Styvenson tem fim de semana em SP com passagens pagas pelo Senado e se nega a explicar razão da viagem, destaca reportagem

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

O Blog do Dina – por Dinarte Assunção destaca nesta quinta-feira(25) que o senador Styvenson Valentim teve despesas de passagens aéreas pagas pelo Senado em viagem a São Paulo e se negou a explicar por que recursos públicos cobriram agenda fora de seu domicílio, o que não é ilegal, desde que a viagem guarde relação com desempenho de seu mandato.

Em 2019, Styvenson Valentim teve 43 viagens reembolsadas pelo Senado Federal. A quase totalidade, 40, foi entre Brasília e Natal, despesa que deve ser coberta pelo Senado. Em maio do mesmo ano, ele viajou para Salvador e sua assessoria afirmou que foi tratar de projeto escolar na capital baiana.

Mas de 8 a 10 de novembro, o segundo fim de semana do mês, o senador voou para São Paulo com passagens pagas pelo Senado e se nega a explicar se a agenda na capital paulista tem interesse público.

O Blog do Dina – por Dinarte Assunção detalha AQUI em reportagem.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Olha quem estava criticando a irmã por causa de míseros 600 reais.

  2. Fernandes Braga disse:

    Foi pesquisar a vacina da COVID.

  3. Tarcísio Eimar disse:

    Calma q ela ainda é principiante, início de carreira. Só não devemos mantê-lo no próximo mandato

  4. Jorge disse:

    Senador não tem obrigação de dar explicação a nenhum blog, isso ele cabe fazer ao senado. Ser transparente em sua conduta e ao povo não é ficar respondendo a este tipo de sondagem. Era só o que faltava!!!

    • Carlos Celso disse:

      Tem obrigação com a sociedade. E os veículos são os canais.

  5. Ivan disse:

    Muito melhor que os Garibaldi, Agripino e Melos da vida, estes afundaram o RN.

  6. Carlos Henrique Chal disse:

    Será que a irmã dele, vai fazer um Live cobrando dele também, honestidade ?
    É brincadeira….

  7. Sol disse:

    Tudo efeito colateral e a dança das cadeiras continua

  8. Emerson Fonseca disse:

    Como é bom rir da cara do Gado 😂😅😂
    Kkkkkk

  9. ABESTALHADO disse:

    Olha a nova política aí gente!

    • Carlos Mozzano disse:

      Pelo menos evitou de eleger Garibaldi e Geraldo Melo. Já fez um grande favor.

    • Manoel C disse:

      Existiam outros no pleito. E ainda faltam 6 anos e meio, ele pode ainda aprontar muita coisa…

Aéreas dizem que ‘indústria da judicialização’ eleva o preço das passagens no Brasil

Foto: Edilson Dantas/O Globo

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, afirmou nesta terça-feira (29) que a grande judicialização no mercado aéreo brasileiro aumenta o preço das passagens aéreas.

“Esse custo da judicialização está sendo pago por quem? Entra no custo da operação que consequentemente se reflete na tarifa paga por todos”, afirmou durante o Fórum de Líderes da Associação Latino-Americana de Transporte Aéreo (ALTA).

Segundo Kakinoff existe uma indústria de judicialização no Brasil que procura o cliente para que ele entre na Justiça, e procura até mesmo o cliente que não tinha a intenção de abrir um processo.

O presidente da Latam, Jerome Cadier, afirmou que a companhia gasta de R$ 200 milhões a R$ 300 milhões por ano em ações judiciais.

“A Latam tem uma média de 5 mil ações por mês, que custam cerca de R$ 5 mil cada. No final estamos falando de R$ 200 milhões a R$ 300 milhões ao longo do ano só por casos pontuais na Justiça. Já é material, já entra na tarifa. Sem dúvida já é uma parte importante da tarifa”, afirmou Cadier.

No ano passado a empresa transportou 34,1 milhões de passageiros.

De acordo com Cadier, 50% da operação da Latam parte do Brasil ou chega ao Brasil, mas 99% dos custos da empresa com ações judiciais são no país.

O presidente da GOL destacou que no mercado europeu e americano não existe, por exemplo, dano moral por voo cancelado por causa de problemas climáticos. Segundo ele, nenhuma empresa aérea atrasa voo por interesse.

“Não existe nenhum benefício econômico, pelo contrário, existe prejuízo”, disse.

Capital estrangeiro

Sobre a abertura do mercado aéreo para empresas de capital estrangeiro, em vigor desde o final do ano passado, o presidente da Latam afirmou que novas empresas virão para o Brasil se tiverem estabilidade regulatória e retorno para o capital investido.

