Polícia

Mãe põe veneno de rato na comida da filha e é presa no Mato Grosso do Sul

Foto: Reprodução

Uma moradora da cidade de Ivinhema, a 298 km de Campo Grande, foi presa após envenenar a própria filha com veneno de rato. A criança foi internada e, assim que teve alta médica, último sábado (08), foi escoltada para a delegacia da cidade. A mãe confessou o crime e disse que buscava ‘chamar a atenção’ do ex-companheiro, já que era contrária ao término da relação.

Daniella Nunes, delegada titular interna está responsável pelas inevstigações e ordenou a prisão da criminosa. Segundo informações oficiais, a mulher fazia ameaças ao antigo parceiro por ter finalizado o relacionamento. Na última semana, comprou veneno de rato e, ao almoçar com a filha no fim de semana, colocou a substância no suco e em um doce da criança.

“Ela comprou um veneno de rato e aí colocou em diversos alimentos para filha e ambas comeram tudo. Ao que nós soubemos ela já tinha tentado suicídio em outras ocasiões e dizia que iria cumprir e levar a filha junto, só que ela se arrependeu e ela mesmo acionou o Corpo de Bombeiros”, explicou a delegada Nunes.

Após se arepender, por volta das 22h do horário local, a mulher ligou para o Corpo de Bombeiros e solicitou atendimento. Ambas foram encaminhadas ao hospital de Dourados.

Daniella explicou que a oitiva com o pai da criança está sendo analisada, bem como o depoimento da criança. “a mãe estava muito abalada. Ela já tinha recebido voz de prisão e responderá por tentativa de homicídio qualificado por uso de veneno”.

Último Segundo – IG

 

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Saúde

Covid-19: É muito improvável que comida seja fonte de contaminação, diz pesquisa

Foto: Jason Cairnduff – 01.jun.2020 / Reuters

Uma equipe de especialistas em contaminação alimentar disse que é altamente improvável que os alimentos sejam uma fonte de transmissão do novo coronavírus.

O Comitê Internacional de Especificações Microbiológicas para Alimentos (ICMSF, em inglês) procurou sinais de que o vírus causador da Covid-19 pudesse ser transportado em alimentos ou em suas embalagens, e encontrou poucas evidências.

A descoberta recente espelha os relatórios anteriores da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, em inglês), de que não há um risco real de contrair a doença através de alimentos ou embalagens.

“Até hoje, não há qualquer evidência de que comida, embalagem de comida ou manuseio de comida é uma fonte ou uma importante rota de transmissão do SARS-CoV-2, que resulta em Covid-19”, disse a organização em um comunicado. “Não há alimentos que devam ser considerados de risco ou justificáveis como um vetor para SARS-CoV-2.”

Apesar de ser possível as pessoas comerem algo contaminado com o vírus e ficarem infectadas dessa forma, isso nunca foi visto, segundo os especialistas.

Contudo, ainda é prudente enfatizar as boas práticas com a higiene de alimentos, alertou o grupo.

Mas enquanto alguns países passaram a limitar a importação de alimentos, testar os produtos importados ou pedir que as empresas classifiquem seus produtos como livre do novo coronavírus, o ICMSF declarou que nenhuma dessas medidas é realmente necessária.

“O foco dos negócios de alimentos deve ser proteger os funcionários, consumidores e clientes dos restaurantes de se infectar de pessoa para pessoa com a Covid-19”, afirmaram os especialistas.

Quando o medo começou

O temor com a possibilidade de transmissão do vírus através de superfícies começou no fim de março, após a publicação de um estudo no prestigiado jornal acadêmico New England Journal of Medicine.

“O que o estudo mostrou é que sob certas condições no laboratório, que são obviamente um tanto artificiais, SARS-CoV-2 é detectável por mais de três horas em aerossóis, mais de quatro horas em cobre, mais de 24 horas em papelão e mais de dois ou três dias em plástico e aço inoxidável”, disse Jamie Lloyd-Smith, cientista que estudou por quanto tempo o vírus da Covid-19 pode permanecer em superfícies.

Mas a pesquisa não levou em consideração outros fatores que podem ajudar a inativar o vírus, como luz do sol ou desinfetantes, explicou ele.

A maioria dos especialistas concorda que lavar as mãos, manter o distanciamento social e usar máscaras são as melhores formas de garantir segurança e evitar a contaminação.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Basta um espirro ? pronto contamina toda uma banca de maçã, essas matérias precisão ser melhor escritas e os estudos serem melhores dimensionado para as pessoas, o cara faz um estudo e sabe que o COVID permanecem em superfícies, então pode sim está em alimentos , ou caixa de pizza delivery por ex , o que tem que continuar a higienizar tudo, nunca é de menos limpeza, higiene .

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Diversos

VÍDEO: Primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, diz que é errado dar comida a moradores de rua: ‘É um atrativo’

Foto: Reprodução/Instagram

A primeira-dama de São Paulo, Bia Doria, afirmou em uma conversa com a socialite Val Marchiori que acha errado dar comida ou roupas para moradores de rua. Para ela, “a pessoa tem que se conscientizar de que ela tem que sair da rua” e muitos não querem assumir “responsabilidades”.

