PF destrói 3 mil toneladas de maconha de plantações no Paraguai, maior volume eliminado entre 2017 e 2018

Foto: Divulgação Polícia Federal

A 3ª fase da Operação Nova Aliança, que tem como objetivo a erradicação de plantações de maconha no Paraguai, foi concluída esta semana e resultou na destruição de 3 mil toneladas da droga. A quantidade deste ano ultrapassa o volume destruído em 2017 e 2018.

As ações de combate às plantações de maconha no país vizinho envolveram, conjuntamente, os agentes da Polícia Federal (PF) e da Secretaria Nacional Anti Drogas do Paraguai. De acordo com a PF, esse tipo de trabalho é eficaz e reduz custos.

“A estratégia de atacar a produção da droga, antes de que ela chegue ao mercado brasileiro, traz grande economia ao país, pois milhões de reais deixam de ser gastos em repressão ao tráfico interno, em prisões e processos judiciais, que se tornam menos comuns, uma vez que a quantidade de maconha que circula no país cai drasticamente”.

Agência Brasil

Fiasco na Libertadores faz Fifa vetar Copa do Mundo em Argentina, Uruguai e Paraguai, diz jornal: ‘Impossível’

Policiais revistam torcedores do River Plate no dia da final da Libertadores EFE

Segundo o jornal As, a Fifa está “espantada” pelo fato de seu presidente, Gianni Infantino, ter presenciado in loco os vexames do último final de semana em Buenos Aires, quando supostamente deveria ter sido disputada a final da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors.

De acordo com o veículo, Infantino retornou à Europa convicto que é “impossível” realizar a Copa do Mundo de 2030 em Argentina, Uruguai e Paraguai, “a não ser que muitas coisas mudem”.

“A Fifa não levará o Mundial a um país onde não foi possível disputar o clássico porque nos arredores do estádio foram vistas cenas de violência irracional e impune contra jogadores, torcedores, crianças e famílias que se aproximavam pacificamente do estádio”, escreveu o As.

O próprio presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, disse ter ficado envergonhado pelos ocorridos.

“O vandalismo foi penoso. A barbárie que se apoderou de nosso futebol colocou muitas vidas em risco”, disse o cartola, por meio de uma carta publicada nesta terça-feira.

Segundo o As, “a candidatura de Argentina, Uruguai e Paraguai era a favorita a ganhar como sede de 2030, precisamente por ser o aniversário de 100 anos da Copa de 1930, no Uruguai, que teve o país-sede contra a Argentina na final”.

No entanto, “depois dos ocorridos no último final de semana, bem debaixo do nariz de Infantino, o vento mudou de direção”, salientou o jornal.

O diário ainda diz que “outras candidaturas ganharam mais força”, especialmente a última que surgiu: uma tríplice envolvendo Portugal, Espanha e Marrocos.

ESPN

 

Temer comete gafe e confunde Paraguai com Portugal

Durante brinde em homenagem ao presidente do Paraguai, Horacio Cartes, o presidente Michel Temer cometeu mais uma gafe diplomática e confundiu Paraguai com Portugal.

“Na nossa Constituição, existe um dispositivo especial que determina que toda e qualquer política pública no país se volte para a integração latino-americana de nações. Então, portanto, fazemos isso, em primeiro lugar, pelo apreço que temos na relação Brasil e Portugal”, disse o presidente, que depois ao completar acabou corrigindo: “Mas também o fazemos, como fruto de uma determinação constitucional. Porque as pessoas aqui muitas vezes não dão atenção à institucionalidade. Nós damos muita atenção a essa institucionalidade e por isso tomo a liberdade de dar este argumento ao lado da natural integração que temos entre o Brasil e o Paraguai”, disse.

Essa não é a primeira gafe de Temer no terreno diplomático. Em junho, durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, ao lembrar sua viagem a Moscou, o presidente afirmou que havia conversado com empresários “soviéticos”. “Eu estive agora recentemente em Moscou, na Rússia, e depois na Noruega, e verifiquei interesse extraordinário dos empreendimentos soviéticos (…) podemos verificar interesse extraordinário dos empresários soviéticos e dos noruegueses”, disse.