“Eventualmente virá [empresa de capital estrangeiro], mas virá na medida de ter estabilidade e ter condições de dar retorno a esse capital. É questão de tempo e estabilidade regulatória”, disse Cadier durante apresentação.

Desde que a abertura de capital estrangeiro para empresas áreas foi autorizada apenas o grupo espanhol Globalia pediu autorização para operar voos regulares dentro do Brasil.

Recentemente o secretário de Aviação, Ronei Glanzmann, afirmou que espera que o grupo comece a operar voos domésticos em 2020.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Azevedo disse:

    Esse fdp da gol não fala que essas judicializações sã decorrentes da falta de respeito das serras pelos consumidores dos seus serviços, pois essas empresas aéreas pensam que estão acima de tudo e de todos. Falo isso com propriedade, pois sofri na pele essa falta de respeito s alguns meses atrás, tentei todo tipo de acordo com a aérea, mas eles me ignoraram, então o melhor remédio foi colocá-los no pai, ou seja, procurei meus direitos e vou conseguir êxito.

  2. Francisco disse:

    Desculpa esfarrapada, serviços carissimo e de péssima qualidade, com regras que beneficiam e muito as empresas aéreas, mesmo assim, na hora do vôo cumprem muito pouco da obrigação. Tem q ser penalizada pra cumprir sua parte.

Aérea low cost FlyBondi vende passagens do Rio a Buenos Aires por R$ 1 mais taxas

Foto: Divulgação

A aérea low cost argentina FlyBondi está vendendo passagens do Rio de Janeiro para Buenos Aires a R$ 1 mais taxas, totalizando R$ 123 por trecho. A promoção vai até 11 de outubro, data do voo inaugural da companhia no Brasil.

Serão ofertados ao preço especial 20 lugares por avião, em mais de 40 voos com partida entre outubro e novembro – ou seja, serão mais de 800 bilhetes. O bilhete promocional dá direito a levar uma bagagem de 10 quilos. Segundo a companhia, para ter direito ao desconto a compra deve ser feita normalmente e incluído o código de desconto “carioca” no momento do pagamento.

A FlyBondi recebeu autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar regularmente no país em julho. Por enquanto, vai voar do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, ao de El Palomar, em Buenos Aires, três vezes por semana. Em dezembro e janeiro, alta temporada, a frequência sobe para quatro vezes.

Em 20 de dezembro, estreia uma nova rota no país, de Florianópolis a Buenos Aires, também com três voos semanais.

A companhia já está autorizada pela Anac a voar da Argentina para 17 rotas no país – entre elas, São Paulo. Mas a empresa diz que avalia cada oportunidade com cuidado. “Não queremos lançar nada com menos de três meses de antecedência, para poder vender”, diz o diretor comercial Mauricio Sana.

Ele afirma que a empresa não tem intenção de pedir aprovação para atuar no mercado doméstico brasileiro por enquanto.

A FlyBondi diz que vende passagens a um preço de 30% a 40% mais baixo do que as concorrentes. Para os voos já anunciados para o país, os preços médios serão:

Buenos Aires – Rio de Janeiro: R$ 272 ou R$ 475 com taxas
Rio de Janeiro – Buenos Aires: R$ 269 ou R$ 410 com taxas
Buenos Aires – Florianópolis: R$ 206 ou R$ 399 com taxas
Florianópolis – Buenos Aires: R$ 206 ou R$ 342 com taxas

As passagens só são vendidas no site da companhia, hospedado na Argentina. Um domínio brasileiro deve estar disponível em breve e a empresa diz que negocia com “um grande parceiro” de busca de passagens, sem revelar o nome.

Startup do setor aéreo

A FlyBondi se diz uma startup do setor aéreo. Nasceu em 2016, mas começou a operar em janeiro do ano passado. Tem uma frota de 5 aviões, todos Boeing 737-800 NG, com 189 assentos em classe única. Nos primeiros 18 meses de operação, embarcou 2 milhões de passageiros.

Seus principais investidores são o fundo de private equity norte-americano Cartesian Capital e a companhia de logística japonesa Yamasa.

A empresa diz que consegue operar no esquema low cost, ou seja, com passagens a baixo custo, com basicamente duas estratégias: oferecer 15% mais assentos que as concorrentes para o mesmo tipo de avião (todos da mesma classe) e aumentar o tempo de utilização das aeronaves com otimização de processos.