A conversa foi postada no Instagram de Val e mostra a visita da socialite ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Entre elogios à primeira-dama e ao governador João Doria (PSDB), elas falam sobre as artes de Bia, expostas no local, e ficam sem máscara, apostando em uma suposta imunidade da socialite.

Bia, que é presidente do Fundo Social de São Paulo, fala de alguns projetos como o Alimento Solidário e o Inverno Solidário.

“Meu principal projeto é o inverno solidário. Estamos arrecadando cobertores novos. Nada de roupa usada”, avisa ela.

Em seguida, diz: “Mas olha, falando dos projetos sociais, algo muito importante é assim: as pessoas que estão na rua… Não é correto você chegar lá na rua e dar marmita, porque a pessoa tem que se conscientizar que ela tem que sair da rua. Por que a rua hoje é um atrativo, a pessoa gosta de ficar na rua”.

“Você estava me explicando e eu fiquei passada”, comenta Val, dizendo: “Eles não querem sair da rua porque no abrigo eles têm horário para entrar, têm responsabilidades, limpeza, e eles não querem, né, Bia?”.

A primeira-dama segue na crítica: “A pessoa quer receber comida, quer roupa, quer uma ajuda, e não quer ter uma responsabilidade. Isso está errado, muito errado.”

Val diz que todo mundo tem responsabilidades. Bia concorda: “Sim, nós temos. Se a gente não pagar nossas contas…”. Val complementa: “A gente vai para o cartório, querida, hello. E o povo fala”.

Durante o papo, Val reclama de falar de máscara e é encorajada por Bia a retirá-la.

“Você já teve né. Então pode tirar”, diz Bia. “Já tive, estou imune”, responde Val. “Quando a gente sair, a gente põe”, complementa a primeira-dama.

Ao fim da conversa, Val Marchiori mostra as obras de Bia, expostas no palácio e faz elogios.

“Meu marido tem uma paixão por artes. Então, aonde ele vai, tem que ter as obras. O que acho que é um jeito de ele lembrar de mim (risos)”, comentou a primeira-dama.

Fundado em 1968 e hoje presidido por Bia Doria, o Fundo Social de São Paulo diz em seu site que “tem como objetivo instituir programas sociais destinados a atender pessoas em situação de vulnerabilidade social, especialmente através da oferta de oportunidades educacionais e profissionais para a população; implementação de projetos voltados à geração de renda; apoio à entidades de fins não econômicos com vista a suprir suas necessidades, de modo a propiciar a melhoria de atendimento à população”.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Em visita a nossa querida primeira dama @biadoria ???

Uma publicação compartilhada por Val Marchiori (@valmarchiori) em

UOL

Opinião dos leitores

  1. Não é bom generalizar, mas o inesquecível LUIZ GONZAGA dizia que "Mas senhor uma esmola para o homem que é são, ou o mata de vergonha, ou vicia o cidadão". Seu Luiz mantém-se atualizadíssimo. Em tempo: os cristãos crêem na ascensão de Jesus aos céus.

  2. E essas pessoas ainda se dizem cristãs. Cristo de se revirar no túmulo quando ouve esses absurdos.

  3. O que ela falou, parece politicamente incorreto, mas, tem alguns que realmente se recusam a terem horários, regras, responsabilidades, trabalho, mas, não é regra, muitos estão na Rua por falta de oportunidades, desilusões, doenças psíquicas e vítimas das drogas (lícitas e não ).

  4. Isso é coisa de berço de ouro, Ass pessoas simples, bem educadas, caridosas, investidas de humildade e serenidade, não se colocam dessa forma. Infelizmente,, uma esposa de um idiota. Idiota como ele que se completam.

  5. Mande o desgoverno do seu marido dar emprego pra eles, vc tá de rabo cheio, por isso vc fala merda

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Diversos

Coronavírus: ratos ficam ‘agressivos’ por falta de comida nos EUA

(Foto: Getty Images)

O fechamento de restaurantes e outros estabelecimentos ligados ao setor de alimentação, como parte das medidas adotadas para conter a propagação do novo coronavírus, alterou completamente a rotina e o comportamento de uma parcela específica dos moradores das cidades americanas: os ratos.

Segundo um alerta lançado na semana passada pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, agência de pesquisa em saúde pública ligada ao Departamento de Saúde (CDC), os roedores, em busca de comida, poderão apresentar “comportamento incomum ou agressivo”.

De acordo com o CDC, o fechamento dos restaurantes levou à diminuição no volume de alimentos disponível para a população de ratos, especialmente em zonas comerciais.

“Roedores dependem da comida e das sobras desses estabelecimentos”, diz o comunicado publicado no site da agência.

Famintos, eles estão buscando novas fontes de comida, o que tem provocado, segundo o CDC, um aumento na sua atividade.

“Programas de saúde ambiental e controle de roedores devem observar um aumento nas requisições de serviços relacionados a roedores e relatos de comportamento incomum ou agressivo”, alerta a agência.

Segundo Robert Corrigan, um dos principais especialistas em roedores dos Estados Unidos, o comportamento agressivo não é em relação a humanos, e sim a outros ratos ou até mesmo a propriedades, em busca de frestas para que possam entrar e encontrar comida.

“Não (significa que irão) atacar ou morder pessoas”, diz Corrigan à BBC News Brasil.

