Presidiário usava Smartphone para acessar Facebook de dentro da cela

O Estado de S. Paulo

Agentes penitenciários do Presídio Regional de Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, recolheram nesta segunda-feira, 20, um celular e um chip que um homem usava, dentro de sua cela, para fazer amizades e postar seus dados e fotos nas redes sociais da internet, como o Facebook.

Segundo o titular da 4ª Delegacia Penitenciária Regional, José Frighetto, o serviço de Inteligência, que já vinha investigando o caso, recebeu uma denúncia anônima de que as redes sociais estavam sendo acessadas de dentro da casa de detenção por Herbert Mozert Zimermann Moreira, de 28 anos, preso desde dezembro de 2010 sob acusação de tráfico de drogas. Os agentes foram até a cela e encontraram o aparelho e, o que é mais raro, o chip.

Feito o registro policial, o equipamento foi recolhido e o acusado de uso irregular foi colocado em isolamento, onde ficará por dez dias. Nesse período, uma investigação deve indicar como o aparelho chegou à cela, como era usado e se houve participação ou negligência dos funcionários. A perícia também vai apurar o conteúdo das mensagens postadas e recebidas por Moreira.

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A batalha entre Facebook e Orkut pela sobrevivência no Brasil

VEJA

Há poucos dias, o instituto Ibope Nielsen Online divulgou estudo que revelou que o número de pessoas que navegam pelas páginas do Facebook no Brasil já supera o do Orkut. Usando método diferente, a Comscore, que também realiza a medição na internet, não ratificou a ultrapassagem, mas confirmou a tendência: em julho, a vantagem do Orkut sobre o rival caiu 20%. É um momento histórico nos breves 7 anos de vida das redes sociais no Brasil, um território desbravado pelo serviço do Google.

O Facebook subiu como um foguete no mercado brasileiro, um comportamento sem precedentes na história do serviço. Em abril de 2009, os acessos ao endereço eram tão raros que o Ibope não conseguia medi-los. Dois anos e quatro meses depois, o site alcançou a marca de 30,9 milhões de visitantes únicos, registrada em agosto pelo Ibope. O Orkut, que agora tem 29 milhões, demorou seis anos e dez meses para chegar ao mesmo patamar.

A briga no segmento de redes tem beneficiado o usuário, favorecido com melhorias e mais atrações nos serviços. Mas o embate traz consigo uma questão sobre o futuro: haverá espaço no mercado brasileiro para dois serviços que, embora não idênticos – sim, eles mantêm diferenças marcantes –, guardam semelhanças?

“A tendência é que um dos sites se torne dominante, com o outro passando a atender um nicho”, afirma Marcelo Coutinho, professor da Fundação Getúlio Vargas e pesquisador do mercado digital. É um fato. No mundo, são poucas as nações que comportam duas redes sociais de grande peso por longo período. O exemplo clássico vem da mãe das redes sociais, o mercado americano. Lá, a ascensão do Facebook em meados da década passada fez ao menos uma vítima: o MySpace, que reinava no segmento até então.

As exceções a essa regra são raras. Em todas, quem desafia a supremacia planetária do Facebook são serviço locais, que, surgidos na primavera da internet, acabaram ganhando apreço dos usuários. Na Rússia, Vkontakte e Odnoklassniki ainda deixam Facebook e Twitter para trás. Na Espanha, o Facebook ultrapassou recentemente o Tuenti. No Japão, o Twitter lidera, seguido pelo Mixi e, então, pelo Facebook.

Audiência em visitantes únicos de Orkut e Facebook
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anônimo disse:

    o que um filme nao faz…

Agora é oficial: Facebook destrona Orkut no Brasil

Agora é oficial: o Ibope confirmou nesta sexta-feira que o Facebook ultrapassou o Orkut em número de usuários no Brasil e bateu os 30,9 milhões, contra 29 milhões da rede do Google.

No início da semana, a informação já havia sido antecipada por diversos veículos, mas o Ibope não se pronunciou sobre o assunto.

m nota, o instituto de pesquisa informa que o acesso à internet atingiu 77,8 milhões de brasileiros no segundo trimestre de 2011- 5,5% superior ao mesmo período de 2010 e 20% maior que 2009.

Em agosto, o Facebook chegou a 30,9 milhões de usuários únicos, ou 68,2% dos internautas no trabalho e em domicílios; o Orkut registrou alcance de 64%, ou 29 milhões de usuários. O Twitter também cresceu e chegou a 14,2 milhões de usuários únicos no Brasil, ou 31,3% dos usuários de internet.

