A contagem de votos da reforma da Previdência ficou mais clara; veja atual cenário

A contagem de votos da reforma da Previdência ficou mais clara.

PT, PSOL, Rede, PCdoB, PSB e PDT, como acabamos de registrar e para a surpresa de ninguém, lançaram um “manifesto” contra a reforma da Previdência.

Juntos, esses partidos somam 137 deputados.

Sobram, portanto, 376 — a reforma precisará de 308 para ser aprovada.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. dilmanta disse:

    Os verdadeiros criminosos estão contratados para aprovar os planos que irão acabar com a Democracia e Meritocracia no país… irão tirar os direitos, calar bocas e pensamentos e levar o nosso país a situações de derrota, a exemplo do Chile, Argentina, Cuba, Venezuela. Mudou a sigla que comanda, mas continuam idéias pervertidas e interesseiras dos manipuladores… abram o olho

  2. Aranha disse:

    Se fosse Bolsonaro deixava como tava, índice de criminalidade nas alturas e ia roubar, como fazia luladrão. Deixava as contas estourar, torrava tudo, o próximo que entrasse, se quisesse, fosse fazer alguma coisa, e ía pro cinema…ops, ele já foi pro cinema.

    • Astrovenga disse:

      Verdade, comprava congresso, imprensa, oposição com dinheiro superfaturado das obras em conluio com as megas empresa, mandava os filhos abrir firmas de projetos, acordava com as empresas pra jogar milhões de reais nos projetos dos filhos; criava outras bolsa cala boca. Estourava o resto das contas. Acabou, quem quiser fazer algo, só daqui a 4 anos. Melhor, nem faria eleições, ficava como maduro. Quem reclamar, que se mude.

    • Ceará-Mundão disse:

      Realmente, é muito desprendimento e amor ao país da parte do Bolsonaro. Comprar uma briga medonha dessa, pensando no melhor para o Brasil, enquanto seria muito mais fácil fazer o "feijão com arroz" e passar a bola para o próximo. Nem vou falar em "roubar" pois essa é especialidade dos "vermelhinhos". Já estaria de bom tamanho usufruir das benesses do cargo.

  3. Antonio Turci disse:

    Quero só ver como vai ficar caso a Nova Previdência não seja aprovada. Pode , até, não ser um projeto perfeito (com certeza não é). Mas algo precisa mudar. Do jeito que está não se sustenta. Só não vê quem não quer.

  4. Fagner disse:

    Passa não. Acaba com a aposentadoria do povo.

MPE denuncia prefeito e vereadora no RN por compra de votos

O Ministério Público Eleitoral denunciou por compra de votos o prefeito de Porto do Mangue, Francisco Gomes Batista (conhecido como Titico), a vereadora Maria Cícera de Almeida Maia (Mariazinha), além da vendedora ambulante Lucicleide Ferreira da Silva e do motorista Jean de Almeida Maia.

A denúncia feita ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é de autoria do procurador Regional Eleitoral, Paulo Sérgio Rocha, e relata que Jean de Almeida foi à casa de Lucicleide Ferreira, 15 dias antes da votação das eleições de 2008, e prometeu consertar o veículo da vendedora, um Corsa, desde que ela votasse em Maria Cícera e Francisco Gomes, então candidatos aos cargos de vereador e de prefeito, respectivamente. Após eleito, “Titico” teria dado R$ 1 mil a Lucicleide Ferreira em razão da promessa feita.

Os detalhes da “negociação” foram relatados pela própria vendedora ambulante em uma audiência realizada em 29 de setembro de 2010, no Juizado Especial Cível e Criminal da Comarca de Assu, dentro de uma ação de obrigação de fazer movida por ela contra Jean de Almeida. Lucicleide Ferreira queria que a Justiça obrigasse o motorista a realizar, gratuitamente, o serviço de mecânica em seu veículo, como havia prometido na campanha de 2008. O pedido foi julgado improcedente e a mídia contendo o depoimento remetida ao MP Eleitoral, diante dos indícios da prática de crime eleitoral.