Outro aliado importante é o aeroporto de El Palomar, a 17 quilômetros do centro de Buenos Aires. O terminal é novo – seu primeiro voo foi o de estreia da FlyBondi, no ano passado. Por ser pequeno e receber poucos voos, ele possibilita que a empresa tenha agilidade nos processos de embarque, desembarque e autorizações de pousos e decolagens.

“Em aeroporto congestionado é difícil cumprir o tempo de aterrissagem, e 5 minutos dando voltas para poder pousar já fazem com que eu perca dinheiro”, afirma Sana.

Sem folga financeira para desenvolver mercados, a empresa também não insiste em rotas com desempenho abaixo do esperado. Em um ano e meio de operação, já cancelou dois destinos dentro da Argentina: Tucumán e Mendoza, para os quais não conseguia uma taxa média de ocupação acima de 50%. Para serem rentáveis, os voos precisam estar 80% ocupados, segundo Sana.

A FlyBondi diz ter 9% de participação no mercado doméstico argentino. A empresa tem 570 funcionários, todos na Argentina.

Não tem escritório nem equipe no Brasil. Contratou apenas operadores de solo, para serviços como check-in, temporariamente, por cerca de dois meses. Também não tem equipe de vendas off-line. Toda a oferta de passagens é feita na internet.

Apesar de ser um negócio com custos em dólar em um país em crise e com câmbio desvalorizado, Sana diz que o nível de ocupação que a companhia tem hoje garante uma operação sustentável. “As pessoas não deixam de viajar na crise, elas encurtam as viagens. E as low cost sempre passam melhor por esses momentos que as empresas tradicionais.”

Regulação no Brasil

Outras companhias aéreas low cost estrangeiras vieram para o Brasil. Já operam aqui a chilena Sky Airline, a norueguesa Norwegian e a chinesa Air China. Além da FlyBondi, que começa a voar para o país na próxima semana, em dezembro chega por aqui a JetSmart, que é americana, mas vai operar a partir de sua subsidiária chilena.

Em 2020, vem a Virgin Atlantic Airways, do Reino Unido. A GulfAir, do Bahrein, também já manifestou interesse ao Ministério do Turismo, mas ainda não iniciou o processo de autorização junto à Anac.

O interesse dessas empresas no país ocorre após duas mudanças importantes na regulação: o fim do limite de 20% de participação de grupos estrangeiros em aéreas brasileiras (agora elas podem ter 100% de capital internacional) e a permissão para a cobrança pelo despacho de bagagem.

“Se me obrigam a não cobrar pela bagagem, tenho que cobrar mais no preço da passagem, porque isso é custo de combustível”, diz Sana, da FlyBondi.

G1

 

JetSmart terá voos internacionais no Brasil com passagens a até R$ 299 o trecho

Empresa chilena JetSmart começa a operar no Brasil – Reprodução

A companhia aérea chilena JetSmart anunciou nesta terça-feira (24) início de sua operação no Brasil com voos sem escalas de Santiago para São Paulo, Salvador e Foz do Iguaçu.

A empresa opera no formato de baixo, custo com passagens mais baratas e sem oferecer serviços como refeições, marcação de assentos, entretenimento de bordo e despacho de bagagem gratuita. Cada passageiro tem o direito de levar, gratuitamente, apenas uma pequena bolsa de mão.

Os voos para Salvador e São Paulo começarão a ser vendidos por R$ 299 o trecho e para Foz do Iguaçu custarão R$ 269 o trecho. O valor é acrescido das taxas operacionais.

A operação entre São Paulo e Santiago começará em 20 de março de 2020, a partir do aeroporto de Guarulhos, e terá a frequência de dois voos semanais. Entre Foz do Iguaçu e a capital chilena, a operação começa em 5 de janeiro de 2020 com dois voos semanais.

A linha entre Salvador e Santiago começa a operar no dia 27 de dezembro de 2019. Serão três voos semanais durante o verão –entre 30 de dezembro e 2 de março– e dois voos semanais no restante do ano.

A expectativa é que cerca de 100 mil passageiros sejam transportados por ano nas três rotas. Para o fundador e presidente-executivo da JetSmart, Estuardo Ortiz, o Brasil tem um mercado promissor para companhias aéreas de baixo custo.

Enquanto na Europa e no México as companhias aéreas de baixo custo dominam 50% do mercado, na América do Sul este tipo de companhia tem apenas 7% do mercado.

“É uma região com uma grande classe média, mas que tem passagens aéreas com preços muito altos. São milhões que pessoas que não viajam ou viajam pouco, e passarão a ter preços mais acessíveis”, afirmou Ortiz.