Canibalismo

Enquanto para ratos que vivem em zonas residenciais não houve grandes mudanças durante a pandemia de COVID-19 (a doença causada pelo novo coronavírus), as populações de roedores em áreas comerciais ou turísticas têm sofrido com as restrições.

Em grandes cidades, como Nova York, essas colônias de ratos costumam encontrar abundância de alimentos nas lixeiras próximas a restaurantes, bares e hotéis, principalmente à noite, após o fechamento dos estabelecimentos, quando o lixo da cozinha é levado para a rua.

Mas, como desde meados de março, a maioria desses estabelecimentos fechou completamente ou passou a operar somente em sistema de tele-entrega ou retirada no local, essa fonte de comida desapareceu.

Desesperados, os roedores estão atacando outros ratos, até mesmo dentro de suas próprias colônias.

“Um rato faminto vai ficar muito agressivo com outros ratos”, salienta Corrigan, que atua como consultor especializado no controle de roedores para empresas e departamentos de saúde ao redor dos Estados Unidos e em outros países.

Corrigan diz que, em áreas onde os ratos costumavam encontrar alimentos facilmente e agora a comida desapareceu, especialistas têm observado evidências desses ataques e de canibalismo, que são comuns em situações extremas de fome, como a atual.

“Eles estão atacando uns aos outros, matando e comendo uns aos outros. E, se há filhotes nos ninhos, vão matá-los e comê-los”, afirma.

Relatos em diferentes cidades

Mudanças no comportamento da população de ratos vêm sendo documentadas em várias cidades americanas desde o início da pandemia, quando as regras de distanciamento social deixaram as ruas vazias.

Geralmente com hábitos noturnos e com movimentação restrita à área próxima a suas tocas, os roedores agora estão mais ousados, se aventurando em distâncias mais longas, explorando novas regiões, mesmo durante o dia.

No final de março, depois que os turistas já haviam ido embora de Nova Orleans e os moradores estavam em quarentena, as redes sociais e a imprensa americana mostraram imagens de dezenas de ratos circulando livremente pela Bourbon Street, principal rua da zona turística da cidade.

Na época, a prefeita, LaToya Cantrell, declarou que o fechamento dos restaurantes estava “levando nossos roedores à loucura”.

Em Chicago, a imprensa local relatou no mês passado que as centenas de milhares de ratos que vivem na cidade estavam se aventurando mais longe e durante o dia em busca de comida, em um comportamento atípico.

Na capital americana, Washington, a prefeitura recebeu mais de 800 ligações ligadas a problemas com roedores nos últimos 30 dias.

Recomendações

Com essas mudanças de comportamento, especialistas alertam que é possível que algumas áreas residenciais que antes não registravam a presença de roedores passem a enfrentar o problema.

Apesar de não haver indicação de que possam transmitir a covid-19, ratos podem transmitir dezenas de outras doenças aos seres humanos, por meio do contato destes com fezes, urina e saliva dos roedores e, de forma indireta, por pulgas ou carrapatos que tiveram contatos com ratos.

O CDC diz que os moradores e proprietários comerciais devem adotar medidas para “eliminar condições que possam atrair e sustentar a presença de roedores”, como vedar o acesso às casas, remover entulho e vegetação pesada, manter o lixo em recipientes fechados e retirar dos pátios a ração para animais de estimação e pássaros.

Corrigan ressalta que, quando há ratos em uma área, é sinal de que há comida. “Geralmente é porque estamos depositando o lixo de maneira incorreta”, afirma.

Ele diz que sua receita para evitar a presença de ratos é simples. Primeiro, é preciso assegurar que nenhum rato ou qualquer outro animal conseguirá ter acesso ao lixo. Em segundo lugar, procurar e vedar frestas embaixo das portas.

A escassez de comida também deve facilitar a captura de roedores, atraídos pelas iscas, e algumas cidades, como Nova Orleans, anunciaram que estão aumentando o número de armadilhas.

Mas Corrigan afirma que, apesar das dificuldades atuais, a população de ratos nas cidades afetadas deve se recuperar rapidamente assim que restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos voltarem a funcionar.

“Eles são muito resilientes”, afirma.

BBC Brasil

 

Opinião dos leitores

  1. Já aqui no Brasil, os ratos políticos, e principalmente as ratazanas Petralhas, estão fazendo a festa, com o dinheiro destinado ao combate do covid19.

    1. Gente, pra que essa agressividade? Onde está a civilidade? Sempre vai existir esquerda, direita, centro, extremistas, mas não podemos esquecer que somos seres humanos e, como tal, temos que ter ações e reações humanas. Chega de tanto ódio!!! Vamos dá um basta nisso e seguir com opiniões, críticas e sugestões com civilidade, não com negacionismo. Olhemos um ao outro. Queremos o bem para o nosso país. Cada um com sua opinião, mas com sincero respeito. Basta de agressões e violência. Sigamos em paz e acima de tudo com fé, que as coisas irão mudar para melhor se nos unirmos. Caso contrário será catastrófico para todos. Chega!

    2. Pq so visam o pt sao tds . De a az so mudam as siglas e os numeros. Todos tem a mesma missao iludir os cidadãos e surrupiar os cofres do brasil.

  2. Sempre assisto o blog de BG. Querem calar o povo de dar opiniões. No Brasil é um país democrático? Se for é para uns e outros não? Caso me critiquem não é . Caso me elogiam é. É assim.