Jean de Almeida é filho de Maria Cícera e era dono de uma loja de peças automotivas. De acordo com Lucicleide Ferreira, ele foi até a casa da ambulante e, na presença de dois mecânicos e também de parentes da ambulante, fez a oferta do conserto do carro em troca do voto. Um dos mecânicos, em depoimento, detalhou que o Corsa da vendedora foi levado até a lateral da casa de Jean de Almeida, para ser consertado. O outro depôs que, poucos dias após a eleição, ouviu de Francisco Gomes que “o difícil tinha sido ganhar as eleições, mas agora que havia ganho, iria pagar o conserto do carro de Lucicleide”. Uma relação com as peças necessárias foi entregue a “Titico” dez dias depois pelo mecânico.

A eleitora, em um novo depoimento, confirmou o diálogo e acrescentou que a promessa de Francisco Gomes era consertar o veículo “depois de 90 dias de assumida a prefeitura”. Passado o prazo, ela recebeu R$ 1 mil do prefeito, como pagamento da ajuda que este havia lhe prometido. Em um terceiro depoimento, Lucicleide Ferreira declarou que “Titico” já havia oferecido ajuda para consertar o motor do veículo com a condição de que ela votasse nele, antes mesmo da oferta de Jean de Almeida.

Tanto o motorista, quanto Maria Cícera e Francisco Gomes negaram as acusações da ambulante. Caso a denúncia seja recebida pela Justiça Eleitoral, os quatro denunciados poderão ser condenados pelo artigo 299 do Código Eleitoral: “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de cinco a quinze dias-multa.

Da PRRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Concordo com voce Cesario, a caso de PEDRA PRETA eh um verdadeiro absurdo.

  2. Cesário Antonio Ramos disse:

    Besteira, em PEDRA PRETA, o Prefeito foi eleito usando somendo caixa 2, conforme a própria justiça eleitoral apurou. O mesmo vive zombando e apostando que não vai dar em nada… E é o que está parecendo!!! Cadê o MP?

Apenas 1,9% dos eleitores faltosos regularizou sua situação na Justiça Eleitoral

A menos de um mês para terminar o prazo de regularização dos eleitores que não justificaram a ausência das urnas nas últimas três eleições, apenas 1,9% do total de 1,5 milhão de eleitores faltosos está com o documento em dia. A regularização é necessária para evitar o cancelamento.

A data-limite é valida para todas as unidades da Federação, com exceção dos eleitores do Distrito Federal. Em 2011 os eleitores do DF que estavam com pendências com a Justiça Eleitoral puderam regularizar a situação, logo depois das eleições gerais de 2010.

Para acertar a situação, basta ir a qualquer cartório eleitoral, portando o título eleitoral, um documento oficial com foto e comprovantes de votação, de justificativa eleitoral, de recolhimento ou de dispensa de recolhimento de multa.

Nos cartórios eleitorais de todo o país é possível consultar a lista com nomes e inscrições dos 1.514.621 faltosos. Para checar sua situação, basta acessar o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Serviços ao eleitor. Até ontem (4), apenas 29.447 eleitores haviam regularizado sua situação.

Algumas das consequências de ter o título cancelado são o impedimento de nomeação em concursos públicos ou de matrícula em instituições de ensino superior. O eleitor irregular também não consegue tirar passaporte

Agência Brasil

Revisor do mensalão começa leitura de votos

O revisor do processo do mensalão, ministro  Ricardo Lewandowski começar a leitura de seu voto na sessão desta quarta-feira, 22. Como os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram julgar o processo por partes, o revisor lerá os votos para cinco dos réus, seguindo a ordem indicada pelo relator, ministro Joaquim  Barbosa. A sessão está prevista para começar às 14h e será transmitida ao vivo pela TV Estadão.

Lewandowski, cujo voto é considerado de “contraponto” ao do relator, vai se pronunciar sobre a condenação ou absolvição do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, do publicitários Marcos Valério Fernandes de Souza e dos seus sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach. O ministro Joaquim Barbosa pediu a condenação de todos.

A principal divergência entre Barbosa e Lewandowski pode ficar focada nas acusações contra o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), candidato a prefeito de Osasco e primeiro petista a ser julgado no processo do mensalão.

Na terça-feira, 21, o ministro indicou que deve concordar com pelo menos uma tese com Barbosa. A de que o empresário Marcos Valério e o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato cometeram crime de peculato no caso dos repasses do fundo Visanet. O fundo, do qual o BB dispunha de um terço da participação, pagou R$ 74 milhões às agências de Marcos Valério. O dinheiro, segundo a Procuradoria-Geral da República, foi usado depois para a compra de votos no Congresso. Os advogados dos réus dizem que houve apenas caixa 2 de campanha.