O anúncio do início da operação da JetSmart acontece no momento em que o Congresso Nacional deve decidir sobre o veto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) à lei que prevê a obrigatoriedade da franquia gratuita de bagagem.

A obrigatoriedade foi inserida por emenda parlamentar na medida provisória que abriu o setor aéreo para o capital estrangeiro e é criticada por parte do trade turístico, que vê na medida um obstáculo para a operação das companhias aéreas de baixo.

“Este é um presente inadequado para os consumidores porque sempre alguém vai pagar a conta. O ideal é que o país esteja alinhado com marco regulatório que vigora no restante do mundo”, afirmou Julio Ribas, diretor-presidente do Salvador Bahia Airport.

A JetSmart é a quarta empresa aérea de baixo custo a conseguir autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação) para operar no Brasil – também estão autorizadas para voos internacionais a norueguesa Norwegian, a chilena Sky Airlines e a argentina Flybondi.

Fundada em 2017, JetSmart opera no Chile, Argentina e Peru e já transportou milhões de passageiros nos últimos dois anos.

A empresa pertence fundo de investimento Índigo Partners, que também controla as companhias aéreas Wizz Air, Volaris e Frontier Airlines, todas de baixo custo.

Folha de São Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. observador disse:

    coincidencia grande. No mesmo dia que o congresso vai votar os vetos do presidente Bolsonaro. Um dos vetos foi que manteve a cobranca da bagagem pelas aereas. O deus mercado alega que se voltar a gratuidade das malas, os precos das passagens vao subir…..as operadoras de baixo custo nao vao chegar no Brasil. Etc. So sei que quando foi para cobrar, diziam que iria baixar o preco das passagens. Muita coincidencia.

    • David disse:

      Começaram a cobrar as malas, e as passagens fizeram foi subir em 30%. Se as malas voltarem a serem pagas, os preços voltam aos patamares anteriores.

STF gastou 630 mil reais com passagens para mulheres de ministros entre 2009 e 2012, destaca reportagem

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Entre 2009 e 2012, o Supremo Tribunal Federal emitiu pelo menos 48 passagens aéreas internacionais em nome de mulheres de ministros que integravam a corte naquele período.

Os bilhetes, para a primeira classe, foram comprados na empresa Eurexpress Travel Viagens e Turismo Ltda. e custaram ao STF R$ 629.919,23.

A emissão dessas passagens ocorreu, inclusive, em períodos de festas de fim de ano, datas improváveis para a realização de eventos de caráter protocolar.

As informações constam de relatório elaborado por auditores do TCU que serviu de base para o voto do então relator do processo, José Múcio Monteiro, que, ao assumir a presidência do tribunal de contas em dezembro do ano passado, deixou a relatoria, sem que a tramitação do caso tivesse sido concluída. O documento foi obtido com exclusividade por O Antagonista.

O processo sobre a farra das passagens no STF chegou ao TCU em 2013. Pelas normas internas, como registramos ontem, teria de ser apreciado em até 180 dias, mas, por razões desconhecidas, se arrastou por quase seis anos.

Em resposta aos primeiros pedidos de explicação feitos pelo TCU sobre bilhetes para cônjuges de ministros, o STF não indicou motivos que justificassem a realização daquelas viagens nem mesmo explicou por que as mulheres tiveram de acompanhar os magistrados.

“Assim, não restou demonstrada, sob a ótica do interesse público, as razões que teriam levado à indispensabilidade da presença dos cônjuges nos respectivos eventos”, ressalta trecho do relatório.

“A emissão de passagens aéreas internacionais para cônjuges de ministros do STF, a despeito de estar prevista em regulamento interno da Corte [o STF já revogou essa norma], não encontra amparo em leis e normativos que regem a matéria atinente à representação protocolar ou cerimonial no exterior”, acrescentaram os auditores.

E mais:

“Verifica-se, portanto, não haver fundamento legal para a realização de despesas de viagens tendo como beneficiárias pessoas não vinculadas à Administração Pública, na medida em que não exercem qualquer atividade relacionada ao interesse do serviço e, consequentemente, que tenha como objetivo o atendimento do interesse público.”

Ontem, o processo em questão — já nas mãos de outro relator, o ministro Raimundo Carreiro — foi, enfim, levado ao plenário do TCU e, em menos de cinco minutos, os ministros decidiram recomendar que o STF acabe de vez com a farra das passagens, dando ampla publicidade a esses gastos. A sessão seria secreta, mas Carreiro retirou o sigilo após uma série de publicações neste site — veja aqui.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lobo disse:

    90% das notícias originadas do STF são negativas pra sociedade. Temos que combater isso. Os membro que compõem não estão cumprindo seus papéis constitucionais.