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Economia

“Saúde e comida na mesa andam juntos”, diz Bolsonaro após reunião

Foto: Twitter

Jair Bolsonaro foi ao Twitter logo depois da videoconferência com empresários.

“O cenário é preocupante. Uma economia devastada afetará diretamente na saúde. Se verdadeiramente prezamos pela vida e bem-estar, devemos evitar um desastre ainda maior que o vírus. Saúde e comida na mesa andam juntos!”

O Antagonista

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Gastronomia

Programa Papo de Fogão recebe o chef Dantas, da Bodega do Chef

 

O chef Dantas, da Bodega do Chef, é o convidado de amanhã do Papo de Fogão. Os sabores de Caicó e do Maranhão estão presentes na receita de carne de sol tropical.

Não perca!

O Papo de Fogão é exibido AMANHÃ na TV Ponta Negra/SBT, às 9h para o RN e na Band Nordeste para os estados de Alagoas e Maranhão às 10h e para o Piauí, às 10h30.

Opinião dos leitores

  1. Boa, BG você deveria convidar um leitor do blog, para saborear e tomar uma lapada de cana da terra!!

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Diversos

De 15 a 20 minutos, para dois minutos e meio: Campinas pode ser a 1ª cidade no país a entregar comida por drone

Foto: André Alves e Eduardo Yamanaka/Nectar Audiovisual

As discussões entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e uma empresa que desenvolve sistemas aéreos para entregas de cargas leves buscam colocar Campinas (SP) como a primeira cidade brasileira a ter delivery de alimentos por meio de drones.

A companhia SMX Systems/ Speedbird Aero, que desenvolve drones, é parceira do iFood, grupo que planeja usar o novo modal a partir de setembro. A empresa de entregas espera reduzir o tempo de serviço, geralmente realizado entre 15 e 20 minutos, para dois minutos e meio, ou 150 segundos.

“Esse é um projeto que vai gerar conhecimento. Vamos aprender em Campinas, para que possamos levar para outras cidades”, diz o diretor de logística do iFood, Roberto Gandolfo.

A empresa do ramo de entregas diz que o parceiro no projeto de pesquisa trabalha para aprimorar os equipamentos, com objetivo de cumprir exigências dos órgãos regulares, e fará pedidos formais de autorizações necessárias para a Anac e ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Pioneira no serviço

A Anac confirma que fez reuniões com a empresa a SMX Systems/ Speedbird Aero, responsável pelo desenvolvimento do produto, a fim de esclarecer aspectos regulatórios que visam segurança.

Segundo a assessoria, a agência não recebeu dela ou de qualquer companhia um pedido formal para testes complexos (áreas habitadas, por exemplo), o que impede prazo certo para início das entregas. Além disso, completou que não há operações de serviços idênticos no Brasil.

“Atualmente, a empresa pode realizar voos dentro do escopo permitido – em áreas segregadas e operações na linha de visada visual – sem a necessidade de autorizações técnicas ou formais”.

O Decea informou, por nota, que ainda não recebeu contato da empresa. Segundo site do departamento, o “uso irresponsável do espaço aéreo” pode infringir leis previstas no Código Penal, Código Civil, Código Brasileiro de Aeronáutica e Lei de Contravenções Penais.

Como vai funcionar?

De acordo com Gandolfo, são previstas “duas rotas na cidade”. Uma dentro da área de um shopping, para levar pedidos da área dos restaurantes para uma central de distribuição, e outra para envio direto ao consumidor final.

“A primeira aplicação, dentro do Shopping Iguatemi, vai permitir maior agilidade entre a saída do pedido até o entregador. O trajeto que leva de 8 a 12 minutos a pé, até a área externa do centro de compras, pode ser feita entre 30 segundos e um minuto pelo drone”, explica.

A segunda aplicação, cujo destino não é confirmado, inclui levar o pedido direto até a porta do cliente. Para esse tipo de entrega, há dois grandes empecilhos. Cada rota diferente precisa ser autorizada pelo Decea, e nem todo local serve para pouso da aeronave que, de acordo com o desenvolvedor, tem como ponto ideal para aterrissagem uma área com 5 metros de diâmetro.

“A ideia é realmente aprender. Além de ser um mercado que operamos há muitos anos, com uma densidade grande de pedidos, Campinas tem uma geografia que favorece”, completa o diretor.

O equipamento

O drone desenvolvido para as entregas de alimento é 100% nacional, conta com 1,4 metro de diâmetro, seis motores, dois aparelhos de GPS, funciona com tecnologia 4G e tem até paraquedas para situações de emergência.

“Se um motor parar, ele consegue voltar para o ponto de origem. Se dois falharem, ele aciona o paraquedas. Há uma preocupação com a segurança”, avisa Samuel Salomão, desenvolvedor do DLV-1, nome de batismo do equipamento criado pela Speedbird.

Segundo o desenvolvedor, a aeronave que será utilizada em Campinas é capaz de levar até 2 kg por viagem, e a caixa de transporte possui monitoramento da temperatura.

“No e-commerce, em geral, cerca de 80% dos produtos estão abaixo de 2 kg, incluindo alimentos. O drone foi direcionado para esse trabalho”, explica Salomão.