A gafe repetiu o que constou na agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto sobre a viagem à Rússia que constava como “República Socialista Federativa Soviética da Rússia”, denominação usada durante o regime comunista, entre 1917 e 1991, para designar a Rússia na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). O nome oficial do país é Federação Russa. O erro de informação permaneceu no ar ao longo de 15 minutos e acabou sendo corrigido.

Na mesma viagem em junho, quando visitou também a Noruega, o presidente passou por uma saia-justa com as criticas da primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, em relação à corrupção no Brasil. Durante a sua fala, Temer cometeu mais uma gafe ao dizer que iria se reunir naquele dia ainda com o rei da Suécia. O encontro a que ele se referiu, entretanto, era com o monarca norueguês, Harald V.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Blue disse:

    Só pensa nas malas de dinheiro.

  2. Blue disse:

    Sónoebsa nas malas de dinheiro. R$500,000,00 por semana.

  3. Joaquim disse:

    não sabe o nome da rússia, seu chanceler não sabe o nome do brasil, confunde suécia com noruega etc etc. mas o analfabeto era lula. tá certo.

Paraguai descola do Brasil e tem 3º maior crescimento do mundo em 2013

Num ano definido pelos especialistas como “atípico” para o Paraguai, em 2013, a economia do país se “descolou” da brasileira, à qual tradicionalmente é ligada, e registrou um crescimento muito maior do que o do Brasil.

Segundo relatório do Banco Mundial, o Paraguai teve, no ano passado, o terceiro maior crescimento econômico do mundo: 14,1%. O Brasil, no mesmo período, cresceu 2,2%.

A disparidade chama a atenção, já que o Brasil tem participação estimada entre 19% e 30% no PIB paraguaio, de cerca de US$ 30 bilhões. Gráficos das economias dos dois países mostram que elas costumam ter oscilações semelhantes.

Segundo apurou a BBC Brasil, o “descolamento” está ligado a uma série de fatores, entre os quais a recuperação da economia paraguaia, após um ano de dificuldades, a maior diversificação de suas exportações (tentando diminuir sua dependência do Brasil) e uma maior abertura econômica, que inclui uma legislação tributária definida como “simples” em relação a outros países –incluindo o Brasil.

Mudança de perfil

Com 7 milhões de habitantes, cuja maioria é jovem e fala guarani, além do espanhol e muitas vezes o português, o Paraguai é o sétimo maior exportador de carne e o quarto maior exportador de soja do planeta.

Em 2012, o país teve problemas ao enfrentar a seca, que afetou a produção de soja, e também a febre aftosa. No ano passado, porém, com a recuperação da produção do país, o desempenho foi bem melhor.

“O Paraguai tem uma economia infinitamente menor que a brasileira, e, por isso, os efeitos das commodities são maiores nos seus resultados”, disse um negociador brasileiro que acompanha a economia vizinha.

Mas, além disso, 2013 registrou também uma maior diversificação das exportações do país, que está dando um novo perfil ao vizinho brasileiro.

“Já são exportados produtos com valor agregado, como azeites, para diferentes mercados”, afirmou o economista paraguaio Fernando Masi, do Centro de Análise e Difusão da Energia Paraguaia (Cadep). “Falta muito, mas já temos hoje sinais evidentes de um novo perfil econômico.”

Além disso, o Paraguai tem conseguido exportar para países que, até alguns anos atrás, não tinham tanto destaque na balança comercial.

“Mesmo integrado ao Mercosul, o Paraguai fez a sua parte buscando outros mercados e hoje enviamos soja, carne e produtos industrializados, como plásticos, para a Rússia, o Oriente Médio e a Ásia”, disse o ministro da Fazenda paraguaio, Germán Rojas, falando em português.

Barreiras e legislação

O Paraguai também estaria sendo beneficiado por sua legislação, que permite, como destacou o ministro, a livre circulação de bens e de divisas –em um momento em que barreiras comerciais afetam a circulação de bens e a movimentação financeira em outros países da América Latina.

Além disso, a legislação tributária, apontada como “simples” (no sentido de descomplicada) para os investidores nacionais e estrangeiros, estaria contando a favor.

“O Paraguai tem, neste sentido, maior abertura econômica que os outros países da região. Mas essa maior abertura também significa que ele fica mais vulnerável ao que ocorre no mercado mundial”, diz um estudo do Cadep.