Azul começa a vender passagens para novos voos com destino RN

A Azul Linhas Aéreas deu início a venda de novos voos para o Rio Grande do Norte. O estado vai ganhar frequências diárias para as cidades de Recife e de Campinas, no interior de São Paulo. No total, serão 1708 novos assentos semanais, sendo 490 no trecho que liga Recife a Natal, com início da operação em 24 de setembro, e 1218 nos voos oriundos do aeroporto de Viracopos, a partir de dezembro deste ano.

Os aeroportos de Recife e Viracopos são dois hubs da Azul responsáveis pela distribuição e transferência de voos para conectar os passageiros até seu destino final, por isso, são considerados de extrema importância no Brasil. “A nossa expectativa é que as conexões realizadas nesses dois aeroportos potencializem o fluxo de turistas vindo das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste para o Rio Grande do Norte”, enfatiza a secretária de Turismo, Aninha Costa.

“A parceria com o Rio Grande do Norte é fundamental para a implantação desses voos e de outros que virão no futuro. Temos visto um incremento sólido no turismo no estado e desejamos contribuir cada vez mais para o desenvolvimento da economia potiguar, especialmente facilitando o acesso de clientes além dos eixos Rio, São Paulo e Brasília às atrações do RN, via Natal e Mossoró”, comentou, Marcelo Bento, Diretor de Relações Institucionais e Alianças da Azul.

De acordo com dados da Azul Linhas Aéreas, atualmente o trecho de Recife para Natal possui 1960 assentos por semana. Com o incremento de 490 novos assentos, estarão disponíveis um total de 2450 lugares semanalmente. Já no caso de Viracopos, os 292 assentos por semana ganharão o incremento de 1218 assentos, chegando em um total de 1510 lugares.

Os novos voos para o Rio Grande do Norte são resultado da assinatura do regime especial de redução do querosene de aviação (QAV), assinado no dia 18 de junho, que estabelece a redução da base de cálculo em cinco alíquotas: 12%, 9%, 5%, 3% e 0%. Em contrapartida, as companhias aéreas devem cumprir metas para assegurar a redução.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Oliver disse:

    Veremos se na prática terão preços de verdade ou foram como todas que cobram quase 2000 reais Brasília Natal … um roubo ..

  2. Ed disse:

    O problema da Azul é que um voo a São Paulo tem 2000 escalas e leva 59 horas para chegar.

Com menor tarifa e passagens mais caras do Brasil, aeroporto Governador Aluízio Alves busca recuperar perda de 200 mil passageiros em relação ao Augusto Severo

Foto: Ana Silva/via Tribuna do Norte

“O aeroporto Augusto Severo recebia 2,6 milhões de passageiros por ano, enquanto nós, com uma estrutura muito maior, recebemos 2,4 milhões. Estamos abertos para dialogar e colaborar da melhor forma possível para que o cenário mude”. Essas foram as palavras Ibernon Gomes, superintendente do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves (São Gonçalo do Amarante), durante sua participação em uma audiência pública realizada na Assembleia Legislativa nessa quarta-feira (27) para discutir os altos preços das tarifas aéreas cobradas para quem deseja chegar ou sair de Natal pelo solo potiguar.

Durante a discussão, o superintendente do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, informou que o terminal não tem qualquer influência negativa com relação às altas tarifas cobradas pelas empresas para passagens com destino a Natal. De acordo com ele, a tarifa cobrada no aeroporto é a mais barata do Brasil, custando R$ 22,21, enquanto a de João Pessoa é de R$ 25,89. Apesar disso, a quantidade de voos é pequena e o consórcio Inframérica é o principal interessado na retomada do crescimento nos voos.

Por outro lado, sabe-se, após um levantamento da Fecomércio e da Associação Brasileira das Agências de Viagens (ABAV), inclusive, que as passagens com destino para o RN ou de saída do Estado pelo terminal são as mais caras do país.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joaquim disse:

    Palhaçada levar o aeroporto pra tão longe.

  2. Jão disse:

    Quem pegou o começo dessa desgraça pagava 150 reais tabelado (pré uber) para chegar lá. O Uber até ajudou, além dos transfers, ao menos na parte de ida e volta.

    O que me espanta é o o aeroporto Augusto Servero ter recebido uma reforma antes de ser devolvido.