Em “condições ideias”, o drone tem autonomia de voo de 30 minutos, em velocidade que varia de 36 a 38 km/h, em um raio máximo de cinco quilômetros.

Sobre as “condições ideais”, Salomão lembra que, como qualquer aeronave, para o drone operar é necessário ter certas condições climáticas.

“Chuva pode impactar e o equipamento teria dificuldade de voar com ventos acima de 50 km/h.”

Voo automatizado, mas monitorado

O software para navegação e operação do drone também foi desenvolvido pela Speedbird e, segundo Salomão, realiza todo o voo de forma automatizada. Por uma questão de legislação, no entanto, é acompanhado por um operador, que pode intervir caso necessário.

“Todo voo será automatizado, é pré-definido antes da decolagem. O acompanhamento existe porque não há, no mundo, autorização para voo autônomo.”

‘Drone delivery’ pelo mundo

Outros países já estão mais avançados no transporte de comida via drones. Há testes em andamento nos EUA (Califórnia), China e Austrália, por exemplo.

Uber testa entrega de comida com drones e apresenta novo veículo autônomo na Califórnia

Entregas por drones, promessas da Amazon, já são realidade na China

Wing, empresa de delivery por drone do Google, começa a fazer entregas na Austrália

G1

 

 

Opinião dos leitores

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Comportamento

Pesquisa revela que 28% dos entregadores admitem “beliscar” a comida antes da entrega

Uma pesquisa feita nos EUA descobriu que muitos entregadores “não aguentam” a tentação e provam o que estão entregando

Aplicativos de entrega de comida estão se tornando cada vez mais populares, no entanto algumas coisas que acontecem no serviço nem sempre são mencionadas. Uma pesquisa recente, que foi encomendada e conduzida pelo fornecedor e distribuidor de alimentos para restaurantes US Foods, perguntou aos consumidores e aos trabalhadores de entregas sobre seus “hábitos e pontos problemáticos” quando se trata de encomendar e entregar refeições e, surpreendentemente, descobriu que 28% dos empregadores “beliscam” a comida antes de entregá-la.

Para conduzir a pesquisa, a US Foods entrevistou 1.518 americanos que disseram ter usado aplicativos de entrega de alimentos. A idade dos entrevistados variou de 18 a 77 anos, com idade média de 31 anos. Ela ainda incluiu os aplicativos mais populares nos EUA, como Uber Eats, o Grubhub, o DoorDash e o Postmates – todos serviços de entrega terceirizados que fazem parceria com restaurantes.

Infelizmente, a pesquisa revelou algumas informações inquietantes. Mais de 500 entregadores que participaram do estudo, cerca de 28%, disseram que roubam um pouco dos alimentos de um pedido. Não apenas os motoristas entrevistados admitiram o ato, como 17% dos clientes também reclamaram que tiveram uma experiência em que o entregador simplesmente deixava comida do lado de fora de casa ou não a entregava em mãos.

No Brasil esse tipo de serviço também está cada dia mais popular e já tem mais de milhões de usuários, principalmente em grandes cidades, mas é difícil saber se a mesma situação e os números se repetem aqui.

Olhar Digital,via Today

Opinião dos leitores

  1. É bom saber disso, melhor pensar duas vezes quando for comprar alimentos com entregadores. Eu mesmo comprava, agora não compro msm.

    1. Oi? Estado Unidos? Embalagem lacrada? Se não quiser entregador, gaste gasolina e tempo para ir comprar.
      Essa profissão é bem antiga, junto com seus vícios e virtudes.

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Polícia

Polícia Civil apreende adolescente suspeito de ter matado homem na Zona Sul de Natal; motivação teria sido discussão por causa de comida

Policiais civis da Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) apreenderam, no final da manhã desta sexta-feira (22), um adolescente de 17 anos, suspeito de ter matado Josecler Gomes Matias, conhecido por “Garçom”, na noite do dia 23 de dezembro de 2018, no bairro Nova Descoberta, na Zona Sul de Natal.

De acordo com as investigações realizadas pela Polícia Civil, a motivação para o ato infracional análogo ao crime de homicídio teria sido uma discussão por causa de comida. No dia em que foi morto, Josecler e o adolescente teriam discutido, e horas depois, o suspeito teria ido até a casa da vítima e efetuado os disparos.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Opinião dos leitores

  1. Menor que tem acesso fácil a arma de fogo e que mata deliberadamente tem que ser julgado como adulto, não importando a idade.

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Diversos

Estudos revelam que a gente valoriza mais receber um elogio que sexo, dinheiro, comida, álcool ou amigos

 (g-stockstudio/iStock)

Convenhamos: o que não falta na vida é coisa prazerosa para fazer por aí. Pega essas que a gente citou no título do post e adiciona mais as que você quiser: a lista vai crescendo e crescendo, até ficar gigante. Mas, entre todos os itens gostosinhos que a gente consegue citar, qual deles é o que nos faz mais bem?

Em dois estudos, pesquisadores pediram a estudantes universitários (282, no total) que avaliassem o quanto eles “desejavam” e “gostavam” de uma série de atividades numa escala de 1 a 5. E os resultados indicaram o quê? Que os voluntários dão mais valor para aqueles tapinhas na autoestima (como receber um elogio ou uma avaliação positiva) do que para, muita atenção: comer sua comida preferida, fazer sexo, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.