A BBC Brasil apurou que, nos últimos anos, entre setores empresariais e diplomáticos brasileiros e argentinos, existe um reconhecimento de que o Paraguai passou a ser um país mais atraente para investimentos.

“Estamos aplicando leis que atraem os investidores e eles percebem que aqui não há mudanças de regras, além de muita gente querendo emprego e de os salários e os custos de produção serem muito mais baixos que em outros países. E este ano entra em vigor a lei de aliança público-privada (concessão de estradas, portos, entre outros) para o setor privado”, disse Germán Rojas.

‘Dependência’ em queda

Apesar dessas mudanças, a economia paraguaia ainda é vista como bastante atrelada à brasileira.

“Aqui falamos que o Brasil é nosso irmão mais velho. E, claro que sim, que seguimos sendo dependentes da economia brasileira”, disse um assessor do governo paraguaio.

Essa dependência ocorre especialmente pelas chamadas “reexportações”: quando produtos, principalmente eletrônicos, que chegam de países asiáticos ao Paraguai são enviados, legalmente, como se fossem paraguaios, para Ciudad del Este e vendidos, sobretudo, para turistas brasileiros.

Recente estudo do Cadep aponta que as reexportações representam cerca de 40% do que o Paraguai importa e elas terminam se destinando, em grande parte, ao mercado brasileiro.

As reexportações representam quase o mesmo valor que as exportações globais do Paraguai, incluindo carne e soja e excluindo a energia gerada por Itaipu, segundo dados do Banco Central do Paraguai (BCP).

Mas de acordo com o Cadep, as reexportações estão em queda. “Nos anos 1990, as reexportações de produtos estrangeiros chegaram a representar três vezes mais o valor total das exportações de bens originais (soja e carne) do país”, disse Masi. “Hoje, essa proporção representa somente 40%.”

Pobreza

Além disso, apesar dos indícios do surgimento de um novo ambiente empresarial, que tem atraído empresas brasileiras e multinacionais ao Paraguai, a expansão da economia não amenizou problemas que o país enfrenta há anos, como a pobreza e a corrupção.

De acordo com o Índice de Percepção de Corrupção 2013 da Transparência Internacional, o Paraguai é visto como um dos mais corruptos do continente.

No caso da pobreza, o ministro paraguaio reconheceu que é uma luta difícil.

“Ela se mantém igual há anos e queremos intensificar planos de inclusão social e gerar mais empregos a partir da lei de aliança público-privada porque a informalidade é altíssima”, disse.

Em 2011, segundo dados da ONU, 49% da população paraguaia vivia em situação de pobreza.

UOL

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luciana Morais Gama disse:

    Com o PT a 12 anos no poder, agora os petralhas vao colocar a culpa em quem???

Henrique Alves recebe presidente do Paraguai e reclama do número de partidos na Câmara

Em visita oficial ao Brasil, o presidente do Paraguai, Horacio Cortes, foi recebido hoje (30) pelo presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), onde conversaram sobre os dois países, sobre a volta do Paraguai ao Mercosul e sobre a atuação do Legislativo brasileiro. Henrique Alves reclamou do grande número de partidos na Câmara. Hoje são 25 partidos com representação na Casa.

Henrique Alves disse que, embora com muitos partidos, a Câmara tem consciência do que faz. “Não é fácil conduzir uma Casa com 20 partidos”, reclamou. Alves já havia criticado a criação de novas legendas. Antes de ser recebido por Henrique Alves, o presidente Horacio Cortes foi recebido pelo vice-presidente do Senado, senador Jorge Viana (PT-AC).

Sobre as prováveis votações da Câmara nesta semana, Alves disse que pretende votar amanhã os três projetos de lei que estão com urgência constitucional vencida e, em seguida, colocar em votação a minirreforma eleitoral. Trancam a pauta, os projetos que tratam da anistia de dívidas das santas casas de Misericórdia, da criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e o que cria cargos comissionados para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

“Vou pautar amanhã a minirreforma eleitoral. Temos as três urgência, que são temas consensuais, e vou pautar a minirreforma eleitoral. Se a casa quiser votar, poderá fazê-lo, se não quiser, lamentarei, porque são procedimentos eleitorais que visam a baratear as campanhas, simplificar e dar mais transparências às campanhas. Se não houver interesse em votar, respeitarei a decisão soberana do plenário”, disse Alves.

Agência Brasil