  3. Edna Bezerra. disse:

    Viajo no mínimo 3x por mês a trabalho. Era uma verdadeira penitência ter de ir a esse aeroporto, e meus voos geralmente são na madrugada. Já fui assaltada 2x no caminho do aeroporto, Levaram meu celular e alguns dólares. Passamos por extrema tensão psicológica. Depois disso, deixei de usar o aeroporto Aluísio Alves. Todos meus embarques são agora pelo Aeroporto de João Pessoa. Bem mais tranquilo!!! nem se compara c essa porcaria daqui de Natal. Uma Vergonha para nós Natalenses.

  4. Fernando disse:

    Pra começar com esse nome, só podia azarar mesmo, além do desvio de muito dinheiro e o abandono do Augusto Severo. Muitos potiguares preferem embarcar de jampa.

  5. Henrique Cosme disse:

    Esse aeroporto NUNCA deveria ter substituído o Augusto Severo para embarque e desembarque domésticos. Deveria ser exclusivamente para deslocamentos Internacionais e carga.
    A infra estrutura no deslocamento é péssima, a insegurança grande, o tempo que se perde é enorme, quando o RN tinha um aeroporto viável, confortável, de fácil e simples acesso.
    Mas em terra de coroné é assim, eles mandam e a manada baixa a cabeça e paga a conta.
    Será mesmo? As eleições de 2018 deram um recardo determinante aos coronés! Outros viram na esteira nas próximas eleições, aguardem!

    • Marco58 disse:

      falou e disse Henrique , viajo muito sabe qual é a minha aflição chegar naquela porcaria. tinha mos hum o Augusto severo tão acolhedor, está duas famílias só pioraram nossas vidas.

  6. JOSE disse:

    O jeito mais fácil de recuperar esses passageiros, é voltando a operar no Augusto Severo… o DISTÂNCIA, o caminho DESERTO e INSEGURO, estão afastando tanto o turista, como também está desencorajando o Potiguar a viajar. Embarcar ou Desembarcar em vôos da madrugada tem sido um situação de EXTREMO RISCO. Deixa esse aeroporto "novo" apenas para operações de CARGA…

Governo Federal descarta intermediação das agências de viagens, volta a comprar passagens diretamente das empresas aéreas, e economia pode chegar a R$ 15 milhões ao ano

Foto: Rodrigo Mello Nunes/ iStock

Desde a última terça-feira (26), os órgãos e entidades do governo federal voltaram a comprar passagens aéreas diretamente das companhias que operam os voos domésticos. De acordo com o Ministério da Economia, com o fim da intermediação das agências de viagens, a economia pode chegar a R$ 15 milhões ao ano.

O presidente Jair Bolsonaro destacou a medida nesta quinta-feira (28), em publicação em sua conta no Twitter. “Isso representa redução de cerca de 18% de economia [em relação ao modelo de agências de viagens]. A pesquisa de preços será feita pelos órgãos do Executivo, com a escolha do bilhete de menor preço”, escreveu.

De acordo com o Ministério da Economia, o governo estava impedido de fazer essa operação devido ao fim do prazo que dispensava a retenção na fonte dos tributos sobre passagens compradas, por meio de Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF). Assim, os órgãos públicos tinham de comprar por intermédio de agências de viagem.

A dispensa do recolhimento dos tributos esteve em vigor de 2014 até dezembro de 2017 (Lei 13.043/14) e depois foi prorrogada até junho de 2018. Agora, com a publicação da Medida Provisória Nº 877/19, o governo federal deixa novamente de reter na fonte os tributos sobre as passagens compradas com o CPGF, também conhecido como cartão corporativo.

As empresas credenciadas para fornecimento de passagens diretamente ao setor público federal são Avianca, Azul, Gol, LATAM e MAP Linhas Aéreas.

Pesquisa de preços

A pesquisa de preços será feita pelos órgãos e entidades do Executivo Federal, com a escolha do bilhete de menor preço e aplicação automática dos percentuais de desconto estabelecidos pelas empresas aéreas.

De acordo com a Economia, na prática, é como se os órgãos realizassem uma licitação a cada bilhete comprado. Todas as pesquisas e escolhas de viagens ficam armazenadas no Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP) para posterior consulta, auditoria e verificação pelos gestores.