Fonte: Estadão

Votação do relatório das contas de Carlos Eduardo na CMN ficou para amanhã

A prestação de contas do exercício financeiro de 2008 na gestão do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), vai ser apreciada amanhã, no plenário da Câmara Municipal de Natal (CMN), com parecer da Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização (CFOF) pela desaprovação. No âmbito da CFOF, o placar apontou três votos a um – tendo os vereadores Fernando Lucena (PT) e Maurício Gurgel (PHS) acompanhado o entendimento do relator Enildo Alves (DEM); e o vereador Raniere Barbosa (PRB) sendo o único divergente. Para reprovar as finanças do ex-prefeito do PDT, Enildo Alves diz ter se baseado em três supostos indícios de irregularidades administrativas – o saque no fundo previdenciário, cujo montante orbitou em R$ 21.924.871,95; a venda da conta única ao Banco do Brasil por R$ 40 milhões; e atos administrativos que, no período de julho a dezembro de 2008, aumentaram a folha de pessoal mediante atribuição de gratificações, aumento de carga horária, incorporações, mudanças de níveis e enquadramentos publicados.

MPT recolhe urnas e faz apuração da eleição do Sintro

As eleições que definirão o novo [ou velho] corpo diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Passageiros (Sintro) realizada ontem foi bastante tumultuada, inclusive com denúncias de irregularidades nas votações. Quatro chapas estão na disputa. Para evitar um novo tumultuo e ainda para dar mais credibilidade ao processo democrático, o Ministério Público do Trabalho (MPT) recolheu as urnas com os votos e desde o final da manhã desta terça-feira (13) coordenando a apuração.

Esse feito é inédito. É a primeira vez que o MPT realiza uma intervenção para garantir a tranquilidade e legalidade de uma votação sindical. Nunca é demais lembrar que as eleições do Sintro sempre são cheias de confusões e denúncias.

Mas de três mil votos serão contados e ainda não existe uma previsão de quando será encerrada a apuração. O procurador regional do Trabalho José de Lima espera que a intervenção garanta, ao menos, a tranquilidade à continuidade do pleito e a posse da nova diretoria do Sintro.

“Não posso fazer uma previsão de quando a apuração vai terminar, mas o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal e a Polícia Militar estão presentes para garantir que tudo ocorra bem”, declarou.

Dezenas de sindicalistas estão na porta do MPT aguardando o resultado final.

Processo da Operação Impacto chega ao fim

A Operação Impacto, que investigou a compra e venda de votos de vereadores da Câmara Municipal de Natal durante o processo legislativo de elaboração do novo Plano Diretor em 2008, foi encerrada hoje com a entrega da alegação final da defesa do ex-vereador Renato Dantas.

O processo da Operação Impacto já contabiliza 21 de pessoas acusadas, entre  políticos, advogados e empresários. Com a entrega da última documentação, o documento judicial foi concluído com 83 volumes e agora passa pela análise do juiz Raimundo Carlyle, titular da 4ª Vara Criminal. O processo chega ao fim cinco anos depois de deflagrada a operação e depois de várias mudanças de foro comum para especial.

A Operação foi deflagrada no dia 11 de julho de 2007 e tem denúncias contra os vereadores Francisco de Assis Jorge Sousa, Dickson Ricardo Nasser dos Santos, Adão Eridan de Andrade, Júlio Henrique Nunes Protásio da Silva e Edivan Martins Teixeira; contra os ex-integrantes do Legislativo Emilson Medeiros dos Santos, Tirso Renato Dantas, Adenúbio de Melo Gonzaga, Francisco Sales de Aquino Neto, Aluísio Machado Cunha, Edson Siqueira de Lima e Salatiel Maciel de Souza; além ds empresários Geraldo Ramos dos Santos Neto, Antônio Carlos Jesus dos Santos, Klaus Charlie Nogueira Serafim de Melo, Hermes Soares Fonseca,  Sid Marques Fonseca, Ricardo Cabral Abreu, José Cabral Pereira Fagundes,  João Francisco Garcia Hernandes e Joseilton Fonseca da Silva.