Facebook ultrapassa Orkut em usuários no BR e se torna líder em redes sociais no País

  • Por Rodrigo Martins/Link/Estadão

O Orkut perdeu seu reinado no Brasil. Segundo a revista Isto É Dinheiro, pela primeira vez o Facebook fechou um mês na frente da rede social do Google em número de usuários. A reportagem, que cita números do Ibope Nielsen Online ainda não divulgados, diz que o serviço de Mark Zuckerberg terminou agosto com 30 milhões de usuários no Brasil. O Ibope é um dos institutos de maior credibilidade em medições na internet.

 

Para o Orkut, é o fim de uma liderança de mais de sete anos. Desde que foi lançado e se popularizou, em 2004, nunca foi ameaçado aqui no Brasil. Sempre foi usado por cerca de 70% dos internautas, de todas as faixas etárias. Concorrentes nacionais tentaram. Não conseguiram. Internacionais também, como o MySpace. Nada.

Mais do que tudo: a vitória do Facebook é histórica por desfazer um mito: o Brasil parecia ter uma relação com o Orkut tão forte que, ao contrário do resto do mundo, outra rede social, no caso, o Facebook, não conseguiria quebrar. O País é um dos últimos a sucumbir à hegemonia da rede de Mark Zuckerberg.

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Twitter e Facebook ajudam a achar estudante perdido na Malásia

Folha.com

Em junho, Jacob Boehm, 22, viajou com colegas para o Japão. Quando todos voltaram para casa, ele continuou viajando sozinho, carregando seus passaportes americano e alemão.

No dia 13 de agosto, Boehm avisou pelo Google+ que estava na Malásia. Depois disso, ficou uma semana sem postar em redes. Preocupados, seus pais entraram em contato com consulados da Alemanha e dos EUA na Malásia e enviaram e-mails a seus amigos.

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Redes Sociais ajudam a vender

Renato Cruz – O Estado de S.Paulo

Muita gente fala sobre o protagonismo do Brasil em mídias sociais. Segundo a empresa de pesquisas de mercado comScore, 79,1% dos usuários brasileiros de internet visitaram o Orkut em junho, serviço em que o País é líder. Cinquenta e dois por cento usaram o Facebook e 27% o Twitter. Nos microblogs, o Brasil fica atrás somente da Holanda, em que 31,1% utilizaram o Twitter em junho.

Diante desse cenário, as empresas querem que sua presença nas redes sociais deixe de ser somente um canal de relacionamento com os clientes para transformá-la numa ferramenta de negócios. Ainda no início no Brasil, o chamado “social commerce” já é uma realidade em outros países, como os Estados Unidos.

No mercado americano, uma empresa chamada Payvment é a principal fornecedora de tecnologia para lojas no Facebook. Recentemente, ela lançou um shopping center virtual que reúne mais de 60 mil lojas, criadas por terceiros com o seu aplicativo.

“A expectativa é que, até 2015, o social commerce alcance um faturamento anual de US$ 30 bilhões nos Estados Unidos, o equivalente a 15% do comércio eletrônico americano”, disse Gabriel Borges, fundador da LikeStore, que se inspirou em serviços internacionais como a Payvment para criar uma ferramenta de loja virtual no Facebook para brasileiros. “Nos EUA não é modinha, já pegou.”

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Caboclo estava vendendo drogas pelo Facebook

Um traficante foi encontrado pela polícia do Rio via Facebook. Daniel Izaías dos Santos, de 25 anos, usava a rede social para acertar a venda de ecstasy a jovens de classe média. Em seu perfil, ele negociava abertamente com chefe de quadrilha e frequentadores de festas de música eletrônica, segundo a Agência Estado.

Alguns, inclusive, chegavam a cobrar entregas das “laranjinhas do Canadá”, codinome pelo qual a droga era chamada entre os amigos do traficante na rede. Izaías, que é do Espírito Santo, foi preso na última sexta-feira no Rio com um carregamento avaliado em R$ 18 mil.

Além do Rio, o Espirito Santo também investiga crimes como esses. “É cada vez mais comum”, diz o titular local da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (Deten), Diego Yamashita, ao jornal A Gazeta. “Sabemos que é assim não só no Facebook, mas também no Orkut, no MSN e no Skype. É um problema não só do Espírito Santo, mas de todo o país.”