O cidadão pode acessar as informações sobre viagens realizadas a serviço por empregados públicos, servidores, militares e colaboradores do governo federal por meio da ferramenta Painel de Viagens.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. David disse:

    Mais um inimigo, já não bastava a imprensa e o congresso. Bolsonaro, faça como luladrão, entregue o país aos ladrões do congresso, que assumem a Petrobrás junto com os mega empresários, superfaturam as obras, paga o que não foi entregue, aumenta o gasto em publicidade na grande imprensa, o valor pago na era luladrão, cria empresa de projetos para os filhos, pra receber o dinheiro da roubalheira e propina através de patrocínio das empresas comparsas. Aumenta o número de atendidos no bolsa família, incluindo empresários, professores, servidor público… e o bolo da cereja é uma conta amigo num paraíso fiscal. ômi, daí, nem oposição vai ter. Rsrsrs

Combustível de avião sobe e deve afetar as passagens

Avão é abastecido no aeroporto internacional de Guarulhos – Joel Silva/Folhapress

Assim como ocorre com o diesel para os caminhões e com a gasolina para os automóveis, a valorização do dólar e a alta nas cotações internacionais do petróleo pressionam o querosene de aviação —e vai bater no preço das passagens aéreas.

O querosene de aviação, conhecido como QAV, superou os R$ 3,30 por litro no fim de agosto, já acrescido de impostos, segundo dados da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas).

É o maior patamar pago pelas companhias aéreas desde 2002, quando a liberdade tarifária estava começando no Brasil. O reajuste do querosene é mensal.

No ano passado, as companhias já tiveram um gasto extra com combustível de R$ 1,3 bilhão, segundo cálculos do setor. Mantida a tendência atual, o valor seguirá em alta.

Mais de um terço do preço do bilhete corresponde ao combustível, segundo as companhias aéreas. As empresas estão segurando os reajustes para não comprometer a recuperação da demanda.
No setor, o câmbio tem outro efeito: quando a moeda americana dispara, os passageiros adiam a compra da passagem.

Segundo entidades do setor, o preço do QAV hoje está 16% acima do pico histórico, registrado em março de 2014 —em valores nominais. O setor não soube informar o valor real, incluindo no cálculo o efeito da inflação.

Em uma espécie de protesto dos caminhoneiros em versão dos ares, três associações do setor se uniram em um esforço para sensibilizar a ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) sobre as distorções que as entidades consideram haver na fórmula de preços praticada pela Petrobras.

Esse é o motivo, segundo elas, do custo adicional.

A agência tem uma consulta pública aberta neste mês para tratar do assunto.

Juntas, Abear (entidade que reúne as grandes companhias aéreas brasileiras), Iata (sua correspondente internacional) e Alta (de empresas da América Latina e do Caribe) pretendem defender mudanças na política de precificação.

O objetivo é equiparar o valor do querosene brasileiro aos preços de refinarias em países como Estados Unidos, México, Chile e outros da região.

Segundo as entidades, a metodologia da Petrobras estabelece que o preço na refinaria abrange impostos, frete, custos com dutos e despesas alfandegárias, entre outros itens, provocando aumento de 31% em relação à referência de preços do golfo americano.

“O Brasil produz cerca de 92% do combustível de aviação consumido internamente e importa 8%. Mas, em termos de custo real, cobra como se tivesse importando 100% do produto em uma fórmula de preço chamada paridade de importação”, diz Luis Felipe de Oliveira, diretor da Alta.

Uma das propostas das entidades do setor seria aplicar custos de dutos e estocagem só para o volume de querosene que de fato é importado.

Para o combustível refinado no Brasil, a ideia seria aplicar o preço de referência da cotação no golfo americano.

Companhias aéreas lamentam a pressão sobre os valores das passagens em um momento em que o mercado de bilhetes aéreos para destinos nacionais e no exterior apresentava aquecimento.

Nos voos internacionais, o transporte aéreo de passageiros por companhias brasileiras cresceu quase 15% em julho, em relação ao mesmo mês do ano passado. Para os voos domésticos, a alta foi de 7,4% no mesmo período.

“Isso tudo acaba na conta do bilhete”, diz Eduardo Sanovicz, presidente da Abear.

A fórmula da precificação do QAV é apenas um item de uma vasta lista de reivindicações que o setor considera necessárias para baixar o preço das passagens e atrair mais consumidores.

A mais polêmica foi a desregulamentação da franquia de bagagem, que permite a venda de bilhetes com preços mais baixos para quem faz a opção de viajar sem malas, cobrando o despacho separadamente.

Há anos, as empresas tentam, sem sucesso, reduzir a incidência de ICMS no abastecimento de aeronaves que fazem voos domésticos, entre outros pleitos.

Na mais recente derrota, no mês passado, o Senado aprovou um projeto que proíbe companhias aéreas de cobrarem pela marcação antecipada de poltronas nos voos.

