso

Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em audiência nos EUA — Foto: Reprodução

Em agosto passado, o presidente-executivo da Alphabet (empresa dona do Google), Sundar Pichai, foi interrogado pelo Congresso dos EUA ao lado de Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple).

Pichai e os outros líderes das gigantes da tecnologia se defenderam na audiência, onde foram acusados de abusar de uma posição dominante no mercado.

O presidente do Google foi questionado sobre acusações de que a companhia estaria “roubando conteúdo” de pequenos sites, com o objetivo de manter as pessoas conectadas à plataforma. “Não concordo com a caracterização dessa afirmação”, disse Pichai. “Sempre focamos em fornecer aos usuários as informações mais relevantes”.

Críticas no Senado

Arkansas, Carolina do Sul, Flórida, Geórgia, Indiana, Kentucky, Louisiana, Mississippi, Missouri, Montana e Texas, os 11 estados que aderiram à ação, têm procuradores-gerais republicanos.

Um dos críticos constantes do Google e de outras plataformas digitais, o senador republicano Josh Hawley chamou o processo de “o caso antitruste mais importante em uma geração” e disse acreditar a empresa mantém o poder por “meios ilegais”.

Mas a gigante da tecnologia também enfrenta críticas de democratas, como a senadora Elizabeth Warren. Em 10 de setembro, ela tuitou usando a hashtag #BreakUpBigTech, pedindo uma “ação rápida e agressiva” contra as grandes empresas do ramo.

G1

Opinião dos leitores

  1. Buscador na internet é o pau q mais tem. Basta não ter cuidado ao entrar em sites que invadem nossa privacidade pra ver como se auto instalam seus mecanismos de buscas, inclusive no próprio Chrome, deixando de lado o google.

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