“É um tanto surpreendente como esse desejo de se sentir valorizado triunfa sobre qualquer outra atividade prazerosa que a gente possa imaginar”, diz o líder do estudo, Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio (EUA). E não tem nada errado com isso, é claro.

Todo mundo quer se sentir bem consigo mesmo, e ser elogiado é parte fundamental disso. Mas tem o lado sombrio da história: os resultados do estudo sugerem que alguns jovens talvez estejam focados um tantinho demais nesse papo de receber elogios. Os voluntários tiveram que avaliar o quanto “desejavam” e o quanto “gostavam” dos itens, certo? Isso porque pesquisas sobre o vício sugerem que as pessoas viciadas tendem a reportar que “desejam” algo mais do que “gostam” daquilo. E, nesse estudo, os participantes “gostaram” de mais do que “desejaram” todas as atividades prazerosas citadas — mas, quando o papo mexia com a autoestima, a diferença entre os verbos foi a menor registrada, a mais próxima do “desejo”. “Não seria correto dizer que os participantes são viciados em autoestima”, diz Bushman. “Mas eles estavam mais próximos disso do que de serem viciados em qualquer outra atividade estudada.”

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Diversos

Estudo indica que a gente valoriza mais um elogio, que sexo, dinheiro, comida preferida, álcool, ou encontro com o melhor amigo

Convenhamos: o que não falta na vida é coisa prazerosa para fazer por aí. Pega essas que a gente citou no título do post e adiciona mais as que você quiser: a lista vai crescendo e crescendo, até ficar gigante. Mas, entre todos os itens gostosinhos que a gente consegue citar, qual deles é o que nos faz mais bem? Em dois estudos, pesquisadores pediram a estudantes universitários (282, no total) que avaliassem o quanto eles “desejavam” e “gostavam” de uma série de atividades numa escala de 1 a 5. E os resultados indicaram o quê? Que os voluntários dão mais valor para aqueles tapinhas na autoestima (como receber um elogio ou uma avaliação positiva) do que para, muita atenção: comer sua comida preferida, fazer sexo, beber, receber o salário do mês e até encontrar um melhor amigo.

“É um tanto surpreendente como esse desejo de se sentir valorizado triunfa sobre qualquer outra atividade prazerosa que a gente possa imaginar”, diz o líder do estudo, Brad Bushman, professor de comunicação e psicologia na Universidade de Ohio (EUA). E não tem nada errado com isso, é claro. Todo mundo quer se sentir bem consigo mesmo, e ser elogiado é parte fundamental disso. Mas tem o lado negro da história: os resultados do estudo sugerem que alguns jovens talvez estejam focados um tantinho demais nesse papo de receber elogios. Os voluntários tiveram que avaliar o quanto “desejavam” e o quanto “gostavam” dos itens, certo? Isso porque pesquisas sobre o vício sugerem que as pessoas viciadas tendem a reportar que “desejam” algo mais do que “gostam” daquilo. E, nesse estudo, os participantes “gostaram” de mais do que “desejaram” todas as atividades prazerosas citadas – mas, quando o papo mexia com a autoestima, a diferença entre os verbos foi a menor registrada, a mais próxima do “desejo”. “Não seria correto dizer que os participantes são viciados em autoestima”, diz Bushman. “Mas eles estavam mais próximos disso do que de serem viciados em qualquer outra atividade estudada”.

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Diversos

Garota encontra cérebro de animal em refeição de famosa cadeia de fast-food

156Uma garota encontrou um cérebro de galinha em sua refeição. Flora Thomas, de apenas 16 anos, ficou horrorizada quando descobriu que em seu pedaço de frango que estava prestes a consumir existia um ‘cérebro’.

“Foi absolutamente repugnante. Todo mundo estava muito chocado e todos nós nos sentimos muito doentes. Eles nos ofereceram um substituto, mas tomamos um milkshake em vez disso”, comentou Flora ao portal Metro.

A adolescente comprou uma refeição no KFC – um fast-food com mais de 60 anos de existência e com 5.000 lojas em todo o mundo, inclusive no Brasil. A empresa surgiu de um pequeno restaurante dentro de um posto de gasolina no Kentucky, EUA.

Ela disse: “Eu não acho que eu vou para a KFC novamente. Eu já ouvi histórias, mas nunca pensei que iria acontecer comigo”.

Oficialmente, a loja se desculpou com Flora e disse que fez uma reciclagem de seus cozinheiros para garantir que deslizes não ocorram novamente.

157Um porta-voz da empresa comentou ao Bornemouth Eco: “Porque todos os nossos frangos são preparados à mão, infelizmente, em raras ocasiões, o erro humano pode significar que um “miúdo” não seja removido no processo de preparação e parece que é isso o que ocorreu neste caso”.

De acordo com o jornal britânico Metro, esta não é a primeira vez que algo assim ocorre na empresa. No início de 2013, outras duas clientes mostraram insatisfeitas quando encontraram órgãos como o cérebro em suas refeições.

R7 via Jornal Ciência

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Diversos

Homem fica bêbado após comer; ciência estuda caso

Um homem de 61 anos foi levado a um pronto-socorro em Carthage (Texas, EUA) com fortes sinais de embriaguez. Nos raros momentos de “lucidez”, o paciente alegava não ter ingerido qualquer bebida alcoólica. Médicos e enfermeiros deram de ombro: era mais uma história de bêbado que não sabe muito bem o que diz. Prova disso era o teste do bafômetro: concentração de álcool cinco vezes acima do limite permitido no estado.