A medida, ainda em análise na Câmara, permitiria expandir a segmentação de tarifas, com opções mais baratas, dizem as companhias.

Procurada, a Petrobras afirma que sua política de preços para o querosene de aviação vendido às companhias distribuidoras reflete as variações do mercado internacional e taxa de câmbio.

A empresa diz que o combustível, “assim como os demais derivados de petróleo, é uma commodity e, portanto, sua precificação deve obedecer à lógica aplicável a produtos desta natureza quando comercializados em economias abertas”.

Em nota, a companhia faz analogia com preços domésticos de trigo, soja, café, ouro, ferro, açúcar, entre outras commodities, determinados pela oferta e procura internacional.

“Não existem restrições legais ou regulatórias que impeçam a importação por terceiros. A falta de importadores no mercado só corrobora que o preço praticado pela companhia é competitivo”, diz a empresa.

Folha de São Paulo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Beto disse:

    E eu, pensando em assistir um jogo em japecanga, agora vão subir passagem de avião, acabou meu sonho!

Prefeitos elegem dívida e passagem de ônibus como maiores problemas dos municípios

O novo presidente da Frente Nacional de Prefeitos, José Fortunati (PDT), disse hoje (25) que a redução do custo da dívida dos municípios com a União, a modernização da lei de licitações e a busca de tarifas de transporte público menores são prioridades de sua gestão. 

“Reduzir o limite de comprometimento das receitas com o pagamento das dívidas é tema fundamental que hoje asfixia um grande número de prefeituras e precisa de tratamento rápido e sério”, afirmou o prefeito de Porto Alegre, em seu discurso de posse, durante o 2º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, que teve a presença do presidente em exercício Michel Temer. 

Fortunati, que comandará a entidade no biênio 2013/2014, disse que a nova diretoria solicitará audiência com os ministros do Supremo Tribunal Federal e seu presidente, Joaquim Barbosa, para discutir o pagamento dos precatórios. “Isso criou uma angústia muito grande entre os gestores e certamente acabou criando uma base muito forte para a instabilidade das finanças públicas municipais”

Quanto às tarifas de transporte público, com reflexo direto na população, Fortunati prometeu aumentar os esforços da frente nesse sentido. Segundo ele, o governo federal é um aliado nesse assunto. “Temos, e isso nos deixa muito felizes, uma clara compreensão, por parte da equipe do governo, que passagem de transporte coletivo veio para compor a cesta básica do cidadão brasileiro”.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que tomou posse como primeiro vice-presidente da instituição, disse que os municípios podem ser braços importantes de uma agenda de desenvolvimento nacional, a partir do investimento público. Segundo ele, os municípios têm capacidade de gestão e planejamento, mas muitas vezes falta apoio para a execução de obras que o país precisa.

Agência Brasil

“Eu penso que [investimento público] é o que vai fazer o Brasil voltar aos patamares de desenvolvimento compatíveis com o nosso potencial. Para voltar a crescer 4% ou 5%, nós precisamos recuperar a agenda de investimento público no Brasil”, disse Haddad, que na semana passada se reuniu com a presidenta Dilma Rousseff, para buscar o alinhamento dos projetos do município de São Paulo aos investimentos do Programa de Aceleração de Investimentos.

Cargos comissionados vão até a Prefeitura para "agradecer" veto ao aumento das passagens

Foto: Arnaldo Neto

Mascarado de um movimento popular organizado, os cargos comissionados de órgãos da administração direta e indireta foram até a frente da Prefeitura de Natal para fazer um ato de agradecimento à prefeita Micarla de Sousa por ela ter vetado o aumento das passagens de ônibus como era almejado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Urbano de Passageiros do Município do Natal (Seturn).

Fontes revelaram que alguns deles realmente foram por conta própria, mas outras foram praticamente obrigadas. Em determinados setores, os diretores e coordenadores saíram “convocando” os cargos comissionados para ir de ônibus até o Palácio Felipe Camarão. “Todo mundo vai ter que ir agora a tarde!”, escutaram algumas paredes de uma repartição pública.

Algumas pessoas chegaram a testemunhar que um dos cinco ônibus que transportaram os manifestantes era da Secretaria Municipal da Educação (SME). A serviço?

A postura da prefeita realmente foi acertada. Agora, convenhamos, esse tipo de ato é patético

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. V - Vingança disse:

    A coleta de lixo deveria passar aqui no alecrim! VERGONHA, vou jogar o lixo da minha casa na prefeitura se num passar hoje.

  2. John Crazzy disse:

    A passagem não vai aumentar! Por hora! Mas o problema não é só esse!