Mas não era história de bêbado. O paciente falava a verdade. Ele havia ficado embriagado após comer.

Dois médicos decidiram dar ouvidos à história do paciente e o deixaram isolado em um quarto. Ele foi mantido à base de uma dieta rica em carboidratos. Um exame sanguíneo constatou que o paciente estava novamente embriagado. Como era possível?

Exames detectaram a presença de Saccharomyces cerevisiae, levedura da cerveja, no estômago do paciente. Quando ele ingere alimentos com muita concentração de amido – como pães, massas e refrigerantes – a levedura fermenta no estômago e transforma açúcares em etanol.

Essa condição inusitada pode se dar quando uma pessoa passa por tratamento com antibióticos. Matar as bactérias no estômago cria um meio perfeito para a propagação da levedura. Outro fator importante no caso: o paciente possui uma cervejaria caseira – ou seja, está em contato direto com levedura.

O caso foi recentemente publicado na revista “International Journal of Clinical Medicine”.

O Globo

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Diversos

FOTO: Passageira encontra pedaço de madeira em refeição servida em voo da American Airlines

foto-3Nova York e Londres. Esse foi o roteiro escolhido pela família Guertzenstein para as últimas férias de julho. A viagem, no entanto, foi marcada por duas situações desagradáveis nos voos de ida e volta pela American Airlines (AA), de desrespeito ao consumidor. Do Rio para Nova York, a roda de uma das malas quebrou durante o manuseio da bagagem pela companhia aérea americana e a família teve que se esforçar muito para ser ressarcida, ainda em solo americano. Mas o pior ainda estava por vir: no retorno ao Brasil, Solange Guertzenstein feriu o céu da boca com um pedaço de madeira que estava dentro do ravióli servido no jantar.

— Ao decidirmos o trajeto de nossas férias, Nova York e Londres, optamos pela AA por acreditarmos na boa qualidade de seu serviço, além de estar com bom preço. Então, compramos quatro trechos para quatro pessoas: eu, meu marido e nossas duas filhas, de 13 e 10 anos — conta a nutricionista Solange.

A passageira, no entanto, ficou muito frustrada com a companhia, já que gastou cerca de R$ 15 mil e não teve nem mesmo “um pedido de desculpas decente” pelos problemas vivenciados em dois voos da AA. Até hoje, mais de um mês após o ocorrido, a empresa não entrou em contato com a família para esclarecer o que estava na refeição de Solange, já que o problema foi formalmente registrado por ela ainda durante o voo.

— Partimos em 9 de julho, chegando a Nova York bem cedo no dia seguinte. Nosso primeiro problema foi nos depararmos com uma de nossas malas, a maior delas, com a roda e todo seu suporte quebrados, pendurados. Não dava para puxar tal mala. Fomos imediatamente ao serviço de atendimento ao cliente da AA. Quiseram nos oferecer outra, também usada, mas de tamanho menor. Não aceitamos e estipularam um valor de US$ 50 de indenização — conta Solange, destacando que, para receber a quantia, tiveram que ser persistentes.

A família foi orientada a voltar ao serviço de atendimento da companhia quando fosse embarcar para Londres, em 17 de julho, para receber a quantia em dinheiro. Mas, ao chegar ao aeroporto, os Guertzenstein foram surpreendidos com a informação de que teriam que comprar a mala antes de serem reembolsados. Isso, no entanto, não havia sido informado antes.

— Eles nos fizeram de tolos. E não foi falta de entendimento, porque entendemos muito bem o inglês — conta Solange, acrescentando que o marido Marcus, no corre-corre, quase perdeu o voo para a Inglaterra.

De volta a Nova York, a família comprou a mala, após procurar um local com preço baixo para não exceder muito os US$ 50. Em 3 de agosto, ao voltar novamente ao aeroporto, desta vez para embarcar para o Rio, os Guertzenstein foram pela terceira vez ao serviço de atendimento da AA, com a nota de US$ 89 da mala, bem menor do que a quebrada.

— Após algumas confusões entre os funcionários, recebemos um cheque a ser trocado. Depois de muito rodar pelo aeroporto, pois aonde nos mandavam ir diziam que estavam sem dinheiro, e nos mandavam para outro lugar. Naquele momento, já era um questão de honra receber tal valor — diz Solange.

Pedaço pontudo e lascado

Mas a pior situação, de acordo com a nutricionista, foi a que ela vivenciou horas depois. Já no avião, ao morder um ravióli servido no jantar, sentiu algo duro, que furou a gengiva e o céu da boca.

— Quando verifiquei o que era aquilo, vejo um pedaço de madeira bem grande, lascado e com um dos lados pontudo, que foi o que me machucou. Fiquei horrorizada, pois não era uma farpa, mas sim um pedaço de madeira que caiu de algo. Mostrei a meu marido, que também se chocou. Imediatamente, as crianças também pararam de comer o ravióli que tinham pedido. Os comissários fizeram pouco caso do que ocorreu. — afirma a passageira, que ficou enojada. — Por que não nos ofereceram uma outra refeição que não fosse o ravióli? Em especial às crianças, que também não quiseram comer após ver a madeira que encontrei.

Solange conta que, imediatamente, chamou uma comissária de bordo, que não deu importância à situação. Em seguida, falou com outra tripulante, que informou que o caso deveria ser passado ao chefe da equipe. Este, no entanto, não apareceu. Seu marido, relata, teve de ir até a primeira classe para encontrar tal profissional, que disse que um registro de ocorrência seria feito.

— Marcus, já sentado, após mais um longo tempo, recebeu o tal comissário número um. Contamos o ocorrido e mostramos a madeira. Ele se desculpou e disse que isso nunca aconteceu. Pegou o objeto e falou que voltaria com um protocolo. Não voltou! Dormimos, acordamos e nada. Ao servirem o café da manhã, chamamos o número um para perguntar sobre o tal protocolo, e ele disse que não teria nenhum documento para nos entregar, que ficaria com eles. Mas quisemos ver. Então, ele veio com um documento, onde colou o pedaço de madeira e resolvemos tirar uma foto. Por que o comissário não voltou para nos explicar o que faria? Que documento era? Com qual objetivo? — indaga Solange.

A nutricionista é taxativa ao afirmar que ficou muito decepcionada com o atendimento:

— Apesar da fortuna que a gente paga, o tratamento é muito ruim. E é diferente num voo do Brasil para os EUA e um dos EUA para a Europa.

Procurada pelo GLOBO, a American Airlines informou que lamenta a situação e que vai trabalhar com os clientes para tomar as ações apropriadas.

O Globo

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Jornalismo

Justiça proíbe McDonald's de servir lanche a funcionário. Agora vai ser vale-refeição

A Justiça do Trabalho bateu o martelo: o McDonald’s não pode mais servir… McDonald’s a funcionário de uma loja em São Bernardo do Campo.

De acordo com a decisão, a lanchonete deve fornecer vale-refeição ao empregado.

Para a Justiça, o lanche tem “elevado teor calórico e questionável valor nutritivo”. E não equivale a uma refeição.

A empresa informou ainda não ter sido notificada e que cumpre a legislação trabalhista.

Fonte: Sônia Racy / Estadão

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Jornalismo

Conta do Estado é bloqueada para garantir comida em Presídio Estadual do Seridó

Com o objetivo de resolver, em caráter emergencial, a falta de fornecimento de comida para a Penitenciária Estadual do Seridó (localizada em Caicó), a Defensoria Pública Estadual – através do Núcleo Regional do Seridó e o Ministério Público Estadual peticionaram hoje uma Ação Civil Pública que originalmente havia bloqueado valores das contas vinculadas do Estado. Eles pediram a imediata liberação de parte da quantia constrita para que a direção da PES possa adquirir alimentação emergencial. A empresa que fornecia a comida para a penitenciária interrompeu o serviço alegando atraso no pagamento, por parte do Estado. Com isso, os apenados contavam com a garantia de comida apenas até hoje (27).

Em outubro do ano passado, a Defensoria, juntamente com o Ministério Público, entrou com uma Ação Civil Pública solicitando o bloqueio de R$ 336 mil para que fosse realizado o pagamento à empresa fornecedora de comida, que ameaçava interromper o serviço devido ao atraso no pagamento. Hoje, a questão se repete. Preocupada com a situação, a direção do presídio oficiou a Defensoria e o Ministério Público para que ajudem a encontrar uma solução. “A medida é paliativa, nossa expectativa é que o Estado tome as providências necessárias para regularizar o fornecimento de comida aos apenados”, alerta o defensor público Rodrigo Lira.

Há algum tempo, segundo ele, a Penitenciária Estadual vem passando por diversas crises de ordem estrutural e financeira. Em outubro de 2010, a Defensoria Pública Estadual foi informada que a Caern não vinha prestando com regularidade o serviço de fornecimento de água para a penitenciária. O fato gerou escassez e racionamento de água, inclusive ameaça de rebelião por parte dos apenados, o que motivou o ajuizamento de uma Ação Civil Pública em face da CAERN e do Estado do Rio Grande do Norte, a fim de regularizar a situação. O processo se encontra com prazo para o Estado realiza estudo técnico sobre e a viabilidade do fornecimento de água através de poços tubulares, já cavados no interior do estabelecimento.

Em maio de 2011 houve uma pane elétrica que ocasionou um blackout total do sistema elétrico da unidade, deixando sem luz e sem equipamentos eletroeletrônicos, pois todos “queimaram” devido ao problema. Logo, a Defensoria Pública realizou inspeção prisional detectando graves falhas físico-estruturais e, aliado a dois laudos técnicos do Corpo de Bombeiros Militares do Estado e de Engenheiros da SEJUC, ajuizou mais duas novas Ações Civis Públicas em conjunto com o Ministério Público, pleiteando a reforma imediata do presídio e a construção de uma cadeia pública na comarca de Caicó. Estas ações encontram-se com liminares deferidas em desfavor do Estado, aguardando prazo para cumprimento da ordem judicial.

Fonte: Tribuna do Norte

Opinião dos leitores

  1. O maiores descumpridores das leis são os municípios, os estados, o  df e a união! Pergunta-se: Para onde está indo o R$ arrecadado? E o que é repassado, como é aplicado?

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